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Este projeto visa a realização da exposição de artes "Tropicália - um disco em Movimento", em uma temporada de 03 meses em cartaz, com ingresso gratuito, em Centro Cultural ou Museu da cidade de São Paulo - SP. A exposição explora o Movimento Tropicalista através de leituras das faixas do icônico álbum "Tropicália ou Panis et Circensis", utilizando-se de acervos históricos e artísticos e obras de artes contemporâneas para apresentar esse movimento cultural brasileiro.
“Tropicália - um disco em Movimento” é uma exposição de artes coletiva que apresenta ao público o Movimento Tropicalista, através de uma expografia lúdica e contemporânea, propondo uma análise crítica sobre as faixas do histórico álbum “Tropicália ou Panis et Circensis”. A partir da capa emblemática e de suas canções, sintetiza em som, imagens e objetos um olhar sobre uma obra marcada pela cultura pop, pelas referências ao modernismo brasileiro, pela radicalidade política e pela irreverência estética dos produtos de massa nacionais. Com realização da Olamidé e curadoria da M’Baraká, a exposição explora acervos históricos e arte contemporânea, articulando visualidades, textos e discursos da época à temas atemporais.Um disco que sintetiza o "momento de um movimento", e que representa o ponto alto de uma época de transformações, revoltas e derrotas. A exposição está prevista para ser realizada em Museu ou Centro Cultural da cidade de São Paulo - SP, em uma temporada gratuita de 03 meses em cartaz.
OBJETIVO GERAL: Este projeto tem como objetivo realizar a exposição de artes coletiva "Tropicália - um disco em Movimento", durante 03 meses, em Centro Cultural ou Museu da cidade de São Paulo - SP (que será definido quando da pré-produção), que pratique gratuidade no ingresso. Em parceria com a M’Baraká, a exposição apresenta um dos mais importantes movimentos culturais do Brasil, através de uma releitura visual das faixas do icônico álbum "Tropicália ou Panis et Circensis", considerado o marco do movimento na área musical. O Tropicalismo propunha uma ruptura estética, moral e cultural na produção brasileira. O movimento trouxe um caldeirão de influências que mesclavam cultura regional às estéticas universais contemporâneas, apresentando a diversidade e potência cultural de importantes artistas brasileiros. Para ilustrar e ampliar os debates sobre os impactos socioculturais do Tropicalismo no país, a exposição explora as 12 faixas do álbum que contou com a participação de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Gal Costa, Os Mutantes, Nara Leão, José Carlos Capinam, Torquato Neto e Rogério Duprat; apresentando interpretações e conexões com os demais movimentos artísticos e expressões culturais da época, e também os reflexos na produção cultural até os dias de hoje. "Tropicália - um disco em Movimento" contou com uma edição realizada no ano de 2017, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro. Este projeto visa a itinerância da exposição de artes para realização inédita na cidade de São Paulo, a fim de contribuir na valorização das potências artísticas que se destacaram nesse Movimento, e também apresentar novos nomes da produção cultural brasileira (de diferentes linguagens artísticas, que dialogam com os temas abordados na exposição e pelo próprio Movimento Cultural em questão); destacando e gerando acesso às obras de importantes acervos públicos e particulares do país. Espera-se que a exposição gere acesso para a nova geração sobre esse importante álbum, e que também contribua na formação artística e cultural sobre a relevância do Movimento Tropicalista no Brasil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - realizar a exposição de artes (produto principal) "Tropicália - um disco em Movimento", durante 03 meses, em Museu ou Centro Cultural de São Paulo - SP (a definir quando da pré-produção), que pratique ingresso gratuito. Espera-se atingir um público mínimo de 5.000 pessoas;; - Gerar interesse da mídia a fim de ter um retorno estimado em cerca de R$ 1.000.000,00 (hum milhão de reais) em mídia espontânea,a partir de contratação de assessoria de imprensa especializada; - Promover o Ministério da Cultura e o Governo Federal com a aplicação das marcas nas peças de divulgação do projeto.
A exposição propõe um mergulho no passado e uma reflexão sobre o tempo presente a partir dos impactos do Tropicalismo musical, tendo como bússola o disco-manifesto "Tropicália ou Panis et Circensis". Pensado, produzido e gravado em 1968, pelos principais nomes ligados às renovações sonoras que artistas baianos, paulistas e cariocas estavam promovendo na música popular brasileira; suas faixas apresentam um panorama lírico e ácido do cotidiano de então, que muito se assemelha aos dias atuais. Projeto de múltiplas vozes, o disco é a consolidação musical do que começa a ser visto como renovador: novos nomes,ideias,instrumentos e comportamentos. As letras criaram mosaicos complexos de informação, produzindo um caleidoscópio de personagens, tramas e cenários que marcaram uma geração, e que ainda impactam a atual produção cultural O Tropicalismo foi um movimento artístico, político e cultural que ocorreu no Brasil na década de 1960, e que ainda hoje reverbera na produção cultural do país. Com a proposta de romper com estéticas e padrões, o movimento apresentou uma nova perspectiva sobre o fazer brasileiro, que assimila as influências externas e contemporâneas, mesclando com elementos próprios do país. Para além de um período histórico, que mesmo não reconhecido pela maioria da população, está presente ainda em conteúdos escolares; o Tropicalismo musical apresentou ao Brasil uma gama de artistas que marcaram gerações com as suas produções e contribuições à música popular brasileira. No álbum "Tropicália ou Panis et Circenses", temos a reunião criativa e potente de diversos nomes que são referência para a nova geração de artistas. Alguns nomes, infelizmente, já vieram a falecer (como Gal Gosta e Rita Lee), mas outros ainda estão vivos (Caetano Veloso, Tom zé, Gilberto Gil) e a exposição é uma forma de celebrar em vida a relevância das suas produções à memória cultural brasileira. Realizar este projeto atarvés da Lei de Incentivo à Cultura reafirma o compromisso das instituições de promoverem experiências culturais e educacionais, que geram acesso não só a memória histórica do país, como também valoriza a produção cultural nacional e seus agentes, sejam eles presentes no icônico álbum "Tropicália ou Panis et Circencis" ou de outras expressões artísticas que dialogam com temas abordados pela exposição. Por isto, o projeto se enquadra nos incisos destacados abaixo, do art.1º da Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto também visa os seguintes objetivos do art. 3º da referida Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Não se aplica
1) EXPOSIÇÃO DE ARTES (PRODUTO PRINCIPAL): Local: Em centro cultural ou museu a ser definido de São Paulo - SP Duração: 03 meses Público: 5.000 pessoas Ingresso: Gratuito Metragem: 600 m² (podendo variar, de acordo com local de realização) Classificação: Livre OBS.: as obras e artistas que vão compor a exposição serão definidos quando da pré-produção, após definição do espaço de realização da mostra, análises técnicas, adaptação do projeto expográfico à realidade de execução e curadoria de obras e conteúdo.
1- EXPOSIÇÃO DE ARTES (PRODUTO PRINCIPAL)1.1 - Acessibilidade Física: - A exposição será realizada em Museu ou Centro Cultural que contenha medidas de acessibilidade física, tais como banheiros adaptados, rampas, elevadores, etc. - projeto expográfico acessível, incluindo mobiliários. 1.2 - Acessibilidade de Conteúdo: - áudio guia dos principais textos para atender pessoas com deficiências intelectual e visual-narrativa expográfica em Libras, para atender as pessoas com deficiência auditiva não letradas em português- audiodescrição de obras selecionadas, para pessoas atender às pessoas com deficiência visual- legendagem descritiva e/ou janela de libras em obras audiovisuais;- materiais multissensoriais, para atender crianças, pessoas com deficiência visual e intelectual; (OBS.: o material de divulgação do projeto apresentará informações sobre as medidas de acessibilidade aplicadas)
EXPOSIÇÃO DE ARTES (PRODUTO PRINCIPAL): realização da exposição “Tropicália - um disco em Movimento”, em Museu ou Centro Cultural de São Paulo - SP, que pratique entrada gratuita. Prevê-se atingir um público mínimo de 5.000 visitantes, durante uma temporada de 03 meses de duração. Para atender ao art.30 da Instrução Normativa MinC n° 11/2024, a proponente prevê: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição
Larissa Victorio – Coordenação Geral Larissa Victorio, sócia diretora da OLAMIDÉ (antiga Victorio Produções), possui 8 anos de experiência no ramo cultural, atuando em funções diversas como Coordenadora Administrativa-Financeira, Produtora executiva e pesquisadora de diversos projetos em colaboração com a M’Baraká, tais como “Nise da Silveira - a revolução pelo afeto” e “Nós - Arte e CIência por Mulheres”.Como proponente realizou os projetos “Rolezinho Carioca - O Jogo” (FOCA) e “Curta Cidade Fluxo - São Paulo” (Lei Rouanet 2019). Larissa é graduada em Economia pela Universidade Federal Fluminense, possui Especialização em Política e Planejamento Urbano e Regional pelo IPPUR/UFRJ e Mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE – IBGE). Isabel Seixas – Curadoria Formada em Produção Cultural – UFF, Isabel é sócia fundadora da M’Baraká, onde atua prioritariamente na área de desenvolvimento de conteúdos e projetos. Em todos os projetos expositivos do estúdio, Isabel atua desde a etapa de definição temática e de conteúdos, e gerencia as etapas de pesquisa, curadoria e criação de conteúdos. Com uma formação múltipla, que incluiu a iniciação nas graduações de economia (UFF) e Ciências Sociais (UFRJ), a posterior formação em Produção Cultural (UFF), pós graduação em Marketing de entretenimento na ESPM-RJ e cursos livres como “Formação Livre em Roteiro, na Academia Internacional de Cinema, Isabel tem como habilidade principal a pesquisa e criação de narrativas para exposição de conteúdos diversos em diferentes suportes. É idealizadora e coordenadora do projeto de educação patrimonial ROLÉ CARIOCA, reconhecido pelo IPHAN com o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade; e participou da curadoria das exposições da M’Baraka NÓS - ARTE E CIÊNCIA POR MULHERES (2023, Paço das Artes - SP); NISE DA SILVEIRA - A REVOLUÇÃO PELO AFETO (2021 - 2023, CCBB RJ, CCBB BH, SESC Belenzinho e SESC Bauru), DARWIN: ORGENS & EVOLUÇÃO (2019 - 2023, Museu do Meio Ambiente - RJ, Centro Cultural FIESP - SP e Farol Santander Porto Alegre - RS), dentre outras. Diogo Rezende - Direção de Arte e Curadoria Formado em desenho industrial pela Escola de Belas Artes da UFRJ, com especialização em Design de Exposições pela EAV, e Design Estratégico pela ESPM, é um dos sócios do Estúdio M’Baraká. Foi responsável pela Direção de Arte de diversos projetos culturais, dentre exposições, mostras, festivais, espetáculos de teatro e circo.Destacam-se: Expo SE LIGA! (2012 e 2015); EXPO VIREI VIRAL (2013 e 2014 CCBB RJ); Exposição Tropicália - Um disco em Movimento (2017 - CCBB-RJ), Exposição Quando o Mar Virou Rio (2017, Museu Histórico Nacional), Rolé Pelo Rio Hackeado (Museu do Amanhã), Vamos Comer (galeria BNDES), exposição de longa duração sobre a História do Banco do Brasil, no CCBB RJ, Mostra Expedição Coral em celebração aos 200 anos do Museu Nacional (2018), exposição “Darwin: Origens & Evolução” no Museu do Meio Ambiente e Centro Cultural FIESP, e mostra “Nise da Silveira - a revolução pelo afeto” no CCBB das cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte . Letícia Stallone – Pesquisa e Texto Letícia Stallone é Doutora em Estudos da Linguagem (UFF) e mestre em Linguística (PUC-RJ). Colabora com a M’Baraká há 13 anos. Na fase inicial dos projetos contribui com pesquisa histórica, narrativa e curadoria. Especializou-se na produção de textos e roteiros para exposições, acostumada a interagir com especialistas de diversas áreas, também coordena a revisão e tradução dos conteúdos. Dentre os projetos desenvolvidos estão as exposições Darwin: Origens & Evolução, 1989, Expedição Coral, Tropicália - um disco em Movimento, Quando o Mar virou Rio, Design e Utopia dos Jogos Olímpicos, Virei Viral e Nise da Silveira - a revolução pelo afeto. Izabel Campello - Produção Executiva Sócia fundadora da Faceta Produções, trabalha há mais de 20 anos com projetos culturais, coordenando e produzindo especialmente exposições e museus. Nesse período realizou a coordenação de produção, produção executiva e coordenação de montagem expográfica, além de produção de conteúdo, principalmente para instalações multimídias e interativas. Destacam-se os últimos trabalhos: trabalhou de 2021 a 2022 nas edições da exposição “Nise da Silveira - a revolução pelo afeto” (CCBB RJ, CCBB BH e SESC BELENZINHO), na produção executiva; de 2020 a 2021, trabalhou na exposição “Casa Carioca” no MAR, como produtora; em 2020 na exposição “Ivan Serpa - a expressão do concreto no CCBB RJ, na Coordenação de montagem; e em 2019 no "Museum", no OI Futuro, na coordenação de montagem. Lilian Sampaio- Arquiteta Lilian Sampaio é arquiteta, formada pela UFRJ e tem como foco de sua carreira, o desenvolvimento de projetos de cenografia desde a concepção, o desenvolvimento e a implantação. Possui experiências em campos variados, tais como cenários para concertos, exposições, eventos culturais e comerciais. Destacam-se os projetos expográficos que participou: “Nise da Silveira - a revolução pelo afeto” (2021 a 2022 - CCBBs RJ e BH e Sesc Belenzinho), “Portinari Raros” (2022 - CCBB RJ), “Playmode” (2022 - Exposição itinerante CCBB), “Quiet Room - Sala Imersiva” (2021 - Oi Futuro) e “O Eclipse - Einstein, Sobral e o GPS” (2019 - MAST).
PROJETO ARQUIVADO.