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PRONAC 245827Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Velas Que Contam

INSTITUTO PESCADOR ABDON GOMES DA SILVA
Solicitado
R$ 788,3 mil
Aprovado
R$ 788,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Pescadores Artesanais
Ano
24

Localização e período

UF principal
CE
Município
Beberibe
Início
2024-08-01
Término
2027-07-25
Locais de realização (1)
Beberibe Ceará

Resumo

O Projeto Velas que Contam pretende realizar uma exposição flutuante nos mares da cidade de Beberibe, resgatando a história da cidade, dos povos tradicionais e da cultura local, valorizandos homens e mulheres que vivem da pesca e do extrativismo, fortalecendo laços e saberes, juntamente com outras atividades que maximizarão o protagonismo destas comunidades e o turismo local.

Sinopse

1) OFICINAS DE ARTES PLASTICAS PUBLICO ALVO: (1) Mulheres da melhor idade, em situação de vulnerabilidade (2) Mulheres mães de crianças atípicas, ensino fundamental incompleto, sem emprego ou renda (3) Mulheres vítimas da violência domestica (4) Mulheres mães solteiras e viúvas em situação de vulnerabilidade Conteúdo Programático: - Pintura com Riscos: Fibras Têxteis; Materiais: Tipos e Conservação; Preparo dos Pincéis; Exercícios de Coordenação Psicomotora; Círculo Cromático; Preparo do Tecido; Preparo do Suporte para Pintura; Técnica de Pintura com Risco; Pintura com Risco. - Pintura com molde vazado: Técnica de Pintura com molde vazado; Pintura com molde vazado em uma peça. Carga Horária: 24 Horas/aula / 08 Dias Certificação O participante será considerado apto à qualificação e certificação desde que tenha aproveitamento mínimo de 60% (sessenta por cento) e frequência maior ou igual a 75% (setenta e cinco por cento). 2) Workshops de Gastronomia Público Alvo: (1) Empreendedores da Culinária Tradicional (2) Chef’s Locais/Cozinheiros (3) Profissionais da culinária (4) Proprietários de barracas, bares, pousadas, restaurantes CONTEÚDO PROGRAMATICO: os 12 (doze) workshops serão realizadas com base nos produtos da época, produzidos por agricultores rurais da agricultura familiar e os colhidos pelos extrativistas e pescadores locais, na elaboração de pratos, petiscos e drinks. Carga Horária Média: 03 Horas/aulas

Objetivos

Objetivo Geral Possibilitar o resgate das vidas e narrativas dos povos do mar da cidade de Beberibe e de sua cultura local, com a realização de uma exposição pela orla, transformando as praias em uma galeria flutuante, contando seus saberes e tendo como tela as velas das jangadas, em uma regata, que evidenciará as relações de afetividade, promoverá o fortalecimento dos processos identitários e de memórias da comunidade. Objetivos Específicos Podemos dividir em os objetivos do projeto "Velas que Contam" em 06(seis) eixos. Que são: 1) Oficinas de Artes Plásticas _ Realização de 02 (duas) oficinas de artes plásticas envolvendo a comunidade local, de forma gratuita, com carga horária de 24 horas/aulas, beneficiando o total 30 (trinta) participantes, com foco especial em mulheres da terceira idade. 2) Exposição Flutuante _ Realizar uma regata na orla da praia de Beberibe, levando nas velas das embarcações, retratações desenvolvidas pela comunidade local e com participação de artistas plásticos da cidade e convidados, que representarão em suas telas, a vida, cultura e memórias dos povos do mar. A regata terá aproximadamente 03 horas, contando com a participação de 20 (vinte) embarcações. Os materiais produzidos nas oficinas (velas) serão doadas aos pescadores participantes do município, promovendo uma exposição continua nos mares, durante todo o mês de realização do evento. 3) Circuito Gastronômico TerraMar _ Evento que irá reunir diversos segmentos: restaurantes, bares, cafés, assentamentos rurais, produtores locais, cooperativas e outros estabelecimentos que consorciam a produção agropecuária, a pesca, o extrativismo e o artesanato do município e de cidades circunvizinhas, oferecendo aos visitantes uma oportunidade de experimentar uma variedade de pratos, bebidas e produtos típicos oriundos da região, além de promover a cultura local, o turismo e o desenvolvimento econômico da comunidade. Todo o material utilizado no preparo dos pratos será adquirido com os pequenos produtores, cooperativas, pescadores e extrativistas locais. 4) Workshops de Gastronomia _ Os Chef de cozinha locais e convidados irão promover workshops, com o preparo de pratos, petiscos e drinks com a utilização de insumos provenientes de produtores e extrativistas locais. Ao total serão oferecidos 06(seis) atividades de manipulação e preparo de comidas e 06 (seis) de elaboração de drinks, contemplando 240 (duzentos e quarenta) participantes, nos 02 (dois) dias de evento. 5) Corrida de Botes _ Competição que abrirá o primeiro dia de evento e contará com a participação de cerca de 40 (quarenta) jangadeiros da cidade de Beberibe e de outras colônias de pescadores dos municípios circunvizinhos, demostrando sua destreza e habilidade nos mares. 6) Show de Encerramento _ Durante os (02) dois dias de evento, teremos apresentações com artistas do teatro de humor cearense e convidados, em suas mais diferentes facetas no palco do projeto "Velas que Contam". No total serão 04 (quatro) atrações de renome regional, 04 (quatro) de renome local e 01 (uma) de renome nacional, além de 04 (quatro) grupos culturais da cidade e circuvizinhas, que revezaram no palco e nos espaços do evento.

Justificativa

A História da Pesca e das Jangadas A pesca é uma herança dos nossos antepassados que usavam da atividade como meio de sobrevivência, para se alimentar. Há registro em cavernas rupestres, datados de milhares de anos, assim como também foi encontrado por historiadores, fosseis de peixes e possíveis instrumentos que podem ter sido utilizados para a sua captura. Já os primeiros barcos feitos pela humanidade datam do período de 8.200 a 7.000 anos a.C., e tiveram uma função importante no comércio, agricultura, pesca e transporte pelos mares a pequenas distancias. Os portugueses descreveram pela primeira vez uma pequena embarcação na Índia, chamada de "jangá", "changgh" ou ainda "xanga". Só então em 1500, ao chegarem na costa do Nordeste brasileiro encontrar embarcação similar. Quando as embarcações europeias chegavam ao litoral brasileiro, desembarcavam nas proximidades do sudeste, não só devido às condições de portos mais favoráveis, mas também para maior controle da coroa portuguesa sobre o tráfico de ouro em Minas Gerais. O nordeste brasileiro ficava despovoado e sem o controle da monarquia sobre as embarcações dessa região, devido também à correntes marítimas poderosíssimas, vindas da Guiana, e que impediam o desembarque. E foi aproveitando essa situação, que os pescadores do litoral nordestino, principalmente dos estados do Rio Grande do Norte e Ceará começam a realizar a pesca artesanal. Com essas embarcações de tronco, técnicas indígenas de cordoamento silvestre, e um estilo peculiar de vela triangular, que permitiu a navegação enfrentar os ventos fortes das correntes das Guianas, e fez com que os pescadores avançassem mais em alto mar, podendo desenvolver de melhor maneira a pesca artesanal. Ao longo dos séculos, a jangada transformou-se no que conhecemos como jangada, um dos barcos mais bem adaptados da costa nordestina. Simples, sofisticado, veloz e eficiente. Isso se deve a uma série de interessantes avanços da ciência artesanal neolítica _ que realizava experimentos diretos, nos materiais e a partir dos fenômenos presenciados, em "projetos de pesquisa" totalmente guardados na memória dos artesãos. Em especial sua vela triangular envolve uma série de efeitos avançados, relacionados à dinâmica dos fluidos. Também conhecida como "vela latina", ela permite navegar contra o vento, aproveitando a diferença de pressão do ar, que se forma entre sua "face externa" (aquela que se torna convexa pela pressão interna do vento) e sua "face interna" (aquela que se torna côncava, lado em que se posta o navegante). E é por isso que hoje a jangada é mais do que uma embarcação de pesca artesanal, e sim é uma embarcação de passeio, usada em todo o litoral Nordestino, oferecendo experiências únicas e inesquecíveis. A Jangadas e as Artes Plásticas: Uma Intersecçao Fascinante entre Tradição e Criatividade A relação entre as jangadas e as artes plásticas é uma história rica e complexa que se entrelaça com a cultura, a identidade e a criatividade do povo brasileiro, especialmente nas regiões costeiras. As jangadas, embarcações tradicionais construídas com madeira e velas, transcendem sua função utilitária para se tornarem símbolos de força, resistência e adaptabilidade, inspirando artistas de diversas vertentes a explorá-las em suas obras. Desde os primórdios da arte brasileira, as jangadas foram retratadas em pinturas, gravuras e desenhos, documentando sua importância na vida das comunidades costeiras e capturando a beleza de suas formas e cores. Artistas como Rugendas, Debret e Mestre Vitalino retrataram as jangadas em seus trabalhos, eternizando-as na história da arte brasileira. Artistas contemporâneos reinterpretaram as jangadas, utilizando-as como elementos abstratos em suas obras, explorando suas formas, texturas e simbolismos. Cildo Meireles, por exemplo, em sua obra "Desvio para o Vermelho" (1967), utiliza uma jangada como base para uma instalação conceitual que questiona a natureza da arte e da percepção. As jangadas também se tornaram objeto de esculturas e instalações, transcendendo a representação bidimensional e convidando o público a uma experiência sensorial imersiva. Lygia Clark, em sua obra "Jangada" (1963), utiliza materiais flexíveis e modulares para criar uma jangada que se transforma e se adapta ao espaço, convidando o público à interação e à reflexão. A jangada representa a identidade e a cultura das comunidades costeiras, simbolizando a relação ancestral do homem com o mar, a pesca e a navegação. Sua presença nas artes plásticas reforça essa ligação e contribui para a preservação da memória cultural desses povos. Elas também são símbolos de resistência e adaptabilidade, pois representam a capacidade do homem de se adaptar às adversidades do mar e construir embarcações com os recursos disponíveis. Artistas como Tarsila do Amaral e Alfredo Volpi retrataram as jangadas como símbolos da força e da resiliência do povo brasileiro. A relação entre as jangadas e as artes plásticas é uma rica fonte de inspiração e reflexão, revelando a importância dessas embarcações tradicionais na cultura, na identidade e na criatividade do povo brasileiro. Elas transcendem sua função utilitária para se tornarem símbolos de força, resistência, adaptabilidade, liberdade e sonho, inspirando artistas de diversas gerações a explorar seus significados e possibilidades em suas obras. Através da arte, as jangadas ganham novas perspectivas, perpetuando sua memória e contribuindo para a preservação Valorização e Reconhecimento da Importância do Trabalho dos Pescadores Os pescadores são responsáveis por grande parte da proteína animal consumida no mundo, garantindo o acesso à alimentação para milhões de pessoas. Eventos de valorização visam reconhecer essa contribuição essencial para a nutrição e bem-estar da população. Segundo levantamento recente do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), existem mais de 1 milhão de pescadores artesanais no país, com cerca de 80% concentrados na região Norte e Nordeste. A pesca artesanal, quando praticada de forma responsável, contribui para a manutenção dos ecossistemas marinhos e a preservação da biodiversidade. Eventos de valorização como o projeto Velas que Contam, podem destacar a importância do papel dos pescadores na conservação dos recursos naturais, reconhecer a contribuição da pesca para o desenvolvimento local e regional, celebrar e preservar essas tradições, transmitindo-as para as novas gerações, promovendo o senso de pertencimento e a coesão social. Com as várias atividades propostas o projeto reafirma a promoção da troca de conhecimentos, experiências e ideias para o desenvolvimento sustentável da pesca, servindo como um espaço de diálogo entre pescadores, autoridades, pesquisadores e outros stakeholders, fomentando a colaboração entre os diferentes setores para encontrar soluções conjuntas para esses desafios. Com tudo isso queremos informar o público participante sobre a importância do consumo consciente de pescados, incentivando a compra de produtos de pesca artesanal sustentável e proveniente de comunidades locais, destacando a qualidade dos pescados frescos e artesanalmente capturados, promovendo assim a valorização dos produtos da pesca local e incentivando o consumo consciente, com a divulgação dos pratos típicos da pesca artesanal e atraindo visitantes para as comunidades costeiras, impulsionando esse segmento turístico, beneficiando os pescadores e a comunidade em geral.

Estratégia de execução

Ações Paralelas Juntos aos Povos Tradicionais Conscientização Ambiental: Após a realização do primeiro evento de Corrida de Botes, promoveremos um arrastão para coleta de lixo pela orla da praia. Com isso queremos promover o descarte correto do lixo, despertar para o cuido das praias e a preservação do meio ambiente marinho. Ações Sociais: No decorrer dos dois dias de evento teremos palestras voltadas com o cuido da saúde dos povos tradicionais, em especial ao câncer de pele, uma incidência bastante comum para aqueles que passam o dia sobre o sol forte na luta pelo seu sustento.

Especificação técnica

1) Oficinas de Artes Plásticas DURAÇÃO: Cada uma das 02 (duas) oficinas terão duração de 24 horas/aulas, distribuídas de segunda a sexta, envolvendo 30 (trinta) participantes, em horários a serem pré-estabelecidos, pela demanda das fichas de pré-inscrição. MATERIAL: As oficinas terão o formato teórico-prático, envolvendo as participantes a conhecer o mundo das artes, cores e formas, desenvolvendo, com o auxilio de instrutores e artistas plásticos um trabalho conjunto na elaboração e pintura das velas que farão parte da exposição flutuante. PROJETO PEDAGÓGICO: As participantes terão acesso a kits de pintura contendo tintas, pinceis, esponjas, recipientes para preparo de tintas, aventais, paletas, além do material para a criação das telas. Os oficineiros e artistas plásticos convidados farão a pintura de cada uma das velas de forma participativa, envolvendo as participantes na sua concepção artística, elaboração e pintura. A ideia é realizar algo que promova o pertencimento e a troca de saberes. 2) Exposição Flutuante em terra DURAÇÃO: A Exposição Flutuante será realizada durante a regata, no último dia de evento, pelas orlas das praias de Beberibe. Serão cerca de 10 quilômetros, em um trajeto de aproximadamente 03 (três) horas. Durante os dois dias as embarcações se alternaram nas areais da praia, próxima ao local do evento, recebendo iluminação especial, para receber durante a noite, o público para visitação. MATERIAL: As embarcações serão selecionadas na própria comunidade de pescadores da cidade de Beberibe, levando em conta aqueles que se encontra em maior situação de vulnerabilidade social. Para isso contaremos também, com o auxilio dos dirigentes da Colônia de Pescadores (Z-11). Encerrado o evento as velas produzidas serão doadas aos jangadeiros, como uma forma de continuísmo da exposição flutuante nos mares da cidade. PROJETO PEDAGÓGICO: As exposições das embarcações com suas velas, nas praias de Beberibe, contarão com um “totem” com o nome do artista idealizador, de seus colaboradores (participantes das oficinas) e um resumo de sua representatividade. A exposição se dará também de forma lúdica nos telões do evento (Show de Teatro de Humor), como forma de valorização, resgate da história e de pertencimento desses povos. 3) Circuito Gastronômico TerraMar DURAÇÃO: O Circuito Gastronômico TerraMar será realizado durante as 02 (duas) noites de evento, trazendo a rica culinária local, com a participação e premiação dos pratos, petiscos e drink’s mais bem pontuado durante o evento, com a participação de estabelecimentos locais. Serão disponibilizados quatro núcleos (containers cozinha) com tendas que acolherão em torno de 50 pessoas cada. MATERIAL: O cardápio desenvolvido para o Circuito Gastronômico TerraMar será elaborado tendo como insumo/produtos principais os produzidos pelos produtores da agricultura familiar da cidade, os extraídos e adquiridos junto a pescadores e extrativistas locais. Contará para isso com a colaboração dos Chef’s de cozinha da AGACE (Associação de Gastronomia do Ceará) para o seu planejamento de elaboração, juntos aos empreendimentos selecionados para participar, que auxiliarão no desenvolvimento e preparo das fichas técnicas. 4) Workshops de Gastronomia DURAÇÃO: Cada uma dos 12 (doze) workshops terão duração de 03 horas/aulas em média, sendo realizado em cada um dos quatro núcleos (containers cozinha) distribuídas no evento, podendo acontecer em outros locais a serem definidos pela equipe de oficineiros chef’s, durante os dois dias de evento, nos horários da manhã e tarde. Cada um dos workshops envolverá cerca de 20 (vinte) participantes. MATERIAL: Os insumos/produtos utilizados no preparo de cada um dos workshops, serão adquiridos preferencialmente dos produtores da agricultura familiar da cidade, os extraídos e junto a pescadores e extrativistas locais e de cooperativas de produtores rurais. PROJETO PEDAGÓGICO: Os workshops terão o formato teórico-prático, envolvendo os participantes no preparo dos pratos, petiscos e/ou drinks. Cada um dos participantes receberá a ficha técnica de cada prato, contendo a descrição dos itens utilizados, quantidade, material utilizado e forma de preparo. 5) Corrida de Botes DURAÇÃO: A competição de corrida de botes é o evento que ira abrir as atividades nas areias de Beberibe, envolvendo os jangadeiros da cidade de Beberibe e de colônias de pescadores de municípios vizinhos. A atividade será programada para acontecer no horário diurno com a participação de cerca de 40 (quarenta) jangadeiros. 6) Show de Encerramento (TEATRO DE HUMOR) DURAÇÃO: – O Show de Teatro de Humor, serão realizados durante os (02) dois dias de evento, com atrações para todas as idades, Sempre no horário noturno. No total serão 04 (quatro) atrações de renome regional, 04 (quatro) de renome local e 01 (uma) de renome nacional, além de 04 (quatro) grupos culturais da cidade, que revezaram no palco e nos espaços do evento.

Acessibilidade

Acessibilidade Física O local onde haverá as oficinas contam com banheiros adaptáveis e rampas de acesso, permitindo a livre circulação dos participantes. No evento contaremos com banheiros adaptáveis, rampas de acesso e local reservado para pessoas idosas, cadeirantes e gestantes. Acessibilidade de Conteúdo No evento de encerramento contaremos com um profissional de interprete em libras. Protetores auriculares serão providenciados para as crianças atípicas com sensibilidades ao som. Os vídeos produzidos nas diferentes etapas do projeto, ficarão disponíveis no canal da entidade e serão legendados.

Democratização do acesso

Todas as atividades serão oferecidas de forma gratuita a comunidade local, além de disponibilizar, na internet, registros das apresentações, da exposição, das oficinas e workshops.

Ficha técnica

Ações Institucionais com Parceiros O Instituto Pescador Abdon Gomes da Silva promoverá nos 02 (dois) dias de evento, em parceria com a prefeitura municipal de Beberibe (em conversação), ações de promoção social, juntamente com o apoio da Colônia de Pescadores Z-11. A ideia é aproveitar os espaços do eventos (tendas) para atendimento aos pescadores, extrativistas e agricultores familiares sobre a prevenção de doenças de pele e demais cuido com a saúde. Com isso a entidade pretende sensibilizar os órgãos de saúde do município para necessidade de acompanhamento e atenção dessa população tradicional tão vulnerável. Ações Voluntárias Faremos também um arrastão na praia, como forma de conscientizar a população sobre a necessidade do combate à poluição dos mares, com a coleta de lixo ao longo da orla, que será destinada a cooperativas de catadores da cidade. Equipe Regata - José Ricardo Monteiro de Aquino, jangadeiro, brincante popular, artesão, agente comunitário e ambientalista. Nascido em Morro Branco de uma família tradicional de jangadeiros e marisqueiras das praias do município de Beberibe (Z- 11) é organizador da regata tradicional da praia de Morro Branco e lidera os festejos da procissão de São Pedro em sua romaria embarcada. Ativista das manifestações e tradições culturais da cidade é criador do coletivo Jangadeiros do Morro Branco. Feira de Artesanatato - Darlon Gomes, Artista plástico, auto didata em pinturas acrílica, sobre tela, em estilos abstrato, geométrico e rústico. Escultor em madeira, mosaico artístico e geométrico. Fotógrafo com certificação em câmera digital pela Villa das Artes, em programa do Ministério da Cultura. Certificado pela Universidade Federal do Ceará em curso de Cinema e Vídeo. Coordenação Artistica - Luís Carlos Pedrosa, Ator, professor e diretor de Teatro, com 47 anos de experiência. De 1983 a 1985 estudou e trabalhou em Salvador com Fernando Guerreiro e Phil Moreno como ator. Dançarino formado pelo curso de extensão em dança moderna, jazz e afro, da Universidade Federal da Bahia – UFBA. em São Paulo com formação pelo centro de pesquisas de teatrais – CPT – no SESC, sob a direção de Antunes Filho; estudou na Escola de Teatro Macunaíma SP e Teatro Vento Forte. Fez ballet clássico para atores com Madame Melo. Sendo funcionário do Mauricio de Sousa Produção Artística como ator na TURMA DA MÔNICA anos 80/90. Cenógrafo profissional com formação pelo Teatro Castro Alves na Bahia, com curso ministrado pelo alemão Alexander Mueller-Elmau. Foi professor do curso de teatro do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará conduzindo a disciplina de cenografia. Atualmente ministra aulas de Teatral na “Casa da Comédia Cearense”. É ator contratado pelo instituto teatro público atuando no projeto visita espetacular, ação permanente de visitação ao Theatro José de Alencar. Curadoria Gastronomica - Chef Genny France fundadora da Associação de Gastronomia do Ceará - AGACE, consultora, culinarista e grande incentivadora do empreendedorismo culinário no estado do Ceará. Chef Evando Sousa, chefe executivo e consultor de cozinha, com grande experiencia na culinária regional, nacional e internacional. Direção de Artes e Fotografia - Rodolfo Richard Gonçalves dos Santos, nascido em Fortaleza é formado pela Uninorte Manaus Amazonas 2011, em Publicidade e Propaganda e um apaixonado por cinema, edição e pôs produção. Trabalha desde a captação de imagens, edição e direção de cenas. Trabalhou em algumas redes de televisão tais quais: TV JANGADEIRO, RTP - Portugal 2007. Ha 10 anos está à frente da R2 Produtora, uma empresa jovem e com todo gás, que hoje atende comerciais publicitários, programas de TV dentre eles o quadro VIDA REAL, exibido na TV VERDES MARES, afiliada da TV GLOBO no estado do Ceará e documentários para todo o BRASIL. Direção Geral - Marcos Antônio Ribeiro Gomes dos Santos, Produtor Cultural e Articulador Social hoje a frente da Direção de projetos da Federação das Artes e Esportes do Ceara – FEARTE e do Instituto Brasil Sem Fronteiras – IBESF. Nos anos de 1998 a 2001 elaborou e coordenou diversos projetos sociais voltadas para jovens da periferia, conjuntamente com diversas entidades de moradores de Fortaleza e região metropolitana, através do Programa Comunidade Solidária. Teve participação na coordenação financeira em 2003/2004 na UFC/CE, na Associação Cientifica de Estudos Agrários – ACEG, do projeto ambiental de Proteção e Preservação da Lagosta no Nordeste. Em 2007 teve o convite para participar do INTERCANTO – Instituto Internacional de Artes e Cantoria com o poeta, escritor e cordelista Geraldo Amâncio, onde contribui na produção e do acompanhamento financeiro do Festival Internacional de Trovadores e Repentista Patativa do Assaré, Festival de Sanfoneiros e dos 50 Anos de Poesia de Geraldo Amâncio. Realizou em 2007/2008 a produção do Carnaval de Fortaleza, pela Federação das Agremiações Carnavalescas do Ceará. Em 2010 e 2011 foi convidado pela CUFA – Central Única das Favelas para produzir a LIIBRA – Liga Internacional de Basquete de Rua. A partir do ano de 2011 foi o responsável pela produção e coordenação financeira do Festival União da Ibiapaba. Em 2014 e 2015 foi convidado para produzir e coordenar o Festival de Várzea Alegre de Poesias, Trovas e Repentes, pela AVAPE – Associação Varzealegrense Poetas e Escritores. Está à frente da produção do Festival União da Ibiapaba desde 2012. Responsável pelo Escritório do IBESF na cidade de Horizonte, onde atua junto as mães e crianças atípicas da cidade e articulador de projetos junto aos Assentamentos na Serra do Felix/Beberibe. Direção e Apresentação Teatro de Humor - José Jader Soares, o Zebrinha, é humorista, escritor, professor, historiador, ator, radialista, apresentador e palestrante. Formado pela UFC em Licenciatura em História, é presidente da Associação dos Humoristas Cearense (ASSO-H), do Instituto de Cultura Riso e Arte (Escritório do Riso), Diretor do Museu do Humor Cearense e Diretor Artístico do Teatro Chico Anysio (TCA). Fundado em 1991 o TCA é local de muitas manifestações artístico-culturais, palco de grandes Festivais de Humor, Palhaços e Cantoria de Viola. Localizado na Avenida da Universidade, no coração do Benfica, bairro boêmio e cultural de Fortaleza. Todas as sextas, sábados e domingos apresenta shows de humor, com humoristas já consagrados e novos talentos. Desde 2010 o TCA é dirigido por Jader Soares e André Lucas (filho de Chico Anysio). Com várias participações em programas da televisão nacional como: Programa Show do Tom, Domingão do Faustão e Domingo Legal. Responsável pela criação e produção do Festival de Humor Cearense, esse ano em sua 28ª edição

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.