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O Circuito #ArteNãoÉPrivilégio visa realizar a primiera exposição nacional de arte urbana abrangendo 24 capitais do Brasil, sendo 7 instalações em algumas das maiores favelas do país e 17 instalações em centros urbanos degradados, promovendo uma programação cultural acessível a todos. O objetivo é democratizar o acesso à arte e à cultura, atendendo populações historicamente negligenciadas, transformando territórios em galerias a céu aberto e universalizando o acesso de forma digital. O Circuito contrata e promove novos talentos locais junto a artistas consagrados, incentivando uma rica troca de conhecimentos. A exposição a céu aberto contará com obras de 24 artistas e obras. Desta forma, buscamos valorizar artistas independentes e consagrados, empoderar territórios e comunidades, promovendo a arte como tecnologia social para sociedades mais justas e igualitárias, com ações concretas de revitalização, lazer, cultura e socialização gratuitas, resultando em cidades mais sustentáveis.
Circuito #ArteNãoÉPrivilégio - Exposição Presencial O Circuito #ArteNãoÉPrivilégio visa realizar uma exposição de arte a céu aberto nas 24 capitais do Brasil, abrangendo 7 grandes favelas e 17 centros urbanos degradados, promovendo uma programação cultural acessível à todos. O objetivo é democratizar o acesso à arte e à cultura, atendendo populações historicamente negligenciadas, transformando territórios em galerias a céu aberto e universalizando o acesso de forma digital. O Circuito contrata e promove novos talentos locais junto a artistas renomados, incentivando uma rica troca de conhecimentos. A exposição de arte a céu aberto contará com obras murais de 24 artistas. Desta forma, buscamos valorizar artistas independentes e consagrados, empoderar territórios e comunidades, promovendo a arte como tecnologia social para sociedades mais justas e igualitárias, com ações concretas de revitalização, lazer, cultura e socialização gratuitas, resultando em cidades mais sustentáveis. Circuito #ArteNãoÉPrivilégio - Exposição/Guia On-line Todas as obras serão disponibilizadas através na plataforma museuceu.org por meio de guia virtual, incluindo conteúdos audiovisuais do processo criativo a instalação das obras com tradução em libras, audiodescrição e legenda descritiva. Circuito #ArteNãoÉPrivilégio - Para Todos O projeto inclui a realização de 24 oficinas gratuitas de arte urbana, sendo uma por capital, totalizando 240 vagas. Cada oficina, que ocorrerá durante a instalação de cada obra, será uma oportunidade para compartilhar conhecimentos e saberes sobre esta dimensão artística com um público diverso. As oficinas permitirão que os participantes aprendam técnicas e conceitos de arte urbana diretamente de artistas experientes, promovendo a educação artística e a expressão criativa.
OBJETIVOS O Circuito #ArteNãoéPrivilégio, como Programa de Difusão Nacional de Arte Urbana do Museu CÉU, visa realizar até o final de 2025 a primeira exposição nacional de Arte Urbana, abrangendo as 27* capitais do país. O programa tem como objetivo desenvolver e fortalecer artistas, territórios e comunidades, além de oferecer uma programação acessível a todos. *A primeira etapa do projeto foi selecionada e aprovada pela Bolsa Funarte de Artes Visuais Marcantonio Vilaça 2023 - será realizado nas seguintes cidades e estados: Brasilia - Distrito Federal, Salvador - Bahia e Belém- Pará Objetivo Geral Realizar 24 instalações de arte a céu aberto. Objetivos Específicos 1. Democratização do Acesso à Cultura - Realizar o projeto em 7 favelas, como forma de inclusão cultural, que estão entre as maiores do Brasil e que historicamente são excluídas do acesso à arte e à cultura, como por exemplo, do acesso aos museus tradicionais, atendendo assim, um público significativamente mais vulnerável, em especial os moradores locais.- Realizar o projeto em degradados de importantes capitais do Brasil, que embora concentrem equipamentos culturais como as demais regiões centrais, não necessariamente atendem a classe trabalhadora e os cidadãos menos privilegiados com a oferta de arte e cultura a céu aberto, gratuita e principalmente de livre acesso. Desta forma, buscamos valorizar artistas independentes e consagrados, empoderar territórios e comunidades, promovendo a arte como tecnologia social para sociedades mais justas e igualitárias, com ações concretas de revitalização, lazer, cultura e socialização gratuitas, resultando em cidades mais sustentáveis. 2. Transformação de Espaços Urbanos e Economia Criativa - Transformar 24 áreas degradadas em galerias de arte a céu aberto, revitalizando esses espaços urbanos e devolvendo-os à população como locais mais seguros, de fruição artística, socialização, lazer e cultura acessíveis.- Estímular a economia local através das exposições, empregando mão de obra local, atraindo visitantes e movimentando o comércio local. 3. Impacto Social e Educacional - AÇÃO DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO - Disponibilizar 240 vagas para oficinas práticas de artes urbanas, distribuídas em 10 vagas por capital, abrangendo as 24 capitais contempladas nesta fase do projeto. Estas oficinas serão uma oportunidade ímpar para os participantes aprenderem técnicas e conceitos de arte urbana diretamente de artistas experientes, promovendo a educação artística e a expressão criativa. Ao realizar as oficinas o projeto promoverá o envolvimento da comunidade local, incentivando a participação ativa dos moradores. Isso fortalece o senso de pertencimento e identidade cultural, além de promover a inclusão social ao integrar pessoas de diferentes origens e idades em atividades criativas e colaborativas. 4. Desenvolvimento de Novos Talentos Artísticos e Reconhecimento de Artistas Consagrados - Identificar, contratar e promover 11 novos talentos artísticos locais, oferecendo-lhes uma plataforma para expor suas obras e realizar intercâmbio de conhecimentos e experiências com artistas renomados.- Identificar, contratar e promover 13 artistas consagrados, reconhecendo nacionalmente suas contribuições nas artes públicas. 5. Fortalecimento de Políticas Públicas Culturais - Articular redes locais de arte, cultura e educação, promovendo o fortalecimento de políticas públicas que visam democratizar o acesso à cultura.- Contribuição para a criação de um modelo de tecnologia social replicável em outras regiões, incentivando políticas públicas inclusivas. 6. Engajamento Digital - Ampliar o alcance do projeto através da universalização dos conteúdos digitalmente, permitindo que pessoas de todo o país e do mundo acessem e interajam com as exposições e a programação cultural. 7. Público - Impactar, publico visitante, mínimo de 52.800 pessoas, sendo 90% presencial e 10% online. Este quantitativo será mensurado a partir de "check-ins" online, postagens nas redes sociais com as hashtags #museudoeixo e/ou #artenãoéprivilégio, geolocalizadas, além de outras formas de contabilização automatizadas. Além disso, 240 pessoas participarão das oficinas. 8. Redução das Desigualdades Culturais - Auxiliar,através do projeto, o combate às desigualdades que impedem 99% da população brasileira de acessar museus tradicionais, conforme dados da UNESCO, Ibram e MinC.- Contribuir para o desenvolvimento cultural da nação, promovendo a inclusão e a diversidade cultural. 9. Acessibilidade - Priorizar a participação de todos os públicos, incluindo obras pensadas para público infantil, idoso e PCD.- As 24 obras contarão com guias virtuais acessíveis através de dispositivos móveis, incluindo vídeos, fotos do processo criativo e entrevistas com os artistas, com tradução em Libras, audiodescrição e legendas descritivas. 10. Legado - Priorizar obras duráveis, deixando 24 murais de grafite a céu aberto com durabilidade média de 5 anos cada, impactando os territórios e comunidades selecionadas com a permanência de obras acessíveis a todos, criando um legado vivo das exposições e da cultura.
A arte urbana, manifestação artística que toma as ruas como tela, tem ganhado cada vez mais espaço no mundo e no Brasil. O grafite, com suas cores vibrantes e mensagens impactantes, destaca-se como uma das principais vertentes dessa arte. No cenário global, artistas como Banksy e Shepard Fairey provocam reflexões sociais e políticas com suas obras. No Brasil, nomes como os Gêmeos, Eduardo Kobra e Nina Pandolfo colorem as cidades com murais que retratam a cultura e a identidade nacional. O grafite, antes marginalizado, conquistou reconhecimento e hoje é celebrado como forma de expressão legítima e transformadora. O Museu Céu é a primeira instituição museológica oficial voltada para a Artes Urbanas no Brasil e tem como objetivo contribuir com a preservação, promoção, difusão, valorização, registro e acesso à arte e à cultura, em suas múltiplas dimensões e sentidos, em especial do patrimônio histórico e artístico que se manifesta no espaço público, buscando a aplicação de direitos universalmente consagrados, sobretudo ao direito fundamental de todas, todes e todos de acesso à arte e à cultura. Dedicado especialmente às vivências coletivas de arte e cultura, universalmente acessíveis e expressadas em sua diversidade de movimentos, linguagens e técnicas a céu aberto, o Museu Céu promove um trabalho fundamental que abarca a defesa da democracia cultural, essencial para a consolidação da experiência digna da vida humana. Sendo realizadora e propositora de diversas ações que promovem museus fora dos museus, levando as artes para as ruas e buscando combater os desafios que abarcam o fortalecimento e a implementação das políticas públicas para a Cultura, Meio Ambiente e Direitos Humanos para essas pessoas e territórios. Desta forma e alinhados com outras metas do Estado Brasileiro, entre elas os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS da ONU - Organização das Nações Unidas, das quais além de signatários, somos um dos principais players sediando em 2025 a 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima - COP 30, destacamos o Circuito # Arte Não é Privilégio proposto pelo Museu CÉU como estratégico, tanto no âmbito da discussão que se faz necessária sobre temas sociais e ambientais a partir dos atores e territórios selecionados, como nas ações efetivas de democratização do acesso às artes e às culturas em nível nacional. Nestes dois quesitos, apresentamos aqui uma ferramenta inovadora e eficaz das Artes Visuais que contribui para esses marcos civilizatórios urgentes. Segundo dados do Censo Demográfico 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, o Brasil tem 11.403 favelas, onde vivem cerca de 16 milhões de pessoas, em um total de 6,6 milhões de domicílios. O resultado significa uma expansão de cerca de 40% no número de brasileiros morando em favelas nos últimos 12 anos. São nesses conglomerados de casas e barracos à margem das principais políticas públicas que habitam cerca de 8% da população nacional. Além disso, dados atualizados da ONU apontam para o alto adensamento populacional urbano, que deve alcançar 70% até 2050, o que exigirá soluções mais assertivas do que as que temos hoje para uma população urbana 58% que sobrevive de maneira precária, reduzindo potencialidades. Este projeto também tomou por base a pesquisa realizada em 2021 pelos Institutos Offerwise e Jumppi sobre "O impacto das Artes Urbanas na cidade de São Paulo" revelou dados importantes: - 88,3% dos entrevistados desejam mais acesso a atividades culturais como museus, teatros e galerias.- 86,6% acreditam que as Artes Urbanas são ferramentas de democratização do acesso à arte e à cultura.- 85,8% afirmam que as Artes Urbanas melhoram a qualidade de vida na cidade.- 85,5% percebem que o investimento público e privado nas Artes Urbanas é essencial para gerar economia criativa e turismo locais.- 82,2% acreditam que o poder público deveria reconhecer e valorizar mais as Artes Urbanas.- 80% acreditam que as Artes Urbanas ajudam a promover a cultura de paz. Esses dados evidenciam a relevância do Circuito #ArteNãoéPrivilégio, que busca revitalizar espaços degradados e atender comunidades carentes, promovendo o desenvolvimento do pensamento crítico e abordando temas sociais e ambientais urgentes. A iniciativa visa desenvolver assentamentos humanos mais dignos e combater as desigualdades que impedem 99% da população brasileira de acessar museus tradicionais, segundo dados da UNESCO, Ibram e MinC analisados desde 1947 à 2022. A Declaração da Assembleia Geral das Nações Unidas de 1948, no Artigo 27, estabelece que toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade e de desfrutar das artes. No entanto, no Brasil, mais da metade da população nunca frequentou museus, cinemas ou participou de atividades culturais, devido a obstáculos como preços elevados, barreiras sociais e distâncias geográficas. O projeto também fortalece redes de conexão para manter e desenvolver novas experiências culturais, integrando temas ambientais, sociais e econômicos, contribuindo para o desenvolvimento de cidades e comunidades mais inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis. Atendendo aos requisitos da Lei Rouanet, o projeto facilita o acesso às fontes da cultura, promove a regionalização da produção cultural e artística brasileira, e prioriza a produção cultural nacional. Kleber Pagu, diretor geral do projeto Circuito #ArteNãoéPrivilégio, e toda a equipe envolvida, buscam criar a maior exposição de arte urbana do mundo no Brasil. Pagu tem vasta experiência nas artes urbanas, com mais de 300 instalações em seu currículo, incluindo duas que constam no Guinness Book. Reconhecido por promover experiências culturais acessíveis e coletivas, ele lidera este projeto com o objetivo de valorizar os territórios onde a arte está presente e registrar tudo em um acervo multimídia acessível online gratuitamente.Por isso, o apoio dessa lei é tão importante. O projeto atende os requisitos da Lei Rouanet em seu Art. 1º da Lei 8313/91 pois irá:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura ememória;IX - Priorizar o produto cultural originário do País.Além disso, o projeto atende os seguintes objetivos previstos pelo artigo 3º da Lei 8.313/1991:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Convidamos os membros das comissões a acessarem nossa plataforma digital e navegarem pelos diversos conteúdos que sempre são atualizados e apresentam nossas ações e projetos: https://www.museuceu.org
Circuito #ArteNãoÉPrivilégio - Exposição Presencial Serão criadas 24 obras "site specific" / murais de grafite por diferentes artistas, selecionados pelos curadores tanto a partir das inscrições no site quanto pelo mapeamento. As obras poderão utilizar diversos materiais e técnicas, conforme a abordagem de cada artista. Aceitaremos obras de stencil, grafite, fotografia, lambe-lambe e outras, reservando 20% para obras sensoriais. Todas as 24 obras serão realizadas considerando a necessidade de materiais e técnicas que garantam durabilidade de 2 anos, mesmo expostas ao ar livre e às intempéries. Circuito #ArteNãoÉPrivilégio - Plataforma On-line A plataforma on-line museuceu.org disponibilizará por meio de um guia virtual interativo, conteúdos de vídeos do processo criativo e da instalação das obras, com tradução em Libras, audiodescrição e legendas descritivas. As obras ficarão acessíveis on-line por 24 meses no CÉU, podendo ser acessadas gratuitamente e buscando alcançar o maior público possível. Circuito #ArteNãoÉPrivilégio - Para Todos 24 oficinas gratuitas de arte urbana, sendo uma por capital, totalizando 240 vagas. Cada oficina, que ocorrerá durante a instalação de cada obra, será uma oportunidade para compartilhar conhecimentos e saberes sobre esta dimensão artística com um público diverso. As oficinas permitirão que os participantes aprendam técnicas e conceitos de arte urbana diretamente de artistas experientes, promovendo a educação artística e a expressão criativa.
EXPOSIÇÃO MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os locais de exposição serão escolhidos levando em consideração a acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, garantindo que todos os públicos possam participar das atividades sem barreiras físicas. Incluindo obras pensadas e expostas para público infantil, idoso e PCD.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS, PcD AUDITIVOS, PcD INTELECTUAIS: As 24 obras contarão com guias virtuais acessíveis através de dispositivos móveis. Esses guias incluirão vídeos, fotos do processo criativo e da instalação das obras, assim como entrevistas com os artistas, com tradução em Libras, audiodescrição e legendas descritivas serão incorporadas para garantir que os conteúdos sejam compreensíveis por todos os visitantes. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: interprete de libras e site. O site terá - . Legendas descritivas, . Audiodescrição, · Contraste suficiente entre cores de texto e plano de fundo. · Conteúdo acessível por leitores de tela e outras tecnologias assistivas. · Imagens com descrição em texto. · Tudo precisa ser navegável e operável por teclado, controle de voz e outros métodos que vão além do mouse. · Transcrição do áudio incluindo informações complementares sobre ruídos, sons, cenários, cores etc. OFICINAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os locais onde serão realizadas as atividades serãoescolhidos por sua adequação à lei de acessibilidade física que todo local público e privado deve ter. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Monitor para acompanhamento. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: "“MONITORES” MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de Libras - responsável por ajudar na comunicaçãopara pessoas com deficiência auditiva ou surdos, por meio da Língua Brasileira de Sinais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “INTÉRPRETE DE LIBRAS” ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS, MOBILIDADE ETC: Monitores - responsável por auxiliar os participantescom algum tipo de necessidade especial como de locomoção, déficit cognitivo e outras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “MONITORES” Além disso teremos: Obras Sensoriais: 20% das obras serão especificamente desenvolvidas como peças sensoriais, proporcionando uma experiência artística inclusiva para pessoas com diferentes capacidades sensoriais. Conscientização e Melhoria do Atendimento Local: O projeto inclui iniciativas educativas junto ao comércio local, visando melhorar o acesso a banheiros, água e alimentação nos locais de exposição. Essas ações não apenas aprimoram o serviço prestado, mas também promovem benefícios econômicos ao atrair um público diversificado.
O projeto atende a Medidas de Democratização de Acesso, de acordo com o artigo 29 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 pois o projeto será totalmente gratuito.Como medida complementar de ampliação do acesso, está prevista a adoção do seguinte inciso do artigo 30 da mesma instrução normativa: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; AÇÕES: 1 - TODA A CONSTRUÇÃO DAS OBRAS DE ARTE será ao vivo para todas as pessoas e também com gravação disponibilizadas no site do projeto. 2 - OFICINAS DE ARTES URBANAS QUE ATENDERÁ 240 pessoas. Ainda além: 1. Acesso a Culturao Circuito cria um "museu fora do museu", com a instalação de 24 obras de artes plásticas e visuais que serão criadas para esta exposição, representando a nossa diversidade artística e cultural, a céu aberto. Isso não apenas valoriza artistas e territórios, mas também promove a arte e aponta para tecnologias sociais que contribuem para a construção de sociedades mais justas e igualitárias, promovendo seus agentes de transformação. Os locais selecionados fazem um recorde para atender as populações mais vulneráveis, desde moradores das 7 maiores favelas do Brasil até as populações em situação de rua de 17 centros urbanos, além do público em geral. 2. Circuito #ArteNãoÉPrivilégio - Exposição On-line A plataforma on-line museuceu.org disponibilizará por meio de um guia virtual interativo, conteúdos de vídeos do processo criativo e da instalação das obras, com tradução em Libras, audiodescrição e legendas descritivas. As obras ficarão acessíveis on-line por 24 meses, podendo ser acessadas gratuitamente e buscando alcançar o maior público possível. 3. 100% da programação do evento é de acesso livre e gratuito. 24 Obras / Artistas / uma por capital no espaço público24 Exposições / Guias on-line 24 Oficinas / 240 vagas / 10 por capital 4. Diversidade70% das vagas de traballho deste projeto, incluindo a seleção de artistas artistas, é reservada prioritariamente para pessoas pretas, mulheres, originárias, LGBTQIANP+ e PDCs. Sendo que, entre os 24 artistas contratados, 11 vagas são reservadas para novos talentos.
KLEBER PAGUFunção: Direção Geral e Curadoria / Responsável Legal da Proponente Artista, Arte-educador, Produtor, Curador e Ativista Cultural. Fundador e Presidente do Museu CÉU - Museu de Arte a Céu Aberto, Diretor de Projetos na Axé No Corre Produções e no Instituto Artx. Graduando em Sociologia e Política pela Faculdade de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Idealizador do Circuito # Arte Não é Privilégio, Pagu é um dos principais expoentes das Artes Urbanas Contemporâneas e suas produções artísticas ocupam grandes espaços urbanos, como o Boulevard Olímpico (RJ) e a Galeria Parque Minhocão (SP), onde produziu diversos murais com uma rica diversidade de artistas. Também é um dos principais articuladores do Projetos de Lei 379/2020 que reconhece mais de 60 polos culturais a céu aberto na cidade de São Paulo e PL 406/2024 que reconhece galerias de arte urbana como bem imaterial cultura do Estado de Paulo. FERNANDA BUENO DA SILVAFunção: Coordenação Geral Bailarina, Coreógrafa, Jornalista, Curadora, Produtora, Gestora e Ativista Cultural. Coordenadora Artística-Administrativa do Balé da Cidade de São Paulo, Corpo Artístico de Dança do Theatro Municipal de São Paulo; Diretora Executiva da Axé No Corre Produções e do Instituto Artxs; Vice-Presidente e Diretora Administrativa e Financeira do Museu Céu. Formada pela Escola Municipal de Bailados em São Paulo, Graduada em Jornalismo pela Universidade Paulista de São Paulo e Mestranda em Gestão e Políticas Públicas na Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. IVANA SOUTOFunção: Produtora executiva Executiva de Negócios Artísticos, Produtora Executiva, e Gestora Cultural com ampla experiência em fazer conexões, negócios, captação de recursos, consultoria e direção de produção para artistas e empresas ligadas à área da cultura e do entretenimento. Atua em parcerias e projetos com produtoras artísticas e agências de publicidade do Brasil. Ao longo dos mais de 37 anos de profissão já exerceu atividades de gestora pública, jornalista, empresária e diretora artística, além de curadora, sempre buscando a autenticidade, a qualidade na entrega dos serviços; maior representatividade feminina, e utilização da sua potente rede de contatos. Atuou na Secretaria de Cultura do Estado da Bahia assumindo a diretoria de ações culturais do IPAC; já colaborou com a Prefeitura Municipal de Salvador na implantação da Casa do Rio Vermelho (Memorial Jorge Amado e Zélia Gattai); foi empresária artística de Carlinhos Brown; colaborou com Gilberto Gil e Flora Gil na implantação dos projetos de Carnaval, e atendeu a Odebrecht nos projetos de criação do destino Costa do Sauípe no Litoral Norte da Bahia. É Especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona/Espanha; e em Empreendimentos Criativos e Projetos Culturais pelo MINC/SENAC; formada em Comunicação pela Universidade Federal da Bahia. WILLIAM DANTASFunção: Coordenador de Produção Produtor, articulador cultural e jornalista. Formado em comunicação social com habilitação em rádio e televisão com atuação no mercado audiovisual do entretenimento. No jornalismo, colabora com artigos e reportagens voltadas à arte e cultura. Atualmente, além de produtor, também ministra oficinas voltadas ao audiovisual em espaços culturais gratuitos e desenvolve uma pesquisa pessoal voltada a ao acesso à arte e cultura na cidade de São Paulo. DANILO LOPESFunção: Engenharia Engenheiro Civil e Engenheiro em Segurança do Trabalho. Atuou como Gerente de Obra pela Athie Wohnrath Associados Projetos, Construção e Gerenciamento Ltda como responsável pela organização de cronograma, escopo e padrões de qualidade. Assim como, pela Lock Corporativo Ltda, no gerenciamento de projetos, conferência e acompanhamento técnico. Na Construmoura, Construtora e Empreendimentos, como Engenheiro Civil, no gerenciamento de equipes e gestão de suprimentos, leitura e interpretação de projetos estruturais e arquitetônicos, além de ações de combate a incêndios e instalações elétricas e hidráulicas. Formado em Engenharia Civil pela Universidade Bandeirante e Pós Graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Universidade Paulista. Também realiza cursos de capacitação e formação em gestão de pessoas com base nas Normas Técnicas vigentes. Voluntário atuante na Comunidade de Heliópolis, também foi premiado pela Bolsa de Valores de São Paulo, na Categoria Bovespa na Escola. WILLIAM ALEXANDRINO Função: Experiência Digital Willian é pós-graduado em Gestão Cultural pela ECA USP, especialista em Economia Criativa e Desenvolvimento pela FGV SP e bacharel em comunicação social. Professor de cursos de criatividade e inovação na ESPM e SENAC e pesquisador em tecnologia criativa. Trendwatcher e Trendhunter em desenvolvimento de produtos tecnologicos. Comunicador no programa em qualificação em artes da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, tem em seu currículo além de palestras de criatividade por todo Brasil a produção de eventos no âmbito privado, da economia criativa e da cultura. Premiado internacionalmente pela inovação na plataforma digital do Museu da Língua Portuguesa. Após passagens por empresas como: Akzo Nobel, Softek, CASACOR, Bradesco, Boehringer, em 2019, Willian Alexandrino é convidado pelo Presidente da SFORZA Holding, e um dos maiores empresários do Brasil, Carlos Wizard, a integrar a direção de marketing e gestão comercial da ALOHA LIFE, empresa de cosméticos naturais, uma das 21 empresas do sólido grupo que possui em seu portifólio marcas como: Pizza Hut, Taco Bell, KFC, Mundo Verde, Topper, Rainha dentre outras. Um mês após sua chegada a empresa anuncia a estratégica fusão com a Mundo Verde, o maior mercado de produtos naturais do Brasil seguida de uma parceria inédita com a então colega de TV de Carlos Wizard no programa “SHARK TANK", Cris Arcangeli, uma das maiores empresárias de cosméticos e produtos alimentícios do país. Willian Segue aplicando seus conhecimentos estratégicos de marca e produto, trabalhando o lançamento de novos produtos, campanhas comerciais. Soma-se a esta experiência o trabalho como Gestor no Theatro Municipal de São Paulo, o maior complexo multicultural da América Latina e um dos principais pontos de entretenimento do país. ERIKA PESSÔAFunção: Relações Públicas Formada pela Syracuse University (EUA) em MBA de Comunicação Internacional e pós graduada em MKT pela Newton Paiva. CEO & Founder da Pessoa. Consultoria em Relações Públicas (MG) e sócia da Content.PR/MD (SP). Professora da Universidade Fumec. Colunista da Revista Gestão & Negócios. Co-autora do livro “Jovens Empreendedores: Líderes de Um Brasil que Dá Certo” da editora Leader. Jurada do prêmio Aberje, mentora de negócios da Rede Mulher Empreendedora e da Alumna.
PROJETO ARQUIVADO.