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O 15º Canto Missioneiro e o 14º Canto Piá Missioneiro acontecerão na cidade de Santo Ângelo. Além das 03 noites de Canto Missioneiro, e da tarde de Canto Piá Missioneiro, o projeto oferece ainda a oficina "Infância no Galpão", com Juliana Spanevello, para as escolas públicas da cidade, e a oficina "A origem da Gaita Ponto", com Ricardo Comassetto, para os músicos participantes e público em geral do festival. Entre os shows, os locais Família Bilia e o pequeno talento Murilo Vargas, além de Pirisca Grecco, Joca Martins e o Concerto Folcloreando, com o Quarteto Coração de Potro. A programação conta também com transmissão online. Ocorrerá ainda a gravação e distribuição das composições concorrentes nas plataformas digitais. Toda a programação será gratuita, e com acessibilidade física e de conteúdo. O projeto possui ainda o apoio financeiro e em prestação de serviços da Prefeitura Municipal, e parte do seu orçamento financiado através da Lei de Incentivo à Cultura _ Pró Cultura RS
CONCERTO FOLCLOREANDO – SHOW QUARTETO CORAÇÃO DE POTRO Concerto Folcloreando: https://www.youtube.com/watch?v=Tw2HHU1Kwbk&ab_channel=QuartetoCora%C3%A7%C3 %A3odePotro Equipe Concerto Folcloreando Quarteto Coração de Potro: Kiko Goulart Vitor Amorim Patrick Antunes Maicon Oliveira Produção: Joacir Borges Araújo Músicos participantes: Gabriel Maculan Juan Lozano Pedro Kaltback Riccieri Paludo João Paulo Deckert Diego Granza Carlos de Cesaro Thiago Ribas Poeta: Adriano Silva Alves Dançarinos: Jorge Rios Soyla Barreto Técnicos de som: João Gabriel Rosa Daniel Finardi
Objetivo Geral Realizar a programação 15º Canto Missioneiro e 14º Canto Piá Missioneiro Objetivo específico - Realizar a 15ª Edição do Canto Missioneiro - Realizar a 14ª edição do Canto Piá Missioneiro - Realizar 01 show regional do artista Pirisca Grecco y La Comparsa Eletrica - Realizar 01 show regional da Família Bilia - Realizar 01 show regional Concerto Folcloreando _ Quarteto Coração de Potro - Realizar 01 Show regional do artista Joca Martins - Realizar 01 show regional do artista mirim Murilo Vargas - Realizar 01 oficina Infância no Galpão para crianças - Realizar 01 oficina A Origem da Gaita Ponto
Os festivais de música nativista buscam espaço e reconhecimento no Sul do País, através da proposta de resgatar tradições antigas e questionamentos acerca da cultura gaúcha. Percebe-se que nestes eventos, há uma busca pela identidade de canções de cunho nativista, possibilitando a revitalização dos movimentos regionalistas e dando novos ares à produção musical do Rio Grande do Sul. Este movimento, que precisa ganhar força e ser fomentado sempre mais, tem grande relevância para nosso Estado, pois busca a preservação de tradições musicais que cada vez mais se diluem, devido os efeitos da globalização e homogeneização de identidades. Preservar a música nativista é garantir uma tradição que se construiu a partir da valorização e respeito ao meio, do cuidado com a terra e da dignidade do povo gaúcho. Diante disto, o Canto Missioneiro representa uma fundamental ferramenta de incentivo e fomento às praticas culturais, seja no reconhecimento da importância histórica do povo gaúcho e mesmo na possibilidade do contato com as raízes e tradições culturais, sendo fatores indispensáveis na construção identitária de cada indivíduo. O Canto Missioneiro vem sendo realizado ininterruptamente e a cada ano vem ganhando mais reconhecimento no cenário, onde milhares de pessoas assistem ao evento, e músicos de diversas regiões do Estado participam, além das crianças, que através do Canto Piá Missioneiro tem seu espaço de crescimento e valorização dentro da cultura musical gaúcha. É uma das maneiras que temos, dentro do contexto do festival, de contribuir para que as novas gerações sejam conhecedores e admiradores da música regional gaúcha, e se sintam motivados a continuar pelo caminho da arte e da cultura. Surgido na cidade de Santo Ângelo, tendo suas primeiras edições realizadas com muito esforço e dedicação, o evento já se tornou tradição na cidade e no Estado com 14 edições concretizadas, e pretende se manter no cenário da cultura gaúcha, dando a devida importância para as manifestações artístico-culturais do Rio Grande do Sul. O local de origem e preferido para esta realização segue sendo na Praça Pinheiro Machado, em frente à monumental Catedral Angelopolitana, cartão postal e cenário turístico daquela região, e por isso a 15ª será ali realizada, onde toda a organização e montagem das estruturas necessárias para receber os artistas e o público da cidade e região durante os 03 dias de atividades culturais serão feitas. Iniciando na quinta-feira, o festival promove para alunos da rede escolar da cidade a oficina "Infância de Galpão" com a jurada Juliana Spanevello. Em um bate papo permeado por música, Juliana conduz a criançada por alguns temas relacionados a cultura gaúcha, de acordo com os temas trabalhados nas canções do projeto Infância no Galpão. Com isso, queremos não só provocar o gosto pelas manifestações culturais nas crianças, como fazer com que os pequenos aprendizes se sintam parte de tudo o que verão acontecendo nos próximos dias sua cidade. Com a oficina, eles serão capazes de despertar para a área musical desde já, quem sabe aprimorando a cada ano suas aptidões e, futuramente, sendo os novos artistas no palco do Canto Missioneiro. Tudo isso acontecerá na primeira tarde da programação, na Casa de Cultura do Município, e a Prefeitura Municipal se compromete a organizar e levar seus alunos para essa participação. A casa tem capacidade para receber 180 alunos participantes. De quinta a sábado, acontecerá o 15º Canto Missioneiro, recebendo em palco as 10 composições da fase local, e as 12 da fase geral (conforme regulamento apresentado e divulgado), promovendo um bonito espetáculo de composições inéditas concorrendo às premiações. Essas composições já terão sido triadas em momento anterior pelos 05 jurados que terão a difícil missão de selecionar _ entre as mais de 600 músicas que o evento costuma receber nas inscrições _ somente 22 para tal. Demais detalhes a respeito poderão ser conferidos no regulamento do festival. Ainda na tarde de sábado, terceiro dia de programação, acontece o Canto Piá Missioneiro. Estamos oferecendo aprendizado também ao público jovem e adulto, músico ou não, através da oficina de gaita ponto ministradas por outro de nossos dos jurados participantes, e dos melhores instrumentistas da nova geração de artistas gaúchos _ e missioneiros! (com gabarito e muitas horas de oficinas já ministradas em outros eventos a respeito). Assim, não somente as crianças ganham a oportunidade do saber, mas também todos os artistas que virão participar, bem como o público em geral de Santo Ângelo. Queremos com isso trazer um pouco formação cultural e artística de áreas diferentes também aos interessados neste universo, sejam eles artistas ou não, mas que possam através da programação do Canto Missioneiro ter este primeiro _ ou diversos, a partir de então _ contato com os saberes da música e seu tão amplo universo. Como jurados, 05 grandes nomes do meio musical e regionalista gaúcho foram convidados e aceitaram tal responsabilidade. As noites da programação também serão agraciadas com shows musicais. Também como de costume, sempre mantendo entre eles pelo menos um show local, a Família Bilia sobe ao palco representando a cidade, fazendo o show de abertura da noite de quinta-feira, assim como o nosso convidado mais que especial Murilo Vargas, talento infantil de Santo Ângelo, participante ativo do Canto Piá e tantos outros festivais infantis do Estado, sendo premiado em diversos deles, fazendo o show de abertura da noite de sexta-feira. Os demais artistas e grupos convidados são Pirisca Grecco y La Comparsa Elétrica, Joca Martins, e Quarteto Coração de Potro, que traz uma apresentação diferenciada ao palco do Canto Missioneiro: o Concerto Folcloreando, show nascido de um projeto audiovisual do grupo que hoje tem mais de 202 mil visualizações, coloca no palco além dos 04 guitarreiros, mais 08 músicos convidados, entre eles 03 violinistas, o poeta Adriano Silva Alves, e um casal de bailarinos, promovendo um verdadeiro espetáculo! Todos os releases estão anexados aos documentos apresentados junto deste projeto. Toda esta vasta programação será gratuita ao público. 400 cadeiras serão organizadas e disponibilizadas no local, que pode aguardar um número ainda maior que este. Haverá ainda transmissão online dos 03 dias de festival com as composições concorrentes, e acessibilidade em libras para toda a programação. O Canto Missioneiro representa para o Rio Grande do Sul uma prática que busca preservar a cultura gaúcha e a música nativista, identificando esta como indispensável na construção de uma sociedade conhecedora de sua história e de suas vertentes culturais. Também entendemos que fomentar práticas como esta contribui para o aumento de consumidores da cultura gaúcha, valorizando artistas e eventos desenvolvidos no estado, incentivando e aquecendo o mercado cultural daqui. O Canto Missioneiro, além de incentivar diretamente os participantes, oferecendo estrutura profissional e premiações, envolve um grande número de profissionais prestadores de serviço, seja para a montagem da infraestrutura, a contratação de jurados e também os shows oferecidos, além de, a partir desta edição, também os oficineiros. Todos os parâmetros que regem este projeto são cuidadosamente pensados e gestados, com o intuito de dar destaque ao evento e agregar cada vez mais participantes, tendo em vista à necessidade de valorizarmos a cultura regional, em detrimento à indústria cultural de massa. (continua em "Outras informações")
(Continuação da justificativa...) Importante destacar que o atual cenário econômico em que nos encontramos, nos recuperando ainda dos efeitos da pandemia, e agora com as grandes cheias no nosso Estado, além da grande demanda de projetos solicitados ao Pró Cultura RS que ultrapassam a verba disponível, aspectos que diminuíram – ou ainda diminuem - a realização de eventos culturais, entre eles os festivais nativistas, e que este impacto deve ser evitado, pois são a nossa história e cultura que estão em jogo, e estas têm valor imensurável. Destacamos a importância do investimento em ações culturais para o desenvolvimento do ser humano como um todo, tornando-se necessário e emergente a preservação de eventos como o Canto Missioneiro, que mesmo diante deste cenário, não pretende perder força e seguirá buscando novas vozes para cantar e enaltecer as belezas de nossa terra. Comprometidos juntamente com esta força em manter vivo o Canto Missioneiro, a Prefeitura Municipal junta-se a esta proposta, tornando-se a responsável pela logística com os alunos para suas participações nas oficinas, pelo translado dos jurados entre os espaços pertinentes durante a programação, além do apoio financeiro de 21% do valor do projeto, totalizando R$ 110.500,00 (cento e dez mil e quinhentos reais). Além disso, este projeto será apresentado tanto à lei de Cultura Estadual – Pró Cultura RS, quanto à Lei de Cultura Federal, a Lei Rouanet, solicitando a esta segunda o aporte de R$ 164.588,00 (cento e sessenta e quatro mil, quinhentos e oitenta e oito reais). É diante deste panorama, e também da significativa importância em preservar este evento-referência no cenário cultural do Rio Grande do Sul, que solicitamos o apoio do Ministério da Cultura, para que observe o conteúdo aqui exposto até então, aprove e reconheça nosso empenho em melhorar e perpetuar o Canto Missioneiro, permitindo que possamos captar recursos junto às empresas, através do incentivo fiscal, via Lei Rouanet. O Canto Missioneiro foca-se na cultura gaúcha, que exalta as práticas e costumes típicos, como a dança, a música, o chimarrão, o churrasco, a lida campeira, dentre outras expressões que correspondem às vertentes de nossa cultura, e compõem o cenário cultural do Rio Grande do Sul. Tem também em sua premiação “Melhor Tema Sobre as Missões”, onde valoriza e estimula composições que falem da sua cidade, região, história, costumes, etc. A comunidade ainda participa ativamente do resultado, pois é através dela que a composição Mais Popular é premiada: entre todas as concorrentes finais, aquela que arrancar a maior reação do público, como palmas, gritos, etc. será observada pelos jurados e levará o prêmio. Não podemos deixar de mencionar que o festival em suas fases local e geral será gravado ao vivo, e o disco disponibilizado nas plataformas digitais, ampliando assim ainda mais o acesso ao produto do Canto Missioneiro: 22 composições inéditas para o deleite dos apreciadores da música gaúcha. Até poucas edições atrás, procurávamos manter a prensagem dos CDs e do DVD do Canto Missioneiro, porém os novos tempos digitais substituem essa realidade de forma, além de mais econômica, com maior alcance de pessoas, que não dependem da unidade física do disco ou do DVD para conhecer o que foi produzido no Canto Missioneiro: poderão acompanhar ao vivo através das redes – e as lives permanecerão publicadas para o acesso a qualquer momento posterior ao evento, e poderão acessar o disco em qualquer que seja sua plataforma digital preferida. Atende o art.º 1 da Lei 8.313/91 ao: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Atende ainda os seguintes objetivos do art. 3º: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
OFICINA INFANCIA NO GALPÃO Juliana Spanevello é cantora gaúcha reconhecida no cenário musical do Rio Grande do Sul, com 30 anos de carreira. Possui vasto repertório registrado no movimento dos festivais além de 6 álbuns gravados. Mãe de duas meninas (de 9 e 3 anos), e sentindo falta de trabalhos musicais gaúchos para as crianças, Juliana, ao lado do poeta Rodrigo Bauer compôs 8 canções inéditas para um álbum musical chamado "Infância no Galpão". O repertório musical do projeto busca retratar através de canções e histórias, as brincadeiras e os temas tradicionais da cultura gaúcha. A Oficina: Em um bate papo permeado por música, Juliana conduz a criançada por alguns temas relacionados a cultura gaúcha, de acordo com os temas trabalhados nas canções do projeto Infância no Galpão. É disponibilizada também, uma exposição para cada tema, com materiais, jogos, brinquedos, que irão inspirar e incentivar a criatividade e a imaginação da gurizada. OFICINA A ORIGEM DA GAITA PONTO Temas abordados: Origem da gaita pontoPrecursoresMúsicas mais conhecidasTécnicas usadasEscalasTempo de estudoTipos de gaita pontoInfluências Duração: De 60 a 90 minutos. Oficineiro: Ricardo Comassetto Não importará a distância, as terras estranhas onde andamos, as geografias mais distintas, os idiomas mais difíceis. Não importa nada para aquele que tem a querência em si. Por longe que se pareça estar, o que tem querência, jamais sofrerá do desamparo. E assim com sua cordeona, que tem a voz dos sinos das reduções e anda mostrando pelos palcos, por cenários e galpões, a sonoridade que guardou do mundo misterioso das missões. Assim, com São Luiz Gonzaga no peito, Ricardo Comassetto, gaiteiro missioneiro, andou nos últimos anos por caminhos de pó e distância, de imprecisos infinitos e incalculáveis lonjuras. Músico, instrumentista e arranjador, começou sua carreira profissional aos 17 anos. É participante ativo de festivais e já obteve premiações na maioria deles. Na 25° Sapecada da Canção Nativa, em 2017, conquistou o prêmio de 1° lugar com a milonga “O Silêncio e a Músico, instrumentista e arranjador, começou sua carreira profissional aos 17 anos. É participante ativo de festivais e já obteve premiações na maioria deles. Na 25° Sapecada da Canção Nativa, em 2017, conquistou o prêmio de 1° lugar com a milonga “O Silêncio e a Campereada”, com poema de Sérgio Carvalho Pereira e melodia sua em parceria com André Teixeira. Na ocasião, Luiz Marenco foi o intérprete da composição, que também contou com o violão de Marcello Caminha. Em fevereiro de 2018, a composição foi eleita a “Melhor Música de Festival” pelo blog “Ronda dos Festivais”. Já atuou nos países do prata, destaque para Argentina, onde participou do maior evento de chamamé do País. Já atuou com diversos cantores tais como Luiz Marenco, Luiz Carlos Borges, Joca Martins. No ano de 2014, foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música, na categoria instrumentista, por sua participação no CD/DVD “Bagualles, um canto de amor à terra”. Em agosto de 2017, lança seu primeiro disco, chamado “Genuíno”, trabalho que traduz a gratidão e o anseio do artista por fazer o registro de composições e compositores de sua terra, além de contar com obras e artistas que marcaram, pessoal e profissionalmente, os seus mais de 15 anos de carreira. No mesmo ano conquista o prêmio de “Melhor Gaiteiro/Instrumentista”, pelo Portal G1. Em abril de 2024, lança seu segundo disco: Terrunho
A Praça Pinheiro Machado conta com acessibilidade física, como rampas de acesso, além do local amplo e sem impedimentos de locomoção. Cadeiras serão disponibilizadas em espaço reservado para deficientes e pessoas com dificuldades, como idosos e grávidas, e seus acompanhantes. A acessibilidade de conteúdo contará com a apresentação em libras para deficientes auditivos em todos os dias e atividades da programação, além das legendas automáticas que as próprias plataformas digitais oferecem na transmissão online. A equipe estará a postos e atentos para auxiliar todos que precisarem, inclusive recepcionado o público e indicando os locais reservados – os mesmos estarão sinalizados.
Com base nas informações já fornecidas, o projeto propõe diversas medidas para promover a democratização do acesso às atividades culturais, bem como garantir a acessibilidade a todos os participantes. Incluídas nessas propostas estão oficinas gratuitas voltadas para alunos da rede escolar da cidade, com o apoio da Prefeitura Municipal, visando envolver as crianças desde cedo nas manifestações culturais e musicais gaúchas. Além disso, o evento será realizado em local que oferece acessibilidade física, como rampas de acesso e espaços reservados para pessoas com dificuldades de locomoção. No que diz respeito à acessibilidade de conteúdo, haverá tradução em Libras para deficientes auditivos em todas as atividades, bem como legendas automáticas nas transmissões online. Os deficientes visuais poderão acompanhar a programação através da audição, visto que não se tratam de apresentações cênicas. A transmissão online das noites do festival busca ampliar o alcance do evento para um público mais diversificado, além das estratégias de divulgação que incluem impulsionamentos nas redes sociais e mídias impressas. Além disso, o projeto promove a diversidade e inclusão, recebendo diferentes grupos, como mulheres, negros, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência, tanto como artistas quanto como público. Para complementar a experiência, o festival terá suas composições gravadas ao vivo e o conteúdo disponibilizado em plataformas digitais, ampliando assim o acesso às composições e performances além do evento presencial. Todas essas medidas visam assegurar que o evento seja acessível e inclusivo para todos os públicos, promovendo a democratização do acesso à cultura e à música gaúcha.
CAPTAÇÃO DE RECURSOS , GESTÃO ADMINISTRATIVA - NOVA PRODUÇÕES Currículo anexado aos documentos do proponente. PRODUÇÃO EXECUTIVA, ELABORAÇÃO DA PROPOSTA CULTURAL, ASSESSORIA DE PRODUÇÃO E PRODUÇÃO DE BASE – CONFRARIA DA PRODUÇÃO Mais de 12 anos de conhecimento na produção cultural, atuando desde a consultoria e elaboração e prestação de contas de projetos via Leis de Incentivo (municipais, estaduais e federais), quanto na execução dos mesmos, além de projetos independentes. Tem em seu currículo experiência em mais de 200 projetos de cinema, circo, dança, teatro, música, literatura, entre espetáculos, turnês, festivais, audiovisual, etc. Em seu portfólio mais recente: · Ricardo Comassetto: Terrunho | 2024 Via Pró Cultura Pelotas/RS · Festival Itinerante da Música Brasileira | 2021 e 2023 Via Pró Cultura LIC RS– Frederico Westphalen e Três Passos | RS https://festivalitinerante.com.br/ · Festimar da Tradição e Festimar em Cena | 2023 Via Lei Rouanet – Rio Grande | RS · Rock de Galpão – Percorrendo o Rio Grande | 2022 Via LIC Federal – Caxias do Sul, Camaquã, Gravataí e Porto Alegre | RS https://youtu.be/_cIP2ayTPns ASSISTENTE ADMINISTRATIVA – MAYARA BOENO BRUM Mayara Boeno Brum é uma profissional experiente no campo da gestão de projetos culturais, tendo iniciado sua trajetória nesse setor desde 2011. Registrada como Produtora Cultural no sistema Pró-Cultura RS a partir de 2019, ela demonstra um compromisso duradouro com o desenvolvimento e promoção da cultura. Ao longo de sua carreira, Mayara desempenhou uma variedade de funções em projetos culturais, incluindo direção administrativa, produção executiva e coordenação geral, evidenciando sua versatilidade e profundo conhecimento do setor. Sua contribuição abrange uma ampla gama de eventos, desde festivais de música e teatro até exposições e mostras audiovisuais. Sua participação em projetos como Diversidade Cultural, Feiras do Livro e Festivais de música demonstra sua capacidade de liderança e organização em eventos de grande escala. Além disso, seu envolvimento em iniciativas como oficinas digitais, tributos culturais e caravanas circenses ressalta sua abertura para explorar diferentes formas de expressão cultural. Destaca-se também a habilidade de colaboração e networking, trabalhando em conjunto com diversas instituições culturais, artistas e comunidades locais para enriquecer e diversificar a oferta cultural em várias regiões. Seu comprometimento com a promoção da cultura se estende além das fronteiras geográficas, conforme evidenciado por sua participação em eventos em diferentes cidades e estados. Seu trabalho incansável e apaixonado pelo setor cultural contribui significativamente para o enriquecimento da vida cultural nas comunidades onde atua. JURADOS: RICARDO COMASSETTO, instrumentista missioneiro de São Luiz Gonzaga, profissional da gaita ponto, participante ativos dos festivais musicais dentro e fora do Rio Grande do Sul. FRANCISCO BRASIL, jovem poeta bageense, que com seus apenas 31 anos, vem crescendo rapidamente na cena musical do Estado, tendo um expressivo número de premiações dentre os festivais do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. JULIANA SPANEVELLO, cantora desde os 11 anos, com seu primeiro disco gravado aos 13, com destaque à sua participação no CD “Mulheres Pampeanas Cantam o Gaúcho”, e à sua indicação ao 22º Prêmio da Música Brasileira, na cetegoria Intérprete Regional, ao lado de nomes como Elba Ramalho e Margareth Menezes. ÉRLON PERICLES, cantor e compositor também missioneiro, com 37 anos de dedicação à música gaúcha, premiado 04 vezes no Açorianos, e 11 CDs lançados. E como de praxe, representando o setor musical e artístico pelo município, ARAKÉN MAICÁ, Cantor, compositor e instrumentista, artista participante de quase todas as edições do Canto Missioneiro. ARTISTAS PIRISCA GRECCO Y LA COMPARSA ELETRICA O cantor y compositor PiriscaGrecco nasceu em 1971, junto com a Califórnia da Canção nativa, na Cidade de Uruguaiana, fronteira com Argentina y Uruguai. Professor y aprendiz da ciência da Música, há 30 anos dedica-se a fazer arte, contribuindo com o cancioneiro gaúcho através do seu trabalho autoral. Tem destacada participação nos Festivais de Música y Cinema do Sul do Brasil. Em 8 Álbuns lançados, conquistou 8 prêmios açorianos, incluindo DVD do Ano 2016. Com carteira de identidade Gaúcha y Passaporte para rodar o mundo, seu canto atravessou 2 oceanos y ecoou por 4 continentes. Em 2017 foi agraciado com o Troféu Vítor Matheus Teixeira como Compositor do Ano. Em 2022 lançou seu mais novo álbum “ILEXLÂNDIA” com participações especiais de Humberto Gessinger, Thedy Corrêa, Luiz Marenco, Mauro Moraes, Victor Hugo, Tonho Crocco, Serginho Moah, Esteban Tavares, entre outros expoentes da música feita no rio Grande do Sul. Há 15 atua em turnês y festivais ao lado da Comparsa Elétrica integrada por: Duca Duarte no contrabaixo elétrico, Rafa Bisogno na bateria, Paulinho Goulart no acordeon y Texo Cabral na flauta transversal FAMILIA BILIA Por volta de 1980 quatro netos do gaiteiro "TIO Bilia" formavam um grupo chamado "OS NETOS DO TIO BILIA". Assim tocavam bailes e shows por toda a região. Em 1991 com a saída de alguns músicos tiveram que integrar pessoas que não eram da família, assim resolveram mudar o nome para OS BILIAS. Desde então, Os Bilias viajam por todo o Brasil tocando bailes e shows. Representantes da música regional gaúcha foram gravados 8 discos, entre músicas autorais e regravações. Hoje Os Bilias continuam o legado deixado por Tio Bilia, com projeto de novo disco e DVD. QUARTETO CORAÇÃO DE POTRO É um grupo musical nativista que surgiu em meados de 2007, em Lages/SC, a terra da Coxilha Rica, quando quatro jovens músicos começaram a se reunir para cantar a terra, o campo e seus costumes. Através da música tradicionalista, que é conhecida por cantar temas da natureza e do ambiente, o grupo passou a imprimir sua musicalidade na poesia, criando entre a letra e a melodia, uma música que resgata suas origens. Com mais de 15 anos de carreira, o Quarteto tornou-se referência na música nativista, por suas melodias, arranjos vocais, instrumentais e apresentações, disseminando inovações e influências musicais e culturais. Hoje, estes quatro artistas tem um dos shows mais requisitados do cenário musical nativista e por onde tem passado, vem deixando sua marca, agregando a cada dia mais seguidores. JOCA MARTINS Com 37 anos de estrada o cantor Joca Martins e considerado um dos maiores nomes da música gaúcha. Foi trilhando as estradas do sul do Brasil, desde 1986, entre festivais e apresentações, que conquistou além do carinho do público, diversas premiações. Já levou seu canto a Argentina, Uruguay e Paraguay, em 2018 levou seu canto aos Estados Unidos, em Orlando na Flórida, durante o encontro da Federação Americana de Tradicionalismo, em 2018 recebeu, em sua terra natal Pelotas, o título de Cidadão Emérito. Atualmente Joca Martins está na estrada com “Clássicos na Estâncias”, web série que reúne História, Música, Cultura e o Agronegócio, evidenciando a importância do campo e sua ligação com a música campeira! MURILO VARGAS Murilo Vargas, natural da cidade de Santo Ângelo – RS, começou sua carreira artística com 5 anos de idade quando teve por inspiração seu irmão Pedro Henrique Vargas, ao assistir suas aulas de canto e violão Em 2012 surge a primeira oportunidade em participar do Festival Canto Piá Missioneiro. Com isto iniciou-se o ciclo do menino como um verdadeiro representante do tradicionalismo gaúcho. Murilo participa de vários festivais, sendo premiado em muitos deles. Murilo Vargas segue uma rotina constante na animação de shows e festivais em todo cenário da música gaúcha aprimorando cada vez mais sua carreira musical, é um integrante nato da mais nova geração de músicos nativistas do País.
PROJETO ARQUIVADO.