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Em Vídeo Mapping e Grafites, duas modalidades de arte urbana, a Proposta resgatará o papel histórico, feminista e cultural na música brasileira protagonizado por compositoras e cantoras de samba. Reverenciar personalidades originárias e nomes aplaudidos no presente será a primeira iniciativa cultural no país a homenagear o Dia Nacional da Mulher Sambista, 13 de abril, sancionado este ano, pelo Governo Federal. Ó, Abre Alas! As Mulheres na História do Samba será experiência multimídia, imersiva e de inédita convergência cultural: personagens seculares e atuais da música brasileira conectadas ao Grafite e à recente arte digital do Vídeo Mapping, que atraem novos e diversidade de públicos. Esta proposta, submetida ao PRONAC sob No. 400415, refere-se somente à realização de produção e exposição de arte em grafites, em homenagem dez sambistas. Lançamento: Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2025. Encerramento: 13 de abril de 2025, Dia Nacional da Mulher Sambista. APRESENTAÇÃO: Link do vídeo da Proposta Cultural: https://encurtador.com.br/E3hWk
Ó, ABRE ALAS! AS MULHERES NA HISTÓRIA DO SAMBA I. INTRODUÇÃO “Salve o compositor popular!”, saudou, laudatoriamente Caetano Veloso. A partir dessa menção colhida ao acaso fica a seguinte pergunta: e quanto às 'compositoras populares'? O que fazer delas, visto que a saudação, ainda que construída linguisticamente dentro do padrão genérico, de forma concreta não lhes faz menção? O questionamento, acima, é de Jorge Marques, no seu livro ‘Finas Flores: mulheres letristas na canção brasileira’. Doutorado em Literatura Brasileira, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, professor, escritor e autor, também, dos livros ‘Trans Literaturas’ e 'As Lacunas do Amor: Personagens Femininas’, Marques é o responsável pela curadoria dste projeto. ‘Ó, abre alas! As Mulheres na História do Samba’ foi desenvolvido em sintonia com o Dia Nacional da Mulher Sambista, 13 de abril, sancionado este ano – portanto, pela primeira vez no calendário nacional em 2025. A iniciativa destaca dez sambistas: Alcione, Beth Carvalho, Chiquinha Gonzaga, Clara Nunes, Clementina de Jesus, Dona Ivone Lara, Elza Soares, Jovelina Pérola Negra, Leci Brandão e Mart’nália. Longe de serem as únicas, são representativas do papel feminista na autoria de sambas e intérpretes cujas vozes tornaram-nas – e também inúmeros compositores até então desconhecidos – populares no cenário nacional. II. Abram alas para as mulheres pioneiras do samba Início do ano de 1899, a então capital da República, Rio de Janeiro, fervilha com os preparativos para o carnaval. Nos morros, foliões do entrudo ensaiavam como escapar da repressão policial, exigida pela elite carioca que se imaginava numa Belle Époque europeia desfilando em comportados ranchos, longe do batuque e requebros daquele poviléu. Numa daquelas tardes, durante o ensaio do cordão Rosa de Ouro, no bairro do Andaraí, a maestrina, pianista e compositora – cujas canções ganhavam títulos de cunho sensual, como ‘Atraente’ e ‘Sedutor’, e frequentava as rodas boêmias entre notívagos – Francisca Gonzaga sentou-se ao piano e dedilhou ‘Ó, abre alas!’: a composição se eternizaria como a primeira marcha-rancho carnavalesca brasileira. Tal pioneirismo foi reconhecido somente no ano de 2012, quando foi criado o Dia da Música Popular Brasileira, em 17 de outubro – não por acaso, data do aniversário de Chiquinha Gonzaga. III. Recontar a história da música brasileira, sob o olhar do protagonismo feminista O tributo às compositoras pioneiras e cantoras significa refletir sobre a necessidade de recontar a história da música brasileira não apenas sob a estreita ótica masculina. Pois ainda predominam resenhas que raramente incluem-nas. Ou seja, estão invisibilizadas na vitrine dos nomes consagrados da arte de compor as mulheres que tiveram protagonismo. É emblemático, por exemplo, que Chiquinha Gonzaga compôs ‘Ó, abre alas’ nada menos do que dezoito anos antes da canção ‘Pelo Telefone’ começar a ser tocada nos gramofones e tornar Ernesto dos Santos, o Donga, aclamado por historiadores da MPB como “pai do samba”. IV. As Tias Baianas no comando das rodas de batuques Imprescindível reconhecer, também, o pioneirismo das migrantes, a maioria negras alforriadas, a partir de meados do século 19, para o Rio de Janeiro. Ficaram conhecidas como as Tias Baianas: Hilária Batista, a Tia Ciata; Presciliana de Santo Amaro; Gracinda, Veridiana e Amélia. Eram elas a 'voz do morro', no comando dos músicos e das rodas de batuques e festejos madrugada adentro. Naquela seara de maxixes, lundus e umbigadas, se achegavam os garotos Pixinguinha, Sinhô, Heitor dos Prazeres e Donga – este aprendeu a tocar violão e entoar modinhas com sua mãe, Amélia, justamente uma das Tias Baianas. V. O talento das mulheres eclipsado pela imposição dos parceiros Até por volta da década de 1940, a presença feminina era bem-vinda apenas como intérprete. Compositores aprazeravam o timbre feminino para embalar suas canções; por sua vez, a indústria fonográfica cerceava espaço para trabalhos autorais femininos. Minimizar a presença das mulheres na seara musical se evidenciou nas duplas de cantores-compositores. De acordo com Daniel Brazil, escritor e diretor de TV, “o talento feminino foi eclipsado por interferência de seus parceiros”. A dupla Almira e Jackson do Pandeiro, por exemplo, assinou várias composições destacadas nos anos 1940 e 50; na crítica musical, as menções são apenas para Jackson. Exemplo semelhante verifica-se com Anastácia e Dominguinhos, que criaram mais de duzentas canções. Anastácia, autora de ‘Só Quero um Xodó’, entre tem expressão regional, porém, nacionalmente são comuns as referências somente a Dominguinhos. VI. As novas protagonistas: diversidade sonoras e vertentes criativas Originalidade, o condão, a verve autêntica e resistência às imposições do mundo masculino marcam a contribuição feminista na trajetória da música popular. Tais revelações de gênero firmaram a identidade das composições assinadas por nomes como Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra e Leci Bradão. Destaque-se o surgimento, a partir dos anos 1970, de intérpretes como Clementina de Jesus, Elza Soares, Clara Nunes e Beth Carvalho, que transformaram letras, inclusive dos compositores – restritos, por décadas, às rodas nos fundos de quintais – em estrondosos sucessos. VII. Festivais de música, protesto político e o olhar à questão racial As décadas de 1960 e 70 foram marcadas pelo movimento da Bossa Nova e das canções de protesto político, especialmente nos festivais de música. Nesses, surgiram compositoras como Rosinha de Valença, Fátima Guedes e Joyce Moreno. Ao lado da explicitação do feminismo, a contribuição das novas autoras foi conjugarem o lirismo sentimental às mazelas sociais. No samba, Dona Ivone Lara também levou o universo sentimental feminino ao mundo real, sobretudo com o olhar na discriminação racial – como em ‘Minha verdade': “Eu tenho a minha verdade, fruto de tanta maldade que já conheci(...) Nada poderá me afastar do que eu sou. Amor é o meu ambiente.” VIII. Lugar na ala dos compositores, nas rodas entre os bambas Dona Ivone Lara compôs grandes sucessos, como ‘Acreditar’ e ‘Sonho Meu’, mas já se tornara a primeira autora de um samba-enredo, em 1965, na escola de samba Império Serrano. Dos terreiros para as quadras das escolas de samba, outros nomes femininos fincaram pés como protagonistas. Foi também na quadra de escola que a sambista e ativista politizada Leci Brandão se destacou: com lugar na ala de compositores da Estação Primeira de Mangueira, entre bambas como Nélson Sargento, Carlos Cachaça e Cartola. Na mesma Mangueira, Beth Carvalho impôs a presença feminina entre os mestres. Suas composições e em parcerias – como ‘A velha porta’, ‘Afina o meu violão’ e ‘Joatinga' – são menos conhecidas do grande público do que o legado dos compositores, mas muitos deles apenas se tornaram conhecidos após suas letras conquistarem o grande público, em todo o país, na voz de Beth. Entre eles, Nelson Cavaquinho, Arlindo Cruz, Fundo de Quintal, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho – daí tanto respeito à Madrinha, como era reverenciada. IX. Versos e sons extraordinários: contribuir para alcançarem a merecida audiência Ao homenagear Chiquinha Gonzaga como símbolo do Dia Nacional da Música Popular Brasileira, 17 de outubro, data do seu nascimento, e o de Dona Ivone Lara, 13 de abril, como Dia Nacional da Mulher Sambista, o país resgata o inestimável papel histórico e cultural protagonizado por centenas de mulheres sambistas. Com este mesmo entendimento, acreditamos que 'Ó, Abre Alas! Mulheres na História do Samba' agrega sua contribuição. É sobre cativar o público para ampliar o interesse por nossas próprias histórias, nas composições e vozes de mulheres pioneiras e suas sucessoras. Versos e sons que guardam encanto extraordinário, mas não ainda tiveram o merecido reconhecimento, sobretudo entre os novos públicos.
OBJETIVO GERAL A iniciativa cultural 'Ó, Abre Alas! As Mulheres na História do Samba' propõe o resgate de um inestimável papel histórico e cultural: aquele protagonizado por centenas de compositoras e cantoras cujas vozes celebraram canções do gênero mais autêntico e popular do país. O tributo a essas personagens se realizará de forma inédita: ao som de suas composições de sucesso e abrilhantado por luzes em movimento, em vídeo mapping; e pinturas de grafites, em exposição de painéis no mesmo local das projeções mapeadas. O vídeo mapping e os grafites retratarão as sambistas: Alcione, Beth Carvalho, Chiquinha Gonzaga, Clara Nunes, Clementina de Jesus, Dona Ivone Lara, Elza Soares, Jovelina Pérola Negra, Leci Brandão e Mart’nália. Importante salientar:- Este projeto foi inscrito, em 26.06.2024, no Programa Petrobras Cultural, na modalidade de seleção Escolha Direta (sob o ID 2024 - 9507).- A submissão ao Programa Petrobras visa obter patrocínio no valor de R$ 570.000,00, 79,2% do seu montante total, R$ 750.000,00.- Os restantes 20,8%, R$ 150.000,00, correspondem a esta inscrição na Lei de Incentivo Fiscal Federal, Lei Rouanet - sob a Proposta PRONAC número 400415 -, para a realização, especificamente, do produto Exposição/Grafites em homenagem às sambistas. Assim descrito na plataforma SALIC: PLANO DE DISTRIBUIÇÃO NOME DO EVENTO/PRODUTO ÁREA SEGMENTO Exposição de Artes Artes Visuais Exposição Cultural / Artística Desta forma, submetemos a proposta ao Salic/MinC em solicitação de patrocínio para o OBJETIVO ESPECÍFICO · Pintura e exposição de arte em Grafites: grandes painéis das sambistas, em homenagem dez sambistas, no local do espetáculo de projeções de vídeo mapping. LOCAL DE REALIZAÇÃO Complexo Cultural Funarte, em São Paulo, SP. Justifica-se.O projeto Ó, Abre Alas! As Mulheres na História do Samba foi selecionado, com N.o 221558, no edital Funarte Retomada 2023. Com 5.247 inscrições, maior pontuação 48 e média 33, este Projeto alcançou 43,5 pontos; porém, no pitching final a FUNARTE priorizou, compreensivelmente, projetos das regiões NO, NE e CO, e apenas 50 ao estado de São Paulo, sem esta proposta. Outros dois espaços, pertencentes às instituições SESI-SP e SESC-SP, poderão receber este Projeto, uma vez que: possuem estruturas, perfil adequado ao escopo deste trabalho e histórico de incentivos à cultura diversa e inclusiva. De modo que, será inscrito nos seus Editais 2024. DATAS DE DESTAQUE - 2 de Dezembro de 2024, Dia Nacional do Samba: pré-lançamento do Projeto; coletiva de Imprensa; críticos musicais, produtores culturais e formadores de opinião. - 8 de Março de 2025, Dia Internacional da Mulher: lançamento público do Projeto; público presencial; emissoras de rádio, streamings de música e redes sociais. - 27 de Março, Dia Nacional do Grafite: reconhecida na cidade de São Paulo pela Lei 13.903/2004, o dia é comemorado, com atividades, por produtores culturais e artistas em todo o país; portanto, a data reafirma e promove o significado, no Projeto, da exposição com grafites das sambistas homenageadas. - 13 de Abril de 2025, Dia Nacional da Mulher Sambista: diversas ações marcarão o auge do projeto, culminando com o encerramento das projeções e exposição de grafites.
I) Cultura com visão social afirmativa, diversa e inclusivaPatrimônio nacional, o samba como repertório das histórias de vida dos brasileiros Aproximar o público jovem ao samba é sobre cativar amplo e diverso público para este gênero musical _ autêntico patrimônio brasileiro _ , especialmente protagonizado pelas mulheres. Afinal, o samba diz respeito às próprias histórias de vida de milhões de brasileiros, seus territórios, seus dramas e suas esperanças. Como escreveu e cantou uma das damas da música popular brasileira, Jovelina Pérola Negra, em sua composição 'Samba, minha raiz': "O samba reinou a noite inteira, de uma tal maneira, que espantou a tristeza..." Música, Grafite e Vídeo Mapping: economia criativa, diversidade e inclusão social O grave quadro socioeconômico nos últimos anos, agravado pela pandemia da covid, entre 2020 e 2022, resulta alarmantesobretudo para a juventude das periferias do país. Estudantes abandonam o curso colegial e desistem de tentar a faculdade; no mercado de trabalho, se deparam com a áspera realidade: "falta de experiência", somada aos preconceitos homofóbicos, de gênero e racial. Torna-se, portanto, inadiável o resgate dos sonhos e projetos de vida desses milhões de jovens. Foi alinhados nesta perspectiva que desenvolvemos o presente projeto. Levantamentos estimam que a Economia Criativa, em todo o mundo, é o setor que mais emprega jovens entre 18 e 29 anos de idade. No Brasil, de acordo com o Observatório Nacional da Indústria (ONI), poderão ser gerados um milhão de novos empregos, até 2030, elevando a atual participação de 3,1% do setor no Produto Interno Bruto, PIB. Primeiro espetáculo no país a celebrar o recém-criado Dia da Mulher Sambista O reconhecimento ao relevante papel feminino na trajetória do samba se concretizou em abril deste ano: com a lei que criou o Dia Nacional da Mulher Sambista, 13 de abril, referência ao nascimento de Dona Ivone Lara. Portanto, eis o pioneirismo do Projeto: o primeiro realizado após a criação desta data-tributo. II) Economia Criativa: vídeo mapping e grafite promovendo grupos sociais sub-representados A arte de ocupar as ruas A Arte Urbana, segmento dinâmico no campo da Economia Criativa, inclui instalações de rua, colagens, estátuas vivas, apresentações teatral, musical, circense e, atualmente, as duas linguagens mais expressivas: grafite e video mapping. Grafite: guerrilha artística contra o ódio e os preconceitos O grafite é protagonizado por jovens em sua maioria integrantes de grupos sociais sub-representados, como mulheres,pessoas negras e da comunidade Lgbtqiapn+. Artistas que fazem do talento com spray seu potente ativismo: no alto dos prédios, ecoa uma espécie de guerrilhaartística que combate os inaceitáveis preconceitos e ódios racial, homofóbicos e de gênero. III) Conectar temáticas culturais aos interesses do público jovemMúsica, arte urbana e tecnologias digitais: plena conexão com jovens A SOMA Estratégica, proponente de 'Mulheres na História do Samba', acredita que a exuberante Economia Criativa germinada nas periferias do Brasil afora, contribui, de forma significativa, para suprir demandas sociais caras à juventude. E que Cultura e Educação, sobretudo quando apoiadas em políticas públicas afirmativas, significam pilares na formação desta nova geração e, portanto, do desenvolvimento sustentado. O Projeto coloca em prática esta visão _ em três modalidades culturais: Música, Grafite e Vídeo Mapping _ junto aos públicos jovens, daí o Proponente acreditar no potencial deste trabalho contribuir, na proporção de seu alcance e audiência, para uma sociedade plural e inclusiva. Se música sempre movimentou o universo jovem, grafite e vídeo mapping são linguagens no campo da Arte Urbana que atraem interesse de públicos jovens e diversos, sobretudo aqueles poucos representados nos espaços tradicionais de cultura e da mídia. Juventude ativista em demandas sociais A Street Art, arte urbana, se consagra nas cidades de todo o país pelas mãos, principalmente de produtores(as) culturais e artistas jovens e mulheres nos territórios periféricos. Portanto, atividades sob seu protagonismo se justificam no Projeto, na medida em que: a) Destaca mulheres, majoritariamente negras, protagonistas no samba. b) Este gênero musical voltou a atrair a juventude de hoje, devido a fusões com linguagens rítmicas como hip-hop, trap, pop-rock, timbalada e axé. c) As artistas do grafite e profissionais de vídeo mapping selecionadas no Projeto fazem parte de uma nova geração, motivada por iniciativas culturais da Arte Urbana. d) Serão estreitados relacionamentos com influenciadores(as) musicais engajados(as) em temas da diversidade e inclusão. São formadores(as) de opinião como o compositor e cantor Emicida _ que soma 2 milhões de seguidores _ a quem será proposta parceria com seu podcast 'Sambas Contados', veiculado em plataformas de streaming, entre as quais Globoplay.
PLANO ESTRATÉGICO DE COMUNICAÇÃO Objetivos: Interagir com jornalistas, formadores de opinião e influenciadores com visão social progressista nas redes sociais.Dialogar, por meio da produção de artigos e relacionamentos, sobre a trajetória da música brasileira não apenas sob a ótica masculina, mas também enaltecer a contribuição das mulheres na cena musical brasileira.Estimular esta interlocução tendo em vista, sobretudo, jovens conectados pela Arte Urbana.Resultados: - Mídia espontânea: reportagens em jornais e emissoras de rádio segmentadas na MPB.- Gerar pautas e convites para programas de TV.- Projeto especial: podcast em emissoras de rádio, plataformas de streaming musicais e blogs de influenciadores nas causas sociais da cultura, inclusão e diversidade.- Conteúdo e recortes de vídeos para ativação nas plataformas de redes sociais.Datas de destaque nas ações de Comunicação As temáticas sobre Mulher, já frequentes na mídia, vislumbram à Assessoria de Comunicação do Projeto:- propor diferenciadas pautas à Imprensa, rádio e TV; - conteúdos produzidos pela Assessoria e/ou cocriação com as emissoras; - pautar streamings e influenciadores na internet engajados em causas sociais.Serão as seguintes datas oportunizadas por ações de Comunicação, promoção do Projeto e awareness nas temáticas enfocadas: 2 de Dezembro de 2024, Dia Nacional do Samba Pré-lançamento à Imprensa. A data, 2 de Dezembro, se refere, de modo incerto, a uma visita do compositor Ari Barroso a Salvador, BA. De todo modo, a data será oportuna para: a) Pautar Imprensa e ativar redes sociais, relacionando os temas Samba, Mulher e Economia Criativa. b) Coletiva de Imprensa, dia 27 de novembro: - Entrevistados(as): representante da Petrobras, Proponente, Curadoria Musical e representante da banda Samba de Rainha; - Jornalistas visitarão o local das projeções, para fotos e assistirem à projeção exclusiva do “demo” do vídeo mapping; - Pocket-show com a banda Samba de Rainha. 8 de Março de 2025, Dia Internacional da Mulher a) Lançamento do espetáculo ao público, na data já consagrada na mídia e inúmeras mobilizações no país. b) Argumento de Comunicação será a convergência inédita do papel das mulheres no samba, nas artes urbanas e nas lutasfeministas. c) Atrações no lançamento: - Abertura da exposição em grafites em homenagem às sambistas; - Roda de conversa: 'As mulheres na história do samba', com o curador Jorge Marques. - Roda de conversa: 'Cultura: Energia Criativa', com representante da Petrobras. - Roda de samba: pocket-show com a banda Samba de Rainha; - Início da programação de projeções do vídeo mapping. 27 de Março, Dia do Grafite Tributo a Alex Vallauri, no dia de seu falecimento. Etíope radicado no Brasil, Vallauri foi artista gráfico, gravador, pintor, cenógrafo e um dos pioneiros da arte do grafite no país. a) Junto a veículos de Imprensa e mídias sociais, a data será oportuna para, durante a semana, divulgar a exposição que integra o Projeto, com grafites das dez artistas urbanas em homenagem às sambistas. b) Atividades presenciais no dia 27: no local da exposição de grafites, duas pintoras que executaram painéis das sambistas, terão: - roda de conversa com o público sobre o papel cultural e social da arte urbana; - em seguida, no mesmo local, pintarão painel, exclusivo com o tema Mulher, que passará a integrar a exposição ao lado dos grafites das sambistas. Semana de 10 a 13 de Abril, Dia Nacional da Mulher Sambista A data, que se refere ao aniversário de Dona Ivone Lara, foi sancionada em lei, este ano, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Na semana de 10 a 13 de abril, ações marcarão o auge e culminarão com o encerramento do projeto:10 de abril, quinta-feira: a) Coletiva de Imprensa. b) Entrevistados(as): representante da Petrobras, Proponente e Curadoria Musical enfatizarão: - Primeira iniciativa a celebrar o Dia da Mulher Sambista. - Resultados do Projeto para a Economia Criativa e causas socioeconômicas do escopo.Dia 12 de abril, sábado: a) Roda de Conversa com o Curador Musical. b) Show da banda ‘Samba de Rainha’.Dia 13 de abril, domingo: a) Encerramento das projeções. b) Agradecimentos: artistas e produtores culturais participantes; instituições parceiras; e MinC. c) Show especial de luzes em movimento no local, marcando o encerramento do Projeto. Alcance na imprensa, rádios, TV, streamings e redes sociais A Assessoria de Comunicação enfatizará como 'Mulheres na História do Samba' é atrativo ao conectar e promover os temas Mulher, Arte Urbana e Samba, este que voltou a interessar jovens, tanto as canções originárias quanto fusões rítmicas e novas linguagens musicais. A Comunicação interagirá com nomes do samba nas principais emissoras de MPB e ativistas culturais progressistas influentes entre jovens. Casos, por exemplo, do radialista Moisés da Rocha, que há décadas apresenta 'O Samba Pede Passagem'; de Patrícia Palumbo, apresentadora de 'Vozes do Brasil', na rede EBC; e do compositor Emicida, autor do podcast 'Sambas Contados', veiculado em diversos streamings, como Globoplay. Deste modo, serão acionadas: Emissoras de rádio:- USP FM: Moisés da Rocha: 'O Samba Pede Passagem'- Nova Brasil FM - SP- Brasil Atual - SP- Antena 1 - SP- CBN - SP- Bandeirantes FM - SP- Rádio MPB FM - RJ- Pagode 90 - RJ- Itatiaia - RJ- Nacional FM – DF- Rádio Vozes do Brasil, da rede EBC, retransmite em 13 estados o programa ‘Vozes do Brasil’, apresentado por Patrícia Palumbo. Streamings musicais:- 'Sambas Contados', podcast do compositor e apresentador Emicida- Spotify- Deezer- Samba FM- Rádio Só MPB- TV Brasil FM- Bossa Nova Brasil - SP- Samba Hits Brasil- Geração Samba e Pagode Redes sociais:- Samba e Pagode- Samba Raiz pra Geral- Samba é Samba
A ARTE URBANA, EM GRAFITES E VÍDEO MAPPING, CELEBRA AS DAMAS DO SAMBA O projeto 'Ó, Abre Alas! As Mulheres na História do Samba' será experiência multimídia, imersiva e de inédita convergência cultural: personagens seculares e atuais da música brasileira conectadas à Arte Urbana, que atrai novos e diversidade de públicos nas modalidades: Vídeo Mapping e Grafite -- sendo somente esta modalidade objeto da presente Proposta Cultura ao PRONAC, sob número 400415. GRAFITE: CRIATIVIDADE ARTÍSTICA E ENGAJAMENTO SOCIAL Grafite: arte engajada contra os preconceitos Street art, a arte urbana, envolve diferentes manifestações e linguagens artísticas: instalações de rua e video-projeções; colagens; estátuas vivas; apresentações teatral, musical e circense; e grafite, que se popularizou no Brasil nos últimos vinte anos. Grafites se tornaram parte integrante da vida contemporânea em todo o país. Estilo de arte criativa e com olhar socialmente crítico, se popularizaram com conteúdos relevantes, estética rica em cores e formas inovadoras. As manifestações em grafites são protagonizadas, em sua maioria, por grupos socialmente subrepresentados, como mulheres, pessoas negras e da comunidade Lgbtqiapn+, que fazem do talento com spray seu combate contra os preconceitos e ódios racial, homofóbicos e de gênero.Sambistas ilustradas por mulheres da arte urbana As dez sambistas homenageadas no Projeto serão retratadas por dez pintoras de grafites; formarão grandes painéis, em exposição no mesmo local das projeções. Além do público presente percorrer e apreciar os painéis de grafites, na fanpage www.mulheresnosamba.com.br internautas poderão escalar um ‘tour virtual’ à exposição. Artes grafitadas serão fotografados em hiperdimensões (gigapixels), a partir da tecnologia Earth, do Google; o recurso possibilitará visualizar detalhes dos painéis das sambistas.Detalhamento técnico dos serviçosProdução de grafites:a) O Proponente, por meio de sua curadoria em Arte Urbana, selecionará as dez artistas do grafite. As pinturas deverão atender às técnicas, aos estilos e recursos próprios desta arte. b) As artistas produzirão os grafites em espaço locado, conforme Orçamento, pelo Proponente; assim como fornecerá tintas e EPIs (máscaras e luvas). c) Os grafites serão pintados sobre chapas de madeira, tipo compensado de pinus ou similar, de preços baixos; estes formarão os painéis, no tamanho de 4,40x320m.De modo a facilitar a grafitagem, transporte e montagem, os painéis serão pintados em quatro (04) módulos, com 2200x1600mm – medida dos compensados padronizada pela indústria de madeira. Exposição: a) Montagem dos painéis: os 04 módulos grafitados terão a montagem final medindo 4,40x3,20m; suportes de apoios resistentes e base de fixação em ferro fixarão os painéis no piso. b) Projeto visual e conteúdos no painel de grafite: - na frente, a pintura da sambista ocupando toda a área do painel (4,40x3,20m).- no verso: poster, reduzido, da mesma grafitagem, identificando a sambista; poster-texto, com sua biografia e breve trajetória; galeria de fotos e infográficos sobre sua carreira; logomarcas e QR do MinC e patrocinador(as). CURSO ÀS ARTISTAS DO GRAFITEObjetivos do treinamento · Contribuir com as artistas urbanas, participantes deste Projeto, para melhor conhecimento técnico e de normas que aprimorem seu trabalho. · Será ministrado por dois especialistas: técnico em tintas, indicado por reconhecida indústria fabricante; e profissional especializado em Segurança do Trabalho. · Duração: 06 horas, único dia Conteúdo do curso · Características, propriedades e aplicabilidade de tintas spray, látex, esmalte sintético, vernizes e matérias-primas diversas utilizadas. · Em segurança no trabalho, enfatizará o uso correto de tintas; prevenção à saúde, com o uso de EPIs (luvas e máscaras); normas técnicas de segurança em pinturas elevadas; e meio ambiente, destinação correta de resíduos de tintas e de embalagens (item 3.3). · Aprimorar o cálculo de consumo, de modo a evitar desperdício de tintas e otimizar o resultado financeiro do trabalho. Reciclagem Latas de tinta spray usadas contém restos de gases inflamáveis, que podem prejudicar o meio ambiente, a saúde dos grafiteiros e pessoas catadoras de materiais recicláveis. Com esta preocupação, tanto neste curso como em cláusula expressa pelo Proponente no Contrato, as artistas serão orientadas para destinação correta dessas embalagens – por exemplo, indicação de ONGs recicladoras (Associação Nacional de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis, ANCAT: www.ancat.org.br).
Acessibilidade ao Conteúdo a) Entrada franca ao público visitante das exposições. b) Fanpage/hub do Projeto, www.mulheresnosamba.com.br, permitirá a todas(os) visitantes o acesso gratuito, apenas com dados essenciais de cadastro, para controle e segurança. c) Tradutor virtual: fanpage e vídeo oficial do Projeto terão a tecnologia VLibras, que traduz textos, áudio e vídeos, em Português, para a linguagem de LI.BRA.S. d) Audiodescrição: navegação na fanpage por meio da tecnologia que descreve imagens a pessoas com deficiência visual. e) Folder do Projeto (8 páginas), distribuído gratuitamente aos visitantes nas exposições, terá duas páginas impressas com recurso para leitura em Braile. Acessibilidade Física Os locais onde se realizarão a exposição de grafites e rodas de conversa serão locais públicos que disponham, necessariamente, de: - elevador ou rampa de acesso; placas indicativas; corrimãos e barras de parede; guias de piso; - locais reservados na platéia para pessoas com necessidades preferências: gestantes, acima de 60 anos, gestantes, lactantes e pessoas com crianças de colo. Acolhimento Sala, com profissionais preparados, de acolhimento de pessoas com deficiência física e acompanhantes, para: orientações de locomoção; serviços especiais disponíveis, como local reservado para alimentação; informações sobre o espetáculo; e atender reclamações. AÇÕES AFIRMATIVAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO PROJETO Capacitação técnica de artistas urbanos(as):Curso para as artistas do grafite, contratadas no Projeto, contribuirá para sua profissionalização. Ministrada por técnico de indústria de tinta spray, terá base teórica e de treinamento em: uso correto de tintas; normas de saúde, como uso de máscara e luvas; normas de segurança em pinturas elevadas; cálculo de consumo que evite desperdício de materiais e, por consequência, otimize a remuneração final do artista.Ver ações detalhadas em: ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Ações de cuidados ambientais:Descarte de latas de spray e coleta seletiva:- Artistas do grafite serão treinadas para destinação correta das latas de spray, que contêm resíduos inflamáveis.- Entrada do local das projeções terá lixeiras para coleta seletiva; as próprias lixeiras serão em material reciclável (papelão ondulado).Compensação da pegada de carbono:Cada habitante do planeta gera, em média, 4 toneladas anuais de CO2, quando o máximo, sustentável, seria a metade. A fanpage e perfis deste Projeto na internet divulgarão este aspecto e sugestões práticas; por exemplo, o link da ONU que calcula a pegada individual de carbono: https://offset.climateneutralnow.org/ Reciclagem de embalagens: Latas de tinta spray usadas na grafitagem contém restos de gases inflamáveis, que podem prejudicar o meio ambiente, a saúde dos grafiteiros e catadores. O projeto terá ação na qual as artistas selecionadas terão treinamento para destinação correta das embalagens. Reciclagem de madeira:Serãos destinados para reaproveitamento os panéis de grafite, feitos sobre compensados, e demais sobras de madeira, à ONGs dedicadas a este trabalho, por meio de contato e coordenação da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição - ABRECON. Oficina de Grafite Dua artistas mulheres, entre as dez contratadas para a produção dos do grafites das sambistas, ministrarão esta Oficina. Metodologia adota no curso:- Democrarização do acesso: inscrições gratuitas, abertas a trinta participantes.- Duração: 06 horas/aula (manhã e tarde, 01 dia).- Os(as) participantes serão, preferencialmente, estudantes ou recém-formados(as) no Ensino Médio em escolas públicas e EJAs, Escola de Educação para Adultos.- Apostila preparada e fornecida pelo Projeto.- Conteúdo da Oficina: as técnicas básicas desta modalidade da arte urbana do grafite; à tarde, exercícios práticos de pinturas com spray.- Os monitores enfatizarão sobre as diversas oportunidades para os alunos iniciarem profissionalmente nesta modalidade de arte na Economia Criativa.
Acesso gratuito às atividades presenciais a) Entrada franca ao público visitante da exposição de grafites das sambistas. b) Nos eventos presenciais (rodas de conversa), haverá profissional Tradutor(a) e Intérprete de Libras (Lei Nº 12.319/2010). c) Folder do Projeto (8 páginas), distribuído gratuitamente aos visitantes nas exposições, terá duas páginas impressas com recurso para leitura em Braile. Acesso gratuito, via internet, à fanpage 'Mulheres no Samba' O domínio www.mulheresnosamba.com.br, já registrado em nome do Proponente, se constituirá a hub para: divulgação dos conteúdos; pesquisas sobre a trajetória das sambistas e os temas-chave do projeto; e awareness, isto é, o engajamento público nas temáticas enfocadas – Música, Arte Urbana, Diversidade e Inclusão. - Permitirá o acesso, sem custos; apenas exigência de cadastro mínimo (Nome e E-mail) para controle e segurança. - Acesso à programação de eventos com transmissão online, via plataforma Youtube: rodas de conversa e shows; ao conteúdo das Oficinas de Grafite e Video Mapping; informações úteis, como endereço do local, ingressos e recursos de Acessibilidade disponíveis; ao vídeo mapping e à galeria de imagens e vídeos; QR Code da(s) instituições patrocinadoras. - Viagem virtual à exposição de grafites: os painéis das sambistas serão milimetricamente fotografados (gigapixels), a partir da tecnologia Earth; este recurso possibilitará um ‘tour virtual’ dos internautas às obras em hiperdimensões, de modo a visualizar detalhes das artes. - Plataforma virtual será dotada de recursos das tecnologias que garantem plena acessibilidade ao conteúdo por pessoas com deficiência visual e de audição. Gratuidades nos ingressos, conforme Decreto-lei 8.567 Nos dias de projeções com show da banda Samba de Rainha, 8 de Março e 12 de Abril, a venda de ingressos, no valor médio de R$ 30,00, dará direitos à meia-entrada e demais gratuidades previstas no Decreto-lei 8.567, de 5 de dezembro de 2015. Podcast ‘As Mulheres na História do Samba’ Com dez episódios, produzidos por pofissionais do Proponente, o podcast terá, além da veiculação comercial em emissora de audiência nacional, possível reprodução espontânea em 34 emissoras de rádio públicas, por exemplo: Cultura FM/Brasília, USP-SP, MEC-RJ e rádio Vozes do Brasil, vinculada à rede EBC.Público total alcançado - O público presente na exposição de grafites, nas projeções de video mapping e atrações presenciais (rodas de conversa e shows);- os investimentos (mídia paga) nas plataformas Google, Instagram, Facebook, Youtube, Tik-tok, emissoras de rádio e canais de streaming; - e as campanhas de impulsionamento em perfis e redes sociais permitem estimar (com base em ferramentas de cálculo para internet, como Google Trends Adobe Analytics) que tais ações, desenvolvidas ao longo da duração do Projeto, resultarão no alcance de público de 29,2 milhões de pessoas. Ver deatalhado em: PLANO ESTRATÉGICO DE COMUNICAÇÃO
AS GRANDES DAMAS DO SAMBA, HOMENAGEADAS EM VIDEO MAPPING E GRAFITES 'Ó, Abre Alas! As Mulheres na História do Samba' propõe o resgate do inestimável papel histórico e cultural, protagonizado por grandes compositoras e cantoras de samba. O tributo a dez personalidades se realizará em duas modalidades da Arte Urbana: projeções em Vídeo Mapping; e pinturas em Grafite. Serão homenageadas as sambistas: Alcione, Beth Carvalho, Chiquinha Gonzaga, Clara Nunes, Clementina de Jesus, Dona Ivone Lara, Elza Soares, Jovelina Pérola Negra, Leci Brandão e Mart’nália. Apresentação em vídeo Link do vídeo da Proposta Cultural: https://encurtador.com.br/E3hWk Período - 11 de novembro de 2024 a 30 de abril de 2025 Datas de destaque* - 02 de Dezembro de 2024, Dia Nacional do Samba, pré-lançamento do Projeto: artigos sobre o tema (ver em: Sinopse), releases e coletiva de Imprensa; estreitar relacionamento com críticos musicais, produtores culturais nas áreas de música e arte urbana e formadores de opinião. - 08 de Março de 2025, Dia Internacional da Mulher: lançamento público do Projeto; público presencial; emissoras de rádio, streamings de música e redes sociais. - 27 de Março, Dia do Grafite: oportunidade para divulgar a exposição que integra o Projeto, com homenagem das dez artistas urbanas às sambistas. - 13 de Abril de 2025, Dia Nacional da Mulher Sambista: diversas ações marcarão o auge do projeto, culminando com o encerramento das projeções e exposição de grafites. (*) Detalhadas em PLANO ESTRATÉGICO DE COMUNICAÇÃO DINÂMICA DA REALIZAÇÃO DO PROJETO 1. Video mapping: as grandes sambistas, em show de luzes em movimento A projeção terá duração de 30 minutos, conduzida por canções de sucesso de dez sambistas de sucesso. Lançamento: Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2025. Encerramento: 13 de abril de 2025, Dia Nacional da Mulher Sambista. Total de dias/projeções: 29. O projeto homenageará as sambistas: Alcione, Beth Carvalho, Chiquinha Gonzaga, Clara Nunes, Clementina de Jesus, Dona Ivone Lara, Elza Soares, Jovelina Pérola Negra, Leci Brandão e Mart’nália.2. Grafites: sambistas ilustradas por mulheres da arte urbana O grafite se impôs na economia criativa com olhar crítico em temáticas sociais. Neste projeto, as dez sambistas serão retratadas por dez artistas urbanas; formarão grandes murais, em exposição no mesmo local de projeções do video mapping. 3. Participação interativa do público: “subir ao palco”, ao lado das sambistas A trilha sonora do vídeo mapping será um pout-porri, de três ou quatro sambas marcantes das autoras e intérpretes celebradas neste Projeto. Será gravada em estúdio, com a interpretação do grupo Samba de Rainha, formado somente por mulheres. As projeções propiciarão a experiência imersiva do público durante o espetáculo: “subir ao palco”, ao lado de grandes compositoras e cantoras do samba.4. Podcast: estratégia de comunicação e engajamento Série, com 10 episódios das sambistas. Terá veiculação paga em emissora de rádio com programação em MPB e, pelo trabalho de relacionamento da Assessoria de Comunicação do Proponente, possível reprodução espontânea em emissoras públicas, por exemplo, USP-SP; e MEC-RJ; e Rádio Vozes do Brasil, vinculada à rede EBC. (ver em: Plano Estratégico de Comunicação)5. Evento de lançamento: roda de conversa e show de samba - Roda de conversa: com representantes da(s) instituição(ões) patrocinadoras (Petrobras e/ou outras) destacarão seus históricos de apoio a projetos voltados à economia criativa, diversidade e inclusão cultural. - Roda de conversa: com o escritor, crítico musical e curador do projeto, Jorge Marques (ver em: Descrição da Atividade), sobre o panorama do samba a partir das homenageadas. - Roda de samba: show com a banda Samba de Rainha. - Abertura de exposição de grafites: grandes painéis das dez sambistas. - Início das projeções em vídeo mapping.6. Ações Afirmativas de Responsabilidade Social e Contrapartidas* - Arrecadação na venda de ingressos revertida para ONGs que atuam em Economia Criativa e Educação nas periferias. - Curso: capacitação técnica às artistas urbanas que grafitaram as sambistas, no Projeto. - Destinação das embalagens de spray a cooperativas de reciclagem. - Destinação dos painéis de madeira a cooperativas de reciclagem. - Apoio a campanhas ambientais. - Compensação da pegada de carbono. - Contrapartidas sociais: oficinas de Grafite e Vídeo Mapping, onde se enfatizará aos participantes oportunidades no campo da Economia Criativa.(*) Detalhadas em ACESSIBILIDADE / AÇÕES AFIRMATIVAS EXPERTISE PARA REALIZAÇÃO DO PROJETO PROPONENTE Autoria e Direção Geral Antonio Carlos Moreira, diretor-owner da SOMA Estratégica|Comunicação, produtora e gestora de projetos corporativos e culturais, em coworking, em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e, na Europa, com profissional na Espanha. A SOMA Estratégica cria e desenvolve branded contents sob o conceito de Valor Compartilhado, para empresas com governança e ações em Responsabilidade Socio-Empresarial, RSE. Entre os cases de destaque, estão ‘Fórum Inovação para o Futuro Sustentável', com apoio institucional da Organização Mundial para Agricultura e Alimentação, FAO-ONU (2010-15), e ‘Um Novo Tempo - 50 anos do SEBRAE’, comemorativo ao cinquentenário da instituição (2022). Outros clientes: Ford, John Deere, Pirelli, Secretaria Agricultura SP, ABIMAQ, Máquinas e Equipamentos, Valtra, Jacto, Focking, Bunge Alimentos, VipSat, Serrana Fertilizantes, Bayer e Bradesco. Criou e mantém a SOMA Social, coletivo colaborativo de profissionais da Cultura e Educação; desenvolve projetos e parcerias em Cultura, Diversidade e Inclusão visando contribuir com coletivos ativistas de jovens das periferias. Jornalista, foi repórter de Economia em veículos de Imprensa nacional, como as revistas Panorama Rural, Manchete e Veja. Vencedor de 6 prêmios de Jornalismo; autor e coautor de diversos projetos editoriais e 11 livros, três pela Lei Rouanet. São eles: - O sol nascerá, conto inspirado na obra do compositor Cartola, que integra coletânea a ser lançada pela Ed. Off-Flip, na Festa Literária Internacional de Paraty, Flip-Rio, em outubro de 2024. - Criar o Futuro é Fazer História; 2022. Ed. SEBRAE. Projeto editorial, organizador, autor e editor. - CREA 85 Anos: Construindo o Futuro; 2017. Criação do projeto editorial, vencedor de licitação do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, CREA-SP - Agricultura Sustentável; 2010. Ed. Associação Nacional de Defesa Vegetal, ANDEF. Organizador, coautor e editor. - Ciência da Terra: A pesquisa em benefício da qualidade de vida; 2008. Ed. Instituto Agronômico de Campinas. Organizador, coautor e editor. - Comunicação Interpessoal; 1991. SEPAC, Serviço à Pastoral da Comunicação, Ed. Paulus. Autor. - Como Organizar a Pastoral da Comunicação; 1989. SEPAC, Serviço à Pastoral da Comunicação, Ed. Paulus. Coautor. - História do Café no Brasil; 2008. Ed. Magma. Patrocínio Lei Rouanet: Bradesco, Jacto, Valtra, Pirelli e Ford. Criação do projeto e autor da obra. - A Colonização do Cerrado: Savanas e Celeiro do Mundo; 2004. Ed.Panorama Rural. Patrocínio Lei Rouanet: Bradesco e Basf. Editor assistente. - Próxima Estação: Liberdade (coletânea de contos); 1977. Ed. Senai-SP. Organizador, coautor e editor. - Terra e Alimento: 500 Anos de Agricultura no Brasil, 2003. Projeto Original EMBRAPA. Patrocínio Lei Rouanet: Serrana, VipSat, Jacto e Bradesco. Autor do projeto de reedição. Linkedin: linkedin.com/in/acarlosmoreiraSoma Estratégica: www.somaestrategica.com.brSoma Social: www.somasocial.com.brInstagram: @somaestrategicaRealizações/cases: https://abrir.link/wokCu; https://abrir.link/dcFEpProjeto 'Mulheres na História do Samba' e Portfolio SOMA: Pdf anexo PROFISSIONAIS ENVOLVIDAS(OS)Equipe de trabalho e demais profissionais envolvidas(os), ver em: DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE DO PRODUTO
PROJETO ARQUIVADO.