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O projeto visa a circulação do Espetáculo Teatral "Os Avessos" com o grupo deTeatro Arte & Fatos. A proposta contacom 10 (dez) apresentações; 02(duas) emMinas Gerais, 02 (duas) no Distrito Federal,02 (duas) em Goiás,02 (duas) em São Paulo e 02 (duas) no Rio de Janeiro. O texto é uma livre adaptação do conto "Sorôco, Sua Mãe, Sua Filha" de João Guimarães Rosae e direção de Danilo Alencar. A narrativa é feita através das lembranças de um expectador tão presente quanto a própria estória, no momento da despedida de uma família que não mais se sustenta na sanidade do mundo,e por isso, se parte. Sorôco leva a Mãe e a Filha numa jornada sem volta, rumo ao hospício de Barbacena - MG, rumo ao nunca mais. Serão separados, como sempre, os loucos dos sãos. Sorôco, como tantos, não tem opção: Elas não mais pertencem ao pseudo mundo "normal". O espetáculo é encenado nas Estações Ferroviárias desativadas das cidades elencadas, e conta com uma oficina de teatro de 04 (quatro) horas ministrada pelo diretor Danilo Alencar como contrapartida do projeto.
"Ah, mas, no centro do sertão, o que é doideira às vezes, pode ser a razão mais certa e de mais juízo!". O Grupo de Teatro Arte & Fatos, se aventura mais uma vez no universo Roseano. Dessa vez, o diretor e dramaturgo Danilo Alencar mergulha com o grupo em um dos contos do segundo livro do autor, chamado “Primeiras Estórias”. O diretor decidiu pela montagem por causa da identidade que têm com as personagens do livro, que são pessoas quase sempre pertencentes às categorias de loucos ou crianças. Essas personagens, criadas de forma genial por Guimarães, nos remetem a um mundo povoado por pessoas invisíveis na perspectiva dasociedade. São vistos, mas não são enxergados. A narrativa é feita através das lembranças de um expectador tão presente quanto a própria estória, nomomento da despedida de uma família que não mais se sustenta na sanidade do mundo, e por isso, se parte.Sorôco leva a Mãe e a Filha numa jornada sem volta, rumo ao hospício de Barbacena - MG, rumo ao nunca mais. Serão separados, como sempre, os loucos dos sãos. Sorôco, como tantos, não tem opção: Elas não mais pertencem ao pseudo mundo "normal".Porém, Guimarães, em sua linguagem singular que desconstrói e reconstrói a língua portuguesa, valorizando-a mais que sua própria origem, e ulitizando-se de cenários que desenham em papel pobre a riqueza do país, nos leva a pensar: Quem são os loucos, quem são os sãos? Quão distantes estão de nós? Suas respostas, Roseanas, provavelmente, serão aos avessos. "A loucura enche os vazios da vida, solta fogos de artifícios, escancaram os horizontes".
Descentralização da produção cultural, circulação de espetáculo, fomento a dramaturgia Brasileira popular, pesquisa e desenvolvimento de fazeres criativos, transversalidade das expressões artísticas; Fomento à economia criativa e formação de plateia. De modo específico pretende-se: •Promover a circulação de grupos e coletivos artísticos de Goiânia em 04 (quatro) Estados e no Distrito Federal; •Incentivar, através de edital público, o interesse dos artistas a divulgarem seus trabalhos a população Brasileira; •Compartilhar com a população das cidades o repertório do grupo como um bem cultural; •Contribuir com a difusão de cultura nas capitais e cidades do interior dos Estados e fortalecer a memória cultural das mesmas; •Difundir os produtos culturais goianos no circuito nacional; •Contribuir para a apreciação e participação do público em espetáculos; •Garantir o acesso da população aos bens culturais; •Disseminar o trabalho artístico-cultural dos atores da cidade de Goiânia; •Proporcionar ao público carente à fruição teatral e o acesso a literatura nacional, cobrando preços populares de ingressos; •Garantir uma agenda cultural diversificada e permanente, promovendo a qualificação do Turismo nas cidades; • Promover uma oficina de teatro para 30 pessoas (comunidade geral) em cada uma das cidades selecionadas pelao projeto;
O teatro possui o poder da sensibilização, tanto para quem faz quanto para quem assiste. Tem grande importância no processo de desenvolvimento humano nas mais diversas áreas: conhecimento intelectual, organização dos conhecimentos empíricos, socialização do indivíduo com o outro e com o seu meio.O teatro possui a capacidade de fundir varias linguagens, agregando musica, artes plasticas, dança, mimica, literatura, ou seja, é uma arte completa. A arte é a possibilidade de reproduzir e recriar a realidade. A literatura executa esta função utilizando como matéria-prima as palavras. Entretanto, entre as várias expressões artísticas, a um ponto em comum que as diferenciam do comum: o teatro x o ator. Admirador da obra de Guimarães Rosa, o diretor Danilo Alencar incursiona pelo universo do escritor mineiro que melhor retratou o sertão pela segunda vez. Se anteriormente, ele ousou adaptar Grande Sertão: Veredas em Ser Tão Grande, dessa vez foi buscar nas Primeiras Estórias o enredo para Os Avessos, baseado no conto Sorôco, Sua Mãe, Sua Filha, a mais recente produção do Grupo Arte & Fatos. O espetáculo, que estreou como um exercício teatral do grupo, ganhou dimensão maior na apresentação no Teatro SESI. Narrada pelo padre do lugarejo, a história é muito triste. Difícil não deixar a emoção aflorar com o drama vivido pelo sertanejo Sorôco, um viúvo pobre que vive com a mãe e uma filha loucas. Sem recursos para cuidar delas, é obrigado a embarcá-las no trem que as levará ao hospício em Barbacena (MG). Sorôco caminha arrastando as duas debaixo do sol inclemente do sertão, com resignação, sem lamentar a sorte. O diretor Danilo Alencar investe pesado nos objetos cênicos e figurinos de Ser Tão Grande, criados pela figurinista Rosi Martins, mostrando que com esforço e dedicação pode-se construir algo novo. Tecidos toscos e sombrinhas bordados lembram peças de Arthur Bispo do Rosário. As máscaras usadas pelas mulheres revelam o sofrimento da loucura. Iluminação avermelhada ressaltam a aridez de uma terra ingrata. O espetáculo faz o público acreditar no suave balanço do trem que parte deixando apenas a poeira atrás de si, e um emocionado Sorôco, sozinho na estação, carregando a sua dor. Esta é uma proposta que pleiteia, não a montagem, mas a circulação regional, nacional e sua continuidade. Sua continuidade tem sido viabilizada via captação direta, inscrição em Festivais, Mostras e convites. O mesmo já foi assistido por mais de dez mil (10.000) espectadores em geral. Desde sua montagem e estreia o espetáculo ja coleciona diversas premiações de festivais pelo Brasil. Nesta proposta a circulação do espetáculo se estende por Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de janeiro e São Paulo. Como contrapartida o espetáculo será ofertado gratuitamente, oportunizando assim, o contato do público em vulnerabilidade social com a arte teatral; oferecendo a possibilidade de reflexão no contexto social. É importante para o Grupo de teatro Arte & Fatos circular com o espetáculo " Os Avessos", tanto para levar o teatro regional e nacional como forma de referência, quanto para proporcionar ao público carente à fruição teatral e o acesso a literatura nacional, além dessas cidades serem importantes na construção do teatro popular goiano, com a existência de muitos coletivos cênicos, artistas individuais e críticos de teatro, tornando possível, assim, o amadurecimento do trabalho. A justificativa deste projeto se encontra nos seus objetivos, em especial com relação à expansão do mercado das artes cênicas nacionais, uma vez que o projeto trabalha com a produção cênica de vários estados do país, fora do eixo principal de circulação. Um dos motivos que justifica a solicitação do mecanismo de financiamento é o fato de que o deslocamento da estrutura de espetáculos deste porte (transporte de cenário, figurino, som e luz) e da equipe técnica e artística para fora da cidade de Goiânia, onde foi produzida, montada e realizada temporada, possui alto custo, inviabilizando a realização destes espetáculos em outras cidades. Ante a isso, a proposta se firma no caráter de contribuir com o cenário cultural regional e nacional, delineando uma característica única e particular com foco na descentralização, no fomento e na difusão do fazer artístico, além de estimular o senso crítico, avançando no processo de construção de significados. O Grupo de Teatro Arte & Fatos tem por objetivo movimentar a cultura local e explorar a arte, pesquisando novos rumos no fazer artístico. Visando construir, escrever e adaptar obras,o grupo permanece no ensejo e na busca de trazer a cidade uma nova perspectiva cênica. Os mecanismos públicos de incentivo a cultura são fundamentais para a realização de espetáculos de qualidade artística e conceitual, pois sempre é necessário o levnatamento de investimentosque o produto não tem condições de gerar em sua etapa inicial. Parcerias com o poder público por meio de concessão de incentivos fiscais as empresas são condições primordiais para logar êxito na culminância do projeto. Neste sentido e devido a qualidadeproposta, SUA EXCELÊNCIA O CANDIDATO, se inclui perfeitamente nesse quadro. portanto, quando se trata da captação de recursos com patrocinadores que se beneficiam das leis de incentivo, o projeto amplia os caminhos para sua execução, podendo garantir as contrapartidas previstas no planejamento concebido originalmente. Fica claro, com isso, que o Projeto se enquadra nos incisos I, III, IV, V e VIII do Art. 1o da Lei 8313/91, uma vez que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; apóia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da culturanacional; salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O Projeto ainda está devidamente enquadrado no Artigo 3o da Lei 8313/91, nos incisos II - letra c e Inciso IV, letra a, uma vez que fomenta à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos deartes cênicas e estimula ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública para espetáculo teatral. Desse modo, a proposta visa atender as seguintes proposições: Dimensão simbólica: linguagens e práticas artísticas, referências estéticas, originalidade, importância simbólica, identitária e de pertencimento para a cultura local. Apresentações de música, artes cênicas e dança são formas tradicionais de expressões culturais em inúmeros eventos. A maneira com que estas formas de expressões culturais são elaboradas e apresentadas ao público é que podem ser o diferencial de um determinado evento. Dimensão econômica: aspectos relacionados à economia da cultura, geração de empregos e renda, fortalecimento da cadeia produtiva, formação de mercado para a cultura. É de conhecimento explícito que as áreas da cultura e do turismo cultural fazem parte de uma cadeia produtiva que desenvolve muito a economia das localidades, onde são fortemente incentivadas. Estas áreas se complementam justamente porque o desenvolvimento de projetos culturais, atrelados ao turismo ou não, fomenta um mercado ainda em fase de estruturação e compreensão por muitos gestores públicos e privados do país.Assim, temos certeza da contribuição do evento para a geração de renda em várias áreas como comércio, alimentação, hospedagem, transportes, etc. Além disso, a geração de uma mentalidade cultural sólida com a participação dos artistas regionais fomenta a criação de novos conjuntos de pessoas interessadas nas artes e na cultura, tornando, assim, fundamental para o fortalecimento deste mercado. Dimensão cidadã: práticas de democratização do acesso, formação de plateia, medidas de acessibilidade, relação com a comunidade local. A gratuidade das apresentações e a acessibilidade ao evento para o acesso de todos os espectadores estão garantidas através da inexistência de ingressos e de uma estrutura pensada para para pessoas com deficiência auditiva, com intérprete de libras em todas as sessões do espetáculo. Como Impactos e Desdobramentos INDIRETOS: Autonomia: Pela reflexão inerente à Arte, criam-se condições para um processo de construção de cidadãos mais autônomos, críticos e autodeterminados e de uma sociedade mais democrática, solidária e aberta. Ao conceder a liberdade em sua plena autonomia, conquista-se o direito de escolherem suas prioridades (do grego: "autos" _ próprios; "nomos" lei). Compreendendo a respeito da realidade do seu meio (social, político, econômico, ambiental e cultural), torna-se apto a refletir sobre os fatores que lhe dão forma, bem como à tomada de iniciativas no sentido de melhorar sua situação. Esta emancipação possibilita um maior poder na tomada de decisões, ao atingir uma participação crítica e ativa que não pode, de forma alguma, ser confundida com a simples "presença" ao longo do processo de decisão. Por saber as pessoas das bases sociais como indivíduos ativos e pensantes, busca-se aconscientização sobre a realidade; estimula-se a autoestima e a autoconfiança; desenvolve-se a capacidade da plena autoridade na tomada de decisões e a capacidade de analisar e mobilizar o meio social com vistas a nele produzir mudanças; Protagonismo: Visamos uma reflexão e a arte como meio de intervenção para a cidadania não pelo discurso das palavras, mas pelo curso dos acontecimentos, onde o participante ocupa uma posição de centralidade: é o ator principal nas ações que não dizem respeito apenas à sua vida privada, familiar e afetiva, mas a problemas relativos ao bem comum na sociedade. Cria-se sua própria fonte de iniciativa, que é ação; como fonte de liberdade, que é sua opção; e como fonte de compromissos, que é sua responsabilidade;
Circulação do Espetáculo teatral "Os Avessos" do Grupo de Teatro Arte e Fatos. Será realizada uma apresentação artística em cada cidade, em Estações Ferroviárias desativadas. O espaço público configura-se como cenário do Espetáculo. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Como contrapartida social do projeto, o diretor Danilo Alencar ofertará gratuitamente uma oficina de 04 horas para a comunidade (no dia posterior ao espetáculo) OFICINANome da Oficina: "O ator e os caminhos para a descoberta da personagem." Ementa: Vivemos cotidianamente congestionados de informações, estresse, neuroses. Nosso corpo e mente estão tomados de tudo isso e muito mais. Não existe o vazio para que possa ser propiciado a chegada de outros valores. Um copo vazio só se enche quando algo derramado lhe ocupa o espaço. O ator precisa primeiro se esvaziar , jogar para fora suas toxinas desnecessárias abrindo espaços para outras possibilidades. Através desta oficina buscamos desenvolver processos que possam desintoxicar nosso corpo e nossa mente dando lugar a chegada da personagem de um outro ser fictício, isso porque continuamos sendo nós mesmos. Claro, este trabalho é apenas uma composição junto a outros elementos que se somam na complexidade da criação da personagem. Vagas: 20 pessoasMinistrante: Danilo AlencarPúblico alvo: Interessados em Teatro Idade dos alunos: a partir de 16 anos
A acessibilidade hoje faz parte das condições essenciais para o desenvolvimento e aprofundamento da nossa democracia, enquanto instrumento de integração dos cidadãos que, se encontram numa situação mais vulnerável, ou que corram o risco de serem excluídos de participar nos mais variados contextos da nossa sociedade.Acessibilidade significa permitir que todos desfrutem de todos os espaços e serviços que a sociedade oferece, independentemente da capacidade de mobilidade de cada um. Significa não apenas permitir que pessoas com defiociência ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes para uma determinada população. O projeto em sua completude conta com uma assessoria de acessibilidade, abrangendo todas as ações e intenções do projeto, desde o conceito à atuação no campo da promoção e divulgação para este público específico. Para além das estratégias pensadas para atingir o público específico, a proposta visa como recurso de acessibilidade o intérprete de Libras, em todas as sessões do espetáculo, pensando na democratização do acesso e dos bens culturais.Os espaços urbanos, sejam públicos ou privados, devem permitir o acesso à qualquer cidadão, atendendo às suas necessidades quer sejam em locomoção, deslocamento ou consumo. As atividades básicas do ser humano dependem da sua possibilidade de deslocamento e acesso. No entanto, antes de se ter uma determinada vontade, o ser humano contemporâneo tem o direito de ir e vir. Por isso, é sempre importante dar acessibilidade as pessoas queprecisam, seja na rua ou em um estabelecimento.Para isso, os espaços públicos a serem escolhidos para realização do espetáculo, produto principal e único deste projeto, deverão obrigatoriamente possuir as melhores condições de segurança e autonomia em suas dependências para atender ao maior número possível de pessoas, a fim de oferecer atenção especial a todos aqueles que possuem mobilidade reduzida ou quaisquer outras deficiências físicas e aos idosos.Declaramos, com isso, que os espaços a serem selecionados deverão possuir entre outros quesitos:Rampas de acesso, corrimão, acompanhamento presencial a ser contratado pelo Projeto para auxiliar na locomoção de pessoas de deficiência visual, auditiva ou locomotiva, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável às pessoas com deficiência e idosos em atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, e nos termos do art. 23 da lei no 10 741, de 1o de outubro de 2003, e a pessoas com deficiência, conforme o disposto no art. 46. Para além da acessibilidade arquitetônica o projeto conta com acessibilidade comunicacional, com intérprete de libras e audiodescrição nas capitais de cada Estado e no Distrito Federal.
Para que se obtenha a democratização do acesso e da produção da cultura, uma série de medidas serão tomadas. Dentre elas, destaca-se a necessidade de conferir a cada indivíduo ou grupo social produtor de cultura o poder de disseminar a sua produção cultural e assim fazer frente à produção massificada para que eles possam preservar a sua diferença, a sua individualidade. Por outro lado, é necessário que o acesso ao bem produzido possa ser levado ao maior número possível de pessoas. A democratização do acesso a cultura só pode ser entendida como a criação de condições que facilitem e promovam o acesso aos bens culturais. Ela significa a garantia de que ninguém, sejam quais forem e qual for a sua origem ou condição social, será impedido de exercer esse direito.Significa desenvolver o espírito crítico, é facilitar a iniciativa pessoal e ajudar os indivíduos a expressar os seus valores e as suas necessidades. Este é um projeto que pretende convidar a sociedade a participar junto com toda a equipe como formadores de opinião e de novas platéias. Pensando na democratização do acesso, atendendo a IN 05/2017 declaramos que será adotada a medida prevista no Inciso I do artigo 21 da referida Normativa para o Principal e único Produto deste Projeto: Espetáculo de Artes Cênicas, a saber: I - doar, além do previsto no INCISO I, do art 44, do Decreto5761 de 2006, no mínimo 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público,devidamente identificados; Sendo assim, 20% dos ingressos gratuitos do projeto serão distribuídos, proporcionalmente em cada cidade, número de sessões, ampliando as perspectivas culturais e artísticas de várias pessoas em vulnerabilidade social, estudantes e professores do ensino público, agentes públicos, entidades assistenciais e equipamentos culturais de acesso franqueado. Para isso, serão mobilizadas as Secretarias Municipais e Estaduais (quando houver) de Educação e Cultura de cada município que irá receber o espetáculo, previamente, afim de estabelecer parcerias públicas e identificar os grupos que precisam ser beneficiados com esse tipo de ação. para além destas ações, todas as apresentções serão gratuitas.
*Proponente, Direção Geral, Artística e Oficineiro: Danilo Alencar Começou no teatro em 1974, em Brasília, atuando no espetáculo infantile “Ovolada”, criação coletiva do grupo Cogitação, sendo também um de seus fundadores. Bacharel em História pela PUC Goiás, Pós-graduado em História da Arte pela PUC Goiás e Pós- Graduando em Direção Teatral pela Faculdade Dulcina de Morais em Brasília/DF. Atuou no espetáculo “o Salão de Dom Ratão”, de 1975 à 1977. (1979 a 1983) participou da montagem “A arca de Noé”, do Musical de Vinícius de Moraes, de mesmo nome. No ano de 1985, volta a trabalhar em “O Salão de Dom Ratão”, dessa vez como diretor.(1987) Dirigiu “Pescadores de Sonho”, adaptação da obra Dorival Caymmi - “Suite de Pescadores”.(1988) Ingressa na Universidade Católica de Goiás, hoje, PUC Goiás, no curso de História do HGS, departamento de História. Nessa ocasião, Propõe o projeto “História no Teatro”, cujo propósito é a representação de fatos históricos através da linguagem teatral. No mesmo ano é fundado o grupo de teatro Arte & Fatos, do Programa Cultural da Universidade Católica de Goiás, hoje, Coordenação de Arte e Cultura da PUC Goiás, com o qual realiza osseguintes trabalhos, como autor e diretor.(1989), Liberté, Uai - No Bicentenário de Revolução Francesa e centenário da Inconfidência Mineira, escreveu, dirigiu e atuou.(1990 a 1995), Sob o Sol de Canudos - No Centenário do movimento de Canudos, escreveu, dirigiu e atuou.(1995), Herdeiros de Zumbi – Escreveu em parceria com Ironildes Bueno e Pedro Tierra e dirigiu a peça na comemoração dos 300 anos do movimento de Palmares.(1997), Anjos Poetas – Tributo nos anos 50 de Castro Alves.(1998), Nos Trilhos da História – a desagregação do sistema primitivo, adaptação dos textos de Marx e Engels. Neste mesmo ano dirigiu o espetáculo “Sorôco, sua mãe, sua filha e o Espelho” de João Guimarães Rosa, trabalho desenvolvido dentro do Colégio DJ. (2000) Opereta do Cerrado – Escreveu, dirigiu e atuou, na inauguração Memorial do Cerrado da Universidade Católica de Goiás.Ainda em 2000 resgata a montage de “Herdeiros de Zumbi”, dentro do Projeto Brasil 500 anos, promovido pela Universidade Católica de Goiás. Nesse período foram realizadas aproximadamente 52 apresentações, em festivais nacionais e estaduais. Neste mesmo ano dirigiu a peça “Baseado na vida”, inspirada na música Faroeste Caboclo de Renato Russo, participando do Concurso Nacional de Dramaturgia da Secretaria Nacionalantidrogas (SENAD), em Brasília.(2002), “Toca, Mariles!” - Uma História da Ditadura Militar – Dirigiu e escreveu em parceria com Pedro Tierra e James Frederico Rocha. Neste mesmo ano participou como ator no espetáculo “Rasga Coração”, de Oduvaldo Viana Filho, dirigido por Marcos Fayad, da Cia Teatral MartimCererê. Participou como ator no espetáculo “Martim Cererê” e “Cara de Bronze” de João Guimarães Rosa,sob direção de Marcos Fayad. Participa como ator do filme “A visita Noturna”, de Julio Van.(2003) “A Aurora da Minha Vida”, de Naum Alves de Souza, com direção de Danilo Alencar. (2004) Estréia o Espetáculo “A Clara de Ovo”.(2006) Participou como ator do espetáculo “Puro Brasileiro”, da Cia Teatral Martim Cererê, no projeto Palco Giratório do SESC, por 30 cidades do país. Em 2006, foi contemplado com o Prêmio Mirian Muniz de Teatro da Funarte/Petrobrás, e pela Lei Municipal de Incentivo a cultura de Goiânia, para a montagem do espetáculo “Balada de um Palhaço”, que permanece em cartaz até os dias de hoje.(2011) – “Ser Tão Grande” de Danilo Alencar(2014) - “Travesseiro” de Danilo Alencar(2015) - “Os Avessos” de Danilo Alencar. Medalha Tiokô Otavinho Arantes, concedida pela UBE – seção Goiás, para o diretor DaniloAlencar, como destaque na área de Teatro. 2007/2008. Prêmio Cara Vídeo de Comunicação, para o diretor Danilo Alencar, pelo trabalho realizado naárea de Teatro. Título Honorífico de Cidadão Goianiense, para o diretor Danilo Alencar, concedido pela Câmara Municipal dos Vereadores de Goiânia.Medalha de Mérito Cultural, concedida pelo Governo do Estado de Goiás, através do Conselho Estadual de Cultura, ao diretor Danilo Alencar, pelos relevantes serviços prestados na área cultural. (2016) Direção de Lágrimas de Guarda Chuva de Eid Ribeiro.(2016) Direção e Dramaturgia de Mundo Cerrado.(2017) Direção e Dramaturgia de Baseado na Vida - a Saga de João de Santo Cristo. Atualmente é Fundador e Presidente da Associação Cultural Casa de Nazaré e coordena as ações artístico formativas da Instituição. Atua também como diretor teatral do Grupo Arte e fatos ao qual é fundador. *Coordenação Geral do Projeto e produção Executiva: Maressa Stephany Ferreira Souza ESPECIALISTA EM DOCENCIA DO ENSINO SUPERIOR, GRADUADA EM SERVIÇO SOCIAL PELA PUC GOIÁS E EM TECNOLOGIA EM PRODUÇÃO CÊNICA PELO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE GOIÁS EM ARTES BASILEU FRANÇA. TAMBÉM SE FORMOU EM MÚSICA NA MESMA INSTITUIÇÃO. FUNDADORA DA EMPRESA NÓS DUAS PRODUÇÕES, ATUALMENTE É RESPONSÁVEL PELO NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE DO SESC GOIÁS. Principais projetos como gestora e idealizadora - Encontro Bienal PROCENA – Acessibilidade e outras Perspectivas - 5 edições realizadas desde 2016. - Podcast – Acessibilidade e Cultura, 2020. - VideoCast – Debate Acessibilidade Cultural e as Tecnologias Assistivas, 2020. - Lançamento Livro – Peripécias de Vidas Entre Atos, 2020. - Espetáculo No Fundo do Poço com o Grupo de Teatro Arte e Fatos – PUCGO, 2019 - Circulação Nacional do Espetáculo Lágrimas de Guarda Chuva com o Grupo de Teatro Arte e Fatos, 2018. - Circulação do Espetáculo A Farsa da Boa Preguiça com o Grupo de Teatro Guará, 2015. - Espetáculo Mundo Cerrado com o Grupo de Teatro Arte e Fatos – PUCGO, de 2016 a 2022. - Espetáculo Baseado Na Vida – a saga de João de Santo Cristo com o Grupo de Teatro Arte e Fatos – PUCGO, 2017. Principais projetos como Produtora - CURSO DE GESTÃO, PRODUÇÃO E PESQUISA TEATRAL - CAPACITAÇÃO PARA AGENTES CULTURAIS. 2022. - 5o FESTIVAL INTERNACIONAL DA DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO DE GOIÁS, 2020. - 4o MORCE-GO VERMELHO - GOIÁS HORROR FILM FESTIVAL, 2020. - ESPETÁCULO EMPODERE AS MULHERES COM A CIA DE DANÇA BITTENCOURT, 2019. - DIGO, FESTIVAL DA DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO DE GOIÁS, 2017. - XXII SIMPÓSIO DE ESTUDOS E PESQUISAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO – CIÊNCIA E FORMAÇÃO: UTOPIAS E DESENCANTOS, 2015. - FÓRUM NACIONAL SETORIAL DOS SEGMENTOS ARTÍSTICOS. - CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA CULTURAL – CNPC – MINISTÉRIO A CULTURA - RIO DE JANEIRO/RJ - 2015. - PROJETO LUTADORES 4X4 PERFORMANCE CÊNICA, 2014. 1 ̊ SIMPÓSIO MERCADO DAS ARTES, 2014. *Produção geral: Fernanda Fernandes - F2 Produções Nascida em Porto Alegre/RS em 1979, cursando o último semestre do curso superior de Tecnologia em Produção Cênica – Instituto Basileu França – Goiânia/GO. Proprietária da F2 Produções. Experiência em produção de projetos artísticos (peças teatrais, festivais, temporadas, mostras, performances, eventos e shows (atuando como atriz e produtora), divulgação e acompanhamento de projetos artísticos, habilidade em gestão de pessoas.Como Produtora Cultural, atua na área desde o ano 2000, onde iniciou seus trabalhos na Arte Brasil Produção de Eventos com o produtor Marcelo Carneiro, e no Grupo de Teatro Arte & Fatos/ CAC PUC Goiás com o diretor Danilo Alencar.No Grupo de Teatro Arte & Fatos de 2001 a 2014, participou como produtora das montagens:“Herdeiros de Zumbi”, “A Aurora da minha Vida”, “Toca Marilis”, “A Clara do Ovo” e “Balada de um Palhaço”.De 2002 a 2009 - Cia Teatral Martim Cererê – Produtora executiva dos espetáculos “Puro Brasileiro”, “Rasga Coração” e “Voar” apresentados em Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, fazendo temporada de dois meses em cada cidade e no projeto Palco Giratório do SESC sob a direção de Marcos Fayad.De 2005 a 2006 – Coordenadora do Projeto Oficinas/Arte Brasil Eventos.2005 – Produtora dos espetáculos da AM Produções, em projeto escola.2006 – Produtora do espetáculo Jú Onze e 24, sob a direção de Julio Vilela.2006 – Deboshow - Produtora do espetáculo sob a direção de Julio Vilela.2006 - Makro Vídeo – Produtora de comerciais. 2009 e 2010 - Produtora das duas edições do Fórum de Produção Cultural de Goiânia.2002 a 2010 - Produção e Administração de oito (8) edições do Goiânia em Cena - Festival Internacional de Artes Cênicas.2004 - Produtora do Festival de Artes de Goiás – CEFET.Diretora de Produção do Curta-Metragem JOCASTA. Direção: Ms. Amarildo Pessoa Membro da equipe de Produção de 13 edições da Galhofada – Pequena Mostra de Teatro na Rua, realizada na cidade de Goiânia, no Setor Pedro Ludovico.2009 a 2012 - Diretora de produção da FETEG – Federação de Teatro do Estado de Goiás.2010 - Coordenadora de produção da Mostra de Teatro Jaraguá Uçu - 1ª Mostra Regional de Artes Cênicas da FETEG. *ELENCO **Norval Berbari (Sorôco)Ator de Teatro desde 1989; Produtor de espetáculos teatrais; Diretor de teatro; Ator de Cinema, Séries e Comerciais de TV; PRINCIPAIS ESPETÁCULOS TEATRAIS EM QUE ATUOU: “Liberté Uái” Com o Grupo Arte e Fatos da UCG no ano de 1989, “Cabaré Goiano” Com a Cia Martim Cererê “Sob o Sol de Canudos” Com o Grupo Arte e Fatos da UCG “Boca do Inferno” Direção de Sandro di Lima; “Herdeiros de Zumbi” Com o Grupo Arte e Fatos da UCG “O Rei Leão” Com a Cia Carlos Moreira no ano de 2000 “A Coragem de Mudar (Projeto Escola)” Com a RD Produções “As Tias - A Comédia” Cia. Teatral Sem Nome no ano 2000; A PAIXÃO DE CRISTO Projeto da Prefeitura Municipal de Goiânia “Assim na terra como no céu / Sob o Sol de Canudos”UCG “O olho da fechadura”; Direção Hugo Rodas; “O PORTADOR” direção de Wellington Dias; “CENAS PITORESCAS NUMA CIDADE INVENTADA” “A PAIXÃO DE CRISTO” (2006, a 2015); “SER TÃO GRANDE” PUC-GO – 2011 –, direção Danilo Alencar; “SAD CITY” – do Trupicão Cia Teatro, 2014, direção Sandro Freitas; “DISTRITO ZERO – Atentado ao Pudor” direção Sandro Freitas; “LÁGRIMAS DE GUARDA CHUVA” (em produção 2015). ESPETÁCULOS TEATRAIS QUE DIRIGIU: “AS TIAS – A Comedia” da Sem Nome Cia Teatro, 1999; “O VELÓRIO” de Hugo Zorzetti - apresentada no IPASGO em 2002; “CEIÇÃO E QUITÉRIA” Teatro Empresa para a CELG 2006 e 2007; “PERFÓRMANCES” – Teatro Empresa A PLÁSTICA DESNECESSÁRIA – Cena Curta –2014 – 2015 - 2016 ESPETÁCULOS TEATRAIS QUE PRODUZIU: “As Tias - A Comédi; “O VELÓRIO”; “Romeu e Isolda”; “As Tias - A Comédia”; “CEIÇÃO E QUITÉRIA” Teatro Empresa “PERFÓRMANCES” – Teatro Empresa; “DISTRITO ZERO – Atentado ao Pudor” ALGUNS TRABALHOS EM CINEMA e TV “O que aprendi com meu pai”; “Lua Cheia de Passado”; “BlackPostation – A Rainha Negra”; “Vídeo Clip a Lenda do Campo”; “Xeque-Mate”; “A felicidade chega aos 40”; “Meu Skate não é Enfeite”; “Netuno”; “Luar do Sertão”; “Ruina”; “Prestes” **Leopoldo Rodriguez (Narrador) - Grupo Arte & Fatos: (2013 - 2015) Oficina Básica, Oficina Intermediária, Oficina Avançada, Grupo de Formação Teatral, pelo diretor Danilo Alencar- Grupo Guará: (2014) Oficina Básica, pelo diretor Samuel Baldani- Usina do Trabalho do Ator (UTA): (Out – 2013) Workshop realizado na cidade de Goiânia-GO- Interseções Contato Improvisação/Técnica de Alexander: (Jul – 2014) Ministrante Camillo Vacalebre (Buenos Aires – ARG)- Basileu França: (2014) Oficina de Circo 1- Goiânia Mostra Curtas: (2014) Oficina Criação de Personagens para Tv – Rita Carelli- CAL (Casa de Artes de Laranejiras): (2015) Interpretação para Tv e Cinema – Cécil Thire- LUME: (2016) O Estado de Ser do Ator – Carlos Simioni CURRÏCULO ATOR- Energia Núcleo de Dança: (2004 – 2010) Apresentações anuais de diversas peças pela Energia Núcleo de Dança- Violência Instalada: (2013) Performance de Danilo Alencar- Festa Junina Praça Cívica: (2013) Apresentação Teatral Grupo GTI. Local: Goiânia- Gonazagão: (2013 - 2015) Narrador Personagem. Coral Vozes e Cores; Locais: Teatro da PUC-GO; Ceres-GO;- O Mistério do Furto Profano: (2013 – 2014) Apresentações da Oficina de Teatro do Grupo Arte & Fatos. Locais: Teatro da PUC-GO; UFG Catalão- Maria Tetê: (2014 - 2015) Monólogo de Patativa do Assaré - Apresentação pelo Grupo Arte & Fatos, em locais diversos, totalizando aproximadamente 20 apresentações- A Paixão de Cristo: (2014 - 2015) Participação com o Grupo Guará, Direção Samuel Baldani. Local: Caldas Novas – GO- Os Avessos: (2014 - 2015) Espetáculo do Grupo Arte e Fatos, baseado na obra de Guimarães Rosa “Soroco, Sua Mãe, Sua Filha” – Direção de Danilo Alencar (Oficina Cultural Gepetto; FUGA7; 5 a Semana de Arte e Cutura PUC-GO; Teatro SESC CENTRO- Presépio Mambembe: (2014) Apresentação Teatral Grupo GTI - Lágrimas de Guarda-Chuva: (2015 – 2016) Espetáculo Arte & Fatos – Texto: Eid Ribeiro – Direção: Danilo Alencar. Apresentações diversas em GO e MG- Máscaras: (2015 – 2016) Espetáculo Grupo Teatrês – Texto: Menotti del Picchia – Comédia Dell’arte INTERNET- Entrebrisas: https://www.youtube.com/watch?v=e4-rozSUvJg&index=7&list=PLaMzOsHDSaXacIJ76UPYwHpuhw8aLcR3x- Entrebrisas: https://www.youtube.com/watch?v=i-nnlfW1x8Y Entrebrisas: https://www.youtube.com/watch?v=rxb9Qq86QWE- Ministério Público: https://www.youtube.com/watch?v=q_eOY9ZxdSQ- Fujioka: https://www.youtube.com/watch?v=1iOsxL484RQ- Magazine da Economia: https://www.youtube.com/watch?v=7PXoCQ1JV10- IPOG: https://www.youtube.com/watch?v=DThIL3JGBiw- Tyrone Cigano, Alô Porteiro: https://www.youtube.com/watch?v=eVDxzyqQwQY- Primetek (concorrendo ao prêmio Profissionais do Ano, da Rede Globo): https://www.youtube.com/watch?v=YiGjoxFM8z4- PUC-GO: https://www.youtube.com/watch?v=NChkbRg86q4- Saga Motors: https://www.youtube.com/watch?v=9Dq7Gs2kItA FILMES, TV e VÏDEOCLIPES- Carmim: Curta Metragem, dirigido por Cristiano Sousa, apresentado e premiado emmais de 5 países- A Última Corrida: Curta Metragem dirigido por Matheu Gama- Alô Porteiro: Vídeoclipe do cantor Tyrone Cigano - https://www.youtube.com/watch?v=eVDxzyqQwQY- Mutiplicai: Curta Metragem dirigido por Adan Sousa- Quarto 10: Curta Metragem, com participação de Estepan Nercessian e Igor Cotrim- Mizilin: Curta Metragem, texto de Almir Amorim PREMIAÇÕES- Lágrimas de Guarda-Chuvas: Melhor Ator Coadjuvante, com o personagem CARMELO - (FESTEPA – Festival Nacional de Teatro de Paracatu) **Fernanda Pimenta (Mãe) Atriz, palhaça Malagueta, pesquisadora, produtora, diretora, dramaturga, entre outras funções. Iniciou a carreira teatral em 2003. É mestre em Artes da Cena pela Unicamp. Já fez residência artística em Portugal e também apresentou-se na Espanha e na Colômbia. A artista transita entre diversas linguagens, dentre elas teatro físico, palhaçaria, cinema, teatro de bonecos e performance. Fez oficina com grandes mestres internacionalmente reconhecidos, como Iben Rasmussen (Odin Teatret), Sue Morrison e Duda Paiva. A artista já atuou em mais de 20 espetáculos e trabalhou por meio de várias subvenções públicas. Participou de festivais nacionais e internacionais. Dentre suas direções destacam-se “Causos de Voos e Risco”, de 2018, “Altas Baixarias”, de 2019 e “O Som do Riso”, de 2021. Atua no cinema goiano e nacional, desde 2005; já fez mais de 10 filmes, entre eles 3 longas. Em 2018, ganhou prêmio de melhor atriz no I Festival Nacional de Teatro de Bolso, por sua atuação no espetáculo “Quando se Abrem os Guarda-chuvas”. Em 2018, a artista atuou em 3 diferentes espetáculos na circulação nacional Na Estrada. Integra a Farândola Teatro, a Cia de Arte Poesia que Gira, o Grupo Bastet, a Cia Ju Cata-histórias, o Coletivo Muié do Riso e o Coletivo Pandoras. Atualmente, desenvolve graduação de Licenciatura em Teatro à distância e uma tese de Doutorado na UnB, na qual pesquisa as dramaturgias feministas na criação de palhaças. **Thaise Monteiro (Filha) Thaise Monteiro possui Bacharelado em Letras, com habilitação em Estudos Literários (2011) e Licenciatura em Letras, com habilitação em Língua Portuguesa (2011), ambas as graduações concluídas na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Goiás, onde realizou o Mestrado (2014) e o Doutorado (2018) em Letras e Linguística na área de concentração dos Estudos literários. Em 2016 e 2017 atuou como Professora Substituta na área de Literaturas de Língua Portuguesa na Faculdade de Letras da UFG. É escritora e fundadora da Cia de Arte Poesia que Gira, onde atua como atriz, assim como em outros grupos teatrais da capital goiana. Atualmente é professora substituta no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás-Câmpus Goiânia.
PROJETO ARQUIVADO.