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PRONAC 246096Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Roger Correa Quarteto | Turnê Latino Ibérico

T. P. DE MIRANDA PRODUCOES ARTISTICAS
Solicitado
R$ 199,2 mil
Aprovado
R$ 199,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 800,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-11-01
Término
2025-09-30
Locais de realização (4)
Goiânia GoiásBelo Horizonte Minas GeraisJoão Pessoa ParaíbaBelém Pará

Resumo

Itinerância do show de lançamento do último álbum do acordeonista e compositor gaúcho Roger Correa. Como contrapartida social, o artista fará um workshop de gaita-ponto em escolas da rede pública de ensino, nas cidades onde se realizarem os shows.

Sinopse

O acordeonista e compositor gaúcho Roger Correa realiza turnê nacional de lançamento do seu mais novo álbum Latino Ibérico, junto ao seu quarteto, por 4 regiões do país. Ingressos gratuitos. Oferece wokrshop de gaita-ponto e cultura gaúcha nas escolas como contrapartida. Classificação indicativa LIVRE

Objetivos

Objetivos Gerais - Levar uma produção musical inédita do Sul do país para as outras 4 regiões. Em respeito ao DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023, incisos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais por meio apresentações gratuitas. VI- fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural, ao promover ações de acessibilidade física, comunicacional, atitudinal, informação e divulgação sobre essas ações e a busca ativa de parcerias com instituições que trabalham com as pessoas com deficiência para garantir o acesso de todos aos produtos do projeto. VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais, ao ter em cada cidade equipes compostas de profissionais locais e instituições parceiras locais. XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação, levando à escolas da rede pública de cada cidade uma atividade cultural e educativa sobre a cultura do sul e o instrumento gaita-ponto. Objetivos específicos - Levar a cultura musical do Sul do Brasil às outras 4 regiões brasileiras, apresentando 4 concertos gratuitos do novo álbum do acordeonista e compositor Roger Correa, em Teatros de lotação média de 200 a 300 pessoas das cidades de Goiânia/GO, Belém /PA, João Pessoa/PB e Belo Horizonte/MG podendo impactar diretamente até 1200 pessoas no produto principal. - Apresentar um woskshop musical gratuito em escolas da rede pública de cada cidade para uma turma de até 30 alunos, totalizando 120 crianças assistidas. - Divulgar a obra de um novo compositor brasileiro em escala nacional, valorizando a renovação artrítica; - Valorizar a mão de obra local da cadeia cultural e formas novas redes de fazedores de cultura em âmbito nacional; Promover conscientização pedagógica sobre acessibilidade cultural através das diversas ações afirmativas do projeto que impactam não só as pessoas com necessidades especiais, mas toda a sociedade ao perceber a sinalização das peças de divulgação e ao ppresenciar a aplicação prática dessas ações.

Justificativa

A composição do acordeonista gaúcho Roger Corrêa compreende as culturas brasileiras como partícipes de um processo de construção cultural latino-americana. É muito comum, na literatura política, se aludir à imagem de um Brasil "de costas para a América do Sul", sem formar cadeias regionais de valor. No entanto, essa imagem parte de um ponto de vista histórico-cultural do Sudeste e do Nordeste, as regiões quelideraram grande parte da produção cultural fonográfica e da mídia de massa ao longo do século XX, difundindo suas identidades nacionalmente. Mas quando se olha para as outras regiões, neste caso especialmente o Sul, se percebe que não só as cadeias regionais (latino-americana) de valor são realidades culturais estruturantes, como esses elementos são vivenciados cotidianamente no dia a dia, na relação direta com as fronteiras internacionais. O Sul está entrelaçado diretamente com as origens indígenas e missioneiras da tríplice fronteira da mesma forma como o samba, o choro, o forró e o maracatu são resultados do relacionamento entre as diásporas africanas e a colônia européia. Roger Corrêa começou a estudar o acordeom desde os 6 anos de idade e aprimorou-se na Fábrica de Gaiteiros, projeto social do acordeonista Renato Borghetti. Desde então, seu desenvolvimento musical foi exponencial. Já aos 13 passou a fazer parte de diversos grupos de música regional gaúcha, sendo nutrido com a música folclórica do sul do Brasil. A partir dos 16 anos, Roger entra em contato com a linguagem do Choro e passa a frequentar as rodas de Porto Alegre ouvindo a obra de Jacob do Bandolim, Pixinguinha eTom Jobim e adicionando mais pontos de contato entre a sua herança musical com outras brasilidades. Em pouco tempo estava compondo e aliando sua bagagem à música de concerto e ao jazz. Seu recente álbum, "Latino Ibérico", lançado em Julho de 2024, é o segundo álbum autoral e lugar de escape de toda sua energia musical acumulada nos últimos 10 anos. Sua composição passional, melódica e sofisticada tem origem em uma pesquisa de ritmos e raízes musicais que destacam as influências compartilhadas entre o sul do Brasil e a América Latina, através de um repertório inspirado em estilos como Milonga, Chamamé, Chacarera, Candombe, Tango, Salsa, Choro, entre outros, expressos neste concerto sob uma estética cosmopolita: a de um típico trio de Jazz (piano, baixo, bateria). Lei 8313/91 Para realizar uma ação de difusão dessa produção artística instrumental em âmbito nacional, recorremos ao mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais como uma ferramenta fundamental para tal empenho, ressaltando o atendimento às metas primordiais contidas no Art. 1º da Lei 8313/91, Incisos : I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Nosso projeto contribui diretamente para o atendimento de mais de um objetivo almejado no Art. 3º da Lei 8313/91, sendo eles: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Os deslocamentos aéreos da equipe que viaja com o projeto serão realizados nos seguintes trechos: Coordenação Geral - Thiago Pellegrino Rio de Janeiro - Goiania - Rio de Janeiro Rio de Janeiro - João Pessoa - Rio de Janeiro Rio de Janeiro - Belém - Rio de Janeiro Rio de Janeiro - Belo Horizonte - Rio de Janeiro Artista - Roger Correa Baixista - Tiê Pereira Baterista - Rodrigo Porciúncula Florianópolis - Goiania - Florianópolis Florianópolis - João Pessoa - Florianópolis Florianópolis - Belém - Florianópolis Florianópolis - Belo Horizonte - Florianópolis Pianista - Daniel Grajew São Paulo - Goiania - São Paulo São Paulo - João Pessoa - São Paulo São Paulo - Belém - São Paulo São Paulo - Belo Horizonte - São Paulo

Especificação técnica

Os shows terão duração de 90 minutos e os workshops nas escolas irão durar até 60 minutos.

Acessibilidade

Acessibilidade FÍSICA Os teatros e locais ao ar livre para os concertos serão escolhidos de acordo com sua arquitetura acessível, permitindo a participação inclusiva de espectadores cadeirantes, com uso de muletas ou dificuldades de locomoção. A produção local irá vistoriar tecnicamente os espaços, com vistas a atender às normas e critérios básicos de acessibilidade física dispostas no decreto nº 5.296/2004, Art. 23, entre eles: caput; serão reservados espaços livres para pessoas em cadeira de rodas e assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, de acordo com a capacidade de lotação da edificação. § 2º Cinquenta por cento dos assentos reservados para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida devem ter características dimensionais e estruturais para o uso por pessoa obesa, conforme norma técnica de acessibilidade da ABNT, com a garantia de, no mínimo, um assento. § 3º Os espaços e os assentos a que se refere este artigo deverão situar-se em locais que garantam a acomodação de um acompanhante ao lado da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. § 4º Nos locais referidos no caput, haverá, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT, a fim de permitir a saída segura de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. § 5º As áreas de acesso aos artistas, tais como coxias e camarins, também devem ser acessíveis a pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. De acordo com a NBR 9050/2015, A indicação de acessibilidade nos espaços escolhidos para o evento deve ser feita por meio do símbolo internacional de acesso – SIA e deverá conter ítens como rampas, elevadores, cadeiras de rodas, banheiros adaptados, piso tátil e assentos para obesos. Ítens na planilha: xxxxxxxxxxx Acessibilidade de CONTEÚDO ou COMUNICACIONAL Defendemos o conceito de acessibilidade atitudinal do professor matogrossense e estudioso do assunto Romeu Sassaki (1938-2022), como “força impulsionadora para todas as outras formas de acessibilidade, capaz de provocar pequenas mudanças, qualificando as iniciativas de inclusão e acesso das pessoas com deficiência nos espaços culturais.” Entre as ações garantidas pela produção do projeto estão: Realização de treinamento em Acessibilidade Atitudinal com os músicos e membros da produção e montagem, contratação de 1 monitores de acessibilidade local em cada concerto; Todas as publicações de posts e stories de divulgação do projeto nas redes sociais contará com a tag #PraCegoVer, oferecendo a audiodescrição de imagens para apreciação pelas pessoas com deficiência visual.programa do espetáculo disponibilidade de QR-Code levando a uma versão catálogo virtual com videolibras, audio descrição e legendas descritivas sobre o projeto.Permissão de acesso ao cão guia com carteira de vacinação atualizada;Instalação de sinalização tátil dos assentos (braille, caso não tenha sido instalado previamente)A produção de todas as artes, impressas e digitais, será guiada pelo princípio do Design Universal, aliando beleza, atratividade e efetividade comunicacional para todos os públicos, priorizando linguagem simples, contraste de pelo menos 25% entre as cores e o texto, fonte mínima 14 nos programas impressos e informações claras. Ítens na planilha: XXXXXXXX ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS As pessoas que estão dentro do espectro autista são consideradas pessoas com deficiência pela Lei nº 12.764/12 e com direito a atendimento prioritário pela lei nº 14.426, de 19 de julho de 2023. O projeto irá fornecer até 5 (cinco) abafadores de ruído por sessão para empréstimo de pessoas (autistas ou não) que sentirem desconforto acústico. A disponibilidade do equipamento será anunciada em off antes do início das sessões e também por comunicação visual.Em cada sessão a equipe de produção terá um monitor de acessibilidade com o aplicativo Matraquinha instalado em seu celular ou tablet, para facilitar a comunicação de pessoas autistas não verbais.O projeto se dispõe a desenvolver um espaço de regulação sensorial para momentos de crise, ao modelo que já existe em alguns aeroportos, com brinquedos, luz baixa, música ambiente e um monitor treinado. Propomos que a pessoa que acessou a sala possa livremente retornar ao espetáculo, se assim desejar, na próxima pausa entre músicas. Ítens na planilha: XXXXXXXX O conjunto dessas medidas não tem apenas o objetivo de informar e atrair o público cego ou de baixa visãi, autistas e pessoas com necessidades especiais, mas também familiarizar e instruir o público em geral sobre atitudes inclusivas de combate ao capacitismo.

Democratização do acesso

Todos os shows terão entrada gratuita. A escolha dos locais de realização dos shows também levarão em conta a facilidade de acesso por transporte público, sendo considerada a proximidade a estações de metrô, ônibus e a eixos urbanos arteriais. A divulgação do espetáculo incluirá uma campanha de estímulo ao uso do transporte público ou bicicleta. A fim de garantir a lotação de público nos espetáculos, o projeto irá buscar parcerias com as administrações públicas locais a fim de que o evento seja inserido em um calendário oficial da cidade, ampliando o alcance da divulgação do projeto. Nos termos do capítulo IV, seção II, Art. 30 da Instrução Normativa Nº 11/2024 da Lei Rouanet, o projeto promove: inciso II - fornecimento de transporte gratuito (e lanche) em todos os shows para 30 alunos e professores da rede pública de ensino fundamental e médio.inciso VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Coordenação Geral – Thiago Pellegrino Thiago Pellegrino / / Produtor musical, radialista pela UFRJ e agente de booking no mercado internacional de jazz desde 2005, à frente da agência Pellegrino Live Music atua como uma ponte entre artistas, empresários e promotores de eventos, em alcance nacional e internacional, com foco em agenciamento, desenvolvimento de projetos, produção artística, executiva, coordenação de turnês e logística. Coordena a produção de shows e turnês musicais, tendo já produzido shows em mais de 40 países, passando por festivais de todos os portes, jazz clubs, teatros e concert halls. Já trabalhou como agente e produtor internacional de artistas como João Bosco, Leny Andrade, Hermeto Pascoal, Billy Cobham, Elomar, Paula Lima, Robben Ford, Yilian Cañizares, Omar Sosa, Ravi Coltrane, entre muitos outros. Marca presença constante como expositor em feiras internacinais, entre elas: World Music Expo (Womex): 2008 (Sevilla), 2009, 2010 e 2011 (Copenhagen), 2012 (Thessaloniki), 2013 (Cardiff, UK), 2014 (Santiago de Compostela) e 2015 (Budapeste), Jazzahead, Bremen: 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2021 (online), 2022, 2023.MusicConnect (2019, Paris) Jazz Export Days (2020, Mont Saint-Michel) Les Rencontres AJC (2021, Paris) Le Forum Jazz (2021, Clemond Ferrand) InJazz Meeting (2022), Amsterdam e Rotterdam. O Proponente será responsável por todos os processos decisórios do projeto, bem como a gestão administrativa, de comunicação e a direção musical. Será remunerado pelas rubricas COORDENAÇÃO GERAL Artista – Roger Correa Acordeonista e compositor nascido em Guaíba-RS em 1998, começou seus estudos de acordeom diatônico aos 6 anos de idade com o seu irmão, e aprimorou-se no projeto Fábrica de Gaiteiros idealizado pelo músico Renato Borghetti. Sua carreira musical começou aos 13 anos de idade quando passou a fazer parte de diversos grupos de música regional gaúcha, antes disso já acompanhava seu pai também músico, em festas e eventos da região. Até seus 16 anos sua única escola musical era a música folclórica do sul do Brasil, Uruguai e Argentina. Depois de entrar em contato com a linguagem do Choro passou a frequentar esses ambientes de roda na capital Porto Alegre e a ouvir artistas como Tom Jobim, Jacob do Bandolim, Pixinguinha entre outros.Mudou-se para Florianópolis-SC onde passou a trabalhar com diversos grupos de Folclore, Choro, Samba e Jazz, período que desenvolveu a linguagem da improvisação. Destaca-se também o lançamento do projeto Brasil na Gaita Ponto com seu trio lançado no Teatro Álvaro de Carvalho (2018), Jurerê Jazz Festival (2018) Sunset Jazz (2019) Hoje é dia de Jazz Bebê (2019).Ao longo de sua trajetória já colaborou com grandes nomes da música como Yamandu Costa, Renato Borghetti, Luis Salinas e Javier Colina, além de mais de 40 concertos como solista convidado pela Orquestra Camerata Florianópolis. Atualmente com 25 anos gravou o seu primeiro álbum intitulado ́Sul em Aquarela em 2021 e gravou seu segundo álbum, intitulado Latino ibérico, com lançamento previsto para Julho de 2024. Será remunerado pela rubrica XXXXX Músico - pianista - DANIEL GRAJEW Daniel Grajew Vencedor do Concurso Guiomar Novaes em 2020, o pianista, acordeonista e compositor brasileiro Daniel Grajew transita por diversos gêneros, desde o repertório erudito tradicional até o choro, jazz e tango. Entre suas composições de maior destaque estão Giramundo, Choro Vermelho, Sete Vidas, e Acalanto. Apresentou-se com diversos artistas, orquestras e grupos de câmara como Escualo Ensemble, Osusp, Blue Note Big Band, Orquestra Jazz Sinfônica, Carlos Malta, Tiganá Santana, Emilio Martins, Luiz Brasil, Blubell, Mark Lambert, e Zizi Possi. Fez graduação e mestrado em piano pela Universidade de São Paulo, com dissertação concluída em 2016 sobre Egberto Gismonti. Lançou em 2013 seu primeiro disco solo "Manga"; em 2016 gravou "Bailado" com Marcos Paiva (escolhido pelo crítico Carlos Calado como um dos 10 melhores discos do ano), em 2017 lançou o disco "Novos Ares" com Escualo Ensemble e em 2019 os discos "Mosaico" com André Bachur e "Quantum" com Túlio Araújo. Em 2020 lançou o disco Acalanto pelo selo Azul Music. Será remunerado pela rubrica PIANISTA Músico – baterista – RODRIGO PORCIÚNCULABaterista há 22 anos, nascido na fronteira entre Brasil e Uruguay, iniciou sua trajetória ainda criança, acompanhado de seu avô, tocando gêneros musicais como “típica” e “tropical” em bailes da terceira idade, eventos que comumente ocorrem nessa região. O músico teve parte de sua formação construída na fronteira; estudou com professores como Juan Carlos Miranda (UY), Martin Ibarburu (UY) e Nicolas Arnicho (UY) e atuou ao longo dos anos desenvolvendo autonomia e técnica, ambas em sintonia com uma performance musical singular construída a partir da fusão cultural entre Brasil/Uruguay. Além de baterista, possui vivência expressiva com tambores de Candombe, experiência em grupos de murga (manifestação cultural carnavalesca evidenciada através da bateria e do canto) e teve sua presença marcada em diversos shows em festivais de Folclore e MPU realizados no Uruguay. O baterista, que atualmente reside em Florianópolis/SC, é um dos membros do “Nakatomi Plaza”, projeto instrumental/autoral formado ao lado dos músicos Tiê Pereira, Fábio Carlesso e Yves Tanuri, instituído a partir de influências do groove, funk/jazz. Será remunerado pela rubrica XXXXXX Músico – baixista – TIÊ FERNANDESEm 2008 ingressa no renomado Codarts, conservatório de Jazz e Wolrd Music em Rotterdam/Holanda. Residindo neste pais, Tie tem a oportunidade de tocar com músicos de renome internacional da cena jazzista e realiza turnes pela Europa, Asia e America Latina. Na Holanda chega a tocar em um dos festivais de jazz de maior importância do mundo, o North Sea Jazz Festival e também no renomado Bimhuis, uma das casas de jazz mais conhecidas da Europa em Amsterdam. Em 2013 Tie regressa a Florianópolis onde desde então tem trabalhado como produtor, curador, baixista e compositor. Em 2016 passa a integrar também o trio do pianista Luiz Gustavo Zago com quem grava seu disco Momentum, alem de realizar shows em festivais juntamente com a Camarata Florianópolis. Alem de seu trabalho como musico acompanhante, Tie ja produziu e gravou seu disco autoral, o coletivo T.AE contando com participações de importantes músicos da cena instrumental florianopolitano e alem de musico vem desenvolvendo um extenso trabalho como curador musical de um dos projetos mais importantes relacionados ao jazz em Florianópolis, o Sexta Jazz Aliança Francesa, sucesso de publico e que chega ao seu 6 ano de realização. Será remunerado pela rubrica XXXXX

Providência

PROJETO ARQUIVADO.