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PRONAC 246023ArquivadoMecenato

Projeto Casa Itinerante - Teatro, Criatividade e Cidadania

ASSOCIACAO DOS AMIGOS DA ESCOLA CASA DE TEATRO
Solicitado
R$ 446,9 mil
Aprovado
R$ 446,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-11-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Realizar cursos itinerante de montagem teatral, especialidade da Associação Casa de Teatro, em um espaço, onde possuem pessoas atendidas e ou em um espaço que tenha sido atingido pela Catastrofe Climática no Rio Grande do Sul, como escolas, abrigos, espaços de transição, centros culturais, associações culturais junto a uma comunidade, sendo 03 cursos, sendo eles: Curso de Montagem Teatral para Crianças de 06 a 11 anos; Curso de Montagem Teatral para Jovens de 12 a 18 anos; e Curso de Montagem Teatral para Adultos.

Sinopse

Não possui

Objetivos

Objetivo Geral "Realizar 03 cursos de encenação e de montagem teatral, em um espaço, onde possuem pessoas que estejam sendo atendidas e ou espaços que tenham sido atingidos pela Catastrofe Climática no Rio Grande do Sul, como escolas, abrigos, espaços de transição, centros culturais, associações culturais junto as comunidades, sendo os cursos: Curso de Montagem Teatral para Crianças de 06 a 11 anos; Curso de Montagem Teatral para Jovens de 12 a 18 anos; e Curso de Montagem Teatral para Adultos; junto as cidades de Porto Alegre. Objetivos Específicos * Realização de 03 Cursos de encenação e montagem teatral: (Curso de Montagem Teatral para Crianças de 06 a 11 anos; Curso de Montagem Teatral para Jovens de 12 a 18 anos; e Curso de Montagem Teatral para Adultos) junto ao espaço selecionado; * Realização de 01 encenação final das Oficinas, pelos alunos que realizaram as oficinas culturais; * Serão atendidos 25 alunos em cada um dos Cursos, somando 75 alunos inseridos nos cursos do projeto; * Elevar a autoestima das pessoas que foram abala pela tragédia climática no Rio Grande do Sul, onde muitas estão fora de suas casas, assim como muitas crianças e adolescentes retornando para as escolas que estão muitas delas depreciadas; * Envolver mais de 15 profissionais junto as atividades dos projetos;

Justificativa

A proposta de descentralização do Projeto CASA ITINERANTE: Teatro, Criatividade e Cidadania, encontra justificaria simplesmente por sabermos da necessidade de realizar ações culturais nos espaços, que proporcionam trocas de conhecimentos vitais para o reconhecimento de sermos quem somos, conhecendo e reconhecendo as diversidades de pensamento e maneiras outras de existir no mundo. Estabelecer estas prerrogativas como prioridade, incitam uma troca genuína de saberes, os quais revolucionam a vida de todos e todas que estivermos envolvidas no trabalho. Entretanto, o momento urge para pôr em prática ações que viabilizam esses deslocamentos, uma vez que o Estado do Rio Grande do Sul se encontra em total vulnerabilidade, com tantas famílias desabrigadas pelas enchentes assombrosas de maio de 2024. Entendemos que há muito que ser problematizado sobre a sociedade a qual estamos inseridas e inseridos, com preconceitos, intolerâncias e violências contra os padrões impostos de desqualificação de gênero, racialização, estruturas aporofóbicas, intolerância religiosa, entre outras questões que envolvem segregação e rechaças culturas. Se faz urgente que a sociedade se reelabore como pensamento de uma cidadania que acolha necessidades diversas de existir, e a arte carrega em si a função de se rebelar contra a marginalização do que é diferente, e encontrar maneiras de dissolver tais enrijecimentos sociais através de seus recursos de protestos veementes, bem como pela contemplação da poesia que remanesce depois de tanta dor vivida pelo povo gaúcho. A arte pode contribuir em reunir memórias, exercendo sua função cidadã em agregar conhecimentos, dando outros sentidos para novas maneiras de viver, depois de tamanha catástrofe. Sabemos que só isso não é p suficiente, mas entendemos que podemos contribuir de alguma maneira, e que precisamos, reunidas e reunidos, esperançar um futuro mais generoso. Como núcleo de pesquisa contundente, na observação da abrangência dos seus cursos, que oferece desde vivências básicas para iniciantes em Teatro, níveis básicos e avançados em atuação e investigação de linguagens teatrais, performáticas e em atuação para o áudio-visual que equiparam artistas que passaram pela Escola para seguirem suas trajetórias profissionais atendendo as necessidades de trabalho relativas aos campos das artes cênicas, bem como provocam e encorajam aquelas e aqueles que sentem a necessidade de inventar seus caminhos como pesquisadores e pesquisadoras de criações artísticas. Essa constatação vem encorajando a equipe diretiva e docente da Escola Casa de Teatro a alçar outros vôos, elaborado ações afirmativas que viabilizam suas didáticas sistematizadas em cursos prático vivenciais, para contemporizar outrem. Uma vez que esta Escola sobrevive de vender cursos em um país de políticas culturais ainda restritas, cada arista que engaja junto a esses projetos formativos se dispõe a receber o quanto conseguirmos arrecadar, passando ano a ano vencendo mais um projeto de resistência e resiliência. Sendo assim, a Escola Casa de Teatro areja ideias de ações abrangentes, e vislumbra em editais oportunidades de realizar sonhos e criar pontes de conexão com o público ao qual o projeto CASA ITINERANTE: Teatro, Criatividade e Cidadania é direcionado. Uma escola de artistas que formam artistas que pensam no ensino da Arte como propulsora de outras perspectivas de vida, contemporizando a diversidade e as diferentes maneiras de coexistir, no exercício da pensamentos para uma sociedade mais igualitária. Essa escola se projeta na idealização de ações que viabilizem outras relações com a vida através do compartilhamento de conhecimentos mútuos, que reverberem para além do que podemos imaginar no momento da realização do presente projeto. Há muito a Escola Casa de Teatro sonha em viabilizar ações como essas, com uma parceria tão potente quanto o CIEE, contemporizando alunes sem condições de pagar um curso de capacitação, imaginando uma ampla disseminação de conhecimentos por diversas vias. A importância desse projeto não se dá pela ideia de inclusão social, mas de um atravessamento abrangente de ideias que interpelam as formas de fazer arte sob o ponto de vista ocidentalizado, provocando trocas de conhecimentos empíricos que produzem atritos nas maneiras de pensar e criar. Esses atritos são possíveis potências de outras maneiras, desformatando e desconstruindo linguagens, criando outras relações com a diversidades dos discursos e seus lugares de fala. A Escola Casa de Teatro abrange cerca de 100 a 120 alunes por semestre, pessoas que sonham ser artistas, ou que entendem a arte como importante maneira de vivenciar o mundo, como janelas abertas para outras paisagens imaginativas. Sob essa perspectiva, imaginamos ampliar significativamente nossas possibilidades artesanais de bolsas nos cursos da sede da Escola, bem como dilatando o quadro de artistas parceiras e parceiros que engajam nesse projeto de arte e vida. Esta Escola acredita nas ações coletivas como movimentos de resistência na continuidade do ofício cidadão de ser artista, na coletividade como potência criadora de outros cenários menos hierárquicos, mais igualitários, que buscam por equações sociais mais justas, a cada ação. Tais ações que irrompem formatos rígidos de existência, através de editais públicos, que abrem janelas e portas para que em algum momento consigamos acolher outras maneiras de estar no mundo. Nosso projeto dialoga diretamente com a Lei 8313/91 nos seguintes itens e artigos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Já no Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos Neste sentido nossa entidade precisa e necessita contribuir de alguma forma este momento, e para isso nada melhor que levar nossa escola e profissionais a ter um contato mais direto com este público.

Especificação técnica

Cronograma de aulas e apresentações: O presente projeto prevê o seguinte conteúdo programático, no período de 8 meses, com encontros semanais de 3 horas, totalizando uma média de 96 horas/aula, mais 30 horas de ensaios gerais, preparação e apresentação, e 18 horas de aulas com técnicos de teatro. · Aulas de pré-expressividade teatral: corporeidade; técnicas de presença cênica e percepção de espacialidade; jogos de encenação e improvisação cênica; · Aulas de criação de personagem: instrumentalização de diversidade corpórea para energias e investigação de mímese; aprofundamento de figuras possíveis para invenção de personagens através da improvisação de alterações corporais. · Aulas de encenação: encontrar textos que atendam as necessidades do grupo para uma composição dramatúrgica; ensaios para uma encenação elaborada coletivamente pelo grupo. · Aulas de iluminação, sonoplastia, composição de figurinos, maquiagem artística; composição de cenografia e produção cultural, com artistas convidados que farão parte do projeto junto à composição de um espetáculo com suas funções específicas. · Apresentação do espetáculo final para apresentar no Teatro do CIEE-RS em Porto Alegre, criando uma obra de repertório podendo ser levada para apresentar em outros teatros parceiros do CIEE no Estado. A Escola Casa de Teatro tem ampla notoriedade na continuidade de formação de atrizes e atores, com importante relevância no estado do Rio Grande do Sul, recebendo pessoas em busca de formação em atuação cênica em teatro, performance e audiovisual, tanto da cidade de Porto Alegre região metropolitana, bem como do interior do Estado do Rio Grande do Sul, e também de muitos outros lugares do Brasil. Na observação desses movimentos, a Escola observa essa ação de capacitação técnica em parceria com o CIEE-RS de grande relevância e valia, contemporizando pessoas em condições de vulnerabilidade financeira, para além dos espaços de decentralização, ocupando lugares para futuros artistas ou que usarão a experiência como impulsionador de suas trajetórias pessoais em outros campos de atuação profissional.

Acessibilidade

AÇÃO PRINCIPAL: CURSOS Acessibilidade física: Pessoas que possuam problemas com acessibilidade física terão em espaço adequado para a sua participação, uma vez que o local que será realizada a atividade é a rua principal do bairro e possui diversos locais de acessibilidade, sendo Acessível para quem quer olhar a apresentação - Planilha Financeira: Gradis para a separação do espaço reservado para pessoas com problemas de locomoção e ou dificuldades físicas reduzidas; Acessibilidade para deficientes visuais: Salvo a descrição que será dada pelo Apresentador do Evento, outras as ações não poderão ser realizadas. Acessibilidade para deficientes auditivos: Ação descrita na Planilha Financeira – Intérprete de Libras. Acessibilidade para deficientes auditivos: Ação descrita na Planilha Financeira – Intérprete de Libras. AÇÃO SECUNDÁRIA: MONTAGEM DO ESPETÁCULO TEATRAL Acessibilidade física: As pessoas que possuam problemas com acessibilidade física terão em espaço adequado para a sua participação, uma vez que o local que será realizada a atividade será em espaço com acessibilidade, já frequentadas por diversas pessoas com deficiencia e possui diversos locais de acessibilidade, sendo Acessível para quem quer olhar a apresentação - Planilha Financeira: Separação do espaço reservado para alunos com problemas de locomoção e ou dificuldades físicas reduzidas; Acessibilidade para deficientes visuais: Salvo a descrição que será dada pelo Apresentador do Evento, outras as ações não poderão ser realizadas. Acessibilidade para deficientes auditivos: Ação descrita na Planilha Financeira – Intérprete de Libras. OBS. Nas duas ações serão destinados 02 monitores de auxílio (constam na Planilha Financeira) para as pessoas com dificuldade de qualquer tipo de acessibilidade, deficiência e dificuldade de mobilidade. OBS. Em conformidade com o Art. 25 da Instrução Normativa MinC nº 1/2023, no campo da ACESSIBILIDADE, as medidas que serão adotadas para garantir acesso ao conteúdo às pessoas com deficiência intelectual. Os instrutores terão uma atenção especial aos alunos que vierem a participar entre os alunos dos cursos e eventualmente na montagem do espetáculo. Os Instrutores são preparados, assim como a equipe de assistência aos alunos, terão atenção especial.

Democratização do acesso

Nossa estratégia para a democratização do acesso, procurando atingir a todas as classes sociais buscando uma amplitude de nossas ações e do nosso espetáculo, uma vez que estas medidas são necessárias para que sejam contempladas as necessidades de democratização do acesso as oficina e do espetáculo. - Os locais onde serão realizados nossa ações são locais na própria comunidade do público alvo do projeto, o que por sua vez fica de fácil acesso dos moradores que participarão das ações e apresentações; - Disponibilizar na internet os registros audiovisuais existentes das diversas ações de nosso evento; - Permitir a captação de imagens das atividades de preparação das ações do evento e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão, Internet e Jornais; - As apresentações terão suas captadas imagens pelas diversas TVs locais e regionais e repassadas para todo o estado em reportagens; Bem como seguir as ações do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania junto aos incisos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa; OBS. Todos os eventos serão gratuítos para toda a comunidade em geral, mas terá uma reserva de espaço para os artistas, palestrantes e homenageados e ainda para os patrocinadores do evento e Ministério da Cultura.

Ficha técnica

Zé Adão Barbosa é um dos mais categorizados profissionais do teatro gaúcho, ator de grande reconhecimento, tendo recebido 3 vezes o Prêmio Açorianos de Melhor Ator. Professor na área de atuação e interpretação cênica há 3 décadas, com ampla trajetória e excelência em seus cursos. Fundador do TEPA (Teatro Escola de Porto Alegre), onde trabalhou durante 15 anos. Auodidata, carrega em seu currículo como ator em teatro persoangens diversos como Charles Bukowski de “Memory Motel”, Treplev da “Gaivota” de Tchekov, o Jerry do “Zoológico” de Albee, professor da “Lição” de Ionesco, Diabo da “História do Soldado” de Stravinski, Lukas Shuster no recente “Heldenplatz” de Thomas Bernhard, Hamm do Fim de Jogo de Samuel Beckett, Fernando Pessoa em “Coração Randevu”, palhaço Pepino em “pequeno Trabalho para Velhos Palhaços” de Matei Visniec, entre outros. Foi dirigido por nomes importantes do teatro gaúcho e também brasileiro como Luciano Alabarse, Luís Paulo Vasconscellos, Adriane Motolla e Patricia Fagundes. Em 2009 recebeu o prêmio Braskem de melhor diretor por “A Arca de Noé” de Vinícius de Morais. No cinema terpretou o cabo/cowboy do “Dia em Que Dorival Encarou a Guarda” de Jorge Furtado e José Pedro Goulart, Mutuca, o Caminhoneiro da “Estrada” de Jorge Furtado, o Groucho Marx do “Mentiroso” de Werner Shünemann, o Cabo Bento da “Noite de São João” de Sérgio Silva, “Neto e o Domador de Cavalos” de Tabajara Ruas, o padre Lara em O Tempo e o Vento de Jayme Monjardim, O Pila Pai em “Mercado de Notícias” de Jorge Furtado e A Hiena do Cati em Senhores da Guerra de Tabajara Ruas. Também tem grande experiência em atuação para televisão, e teve participações em documentários, minisséries como “O Alienista”, “Luna Caliente”, “Programa de Índio” de Jorge Furtado para a rede Globo de Televisão e na novela “Laços de Família” além de outros trabalhos para diversas emissoras. Dirigiu diversos trabalhos em teatro como “O Despertar da Primavera” de Frank Wedekind, Romeu e Julieta de William Shakespeare, “O Sortilégio da Mariposa” de Garcia Lorca, “O Mambembe” de Artur de Azevedo, “A Gaivota” de Anton Tchekov, “A Ópera dos Três Vinténs” de Brecht-Weill, “Godspell” de Stephen Schwartz e John-Michael Tebelak, “Dona Flor e Seus Dois Maridos” de Jorge Amado, entre outros. Apresentou, durante seis anos, o programa “Era Uma Vez em Porto Alegre” aos sábados pela manhã na Rádio Gaúcha, e o programa “Palco” pela Store Tv, canal 27 da NET. Larissa Sanguiné é atriz, performer, diretora de teatro, fundadora do COLETIVO QUÂNTICO, iniciou sua trajetória profissional em 1989. Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da UERGS, Graduada em Teatro pela UERGS, e formada pelo TEPA. Professora e coordenadora pedagógica da Casa de Teatro de Porto Alegre, onde ministra cursos que investigam a teatralidade e a corporeidade, para crianças, jovens e adultos. Como atriz, seus trabalhos mais notáveis estão em “CLONSSICOS” (2004), direção de Daniela Carmona, e “HOTEL FUCK: num dia quente a maionese pode te matar” (2010), direção de Jezebel De Carli. Dirigiu diversos espetáculos, os quais em muitos esteve junto a nomes como Carlota Albuquerque, Denis Gosch, Zé Adão Barbosa e Lúcia Bendati, destacando-se “A Cãofusão: uma aventura legal pra cachorro” (2010), “Dona Flor” (2016), “PROJETO LILITH: Pixações em Corpos Histéricos” (2018)’, este último premiado 4 vezes pelo Braskem em Cena de 2020. Fundou o COLETIVO QUÂNTICO em 2014, junto a Victória Sanguiné, em que desenvolvem trabalhos de pesquisa sobre teatros e performances feministas. A mais recentes relevantes pesquisas como diretora, atriz e pesquisadora decorrem dos desdobramentos de “PROJETO LILITH: Pixações em Corpos Histéricos (2018), vencedor de 3 prêmios Braskem em Cena 2020 incluindo MELHOR ESPETÁCULO JURI POPULAR; trabalho também contemplado pelo edital da campanha EU SOU RESPEITO, do Ministério Público Federal, o qual realizou a projeto PLATAFORMA LILITH (2021), o qual concebeu, coordenou, dirigiu, produziu e performou junto a outras mulheres do Coletivo. Foi integrante de outros notáveis grupos e companhias de teatro de Porto Alegre desde 2002, e participou de inúmeros trabalhos reconhecidos e premiados, exercendo diversas funções de criação. Dedica seus estudos acadêmicos em arte e educação, com pesquisas contundentes em performances aliadas aos discurso feministas. Como professora e orientadora, tem mais de 50 direções de espetáculos teatrais, produzindo e dirigindo encenações de cursos para iniciantes e cirsos profissionalizantes. Atualmente ministra os cursos para Jovens de 12 a 17 anos, e o componente curricular Atuação e Performance no curso profissionalizante Formação de Atores. Everton Rodrigues é Premiado compositor, arranjador, cantor e instrumentista porto-alegrense. Um dos nomes prolixos da produção musical gaúcha, tendo atuado em diversas áreas, como cinema, vídeo, publicidade, teatro, games e produção de Cds. Em atividade desde 1993, recebeu diversos prêmios como compositor de cinema e teatro, sempre mantendo seus estudos em orquestração e arranjo e sua versatilidade de estilos como os diferenciais de sua e a produção. Sua produção já soma mais de 70 Trilhas Sonoras e Direções Musicais. Pioneiro na utilização da eletrônica, venceu o Troféu Açorianos de Melhor Disco Instrumental em 1997. Victória Sanguiné é performer, atriz e artista visual. Licencianda em Dança na UERGS e formada pela Casa de Teatro de Porto Alegre. Durante o curso tecnólogo de Formação de Atores, atuou em “Destroia” e “Ensaios Intermitentes”, além de fazer parte da equipe de realização audiovisual destes e de outros projetos como “Cotidianos”, “K0M4”, “V.” e “(in)VARIANTE”, todos pela Casa de Teatro. Fez monitoria no curso de Formação de Atores nas disciplinas de Musicalização e Trabalho Vocal, Poéticas Corporais, Preparação Corporal e Jogo Teatral e Atuação para TV e Cinema. Professora para os cursos infantis da Escola Casa de Teatro desde 2021 e professora substituta do Projeto Teendemia desde 2018. Professora convidada pelo Laboratório Escola para o projeto “Protocolo Babel” em 2021. Estagiária do projeto de extensão “Partilhas” na UERGS em parceria com o Hospital Psiquiátrico São Pedro em 2023. Fundadora do Coletivo Quântico – junto de Denis Gosch e Larissa Sanguiné – foi assistente de direção em “Duke: Quanta Solidão Você Consegue Suportar?” e fez parte da criação de espetáculos como “PROJETO MEDEIA: A Reinvenção do Mito Sobre a Mulher, o Poder, Conspirações, Golpe e Rock and Roll” e “Os Últimos Dias de Alice Underground”, assim como de “PROJETO LILITH: Pixações Sobre Corpos Histéricos” desde sua criação até sua adaptação videográfica para o 27º Porto Alegre em Cena e, seguindo o projeto, performou em 2021 para “PLATAFORMA LILITH” com “Sobre Portas e Janelas” tendo também produzido suas plataformas digitais. Co-diretora da vídeo performance “Ainda Estou Sozinha” (2020) e também dos espetáculos “Tebas of Glass” e “La Casa de las Lloronas". A Associação Casa de Teatro dedicará sua equipe técnica e administrativa para a gestão, acompanhamento e coordenação do projeto. CARLA CEZAR - COORDENADORA GERALCursou Administração de Empresas na ULBRA, e Gestão Comercial na UNIASSELVI; Realizou cursos e workshops de vendas e gestões administrativas, em instituições como ADVB e QI. Agregado a seus estudos e investimento em pesquisa na sua área profissional, grande parte do seu conhecimento vem de práticas de mais de 20 anos no mercado de trabalho. Trabalhou durante 6 anos na ITSX, empresa representante de software para gestão, desenvolvendo conhecimentos de sistema, nas mais diversas áreas, como planejamento estratégico, riscos, qualidade, desempenho corporativo, processo de negócios, e outros. Carrega em sua trajetória a experiência em projetos de estruturação financeira e admnistrativa para Escolas de Arte, trabalhando durante 08 anos no TEPA – Teatro Escola de Teatro de POA, onde exerceu as funções que hoje exerce na Casa de Teatro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.