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Este projeto visa a realização do plano anual contendo a manutenção das ações artístico-pedagógicas da Casa de Ensaio com a execução do circuito de 09 (nove) oficinas do Programa Brincaturas e Teatrices, a terceira edição do Projeto Pontes de Leitura, a ampliação do Cinecasa com a realização de 08 (oito) sessões de cineclube e a sustentabilidade da Sala Dança-Teatro com a aquisição de equipamentos e apresentação de 10 (dez) espetáculos de dança e teatro.
O Programa Brincaturas e Teatrices, carro-chefe da instituição, é um circuito de oficinas artísticas que tem como objetivo democratizar o acesso e estabelecer contato com as mais diversas manifestações e expressões das linguagens artísticas. Com metodologia desenvolvida pela artista-pesquisadora Lais Doria, o programa busca provocar o diálogo entre artistas e educadores do Brasil, permitindo que seus alunos possam, por meio das Artes Emendadas, fortalecer habilidades em diversas esferas do desenvolvimento humano. Abaixo seguem breves ementas das oficinas a serem realizadas: - Jogos Teatrais: tem como objetivo a experiência teatral a partir dos jogos desenvolvidos pela diretora de teatro e professora Viola Spolin. Com os exercícios sugeridos no fichário, os alunos e alunas devem conhecer a si e ao outro, sempre de forma lúdica e sensível. O mediador deve brincar com os alunos, explorando as habilidades propostas por cada jogo, evidenciando os resultados das experiências surgidas nas aulas e seus possíveis desdobramentos. - Danças populares brasileiras: tem como objetivo despertar o prazer pela dança e pelo mover, de maneira a exercitar o improviso com os movimentos corporais e seus desdobramentos lúdicos e teatrais. O Brincante deve propor atividades que mesclam exercícios livres e coreográficos, de forma a estimular o interesse das alunas e alunos para as experiências do corpo em movimento a partir das danças populares brasileiras. - Canto: As alunas e alunos devem experimentar as potencialidades de suas vozes, de forma prazerosa, descobrindo múltiplas maneiras de utilizá-las sozinhas e em coro. Além disso, deve-se estimular a elaboração de um repertório musical a partir das referências do cancioneiro popular brasileiro e das cantigas tradicionais da infância. - Percussão: o grande objetivo é o desenvolvimento do ritmo. Cada aluno deve conhecer pelo menos um instrumento e, a partir dele, experimentar os diferentes ritmos presentes na cultura popular brasileira, como boi bumbá e os ritmos afro brasileiros, como o maracatu. - Artes Visuais: Visuais tem como objetivo a experimentação de materiais e técnicas plásticas com foco no conhecimento dos elementos básicos da linguagem visual, principalmente os relacionados à cor e suas variações de matizes e tons. Tais estudos devem ter como referências os projetos estéticos de artistas modernos e contemporâneos de vários lugares do mundo, contribuindo para a ampliação do repertório visual das alunas e alunos e das suas habilidades de fruição e interpretação de textos visuais. Literatura: tem como objetivo despertar o prazer pela leitura. Com foco no acervo da biblioteca Áurea Alencar, a brincante deve propor mediações de leitura que estimulem a leitura individual e coletiva de diferentes gêneros literários, inter-relacionando seus significados a outros textos artísticos e culturais. As ações da terceira edição do projeto Pontes de Leitura buscam impulsionar os saberes oriundos dos povos indígenas e da cultura popular brasileira, e reverter a perspectiva colonizadora que negligencia saberes e operam sob a ótica da negação cultural e científica desses conhecimentos, fortalecendo políticas afirmativas de existência dos povos originários. Abaixo a metodologia adotada em cada uma das ações: - Rodas de Transleituras: terão como foco a fruição estética e a análise interpretativa dos textos literários por meio de leituras mediadas. Nas rodas serão elaborados estudos das relações entre literatura, música, pintura, fotografia, escultura e as demais manifestações artísticas em suas múltiplas potencialidades, além de análises e debates de obras e autores que apresentem diálogos profícuos entre o literário e as outras artes. Além, disso, visando uma prática transdisciplinar, as rodas deverão relacionar o conteúdo de forma a privilegiar práticas cooperativas, estimulando a criatividade, a reflexão e o pensamento crítico, buscando despertar o interesse dos participantes com conteúdos contextualizados, que possam contribuir para o entendimento do mundo em suas dimensões sociais, culturais e históricas. - Converseiras Literárias: propõe a troca de conhecimento a partir da leitura de textos literários e da fala de especialistas que os apresentem de forma comparada, ampliando seus horizontes de leitura por meio de aportes filosóficos e/ou teóricos. Para isso, os mediadores poderão articular seus conhecimentos literários com as proposições da teoria e dos estudos literários, principalmente aqueles que dizem respeito a relação dos textos e sua recepção. - Histórias de Brincar: abarcam as possibilidades lúdico-teatrais dos textos literários, proporcionando experiências sensíveis a públicos de diferentes idades permitindo que estes possam interagir por meio de brincadeiras e dinâmicas próprias da cultura da infância, além de conhecer o rico acervo de histórias da literatura infantil e do folclore brasileiro. - Pontes Culturais: terá como foco a realização de ações voltadas para o diálogo entre as atividades do projeto em escolas públicas, institutos e OSCs de Campo Grande, promovendo a realização de oficinas de mediação de leitura e contação de histórias e a circulação desses conhecimentos em outros espaços educacionais. A partir de 04 ciclos literários ("Buraco no céu", "Avós da Terra", "Território" e "Maracá, cipós e rede") e metodologia transdisciplinar, o projeto promoverá ações regulares de incentivo e fruição à leitura valorizando as culturas indígenas do território nacional. Por meio da oralidade, da mediação de saberes e do hibridismo com outras linguagens artísticas, será explorado o rico acervo literário contado, escrito e registrado por pessoas e autores(as) indígenas, ampliando o repertório estético e as experiências das crianças e adolescentes em relação com outras epistemologias e cosmovisões, descobrindo novas formas de ser, estar e se relacionar em sociedade, além de desenvolver o pensamento crítico e despertar o sensível como exercício de transformação social. Realizadas em rodas, as ações são articuladas à práticas que "formam seres humanos para habitar uma Terra viva", como defende Ailton Krenak (2020). Processo de curadoria dos filmes e dos espetáculos: A curadoria dos filmes a serem exibidos nas sessões de cineclube e dos espetáculos de dança e teatro terá como premissa a seleção de, no mínimo, 40% de obras e trabalhos artísticos que abordam sobre temáticas de gênero, sexualidade, cultura popular brasileira, povos originários, racialidade e acessibilidade, priorizando filmes nacionais e internacionais, artistas, grupos e coletivos do Estado, com o objetivo de valorizar a produção cultural local-nacional. Serão selecionados filmes e espetáculos que contemplem os públicos de todas as idades, desde crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos.
Objetivo Geral: - Realizar o plano anual dando continuidade ao Programa Brincaturas e Teatrices realizado há 28 anos pela OSCIP Casa de ensaio, aprimorando suas ações em relação as oficinas realizadas, contratação de mais profissionais para diferentes funções ligadas as questões pedagógicas, artísticas e sociais e a manutenção da equipe fixa e dos espaços onde as oficinas serão realizadas. Objetivos específicos: - Realizar o circuito de 09 (nove) oficinas artísticas para crianças e adolescentes, dentre elas, teatro, dança, percussão, canto, artes visuais e literatura, entre outras; - Dar continuidade às ações do Programa Brincaturas e Teatrices realizando as oficinas artístico-pedagógicas durante 10 meses do ano de 2025; - Realizar duas apresentações do Ato Artístico protagonizado pelos alunos e alunas; - Produzir e divulgar um vídeo institucional sobre as ações artístico-pedagógicas e o processo de ensino-aprendizagem realizados pela instituição; - Realizar a terceira edição do projeto Pontes de Leitura; - Fortalecer a Biblioteca Áurea Alencar como um espaço de fruição e incentivo à leitura com a ampliação do acervo literário da biblioteca; - Realizar 08 (oito) sessões de cineclube na Casa de Ensaio; - Aproximar a sétima arte e ampliar as experiências apresentando uma introduça~o do cinema com outras formas de manifestaça~o arti´stica; - Incrementar a Sala Teatro com a aquisição de equipamentos de luz e som; - Realizar 10 (dez) temporadas de espetáculos de dança e teatro durante 10 (dez) meses; - Fomentar a economia criativa da classe artística sul-mato-grossense e incentivar a apreciação do público;
O projeto justifica-se na medida em que propõe a manutenção e ampliação das atividades artísticas já oferecidas pela instituição, propondo um melhor atendimento ao público e melhores condições de trabalho aos profissionais da cultura que atuam na Casa de Ensaio. Pretende-se, com tal fomento, a realização do circuito de oficinas do Programa Brincaturas e Teatrices, a terceira edição do Projeto Pontes de Leitura com o tema "literatura indígena, memória e oralidade", a expansão do Cinecasa com a realização de 08 (oito) sessões de cineclube para moradores de bairros periféricos da capital sul-mato-grossense e a sustentabilidade da Sala Teatro com a aquisição de equipamentos e apresentação de 10 (dez) espetáculos de dança e teatro. O objetivo principal do Programa Brincaturas e Teatrices é apresentar às crianças e adolescentes o rico acervo da cultura popular brasileira, bem como mediá-los a partir dos seus próprios olhares, fortalecendo uma frente de trabalho voltada, eminentemente, para a cultura da infância e para a aproximação com as práticas corporais, atualizando no corpo das crianças e adolescentes novas formas de se relacionar com a natureza, com outras pessoas e com a cultura. Entre os fatores observáveis podemos destacar: a relação de reconhecimento e pertencimento acerca da própria cultura; a identificação das brincadeiras e suas diversas modalidades como um meio de exploração do mundo e de suas possibilidades criativas; e o desenvolvimento de habilidades orais e corporais advindas da livre experiência com a fala e os movimentos do corpo. Tal frente do projeto está de acordo com os incisos I, II e III dO Art. 1º da Lei 3.313/91, que visam democratizar o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, ampliando o repertório das crianças e adolescentes sobre as manifestações culturais, seus mestres, tradições e comunidades, e valorizando-as como práticas genuínas de saberes e conhecimentos. No processo de ensino-aprendizagem desenvolvido pela OSC, a pedagogia das Artes emendadas, leva em consideração o contexto histórico, social e cultural do aluno (a) beneficiário, e busca proporcionar outras experiências estéticas para além daquelas imbuídas em suas rotinas do dia-a-dia, priorizando o saber e o fazer artístico através de um circuito de oficinas que objetiva despertar na criança e no adolescente o interesse pelas manifestações populares e pelos estudos artísticos, além de transformar diretamente suas realidades. A partir da realização do circuito de oficinas já desenvolvido pela instituição, as crianças e adolescentes terão contato com outras epistemologias, descobrindo novas formas de ser, estar e se relacionar em sociedade, desenvolvendo o pensamento crítico, o senso estético e artístico, e despertando o sensível como exercício de transformação social. O Projeto Pontes de Leitura promove o estímulo e incentivo à leitura por meio de atividades em escolas públicas, institutos e OSCs de Campo Grande, sendo elas as "Rodas de Transleituras", as "Converseiras Literárias", as "Histórias de Brincar" e as "Pontes Culturais". Em sua primeira edição, apoiada pelo Criança Esperança/UNESCO (2022), atingiu diretamente mais de 1500 pessoas entre crianças, jovens e adultos, alunos e alunas de 05 escolas públicas e OSCs da capital sul-mato-grossense. A segunda edição do projeto, com um recorte específico sobre literatura negra, afro-brasileira e quilombola, está sendo executada em 2024 com o fomento do Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do Sul (FIC). Para o terceiro ano de execução, pretende-se a continuidade das ações a partir do tema "literatura indígena, memória e oralidade", compreendendo a necessidade de integrar aos espaços educativos, artísticos e sociais ações que promovam a valorização e reconhecimento das práticas indígenas como geradoras de saberes e conhecimentos genuínos. A execução do projeto se dará no período de 12 meses e prevê um plano de ação com 08 atividades de contação de histórias, 08 rodas de transleituras e 08 converseiras literárias, além da aquisição de novos livros infantis e infanto-juvenis de autores e autoras indígenas para a sede da biblioteca. A edição ainda prevê a realização de 02 (duas) "Conversas em rede", com a presença de autores(as) indígenas, mediando uma conversa com 04 horas de duração e aberta ao público, e uma conversa com 02 horas de duração com as crianças e adolescentes da instituição, visando discutir o fortalecimento da oralidade enquanto prática de transmissão de saberes e experiências entre as gerações como um ponto comum entre as ações pensadas para a execução desta edição do projeto. Localizada em Campo Grande/MS, a Casa de Ensaio sempre foi atravessada pela identidade cultural sul-mato-grossense, fruto dos cruzamentos entre as culturas quilombola, indígenas, afro-brasileiras, mineira, boliviana, paraguaia e japonesa. A 3ª edição busca impulsionar os saberes oriundos dos povos originários e seus atravessamentos na cultura popular brasileira, e reverter a perspectiva colonizadora que negligencia seus saberes e opera sob a negação cultural e científica desses conhecimentos, fortalecendo políticas afirmativas de existência dos povos indígenas. Defendemos que a oralidade explora didaticamente o patrimônio oral e imaterial dos povos originários, recuperando o protagonismo social, histórico e seu processo de construção identitária, apoiando-se na ideia de que se aprende a aprender aprendendo a ouvir. Destaca tradições orais, memória auditiva e visual, imaginação, ética, estética e fricção entre funções sociais, morais e educativas (inciso IX). Ao longo de mais de 20 anos consecutivos (1996-2018) e antes de compor o atual circuito de oficinas, o Cinecasa realizou mais de 100 sessões e atingiu diretamente mais de 6 mil pessoas. Com o objetivo de aproximar a sétima arte e ampliar as experiências apresentando uma introduça~o do cinema com outras formas de manifestaça~o arti´stica, o projeto realizará 08 exibições de filmes ao longo de oito meses, beneficiando diretamente 300 moradores de bairros periféricos, proporcionando transporte e alimentação. Em 2012, a Casa de Ensaio conquistou sua sede própria, cedida pela Prefeitura Municipal de Campo Grande. Após mais de uma década recebendo atrações culturais e estabelecendo parcerias com artistas e grupos, a Sala Teatro passou por uma reforma estrutural em outubro de 2023 e foi ampliada, ganhando melhor sistema termo acústico e aumentando a capacidade de público. O presente projeto prevê o incremento do espaço cênico com a aquisição de equipamentos de luz e som e a realização de 10 apresentações de espetáculos de dança e teatro, em uma temporada mensal de 03 dias, durante 10 meses. Todas as atividades serão realizadas no espaço físico da Casa de Ensaio e em escolas públicas/OSCs da cidade, sendo promovidas gratuitamente e cumprindo com o previsto nos Incisos do Art. 3º da Lei supracitada, que estabelece possibilidades de incentivo à formação e produção artística e cultural no país, e livre acesso ao conhecimento dos bens e patrimônios culturais. Dentre elas, destaca-se a realização das temporadas de espetáculo e a contratação de artistas e coletivos para as apresentações e produção técnica, a ampliação do acervo da biblioteca e seu funcionamento comunitário, assim como o fortalecimento e proteção das tradições populares.
A Casa de Ensaio é uma organização sem fins lucrativos e tem como foco de atuação as ações artísticas e sociais. Com programas voltados para a democratização dos bens culturais do Brasil, a instituição, fundada em 1996 no centro-oeste do país, tem desenvolvido ações que propõem o diálogo contínuo entre artistas, pesquisadores e comunidade, sempre articulando conhecimentos de múltiplas origens em prol de uma educação de qualidade. A Casa dispõe em sua sede a Biblioteca Áurea Alencar e seu vasto acervo de 4 mil livros de literatura infantil e infanto-juvenil e das diversas linguagens artísticas, tendo como objetivo estimular o contato com múltiplos textos, além de promover lançamentos de livros, encontros literários e sessões de contação de histórias. Para além dos programas desenvolvidos atualmente, a OSC tem em seu histórico programas-âncoras que fundamentam o trabalho de arte transformação social promovida por meio da Arte-educação, entre eles destacam-se: o Palco de Experiências (1996-2014), que desenvolveu uma pedagogia de teatro priorizando o fazer teatral e suas reflexões; o Jogando com a Família (2000-2010), projeto que reunia os responsáveis dos alunos e os professores para entrar na roda, brincar e jogar; e o Corpo da Casa (2000-2016), coletivo organizado para a realização de experimentações e investigações a partir da improvisação e criação em dança.
Programa Brincaturas e Teatrices:- Circuito de 09 (nove) oficinas artísticas;- 01 (um) Festival Brincaturas e Teatrices;- 02 (duas) apresentações do Ato Artístico;- 01 (um) vídeo institucional reunindo imagens das ações do projeto;Duração: 10 (dez) meses;Público direto: 120 crianças e adolescentes de 07 a 17 anos;Público indireto: 120 famílias dos alunos e alunas da instituição;Público virtual: mais de 12.000 mil interações com perfis nas redes sociais; Pontes de Leitura:- Circuito de 04 (quatro) ações de incentivo à leitura;- 02 (dois) encontros onlines com autores(as) indígenas;Duração: 10 (dez) meses;Público direto: 120 crianças e adolescentes de 07 a 17 anos e alunos e alunas de 05 (cinco) escolas públicas, institutos e OSCs da cidade;Público indireto: 120 famílias dos alunos e alunas da instituição, gestão escolar, corpo docente e familiares dos alunos e alunas das 05 (cinco) escolas públicas, institutos e OSCs da cidade;Público virtual: mais de 12.000 mil interações com perfis nas redes sociais; Sessões de cineclube - Cinecasa:- 08 (oito) sessões de exibição de filmes;Duração: 08 (oito) meses;Público direto: 300 moradores e moradoras de 08 (oito) bairros periféricos de Campo Grande;Público indireto: prestadores de serviço de transporte e alimentação, famílias e demais moradores das localidades.Público virtual: mais de 12.000 mil interações com perfis nas redes sociais; Manutenção da Sala Teatro e temporada de espetáculos:- Aquisição de XX equipamentos de luz e som;- 01 (uma) temporada mensal de 03 (três) dias durante 10 (dez) meses;- 10 (dez) espetáculos de dança e teatro de artistas e/ou grupos/coletivos;- Contratação de recursos humanos para realizar a produção técnica das temporadas;
• Programa Brincaturas e Teatrices Acessibilidade física: A sede do Centro de Arte, Cultura, Educação, Social e Meio Ambiente - Casa de Ensaio, é o espaço onde será realizado o Programa Brincaturas e Teatrices, suas oficinas e apresentações, possui rampas de acesso, corrimãos, banheiros adaptados para pessoas com deficiência e espaço confortável para a apreciação de espetáculos, com assentos para pessoas obesas e rotas acessíveis para o trânsito de cadeira de rodas. Acessibilidade atitudinal: A coordenação geral e pedagógica estabelecem um ambiente seguro, sem preconceitos e orientados pelas terminologias corretas e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a fim de assegurar uma experiência tranquila, proveitosa e livre de estereótipos, estigmas e discriminações. Todo o corpo de colaboradores da instituição estão disponíveis para reconhecimento tátil. Acessibilidade comunicacional: O Ato Artístico (Festival Brincaturas e Teatrices) contará com acessibilidade em Libras. A divulgação das ações do projeto nas redes sociais e em outros veículos virtuais contará com legendas descritivas das imagens/flyers de divulgação para que pessoas de baixa visão e/ou cegas possam acompanhar. Prezando por ações sustentáveis, não haverá divulgação impressa. Acessibilidade instrumental: A divulgação das ações do projeto nas redes sociais da Casa de Ensaio e em demais veículos eletrônicos priorizará a linguagem simples e a descrição das imagens como medidas de acessibilidade, bem como a interpretação em libras e as legendas em vídeos. Acessibilidade de conteúdo: Acompanhado pelo coordenador pedagógico, as oficinas do Programa Brincaturas e Teatrices serão elaboradas e planejadas levando em consideração as particularidades das crianças e adolescentes que necessitarem de adaptação do conteúdo. Será priorizado o exercício da auto-descrição por parte dos funcionários e dos alunos e alunas, além da descrição de toda a prática durante a mediação das oficinas. • 3ª edição Pontes de Leitura Acessibilidade física: Algumas oficinas acontecerão na sede do Centro de Arte, Cultura, Educação, Social e Meio Ambiente - Casa de Ensaio para as crianças e adolescentes do Programa Brincaturas e Teatrices, e o local possui rampas de acesso, corrimãos, banheiros adaptados para pessoas com deficiência e espaço confortável para a apreciação de espetáculos, com assentos para pessoas obesas e rotas acessíveis para o trânsito de cadeira de rodas. Em relação à realização dos projetos nas escolas e OSCs, de acordo com a Lei nº 10.098/94 que estabelece critérios para a promoção da acessibilidade de pessoas com deficiência, serão priorizadas escolas e organizações da sociedade civil que possuem espaço adequado para a realização das oficinas, além de outras medidas de acessibilidade física como rampas de acesso e banheiros adaptados para PcDs. Acessibilidade atitudinal: A coordenação pedagógica estabelece um ambiente seguro, sem preconceitos e orientados pelas terminologias corretas e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a fim de assegurar uma experiência tranquila, proveitosa e livre de estereótipos, estigmas e discriminações. Todos(as) os(as) mediadores/oficineiros(as) estarão disponíveis para reconhecimento tátil. Acessibilidade comunicacional: A divulgação das ações do projeto nas redes sociais e em outros veículos virtuais contará com legendas descritivas das imagens/flyers de divulgação para que pessoas de baixa visão e/ou cegas possam acompanhar. Prezando por ações sustentáveis, não haverá divulgação impressa. Acessibilidade instrumental: A divulgação das ações do projeto nas redes sociais da Casa de Ensaio e em demais veículos eletrônicos priorizará a linguagem simples e a descrição das imagens como medidas de acessibilidade, bem como a interpretação em libras e as legendas em vídeos. Acessibilidade de conteúdo: Acompanhado pelo coordenador pedagógico, as oficinas do projeto Pontes de Leitura serão elaboradas e planejadas levando em consideração as particularidades das crianças e adolescentes que necessitarem de adaptação do conteúdo. Será priorizado o exercício da auto-descrição por parte dos mediadores/oficineiros, além da descrição de toda a prática durante a mediação das oficinas. O projeto também prevê a aquisição de novos livros para o acervo da Biblioteca Áurea Alencar, títulos que estarão disponíveis para empréstimo das crianças e dos adolescentes, seus familiares e funcionários da Casa de Ensaio. • Cinecasa - sessões de cineclube Acessibilidade física: As sessões de cineclube serão realizadas no Centro de Arte, Cultura, Educação, Social e Meio Ambiente - Casa de Ensaio, espaço que possui rampas de acesso, corrimãos, banheiros adaptados para pessoas com deficiência e espaço confortável para a apreciação e fruição de bons filmes, com assentos para pessoas obesas e rotas acessíveis para o trânsito de cadeira de rodas. Acessibilidade atitudinal: A coordenação geral estabelece um ambiente seguro, sem preconceitos e orientados pelas terminologias corretas e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a fim de assegurar uma experiência tranquila, proveitosa e livre de estereótipos, estigmas e discriminações. Acessibilidade comunicacional: A divulgação das sessões de cinema nas redes sociais e em outros veículos virtuais contará com legendas descritivas das imagens/flyers de divulgação para que pessoas de baixa visão e/ou cegas possam acompanhar. Prezando por ações sustentáveis, não haverá divulgação impressa. Será priorizada a escolha de filmes e obras que possuam legendas, interpretação em Libras e/ou dublagem. Acessibilidade instrumental: A divulgação das ações do projeto nas redes sociais da Casa de Ensaio e em demais veículos eletrônicos priorizará a linguagem simples e a descrição das imagens como medidas de acessibilidade, bem como a interpretação em libras e as legendas em vídeos. Acessibilidade de conteúdo: Serão priorizados títulos nacionais e internacionais que possuam legendas em português e/ou descritivas, oferecendo uma descrição de sons e diálogos para pessoas com deficiência auditiva e/ou surda. Filmes com dublagem também serão priorizados no momento da curadoria. • Temporadas de espetáculos Acessibilidade física: A Sala Teatro Bertolt Brecht localizada no Centro de Arte, Cultura, Educação, Social e Meio Ambiente - Casa de Ensaio é o espaço onde serão realizadas as apresentações dos espetáculos. O local possui rampas de acesso, corrimãos, banheiros adaptados para pessoas com deficiência e espaço confortável para a apreciação, com assentos para pessoas obesas, ambientes climatizados e rotas acessíveis para o trânsito de cadeira de rodas. Acessibilidade atitudinal: A coordenação geral estabelece um ambiente seguro, sem preconceitos e orientados pelas terminologias corretas e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a fim de assegurar uma experiência tranquila, proveitosa e livre de estereótipos, estigmas e discriminações. Acessibilidade comunicacional: A divulgação dos espetáculos nas redes sociais e em outros veículos virtuais contará com legendas descritivas das imagens/flyers de divulgação para que pessoas de baixa visão e/ou cegas possam acompanhar, os teasers contarão com acessibilidade em Libras. Prezando por ações sustentáveis, não haverá divulgação impressa. Acessibilidade instrumental: A divulgação das ações do projeto nas redes sociais da Casa de Ensaio e em demais veículos eletrônicos priorizará a linguagem simples e a descrição das imagens como medidas de acessibilidade, bem como a interpretação em libras e as legendas em vídeos. Acessibilidade de conteúdo: Os espetáculos de teatro e dança serão gratuitos e com interpretação em Libras. Serão também selecionados espetáculos para a cultura da infância com linguagem simples e abordagens lúdicas.
Programa Brincaturas e Teatrices Ações do programa Brincaturas e Teatrices, do projeto Pontes de Leitura, as sessões de cinema e as temporadas de espetáculos serão realizadas no espaço físico Centro de Arte, Educação, Cultura, Social e Meio Ambiente - Casa de Ensaio, local artístico e cultural referência na cidade de Campo Grande, no bairro Amambaí, localizado na área central da cidade, com pontos de ônibus próximos que dão acesso a mais de 10 linhas. Sua estrutura física possui rampas de acesso e corrimões na calçada e na entrada, 04 (quatro) banheiros, sendo 02 (dois) com recursos de acessibilidade, além de espaço confortável e amplo para o trânsito de cadeira de rodas e assentos para pessoas obesas. 3ª edição - Pontes de Leitura: No que diz respeito às ações do projeto, a equipe de execução (mediadores, assistentes de produção e registros audiovisuais) garante a ida até as escolas municipais e estaduais, institutos e OSCs da cidade para a realização das ações. Cinecasa - sessões de cineclube: Em relação às sessões de filmes do Cinecasa, a instituição Casa de Ensaio tem como objetivo proporcionar o transporte dos moradores e moradoras de seus bairros até sua sede para que participem das ações de apreciação. Todas as ações serão desenvolvidas gratuitamente. Temporadas de espetáculos: Os ingressos para as temporadas de espetáculos da Sala Teatro serão distribuídos gratuitamente para toda a comunidade. Poderão ser retirados presencialmente, na sede da Casa de Ensaio, ou virtualmente (plataforma de ingressos).
Nome: Lais Doria Passos Monteiro de BarrosFunção: Diretora geral e presidente - VoluntáriaCurrículo: Lais Doria, artista, pesquisadora e criadora da Pedagogia das Artes Emendadas. Fundadora da Casa de Ensaio em 1996. Mestre em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (ECA/USP), é diretora da Cia. Aves Extraviadas, companhia de teatro formada com ex-alunos da Casa de Ensaio. Possui 2 livros publicados, um em Braile. Participou de 8 eventos no exterior e 51 no Brasil. Recebeu 20 prêmios e/ou homenagens. Atua na área de Artes, com ênfase em Encenação, Direção Teatral e Jogos Teatrais. Membro da Rede latina Americana de Arte transformação (RLYATS) e do Secretariado do Grupo Brasil. Membro do Núcleo do Observatório Brasileiro de Arte e Educação do IC&A (2009). Líder AVINA desde 2004. Em 2018 tornou-se acadêmica da Academia Feminina de Artes e Letras de MS - cadeira 34.Nome: Ranubio Aparecido Rocha CamposFunção: Coordenador geral e professor/brincante de dançaCurrículo: Ranubio Rocha possui formação em ballet clássico pela Royal Academy of Dance (Londres) e é graduado em Arquitetura e Urbanismo, além de ampla experiência como professor, coreógrafo e bailarino em projetos artísticos e sociais.Desde 2023, é responsável pelas oficinas de dança na Casa de Ensaio, atuando na formação de crianças e jovens e no desenvolvimento de atividades artísticas. Sua formação e experiência prática o qualificam para atuar na Coordenação Geral do projeto, contribuindo para o planejamento, organização e acompanhamento das atividades. Nome: Laís Toledo Tavares (representada por Imperatriz, Arte, Cultura e Educação LTDA) Função: Coordenadora pedagógica e professora/brincante de Literatura Currículo: Laís Toledo Tavares é Graduada em Letras - Licenciatura - Habilitação em Português/Inglês e Literaturas das respectivas línguas, pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS. (2010 - 2013). Mestre pelo Programa de Pós-Graduação - Mestrado em Estudos de Linguagem PPGEL - UFMS. É professora na Rede Municipal de ensino, brincante de Literatura, Roteirista, Atriz e Coordenadora pedagógica na Casa de Ensaio.Nome: Thays Echeverria BaesFunção: Professora/brincante de Artes VisuaisCurrículo: Licenciada em Artes Visuais pela UFMS, com especialização em Artes Visuais: Cultura e Criação (SENAC). Atua como professora de Artes Visuais na educação básica desde 2012, desenvolvendo projetos pedagógicos voltados à cultura visual, experimentação artística e produção criativa dos estudantes. Possui experiência com audiovisual, fanzines, arte contemporânea e organização de exposições escolares.Nome: Sara Vitória da Silva WelterFunção: Professora/Brincante de Artes VisuaisCurrículo: Graduada em Artes Visuais pela UFMS, artista visual e produtora cultural com experiência em oficinas e projetos educativos desde 2019. Atua com desenho, gravura, técnicas mistas e arte contemporânea, desenvolvendo atividades de ensino e criação artística. Idealizadora do projeto Resquícios do Tempo e participante de exposições e projetos culturais em Mato Grosso do Sul e outros estados.Nome: Dreyzzy Floriza Souza dos Santos FerrariFunção: Professora/Brincante de Brincadeiras dançadas (dança).Breve currículo: Professora com mais de 10 anos de experiência no ensino do ballet clássico, com formação no nível Advanced Foundation do método inglês Royal Academy off Dance, trabalha com crianças, adolescentes e adultos comprometida com uma aula de qualidade, capaz de oferecer um atendimento personalizado com foco na aprendizagem e no desenvolvimento das habilidades individuais, proporcionando um ambiente positivo e acolhedor. Após cursos com nomes nacionais e internacionais de danças Urbanas e participar como bailarina de grupos locais da cidade começou a ministrar aulas dessa modalidade também, buscando a melhora da coordenação motora, musicalidade e socialização de quem ali passa.Nome: Vinicius dos Santos RochaFunção: Professor/Brincante de cantigas da infância Currículo: Graduado em Música pela UFMS, atua como professor de música, músico e ator. Possui experiência em musicalização infantil, aulas de canto e violão e oficinas de música para crianças e educadores. Desenvolve atividades de educação musical para bebês e crianças pequenas, além de atuação em projetos artísticos, teatro e contação de histórias. Atualmente é professor de música na escola Maple Bear e integrante de grupos artísticos e teatrais.Nome: João Pedro OrtaleFunção: Professor/Brincante de Percussão e Canto Currículo: Percussionista experiente, atua como professor e produtor musical, com destaque na composição e arranjo de trilhas sonoras e projetos culturais. Trabalhou na produção de trilhas para o projeto Tá na Rua (Detran e TV Educativa Fertel) entre 2022 e 2023, contribuindo para os programas Expedição MS, Giro do Esporte e Agro Educativa. Co-produziu trilhas para as duas temporadas do programa Rota Gastronômica Pantaneira ao lado de Pedro Ortale. Foi responsável pela composição e arranjo da música O Calo da Rosa, finalista do FUC 2023. Atua como Diretor de Repique da Bateria Lunática da Atlética de Computação da UFMS, além de criar e produzir a série educativa Escolinha Lunática Ensina no Instagram da bateria. Possui vasta experiência em apresentações ao vivo, trazendo uma abordagem dinâmica e criativa ao ensino da percussão.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.