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PRONAC 246112Apresentou prestação de contasMecenato

OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular - 2025

LIEGE DONIDA BIASOTTO PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 813,7 mil
Aprovado
R$ 813,7 mil
Captado
R$ 314,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (10)
CNPJ/CPFNomeDataValor
05040481000182Banco de Lage Landen Brasil S.A1900-01-01R$ 150,0 mil
93015006000113COMPANHIA ZAFFARI COMERCIO E INDUSTRIA1900-01-01R$ 50,0 mil
11600396000124LIEGE DONIDA BIASOTTO PRODUCOES CULTURAIS LTDA1900-01-01R$ 49,1 mil
92691609000172Navegação Aliança Ltda.1900-01-01R$ 25,0 mil
89096457000155SLC AGRICOLA S.A.1900-01-01R$ 10,0 mil
90522921000107SLC Participações S. A1900-01-01R$ 10,0 mil
05023161000114DEFRIO COMERCIAL DE GASES LTDA1900-01-01R$ 9,0 mil
***715170**SILVANA PRETTO ZANON1900-01-01R$ 6,0 mil
17352826000112HULTER INDUSTRIA E COMERCIO DE PECAS PARA REFRIGERACAO LTDA.1900-01-01R$ 4,0 mil
***544470**DORIS TEREZINHA LOFF FERREIRA LEITE1900-01-01R$ 1,4 mil

Eficiência de captação

38.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término

Resumo

O projeto busca dar continuidade à iniciativa OUVIRAVIDA - EDUCAÇÃO MUSICAL POPULAR, que oportuniza a crianças e jovens, em situação de vulnerabilidade social, o contato com a música, ao longo de doze meses. O Projeto oferece aulas gratuitas de flauta doce, percussão, bateria, violão, guitarra e baixo, acordeon, trompete, teclado, flauta transversa, canto e conjuntos musicais. Ao fim de cada semestre, são realizadas apresentações gratuitas dos alunos.

Sinopse

APRESENTAÇÕES MUSICAIS DO PROJETO O projeto prevê duas apresentações gratuitas dos grupos montados pelos alunos no projeto Ouviravida. No repertório, serão trabalhadas músicas brasileiras a serem definidas no planejamento das aulas. Classificação: livre

Objetivos

Objetivo geral Dar continuidade ao projeto OUVIRAVIDA - EDUCAÇÃO MUSICAL POPULAR, no Bairro Bom Jesus, ao longo de 12 meses, contemplando 200 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social com atividades formativas musicais gratuitas ao longo do ano de execução. Objetivos específicos Contemplar aproximadamente 200 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social no Bairro bom Jesus, com as atividades do projeto; Contemplar 200 crianças nas modalidades canto e conjuntos musicais; Contemplar 100 crianças nas modalidades percussão e flauta doce; Contemplar 20 crianças nas modalidades violão e teclado, bateria, flauta transversa, trompete, guitarra e baixo e acordeon; Promover o atendimento psicossocial aos alunos em situação de maior vulnerabilidade, com atendimentos individuais ou em grupo; Participar de atividades culturais produzidas em Porto Alegre, levando os educandos para assistir os espetáculos, aumentando sua noção de pertencimento sociocultural enquanto cidadãos; Realizar duas apresentações exclusivas dos educandos, contemplando um público aproximado de 500 pessoas por apresentação;

Justificativa

O projeto busca dar continuidade à iniciativa de educação musical de crianças e jovens de 6 a 14 anos residentes do bairro Bom Jesus, em Porto Alegre, em situação de vulnerabilidade social, ao longo de 12 meses. Desenvolvido desde 2017, o projeto OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular tem como pressuposto o potencial da música, presente em todas as sociedades humanas com distintas funções e significações, enquanto articuladora das diferenças individuais através da ação coletiva e promotora da consciência social em direção à autonomia. O local onde as atividades acontecem, no Bairro Bom Jesus, é uma região conhecida pelo alto índice de vulnerabilidade social, possuindo elevados índices de violência, criminalidade e homicídios. O Bom Jesus, como a maioria dos bairros da capital, tem crescimento urbano acelerado, problemas ambientais e sociais, comunidade em situação de risco, ocupação irregular de área, problemas de infra estrutura, saneamento, desemprego e exclusão social. Tendo em vista os dados citados acima, é de suma importância que iniciativas como o OUVIRAVIDA se façam presentes em locais com tais características, atendendo prioritariamente o público infanto-juvenil. Dessa forma, a introdução da música nas comunidades populares vem ao encontro da necessidade iminente de alcançar-se um ser humano capaz de apreender a realidade desde uma perspectiva integradora e criativa, sendo capaz de transformar-se e ao mesmo tempo de transformá-la, constituindo-se como cidadão. Ao assumir o espaço natural e lúdico que a Educação Musical deveria ter nas comunidades em situação de vulnerabilidade social, o presente projeto assegura às crianças e aos jovens entre 6 e 14 anos uma experiência musical sistematicamente construída no encontro entre educandos e educadores, ampliando o processo de autonomia musical dos jovens em situação de vulnerabilidade social, residentes no bairro Bom Jesus, em Porto Alegre. Ademais, ciente da fraqueza do ensino de música em grande parte das escolas públicas, o projeto pretende ser o lugar pedagógico da livre expressão musical, desenvolvendo a musicalidade infantil, sua criatividade, dinamizando a construção do conhecimento, bem como gerando novas qualidades e vínculos no grupo em que atua. Além das ações pedagógicas, o projeto pretende fomentar a inclusão cultural dos educandos em outros ambientes e atividades culturais da cidade, ampliando sua noção de pertencimento e reconhecimento enquanto indivíduo. O fazer musical, constituído de forma dialógica, sistemática e criativa, contribui, assim, para o exercício da cidadania. Neste sentido, o projeto OUVIRAVIDA - EDUCAÇÃO MUSICAL POPULAR pretende estimular as práticas musicais das comunidades populares rio-grandenses, que enfrentam, na atual estrutura da sociedade brasileira, uma situação de carência econômica e de exclusão social. Para tal, são ministradas aulas de percussão, flauta doce, flauta transversa, teclado, violão, acordeon, canto e conjuntos musicais. Visto que o projeto também pretende fortalecer a noção de pertencimento cultural dos alunos, além do ensino da música, o OUVIRAVIDA proporciona a ida dos jovens a atividades culturais que acontecem em Porto Alegre, fornecendo transporte e providenciando o agendamento de ida às atividades, a fim de promover a formação de plateia. O projeto que consiste em atividades formativas musicais para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social nasceu em 1999, por uma iniciativa do Maestro Tiago Flores, atuando ao longo de cinco anos no Centro São José (entidade sem fins lucrativos), no Bairro Bom Jesus. Em 2001, foi a vez do bairro Umbu, em Alvorada, e em 2004 na cidade de Gravataí, no bairro morada do Vale III, onde atuou até 2007. Por falta de iniciativa, o projeto ficou parado por quase 10 anos. Em 2017, retomou-se as atividades do OUVIRADA, atendendo anualmente cerca de 200 crianças com as aulas, crianças essas que estudam no contra turno escolar na associação sem fins lucrativos Perpétuo Socorro. Infância diz respeito a futuro, e o melhor futuro é um presente bem vivido. Infância é sinônimo de novo, espontâneo, de paixão, de imaginário criador, de curiosidade, de promessa. Sendo a infância o espaço próprio da ação, este projeto procura preencher a lacuna ainda existente nesse crucial momento do desenvolvimento humano, complementando o ensino da música obrigatório oferecido pelas escolas da rede pública. Acreditamos que iniciativas culturais têm um papel essencial na construção da cidadania e inclusão social e, portanto, o Estado deve fomentar e promover iniciativas como essa. O projeto OUVIRAVIDA, por contemplar uma região na periferia da cidade de Porto Alegre, carente de ações culturais e investimento nessa área, necessita da Lei de Incentivo para a captação de recursos junto à iniciativa privada, possibilitando sua viabilização e gerando um impacto transformador sobre essa realidade. O projeto, até então, envolve uma equipe qualificada de 09 profissionais do mercado da música. Os professores do projeto Isac Costa Soares e Leonardo Perrone, iniciaram seus estudos musicais no projeto OUVIRAVIDA em Alvorada, no ano de 2003, então com 14 anos, sendo um exemplo do papel transformador do projeto. Hoje, licenciados em música, integram a equipe do OUVIRAVIDA ministrando aulas de flauta doce, flauta transversa e trompete, sendo referências para os alunos e exemplo da importância da formação musical para a concepção de profissionais da música. "Poder voltar e ser professor do projeto é muito gratificante e realizador. Eu estou muito feliz e muito animado, porque sei que esse tipo de ação dá resultado. Eu tenho colegas meus do Ouviravida que seguiram. Um deles está fazendo flauta doce na UFRGS; tem um que está na França e tem envolvimento com várias artes; e outro que trabalha com educação musical. E dessa leva, eu fui o primeiro a me formar em música. Inclusive, eu sou o primeiro da minha família a conseguir fazer uma faculdade. A minha mãe não terminou o Ensino Médio; meu pai chegou a terminar, mas não fez faculdade." Isac Costa, ex-aluno e professor do Ouviravida Além das atividades formativas do projeto, realizamos semestralmente, duas apresentações musicais dos alunos, com entrada franca e abertas à comunidade. Ressalta-se ainda o atendimento dos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Também atende os seguintes objetivos do Art. 3º da da Lei 8313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Flauta-doce: respiração, características do instrumento, manejo do instrumento, articulação, digitação, sonoridade, afinação, apreciação e análise de exemplos musicais abrangendo diferentes períodos da história da música, criação e improvisação na flauta doce, alfabetização musical (leitura e escrita) através da flauta doce, execução de repertório em uníssono e em vozes (2,3 e 4), prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto (canto e percussão), formação de repertório variado 2. Percussão: pulsação, organização do pulso interno, conscientização do corpo e do espaço, coordenação motora, identificação dos diversos timbres da percussão corporal, identificação dos diversos timbres da percussão instrumental, exploração sonora em diversos materiais (convencionais e alternativos), criação e improvisação, execução de ritmos simples até os complexos, alfabetização musical (leitura e escrita) através da percussão, apreciação e análise de exemplos musicais de diferentes períodos da história da música, prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto (flauta doce e canto), formação de repertório variado 3. Canto: respiração, funcionamento do aparelho fonador - cuidados com a saúde da voz, emissão e articulação vocal, técnica vocal, afinação, canto coletivo em uníssono e em vozes (2, 3 e 4), prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto (flauta doce e percussão), apreciação e análise de exemplos musicais/vocais de diferentes períodos da história da música, criação e improvisação vocais, alfabetização musical (leitura e escrita) através do canto, formação de repertório variado 4. Práticas de Conjuntos Musicais: afinação coletiva, leitura de partitura de arranjos musicais, identificação dos movimentos de comunicação do condutor do grupo (regência), timbragem e equalização dos naipes de instrumentos, timbragem e equalização dos diferentes naipes de instrumento entre si - dinâmica, andamento, expressividade e interpretação, formação de repertório, postura ao apresentar-se em público 5.Gaita: Acordeom: conhecer os tipos, funções e aplicações; manejo do instrumento e cuidados; abertura e fechamento do fole; baixos e contrabaixos na mão esquerda (posição das notas); cifras; sonoridade; afinação; acompanhamento harmônico; melodias; intervalos e arpejos; ritmos de marcação com baixo (mão esquerda); inversão de acordes; ritmos brasileiros e internacionais; apreciação e análise de exemplos musicais abrangendo diferentes períodos da história da música; criação e improvisação; prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento; formação de repertório variado. 6.Teclado: história do instrumento; topografia do teclado; tom e semitons; acidentes (sustenido, bemol e bequadro); escala maior e menor; acordes (tríades e tétrades); inversão de acordes; cifras; acompanhamento rítmico; canto acompanhado; melodias; leitura de partitura; clave de sol e clave de fá; transposição; prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto; apreciação e análise de exemplos musicais/vocais de diferentes períodos da história da música; criação e improvisação; formação de repertório variado. 7.Violão: história do instrumento; exploração lúdica do instrumento; reconhecimento do braço do violão; tom e semitom; postura no instrumento; técnica de mão direita; digitação; reconhecimento das cordas soltas; cifras; acordes (tríades e tétrades); canto acompanhado; criação e improvisação; execução de ritmos simples até os complexos; leitura de partitura; apreciação e análise de exemplos musicais de diferentes períodos da história da música; prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto; formação de repertório variado. 4. Flauta transversal: história do instrumento;características do instrumento; partes da flauta transversal; manejo e higienização do instrumento; respiração; articulação; digitação; sonoridade; afinação; melodias; escalas maiores e menores; apreciação e análise de exemplos musicais abrangendo diferentes períodos da história da música; criação e improvisação na flauta doce; alfabetização musical (leitura e escrita) através da flauta doce; execução de repertório em uníssono e em vozes (2,3 e 8. Trompete: história do instrumento; partes do instrumento; manejo e higienização do instrumento; embocadura com e sem bocal; respiração; postura; alongamento; sonoridade; notas musicais e suas digitações; articulação; notas longas; melodias; apreciação e análise de exemplos musicais abrangendo diferentes períodos da história da música; criação e improvisação; leitura de partitura; execução de repertório em uníssono e em vozes (2,3 e 4); prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto; formação de repertório variado 9. Bateria; História do instrumento; partes que compõem o instrumento; postura na bateria; posição de mão na baqueta; rudimentos básicos de execução no instrumento; pulsação; tempo; compasso; subdivisão de tempo; funções da bateria na música; coordenação motora; sonoridades, timbres e afinação; criação e improvisação; leitura de partitura para bateira; prática de conjunto com as outras modalidades de instrumento do projeto; acompanhar diferentes músicas, instrumentos e estilos musicais; formação de repertório variado. METODOLOGIA ETAPA 1: formação da equipe de professores; elaboração dos planos de ensino e do material didático; organização dos espaços físicos (salas de aula);organização das turmas por faixa etária e conhecimento musical;organização da grade de horários das aulas, turmas e professores;definição do cronograma de reuniões pedagógicas e conselho de classe; organização do calendário de apresentações e atividades complementares do projeto; ETAPA 2: Ação 1: produção e execução das aulas: a) aulas de canto: semanais, com duração de 1h e obrigatórias à todos alunos do projeto; b) aulas de flauta doce e percussão: semanais, com duração de 1h e o aluno opta por uma das modalidades de instrumento (flauta doce ou percussão); c) prática de conjuntos musicais : semanais, com duração de 1:30h; d) Aulas de gaita, teclado, violão, trompete e flauta transversal com duração de 50min; turma com três alunos cada;

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA O espaço onde ocorrem as aulas possui acessibilidade para locomoção. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL Por ser um projeto contínuo que já atende o número de crianças previsto, não existem novas demandas de acessibilidade de conteúdo acessível. Porém, prevemos uma verba para acessibilidade caso haja essa demanda de novos alunos, que poderão ser acompanhados por um profissional de acessibilidade. As apresentações contarão com intérprete de libras, que fará as falas das apresentações e interpretará as músicas das aulas de canto coral. As libras serão gravadas e disponibilizadas nos vídeos registros das apresentações.

Democratização do acesso

Salientamos que todas as ações do projeto são gratuitas, com foco no atendimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Ainda, ressalta-se o atendimento dos seguintes incisos do Art. 30 da IN 11/2024 Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Liége Donida Biasotto - Proponente - Coordenadora Administrativa e Produtora Executiva | Liége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, responde pela direção de produção Festival Kino Beat, Projeto Farol.live, Museu do Hip Hop do RS, Festival de Música de Nova Prata, projeto social OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular, Orquestra de Câmara da ULBRA e projetos da Casa de Cultura Mario Quintana Maestro Tiago Flores - Coordenador geral | Tiago Flores é graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul sob a orientação de Arlindo Teixeira. Especializou-se em regência orquestral em São Petersburgo (Rússia) com Victor Fedotov. Participou de cursos, oficinas e festivais com Kurt Redel (Alemanha) e Lutero Rodrigues e venceu o concurso Jovens Regentes promovido pela Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Como regente convidado atuou à frente de orquestras como Filarmonica de Montevidéu (Uruguai), Orquestra de Câmara de Caracas (Venezuela), Orquestra Sinfônica do Estado do México (México), Solistas di Napoli (Itália), Orquestra Sinfônica de Grosseto (Itália), Kaerten Sinphonie Orchestra (Áustria) e Orquestra de Câmara da Lituânia. No Brasil regeu a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional (Brasília), Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra de Câmara de Blumenau, Orquestra Sinfônica da UCS, Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho (Fortaleza) e Orquestra Sinfônica do Mato Grosso. Foi diretor artístico da OSPA nos anos de 1999 a 2001 e 2011 a 2014. Regente da Orquestra de Câmara da ULBRA desde sua fundação, vem recebendo inúmeros elogios da crítica especializada, destacando-se como grande incentivador da nova música e tendo contribuído, em muito, para o reconhecimento do conjunto como um dos melhores do gênero no país. Recebeu o prêmio Melhores da Cultura 2005, conferido pela Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, prêmio Açorianos de Melhor CD Instrumental em 2006, e premio Açorianos de Melhor Espetáculo 2008 com o Show "Beatles - Magical Classical Tour”. Nisiane Franklin da Silva - Coordenadora pedagógica e professora de teclado | Mestre em Educação Musical pelo Programa de Pós Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 2002; Graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) com titulação de Licenciado em Educação Artística-Habilitação em Música em 1992. Atua como professora do Curso de Licenciatura em Música da Universidade Metodista do Sul IPA, desde ago/2007; coordena o Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Música da Universidade Metodista do Sul IPA desde jan/2015. Foi Diretora do Conservatório Pablo Komlós, Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) de fev/2013 a fev/2015; Coordenadora Pedagógica do Projeto OUVIRAVIDA - educação musical popular, vinculado a Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (FOSPA) de mai/2002 a jan/2007; Coordenadora Pedagógica e Professora no Projeto Sinos Acorda da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) das disciplinas de Teoria e Percepção e Musicalização de jul/2003 a mar/2006; Professora do Curso de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) na Oficina de Teoria e Percepção Musical de mar/2000 a jan/2003 e do Conservatório Pablo Komlós, Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) na disciplina de Teoria e Percepção Musical no ano de 2002. Daiana Fulber - Professora de canto coral | Graduada em Regência Coral Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com formação em Flauta doce (1998 a 2002) e Trompete pelo projeto “Sinos Acorda”, ministrado por Evandro Matté (UNISINOS 2001 - 2005). Foi integrante do Coro Madrigal da Universidade - ARS VOCALIS (2007/2). Em sua trajetória profissional, coordenou a Banda Cláudio Wingert, fazendo também arranjos para a mesma. Atuou na Escola Genuíno Sampaio (2000 a 2010) e na Escola Luterana São Mateus (2005 a 2008), como coordenadora da banda da escola. Foi trompetista e arquivista na Orquestra de Sopros Eintracht (2001 a 2006), regeu recitais do coro de alunos da classe de regência da UFRGS (2006 a 2007) e atuou como professora de trompete na Escola Municipal São Carlos (2007) e no projeto de iniciação musical em crianças de 1 a 9 anos Creche Santa Zitta de Luca (2008). Trabalha como regente dos Corais Unisinos e Allegro Unisinos, desde 2009. Ademais, elaborou e concretizou alguns espetáculos de coro como “Vinícius, 100 anos de poesia e música”, “Classical Beatles”, Gloria de Vivaldi e “Desde que o samba é Samba”. De 2009 a 2014, trabalho com grupos de iniciação musical na Unisinos e, a partir de 2014, como regente da Orquestra Vida com Arte, contemplando repertórios populares e eruditos com músicas de concerto. Reescreveu arranjos para orquestras jovens, coordenando a parte musical do Show Musical Anchieta, desde 2012, cujo repertório é composto de musicais da Broadway. Participou ativamente da criação dos espetáculos “Brasil Radio Show” e “Nos Embalos do Show Musical”, em 2012, e da segunda edição de “Nos Embalos do Show Musical”, em 2013. Desde 2013, coordena o trabalho de musicalização no projeto da orquestra PROJARI-GUAÍBA e atua como regente, desde 2014, na orquestra do Projeto Social Vida com Arte, mantida pela Unisinos, trabalhando com instrumentos de corda como violino, viola, cellos e baixo, além de instrumentos de percussão. Angelo Primon - Professor de violão e de conjuntos musicais | Com 30 anos de carreira, o compositor, instrumentista e produtor portoalegrense Angelo Primon é bacaharel em Música Popular pela UFRGS e já atuou com artistas de várias tendências: Nei Lisboa, Gilberto Gil, Richard Serraria, Adriana Deffenti, Orquestra de Câmara da ULBRA, Grupo Cuidado que Mancha, Grupo Música Mundana e Violas ao sul. Foi vencedor do Troféu Açorianos como Melhor Instrumentista categoria MPB nos anos de 2006, 2008 e 2016/17. Em 2011, 2016/17 e 2017/18 venceu na categoria de Melhor Arranjador MPB. Desenvolve desde 1998 pesquisas sobre as sonoridades da viola de dez cordas, viola de cocho, rabeca, oud árabe, surtarang, surbahar e sitar indiano. Luke Faro - Professor de percussão e bateria | Músico baterista desde 1989. Gravou e tocou com muitos nomes do meio musical gaúcho e brasileiro. Vencedor do Batuka 1997, festival internacional de bateria SP. Possui graduação em Música pelo Centro Universitário Metodista- IPA (2008) Porto Alegre. Já lecionou na escola Bateras Beat onde foi direto pedagógico. Foi sócio proprietário da Escola de Bateria Tamborim. Já tocou e gravou com diversos artistas do RS. Se apresentou no Rock in Rio 2022, realizando 4 shows com o trabalho da cantora Mariel e Crème de la Crème. Atuou como professor substituto na Universidade Federal do Pampa-Bagé RS no curso de Licenciatura em Música 2022/23. Foi professor da School of Rock (franquia de escola de música com cerca de 300 unidades no mundo inteiro) de 2020a 2024. Atualmente da aulas no projeto social Ouviravida (Porto Alegre) e também leciona aulas privadas no estúdio Tec Áudio em Porto Alegre. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Música, atuando principalmente em masterclasses de bateria, cursos de bateria, bateria, workshops de bateria, ensino de bateria, shows, gravações e produção musical. Isac Costa Soares - Professor de flauta doce e trompete | Iniciou seus estudos musicais aos 14 anos de idade no projeto OUVIRAVIDA, tendo aulas de flauta doce, canto coral e percussão. Atualmente é licenciado em música pelo Centro Universitário Metodista - IPA, estuda no Conservatório Pablo Komlós, da Escola de Música da OSPA e integra o Grupo de pesquisa Educação Musical e Cotidiano (UFRGS). Matheus Kleber – Professor de acordeon | É acordeonista e pianista. Graduou-se em Composição pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Atualmente é mestrando em Performance na Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP e professor na FUNDARTE, em Montenegro, onde atua como regente da Camerata e do Conjunto Instrumental Jovem. Com 18 anos de carreira, participou de mais de 80 discos, entre eles IDA, trabalho autoral lançado em 2010 de duo com o violonista e bandolinista Pedro Franco; e o CD Congruências, seu primeiro álbum solo lançado em 2016. Se apresentou na Argentina, Uruguai, Chile, Porto Rico, Lisboa, ao lado de artistas como: Arrigo Barnabé, Ana Prada, Filipe Catto, Françoise Forton, Nelson Coelho de Castro, Marcello Caminha e Geraldo Flach. Como solista, e arranjador, atuou com as orquestras: SESI/FUNDARTE, Orquestra de Sopros Eintracht, Orquestra Unisinos Anchieta, Orquestra de Câmara da Ulbra, Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro e Orquestra Sinfônica de Porto Alegre – OSPA. Leonardo Perroni - Professor de flauta transversa | Natural de Alvorada/RS, iniciou seus estudos musicais no Projeto Ouviravida em 2002,com a professora Mariana Hofmeister. Participou dos projetos Nação Periférica e IPDAE. Estudou flauta transversal no Conservatório Pablo Komlós (Escola de Música da Ospa) sobre a orientação do professor Artur Elias Carneiro. Na UFRGS, cursa o Bacharelado em Flauta Doce sob orientação da professora Lucia Becker Carpena. Atualmente integra o Marsyas - Quarteto de Flautas Doces da Casa da Música e o Flautarium – Conjunto de Flautas Doces da UFRGS, que tem como coordenadora a professora Lucia Becker Carpena.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2026-04-01
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul