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PRONAC 246193Apresentou prestação de contasMecenato

Plano Anual de Cultura no Pequeno Príncipe

ASSOCIACAO HOSPITALAR DE PROT INFANCIA DR RAUL CARNEIRO
Solicitado
R$ 2,21 mi
Aprovado
R$ 2,07 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
São José dos Pinhais
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

O projeto Plano Anual de Cultura no Pequeno Príncipe propõe ações culturais para os pacientes, acompanhantes, colaboradores e voluntários do Hospital Pequeno Príncipe, maior hospital pediátrico do Brasil. Prevê a manutenção das ações de cultura da instituição, entre elas: oficinas culturais (música, artes plásticas e humanidades), apresentações musicais (praça interna e externa), ações na biblioteca (ações de incentivo à leitura e aquisição de acervo) e simpósios.

Sinopse

Este projeto anual, com realização prevista em 2025, tem como objetivo replicar e multiplicar projetos artístico-culturais no Hospital Pequeno Príncipe, maior instituição pediátrica do Brasil, e visa garantir acesso à arte e à cultura às crianças, adolescentes e seus familiares que se encontram em situação de internamento hospitalar, portanto com circulação restrita. Vanguarda no oferecimento de ações culturais e educativas, o Pequeno Príncipe nasceu, há mais de 100 anos, com o olhar de que cada criança e cada adolescente são únicos. Assim – aliada à excelência técnico-científica, ao cuidado integral e à interação com a família –, a atuação da instituição é baseada na valorização da diversidade, na integração dos saberes e na real humanização dos serviços. É uma instituição que cuida e acolhe integralmente, estando a humanização presente durante toda a sua trajetória, e o Hospital é, inclusive, precursor de políticas públicas. Na década de 1980, por exemplo, foi criado o Programa Família Participante, que garante a presença de um acompanhante durante todo o período de internação. Ao perceber que as necessidades do corpo adoecido de uma criança vão além do que os cuidados médicos podem oferecer, foi estruturado no Pequeno Príncipe o Setor de Voluntariado, que se atenta à necessidade do brincar de cada paciente e garante esse direito. E ao reconhecer o direito à continuidade da construção de conhecimentos das crianças e dos adolescentes, o Hospital foi novamente pioneiro ao criar, em 1987, o primeiro atendimento educacional em instituições hospitalares do estado do Paraná, com o Projeto Mirim de Hospitalização Escolarizada. As atividades educacionais continuaram a ser realizadas nos anos seguintes – e, em 2002, o Hospital criou o Setor de Educação e Cultura, que desenvolve atividades relacionadas à cultura e ao acompanhamento educacional. Quando a Política Nacional de Humanização (PNH) foi criada, em 2003, o Pequeno Príncipe já colocava em prática diversas ações de humanização. Hoje, com uma gestão hospitalar humanizada consolidada, a instituição realiza rodas de conversa e conta com um grupo de trabalho na humanização; tem serviços de acolhimento ao óbito e de acolhimento espiritual; promove sensibilizações com colaboradores, bem como o simpósio Café com Histórias e apresentações artísticas voltadas aos colaboradores que trabalham no turno da noite; e desenvolve projetos relacionados à Primeiríssima Infância, entre outras iniciativas. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADESCafé Com HistóriasRealizar 12 mesas redondas junto a colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe focadas no compartilhamento de conhecimentos, vivências e cultura. O projeto Café com Histórias é realizado mensalmente, desde 2017, durante todos os turnos. Público estimado: 500 vagas O Café Com Histórias nasceu da união do desejo dos colaboradores de conhecimento e reconhecimento dos outros profissionais que partilham o espaço de trabalho, bem como do desejo da instituição de promover encontros em um espaço mais fluido - e portanto mais leve, sem necessidade de atendimento a protocolos e procedimentos característicos do trabalho em um hospital. O princípio que rege a ação é o entendimento mútuo de que as histórias, trajetórias, e culturas de origem das diversas pessoas que orbitam no universo Pequeno Príncipe, contribuem fundamentalmente para a compreensão do valor da diversidade sociocultural presente na sociedade brasileira e, à sua maneira, contribuem também para um atendimento humanizado destes profissionais aos pacientes da instituição. Conhecer o rosto de pessoas com as quais, por vezes, se conversa por anos, sem saber quem contribui para o desenvolvimento do sentimento de pertencimento; ajuda a suprir o desejo de reconhecimento do outro como sujeito coparticipante e presente no mesmo território. O café acolhe estas demandas, junto com o desejo do compartilhamento de histórias. Histórias de vida vividas dentro do hospital, ou que orbitam em torno deste espaço.Colab Ampliação Realizar 15 encontros de colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe na instituição parceira Associação Eunice Weaver do Paraná, a fim de promover atividades culturais com objetivo de ampliação de repertório dos mesmos. Serão realizadas ações de reconhecimento do espaço e das pessoas participantes, suas origens socioculturais e trajetórias de trabalho no Hospital Pequeno Príncipe. Público estimado:200 vagas. O Colab Ampliação nasceu do desejo de se estabelecer uma ponte entre quem foi - e é - semente e semeadura para que o Hospital Pequeno Príncipe se tornasse o que é hoje e os frutos futuros, o desabrochar de uma instituição viva, que se renova e moderniza constantemente com o objetivo de atender mais e melhor as crianças e adolescentes. Entendendo o diálogo entre passado e futuro, os colaboradores tomam parte da trajetória deste território em seu fluxo histórico e cultural. Com suas trajetórias e memórias individuais contribuem para a memória coletiva acerca do Pequeno Príncipe, da história da instituição, da cidade em que se localiza e da pediatria no Paraná e no Brasil.

Objetivos

OBJETIVO GERALEste projeto anual, com realização prevista em 2025, tem como objetivo replicar e multiplicar projetos artístico-culturais no Hospital Pequeno Príncipe, maior instituição pediátrica do Brasil, e visa garantir acesso à arte e à cultura às crianças, adolescentes e seus familiares que se encontram em situação de internamento hospitalar, portanto circulação restrita. Além dos pacientes e seus acompanhantes, o projeto também atinge os colaboradores e voluntários da instituição. O Hospital Pequeno Príncipe, localizado em Curitiba/PR, é uma instituição sem fins lucrativos, mantido pela Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1 - OFICINAS 1.1 - Oficina de artes visuaisCriar um ateliê-oficina de artes visuais no interior do Hospital Pequeno Príncipe, com aquisição de materiais de pintura, (papéis, telas, tintas, lápis de cor). Realizar 30 oficinas de artes visuais para crianças e adolescentes em situação de internamento hospitalar. Público: 10 participantes por oficina, totalizando 300 vagas. 1.2 - Plantão de músicaOferecer, durante 40 horas semanais, arte educador possibilitando atendimento musical individualizado aos pacientes. Por ano, o Hospital Pequeno Príncipe realiza cerca de 20 mil internações. Público estimado: 1 mil atendimentos 1.3 - Humanidades (Primeiríssima infância)Realizar 40 encontros junto a pacientes e familiares da primeiríssima infância (0 a 3 anos) e, por meio de atividades culturais lúdicas, instigar nos bebês e nas famílias o valor primordial do brincar na primeira infância (30 meses). Todos os encontros serão gratuitos e voltados para pacientes e seus familiares. Por ano, o Hospital Pequeno Príncipe realiza cerca de 20 mil internações. Público estimado: 600 atendimentos 1.4 Oficina de jogosRealizar 30 oficinas de prática de jogos de culturas de todo o mundo para crianças e adolescentes em situação de internamento hospitalar. Público: 10 participantes por oficina, totalizando 300 vagas. 1.5 Plantão brinquedotecaOferecer, durante 20 horas semanais, instrutor na brinquedoteca do Hospital Pequeno Príncipe e 20 horas semanais no Centro de Reabilitação e Convivência Pequeno Príncipe possibilitando atendimento cultural individualizado aos pacientes das instituições. Por ano, o Hospital Pequeno Príncipe realiza cerca de 20 mil internações. Público estimado: 3 mil atendimentos. 2 - APRESENTAÇÃO MUSICAL 2.1 - Realizar 40 apresentações de música instrumental na Praça do Bibinha, espaço interno do Hospital Pequeno Príncipe, com duração de 40 minutos cada. Público: 20 pessoas por apresentação, totalizando público atingido de 800 pessoas. 2.2 - Realizar 10 apresentações de música instrumental no Jardim dos Sonhos, espaço externo do Hospital Pequeno Príncipe, com duração de 40 minutos cada. Público: 20 pessoas por apresentação, totalizando público atingido de 200 pessoas. 3 - BIBLIOTECA 3.1 - Hora do Conto na Biblioteca (Contação de história)Realizar 40 contações de história na Biblioteca Pequeno Príncipe, com duração de 30 minutos cada. Público: 10 participantes por contação, totalizando 400 vagas. 3.2 - Compra de 100 livros para atualização do acervo da biblioteca da instituição. O empréstimo de livros está disponível para pacientes, acompanhantes e colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe de forma gratuita. Público estimado: 2 mil participantes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS3.3 - Empréstimo inter-bibliotecasProporcionar malote para acesso dos pacientes e colaboradores do Hospital pequeno Príncipe (centro) e Centro de Reabilitação e Convivência Pequeno Príncipe (São José dos Pinhais) ao acervo da Biblioteca Pequeno Príncipe Norte, localizada no bairro Bacacheri em Curitiba. O acervo da Biblioteca Pequeno Príncipe Norte é composto por mais de 3 mil livros. O malote será periódico e funcionará sob demanda.3.4 Plantão disque-livroOferecer, durante 40 horas semanais, o serviço de carrinho com livros e disque-brinquedos, para atendimento de pacientes nos quartos de internamento. Por ano, o Hospital Pequeno Príncipe realiza cerca de 20 mil internações. Público estimado: 20 mil atendimentos 4 - CONGRESSO-SIMPÓSIO 4.1 - Café com HistóriasRealizar 12 mesas redondas junto a colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe focadas no compartilhamento de conhecimentos, vivências e cultura. O projeto Café com Histórias é realizado mensalmente, desde 2017, durante todos os turnos. Público estimado: 500 vagas 4.2 - Colab Ampliação Realizar 15 encontros de colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe à instituição parceira Associação Eunice Weaver do Paraná para promover atividades culturais com objetivo de ampliação de repertório dos mesmos. Serão realizadas trilhas ecológicas e contação de histórias na Biblioteca Pequeno Príncipe Norte. Público estimado: 200 vagas.

Justificativa

Referência no atendimento integral a pacientes pediátricos, o Complexo Pequeno Príncipe - mantido pela Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro e formado pelas unidades Hospital Pequeno Príncipe, Faculdades Pequeno Príncipe, Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe e Centro de Reabilitação e Convivência Pequeno Príncipe - é centro de referência no qual se pratica, ensina e pesquisa o que há de mais moderno para o diagnóstico e o tratamento de crianças e adolescentes. Sua unidade hospitalar, além de ser atualmente o maior hospital pediátrico do Brasil, é vanguarda no acolhimento e oferta de ações educacionais, culturais e artísticas. Com a convicção de que a arte é um direito fundamental, a instituição oportuniza acesso às diversas manifestações artísticas e culturais presentes no Brasil a todos os pacientes do Hospital Pequeno Príncipe e seus familiares, além dos colaboradores. Instituição filantrópica, desde 1919 se dedica à causa da saúde infantojuvenil. Sua excelência técnico-científica tem transformado a vida de milhares de pacientes ao longo de um século de atuação. O hospital foi eleito, pela segunda vez consecutiva, um dos 100 melhores hospitais pediátricos do mundo em um ranking elaborado pela revista norte-americana Newsweek. Em 2022 o hospital realizou quase 250 mil atendimentos ambulatoriais e mais de 18 mil cirurgias, sendo importante ressaltar que cada atendimento alcança pelo menos duas pessoas, uma vez que os pacientes são necessariamente acompanhados por um adulto responsável. Sendo uma instituição filantrópica, 60% do seu atendimento é destinado a pacientes oriundos do Sistema Único de Saúde (SUS). Isso faz com que a instituição receba crianças e adolescentes de diferentes estados do Brasil. Desta maneira, promover ações culturais no interior da instituição é colaborar efetivamente para a inclusão, para a descentralização de ações artístico-culturais e, em última instância, para a transformação social. A instituição foi pioneira também em humanização e precursora de políticas públicas, com ações como o Programa Família Participante, que trouxe os familiares para acompanhar os pacientes durante o tratamento, ainda nos anos de 1980, antes da regulamentação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Trouxe também, de forma inédita, para os quartos e corredores do Hospital a educação e a cultura, garantindo assim direitos fundamentais na formação dos meninos e meninas que chegam à instituição. Este plano anual busca a manutenção das equipes que promovem e acolhem as ações culturais oferecidas internamente aos pacientes da instituição, bem como seus familiares, seus colaboradores e voluntários. Dentre os incisos do Artigo 1 da Lei 8313/91 a proposta se enquadra em: * Inciso I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - uma vez que prevê a realização gratuita de todas suas ações dentro de instituição hospitalar, garantindo que mesmo em situação de internamento às crianças e adolescentes possam ter acesso à arte e à cultura; * Inciso II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização derecursos humanos e conteúdos locais; uma vez que as ações serão realizadas por artistas locais; * Inciso IX _ priorizar o produto cultural originário do País; O projeto será realizado por artistas locais. Para o cumprimento destas finalidades, o projeto atende aos seguintes objetivos (Art. 3 da referida lei): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Os membros da diretoria da Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro, que respondem como cooredenadores geral do projeto, não serão remunerados pelo projeto. O Hospital Pequeno Príncipe, mantido pela associação e parte do Complexo Pequeno Príncipe, atualmente maior hospital exclusivamente pediátrico do Brasil, é uma instituição filantrópica e, em 2021, realizou mais de 200 mil atendimentos ambulatoriais, e mais de 14 mil cirurgias, sendo importante ressaltar que cada atendimento alcança pelo menos duas pessoas, uma vez que os pacientes são necessariamente acompanhados por um adulto responsável. A instituição também acolhe, por exemplo, pacientes de nefrologia que necessitam utilizar o hospital 3 vezes por semana, bem como portadores de doenças raras com grande índice de retorno aos leitos, além de pacientes de diferentes especialidades que precisam, às vezes, passar seis meses ou mais internados. Os dados da instituição demonstram abaixo, para o intervalo entre 2018 e 2021, o volume de atendimentos voltados para pacientes oriundos do Sistema Único de Saúde (SUS) e, também, para pacientes de convênios. A este respeito, é importante ressaltar que, se de um lado, aos pacientes SUS não pode ser atribuída de maneira imediata a baixa renda, por outro lado, não se pode esquecer que a realidade socioeconômica brasileira torna o SUS indispensável para milhões de brasileiros que não teriam outra condição de acesso aos serviços de saúde em nosso país. Indicadores de procedência dos pacientes do Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba-PR, apontam que mais de 60% dos pacientes atendimentos na instituição provem do SUS e cerca de 40% provem de convênios, sendo menos de 1% os pacientes particulares. Mais informações: https://pequenoprincipe.org.br/relatorioweb2021/complexo-pequeno-principe/ Considerando-se, portanto, o perfil de atendimentos da instituição no contexto socioeconômico e cultural brasileiro, é possível afirmar que ações culturais em seu benefício geram impacto significativo junto à população de baixa renda.

Especificação técnica

OFICINAS Oficina de artes visuais Criar um ateliê-oficina de artes visuais no interior do Hospital Pequeno Príncipe, com aquisição de materiais de pintura, (papéis, telas, tintas, lápis de cor). Realizar 30 oficinas de artes visuais para crianças e adolescentes em situação de internamento hospitalar. Público: 10 participantes por oficina, totalizando 300 vagas. Proposta Pedagógica As oficinas visam proporcionar um mergulho dos participantes no universo das artes visuais, apresentando as múltiplas possibilidades do fazer artístico no campo das artes visuais. Pintura, escultura, fotografia, gravuras, desenho, cinema. A cada encontro a oficina convida, com a mediação de um arte-educador, à experiência artística, sensibilizando os participantes e apresentando história, tendências e materiais, além de propor uma atividade específica que permita aos pequenos pacientes a sensação de fazer arte.Todas as semanas as crianças e adolescentes do internamento da instituição terão a oportunidade de aprender e colocar em prática diferentes técnicas e linguagens das artes visuais, criando suas próprias obras. Resumo de conteúdos: > O que é arte visual, afinal? História do saber e fazer das artes visuais.> Diferentes técnicas, diferentes sensações, diferentes formas de se comunicar;> Conhecendo os materiais – texturas, volumes e suportes para as artes visuais;> Formas de expressão diversas utilizando os mesmos suportes – desenho, pintura, dobradura, papel marché. As múltiplas possibilidades de imaginar e criar;> A arte como expressão do ser – criações artísticas como forma de percepção e de comunicação;> Fazendo arte – a prática como ludicidade e aprendizagem. Carga horária:30 encontros, 14h às 16h - 60 horas Público alvo:Pacientes do Hospital Pequeno Príncipe e seus acompanhantes. Plantão de música Oferecer, durante 40 horas semanais, arte educador possibilitando atendimento musical individualizado aos pacientes. Por ano, o Hospital Pequeno Príncipe realiza cerca de 20 mil internações. Público estimado: 1 mil atendimentos. Proposta Pedagógica Breve descritivo No Plantão de Música, os arte-educadores envolvidos percorrem quartos, ambulatórios e outros espaços do Hospital Pequeno Príncipe, levando sonoridades diversas e atendimento individualizado por meio do contato com a música, com instrumentos musicais e diferentes objetos com os quais se pode ?fazer música?. Resumo de conteúdos: ? A música dos diferentes tempos e lugares.? Os sons do cotidiano – os sons de casa, os sons da rua, o som do silêncio.? A música ?sem instrumentos? e a música ?de instrumentos? – como garfo, papel, pedra e tesoura podem fazer música. E como ?tirar música? de instrumentos musicais.? Música corpo e movimento.? Processos criativos. Metodologias: ? Vivência coletiva de experiências musicais;? Observação, escuta e criação musical e corporal;? Apreciação musical e aprendizado de canções; Carga horária: 40 horas semanais Público alvo: Pacientes do Hospital Pequeno Príncipe e seus familiares, funcionários e visitantes da instituição. Humanidades – Primeiríssima Infância Realizar 40 encontros junto a pacientes e familiares da primeiríssima infância (0 a 3 anos) e, por meio de atividades culturais informativas e lúdicas, instigar nos bebês e nas famílias o valor primordial do conhecimento e do brincar para o desenvolvimento pleno na primeira infância (30 meses). Todos os encontros serão gratuitos e voltados para pacientes e seus familiares. Por ano, o Hospital Pequeno Príncipe realiza cerca de 20 mil internações. Público estimado: 600 atendimentos. Proposta Pedagógica Breve descritivo Primeiríssima Infância é um serviço que aproveita o período de internamento da criança de zero a três anos para ampliar o repertório das famílias, buscando entender o que já conhecem sobre desenvolvimento infantil, trazendo novas informações e promovendo um espaço onde a partilha dos conhecimentos das famílias possa acontecer. A partir de rodas de conversa, arte-educadores sondam que recursos podem oportunizar a ampliação de repertório para as famílias e desenvolvem, a partir daí, atividades específicas pertinentes. Resumo de conteúdos: ? A primeira infância como principal janela de oportunidade no desenvolvimento neuronal da criança – arte e cultura como potencializadores de desenvolvimento.? Ferramentas de ampliação de repertório sociocultural e educacional.? O papel da família no desenvolvimento da criança entre os zero e os três anos. Metodologias: ? Rodas de conversa;? Mediação de leitura;? A cultura indiana e suas contribuições - shantala;? Brinquedos e brincadeiras;? Brincadeiras musicais e musicalização das famílias; Carga horária: 40 encontros de 1h – 40h Público alvo: Pacientes de zero a três anos do Hospital Pequeno Príncipe e seus familiares. Oficina de Jogos 30 oficinas de prática de jogos de culturas de todo o mundo para crianças e adolescentes em situação de internamento hospitalar. Público: 10 participantes por oficina, totalizando 300 vagas. Proposta Pedagógica As oficinas visam sensibilizar os participantes e estimular a curiosidade pelo mundo, pelas diferentes culturas e estratégias de percepção da realidade, por meio de jogos desenvolvidos e praticados por diferentes culturas ao longo do tempo. Nos encontros, o jogar – sozinho, em duplas ou em grupos – além do necessário caráter lúdico, é ferramenta de aprendizagem de conteúdos variados de cunho inter e transdisciplinar. A cada semana um jogo convida os participantes a mergulhar em rico um universo com regras próprias e estratégias variadas para vencer ou continuar jogando. Junto com a prática, a interação também favorece o aprendizado sobre como lidar com sentimentos e frustrações. Resumo de conteúdos: > Jogos do mundo – contextos históricos e culturais;> Diferentes tipos de jogos, diferentes estratégias de jogo;> O jogo, o brincar e o aprender;> Valores e habilidades – o jogo como ferramenta de sociabilização;> As regras do jogo – aprender a jogar a partir de diferentes princípios. Carga horária da oficina:30 encontros, 14h às 16h - 60 horas Público alvo:Pacientes do Hospital Pequeno Príncipe e seus acompanhantes. Plantão da Brinquedoteca Oferecer, durante 20 horas semanais, instrutor na brinquedoteca do Hospital Pequeno Príncipe e 20 horas semanais no Centro de Reabilitação e Convivência Pequeno Príncipe possibilitando atendimento cultural individualizado aos pacientes das instituições. Por ano, o Hospital Pequeno Príncipe realiza cerca de 20 mil internações. Público estimado: 3 mil atendimentos. Proposta Pedagógica Breve descritivo No Plantão da Brinquedoteca, os arte-educadores envolvidos oferecem atendimento individualizado aos pacientes do internamento e seus familiares, promovendo o contato com jogos, brinquedos e brincadeiras sugeridos de acordo com cada faixa etária, de modo a proporcionar leveza e transformar o período de cuidados com a saúde uma oportunidade de aprendizagem sociocultural e diversão também. Resumo de conteúdos: ? Com que brincadeira eu vou? Jogos, brinquedos e brincadeiras para aquecer o coração.? Brincar em casa, brincar no hospital – quais são os brinquedos e brincadeiras favoritos de cada família?? Brincar sem brinquedos e brincar com brinquedos.? Brinquedos para todas as idades – aprendendo a brincar com o que a Brinquedoteca oferece.? Vamos brincar juntos? Metodologias: ? Vivência coletiva do brincar;? Observação e prática – aprendendo as ?regras do jogo?, aprendendo a brincar; Carga horária: 40 horas semanais Público alvo: Pacientes do Hospital Pequeno Príncipe e seus familiares; pacientes do Centro de Convivência Pequeno Príncipe e seus familiares. Apresentações musicais 40 apresentações musicais no Hospital Pequeno Príncipe, com duração de 40 minutos cada. Público estimado: 20 pessoas por apresentação, totalizando 800 pessoas. 10 apresentações de música instrumental no Jardim dos Sonhos, espaço externo do Hospital Pequeno Príncipe, com duração de 40 minutos cada. Público estimado: 20 pessoas por apresentação, totalizando 200 pessoas. *a seleção dos músicos e repertório será realizada no período de execução do projeto, na interação entre coordenação geral, produção e equipe específica da ação. Ações na Biblioteca Hora do Conto (Contação de histórias)40 contações de história na Biblioteca Pequeno Príncipe, com duração de 30 minutos cada. Público: 10 participantes por contação, totalizando 400 vagas. * a contação será realizada por arte-educadores do projeto e o repertório será selecionado no período de execução do projeto. Compra de livrosCompra de 100 livros para atualização do acervo da biblioteca da instituição. O empréstimo de livros está disponível para pacientes, acompanhantes e colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe de forma gratuita. Público estimado: 2 mil participantes. * a seleção de títulos será realizada no período de execução do projeto. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTOEmpréstimo inter-bibliotecasProporcionar malote para acesso dos pacientes e colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe (centro) e Centro de Reabilitação e Convivência Pequeno Príncipe (São José dos Pinhais) ao acervo da Biblioteca Pequeno Príncipe Norte, localizada no bairro Bacacheri em Curitiba. O acervo da Biblioteca Pequeno Príncipe Norte é composto por mais de 3 mil livros. O malote será periódico e funcionará sob demanda.Plantão disque-livroOferecer, durante 40 horas semanais, o serviço de carrinho com livros e disque-brinquedos, para atendimento de pacientes nos quartos de internamento. Por ano, o Hospital Pequeno Príncipe realiza cerca de 20 mil internações. Público estimado: 20 mil atendimentos .

Acessibilidade

Conforme a Lei nº 13.146, de 06 de julho de 2015, e o Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, seguem as medidas de acessibilidade prevista pelo projeto. 1. Acessibilidade arquitetônica para todos os produtos a serem realizados internamento no Hospital Pequeno PríncipeRealizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR, instituição hospitalar garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo, não consta em planilha orçamentária); Por se tratar de um ambiente hospitalar, a instituição atende também a portadores de variadas necessidades especiais, garantindo todos os equipamentos necessários para recebe-los, bem como acompanhantes idosos. Existem rampas, elevadores e banheiros equipados. Reforça-se que realizar atividades em instituição hospitalar, em si, garante o acesso à arte e à cultura a pacientes e familiares em situação de circulação restrita (item não gera custos) OFICINAS DE ARTES VISUAISAcessibilidade arquitetônica: ver item 1.Acessibilidade comunicacionalPor se tratar de oficinas de artes visuais, o acesso à populacão com deficiência visual não é total, mas será incentivado, em caso de público específico, por meio do uso de texturas e atendimento individual (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);As oficinas não inviabilizam a participação de deficientes auditivos, por serem atividades visuais. Em caso de público específico, o projeto fornecerá atendimento especializado (item interpretre de libras da planilha orçamentária);Realizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo); PLANTÃO MUSICAL Acessibilidade arquitetônica: ver item 1.Acessibilidade comunicacionalPor se tratar de oficinas de música, o acesso à populacão com deficiência auditiva não é total, mas será incentivado, em caso de público específico, por meio do uso contato físico junto a instrumentos buscando reconhecimento de vibrações e formatos por meio de atendimento individual (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);As oficinas não inviabilizam a participação de deficientes visuais, por serem atividades sonoras (item não gera custo na planilha orçamentária);Realizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo); HUMANIDADES/PRIMEIRISSIMA INFANCIAAcessibilidade arquitetônica: ver item 1.Acessibilidade comunicacionalPor se tratar de encontros com foco no desenvolvimento artístico, social e cultural de bebês entre 0 e 3 anos, o acesso à populacão com deficiência auditiva não é total, mas será incentivado, em caso de público específico por meio de atendimento individual (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);Os encontros também não inviabilizam a participação de deficientes visuais (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);Realizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo); OFICINAS DE JOGOS e BRINQUEDOTECAAcessibilidade arquitetônica: ver item 1.Acessibilidade comunicacionalPor se tratar de oficinas de jogos, os jogos escolhidos serão adequados ao público inclusive em caso de população com deficiência visual e população com deficiência auditiva (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);Realizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo); APRESENTAÇÕES MUSICAISAcessibilidade arquitetônica: ver item 1.Acessibilidade comunicacionalPor se tratar de apresentações de música instrumental, o acesso à populacão com deficiência auditiva não é viável tecnicamente (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);As apresentações não inviabilizam a participação de deficientes visuais, por serem atividades sonoras (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);Realizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo); BIBLIOTECA HORA DO CONTOAcessibilidade arquitetônica: ver item 1.Acessibilidade comunicacionalPor se tratar de contações de histórias, o acesso à populacão com deficiência auditiva, em caso de público específico, será feito via presença de intérprete de Libras (item interpretre de libras da planilha orçamentária);Por se tratar de contações de histórias, o acesso à populacão com deficiência visual não garantido (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);Realizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo); BIBLIOTECA AQUISIÇÃO DE LIVROS, EMPRÉSTIMO INTER-BIBLIOTECAS, DISQUE-LIVROAcessibilidade arquitetônica: ver item 1.Acessibilidade comunicacionalPor se tratar de ações de incentivo à leitura, o acesso à populacão com deficiência auditiva é garantido (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);Por se tratar de ações de incentivo à leitura, o acesso à populacão com deficiência visual será incentivado por meio de livros adequados (braille, áudiolivro) (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);Realizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo); SIMPÓSIO CAFÉ COM HISTÓRIAS e COLAB AMPLIAÇÃOAcessibilidade arquitetônicaRealizar eventos em espaços que ofereçam rampas, elevadores e banheiros equipados (item não gera custos)Acessibilidade comunicacionalO acesso à populacão com deficiência auditiva, quando houver, será garantido por meio da participação de intérprete de Libras (intérprete de Libras da planilha orçamentária);Os encontros não inviabilizam a participação de deficientes visuais. Em caso de público específico, o projeto fornecerá atendimento especializado (item audiodescrição da planilha orçamentária);O Hospital Pequeno Príncipe possui, em seu quadro de colaboradores, 134 pessoas com deficiência. Assim, realizar ações no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba/PR, garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas (não gera custo).

Democratização do acesso

Como ação de democratização de acesso, conforme o art. 29 da IN nº11/2024 do Ministério da Cultura, o projeto prevê: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. *Reforça-se que todas as ações do projeto tem caráter social - são realizadas em instituição hospitalar pediátrica filantrópica, que destina 60% de seu atendimento a pacientes oriundos do Sistema Único de Saúde - e são gratuitas. Em complemento, seguindo Art 30da IN nº11/2024, o projeto atende os seguintes incisos: VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; *O projeto garante ações culturais integralmente gratuitas no maior hospital pediátrico do Brasil.

Ficha técnica

Coordenação geralAssociação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro - proponente sem remuneração José Álvaro da Silva Carneiro (Diretor corporativo) Parte desde 1999 do Conselho da Mantenedora do Hospital Pequeno Príncipe (maior complexo hospitalar pediátrico do Brasil) e liderou a implantação do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (entre 2005 e 2008). Concebeu e implantou a plataforma de captação de recursos e mobilização intersetorial GOLS PELA VIDA em articulação com Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, que hoje é o maior programa de responsabilidade social corporativa do futebol brasileiro, beneficiando por meio da pesquisa às crianças do Paraná e do Brasil. Escreveu os livros: “Nepal-Fascínio e Agonia”, “Um Hospital de Crianças”, “Bosques de Curitiba”, “Araucarilândia”, “Nascentes, Corredeiras e Cachoeiras do Alto Iguaçu” e “No Reino da Araucarilândia”. Respondeu voluntariamente pela Diretoria Administrativa Financeira do Complexo Pequeno Príncipe entre fevereiro de 2010 e março de 2011 e, a partir de então, exerce a função de Diretor Geral Corporativo do Complexo Pequeno Príncipe e Secretário Geral de sua mantenedora. Ety Cristina Forte Carneiro (Diretora executiva) Brasileira, casada, formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Paraná. Fez MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Diretora de Relações Institucionais e Marketing do Hospital Pequeno Príncipe (entidade do 3º Setor). Em 2002 inaugura no Hospital Pequeno Príncipe o setor de Educação e Cultura (EDUC), onde são desenvolvidas atividades artísticas, educativas, culturais, lúdicas e recreativas. Responsável por parceria entre Fundação Cultural de Curitiba e Hospital, para fazer parte do calendário de eventos culturais da cidade. Permitindo o acesso aos bens culturais aos pacientes e a toda comunidade do Hospital. André Teixeira (Gestão financeira) Diretor financeiro do Hospital Pequeno Príncipe desde 2010. Graduado em Administração de Empresas, com pós-graduação em Administração Hospitalar e MBA em Gestão Financeira. Desde 2010 exerce o cargo de Diretor Administrativo Financeiro do Complexo Pequeno Príncipe, atuando na gestão dos setores: Financeiro, Faturamento e Contas Médicas, Contratos, Comercial, Licitações, Tecnologia da Informação, Manutenção, Serviços de Apoio, Suprimentos, Qualidade, Recursos Humanos etc.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.