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PRONAC 245729Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Levo a Vida do Jeito Que For - Cleber Augusto convida Sombrinha

DEZESSEIS PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 505,3 mil
Aprovado
R$ 505,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2025-04-30
Locais de realização (3)
Fortaleza CearáCuritiba ParanáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto é uma apresentação musical, do gênero samba, para violões e vozes. Têm como repertório a trajetória de composições executadas pelo Grupo Fundo de Quintal por meio de dois de seus legítimos representantes. Estão previstos até 16 (dezesseis) shows por diferentes praças, cada um deles com até 75 (setenta e cinco) minutos de duração. Também integra o projeto um conjunto de workshops de Produção Cultural gratuitos voltados a agentes culturais periféricos.

Sinopse

O show "Levo a Vida do Jeito Que For (...)" valoriza as harmonias dos sambas mais emblemáticos da trajetória do Grupo Fundo de Quintal, do qual Cleber Augusto e Sombrinha fizeram parte. Apenas violões e cavaquinho integram a récita, que possui roteiro assinado pelo jornalista Aydano André Motta, e uma série de medidas de acessibilidade. Classificação indicativa: 12 anos. A Contrapartida "Workshop de Produção Cultural" fala do processo de construção e formatação das ações culturais e eventos, introduzindo artistas e novos produtores culturais nas ferramentas de apoio e captação de recursos. Classificação indicativa: 16 anos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Circulação do Projeto "Levo a Vida do Jeito Que For - Cleber Augusto convida Sombrinha", composto de shows musicais com dois integrantes históricos da formação clássica do Grupo Fundo de Quintal. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar até 16 (dezesseis) apresentações musicais, com três artistas em cena; Disponibilizar acesso gratuito ou com tickets médios necessariamente abaixo do valor de R$ 25,00; Desenvolver capacitação em acessibilidade atitudinal com toda a equipe de produção, de modo a qualificar o atendimento ao público PCD; Disponibilizar uma ação de contrapartida no formato de workshop de Produção Cultural, para artistas e produtores periféricos, em cada uma das cidades ou regiões meyropolitanas que o projeto circular.

Justificativa

"Levo a Vida do Jeito que For (...)" foi um projeto cultural que retomou a carreira do músico Cleber Augusto. Sua circulação passou por áreas periféricas do Rio de Janeiro ao longo do ano de 2022. Cleber Augusto fez parte da formação mais conhecida do Grupo Fundo de Quintal. Referência no samba brasileiro, e maior responsável pela ascensão do pagode nos anos 1980, o coletivo sempre se caracterizou por inovações: a utilização do banjo com afinação de cavaquinho e a invenção do tantã e do repique de mão. No campo narrativo, as letras do grupo, nascido à sombra da tamarineira do Cacique de Ramos, chamam a atenção pela sua forma de contar a vida das periferias do Rio. O samba, mais que um estilo musical, é um complexo cultural: um modo de viver, se relacionar com o outro, enfrentar as dificuldades, desfrutar os prazeres da vida .E o Fundo de Quintal sempre foi, e ainda é, um grande tambor de ressoância e cronista da sua gente. A inovação também marca a trajetória de Cleber Augusto. Desde o seu início, como guitarrista de rock - na banda da dupla Leno e Lilian - até chegar ao Cacique de Ramos, e automaticamente, ao Fundo de Quintal. Importante compositor, escritor e pesquisador das culturas africanas, Nei Lopes afirma que o diferencial do violonista é trazer para o samba os melhoramentos harmônicos da bossa nova, com elementos de improviso do blues norte-americano. Aquilo que Leci Brandão sintetizou como "Cleber e o seu violão", na letra de "Isso é Fundo de Quintal". Uma marca, uma assinatura. Aquilo que a um só tempo define a alma criadora do artista, mas que também se comunica com a criatividade que pulsa no Rio de Janeiro. A proposta "Levo a Vida do Jeito Que For - Cleber Augusto e convida Sombrinha" passeia por todo esse legado. Não é fácil afirmar-se como compositor em meio a tantos gênios da criação. Pois Cleber conseguiu, e o show fala sobre essas criações e parcerias. Pérolas como "A amizade", "Lucidez", "Minhas Andanças" são apresentadas em um formato de violão e voz, que valoriza a sofisticação das harmonias e o apuro das letras. Mas que também afirma o talento do instrumentista brasileiro e promove o reencontro artístico com Sombrinha, que faz uma participação mais do que afetiva nos shows. Este projeto precisa do mecanismo de incentivo à Cultura para que possa circular por diferentes praças e chegar de modo gratuito ao público que sempre acompanhou os artistas, mas que nem sempre possui recursos financeiros para adquirir ingressos. Também serão oferecidas uma série de atendimentos em acessibilidade com os recursos captados, conforme relato em "Responsabilidade Social". Este projeto atinge os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Também alcança os seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - Apresentação Musical Palco com três cadeiras para os músicos; um objeto escultórico; ponto de luz na lateral do palco (direita ou esquerda) para o trabalho do intérprete de Libras; até três estantes de partitura. Fundo preto e luzes variadas. Tela (retrátil ou não) para exibição de trechos videográficos e contrapartida negocial. Duração do evento: de 60 a 80 minutos. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Workshop de Produção Cultural Espaço amplo e arejado, com cadeiras ou carteiras escolares. Até 50 (cinquenta) lugares. Lousa ou projeção de vídeo para exibição do conteúdo programático (definição de projeto, nome de projeto, processos de produção, metas, justificativa de projeto, tipos de contrapartidas). Duração do evento: 180 a 240 minutos.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL - Apresentação musical 1-Acessibilidade Física: Realização de sessões em salas com acessos desobstruídos; locação de rampas móveis para mitigar obstáculos, mapeados após visitas técnicas; disponibilização de profissional de apoio (pelo menos dois monitores treinados), para acolhimento e locomoção. 2-Acessibilidade para a pessoa cega: Utilização de legendas descritivas nos conteúdos de divulgação; Realização de visita tátil/sensorial no espaço de execução musical; recurso de auto descrição antes da realização do evento por parte dos artistas; informações de autodescrição, por QR Code, nos cartazes impressos e banners. 3- Acessibilidade para a pessoa surda: Presença de intérprete de Libras em todas as sessões, com profissional experiente na tradução de eventos culturais, e conhecimento prévio da letra das músicas e dos textos do show; sinalização acerca da disponibilidade do serviços em todas as peças de comunicação, a partir do uso de símbolos reconhecidos, e menção com destaque no descritivo de comunicações em rede social. 4- Acessibilidade para a pessoa autista ou neurodivergente: Disponibilização de até 5 (cinco) abafadores de ruído, posteriormente doados para instituição especializada e de interesse público; montagem de sala de regulação para momentos de crise ou desconforto, com livre acesso, que pode optar por retornar ao evento a qualquer momento. OUTRO PRODUTO - Oficina de Contrapartida 1-Acessibilidade Física: Realização de sessões em salas com acessos desobstruídos; locação de rampas móveis para mitigar obstáculos, mapeados após visitas técnicas; disponibilização de profissional de apoio (um monitor treinado), para acolhimento e locomoção. 2-Acessibilidade para a pessoa cega: Utilização de legendas descritivas nos conteúdos de divulgação; recurso de auto descrição antes da realização do evento por parte do professor. 3- Acessibilidade para a pessoa surda: Presença de intérprete de Libras ao longo de toda a realização da oficina; sinalização acerca da disponibilidade do serviços em todas as peças de comunicação, a partir do uso de símbolos reconhecidos, e menção com destaque no descritivo de comunicações em rede social. 4- Acessibilidade para a pessoa autista ou neurodivergente: Disponibilização de até 5 (cinco) abafadores de ruído, posteriormente doados para instituição especializada e de interesse público.

Democratização do acesso

PRODUTO PRINCIPAL - Apresentação musical Acesso a preços populares, com ticket médio inferior a R$ 25,00 (vinte e cinco reais) em todas as récitas do projeto; locação de pelo menos 1 (um) ônibus em 2 (duas) sessões, com fornecimento de lanche, em benefício de instituição social localizada em área de vulnerabilidade social, nos termos da Instrução Normativa mais recente, a saber: Art. 31, inciso I (pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico) oi inciso II (de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior). Disponibilização de 3 (três) vagas de trabalho por cidade atendida, nos termos da seção de Democratização de Acesso da mais recente Instrução Normativa, Artigo 30, inciso X (oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis). OUTRO PRODUTO - Oficina de Contrapartida "Workshop de Produção Cultural" Acesso gratuito a produtores culturais, residentes e atuantes em regiões periféricas; integrantes de Pontos ou Pontões de Cultura; estudantes de ensino em produção cultural ou artes nas regiões metropolitanas; garantia de inclusão de segmentos nos termos da Instrução Normativa mais recente, a saber: Art. 31, inciso I (pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico) oi inciso II (de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior).

Ficha técnica

EDUARDO RAMOS (Proponente, ator-monitor e pesquisador): Bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO. Ator formado pela Escola de Teatro Martins Pena. Produtor Cultural e Criador do Conteúdo por meio da página de YouTube Três na Roda Produções Culturais. Arte-educador em literatura, tendo criado o projeto 3 na Roda que já circulou com diversos repertórios literários, como "Rio de Todas as Letras", "Repertório 3 na Roda", "Léguas e Léguas de Língua", "De Tudo Quanto Ali Deixei" (estes receberam recursos do Fomento Carioca), "O Beijo Que Vós me Nordestes" (com recursos do Literatura Resiste RJ). Em 2023 atuou como diretor de Produção do "Santa História 2" (festival); foi curador de "Direto de Bonsucesso - 50 anos do Expresso" (Artes Visuais Urbanas); e produtor executivo de "Ovo.Lar" (performance de dança e exposição). Todos projetos que atuaram com recursos do FOCA 2022-23. CLEBER AUGUSTO (Músico Principal): Compositor. Instrumentista. Cantor. Violonista de seis e sete cordas. Iniciou a carreira como guitarrista da dupla Leno & Lilian, do movimento da Jovem Guarda. É considerado um dos principais compositores do grupo Fundo de Quintal. Como integrante do grupo carioca, participou de gravações de discos e apresentações em inúmeros shows. Suas composições integraram praticamente todos os álbuns do conjunto durante o tempo que o integrou, entre 1983 e 2003. São elas: “Guadalupe e Sulacap”, em parceria com Nei Lopes (1983); “Minhas andanças” (c/ Jorge Aragão), no álbum "Seja Sambista Também (1985); “Ópio” (c/ Bandeira Brasil) e “Divina luz”, em parceria com Mauro Diniz e Sereno, no álbum de 1985; “Pra não te magoar”, em parceria com Franco e Jorge Aragão (1987) e “Ciranda do povo”, em parceria com Aldir Blanc, no álbum de 1989. Dos discos mais importantes do Fundo de Quintal, destacam-se “Palco iluminado”, lançado pela gravadora RGE em 1995. Neste disco, além de outras composições de sua autoria, consta a faixa-título “Palco iluminado”, em parceria com Djalma Falcão. Dois anos depois, o grupo lançou o CD “Livre pra sonhar”, pela gravadora RGE, sendo a faixa-título de sua autoria em parceria com Ronaldinho e Mário Sérgio. Em 2000, seu parceiro Nei Lopes lançou o disco “De letra & música” e incluiu “Ganzá do seu leitão”, parceria de ambos interpretada pelo grupo MPB-4. Como última participação no grupo gravou o CD "Fundo de Quintal - Cacique de Ramos" (2002) com várias participações especiais, como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Beth Carvalho, entre outros. Em seguida teve que interromper a carreira para tratamento médico, tendo engajando-se na luta contra o tabagismo, em mini documentários como "A Voz do Cigarro", e teve a sua vida retratada no documentário "A Voz Calada do Samba" (Futura). Retomou aos poucos a carreira, e em 2022 circulou com o show "Levo a Vida do Jeito Que For - 50 anos de Carreira de Cleber Augusto" em Arenas e Areninhas Cariocas (Prefeitura do Rio/FUNARTE). SOMBRINHA (MÚSICO COADJUVANTE): Cantor. Compositor. Instrumentista de cavaquinho e violão. Fundou com um grupo de amigos, entre eles Almir Guineto, Ubirany, Bira Presidente, Sereno e Jorge Aragão, o Grupo Fundo de Quintal. Com o grupo gravou 13 discos e ganhou por cinco vezes o “Prêmios Sharp” na categoria de “Melhor Conjunto de Samba”. São de sua autoria ou co autoria sambas clássicos, com inúmeras regravações, como "Só pra contrariar", "O show tem que continuar", "Não quero saber mais dela", "Ainda é tempo de ser feliz", "Canto de Rainha", entre outros. Construiu parcerias nas suas composições com nomes como Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Arlindo Cruz, Dona Ivone Lara e Almir Guineto. No início da década de 1990 deixou o grupo Fundo de Quintal para seguir carreira solo. Em 2020 comemorou 40 anos de carreira com uma transmissão ao vivo do show “Meus sambas”, em seu canal na plataforma de vídeos online Youtube, durante o período de pandemia do vírus Covid-19. A apresentação contou com a participação de Xande de Pilares. Em 2024 lançou o álbum “Viver Gonzaguinha – Os samba do Morro de São Carlos”, inteiramente dedicado ao repertório autoral de Gonzaguinha, com produção e direção musical de Carlinhos Sete Cordas, e participações especiais de Martinho da Vila, Vidal Assis, Larissa Luz, Criolo, Elba Ramalho, Zélia Duncan, Yvison Pessoa. ADRIANA MARTINS (Produtora Executiva e Musicista): Jornalista licenciada em Língua Portuguesa, musicista, atriz e produtora cultural. Formada pela EAV da Fundação Clóvis Salgado(BH) em Curadoria e Expografia. Foi premiada no Ondas da Cultura 2022 da FUNARJ com "Brinquedos Cantados". Produtora executiva e musicista das rodas de leitura “De Tudo Quanto Ali Deixei”, contemplada pelo FOCA e SESC Pulsar RJ e “O Beijo Que Vós Me Nordestes”, pelo edital Literatura Resiste RJ, em 2023. Foi chefe de Departamento de Cultura e Proteção do Patrimônio de S. Thomé das Letras ( MG). CRIS MUÑOZ (Consultoria em Acessibilidade Atitudinal) Atriz, palhaça, professora, diretora, teatral, palestrante e consultora de acessibilidade. PhD em Artes Cênicas e Neurodiversidade (UNIRIO/FAPERJ), Doutora, mestra e bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO. Pós graduação em Educação pela Universidade Veiga de Almeida- Instituto A Vez do Mestre. Formação em Direitos Humanos com ênfase em Direitos Culturais da Pessoa com Deficiência pela Secretaria de Desenvolvimento Social de Minas Gerais. Foi professora concursada do município do Rio de Janeiro e da Escola Técnica de Teatro Martins Penna. Trabalhou como palhaça no grupo As Marias da Graça por dois anos, no Brasil, Argentina e Espanha. Atualmente sou pós-doutoranda UNIRIO/ FAPERJ, integro PSFB ( Palhaços Sem Fronteiras Brasil) e IIAN ( Internacional Inclusive Arts Network). Fez a regulação em acessibilidade de espetáculos recentes, como "Azul" (CCBB) e "Louise/Os Ursos" (Sesc Pulsar); por este último, venceu Prêmio Especial CBTIJ 2024 pelo seu trabalho em acessibilidade para pessoas autistas. BETO DAVIS (Músico convidado e violonista) Violonista, baixista, percussionista e cantor. Formou-se em Teoria Musical na OMB de São Paulo. No Conservatório de Música de Guarulhos, além de Teoria Musical, cursos Trompete Erudito. Integrou a gravação do DVD “A amizade canta Cleber Augusto”. Foi músico contratado da casa noturna Terra Brasil, aonde atuou como músico de apoio de importantes nomes do samba brasileiro, como Fundo de Quintal, Leci Brandão, Dona Ivone Lara, Almir Guineto, Beth Carvalho, entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.