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PRONAC 245755Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Lastro 20 anos: América Latina 2005-2025

ASSOCIACAO LASTRO ARTE
Solicitado
R$ 336,8 mil
Aprovado
R$ 336,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-09-01
Término
2025-06-30
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Lastro propõe a realização de um livro contando sua história e abrindo os caminhos do porvir. Para ser lançado em 2025, data que a plataforma chega aos seus 20 anos de atuação, a publicação reune artistas, curadores, pesquisadores e teóricos da cultura latino-americanos para um debate crítico e poético sobre território, contexto e tempo.

Sinopse

Lastro propõe a realização de um livro, com tiragem de 1000 unidades contando sua história e abrindo os caminhos do porvir. Para ser lançado em 2025, data que a plataforma chega aos seus 20 anos de atuação, a publicação reune artistas, curadores, pesquisadores e teóricos da cultura latino-americanos para um debate crítico e poético sobre território, contexto e tempo.Realizaremos um evento de lançamento do livro, na cidade do Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e São Paulo para alcançar um público maior e assim ampliar as conexões possíveis de se estabelecerem no processo de pesquisa. O evento será composto por uma mesa redonda sobre o livro e distribuição e comercialização de exemplares do livro.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a publicação de um livro contando a história do Lastro, ancorada na produção crítica de artistas, curadores, pesquisadores e teóricos da cultura latino-americanas. Objetivo específico: Realizar a pesquisa e edição do material do arquivo Lastro para compor o LivroConvidar dez pesquisadores para escreverem ensaios inéditos de análises críticas dos 20 anos de arte contemporânea na américa latinaReunião de dez Ensaios de artistas e outros escritos importantes.Realizar três evento de lançamento do livro aberto ao público com uma fala com parte da equipe que organizou o livro.

Justificativa

A história recente da arte contemporânea na América Latina passa necessariamente pelo fenômeno de consolidação dos espaços independentes gestionados por artistas, os programas de residência e projetos autônomos de publicações, ensino e acompanhamento de pesquisas. Esses meios de se pensar/fazer arte se configuram como fluxo dinâmico para o sistema contemporâneo da arte desde meados dos anos 1970, contudo foi a partir da virada do milênio, nos anos iniciais da década de 2000 que essas proposições ganharam força enquanto quantidade e frentes de ação legitimadora para o meio profissional latino-americano. Essa alteração de status ganha peso nos dias atuais, onde a participação em uma residência com notoriedade internacional pode valer mais visibilidade do que uma exposição individual, por exemplo. Além desse resumido panorama que influenciou as diretrizes nas cenas de artes na América Latina, importante pontuar também um dado fundamental no campo das epistemologias que foi a solidificação do pensamento decolonial em todo o mundo. Um conceito vertente da crítica pós-colonial, especialmente das teoria surgidas na Ásia e África, no contexto das lutas anticoloniais por independência, e que nas décadas de 80 e 90, se expande como resposta a colonialidade, modernidade e o neoliberalismo, desde os estudos acadêmicos, para as diversas áreas das ciências humanas como sociologia, pedagogia, linguística, estudos culturais, filosofia, antropologia e direito. O pensamento decolonial reivindica o direito à diferença e as múltiplas vias de conhecimento, práticas e modos de vida que não se subjugam à ordem euro-moderna-capitalista de existência.Trata-se de uma grandiosa mudança de paradigma na relação global entre Sul e Norte. Pois bem, é justamente no vórtice dessas transformações que a Lastro surge. Com sua primeira ação ocorrida em 2005, durante uma viagem à Buenos Aires, onde de maneira ainda despretensiosa, ou melhor, sem os títulos de residência ou curadoria, o desejo de uma maior interlocução entre agentes das artes pela primeira vez se fez presente. Desde então a plataforma vem se reconfigurando enquanto conceito, se reconhecendo em consonância às temporalidades e acompanhando o desenvolvimento epistêmico do pensamento em arte no contexto latino-americano, nos últimos vinte anos. Com o intuito de reunir essas experiências vivenciadas e entrecruzar com perspectivas atuais que partam das artes visuais, estudos culturais e pensamento político, Lastro propõe como iniciativa de auto revisão a realização de um livro contando sua história e abrindo os caminhos do porvir. Para ser lançado em 2025, data que a plataforma chega aos seus 20 anos de atuação, a publicação pretende reunir artistas, curadores, pesquisadores e teóricos da cultura latino-americanos para um debate crítico e poético sobre território, contexto e tempo. Ao mesmo tempo que um livro-obra com colagens poéticas e experimentações artísticas, um compêndio teórico que possa ser alicerce para uma compreensão mais abrangente das contradições, negociações, conflitos e ressignificações que habitam a invenção de um território comum. Lastro sempre atuou de maneira autônoma, com parcerias e colaborações, mas para a realização do livro é necessário um investimentomais robusto para que ele seja de fato um livro de referência em estudos de arte da america latina.

Especificação técnica

Descrição Técnica do Livro Título: Lastro 20 anos: America Latina 2005-2025 Ano de Publicação: 2025 Número de Páginas: Aproximadamente 300 páginas Dimensões: [Dimensões do Livro, 16 x 23 cm] Encadernação: Capa flexível papel 300g, com orelha, encadernação costura e cola. Gênero: Arte, Teoria, Tradução Idioma: Português /espanhol Conteúdo: 1. Comissionamentos - (Textos de análise e reflexão) 2. Entrevistas - (Produzidas para o livro) 3. Ensaios de artistas e outros escritos importantes - (Textos já existentes) Design e Formato: - Layout elegante e de fácil leitura, com tipografia escolhida para o conforto visual. - Ilustrações e obras de arte impressas em alta resolução, garantindo a fidelidade das cores e detalhes. - Margens generosas e espaçamento adequado, facilitando a anotação e a leitura prolongada. Público-Alvo: - Acadêmicos e pesquisadores das áreas de artes, humanidades e ciências sociais. - Estudantes de graduação e pós-graduação em disciplinas relacionadas. - Colecionadores e entusiastas de arte e literatura. - Leitores interessados em traduções e na exploração de novos horizontes teóricos e artísticos.

Acessibilidade

As medidas que serão adotadas para promover o acesso físico aos produtos culturais às pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas (em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017 do MinC) são: Acessibilidade Física: O local escolhido para realizar o lançamento do livro terá rampas de acesso;E o local terá cadeiras e/ou bancos para o público participar do lançamento, trazendo conforto para pessoas de todas as idades. Acessibilidade de Conteúdo: Todo material de divulgação terá tradução em libras;

Democratização do acesso

Pesquisa: Disponibilização de parte do material digital (texto, fotografias e vídeos) parte da pesquisa, sem custos, para compor o acervo do site LASTRO de maneira a comunicar para um público os resultados dos estudos. Livro: Distribuição de 20% (vinte por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado/ 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta 50% para comercialização pela proponente Tiragem total: 1000 Serão adotadas, dentre aquelas enumeradas no art. 30 da IN nº 11/2024 do MinC, as seguintes medidas de democratização de acesso do livro: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.

Ficha técnica

Editora Beatriz Lemos Beatriz Lemos (Rio de Janeiro, 1981) trabalha com curadoria, pesquisa e escrita. Tem formação em História da Arte pela UERJ e mestrado em História Social da Cultura pela PUC RJ, e responde pela fundação e direção da organização Lastro, que promove processos de criação e aprendizagem transdisciplinares, voltados para arte no Sul Global. Sua atuação em curadoria tem início no ano de 2003 e compreende um vasto currículo de exposições, residências, publicações, pesquisas, articulação de redes, práticas em educação, coordenações de programas de residências, conferências, prêmios nacionais e internacionais, além de organização, catalogação e mediação de acervos. Com destaque: integrou o programa Curador Visitante da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ 2015/2016), desenvolvendo a criação da atual Biblioteca | Centro de Documentação e Pesquisa da EAV. Fez parte das comissões curatoriais do 20º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil (2017) e da Bolsa Pampulha (2018/2019), e coordenou as residências Lastro em campo: percursos ancestrais e Travessias Ocultas – Lastro Bolívia, que ganharam exposições no SESC SP (2016 e 2018). Entre os anos de 2019/2021 integrou a equipe curatorial da 3ª Frestas – Trienal de Artes (Sorocaba, SP). Recentemente, recebeu pela Universidade da Califórnia em Los Angeles, EUA, o prêmio anual pelo conjunto da obra, Regents Lecturer 2023, oferecido aos profissionais internacionais de diferentes áreas de atuação. Entre dezembro de 2020 e Janeiro de 2024 foi Curadora Chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.Atualmente é Curadora Coordenadora de Inhotim. Coordenador de pesquisa Gilson Plano Desenvolve trabalhos na intersecção de escultura, ação, fotografia e vídeo. Fez parte dos programas: formação e deformação da EAV Parque Lage – 2019; Pivô Arte e Pesquisa – 2021#3. Possui obras em coleções como o Museu de Arte do Rio e coleções privadas. investiga em sua produção artística o imaginário sobre as histórias, acompanhadas das idéias de peso, ficção e encantamento. Participou de exposições coletivas como: “De montanhas submarinas o fogo faz ilhas” no PIVÔ_2022, “A casa Carioca” – Museu de Arte do Rio_2020; Hábito__Habitante – EAV Parque Lage_2021; Estopim e Segredo: uma exposição em cinco corte – EAV_ 19/20; Festival Valongo_2018 – Santos – SP; e às individuais “pássaros e pedras” na GDA, “como erguer tempestades” no programa de exposições CCSP 2021, “TURVO” no espaço duplex em Lisboa – PT Pesquisadora Natasha Felix Produção Executiva Ana Rocha Ana Rocha (Curitiba, 1987) atua como curadora e produtora desde 2009. Organizou e coordenou diversas exposições, contribuiu para catálogos e coordenou programas de formação e residência para artistas e curadores. Foi diretora do Museu de Arte Contemporânea do Paraná de 2019 a 2022.Entre suas curadorias destacam-se as exposições de revisão do acervo do MAC Paraná: Estamos Aqui (2019) e Enquanto Tudo Queima (2021). Coordenou três edições do Núcleo de Artes Visuais SESI Curitiba (2017-2019), além das exposições Cada Vez Mais Perto (2018) e Extensões 16xA4 (2014). Participou da Bienal de Curitiba 2015 como curadora, ao lado de Daniel Rangel, quando recebeu o Prêmio Jovens Curadores. Tem trabalhado com produção executiva de projetos de arte contemporânea desde 2010. Mais recentemente, foi produtora executiva do projeto Topografia da Memória, da artista Sallisa Rosa (2023-2024), com exposições no Collins Park, Miami, e na Pinacoteca de São Paulo. Em 2013 e 2011, coordenou a equipe de produção da Bienal de Curitiba. Entre outros projetos, foi curadora do espaço Finnacena em 2011 e 2012, onde realizou exposições, feiras de livros e exibições de videoarte. Antes disso, foi editora do #LAB - Laboratório de Crítica de Arte, ao lado da artista Lailana Krinski.Ana formou-se em Artes Visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná (2009), especializou-se em Gestão de Projetos pela ISAE/FGV (2011) e é mestranda no programa de pós-graduação em História da Arte da UNIFESP. Captação de recursos Andrea Lombardi Sou Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, pós-graduada em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP e especialização em Relações Culturais Internacionais pela Organização de Estados Iberoamericanos e Universidade de Girona. Tive experiências profissionais voltadas ao desenvolvimento institucional em museus na China (The Palace Museum), Portugal (MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia), México (Museu Jumex de Arte Contemporânea) e Brasil (MAM-SP - Museu de Arte Moderna de São Paulo, CCSP - Centro Cultural São Paulo, MAM Rio - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu do Amanhã e Paço do Frevo).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.