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PRONAC 245746Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Trilogia do Feminino - Um projeto de dança, teatro e literatura

Rosa Antuña Martins
Solicitado
R$ 937,6 mil
Aprovado
R$ 937,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-02-02
Término
2026-02-28
Locais de realização (5)
Manaus AmazonasBrasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRecife PernambucoSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto consiste na circulação dos espetaculos de dança que compoe a "Trilogia do Feminino" idealizado, criado e dançado pela coreografa Rosa Antuña. lançamento do livro "Trilogia do Feminino _ a arte de um processo de criação" sobre o processo de criação desta obra de relevante importância para as artes da cena. A circulação no Brasil levará o projeto para Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Brasília (DF), Recife (PE) e Manaus (AM) e fora do Brasil levará para Lisboa, em Portugal.A contrapartida Social deste projeto é a oficina "Arte Integrada". Uma metodologia que compartilha e sintetiza o processo de estudo e treinamento feito por Rosa Antuña ao longo desses anos e que visa como resultado artistas com uma capacidade cênica mais ampla para expressar, comunicar e manifestar uma idéia.

Sinopse

Consiste na circulação com a “Trilogia do Feminino” e fazer a finalização e lançamento do o livro “Trilogia do Feminino – a arte de um processo de criação” sobre o processo de criação desta obra de grande relevância para as artes da cena. Sobre a circulação: A trilogia completa (com os três solos) será apresentada em Belo Horizonte, Vitória e Curitiba. Em Manaus, Natal e Lisboa será apresentado o solo “A Mulher que Cuspiu a Maçã”. Em todas as cidades haverá o lançamento do livro. A “Trilogia do Feminino”é composta pelos seguintes solos de dança e teatro, com a duração de 40 minutos cada um: “Mulher Selvagem”, direção Rosa Antuña, “O Vestido”, direção Rosa Antuña “A Mulher que Cuspiu a Maçã”, direção Roberta Carreri “Trilogia do Feminino – a arte do processo de criação” O livro está sendo escrito pela coreógrafa Rosa Antuña. A autora vem sistematizando de forma poética todo o processo de criação da “Trilogia do Feminino”. Uma das questões investigadas é o quanto a pesquisa auto-biográfica da coreógrafa esteve presente durante este processo criativo e o quanto as pesquisas auto-biográficas podem ser relevantes nos processos criativos de solos autorais. É importante ressaltar que existem poucas mulheres coreógrafas. A intenção de escrever um livro do ponto de vista de uma mulher coreógrafa é algo bastante significativo. Este livro, antes de qualquer coisa será um testemunho de uma mulher sobre seus caminhos como coreógrafa, suas dificuldades, impedimentos, e preconceitos enfrentados em um mercado onde a grande maioria dos coreógrafos é de homens. A “Trilogia do Feminino” traz profundas questões referentes à mulher. O livro busca trazer interfaces entre o que é pessoal e o que é coletivo, por isso a discussão sobre o tema do feminino é algo de grande relevância para a sociedade, além de trazer para a dança este olhar da mulher autônoma, diretora e criadora. Além disso, na dança brasileira temos pouca bibliografia. É de suma importância que artistas da dança brasileira escrevam e publiquem livros sobre a dança e suas técnicas. A dança no Brasil é específica. É importante que tenhamos livros escritos do ponto de vista da nossa cultura, com nossas referências e maneira de entender a nossa dança no mundo.

Objetivos

Objetivo Geral Circular com os espetaculos da "Trilogia do Feminino" ("Mullher selvagem" "O vestido" e "A mulher que cuspiu a maçã") e lançamento do livro sobre o processo de criação da trilogia. Objetivo especifico - Circular com os espetáculos da Trilogia do Feminino pelo Brasil com apresentação dos 03 espetáculos em cada cidade e em dias alternados (sexta feira a domingo). Num total de 18 apresentações. Belo Horizonte (MG) 03 apresentações + oficina (2 horas) São Paulo (SP) 03 apresentações + oficina (2 horas) Brasília (DF) 03 apresentações + oficina (2 horas) Recife (PE) 03 apresentações + oficina (2 horas) Manaus (AM) 03 apresentações + oficina (2 horas) Lisboa (Portugal) 03 apresentações + oficina (2 horas) - Em cada cidade contemplada, como contrapartida, sera ministrada a oficina "Artes integradas" com Rosa Antuña gratuitamente para escolas e instituições publicas - Lancamento do livro "Trilogia do Feminino _ a arte de um processo de criação" em Belo Horizonte MG, Contribuindo para a literatura sobre dança e criação no Brasil.

Justificativa

Rosa Antuña em 2024 completa 40 anos de Dança, sendo 15 anos de formação e 25 anos de carreira profissional, possui um trabalho amplamente premiado reconhecido nacionalmente, a metodologia pesquisada por Antuña tem sido motivo de interesse em todo Brasil. É a primeira vez em que uma artista solo, com um trabalho autoral, circula com uma obra de dança e teatro e com lançamento de livro. A trilogia A "Trilogia do Feminino" tem como objetivo fomentar a reflexão sobre o lugar da mulher contemporânea e seu empoderamento, além da conscientização para a busca do equilíbrio entre os gêneros e da importância de combater a violência contra a mulher. Nos três espetáculos a intérprete explora a dança contemporânea, o teatro, a performance, as sonoridades vocais e o butoh, apresentando o resultado da pesquisa que vem desenvolvendo na última década. Rosa Antuña é uma das principais artistas de sua geração. Reconhecida pelos pares e pela crítica especializada. " Vale salientar que o refinamento de Rosa Antuña , que também fala, canta e toca instrumentos, habilidades que se somam para projetá-la entre as melhores bailarinas do País." Helena Katz - O Estado de São Paulo _ 27 / 11 / 2004 Os três solos têm sido apresentados em todo o Brasil nos principais festivais e prêmios de circulação de dança. "Mulher Selvagem": inspirado no livro " Mulheres que Correm com os Lobos", da pesquisadora Clarissa Pínkola Estés, o espetáculo aborda o conceito de "mulher selvagem", força oculta e ao mesmo tempo propulsora, inerente ao feminino. Uma mulher que luta para se reconstruir, após ter sido abusada durante toda a sua vida de diversas maneiras desde violência física, até violência psicológica e emocional. "O Vestido": é o que veste o corpo, mas é também aquilo que é vestido por ele. O vestido é a metáfora dos sonhos almejados. É o desejo tantalizado, o inalcançável, o inatingível. É a força imanente que leva alguém a vencer os próprios medos e se libertar. "A Mulher que Cuspiu a Maçã": para a conclusão do solo Rosa Antuña fez uma residência artística no Odin Teatret, em Holstebro, Dinamarca, onde foi dirigida pela atriz Roberta Carreri em dezembro de 2014. A obra traz profundas questões do feminino e escancara frustrações, decepções, padrões e mazelas que caminham com as mulheres ao longo do desenvolvimento de sua história na humanidade. Nos três espetáculos a intérprete explora a dança contemporânea, o teatro, a performance, as sonoridades vocais e o butoh, apresentando o resultado da pesquisa que vem desenvolvendo na última década. O livro É uma obra que revela bastidores dos processos criativos, muitas vezes desconhecidos pelo grande público e que despertam a curiosidade e o interesse das pessoas. Além disso é importante investir em livros sobre dança e criação, pois no Brasil existe ainda uma lacuna nessa área. Os pesquisadores e estudiosos muitas vezes precisam recorrer à literatura estrangeira. Em seu livro, Rosa trará relatos do seu processo de criação, do ponto de vista de uma mulher coreógrafa no Brasil, compartilhando questões técnicas na construção de um solo autoral, mas também trazendo relatos sobre sua experiência como artista em apresentações, bastidores e viagens pelo Brasil e exterior. A necessidade de pleitear a aprovação desse projeto pela Lei Rouanet, é a grande dificuldade que o segmento da dança encontra em conseguir apoiadores e de ter um grande publico pagante ao ponto de manter uma montagem e temporada de espetáculos de dança, com os ingressos que são cobrados (preços populares a 30,00 fica inviavel qualquer atividade artistica sem um patrocinio. A proposta desse projeto se enquadra em todos os inciso da lei LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991.Art. 1° que são: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País E tambem conforme a lei nº 8313 no art 3 o projeto predente favorecer o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

A idealização do projeto é da diretora, coreógrafa e bailarina Rosa Antuña. Rosa Antuña é uma artista de grande relevância para as artes da cena no Brasil. Em seus vinte e cinco anos de carreira profissional trabalhou no Chemnitz, Erfurt e Dessau Teather, na Alemanha e no Brasil, no Balé da Cidade de São Paulo, Grupo de Dança 1° Ato e Cia Mário Nascimento. Nesta última tornou-se além de bailarina, co-diretora da companhia. Dirigiu e coreografou mais de trinta trabalhos de dança, vídeo-dança e teatro, além de ser a idealizadora dos festivais “Mostra Icamiabas”, de vídeo-danças dirigidos por mulheres e “Mostra e Seminário A Arte da Coreografia”, um seminário com coreógrafos renomados e pesquisadores que discutiram sobre coreografia, ambos realizados em 2021. É também fundadora e diretora do Núcleo de Criação Rosa Antuña, um espaço para intercâmbio e residências artísticas nas áreas de dança, teatro, circo, música, artes plásticas e audiovisual. O PROJETO TERÁ APRESENTAÇÕES EM LISBOA (PORTUGAL) - NA PLANILHA ORÇAMENTARIA NÃO TEM O ESPAÇO PARA DESCRIÇÃO DAS DESPESAS EM RELAÇÃO A ESSAS APRESENTAÇÕES EM LISBOA - PORTUGAL

Especificação técnica

Os espetáculos solos de dança que compoe a "Trilogia do Feminino" tem a duração de 40 minutos cada. O livro de capa dura e paginas em papel couche com aproximadamentw 100 paginas. O livro tem como referencias artistas e pesquisadoras como a atriz e diretora Denise Stoklos, a coreógrafa Pina Baush, a atriz Roberta Carreri, a cineasta Maya Deren e a artista plástica Edith Derdik. “Foi durante a quarentena devido à pandemia que comecei a rever os textos que já havia escrito sobre o meu processo de criação da “Trilogia do Feminino”. Senti que a quarentena trouxe momentos de profunda reflexão. Foram nesses momentos que pude olhar para minha vida e fazer uma reavaliação do que venho construindo até aqui. Foi quando comecei a escrever e sistematizar o livro.” Rosa Antuña Alguns textos do livro: “Muito medo de falar. Muita vergonha do meu corpo. Muito medo de me mostrar. As memórias do futuro, as vivemos no agora. Parece que quando escrevo, tudo o que aconteceu se torna realidade. Se não for registrado, a sensação que tenho é a de que o fato acontecido pode ficar perdido no espaço. Quero ter a certeza de que vivi. Quero ter a certeza de que aconteceu. Quero ter a certeza de que existo. Escrevo para confirmar minha existência.” “ODIN – A RESIDÊNCIA ARTÍSTICA A oportunidade de fazer a Residência Artística no Odin Teatret, em Holstebro, Dinamarca, foi sem dúvida, um divisor de águas na minha carreira. Foram 20 dias onde fiquei hospedada na sede do Odin. Foram 3 semanas intensas. A primeira foi a mais difícil. Senti muita dor no corpo e um estado de esgotamento profundo. Foi também na primeira semana onde me encontrei em “estado de processo criativo” mergulhada em algum lugar dentro de mim, alinhavando as cenas do espetáculo. Também tenho muita dificuldade para dormir cedo, o que dificultava, pois eu estava dormindo muito pouco. As semanas seguintes foram para fixar as coreografias e trabalhar inúmeros detalhes e nuances da atuação. Roberta é extremamente detalhista. Fiz duas apresentações do solo abertas ao público e aos artistas e atores do Odin. Uma honra poder me apresentar ali na sede deles, com 50 anos de história gravada naquelas paredes... Durante minha apresentação eu tinha dúvida se aquilo era mesmo real... nunca pensei que um dia eu teria os atores do Odin Teatret na plateia! E quanto ao trabalho diário com a Roberta... não tenho palavras... ser dirigida por uma mestra é uma honra. É um prazer. É uma grande oportunidade de aprendizado. E esse aprendizado acontece em um nível muito profundo. Ele acontece no nível do silêncio. O olhar dela me ensinava. As ações dela me ensinavam. As palavras dela me ensinaram muito. Mas o seu silêncio me tocou profundamente. À Roberta Carreri e ao Odin Teatret, minha eterna gratidão.” “Choro pelos cotovelos enquanto os meus pulmões ardem. Carrego fúria e melancolia há séculos afinal... estou viva desde o início.” “Você tem medo de mim?” “Este espaço em que me expresso é o espaço em que me encontro e é o espaço em que existo. Aqui teço e recomeço. Recupero o fio neste espaço do começo. Aqui a loucura é permitida. Este é meu lugar e aqui permaneço. Agora é onde fico. É o pedaço em que acredito. Onde me movo, me expresso, me registro. Permaneço. Fixo. Aqui e agora, me liberto.” Foi feita uma live no Instagram onde a autora fez uma leitura comentada de alguns textos que integram o livro. Confira neste link: https://www.instagram.com/p/CUQ7G7PgkLF/ E aqui um texto comentado também postado no Instagram: https://www.instagram.com/p/CUOWHdRNNeJ/

Acessibilidade

- Acessibilidade física: Todos os espaços de apresentação do espetáculo são adaptados para receber pessoas com deficiencia fisica, como banheiros adaptados e rampas( todos os teatros atualmente tem essas adptações conforme previsto em lei) - Acessibilidade para deficientes auditivos:Descrição em libras em uma sessão do espetáculo nas tempoadas em cada cidade - 0 livro tera textos em Braile para pessoas com deficiencia visual CONTRAPARTIDA SOCIAL - Acessibilidade física: As oficinas acontecerão nos teatros, esses espaços são adaptados para receber pessoas com deficiencia fisica, como banheiros adaptados e rampas( todos os teatros atualmente tem essas adptações conforme previsto em lei) - Acessibilidade para deficientes auditivos: as oficinas terão descrição em libras para participantes com deficiencia auditiva. OBS; TODAS ESSAS AÇÕES TERÃO AS INFORMAÇÕES DIVULGADAS NOS MATERIAIS GRAFICOS.

Democratização do acesso

ESPETÁCULO CÊNICO Mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; Mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; LIVRO 10% da tiragem do livro sera destinado gratuitamente a escolas e afins SERA VENDIDO A PREÇOS POPULARES CONTRAPARTIDA SOCIAL - OFICINA DE DANÇA CONTEMPORÂNEA (Arte Integrada) Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Direção geral: Rosa Antuña Direção executiva: Mário Nascimento Bailarina e atriz: Rosa Antuña Iluminadora: Istéfani Pontes Escritora: Rosa Antuña Diretora do filme: Duda Las Casas Editor do livro: Makely Ka Produção geral e gerenciamento financeiro: Herivelto Campos

Providência

PROJETO ARQUIVADO.