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PRONAC 245904Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CINE ALQUIMIA - A ESCOLA VAI AO CINEMA

ALQUIMIA CULTURAL EMPREENDIMENTOS LTDA
Solicitado
R$ 207,0 mil
Aprovado
R$ 207,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SE
Município
ARACAJU
Início
2024-09-01
Término
2025-07-31
Locais de realização (1)
Aracaju Sergipe

Resumo

Projeto para acesso de alunos de escolas públicas de Sergipe a salas de cinema, com sessões gratuitas, pipoca e refrigerante para cada aluno. A sala tem 77 lugares.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

GERAL Projeto de exibição de filmes dando acesso a alunos de escolas públicas de Sergipe a salas de cinema, com sessões gratuitas, pipoca e refrigerante para cada aluno, com filmes de longa e curta metragem, brasileiros e estrangeiros, seguindo a cota de tela proposta pela Lei nº 14.814/2024 com o objetivo de formação de público e fruição. Cobrindo gastos básicos de funcionamento do espaço, na oferta de sessões gratuitas para estudantes da rede pública de ensino de Sergipe. ESPECÍFICOS - Exibição gratuita para estudantes de escolas públicas de Sergipe, com ao menos 3 exibições por semana e 12 por mês, totalizando no mínimo 120 sessões no período de 10 meses. Tendo em mente a Lei 13.006/2014, que estabelece a obrigatoriedade de 2h mensais de exibição de filmes brasileiros na educação básica. - Atender com as exibições, cerca de 9500 estudantes da rede pública de ensino estadual de Sergipe, em parceria com a Secretária de Educação do Estado de Sergipe. - Exibição de curtas sergipanos antes dos longas-metragens brasileiros, ao menos 2 vezes por mês. - Exibição de filmes com audiodescrição e/ou libras, uma vez por mês.

Justificativa

O Estado de Sergipe apresenta um histórico de ações com valor inquestionável para a memória do fazer cinematográfico brasileiro. Sergipe foi berço de figuras históricas do cinema mundial, tais como o cartazista Cândido Aragonez de Faria, nascido na cidade de Laranjeiras, em 1849. Esse desenhista, que morreu aos 62 anos, em Paris, produziu cartazes, ilustrações e charges, possui grande importância por ter sido o inventor do formato de cartaz de cinema utilizado até hoje. Artista e criador de cartazes para o cinema, trabalhou em vários filmes com o estúdio Pathé, na França. Outros expoentes sergipanos são, o crítico de cinema, realizador e professor da Universidade Federal de Sergipe, Caio Amado, e Ilma Fontes, jornalista, poeta e cineasta, ambos importantes para o movimento Super8 Sergipano na década de 70. A partir de uma breve análise, pode-se ressaltar a inauguração da primeira sala de cinema de Sergipe, em 1912, o Cine Rio Branco, um dos primeiros cinemas do país; a realização, pela Universidade Federal de Sergipe, de um dos mais importantes festivais de cinema do Brasil, o Festival Nacional de Cinema Amador (FENACA), de 1972 a 1981, incentivador do surgimento do movimento Super8 no Estado, que produzia cinema no Colégio Atheneu Sergipense com alunos secundaristas; e o surgimento, a partir de 2001, do Festival Luso-brasileiro de Cinema de Sergipe (CURTA-SE), hoje com o nome "Festival Ibero-americano de Cinema de Sergipe". O fortalecimento da produção de filmes no Brasil coloca ponderações sobre os caminhos percorridos por seus realizadores. Filmes realizados no cariri pernambucano ou nos grandes centros urbanos não são mais resultado de uma cinematografia elementar e escassa, e sim, reflexos diretos da importância do audiovisual para a expressão cultural desses lugares. Filmes realizados dentro das universidades, no calor escaldante do sertão nordestino, ou ainda sobre o olhar simples e tocante destroem as barreiras geográficas e aproximam-se através da sua pura e forte criação imagética. O cinema universitário carrega o experimentalismo, a intensidade e a energia dos seus realizadores, que demonstram grande comprometimento na produção audiovisual, seja esta inovadora ou releitura de uma linguagem já conhecida. Essa categoria cinematográfica promove uma reflexão sobre o panorama da sociedade contemporânea e sobre o próprio cinema. A produção cinematográfica nordestina, antes ignorada pelo eixo Rio-São Paulo, hoje ocupa posição de destaque no setor cinematográfico brasileiro, como o cinema mais autoral e de maior relevância estética e social do país, servindo como referência para a construção de obras audiovisuais em todo o Brasil. Buscando com que Sergipe possa ter o seu cenário audiovisual cada vez mais evoluído e consolidado, a partir do acesso as obras audiovisuais dos outros estados do Nordeste, buscamos colocar o público sergipano em contato com as realizações nordestinas. Cada vez mais vem crescendo o número de produções cinematográficas no Brasil voltadas ao público infantil, e como isso vem se trabalhando para a criação e manutenção do público para o cinema nacional. A transformação do cenário audiovisual após o surgimento, em 2001 do CURTA-SE, a implantação do Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, em 2006, na cidade de Aracaju, a criação do Curso de cinema e Audiovisual na Universidade Federal de Sergipe em 2009 geraram grande demanda para a realização em Sergipe, incentivando posteriormente o surgimento do SERCINE (2011) e da EGBE (2016). Após um período de extrema movimentação do panorama cultural sergipano e um constante contato com profissionais e pensadores das várias áreas do audiovisual, através de cursos e palestras realizados pelo Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, do Programa Olhar Brasil, foi notória a efusão de ações com grande repercussão sociocultural, como a implantação do Fórum Permanente de Audiovisual. Em relação a cinemas de rua em Aracaju, já existiram vários, como o Cine Plaza, no Bairro Siqueira Campos, os Cinemas Rio Branco e Palace, na Rua João Pessoa, o Cinema Ivo do Prado, na Rua Itabaianinha e o Cinema da Fábrica de Tecidos Confiança, no Bairro Industrial. Ao todo, existiram mais de 20 Cinemas de Rua na capital. Só no calçadão do centro comercial tinha o Cinema Vitória, o Cine Rio Branco e o Cinema Palace. Com o desenvolvimento das fábricas e lojas comerciais, o Centro e bairros próximos como Siqueira Campos e Bairro Industrial foram lugares de referência para quem ia investir no Cinema. Com a expansão da cidade, o surgimento de novos bairros e áreas residenciais, os cinemas de rua, aos poucos foram sendo extintos. Para muitos, o golpe final veio com a construção e popularização de shoppings centers, que substituíram as pequenas iniciativas por grandes redes, como o Cinemark e o Moviecom. Cinemas de rua, ou cinemas de calçada ou cinemas de bairro, são aqueles espaços de exibição cinematográfica que se concentram fora dos shoppings (Modelo Multiplex). Esse modelo de cinema sofreu uma grave crise em sua existência, fazendo com que as gerações atuais não conheçam os antigos cinemas de rua. Na atualidade, muitos dos cinemas que foram populares no passado não possuem nem mesmo um pequeno memorial, capaz de preservar essa parte da história da cidade. A exceção a essa regra vêm do Cine Vitória, que dá nome ao único cinema de rua existente em Aracaju. Inaugurado em 1934, o Cine Vitória teve vínculo com a Ação Solidária dos Trabalhadores e marcou várias gerações, fazendo daquele espaço, um ponto de entretenimento e de lazer para a população aracajuana, principalmente entre as décadas de 1950 a 1980, período em que os cinemas de rua estavam em ascensão. Atualmente, o cenário aracajuano de cinemas de rua ganhou um reforço, o surgimento do Cine Alquimia, dentro do espaço Alquimia Cultural. O objetivo com esse projeto é concretizar um espaço de exibição fora de shopping centers, como local da produção audiovisual local nacional. Com isso atenderemos com as exibições um público de cerca de 9500 estudantes da rede pública de ensino estadual de Sergipe, em um universo de 21.994, dados de 2023. Isso só será possível através de uma parceria já firmada entre o Cine Alquimia e a Secretaria de Educação do Estado de Sergipe, vide carta de anuência anexa ao projeto.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

O Cine Alquimia já conta com elevador para o acesso de pessoas com deficiências de locomoção às suas instalações. Todas as atividades formativas e exibições terão no mínimo 10% de sua capacidade disponibilizada para PCDs. Todos os filmes que possuírem ferramentas de acessibilidade, audiodescrição, LIBRAS e legenda descritiva, e forem exibidos no âmbito o projeto terão ao menos uma exibição exclusiva para seu respectivo público buscando parceria com instituições públicas e privadas, como o Centro de Apoio Psicopedagógico da Prefeitura de Aracaju, ASEDEV – Associação Sergipana de Desporto para Deficientes Visuais, ADEVISE - Associação dos Deficientes Visuais de Sergipe, IPAESE – Instituto Pedagógico de Apoio à Educação do Surdo de Sergipe, entre outras. A acessibilidade nos meios de comunicação é um tema que está em pauta no mundo todo. Os esforços neste sentido visam não apenas proporcionar o acesso a produtos cultural a uma parcela da população que se encontra excluída, como também estabelecer um novo patamar de igualdade baseado na valorização da diversidade. Na audiodescrição, o recurso consiste na descrição clara e objetiva de todas as informações que compreendemos visualmente e que não estão contidas nos diálogos, como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem algo, informações sobre o ambiente, figurinos, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de créditos, títulos e qualquer informação escrita na tela. A audiodescrição permite que o usuário receba a informação contida na imagem ao mesmo tempo em que esta aparece, possibilitando que a pessoa desfrute integralmente da obra, seguindo a trama e captando a subjetividade da narrativa, da mesma forma que alguém que enxerga. As descrições acontecem nos espaços entre os diálogos e nas pausas entre as informações sonoras do filme ou espetáculo, nunca se sobrepondo ao conteúdo sonoro relevante, de forma que a informação audiodescrita se harmoniza com os sons do filme. As LIBRAS e a Legenda descritiva funcionam de forma parecida como a audiodescrição, mas voltada ao público surdo. Nela intérpretes aparecem sempre que há um diálogo, para trazer a tradução para quem assiste, e a legenda descritiva trabalha em complemento, trazendo as informações não passadas pelas LIBRAS.

Democratização do acesso

Além da democratização do acesso através da acessibilidade aos PCDs, o projeto se propõe a outras ações de democratização ao acesso. Com apoio da Lei Rouanet, poderemos disponibilizar a chance de jovens que nunca tiveram em salas de cinema a experiência de assistirem filmes de circuito comercial, mas também o acesso às produções brasileiras que rodam as salas de cinema do Brasil, possibilitando mais pessoas poderem acessar a diversidade de filmes exibidos anualmente no Cine Alquimia. Exibições semanais gratuitas para rede pública de ensino, para formação de público e aproximação de estudantes ao cinema brasileiro, cobrindo o custos da exibição com o valor do ingrssso em R$ 10,00, quase metade da média nacional dos ingressos no Brasil, de acordo com matéria publicada na Valor Economico em 24 de maio de 2024.

Ficha técnica

Coordenação/Gerência: Karol Batalha Produção/Curadoria - Manoela Veloso Passos Controller/Curadoria - Baruch Blumberg Manoela Veloso Passos Nascida e criada em Aracaju, comecei a me envolver com o fazer cultural no estado ao ingressar na graduação em Audiovisual na UFS. Atuo desde então em diversas áreas, como produção, montagem, fotografia, assistência de direção e direção em audiovisual. Como diretora, tenho no currículo os curtas João e Maria (2013), Diana (2015), farinhada (2019), dia de Olga (em casa) (2020) e A mulher que me tornei (2021). Como seleção em festivais brasileiros, principalmente: farinhada (2019) foi exibido no Festival Internacional de Cinema Agroecológico - 2019, e selecionado e premiado como “Melhor filme sergipano” pelo Festival Internacional de Cinema de Itabaiana - 2020; dia de Olga (em casa) (2020) foi selecionado para a primeira edição do Festival Raridades - 2020; e A mulher que me tornei (2021) foi selecionado para mostra como a 14ª Curta Taquary, onde recebeu os prêmios de “Melhor cartaz” e menção honrosa, a Mostra Cine Diversidade 4ª Edição - Reflexos do Feminino e IX Curta o Gênero - Mostra Internacional Audiovisual. Como montadora, colaborei com os projetos: Os molas 40 anos (2017), Travestis (2020), e os clipes Tô que não me aguento - Kel Soüz (2021), Cuna - Camilla Campos (2021) e Abra sua Janela - Camilla Campos; como assistente de direção, tenho os curtas Clandestino (2017), Ave Seca (2019), Espelho (2022) e Pela Janela (2023); e alguns filmes publicitários realizados durante o período em que prestei serviço para a Lamparina Animação e Produção de Vídeo. Desde 2018, sou sócia da Rolimã Filmes, produtora audiovisual que realiza cinema, festivais e oficinas em Sergipe. Realizamos desde 2021 a Mostra Maternidade Real, da qual sou coordenadora e idealizadora, junto com Dominique Mangueira e Luciana Oliveira; também colaboro com o Sercine desde 2012, sendo que desde 2016 sou coordenadora de mostras do festival. Outra área de atuação é a de formação, e ministrei oficinas modulares ou de curta direção de realização audiovisual que culminaram em filmes como Não pense, estude (2019), Para além do rio (2021) e Desde o início da nossa comunidade (2021). Em 2016, minha forma de atuar mudou, pois passei a criar também uma criança com fibrose cística, com a qual aprendo diariamente novas formas de lidar comigo, com o audiovisual e com o mundo. Em 2023, conclui a dissertação de mestrado intitulada "CINEMA DE MULHERES EM SERGIPE: UM MAPEAMENTO DE FILMES E TRAJETÓRIAS DE CINEASTAS (1974 – 2023)". Baruch Blumberg. Há mais de 10 anos contribui para a construção de políticas públicas de audiovisual em Sergipe. Atuando na fundação do Fórum Permanente do Audiovisual de Sergipe em 2010, responsável pela existência dos primeiros editais de produção audiovisual a nível estadual, a partir de 2012. Já foi Formado em Audiovisual pela Universidade Federal de Sergipe e mestrando em Cinema e Artes do Vídeo pela Faculdade de Artes – Universidade Estadual do Paraná, já foi professor voluntário no Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade de Sergipe. Também já desempenhou atividades de produtor, diretor, montador e direção-executiva de diversos projetos. Atualmente faz parte da Comissão de Planejamento e da Comissão Jurídica do Fórum Permanente do Audiovisual de Sergipe. Também é coordenador Geral do projeto “Vem de Sergipe” e Idealizador, produtor-executivo e curador do Festival SERCINE, também é sócio da Rolimã Filmes. Diretor, roteirista, produtor executivo e Editor de vídeo. Montador dos Documentários "José Calasans - tradutor do Sertão” e “Carlos Marighella - quem samba fica, quem não samba vai embora" ambos do cineasta argentino Carlos Pronzato. Diretor, roteirista e montador do curta-metragem "Do outro lado do rio", vencedor do prêmio aquisição do SESCTV da mostra KinoOikos e seleção oficial da mostra Brasil do 22° Festival Internacional de Curtas-metragens de São Paulo - Kinoforum 2011. Diretor e produtor executivo do curta-metragem “Clandestino” (2017), seleção oficial da 17ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis – 2018, Seleção Mostra Histórias Curtas do 16º FICI – Festival Internacional de Cinema Infantil, Seleção Oficial do ComKids Prix Jeunesse Iberoamericano 2019, com prêmio aquisição SPCine Play e seleção oficial da Mostra Sesc de Cinema 2019, Diretor e produtor executivo do média-metragem documental “Os Molas – 40 anos” (2017) e do curta-metragem “Pela Janela” (2023). Diretor dos videoclipes “Insônia” (2017) e “Por um Clique” (2020) do músico Alex Sant`Anna, e do clipe “Que Amor é Esse” d’A Banda dos Corações Partidos (2022). Diretor do Show de 25 anos de carreira do músico Alex Sant’Anna e do show “A Banda dos Corações Partidos – Ao Vivo”. Ministra oficinas e capacitações audiovisuais a mais de 15 anos, passando pelo Senac – SE, IFS, SEED, SESC-SE e UFS, nas áreas de direção, roteiro, produção executiva e elaboração de projetos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.