Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Projeto abarca a circulação de dois espetáculos teatrais de forma gratuita: "OraMortem" e "Verniz Náutico para Tufos de Cabelo", ambos do repertório artístico da in-Próprio Coletivo. Serão 16 apresentações, sendo duas por cada uma das oito cidades: Cuiabá-MT e Primavera do Leste-MT (Centro-Oeste); Porto Velho-RO e Manaus-AM (Norte); Teresina-PI, Salvador-BA e Fortaleza-CE (Nordeste) e Belo Horizonte-MG (Sudeste). A contrapartida social do projeto contempla oito oficinas de teatro para estudantes e oito intercâmbios artísticos que são estratégias de ampliação do público.
ESPETÁCULOS TEATRAIS (Classificação etária) Verniz Náutico para Tufos de Cabelo (55 minutos) - classificação 10 anos Duas mulheres preparam uma festa de aniversário para uma terceira, que se encontra inerte. Na medida em que a ação evolui, apresenta-se uma trama nonsense de frases feitas, de acúmulo inútil de objetos, bem como evidencia a precarização do trabalho, o desvio de função, o assédio moral, o abuso de autoridade, entre outras negligências. O texto dramatúrgico de Victor Nóvoa acentua a invisibilização dos direitos conquistados em detrimento da intempestividade dos desejos e necessidade do empregador. O conceito central da encenação é a possibilidade iminente do rompimento dos acordos sociais. Assim como o cenário, tudo parece estar por um fio: os direitos, os projetos públicos de poder popular, o tecido social que imaginávamos construir. A aposta na estética do excesso se expande no entrelaçamento das linguagens artísticas, entendendo corpo, texto, espaço, cenografia, iluminação e sonoridades como personagens, portanto em relação de codependência no jogo cênico. Afinal, o que sobra após o assombro da queda? OraMortem (45 minutos) - classificação 10 anos Um exercício de projeção do que é recôndito, momento inesperado, um delírio que se dispara no encontro da Velha com o Menino. Duas personagens se fragmentam em reflexos e projeções para expor aquilo que não cabe, que é desajustado, que escapa das clausuras do espaço-tempo. A proximidade da morte como sintoma de vida. O corpo dela transborda e o espaço inundado está na iminência de derramar. O espetáculo não esconde as engrenagens técnicas, pois escancara a estrutura interna da criação, em que a iluminadora/performer e musicistas executam seus instrumentos luminosos e sonoros dentro da cena. Manejam múltiplas linguagens, recursos e hibridizações para tecer a dramaturgia que é proposta por todas as linhas envolvidas: luz, música, espaço e corpos atuantes.
Objetivo Geral: Viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional, ao realizar a circulação de espetáculos teatrais produzidos em Mato Grosso, estado com pouca visibilidade no campo das artes da cena, por quatro regiões: Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste; Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura, ao proporcionar como contrapartida a ação "Cultivar Futuros", um intercâmbio de gestão artística com foco na economia criativa e inovação, articulando redes de fazedores de artes da cena em cada cidade mapeada pelo projeto. Objetivos Específicos: ESPETÁCULO TEATRAL 1 - Apresentar 08 sessões do espetáculo teatral OraMortem, com duração de 45 minutos cada, nas cidades de Cuiabá-MT, Primavera do Leste-MT, Porto Velho-RO, Manaus-AM, Teresina-PI, Salvador-BA, Fortaleza-CE e Belo Horizonte-MG; 2 - Apresentar 08 sessões do espetáculo teatral Verniz Náutico para Tufos de Cabelo, com duração de 55 minutos cada, nas cidades de Cuiabá-MT, Primavera do Leste-MT, Porto Velho-RO, Manaus-AM, Teresina-PI, Salvador-BA, Fortaleza-CE e Belo Horizonte-MG; CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - Realizar 08 oficinas de teatro para alunos do Ensino Médio da rede pública de ensino local, com carga horária total de 48h; - Realizar 08 intercâmbios artísticos com grupos locais em cada uma das oito cidades mapeadas pelo projeto; - Elaborar e distribuir via download um e-book contendo as memórias dos encontros e trocas de experiências ocorridas durante os intercâmbios artísticos deste projeto - 40 páginas; ESTIMATIVA DE PÚBLICO Neste projeto espera-se alcançar diretamente com os espetáculos teatrais 8.000 espectadores, 320 estudantes da rede pública de ensino durante as oficinas teatrais, 160 artistas no Intercâmbio e indiretamente 3000 downloads (1 por pessoa) do e-book. Portanto, o projeto pretende atingir um público geral de 11480 pessoas.
A in-Próprio Coletivo completa sua primeira década de existência em 2024. Celebra sua trajetória que articula projetos de criação e formação em artes da cena e outras produções como clubes de leitura, palestras, festas, exposições, residências artísticas, sempre na fronteira com as artes visuais, o cinema, a música e, recentemente, a agrofloresta. Em seu repertório destacam-se espetáculos teatrais que percorreram mais de 40 cidades brasileiras, em 24 estados da federação, além de compor a programação de mostras e festivais na Colômbia e Argentina. As principais parcerias institucionais e agentes financiadores foram a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer de Cuiabá-MT, o Serviço Social do Comércio (Sesc Nacional e Sesc MT), o Itaú Cultural e a Funarte-MG, tendo realizado projetos nos âmbitos da Criação em Arte/Cultura e Economia Criativa. Esse campo expandido permitiu que o coletivo ampliasse suas parcerias junto a outros coletivos artísticos, tanto de Mato Grosso como de outros estados da federação. Em 2021, com apoio do edital da Lei Aldir Blanc em MT lançou a 1º PISO, uma plataforma com foco em pesquisa, criação e difusão das artes da cena, desenhada como uma casa-território virtual que abriga artistas, seus portfólios e obras escolhidas, assim como atua como um local de venda e/ou retirada de ingressos de espetáculos. Quanto à diversidade, este projeto atua em várias frentes. Primeiro, quanto à estrutura administrativa e artística, pois é proposto por uma empresa dirigida por uma mulher, mãe de criança menor de 6 anos de idade, assim como boa parte da equipe que coordena as atividades, tanto artísticas como comunicacionais é formada por mulheres e pessoas LGBTQIPN+. Segundo, quanto à diversidade territorial e de atuação: a sede do coletivo proponente é na região centro-oeste, em Mato Grosso, um estado muito conhecido pela produção agrícola, mas que quase não tem suas produções artísticas circulando pelo país. Terceiro, quanto à diversidade temática: o etarismo e a precarização das relações trabalhistas, presentes nas dramaturgias dos 2 espetáculos que compõem a circulação. Fato que permite evidenciar temas que se aderem ao debate público contemporâneo brasileiro, algo que suscita a importância da difusão de obras que discutam a formação do Brasil e seu povo. Enquanto estratégia de inovação, busca promover a circulação de produtos artísticos mato-grossenses para diferentes estados brasileiros, algo incomum, visto a dificuldade financeira imposta pela distância geográfica dos centros mais economicamente dinamizados da produção artística nacional. Por isso, e levando em conta os aspectos da economia criativa, foram escolhidas regiões que sediam grupos e coletivos oriundos de estados brasileiros que figuram entre os que menos investem em arte e cultura, como MT, AM, PI, RO e CE que, por isso, vivenciam a escassez de recursos financeiros para a sua sobrevivência enquanto artistas. Assim, busca-se o compartilhamento de estratégias que aproximem agentes de territorialidades diversas e que passam por dificuldades em comum, mas que, em rede, podem desenvolver um repertório de ações complementares e criativas que proporcionam certa sustentabilidade econômica. Devido a sua magnitude e o impacto que pretende gerar, é de extrema importância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1º da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Quanto aos objetivos do art. 3º da Lei 8.313, o projeto busca: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados a formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
PLANO DE COMUNICAÇÃO Teatro na Fronteira prevê estratégias de ampla divulgação nas mídias sociais e imprensa alinhadas às diretrizes éticas, estéticas, político-sociais estabelecidas no projeto. Para tanto, o plano de comunicação prevê as frentes: 1) Criação; 2) Difusão; 3) Análise de Recepção. 1) CRIAÇÃO. identidade visual;. materiais gráficos;. vinheta de abertura (vídeo) dos espetáculos;. conteúdos para mídias sociais (campanhas orgânicas e mídia paga;. conteúdos para outras mídias (redes de televisão, emissoras de rádio, imprensa, etc.);. ferramentas de acessibilidade dos materiais publicitários;. ferramentas de ampliação de presença digital do projeto;. estratégias de engajamento e interação;. web-série/documentário das etapas da circulação;. campanha de divulgação dos episódios do podcast;. desenho e execução de espaço publicitário exclusivo de interação do público e promoção da entidade patrocinadora;Petrobras (espaço instagramável no foyer dos teatros, nas salas reservadas às ações do intercâmbio e da oficina); 2) DIFUSÃO:. impulsionamento dos conteúdos para redes sociais e outras mídias;. execução das vinhetas (audiovisual) de abertura dos espetáculos;. execução das estratégias de engajamento e interação;. execução das ferramentas de ampliação de presença digital do projeto;. contratação de espaços de divulgação (mídia digital, impressa, televisão e rádio);. distribuição de releases e materiais jornalísticos;. concessão de entrevistas para veículos de comunicação das cidades previstas na circulação;. planejamento de campanhas pagas e orgânicas;. gerenciamento de redes sociais;. segmentação do público-alvo;. publicação em diferentes plataformas dos episódios da web-série/documentário;. lançamento dos episódios do podcast;. montagem do espaço instagramável para a promoção da entidade patrocinadora - Petrobras; 3) ANÁLISE DE RECEPÇÃO: . análise e monitoramento de campanhas pagas e orgânicas/espontâneas;. gerenciamento, monitoramento e análise de conteúdo;. monitoramento de interações e engajamento de cada campanha;. análise e monitoramento da presença digital do projeto;. levantamento do clipping de imprensa;. elaboração de propostas de adequação de campanhas conforme resultados alcançados.
Material de apoio pedagógico: E-book - Formato: digital (40 páginas) Título: Teatro na Fronteira - dramaturgias em expansão Emissão de ISBN e Ficha Catalográfica.
Produto: ESPETÁCULO TEATRAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais de apresentação dos espetáculos teatrais contam com rampa de acesso e poltronas exclusivas para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e obesas. Disponibilizaremos cadeira de rodas para pessoas idosas e/ou com mobilidade reduzida. Contará também com acessibilidade a pessoas com nanismo. Itens da planilha: 1) Locação de equipamentos (aluguel de cadeira de rodas, aquisição de degraus - adaptação de banheiro para pessoa com nanismo); 2) Aluguel de vans (para transporte de pessoas com mobilidade reduzida); 3) Consultor de Acessibilidades; 4) Monitores. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: No espaço, haverá sinalizadores de piso tátil para auxiliar a autonomia de pessoas com deficiência visual. Para o espetáculo OraMortem disponibilizaremos audiodescrição. Itens da planilha: 1) Locação de Equipamentos (Piso tátil); 2) Locação de rádio comunicação; 3) Audiodescrição; 4) Consultor de Acessibilidades; 5) Serviço de Audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Para o espetáculo Verniz Náutico para Tufos de Cabelo teremos intérprete de Libras para as pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdo do espetáculo. Item da planilha: 1) Intérprete de Libras; 2) Consultor de Acessibilidades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GERAM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: as sessões teatrais contarão com monitores neurodivergentes para atendimento do público com deficiência. Item da planilha: 1) Monitores; 2) Consultor de Acessibilidades. Produto: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais onde serão realizadas as oficinas de teatro e intercâmbios artísticos contam com rampa de acesso e cadeiras exclusivas para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e obesas. Disponibilizaremos cadeira de rodas para pessoas idosas e/ou com mobilidade reduzida. Contará também com acessibilidade para pessoas com nanismo. Itens da planilha: 1) Locação de equipamentos (aluguel de cadeira de rodas, degraus - adaptação de banheiro para pessoa com nanismo); 2) Aluguel de vans (para transporte de pessoas com mobilidade reduzida); 3) Consultor de Acessibilidades; 4) Monitores. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: No espaço, haverá sinalizadores de piso tátil para auxiliar a autonomia de pessoas com deficiência visual. Itens da planilha: 1) Locação de Equipamentos (Piso tátil); 2) Consultor de Acessibilidades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Para as oficinas de teatro "Dramaturgias Expandidas" e no intercâmbio artístico "Cultivar Futuros" teremos intérprete de Libras para as pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdo dos mesmos. Item da planilha: 1) Intérprete de Libras; 2) Consultor de Acessibilidades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GERAM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: as oficinas e os intercâmbios contarão com monitores neurodivergentes para atendimento do público com deficiência. Item da planilha: 1) Monitores; 2) Consultor de Acessibilidades.
Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do artigo 30 da IN nº 11/2024, publicada em 30 de janeiro de 2024. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto nos incisos II e V do artigo 30 da referida normativa, a saber: II - Oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Daniela Correa Leite (Dani Leite) - Proponente, Atriz, Oficineira, Coordenadora Artística e Coordenadora do Projeto Diretora, atriz e pesquisadora no in-Próprio Coletivo, Dani Leite é doutora em Estudos de Cultura Contemporânea (UFMT/ECCO - 2019), onde defendeu a tese "O que pode o teatro como poética do acontecimento: cartografias de desejos e uma ode à desobediência". Possui mestrado também pelo ECCO/UFMT e graduação em filosofia pela mesma instituição. Participa do grupo de pesquisa "Artes híbridas: intersecções, contaminações e transversalidades". Atuou e dirigiu os espetáculos "OraMortem", "in-Próprio para Dinossauros" e "Verniz Náutico para Tufos de Cabelo", a performance "Não cabe mais, gente!", a desmontagem "Despeça-te" e o experimento cênico digital "Quando tudo era mar". Fundadora da 1° Piso - plataforma digital com foco em formação e criação nas Artes da Cena, onde atua na articulação e curadoria. Em parceria com a plataforma F.E.R.V.O coordenou e ministrou uma série de oficinas no projeto “Ajuntamentos (im)possíveis para mover futuros”, proposta de interlocução entre criação, gestão cultural e os princípios e práticas que embasam a agrofloresta, abordando temas como regeneração, diversidade, experiência e colaboração como ativadores do fazer artístico. Conduziu a “Placentário”, residência artística em ambiente rural. Em colaboração com a Cia Pessoal de Teatro dirigiu "Criame", "Requiém para Dançar" e produziu "Encontros Possíveis" - projeto de formação, pesquisa e intercâmbio em parceria com o Odin Teatret. De 2017 a 2023 ministrou aulas para as ênfases de Atuação e Direção do curso superior de Tecnologia em Teatro da MT Escola de Teatro (UNEMAT), onde também atuou como coordenadora das áreas artísticas (direção, atuação e dramaturgia) desta instituição. Em 2021 passou a colaborar como professora interina do curso de Direção da SP Escola de Teatro. Apresentou e ministrou cursos, workshops e residências artísticas em diversas cidades do Brasil e também na Colômbia e Argentina. A proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto e receberá pela rubrica de Coordenadora do Projeto. Karina Figueredo Souza - Iluminadora, Atriz, Oficineira, Coordenadora Técnica e produtora Karina Figueredo é iluminadora, atriz, professora e artista pesquisadora. Mestre em Estudos de Cultura Contemporânea (ECCO-UFMT), com a dissertação intitulada “OraMortem: por uma poética dramatúrgica da iluminação cênica". É integrante do grupo de pesquisa "Artes híbridas: intersecções, contaminações e transversalidades". Membra fundadora e articuladora da in-Próprio Coletivo (2014), território em que desenvolve pesquisas acerca da dramaturgia da luz e processos compartilhados de criação. Dentro do coletivo, criou os desenhos de luz das obras "OraMortem" (2014), "in-Próprio para Dinossauros" (2017-assina também a co-direção e atuação), "Quando tudo era mar" (2021), "Despeça-te, uma desmontagem de OraMortem" (2021) e “VERNIZ náutico para tufos de cabelo” (2024). É co-criadora, gestora e artista docente da 1º PISO - plataforma digital de formação, conexão e difusão das artes da cena. Foi professora de Iluminação na MT Escola de Teatro (Curso de Tecnologia em Teatro/UNEMAT) de 2017 a 2021. Também atuou como Coordenadora das Áreas Plásticas: iluminação, sonoplastia e cenário/figurino (2020/21) e hoje orienta trabalhos de conclusão de curso. Já ministrou cursos e oficinas, bem como compôs a programação de mostras e festivais, em diversas cidades e por diferentes projetos, dos quais destacam-se: Palco Virtual (Itaú Cultural-2021); Iluminação cênica para todes (SMCEL Cuiabá-2021); SESC Dramaturgias (Palmas-TO, Maceió-AL, Manaus-AM, Rio Branco-AC e Rondonópolis-MT-2017/2018); Projeto Gesto (SESC Alagoas); Circula MT (SECEL-MT-2016); Festival do Corredor Latino-Americano de Teatro (Três Arroyos, Argentina, 2018); Mostra SESC Cariri de Culturas (2018); Festival Mindelact (Cabo Verde - África-2019); SESC Palco Giratório (2016); SESC Amazônia das Artes (2006, 2017 e 2023). Atua como iluminadora e desenhista de luz de alguns grupos/artistas das artes da cena e da música no Brasil. Luiz Gustavo de Souza Lima Junior (Gus Lima) - Produtor Executivo, Ator, Oficineiro Membro fundador da in-Próprio Coletivo, onde também atua na gestão de projetos, na pesquisa e nas seguintes áreas: Dramaturgismo em “in-Próprio para Dinossauros”, “Verniz Náutico para Tufos de Cabelo” e “Despeça-te: uma desmontagem de OraMortem”; Sonoplastia em “Verniz Náutico para Tufos de Cabelo” (2024); Trilha sonora original em “Quando Tudo era Mar”. Premiado no CENYM 2016 (Prêmio do Teatro Nacional) pela execução de sonoplastia e trilha sonora original por “OraMortem”. Articulador cultural, redator e docente na 1º Piso, plataforma digital para formação, conexão e difusão das artes da cena. Possui Licenciatura Plena e Bacharelado em História (2006), assim como Mestrado em História - Territórios e Fronteiras (2011). Doutor em Estudos de Cultura Contemporânea pela Universidade Federal de Mato Grosso (ECCO/UFMT/2018), onde defendeu a tese "Narrar com o Corpo-trama: composições (auto)ficcionais e tentativas decoloniais". Em 2022 atuou como artista-docente na residência artística "Placentário" e no curso de gestão em arte e cultura intitulado "Ajuntamentos (im)Possíveis para Mover Futuros", pelo Edital Funarte-MG. Em 2021 assinou a pesquisa histórica e iconográfica para o livro "Mestra da Cultura: Vera Capilé - 60 anos de carreira", assim como a pesquisa histórica para C.A.P.I.T.A.L (Circuito Monumental Audiodescrito pela Inclusão - Tradução é autonomia e liberdade). Entre 2011 e 2018 trabalhou no Museu da Pessoa.net (SP), onde realizou pesquisas focadas em narrativas pessoais a partir da Tecnologia Social da Memória. Participou como docente e articulador no Núcleo Pedagógico da Orquestra do Estado de Mato Grosso (2013/14). Foi professor de classe na Escola Waldorf Brasilis (2019-2021) e atuou como Educador Popular nos projetos da ANEPS - Articulação Nacional de Movimentos e Práticas em Educação Popular e Saúde do SUS (2014-2018) Douglas Peron Pereira - Cenógrafo e Ator Ator, performer, bonequeiro, cenógrafo e produtor. Desenvolve seus trabalhos a partir das técnicas do teatro de formas animadas (escultura, papietagem, criação de moldes, títeres). Em 2017 fundou o coletivo SPECTROLAB que investiga e cria em artes da cena, no qual é membro até os dias atuais. Formado em Engenharia Civil na UFMT, é mestre em Estudos de Cultura Contemporânea da Universidade Federal de Mato Grosso e artista pesquisador membro do Grupo de Pesquisa Artes Híbridas: intersecções, contaminações e transversalidades onde pesquisa a arte contemporânea relacionada com o espaço urbano. É também, pesquisador associado ao Núcleo de Estudos e Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo (NEAU), da Faculdade de Arquitetura, Engenharia e tecnologias da UFMT e formador do curso de Cenografia na MT Escola de Teatro em parceria com a UNEMAT desde 2019. Integrante da equipe do Instituto Kurâdomôdo Cultura Sustentável, onde atuam em diferentes frentes da cultura e meio ambiente. Fundador do Labirinto Espaço Criativo em Cuiabá.
PROJETO ARQUIVADO.