Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realização do Festival da Cidadania e Diversidade pela Inclusão à Cultura. Envolve mostra de Cinema Acessível com exibição de filmes com acessibilidade plena, seguido de debate com a plateia após a exibição de cada filme. Contempla ainda a promoção de oficinas para capacitação de professores, lideranças comunitárias, gestores, trabalhadores e agentes da cultura sobre o tema Inclusão e Diversidade. Prevê Palestras sobre o direito das pessoas com deficiência e mercado de trabalho. O projeto também prevê a produção acessibilidade plena (audiodescrição, LIBRAS e legendas descritivas) em um título cinematográfico de sucesso, aumentando assim o acervo de obras acessíveis do cinema com exibições em 7 cidades do país, sendo 5 cidades do Rio Grande do Sul fortemente impactadas pelas enchetes de 2024.
O projeto pretende apresentar em sete cidades do Brasil (São Paulo, Brasília, Rio Grande/RS, Pelotas/RS, Tapes/RS, Canoas/RS e Porto Alegre - região das ilhas) um filme por cidade com um mínimo de duas sessões de cinema em cada. A OSC Mais Criança tem parceria firmada com a empresa Som da Luz que disponibiliza o seu acervo acessível para esse projeto e outros em andamento como o Festival de Cinema Acessível Kids a Serviço da Inclusão Educacional que circula pelo Brasil a três anos com a parceria com o Programa Criança Esperança. Os títulos disponíveis para o projeto são: O tempo e O Vento • O homem que copiava • Saneamento Básico – O filme • Tropa de Elite 1 • Dois Filhos de Francisco • Se eu fosse você • Tropa de Elite 2 • O Palhaço • Malévola • Meu Malvado Favorito • Universidade Monstros • Divertida Mente • Frozen – Uma Aventura Congelante • Aladdin • Harry Potter e a Pedra Filosofal • Avatar. Após a exibição de cada filme haverá debate com a plateia sobre a experiência vivenciada. Oficinas de Inclusão e Diversidade. Entre os temas a serem abordados nas oficinas temos: Conceito de Diversidade; Nomenclatura Correta; Os Rótulos x Capacitismo; Os Instrumentos Legais Relativos à Pessoa com Deficiência; Acessibilidade: Rampas, AD, Libras, Legenda, Tecnologia Assistiva, A Comunicação Não Violenta como ferramenta Inclusiva, Viés Inconsciente, Geração X,Y,Z, Alpha, LGBTQIA+: Lugar de Fala e Representatividade, O Racismo Estrutural. As Palestras sobre direitos da pessoa com deficiência serão dirigidas a educadores, trabalhadores, gestores de cultura e lideranças locais, pais e familiares e abordara a todos os tipos de deficiência (pessoas com deficiência visual, cegos, pessoas com deficiência auditiva, surdos, pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva) e visa qualificar as relações sociais esclarecendo e ampliando os conhecimentos destes direitos. Registro de todas as atividades para criação de Vídeo Relatório no formato Acessível que será disponibilizado ao final do processo de execução do projeto. Produção de versão acessível para dois títulos cinematográficos ainda inéditos no Brasil em formato Som da Luz com acessibilidade Universal. As tecnologias e os processos são: Audiodescrição – Roteiro de audiodescrição, revisão feita por 1 revisor com deficiência visual, gravação da narração (uma ou duas vozes) em estúdio de áudio em alta qualidade, edição do áudio da narração, montagem da AD no áudio original do filme, mixagem, revisão feita por revisor cego, finalização do arquivo de Audiodescrição e autoração no filme original. Janela de LIBRAS – Com técnico especialista em Acessibilidade em LIBRAS que pesquisa os sinais regionais para garantir a eficácia da tradução para entendimento nacional, 2 roteiristas de libras, 1 ator intérprete, gravação do arquivo em ‘Chroma key’ - estúdio de filmagem em alta qualidade, equipe de filmagem e edição das LIBRAS, revisor Surdo, e finalização e autoração no filme original. Legenda descritiva, ou legenda para surdos e ensurdecidos – técnico especialista em Acessibilidade em legendas para surdos e ensurdecidos (faz a pesquisa das expressões regionais), revisor surdo, revisor ouvinte. Finalização e autoração no filme original.
Objetivo Geral Difundir conhecimentos e capacitar pessoas multiplicadoras sobre o tema da acessibilidade e suas tecnologias, da inclusão sociocultural, diversidade e o combate aos preconceitos e desigualdades em acesso e oportunidades, através de oficinas e palestras, colaborando e fortalecendo o processo de transformação social. O projeto visa oportunizar a democratização e o acesso a conteúdos culturais e de lazer em produções cinematográficas de sucesso, sempre no formato acessível para pessoas com deficiência. Promover a inclusão e convívio igualitário de todos, todas e todes, contribuindo para o exercício pleno da cidadania através de uma atividade lúdica como o cinema, sensibilizando e conscientizando as pessoas para o convívio e respeito às características de cada indivíduo e suas diferenças, na prática. Além disso, o projeto busca difundir e fortalecer a cultura acessivel em três cidades importantes do Brasil e mitigar o impacto negativo em cinco cidades do Rio Grande do Sul fortemente atingidas pelas enchentes. Ao promover a inclusão cultural e educativa para a população jovem de todas as idades nas áreas mais afetadas, o projeto oferece um verdadeiro reencontro com a cultura e a educação, utilizando o cinema acessível como atividade lúdica e desviando o foco exclusivo da sobrevivência e subsistência. Objetivo específico Realizar o Festival da Cidadania e Diversidade pela Inclusão à Cultura - em sete cidades do Brasil, São Paulo, Brasília, Rio Grande/RS , Pelotas/RS , Tapes/RS, Canoas/RS e Porto Alegre (região das ilhas), com exibição de filmes com as três tecnologias de acessibilidade (Audiodescrição, janela de LIBRAS e Legenda descritiva), proporcionando a uma parcela significativa da população - pessoas com deficiência visual, cegos, pessoas com deficiência auditiva, surdos, pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva e, pela gratuidade das ações, a população de baixa renda - o acesso à cultura, à educação e ao lazer através da arte cinematográfica. Realizar Oficinas de Inclusão e Diversidade dirigida a educadores, trabalhadores, gestores de cultura e lideranças locais, visando a capacitação e o engajamento na luta pela inclusão sociocultural de todas as pessoas e o preparo para o acolhimento adequado para o público das pessoas com deficiência em ambientes de cultura, educação e lazer. As oficinas de inclusão trazem à reflexão dos participantes (educadores, pais, agentes culturais, lideranças e gestores), com ampla base técnico-cientifica, as questões que envolvem a diversidade e a comunicação não violenta, estimulando a auto crítica e a quebra de paradigmas, identificando falhas estruturais consolidadas nas vidas em seu relacionamento cotidiano, como racismo, machismo, misoginia, capacitismo, intolerância, preconceito, entre outras, e aborda sempre as formas e ferramentas de combatê-las. Realizar palestras com especialistas sobre os direitos da pessoa com deficiência abordam os mecanismos legais que amparam e preparam estas pessoas para sua disputa no mercado de trabalho incluindo cotas, programas existentes nas diversas áreas e setores. Vamos Produzir, três tecnologias de acessibilidade plena (Audiodescrição, janela de LIBRAS e Legendas Descritivas), em um novo título (preferencialmente produção Brasileira) de sucesso no cinema, com objetivo de ampliar o acervo atual de conteúdos audiovisuais acessíveis. As tecnologias assistivas (LIBRAS, Audiodescrição e Legendas Descritivas), são apresentadas no formato "Som da Luz", ou seja, simultâneas e de forma aberta para todo o púbico. Este formato gera o acesso de qualidade e entendimento das obras fílmicas para as pessoas que precisam se valer das tecnologias, e também tem a função educativa ao mostrar para o público em geral, pessoas ditas sem deficiência, que existem tecnologias que permitem que pessoas com e sem deficiência possam estar no mesmo ambiente com oportunidades equiparadas de entendimento, diversão e emoção que a magia do cinema proporciona. As tecnologias são: Audiodescrição _ Roteiro de AD, revisão por 1 revisor com deficiência visual, gravação da narração em estúdio de áudio em alta qualidade, edição do áudio da narração, montagem da AD no áudio original do filme, mixagem, revisão feita por revisor cego, finalização do arquivo de Audiodescrição e autoração no filme original. Janela de LIBRAS _ Com técnico especialista em Acessibilidade em LIBRAS que pesquisa os sinais regionais para garantir a eficácia da tradução para entendimento nacional, 2 roteiristas de libras, 1 ator intérprete, gravação do arquivo em ‘Chroma key’ - estúdio de filmagem em alta qualidade, equipe de filmagem e edição das LIBRAS, revisor Surdo, e finalização e autoração no filme original. Legenda descritiva, ou legenda para surdos e ensurdecidos _ técnico especialista em Acessibilidade em legendas para surdos e ensurdecidos (faz a pesquisa das expressões regionais), revisor surdo, revisor ouvinte. Finalização e autoração no filme original. Estes processos de produção de acessibilidade em filmes para exibição nos cinemas, conta com uma equipe de profissionais altamente qualificados, que garantem a qualidade das acessibilidades e efetivo acesso para pessoas com deficiência à magia do cinema. O projeto pretende promover a convivência das pessoas com deficiência e sem deficiência a um universo único, onde todos tenham as oportunidades equiparadas. O investimento em ações como esta é o que oportuniza a formação de uma sociedade melhor e igualitária de forma natural e provoca o pensar nos conceitos de inclusão e convivência. Assim Estamos alinhados com os objetivos do desenvolvimento sustentável ODS 4, ODS 8 e ODS 10, participando diretamente da implementação da agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. Antes do início de cada filme, o representante da OSC Mais Criança fará uma rápida explanação sobre as tecnologias empregadas nos filmes e sobre a importância desta ação. A equipe Mais Criança distribuirá para o público sem deficiência máscaras/vendas para os olhos para quem quiser assistir ao filme ou parte dele, como as pessoas que não enxergam assistem. A experiência de tentar se colocar no lugar do outro, entender como a audiodescrição funciona e a importância de termos conteúdo com esta tecnologia inclusiva. O projeto se enquadra nos Art Iº (I, VII e VIII) e Art.IIIº (inciso II - a, b, c, e. inciso IV - a inciso V - b)
O mecanismo de incentivo é fundamental para a realização do Festival da Cidadania e Diversidade pela Inclusão à Cultura que vai possibilitar atividades e conteúdo acessível de qualidade para uma parcela da população até há pouco tempo privada da magia do cinema, muitas vezes pela falta de iniciativas inclusivas libertadoras como essa. A circulação em 2 cidades importantes no Brasil (São Paulo e Brasília) foram escolhidas na intenção de consolidar o projeto, e propondo o movimento de descentralização, nas cidades impactadas pelas cheias do Rio Grande do Sul (Rio Grande, Pelotas, Tapes, Canoas e Porto Alegre (região das ilhas) levando acolhimento para crianças e jovens. Nosso público-alvo em todas as atividades previstas neste Projeto são os grupos minorizados - pessoas com deficiência, baixa renda, LGBTQIAPN+, mulheres, comunidades periféricas, negros e indígenas, pais atípicos entre outros _ que devem estar presentes em todos os momentos e ocupar todos os espaços culturais valendo-se do direito legal do exercício da cidadania plena e para isso a acessibilidade é fundamental. No projeto vamos realizar a exibição de filmes de longa-metragem com audiodescrição, janela de libras e legendas descritivas, proporcionando acessibilidade para as pessoas com deficiência visual e cegos, pessoas com deficiência auditiva e surdos e pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva, e por ser apresentado gratuitamente em todas as sessões, contemplamos também a população de baixa renda. A escolha das obras apresentadas no catálogo do Festival é feita com muito apuro e critério no que diz respeito às temáticas e seu impacto na sociedade contemporânea. Envolvem questões críticas como preconceito, discriminação, juventude, entre outros, para que com a realização do projeto possamos contribuir com o olhar sensível e um crescimento dos valores éticos na sociedade. O Projeto prevê também a realização de Oficinas de Inclusão e Diversidade, e capacitação de agentes de cultura, com duração de três horas cada e mais uma hora aberta para debates e trocas de experiências. As Oficinas são dirigidas para educadores, gestores e produtores culturais visando contribuir de forma efetiva à capacitação para o acolhimento mais adequado de alunos e público PcDs, LGBTQIAPN+ e outros grupos minorizados no ambiente escolar, de cultura e lazer. Esta atividade é voltada também trabalhadores e lideranças das localidades, mostrando o quanto diversa é nossa sociedade e as barreiras encontradas, tanto de acesso físico e tecnológico quanto atitudinais no dia a dia das pessoas com deficiência e qual o papel destes agentes na luta para inclusão. As Palestras sobre os direitos da pessoa com deficiência abordam os mecanismos legais que amparam as PCDs para sua disputa no mercado de trabalho incluindo cotas, programas existentes nas diversas áreas e setores, a conscientização sobre a postura afirmativa diante das diversas situações cotidianas dentro do tecido social que envolvem essas pessoas e seus familiares, qualificando sobremaneira as relações sociais. Sabemos que estamos apenas no início de um processo de inclusão das pessoas com deficiência ao convívio diário de forma natural. Os dados da deficiência no Brasil são alarmantes. Segundo o censo do IBGE de 2010, no Brasil temos 23,83% da população, 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, 87% desses vivem em zonas urbanas. Não está computada nessa estatística a população com lesões auditivas, ou visuais, ou de mobilidade causadas por diabetes, nem a população de idosos, que aumenta a estatística significativamente. A Lei Brasileira da Inclusão (2015) veio para reforçar o direito das pessoas com deficiência quando diz que "Art. 1º. É instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania." Projetos como o Festival da Cidadania e Diversidade pela Inclusão à Cultura, que promovem a acessibilidade e inclusão de todos, são fundamentais na transformação social. O projeto se enquadra nos Art Iº (I, VII e VIII) e Art.IIIº (inciso II - a, b, c, e. inciso IV - a inciso V - b)
A participação e o acesso à cultura pelas pessoas com deficiência é um direito inquestionável, porém ainda não concreto e pleno. O investimento em ações como esta é o que oportuniza a formação de uma sociedade melhor e igualitária de forma natural e provoca o pensar nos conceitos de inclusão e convivência. As ações contemplarão o diálogo permanente entre as ideias de sustentabilidade e acessibilidade na perspectiva dos direitos humanos, conforme preconiza a Convenção da ONU sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e a Agenda 2030 da ONU.
A Associação Mais Criança preparará um vídeo no formato acessível para apresentar antes do filme, dando os devidos créditos ao financiamento do projeto pelo Ministério da Cultura e os patrocinadores. Em todas as sessões de cinema e eventos, contaremos com uma equipe de produção especializada para receber o público com deficiência e voluntários aptos para tal. Antes do início de cada filme, o representante da Mais Criança fará uma palestra de explanação sobre as tecnologias empregadas nos filmes e sobre a importância desta ação, sempre acompanhado de um intérprete de libras, bem como após cada exibição haverá o debate com a plateia sobre a experiência inclusiva vivenciada durante a sessão. Nas sessões de cinema equipe Mais Criança distribuirá para o público sem deficiência máscaras/vendas para os olhos de quem quiser assistir ao filme, ou parte dele, como as pessoas que não enxergam assistem. A experiência para estas pessoas de tentar se colocar no lugar do outro, entender como a audiodescrição funciona e a importância de termos conteúdo com esta tecnologia inclusiva. As Oficinas terão duração de três horas cada e mais uma hora aberta para debates e trocas de experiências. As Palestras sobre direitos das pessoas com deficiência serão realizadas com duração de uma hora com acréscimo de 30 minutos para interação com a plateia.
O projeto tem como foco o fortalecimento da acessibilidade como fator fundamental para a transformação social na criação de uma sociedade inclusiva de forma natural. Todas as atividades propostas no Festival da Cidadania e Diversidade pela Inclusão à Cultura são voltadas para a acessibilidade universal e a inclusão de pessoas com deficiência: a exibição de longas-metragens de sucesso com tecnologias de acessibilidade (Audiodescrição, LIBRAS e Legendas Descritivas), os debates após a exibição de cada filme, as oficinas “Diversidade e Inclusão”, as voltadas para projetos culturais, bem como as palestras sobre direitos da pessoa com deficiência terão intérpretes de LIBRAS e audiodescritores para acessibilidade do público participante. As salas onde se realizarão cada etapa do Festival da Cidadania e Diversidade pela Inclusão à Cultura deverão garantir a acessibilidade física ao público. O projeto prevê a produção de acessibilidade Universal em uma obra cinematográfica de sucesso, será adaptada com as três tecnologias de acessibilidade (Audiodescrição, LIBRAS e Legendas Descritivas), para o público das pessoas com deficiência, e serão sempre em sessões gratuitas, promovendo o acesso a população de baixa renda. Todos os processos de Acessibilidade Universal previstos no projeto, tanto de conteúdo gravado como ao vivo, passam por um controle rigoroso feito pelo diretor de acessibilidade, profissional habilitado e experiente para o trabalho e pela equipe Mais Criança com a supervisão dos técnicos especialistas em acessibilidade. Todas as etapas e atividades contam com equipes de profissionais capacitados de diferentes áreas técnicas com expertise em acessibilidade. E para composição de valores tomamos como orientador a tabela Salic Net regional. Podemos citar algumas rubricas fundamentais para a acessibilidade como: 01-Diretor Artístico - O trabalho de diretor artístico e estético em audiodescrição, profissional que faz a revisão do roteiro de audiodescrição, antes (com o roteirista) e durante a gravação, fazendo as interferências necessárias priorizando o entendimento da obra preservando a estética proposta pelo diretor do filme. 02-Assistentes – Etapa ACESSIBILIDADE EM LIBRAS - Trabalho de revisor ouvinte especialista em língua brasileira de sinais (libras), e outro revisor técnico de preferência surdo. Estes dois profissionais garantirão a eficiência da tradução dos diálogos para libras, evitando sinais regionais, quando possível, buscando entendimento nacional da comunidade surda. Sempre buscando a melhor estética do trabalho apresentado. Os dois são necessários para a revisão final do. Não existe o item revisor de libras, assistente é o que mais se assemelha. 03- Autoração - Item que mais se assemelha ao trabalho técnico de abertura e finalização do filme/ projeto com as três tecnologias de acessibilidade. Quando são separados os áudios em português e imagens originais para serem inseridas as acessibilidades de audiodescrição. Libras e legendas explicativas, e a montagem e finalização no formato escolhido. 04- Câmera Digital - ACESSIBILIDADE PARA LIBRAS - ACESSIBILIDADE PARA LIBRAS - O Item que mais se assemelha ao trabalho técnico de abertura, edição e finalização no filme (projeto), quando inseridas Libras e legendas para surdos e ensurdecidos LSE, e a montagem e finalização no formato escolhido DVD ou Blue Ray e DCP. Etapa executada com os técnicos com conhecimento em LIBRAS, garante a sincronia da tradução. 05- Consultoria Técnica - ACESSIBILIADADE PARA AUDIODESCRIÇÃO - Como não existe o Item de Consultor com deficiência visual usamos este item. Contratação de um consultor cego para aprovação da audiodescrição inserida no filme. Este trabalho é o que garantirá a qualidade final do trabalho de audiodescrição por ser revisado por um usuário. 06- Diretor de Acessibilidade- ACESSIBILIDADE UNIVERSAL - Coordenação e acompanhamento no trabalho das equipes técnicas que vão gerar as acessibilidades nas exibições do filme acessível, Oficinas de Diversidade e Inclusão e falas de abertura nos eventos. Fundamental para que o processo e resultado das acessibilidades no filme seja eficiente e com uma estética agradável ao público-alvo, as pessoas sem e com deficiência. 07-Edição de Imagem - ACESSIBILIDADE EM LIBRAS - Edição das imagens da filmagem do intérprete de libras para inserção no filme com ajuste de Time Code, incluído hora de revisão na ilha de edição. São calculadas 10 horas de trabalho para cada hora de filme finalizado. Para o cálculo usamos a tabela de referência Salic net Regional. É o valor médio praticado no mercado em Porto Alegre. 08 - ACESSIBILIDADE EM AUDIODESCRIÇÃO - Para o cálculo usamos a tabela de referência Salic net Regional. É o valor médio praticado no mercado em Porto Alegre. Edição da audiodescrição no filme, priorizando a compreensão da obra pelo usuário, é um dos mais importantes passos no processo de audiodescrição. Edição perfeita faz toda a diferença no entendimento do usuário cego, sempre priorizando a não sobreposição do áudio da obra. Esta harmonia garante qualidade tanto para cegos como para pessoas sem deficiência 09 – Intérprete de LIBRAS - ACESSIBILIDADE EM LIBRAS - Contratação de Intérpretes de LIBRAS para tradução do filme que será acessibilizado, bem como na tradução das falas de abertura nas sessões dos filmes, recepção do público surdo e Oficinas e debates 10 - Narrador de Audiodescrição - ACESSIBILIDADE EM AUDIODESCRIÇÃO - Contratação de profissionais narradores para gravar as locuções de Audiodescrição para o projeto, e sempre outro profissional para uma outra narração diferenciada, para as intervenções como traduções de falas ou escritas em outro idioma sem ser o português, bem como os créditos finais e outras intervenções necessárias. 11 – Roteirista de Audiodescrição - ACESSIBILIDADE EM AUDIODESCRIÇÃO - Esta etapa inicia na pré-produção, como não existe o item pré produção está sendo lançada em produção. Serão contratados roteiristas de audiodescrição para garantir a agilidade e eficiência do trabalho. A qualidade e experiencia deste profissional é o que faz toda diferença no entendimento pelo público-alvo. 12 - Técnico de som - ACESSIBILIDADE EM ADIODESCRIÇÃO - O profissional de áudio com conhecimento técnico em audiodescrição é fundamental para o melhor resultado trabalho. Opera da mesa de som nas gravações da audiodescrição, edição e mixagem. A remuneração é adequada para o mercado de Porto Alegre. Durante as etapas do projeto faremos o registro em vídeo e fotografia, para criação de um Mini documentário para ser apresentado após o término do Projeto, como um vídeo relatório contando como foi o desenvolvimento e execução, Sempre no formato acessível com as três tecnologias de acessibilidade. Será disponibilizado nas redes sociais do proponente e parceiros, permitindo, assim, amplo acesso a seu conteúdo e os impactos de sua realização nas localidades em que do Festival da Cidadania e Diversidade pela Inclusão à Cultura.
Todas as atividades do Festival da Cidadania e Diversidade pela Inclusão à Cultura (exibições, oficinas, debates e palestras) serão gratuitas e abertas ao público em locais com acessibilidade espacial. Entendemos que o sentido de Democratização de Acesso é viabilizar de todas as formas o acesso, tanto pela gratuidade, quanto pelas tecnologias de acessibilidades previstas no projeto, e a escolha do local com acesso de todas as pessoas. O projeto contempla o conceito de Acessibilidade universal e democratização de acesso ao proporcionar e promover o “Tudo para Todos, Todas e Todes e ao Mesmo Tempo”. Democratização do Acesso também é dar o direito de escolha às pessoas decidirem se querem ou não assistir a um filme. Sem as tecnologias assistivas que o projeto propõe, as pessoas com deficiência visual ou deficiência auditiva, ou cognitiva ou intelectual, perdem o direito à escolha, simplesmente não podem assistir. O vídeo relatório sobre o projeto e seu desenvolvimento, no formato acessível, será disponibilizado nas redes sociais do proponente e parceiros, permitindo, assim, amplo acesso a seu conteúdo e os impactos de sua realização nos locais em que serão feitas as etapas do Festival da Cidadania e Diversidade pela Inclusão à Cultura.
Sidnei Schames - Diretor Geral Produtor cultural, empreendedor social, empresário e músico brasileiro, natural de Porto Alegre. Comanda projetos de inclusão das pessoas com deficiência e pessoas sem deficiência a um universo único, prestando consultoria em soluções tecnológicas de inclusão, colaborando na efetivação das políticas públicas de acessibilidade plena, tendo como meta o “Tudo para Todas a Pessoas”. Preside a Associação Mais Criança, OSC que promove atividades e ações com finalidades educativas, artísticas, culturais, sociais, de lazer e de comunicação em benefício do desenvolvimento geral da comunidade e a promoção da qualidade de vida e inclusão social de grupos vulneráveis, a defesa do meio ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável. Tem como premissa de trabalho a acessibilidade como condição indispensável para possibilitar às pessoas com deficiência o exercício pleno da cidadania e de todos os direitos e liberdades fundamentais, buscando assegurar a essas pessoas o acesso em igualdade de oportunidades. Atua como Diretor da AGADE, Associação Gaúcha de Audiodescritores, primeira do Brasil. Domina o conhecimento de fluxo de processos e sistemas de funcionamento de empresas comerciais visando melhor produtividade, identifica com objetividade desconexões, para obter o maior percentual de oportunidade de melhorias. Possui experiência em gestão de pessoas, conquistando com habilidade, na coordenação e liderança de equipes, os melhores resultados. Márcia Cristina Figueiras Gonçalves - Administradora de empresas pela FAPA, Mediadora e Conciliadora Arbitral pelo Conselho Brasileiro de Mediação e Conciliação Arbitral Brasília (CBMAE) e Especialista em Psicanálise e Educação pela Laureate University Implantou Programa de Aprendizagem Inclusiva em empresas como Cyrela Goldsztein, Ticket Log, Estrutural Sistemas. Palestrante da temática inclusiva e diversa já impactou mais de 100 mil pessoas com seus workshops autorais e vivenciais. Ana Cláudia Ferreira- Bacharel em Ciências Contábeis pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS, formação em Gestão de Negócios e Processos e metodologia Change Management. Empreendedora Social, Audiodescritora e Diretora e Coordenadora Técnica de Projetos de Acessibilidade. Gestão de Pessoas em Implantação de ERP Análise e redesenho de processos Gerenciamento Administrativo de Projetos de Acessibilidade Elaboração de Roteiros de audiodescrição para vídeos, livros, ambientes físicos, espetáculo ao vivo e exposição de arte. Narração de audiodescrição em vídeos e audiolivros. Coordenação técnica de projetos de acessibilidade em audiovisual, com três tecnologias assistivas. Associação Mais Criança Surgiu em 1999, em Porto Alegre/RS, com o intuito de criar um grupo de estudos sobre crianças e adolescentes afetados pela epidemia HIV/AIDS. Após, foi ampliada para desenvolver projetos assistenciais para crianças, adolescentes e suas famílias, com o objetivo de ajudá-los no enfrentamento à doença. Nos últimos 12 anos, houve uma significativa redução no número de crianças diagnosticadas com HIV no Brasil. De acordo com dados do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI), do Ministério da Saúde, os casos diminuíram em 87% entre 2009 e 2021, passando de 562 crianças em 2009 para 74 no ano de 2021. Ao ingressar no quadro da diretoria executiva, a atual presidência trouxe seu legado de atuação e militância no âmbito das pessoas com deficiência em trabalhos de acessibilidade em audiovisual, desde 2010, e através do projeto Festival de Cinema Acessível Kids. Diante desse cenário, decidiu-se pela ampliação do foco de atuação, atingindo dessa forma um maior número de crianças pertencentes a grupos vulneráveis, visando a inclusão social e privilegiando as áreas da educação, cultura e lazer. A OSC MAIS CRIANÇA passou a atuar na defesa e promoção dos direitos humanos para a inclusão social, desenvolvendo e adotando tecnologias e abordagens inovadoras com a acessibilidade universal, tendo como referência os ODS em especial aqueles voltados para o desenvolvimento socioambiental, a educação, a cultura, a saúde, em busca de uma sociedade democrática equitativa e com acesso e participação de todos. Com esse propósito, nossa OSC desenvolve o projeto “Festival de Cinema Acessível Kids a Serviço da Inclusão Educacional” no Rio Grande do Sul, e com a participação no Criança Esperança, leva também a outras capitais do Brasil. Nossa missão é atuar na defesa e promoção dos direitos humanos para a inclusão social, desenvolvendo e adotando tecnologias e abordagens inovadoras com a acessibilidade universal, tendo como referência os ODS em especial aqueles voltados para o desenvolvimento socioambiental, a educação, a cultura, a saúde, em busca de uma sociedade democrática equitativa e com acesso e participação de todos. Nossa FINALIDADE é a defesa e a promoção dos Direitos Humanos no âmbito da educação, saúde, assistência, cultura, esporte e lazer. Promovemos ATIVIDADES com finalidade educativa, artística, cultural, lazer, social e de comunicação, respeitando os valores éticos e sociais, em benefício do desenvolvimento geral da comunidade e a promoção da qualidade de vida e inclusão social de grupos vulneráveis, a defesa do meio ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável. Criamos, produzimos e disseminamos conhecimentos especializados que tenham a inclusão social, a defesa e a promoção dos Direitos Humanos como seu tema principal por meio de pesquisa ou métodos reconhecidos pela ciência. Desenvolvemos, implantamos e disseminamos novas tecnologias assistivas de inclusão universal, visando fortalecer os vínculos familiares, comunitários e sociais.
Projeto reintegrado ao fluxo após a publicação da portaria de prorrogação.