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A programação será composta por atividades de exibição e formação, como programas temáticos compostos por filmes cearenses, nordestinos e brasileiros, oficinas audiovisuais, laboratórios de criação cinematográfica, seminários temáticos, vivências territoriais e lançamentos de livros, que será realizado no município de Guaramiranga e em quatro distintos espaços situados em comunidades rurais do Maciço de Baturité nos locias, Oficina da Mata na Comunidade Uirapuru; / Ecomuseu do Quilombo Serra do Evaristo, Baturité; Museu-Escola da Aldeia Kanindé de Aratuba, em Aratuba; Ecomuseu de Pacoti.
O evento proposto neste edital consiste na primeira edição do Olhos d'Água - I Mostra de Cinema do Maciço, a serrealizado no município de Guaramiranga e em quatro distintos espaços situados em comunidades rurais do Maciço deBaturité, região serrana localizada no interior do Ceará. São elas: Oficina da Mata na Comunidade Uirapuru eEcomuseu do Quilombo Serra do Evaristo, em Baturité; Museu-Escola da Aldeia Kanindé de Aratuba, em Aratuba; eEcomuseu de Pacoti. Esta mostra é fruto de uma série de ações de exibição e formação audiovisual que vêm sendorealizadas na região, em parceria com os espaços mencionados, nos últimos anos, como laboratórios rurais depráticas audiovisuais, cineclubes, oficinas e exposições. A programação será composta por atividades de exibição eformação, como programas temáticos compostos por filmes cearenses, nordestinos e brasileiros, oficinasaudiovisuais, laboratórios de criação cinematográfica, seminários temáticos, vivências territoriais e lançamentos delivros. Esta mostra surge com o desejo de descentralizar o acesso e a prática do cinema e do audiovisual,contribuindo tanto para a difusão de filmes nacionais e para a formação de plateia no interior do estado, quantopara a democratização dos meios audiovisuais enquanto ferramenta de criação, incentivando seu uso e apropriaçãopor múltiplos sujeitos, territórios, identidades e modos de existência.Trata-se, sobretudo, de uma mostra que pretende se firmar enquanto possibilidade de expansão e difusão decinemas não-hegemônicos para além do circuito de exibição em que geralmente circulam, como mostras e festivaisrestritos às capitais. Ao aproximar filmes brasileiros recentes produzidos por cineastas negros, mulheres, indígenas eLGBTQIANP+ de contextos rurais e territórios comunitários no interior do Ceará, desejamos contribuir com adescentralização dos bens culturais e artísticos existentes em nosso país e com democratização da diversa produção cinematográfica para novos públicos e espaços de circulação. A mostra Olhos d'Água tem como proposta, portanto,cultivar um espaço de fruição, formação, discussão e criação, fomentando, por meio da experiência coletiva docinema, o encontro entre diferentes perspectivas, identidades e modos de vida e a reflexão e a imaginação sobrenovas maneiras de se viver junto.Nesse sentido, estabelecendo o centro de Guaramiranga-CE como o polo central para a realização das sessões, aolongo dos cinco dias de programação da mostra, todas as demais atividades irradiarão e circularão por outrosterritórios rurais e espaços culturais situados em diferentes regiões do Maciço de Baturité, como escolas, ecomuseus,comunidades indígenas e quilombolas. A proposta itinerante do evento pretende não só abarcar os moradores dessascomunidades enquanto público do festival, mas também traçar diálogos e aproximações entre os recortes curatoriaise as questões abordadas pelos filmes e os diversos saberes-fazeres que compõem seus modos de vida. Assim, asatividades formativas serão elaboradas e realizadas em conjunto com lideranças locais, de maneira que oaprendizado e a prática do cinema possa acontecer em confluência com as singularidades, as práticas cotidianas e oscontextos ambientais e culturais de cada território.A Olhos d'Água - I Mostra de Cinema do Maciço se propõe a traçar correspondências entre as realidades ensejadas nosfilmes exibidos e os modos de vida comunitários dos territórios rurais por onde circulará, compreendendo que ocinema não funciona somente como reprodução do mundo e da realidade, mas como forma de expandir o olhar e deperceber e imaginar outros modos de existência possíveis. Nossa proposta se fundamenta, portanto, na crença deque uma mostra de cinema pode ser um espaço para fertilizar encontros entre diferentes saberes, para aprendercom as perspectivas do outro e para suscitar experiências sensíveis a partir de um deslocamento perceptivo para aprópria realidade em que se vive.
Objetivos Gerais:A Olhos d'Água - Mostra de Cinema do Maciço tem como objetivo promover a difusão de filmes brasileiroscontemporâneos em regiões rurais e comunidades tradicionais situadas no Maciço de Baturité-CE, bem comopropiciar um encontro, por meio de experiências de exibição e formação audiovisual, entre diferentes saberes,fazeres, culturas que confluem entre as imagens e os modos de vida locais, contribuindo para o fortalecimento daslutas coletivas e para a afirmação das identidades culturais que compõem essa região. Objetivos Específicos:Realizar um conjunto de atividades formativas (oficinas, laboratórios e seminários) em 5 localidades rurais do Maciçode Baturité, integrando seus moradores não só como público, mas também como proponentes.Contribuir para a criação de uma rede de articulação entre as diferentes comunidades tradicionais e espaçosculturais que compõem o Maciço de Baturité, no sentido de fortalecer seus saberes/fazeres e as experiências de partilha de conhecimento na região.Formar grupos de jovens que possam continuar produzindo audiovisual em suas comunidades, registrando as práticasculturais e consolidando um acervo acerca de sua história e dos saberes comunitários.Fazer circular as experiências de outros sujeitos, territórios e grupos sociais com a apropriação do cinema como umaferramenta de luta nas diferentes comunidades tradicionais e localidades rurais do Maciço de Baturité, possibilitandoo reconhecimento de seus modos de vida nas imagens audiovisuais. Atingindo um publico de 500 pessoas beneficiadas pelo festival.
A Olhos d'Água - I Mostra de Cinema do Maciço tem como um dos seus pilares a formação de públicos, adescentralização do acesso à cultura e a democratização dos seus modos de produção. O festival produzagenciamentos entre o fazer-pensar cinema e cinco espaços culturais rurais, mobilizados e mantidos pelascomunidades locais. São eles: Oficina da Mata na Comunidade Uirapuru e Ecomuseu do Quilombo Serra do Evaristo,em Baturité; Museu-Escola da Aldeia Kanindé de Aratuba, em Aratuba; Associação Amigos da Arte de Guaramiranga(AGUA), em Guaramiranga; e Ecomuseu de Pacoti. Espaços cuja história é atravessada, por um lado, por processoshistóricos de invisibilização e, por outro, por uma mobilização coletiva para a afirmação e o reconhecimento de suacultura e de seus modos de vida. São, sobretudo, espaços de luta e resistência aos constantes desmontes queassolam suas formas de organização. A Mostra, portanto, em toda a sua programação - exibição de filmes,lançamento de livros e atividades formativas - é pensado em consonância com a história e as experiências dessesespaços; corrobora, conecta-se e alia-se aos territórios, suas lutas, seus modos de existir e de viver emcomunidade.A proposta pretende cruzar saberes que são constantemente deslegitimados e/ou apresentados de formahierárquica. Dito de outro modo, a Olhos d'Água - I Mostra de Cinema do Maciço entende que os saberes das mestrase mestres, dos mateiros e das rezadeiras, dos povos originários e quilombolas coexistem horizontalmente com ossaberes e as produções cinematográficas que convencionamos chamar de "contemporâneas". Este gestoincontornável reposiciona tanto o cinema e suas práticas, quanto empodera a agência de saberes ditos "locais".Fricciona a hierarquia entre centro e periferia, urbano e rural, capital e interior, e complexifica as fronteiras daprodução político-sócio-cultural do Brasil. Com isso, a mostra afasta-se de um evento que simples e unicamenteexibe filmes e, em outra direção, aproxima-se de um acontecimento que incita, escuta e aprende com os agentes decada uma das escolas, museus e espaços culturais das cinco comunidades.As pessoas-agentes das comunidades deixam de ser apenas receptores do festival e passam a protagonizar aconstituição de suas próprias narrativas em estreita relação com os filmes e com toda a programação didáticoformativado festival - uma vez que nos exercícios propostos durante as oficinas as pessoas-agentes irão produzirseus próprios trabalhos. Os filmes, por sua vez, não apenas reproduzem o mundo, mas o inventam numa disputaininterrupta de narrativas, presenças e futuridades.Por fim, é importante salientar que a Olhos d'Água - I Mostra de Cinema do Maciço propõe-se a atuar em váriasfrentes que julgamos imprescindíveis e que reforça a sua importância desde o ponto de vista macropolítico - daprópria mostra e as parcerias pontuais das comunidades e espaços culturais que ele concatena - como de umaperspectiva micropolítica - da discussão crítica sobre a "natureza" das imagens, suas produções políticas e seusmodos de circulação. O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91, nos incisos: VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos do Art. 3° da mesma lei serão alcançadas com o projeto: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
As ações da Olhos d'Água - I Mostra de Cinema do Maciço serão realizadas ao longo de cinco dias (de terça-feira asábado) em diferentes espaços culturais rurais e urbanos localizados na região do Maciço de Baturité, no interior doCeará. Sua programação se dividirá entre o centro do município de Guaramiranga-CE, onde acontecerão a maioriadas exibições, e quatro diferentes polos culturais localizados em territórios rurais da região, locais onde ocorrerão asatividades formativas e vivências territoriais. São eles: Oficina da Mata na Comunidade Uirapuru e Ecomuseu doQuilombo Serra do Evaristo, em Baturité; Museu-Escola da Aldeia Kanindé de Aratuba, em Aratuba; e Ecomuseu dePacoti.Todas as atividades de formação e exibição que integram a programação da mostra se estruturam a partir de quatroeixos conceituais que operarão como disparadores para a curadoria dos filmes e organização dos programas deexibição e sessões, para as proposições temáticas das oficinas e seminários e para a metodologia pedagógica a serdesenvolvida no laboratório de criação. Os eixos conceituais são:Contra-cinemas;Plantas e bichos veem coisas;Cinemas de mutirão;Fazer ver: terra e territórioCada eixo acima descrito compreende atividades de exibição e formação. A programação inclui os programas deexibição de filmes selecionados; programas temáticos de filmes compostos por curadorias convidadas; umlaboratório de criação; oficinas, seminários e debates após as sessões. Todas as atividades formativas contarão com aexpressiva participação das comunidades envolvidas não somente enquanto público, mas também enquantopropositores, articuladores e oficineiros. Detalharemos, a seguir, como as atividades de exibição e formaçãoocorrerão durante os cinco dias de evento. PROGRAMAS E SESSÕESO festival contará com quatro programas temáticos organizados por curadores convidados e uma mostra nordestinacom filmes selecionados a partir de uma convocatória pública. Os programas temáticos terão como motes curatoriaisos seguintes eixos conceituais: Contra-cinemas; Plantas e bichos veem coisas; Cinemas de mutirão; Fazer ver: terra eterritório. Em todos os dias do festival serão realizadas 3 sessões com 4 a 5 filmes cada, chegando a um total de 15 sessões e pelo menos 60 filmes nacionais e nordestinos exibidos durante todo o evento. As sessões terão sempre 2hde duração, iniciando diariamente às 16h e encerrando às 22h. Ao longo do festival, todas as sessões serãorealizadas em diferentes espaços do centro de Guaramiranga-CE, como o Teatro Municipal, o Teatro Rachel deQueiroz e espaços públicos públicos como a praça central, contemplando tanto o público das localidades rurais quecotidianamente se desloca até essa região central, quanto o público externo que virá de outras cidades paraacompanhar o festival. Integrado ao evento, ocorrerá, durante a semana seguinte às exibições em Guaramiranga, aitinerância das sessões para os territórios rurais envolvidos nas demais atividades formativas da programação,possibilitando, dessa maneira, a circulação dos trabalhos audiovisuais realizados nas oficinas e no laboratório decriação.Com essa programação de exibição, pretendemos atingir um público amplo, formado tanto por pessoas da própriaregião, quanto por interessados vindos de outras regiões do Estado. Ressaltamos também a parceria que seráarticulada com as escolas integrais do município, com o intuito de proporcionar aos estudantes a plena participaçãonas ações do festival, como mostras e processos formativos, como também a extensão de algumas atividades daprogramação aos espaços escolares.
Seguindo os critérios de mobilidade e acessibilidade: Todos os espaços que irão acolher o evento preenchem os requisitos de acessibilidade, rampas/corrimões, vagas para PCDs no estacionamento, existência de banheiros adaptados conforme Normas da ABNT. Para aplicação das medidas obrigatórias: Todos os filmes que serão exibidos no festival, contará com LEGENDAS. Também terá TRADUÇÃO EM LIBRAS durante todos os dias do seminários realizados no Festival; O proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações, e a IN 11/23, artigos 27 e/ou 28”
Gratuidade em todos os eventos - sessões de filmes, oficinas, laboratórios, lançamento de livros - que compõem oCine Olhos d'Água - Festival de Cinema do Maciço.Todos os seminários serão gravados, legendados e divulgados em plataformas on-line posteriormente.
Coordenação GeralAna Paula Vieira Doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da UFC (PPGCom | UFC), na linha Fotografia e Audiovisual. Mestre em Artes (PPGArtes ICA | UFC), na linha Arte e Pensamento, e graduada em Cinema e Audiovisual (UFC). Integrante do Laboratório de Estudos e Experimentação em Audiovisual (LEEA-UFC). Coordenou o projeto Cinema no Brejo - Laboratório Rural de Formação e Experimentação Audiovisual, contemplado no Itaú Rumos (edição 2018/2019) e Mostra Cinema no Brejo: Cultivando Olhares, apoiada pela Lei Aldir Blanc 2020. Coordenação de curadoriaCecília Gallindo Trabalha atuando como artista, produtora e pesquisadora. Atualmente prestando serviço na Célula da Cultura no Banco do Nordeste, na área de artes visuais. É mestra em Audiovisual/Arte Multimédia pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Graduada em Filosofia pela Universidade Católica de Pernambuco - com bolsa de pesquisa da FACEPE (Prêmio Ricardo Ferreira da PIBIC/FACEPE) - e graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pernambuco. Participou entre outras do VIII ÚNICO - Salão Universitário de Arte Contemporânea do Sesc, com exibição em Recife e Petrolina, do VI Festival de Arte e Tecnologia do Recife - Continuum e do Laboratório, programa promovido pela Câmara Municipal de Aljustrel em parceria com Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Coordenação pedagógicaLeonardo Câmara Pesquisador, realizador e formador audiovisual, é graduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Ceará e Mestre pela linha de Pragmáticas da Imagem do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais. Integrou a quarta turma do Curso de Realização em Audiovisual da Escola Vila das Artes.Coordena o projeto Cinema no Brejo – Laboratório Rural de Formação e Experimentação Audiovisual. É membro do LEEA - Laboratório de Estudos e Experimentação em Artes e Audiovisual, grupo de pesquisa vinculado ao PPGCom da UFC; e da Rede KINO - Rede Latino- americana de Cinema, Educação e Audiovisual. Atualmente, desenvolve pesquisas sobre as pedagogias do cinemae realiza ações de formação audiovisual em escolas e territórios rurais. Coordenação de ProgramaçãoYuri Firmeza Yuri Firmeza é professor do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará onde é integrante do LEEA (Laboratório de Estudos e Experimentação em Audiovisual). Doutorando em Arte Multimédia pela Universidade de Lisboa onde é membro colaborador do CIEBA (Centro de Investigação e Estudos em Belas Artes). Organizou, conjuntamente com Clara Bastos, Leonardo Mouramateus e Érico Araújo Lima, o seminário e o livro “O trabalho das ruínas: genealogias, ficções, (re)montagens”, em parceria com Pablo Lobato o livro " O que exatamente vocês fazem, quando fazem ou esperam fazer curadoria?" e em parceria com Alexandre Campos, Cacá Fonseca, Laura Castro e Pedro Britto o livro “Composto Escola: Comunidades de sabenças vivas.”.Participou de festivais de cinema e exposições em diversas cidades do Brasil e do exterior, entre as quais a 31ª Bienal de São Paulo, 14th Biennale Jogja: Stage of Hopelessness – Yogyakarta/Indonesia; 21st Videoex – International Experimental Film & Video Festival Zurich/ Switzerland; 64th e 62nd International Short Film Festival Oberhausen/Germany, 11ª Bienal do Mercosul e realizou, entre outras, a exposição individual Turvações Estratigráficas, no Museu de Arte do Rio. Produção ExecutivaKelviane Lima Formada em Artes Plásticas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará -IFCE em 2010,atuando como Produtora Cultural desde 2008, em que integrou a equipe de eventos, produção cultural comoassistente da Coordenação de Artes Visuais do Centro Cultural Banco do Nordeste no período de 2008 a 2015. Aolongo desse tempo, trabalhando com o acervo de arte e produções de seminários e exposições dentre eles,Seminários Avançados de Arte 80+30, As Dimensões das Políticas Públicas, Semana das Artes em parceria com aUFC, Oficina de Pintura com Leda Catunda, Oficina de Arte ? Encontro com a Universidade Ateliê de Criação, Cursode Arte ? Corpo e Audiovisual com Yuri Firmeza, Curso de Arte Interfaces, Instalações e Ambientes imersivos comAlexandre Veras, e montagem de exposições: Vestidas de Branco do artista Nelson Leiner, José Patrício: Cogitaçãosobre o número, 80+30 com curadoria de Marcelo Campos, Daniela Name e Ivair Reinaldin, individual da artista LedaCatunda, Pausa em Pleno Voo de Efrain Almeida, dentre outras.No ano de 2013 e 2014 participei do curso CRAM ? Catalogação, restauração e organização de Acervos, realizadospela Escola de Artes e Ofícios Tomas Pompeu Sobrinho, no qual participei de uma estagio de conclusão no Acervo doMuseu do Ceará. Sendo convidada a integrar a equipe de restauração da policromia do CINE TEATRO SÃO LUIZ .No período de 2018 e 2019 realização de catalogação e organização de acervo de arte particular do artista EduardoFrota. Em 2020, realizado restauração de pintura particular danificada pela mar conservação. De janeiro a junho de2021 foi realizado o serviço de atualização da catalogação e organização (higienização, fotografia, acomodação) dasobras de arte dentro da reserva técnica criada para do acervo artístico do Banco do Nordeste. Produção LocalNilde Ferreira Comunicóloga; especialista em gestão pública municipal; especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona/Observatório Itaú Cultural; gestora cultural com experiências nos setores Público e Terceiro Setor; arte/educadora. Atua nas áreas de planejamento e gestão da cultura, com destaque para as seguintes experiências: Foi secretária de Cultura de Guaramiranga (1998-2008 e 2017 a 2020), presidiu o Conselho de Dirigentes Municipais de Cultura do Ceará (2005-2007),foi vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura do Ceará (2005 e 2006), atuou na equipe técnica de Gestão do Sistema Estadual da Cultura do Ceará/Secult (2009 e 2010); coordenou a Escola de Artes e Ofícios do Instituto Dragão do Mar de Arte e Cultura (2011 a 2013); participou da equipe de implantação dos cursos básicos da Escola Porto Iracema das Artes (2012/13); foi assessora de políticas culturais da Secretaria de Cultura de Fortaleza (2013 a 2016); é sócia- fundadora da Associação dos Amigos da Arte de Guaramiranga e Coordenadora Geral do Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.