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O projeto visa realizar a transformação de poesias do artista Enio Victorio da Silva em músicas para a gravação e distribuição de um CD de Música Regional, unindo aspectos de ritmos tradicionais africanos, indígenas e orientais.
Classificação Indicativa Etária: Livre.
Objetivo Geral - O projeto T.I.N.O.A (Tambores, Indígenas, Indianos, Orientais e Africanos) visa promover a integração entre diferentes povos através da música, utilizando ensaios literários e poemas transformados em canções. Objetivos Específicos Produto: CD - Gravar e distribuir gratuitamente um álbum de música regional, unindo aspectos de ritmos tradicionais africanos, indígenas e orientais. Além da distribuição gratuita de mil cópias físicas, o produto será disponibilizado gratuitamente no YouTube. Espera-se alcançar 2.000 visualizações.
O projeto T.I.N.O.A., que se fundamenta na utilização de ensaios literários e poemas do proponente já publicados em músicas, é de extrema relevância cultural, pois promove a integração entre diversos povos, como indianos, africanos, orientais e indígenas. Esta abordagem não apenas celebra a diversidade cultural, mas também cria um espaço de diálogo e entendimento mútuo, contribuindo para a valorização e preservação das tradições e identidades desses grupos. A partir da música, uma linguagem universal e acessível, o projeto busca construir pontes entre diferentes culturas, destacando a riqueza e a beleza das suas expressões artísticas e históricas. Além disso, ao invocar os tambores como símbolo central do projeto, reconhecemos e reverenciamos a linguagem primitiva dos seres humanos. Os tambores têm um profundo significado cultural e espiritual em muitas dessas culturas, sendo frequentemente utilizados em rituais e celebrações comunitárias. Incorporar esses elementos no projeto não apenas enriquece a experiência musical, mas também resgata e perpetua tradições ancestrais. Essa conexão com as raízes culturais fortalece a identidade dos povos e promove um sentimento de pertencimento e respeito mútuo, essencial para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e inclusiva. A relevância do projeto T.I.N.O.A. para a sociedade contemporânea é evidente na sua missão de combater o racismo em todas as suas formas - moral, social, intelectual, sentimental e pela cor da pele. Ao hastear a bandeira da sinceridade e reciprocidade, o projeto busca criar um ambiente de compartilhamento e agregação, onde as diferenças são celebradas e não marginalizadas. A música, com seu poder de tocar tanto o intelecto quanto o sentimento, serve como um veículo poderoso para transmitir mensagens positivas e construir uma consciência coletiva mais justa e empática. Por fim, ressalta-se que todos os produtos resultantes do projeto serão distribuídos gratuitamente, contribuindo para a fomentação da cultural, assim como para a democratização de seu acesso. O projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.
Dispensa de Comprovação de Atuação na Área Cultural: Conforme o artigo 4o, § 6o da IN 11/2024, o proponente que apresenta seu primeiro projeto junto ao Pronac, com um Custo Total do Projeto de até R$ 200.000,00, está dispensado da obrigação de comprovação de atuação na área cultural. Destaco que a proposta em questão se enquadra nessa categoria, com um Custo Total do Projeto de R$199.462,81, conforme detalhado na Planilha Orçamentária e pela PF proponente não ter nenhum projeto aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura.
Álbum de Música Regional com 23 músicas autorais.
Produto: CD Acessibilidade física: Por se tratar da gravação de um CD, não haverá nenhuma atividade presencial que necessite de acessibilidade física. Item na planilha: Não se aplica. Acessibilidade para PcD Visual: Audiodescrição do conteúdo visual do CD - será disponibilizada online. Item na planilha: Audiodescrição. Acessibilidade para PcD Auditivo: Disponibilização de material informativo sobre o CD. Item na planilha: Não se aplica. Acessibilidade para PcD Cognitivo: Disponibilização de material informativo sobre o CD. Item na planilha: Não se aplica.
Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do Artigo 29 da IN MINC nº 11/2024. Ampliação de Acesso Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso III no Artigo 30 da IN MINC no 11/2024, a saber: II - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; O CD e o material informativo serão disponibilizados gratuitamentes na internet.
Enio Victorio da Silva - Proponente e Coordenador Geral Escritor, poeta, letrista e artista plástico com uma carreira iniciada em 1975, registrada sob o número MC/BN/ISBN 65-900974. Seu estilo é caracterizado por ensaios literários que focam no sentimento circundante e sua expressão real, com uma tendência metafórica e atemporal voltada para o universo do ser, dever ser, poder ser e poder ter. Em 2018, lançou o "BLOG TIRANDO POEIRA", compartilhando sinopses de seus livros já registrados na Biblioteca Nacional. Religiosamente devoto desde os 12 anos, participou ativamente da Igreja Católica Apostólica Romana, coordenando eventos e atividades culturais e esportivas. Seu trabalho abrange uma gama de projetos culturais e de entretenimento que promovem o universo do ser, dever ser, poder ser e poder ter. Entre seus projetos estão o "T.I.N.O.A." (Tambores indígenas, indianos, orientais e africanos), o "Tribunal dos Sonhos de Fada" (Teatro Musical), "CIUS" (Desenho animado), "TEMIS" (Reality show), "DIFERENÇA" (Desenho animado), "RAÍZES" (Desenho animado), "VIR A SER" (Série para TV e Sarau), "AÇÕES" (Série para TV), "BONSAI" (Peça teatral) e "CORRENTES NA ALMA" (Série para TV, peça teatral e musical teatral). O proponente será responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira, e receberá pela rubrica de Coordenador do projeto. Fernanda Carvalho - Registro Videográfico Nasceu no Município de Guarulhos em 30 de Agosto de 1988, desde criança sonhava com os palcos e sua primeira empreitada nas artes cênicas foi aos 10 anos em um grupo da Escola Estadual Therezinha Closa Eleutério, era um estudo sobre um livro, mas nada passou do primeiro dia de ensaio. Estudou até os 12 anos nessa escola, no Bairro do Pimentas, periferia de Guarulhos. Porém foi só em 2002 que teve a oportunidade de iniciar seus estudos em oficinas culturais. Resultando na peça “Macbeth” de William Shakespeare, dirigida por Heitor Saraiva. No ano seguinte encenou “A morta” de Oswald de Andrade. Formou-se na Escola Viva de Artes Cênicas de Guarulhos no curso de iluminação. Em 2012 cursou Teatro na Faculdade Paulista de Artes. No segundo semestre de 2015, iniciou os estudos na SP Escola de teatro no curso de direção. Trabalha na Prefeitura Municipal de Guarulhos como Iluminadora e trabalhou na Escola Viva de Artes Cênicas e atuando como assistente pedagógica nos processos artísticos da escola e Mestra da turma VII, dirigiu o espetáculo InCômodos resultado da pesquisa cênica da turma VII. Atualmente integra um grupo que iniciou na SP Escola de Teatro, com a pesquisa cênica Carnificina. Em 2018 dirigiu seu primeiro documentário, "Através dos seus olhos" com a Companhia Bueiro Aberto, trabalho apresentado no festival do sesc de madureira Rio de Janeiro, atuou também com a companhia no longa, "Para Miguel com amor". No ano de 2019 dirigiu uma experiência cênica sobre a Lenda amazônica de Iara, já neste ano de 2020, por conta da pandemia ficou em processos de audiovisual e lives que resultou em "EU" um documentário que fala de sua própria experiência com depressão, também dirigiu o curta , "Entre Paredes" e “Coveiro”, todos projetos feito de forma independente, na cidade de Guarulhos com o Coletivo Costura. Estreou em 2020, Presos aqui em nossa liberdade, um processo de montagem do grupo Arlequim de teatro. Participou da gravação da radio novela "Renúncias" com a Cia Entre mundos, que a levou a conhecer suas parceiras da Cia Entre Elas. Caio Ignacio - Diretor Artístico Percussionista, baterista, cantor e compositor. Iniciou suas atividades artísticas como ator e bailarino, profissionalizando-se como baterista em 1985 e como percussionista em 1986, colaborando com artistas como Maria Cláudia e Geraldo Espíndola. Em 1988, estreou seu primeiro show como cantor e compositor. Recebeu dois prêmios Jacaré de Prata em 1991 e produziu a 1ª Mostra de Bateria e Percussão de MS em 1992. Mudou-se para São Paulo em 1995, onde trabalhou com Djembefolá, Orquestra Luís Torres, entre outros, e fez uma temporada de shows no Japão em 1997. Em 2014, realizou outra turnê pelo Japão, tocando em Hamamatsu e Osaka. Atualmente, divide suas atividades entre shows, gravações e workshops, liderando projetos como "Caio Ignácio Trio", "Rootstronic" e "Grupo Mestiçagem". Ele também ministra cursos de percussão e musicalização infantil, além de criar trilhas para teatro, balé e cinema. Em São Paulo, Caio trabalhou com artistas como Sá & Guarabyra, Marília Medalha, Rick Martin, Né Ladeiras, Sidney Magal e Andreas Kisser. Em 1999, excursionou pelos Estados Unidos e produziu o evento Percussão para o Novo Milênio. Participou do projeto Brasil Rock Star em 2002 e gravou trilhas sonoras premiadas para o cinema. Realizou shows e workshops internacionais, e seu trabalho foi destaque em diversas revistas especializadas. Em 2017, dirigiu uma ala de djembes na escola de samba Vai-Vai. Lançará em breve seu novo CD "O Afro, a Polca e o Rock", continuando a expandir sua influência no cenário musical brasileiro.
PROJETO ARQUIVADO.