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A Meretriz e o Destino do Mundo é um espetáculo teatral com texto de Eva Maia e direção de Mawusi Tulani. A peça nos leva a uma jornada reflexiva sobre os poderes transformadores do amor e sua relação com a harmonia sócio-econômica e religiosa na sociedade. A história se passa em um mundo inclusivo e liberto sexual e afetivamente, onde as diferentes etnias, raças, gêneros e orientações sexuais convivem harmonicamente e onde corpo e sexo deixam de ser um tabu para ocuparem um espaço vital na vida em sociedade. Entretanto, este mundo e esta forma de vida ficam em perigo quando um ser misterioso encontra uma possível vítima para colocar seu plano em ação e colocar tudo a perder. Inspirada no poema clássico de Vladimir Maiakovski, O amor, a autora imaginou e elaborou uma sociedade igualitária, também em termos econômicos, mas principalmente no que diz respeito à liberdade de ser e existir dentro de uma sociedade coletiva, respeitando as individualidades e diferenças étnicos-culturais.
Peça teatral: A Meretriz e o Destino do Mundo "A meretriz e o destino do mundo" é uma peça teatral que nos leva a uma jornada reflexiva sobre os poderes transformadores do amor e sua relação com a harmonia sócio-econômica e religiosa na sociedade. A história se passa em um mundo inclusivo e liberto sexual e afetivamente, onde as diferentes etnias, raças, gêneros e orientações sexuais convivem harmonicamente e onde corpo e sexo deixam de ser um tabu para ocuparem um espaço vital na vida em sociedade. Entretanto, este mundo e esta forma de vida ficam em perigo quando um ser misterioso encontra uma possível vítima para colocar seu plano em ação e colocar tudo a perder. Classificação Indicativa Etária: 16 anos Estimativa de público presencial: 5.800 pessoas Estimativa total de público (Presencial e Digital): 50.000 pessoas Característica do público alvo: Geral CONTRAPARTIDAS Conversa após o espetáculo sobre o processo dramatúrgico, conversa aberta ao público, antes ou após o espetáculo com a autora Eva Maia sobre seu processo de criação do texto e a adaptação para montagem. Conversa após o espetáculo sobre o processo de montagem e temporada e o encontro com o público. Conversa aberta ao público, antes ou após o espetáculo com parte do elenco e direção artística do espetáculo. Conversa com especialistas para tratar sobre as temáticas de questões de gênero e sexualidade. Nomes a definir. Classificação indicativa: 16 anos Data e horário: encontros após os espetáculos, preferencialmente aos domingos.
Objetivo geral: Produção, montagem e circulação de espetáculo teatral com dramaturgia inédita de Eva Maia e Direção Artística de Mawusi Tulani. O projeto acontecerá em 08 meses, de outubro de 2024 a junho de 2025. Objetivos específicos: Realizar dois meses de temporada na cidade de São Paulo, com vinte apresentações e ingressos a preços populares e um mês de circulação nas regiões Sudeste e Nordeste. Na região Sudeste, nas cidades de Santo André, Cunha e São Roque (SP), com duas sessões em cada cidade. Na região Nordeste, a temporada será realizada em Salvador(BA), com 03 apresentações. A estreia está prevista em São Paulo - SP, em fevereiro de 2025, com espaço a definir. Realizar contrapartidas: -Conversa após o espetáculo sobre o processo dramatúrgico, conversa aberta ao público, antes ou após o espetáculo com a autora Eva Maia, sobre seu processo de criação do texto e a adaptação para montagem. -Conversa após o espetáculo sobre o processo de montagem e temporada.-Conversa aberta ao público, antes ou após o espetáculo, com parte do elenco e direção artística do espetáculo. -Conversa com especialistas para tratar sobre as temáticas de questões de gênero e sexualidade. Nomes a definir. Produzir materiais de divulgação: - Dois mil programas da peça com distribuição gratuita e dois banners. O projeto incluirá também anúncios digitais e links patrocinados para a divulgação do trabalho, tanto em seu processo de desenvolvimento, como na temporada. Ações de acessibilidade: -As apresentações utilizarão recursos de acessibilidade como: Libras, audiodescrição, arquitetura e mobiliário adequado para recepção de todos os públicos e linguagem descritiva nos conteúdos digitais. Esses recursos serão distribuídos durante as sessões, garantindo que ao menos um deles esteja presente em 100% das apresentações. -Promover parcerias com organizações que trabalhem com questões de diversidade, como grupos LGBTQIAPN+, e centro de apoio a comunidades marginalizadas. Capacitação de técnicos: -Acompanhamento de estagiários nas áreas de cenário, iluminação e som a partir de parcerias com Escolas Técnicas Profissionalizantes.
Consideramos que este projeto se justifica pela quantidade de temas relevantes, questões políticas e sociais urgentes e que precisam ser reafirmadas dia a dia. Este trabalho nos faz projetar uma realidade com estética afro-brasileira, unindo elementos cristãos e pagãos, para simbolizar um momento em que a sociedade enfim consiga viver em harmonia com as diferenças, e colocar figuras normalmente marginalizadas, como prostitutas, homossexuais, pretos e pobres no centro da história, desfrutando de respeito, dignidade, protagonismo e igualdade social. A peça aborda temas importantes como o amor livre, liberdade sexual, igualdade de gênero, cultura afro-brasileira e dramatização de rituais pagãos e investiga, através de uma metáfora hiperbólica, a dinâmica entre o indivíduo e a sociedade e como nossas relações são, ao mesmo tempo, reflexo e micro catalisadoras de conjunturas sociais maiores. A estética do texto de Eva Maia atravessa os limites de gênero dramático e contempla traços de tragicidade em sua narrativa, tendo como principal referência deste gênero o texto As bacantes, de Eurípedes, ao trazer elementos como a orgia, os rituais e o culto ao corpo e ao terreno, unindo a eles referências contemporâneas da performance. Esse entrelaçamento de estilos apresenta um texto extremamente comprometido com nossa época e que traz à tona assuntos que são considerados tabus até os dias de hoje, um tempo onde a censura ainda nos visita e assombra. Apostamos em reunir uma equipe para a realização deste trabalho, que tenha um elenco e equipe técnica diversos, representantes de diferentes etnias, religiões e culturas. Desta forma, acreditamos que o projeto ampliará a visibilidade e valorização da pluralidade da sociedade brasileira, fortalecendo a inclusão e representatividade no cenário artístico. Temas como: religiosidade, cultura afro-brasileira, rituais pagãos, sexualidade, ancestralidade e memória, serão explorados para promover reflexão e celebrar as tradições presentes em nossa sociedade, estimulando o diálogo intercultural. Além disso, Eva Maia, a autora, apresenta personagens em seu texto que utilizam nomes próprios que rompem com estereótipos e binarismos de gênero, é um estudo proposital da linguagem, que permite maior liberdade e fluidez na interpretação das personagens. Novos termos e expressões são criados para ressignificar alguns dos nossos símbolos relacionados a corpo, sexo, religião e afetos interpessoais. A mistura de estéticas entre tragédia e linguagem performativa contemporânea, dialoga com diferentes períodos e estilos artísticos, no desejo de atravessar tempos e ampliar a experiência estética e expressão artística. Por fim, a temática que envolve os desejos, afetos humanos e sexualidade pode ser explorada como uma experiência emocional e subjetiva do público. Acreditamos na importância da Lei de Incentivo à Cultura por todas essas razões, especialmente para viabilizar um projeto significativo que aborda questões frequentemente cercadas de preconceitos e análises equivocadas. Em um contexto de recursos financeiros cada vez mais escassos e uma crescente concorrência nos editais públicos, vemos na captação através desta lei uma alternativa crucial para concretizar e realizar nossa proposta artística.
Os integrantes da equipe que irão para as viagens e utizarão passagens terrestres e aéreas são: Mawusi Tulani, Luciana Schwinden, Bruli Maria, Eva Maia, Jacque Follet, Elli Gerbi, Roberta Manaro, Caroline Rúbio, Débora Caruso, Maiane Graziela. Mais 04 atores ainda a definir. Ações sociais Uma das ações sociais propostas para esse trabalho são convites especiais para grupos em vulnerabilidade social, comunidade LGBTQIAP+, mulheres em situação de rua, em exercício de prostituição e após o espetáculo realizar rodas de conversa para aproximar todos os públicos e refletir coletivamente sobre as temáticas da peça e os desafios de nossos dias. Promoção da diversidade O compromisso da produção e coordenação geral deste trabalho é formar uma equipe de artistas de diferentes origens étnicas, identidades de gênero e orientações sexuais. Viabilizar parcerias com organizações que trabalhem com questões de diversidade, como grupos LGBTQIAPN+, e centro de apoio a comunidades marginalizadas. Compromisso e responsabilidade na escolha do local das apresentações para que seja um espaço acessível a pessoas com deficiência, oferecendo serviços como tradução em Libras e assentos especiais reservados. Fortalecimento da economia criativa A produção do espetáculo envolvendo mais de 20 pessoas para sua realização é um forte catalisador e propulsor de ações da economia criativa, gerando postos de trabalhos diretos e indiretos. Ou seja, além da equipe contratada para os ensaios e montagem, temos como apoio os prestadores de serviços indiretos como costureiras, cenotécnicos e demais funções relacionadas à realização do espetáculo em todas as suas áreas de atuação. Gerando desta forma uma demanda produtiva e constante que gerará valores e aumentará o percentual produtivo das artes e ofícios necessários para a execução efetiva do trabalho. Desenvolvimento e inclusão social Em nosso planejamento definimos ações como rodas de conversa após os espetáculos sobre as temáticas: processo de encenação e montagem; processo dramatúrgico e palestra sobre sexualidade com especialista. Esses espaços de encontro serão agregadores e local de debates livres onde o pensar coletivo será inclusivo pela sua natureza, onde serão respeitadas todas as vozes presentes. A decisão sobre a cobrança de ingressos a preço popular também é característica de inclusão social, pois desta forma podemos atingir vários públicos de diferentes classes sociais. Acessibilidade Comunicacional Produção de conteúdos com foco em Acessibilidade Comunicacional para pessoas com deficiência visual e auditiva. A partir de ferramentas como textos descritivos para aplicativo para leitores de tela para audiodescrição, descrição de imagens, vídeos com recursos de libras e vídeos narrados. Presença Digital no projeto A presença digital no projeto será marcada pelas campanhas de comunicação, com forte presença nas redes sociais tais como: Facebook, Instagram, TikTok e YouTube. O plano de divulgação irá atuar com foco em mídia espontânea e paga, a partir de ações segmentadas com assessoria de imprensa, social media, divulgação volante e distribuição de material gráfico impresso, incluindo fixação de cartazes em pontos estratégicos do município, com foco em diferentes públicos. A assessoria de imprensa prevê a produção e distribuição de conteúdo com envio de releases e fotos para jornais impressos, portais de notícias, emissora de rádio e TV, considerando rádios podcast e webtv’s; em relação à Social Media o plano irá atuar com a criação e produção de conteúdo para website e redes sociais, visando engajamento e a construção de reputação do projeto para públicos usuários e conectados nas redes sociais como: Facebook, Instagram e Youtube.
Oferecer ensaios abertos e compartilhamento de processos. Conversa após o espetáculo sobre o processo dramatúrgico, conversa aberta ao público, antes ou após o espetáculo com a autora Eva Maia sobre seu processo de criação do texto e a adaptação para montagem. Conversa após o espetáculo sobre o processo de montagem e temporada e o encontro com o público. Conversa aberta ao público, antes ou após o espetáculo com parte do elenco e direção artística do espetáculo. Conversa com especialistas para tratar sobre as temáticas de questões de gênero e sexualidade. Nomes a definir. Tempo de duração das conversas: 1h aproximadamente Peça teatral: duração 1h40 Para a realização das conversas e palestra serão necessários equipamentos de som, luz e de projeção, além do material gráfico para divulgação destas ações.
Acessibilidade Física A concepção estética do espetáculo foi idelaizada para ser realizada em espaço não convencional. A partir desta característica e para receber todos os públicos, nos comprometemos com a escolha de um espaço para a encenação que apresente em sua arquitetura específica mobiliário adequado como rampas, acessos livres e cadeiras especiais. Entendemos, que em muitos momentos, os públicos com dificuldade de locomoção e outras necessidades específicas precisam de acompanhamento direto e por isso planejamos em nosso projeto o acompanhamento de monitores/estagiários para deslocamento de espectador com necessidade especial, na entrada e saída do espaço da encenação, e em casos especiais, o acompanhamento durante toda a apresentação da peça. Acessibilidade de Conteúdo Sessões em Libras: o plano de ação contempla algumas sessões em Libras, estamos pesquisando possíveis parcerias com estudantes da Língua Brasileira de Sinais para que estes realizem a tradução simultânea como processo de estágio documentado e desta forma contemplar 100% das apresentações. Sessão com audiodescrição na temporada de São Paulo. Nos conteúdos digitais utilizaremos linguagem descritiva e s Realizaremos parcerias com instituições que acolham pessoas com deficiência e destinaremos uma porcentagem dos ingressos para este publico de forma gratuita, garantindo acesso de sua participação e fruição plena do espetáculo através das ferramentas de acessibilidade física e de conteúdo especificadas acima.
O projeto entre pré-produção, ensaios, temporadas e viagem terá oito meses de duração, durante todo esse período realizaremos ações para democratização do acesso à pesquisa e ao conteúdo artístico desenvolvido, através de aberturas públicas do processo em ensaios abertos e encontros de observação. A encenação em site-specific é também um aspecto de inovação que atraíra o público para este espaço em formato de "arena". Acreditamos que esse formato promova uma maior aproximação com o espectador no momento de colocá-lo dentro da cena, consideramos também um processo de formação de público, que será devidamente ressaltado durante as conversas após o espetáculo. Rodas de conversa sobre o processo de encenação e montagem e processo dramatúrgico.Esses espaços de encontro serão agregadores e local de debates livres onde o pensar coletivo será inclusivo pela sua natureza, onde serão respeitadas todas as vozes presentes. Os ingressos para as rodas de conversa serão gratuitos. O plano de divulgação irá atuar com foco em mídia espontânea e paga, a partir de ações segmentadas com assessoria de imprensa, social media, divulgação volante e distribuição de material gráfico impresso, incluindo fixação de cartazes em pontos estratégicos do município, com foco em diferentes públicos. O projeto contempla uma variedade de formatos além dos eventos convencionais relacionados às apresentações. Realizaremos transmissões ao vivo, para atingir novos públicos e aumentar a abrangência do território escolhido para a encenação. A maioria dos eventos que forem realizados, tais como: rodas de conversa e palestras serão transmitidos ao vivo e devidamente divulgados nos canais de YouTube, redes sociais e demais plataformas digitais. Todas as apresentações nos territórios de circulação serão amplamente divulgadas para alcançar o máximo de público para o projeto, as ferramentas de redes sociais serão utilizadas com esse principal objetivo. Após os espetáculos o público poderá fazer fotos com o elenco , nas instalações do cenário e pediremos que este material seja amplamente difundido com marcações nas redes sociais para promover o engajamento com o trabalho. O compromisso da produção e coordenação geral deste trabalho é formar uma equipe de artistas de diferentes origens étnicas, identidades de gênero e orientações sexuais. Iremos promover parcerias com organizações que trabalhem com questões de diversidade, como grupos LGBTQIAPN+, e centro de apoio a comunidades marginalizadas. Responsabilidade na escolha do local das apresentações para que seja um espaço acessível a pessoas com deficiência, oferecendo serviços como tradução em Libras e assentos especiais reservados.
Luciana Schwinden, CPF 724387700-15, é proponente deste projeto através da empresa DRAMA Produções Artísticas e Culturais, com CNPJ 25129447/0001-96. A proponente desenvolverá função de direção de produção. é atriz, professora de teatro, produtora cultural e diretora da empresa Drama Produções Artísticas e Culturais. Luciana Schwinden tem mais de 30 anos de carreira é Mestre em Artes da Cena pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Participou do núcleo artístico do Teatro da Vertigem de 1998 a 2015. Em gestão cultural foi diretora de curadoria do Centro Cultural São Paulo, diretora do Centro Cultural da Penha, Diretora da Divisão de Formação da SMC e coordenadora geral do Programa Vocacional. Eva Maia - Dramaturgia Eva é nascida em Ilhéus, Bahia. Possui formação em Ciência da Computação pela Universidade Estadual de Santa Cruz, é mestre em Ciência da Computação pela UNICAMP e especialista em Dramaturgia pelo Centro de Artes e Educação Célia Helena. Autora do livro 'Estórias de Gente e de Ser', que publicou de forma independente, e pesquisadora em literatura, letras e dramaturgia. Direção Artística - Mawusi Tulani É atriz, diretora, roteirista e produtora cultural formada pela Escola de Artes Dramáticas ECA/USP. Atuou como Artista Docente e Orientadora da SP Escola de Teatro. Fundadora dos Coletivos Cia Os Crespos, Legítima Defesa e Peles pretas, máscaras pretas. Atriz e produtora do espetáculo Stelas PretasClaridade e Luz, dirigido por Georgete Fadel. Dirigiu o filme“ Todas as centenas de dias que estamos aqui” texto de Jhonny Salaberg- Direção de Mawusi Tulani e Monilson Mony; Dirigiu o filme performático " Tumbeiros" da Coletiva Laaye ; Dirigiu a Websérie “Corpas” da Coletiva Filhas da Dita e assina a direção e roteiro do curta-metragem "Quebra". Atuou no longa-metragem “Todos os Mortos" de Caetano Gotardo e Marco Dutra, 2020 - Festival Internacional de Cinema de Berlim. Em 2020 atuou nos longas-metragens “Tinnitus” de Gregorio Graziosi e “A Mãe” de Cristiano Burlan ao lado da atriz Marcélia Cartaxo. Assistência de Direção: Raphael Garcia Ator e Diretor. Um dos fundadores do Coletivo Negro de Teatro, atuou nas peças “Movimento número 1: O silêncio de depois...”, “Revolver” e “F.a.l.a.”, além de dirigir o espetáculo “Entre”. Ator formado pela Escola de Arte Dramática da USP, onde trabalhou em espetáculos dirigidos por Georgette Fadel, Iacov Hillel e Mário Piacentinni. Assistente de Produção: Bruli Maria É atriz e multiartista e também trabalha nos backstages de cinema e teatro como produtora, diretora de arte e criativo. Trabalhou em propagandas da Unesco, Sprite, Yves Saint Laurent além de curtas e clipes independentes. No teatro, além de atuar, integra a produção de “Mutação de Apoteose” do Teatro Oficina. Iluminação: Danielle Meirelles é formada em Rádio e Televisão pela Universidade Anhembi Morumbi, Fotografia no Centro Paula Souza e Iluminação cênica pela SP Escola de Teatro. Durante 06 anos realizou assistência para o light designer Guilherme Bonfanti em espetáculos teatrais, shows e exposições Figurino: Thaís Dias Artista Piracicabana atuante nas artes como Atriz, Figurinista, Produtora Cultural, Arte Educadora e Diretora Artística; Atriz formada pela Escola Livre de Teatro de Santo André-ELT (2009). Atriz do Grupo de Teatro Forfé, Coletivo Quizumba. Cenário: Renato Bolleli Diretor de arte, arquiteto, cenógrafo, figurinista, pesquisador e professor brasileiro. pesquisador do Laboratório de Práticas Performativas do Centro de Artes Cênicas da Universidade de São Paulo e pesquisador visitante do dept. de Estudos da Performance da Universidade de Nova Iorque/NYU. Trilha sonora: a definir. Assessoria de Imprensa: Pombo Correio Assessoria de Comunicação foi fundada em 2013 pela jornalista e atriz Heloisa Cintra Castilho (formada em Comunicação Social pela PUC-SP, com pós Graduação em Mídias Digitais pela FGV e Artes Cênicas pelo Teatro Escola Célia Helena) e pelo publicitário Douglas Picchetti (formado pela Universidade Mackenzie). A empresa faz assessoria de imprensa, relações públicas e redação de textos. Preparação Corporal: Leandro Vieira preparador corporal/professor de danças de matrizes africanas e arte educador. Estudou teatro pelo Grupo Nós do Morro,Oficina de teatro pela Cal (casa das artes de Laranjeiras) , Sesc Tijuca( Centro artístico experimental Ana Kfouri) e licenciatura em Dança pela Faculdade Angel Vianna. ELENCO Jacque Follet é formada em teatro e licenciada em artes visuais. É performer e arte educadora no Projeto Rede Dahora na Casa de Cultura do Butantã, que é um programa da prefeitura voltado à formação cultural para juventude. Esteve em circulação com algumas peças com ênfase na arte drag como: Cabaré Show Drag, O grande Cabaret e Kambalacho estas peças passaram pelos Sescs de SP, Teatro Alfredo Mesquita, Teatro Rival (Rj) e Clube Barbixas de Comédia respectivamente.Criou oficinas on-line e presenciais para investigação da “máscara drag” em corpos na diversidade, e também criou a oficina chamada “Maquiagem Criativa na Persona Drag” que passou por 7 fábricas de cultura na cidade de São Paulo em paralelo ministrou com a Drag Queen Athena Leto o “Queen é você” no Sesc Florêncio de Abreu (Sp). Elli Gerbi é uma atriz de 20 anos residente na capital de São Paulo, com formação em artes cênicas e vasta experiência no palco. Profissionalizada na atuação pela Incenna Escola de Teatro e Televisão em 2022, atualmente ela está cursando Licenciatura em Artes Cênicas na Escola Superior de Artes Célia Helena. Na área da dança, Elli tem mais de 10 anos de experiência em balé, com maior afinidade com os estilos jazz e contemporâneo. Atualmente, ela está matriculada na São Paulo Escola de Dança, frequentando o curso "Dramaturgia da Dança". Quanto ao canto, Elli tem mais de 6 anos de prática, com foco em teatro musical e participação em diversos cursos-montagens. Roberta Manaro, 24 anos, formou-se no Curso Técnico Profissionalizante em Teatro pela Escola de Artes Célia Helena em 2023. Ela tem uma trajetória de estudo e prática no campo do teatro desde os 10 anos, incluindo cursos realizados no Macunaíma e experiências em produções musicais. Atualmente, ela está cursando a Oficina Livre de Interpretação d’Os Satyros. Caroline Rúbio é estudante de teatro na faculdade Célia Helena desde 2022. Ela participou de diversas montagens, como em "À prova de fogo", de Consuelo de Castro e destacou-se como Anna Barloch em "Comédia da Vaidade", de Elias Canetti, além de integrar o elenco de "Exercícios de Estilo", de Raymond Queneau. Sua experiência profissional inclui estágio na área de produção no próprio Célia Helena, onde trabalhou na bilheteria, realizou gravações e fotografias dos espetáculos, participou da montagem e desmontagem de cenários e contribuiu com a sonoplastia. Além disso, Julia participou do curso "Dramaturgia visual: a estética de Moda na estética do palco", no qual colaborou na criação e desenvolvimento de uma performance intitulada "Desaguar". Maiane Graziela iniciou sua jornada em 2022, ao ingressar no curso Técnico Profissionalizante de Teatro e TV na renomada Escola de Teatro Incenna, onde obteve seu registro profissional de atriz (DRT). No ano seguinte, em 2023, destacou-se ao participar de diversos curtas-metragens, como 'Quarencenas', 'Adeus', 'Auto de Fé' e 'Abismo em Si'. Sua brilhante performance na peça teatral 'Os Felizes' lhe rendeu uma indicação como Melhor Atriz no prestigiado Festival de Barueri. Entre eles, destacam-se 'Danças Negras' na SPED, 'Interpretação para Câmera' com Adriana Pires, 'Humor para Mulheres' na SP Escola de Teatro, além de aprofundamentos na 'Palhaçaria' com Bárbara Salomé no Espaço Falabella, 'Direção de Atores para Audiovisual' com Giovana Siqueira no Sesc e participações em eventos como o BrPlot - Encontro de Roteiristas no Sesc, entre outros. 04 atrizes e 01 ator para o coro cênico, a definir.
PROJETO ARQUIVADO.