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PRONAC 246303Aguarda complementação de documentosMecenato

Festival: Carnaval de Inverno

ELADIO FARIA CONSULTORIA, PROJETOS E RESULTADOS LTDA
Solicitado
R$ 996,2 mil
Aprovado
R$ 996,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Caeté
Início
2025-04-01
Término
2025-09-30
Locais de realização (1)
Caeté Minas Gerais

Resumo

Realizar um evento, na modalidade festival, tendo como tema central "Carnaval de Inverno" considerado o 1º carnaval temporão do país, ocorrido pela primeira vez na década de 70 em Caeté, Cidade Histórica do Ciclo do Ouro, localizada na região metropolitana de Belo Horizonte. O evento possui três eixos principais: desfile de blocos típicos acompanhados de bateria e corpo de baile; apresentações musicais originárias do Brasil; e a cozinha mineira como patrimônio cultural do estado. Propõem a oferta de atividades artística-culturais, locais e reginais, e gastronômicas em uma praça de eventos aberta ao público, propícia ao encontro de diferentes culturas. A proposta contemplará música instrumental e outras manifestações musicais. Toda a programação será gratuita.

Sinopse

1) Resumo de algumas atividades do festival: a) Apresentação/cortejo grupo cultural · Abre alas, que eu vou passar: a proposta visa oportunizar a apresentação de grupo cultural local e/ou tradicionais convidados para abrir oficialmente o festival. Propõe a realização de um cortejo (musical e cênico) pelas principais ruas do centro histórico da cidade para noticiar, interagir com o público e convidar a população para participar. Público alvo: população em geral. Classificação livre. b) Seminário de abertura: O Carnaval e a Cidade · Palestra de abertura: Carnaval, arte e inclusão social Resumo: A palestra abordará questões associadas a oportunidades de criação, produção e experimentação: frutos de sua época, imaginário popular e contexto sociocultural. Também abordará algumas questões fundamentais para o exercício da cidadania, entre elas, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Duração estimada: 40 minutos. Público alvo: interessados no tema. · Roda de conversa 1 – Cultura barroca na terra do carnaval Resumo: a partir de um itinerário histórico, propõe revisitar o passado para conhecer as origens de uma das maiores festas populares do país e suas interfaces com a cultura barroca luso-brasileira. Público alvo: interessados no tema. · Roda de conversa 2 – História dos antigos carnavais Resumo: propõe abordagens referentes a história dos antigos carnavais, antecedentes, evolução e desenvolvimento ao longo do tempo, relatos de vivências e experiências sobre o tema. Público alvo: interessados no tema. C) Oficinas/ formação/capacitação · Oficina de tambor: percussão e ritmos A oficina propõe uma imersão no universo mágico do tambor, sua relação com a cultura de matriz africana, suas possibilidades de uso, técnicas de toque e ritmos. Para participar, os interessados deverão trazer e utilizar seu próprio tambor. Público alvo: integrantes de grupos populares, tradicionais e folclóricos. Duração estimada: 120 minutos. Nº de vagas: 30. · Encontro tambores e roda de capoeira Ao final da oficina de tambor, seus integrantes e outros grupos, serão convidados para participar de encontro de tambores em área aberta, para ocupação cultural da cidade. Propõe-se, junto ao (s) grupo (s) de capoeira local, criar um grande “terreiro cultural” para celebrar as culturas de matriz africana.

Objetivos

Objetivo geral: O objetivo desta proposta cultural é realizar um evento, na modalidade festival, tendo como tema "Carnaval de Inverno" considerado o 1º carnaval temporão do país, ocorrido pela primeira vez na década de 70 em Caeté, Cidade Histórica do Ciclo do Ouro, localizada na região metropolitana de Belo Horizonte. Propõe a realização e manutenção dessa tradição na cidade histórica mineira, cujo evento é considerado um "patrimônio cultural" associado às histórias dos antigos carnavais, interpretações, subjetividades e ressignificações ao longo do tempo. O alicerce do festival é a música, visto que todas as atividades estão diretas ou indiretamente relacionadas ao motivador musical (ambiência, entretenimento, formação, patrimônio cultural, etc.), espraiado nos diferentes tipos produtos que compõem a proposta. Neste sentido, a finalidade é manter viva a tradição do carnaval na estação de inverno, transformando-o em um evento híbrido/transversal (festival e carnaval na estação do inverno) capaz de incentivar a geração de novos valores; atividades artísticos-culturais; espetáculos musicais, de diversão e entretenimento; mais produção, criatividade, arte e inovação; fortalecimento da economia, maior oportunidade de trabalho e renda para o setor artístico-cultural. Objetivos específicos, discriminados por produtos: Produto Curso/Oficina/Estágio: realizar 01 oficina de tambor; realizar 01 palestra cultural/02 mesas redondas. Produto Espetáculo Artes Cênicas: realizar 02 duas intervenções teatrais. Produto Festival/Mostra: realizar 01 atividade gastronômica associada a cozinha mineira como patrimônio. Produto Desfile de Carnaval: realizar 03 desfiles de blocos culturais/típicos ou tradicionais (acompanhados de bateria) com participação de corpo de baile; realizar 01 cortejo cultural; realizar 01 ensaio aberto bateria; realizar 01 ensaio aberto corpo de baile. Produto Apresentação Musical: realizar 01 encontro de tambor; realizar 01 roda de samba; realizar 08 shows/ apresentações/ atividades musicais; realizar 02 shows/ apresentações/ atividades musicais eletrônicas/DJ. Público beneficiário total previsto é de 10 mil pessoas. Conforme os objetivos especificados acima, a proposta cultural prevê: 1 _ Realizar um evento, na modalidade festival, a partir da viabilização de infraestrutura, pessoal especializado, fornecimento de apoio logístico e ações promocionais em uma praça de eventos aberta e acessível aos diferentes tipos de público. 2 _ Realizar evento temporário com duração de três dias; oferta gratuita de atividades artística-culturais, local e reginais, e gastronômicas em uma praça de eventos aberta ao público, propícia ao encontro de diferentes culturas. 3 _ Abordar aspectos relacionados a Mineiridade, o modo de ser, viver e fazer do mineiro enraizados também em sua cozinha registrada como patrimônio imaterial do Estado, oferecendo espaço para mostra, degustação e comercializando de produtos típicos locais e da região durante o festival. 4 _ Por conseguinte, colaborar para o fomento da indústria criativa e cultural, movimentar a cadeira produtiva da cultura e do turismo, estimular a economia local oportunizando geração de trabalho e renda. * Outras atividades direta ou indiretamente associadas ao produto principal: "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; priorizar o produto cultural originário do país; valorizar e perpetuar o patrimônio cultural, material e imaterial". * A saber, origem do Festival/Carnaval de Inverno: Como sabemos o carnaval não é uma invenção brasileira, no entanto, é uma das maiores festas populares do país. Com origem no latim, carnis levale, a palavra carnaval significa "retirar da carne", ou seja, a vivência dos prazeres da carne (comidas, bebidas, danças entre outros) antes do período penitencial da quaresma _ propício ao recolhimento, jejum e a reflexão. O carnaval possui fortes influências da antiguidade mesopotâmica e greco-romana ainda presentes, do qual herdou a subversão de papeis sociais (súditos vestidos de reis), das fantasias (homens vestidos de mulheres) e de dias consecutivos de festas animadas com músicas, danças e bebidas. No Brasil, o carnaval foi trazido pelos portugueses no século XVI, manifestando-se inicialmente através do entrudo _ brincadeira popular de zombaria e molhadelas muito comuns e apreciadas no período colonial e imperial. No final da monarquia e implantação da república, o entrudo começou a ser fortemente reprimido. A partir daí, surgiram os bailes de mascaras nos salões, nos espaços privados elitizados e nas ruas, pela população, os cordões, ranchos e marchinhas. No início do século XX, o carnaval foi transformado e amplamente popularizado, foi neste mesmo período, que surgiu o samba de raízes africanas e em seguida, as escolas de samba. Já na década de 50, ocorreu a primeira utilização de um caminhão com o som dos instrumentos musicais aumentados por alto falante, dando origem ao "trio elétrico". O carnaval também viveu seus momentos de tensão, em especial, durante o controle das diversões públicas, comportamentais, imorais e subversivas na "Era Vargas" e, mais tarde, aquelas contrárias a ordem ideológica do regime militar (1964-1985). Foi neste período, década de 70 que surgiu o "carnaval de inverno" como "1º carnaval temporão" ou "fora de época" do Brasil apontando para um movimento de liberdade, naturalidade, espontaneidade. Ao contrário das micaretas, expressão francesa (mi-carême) que significa "meio da quaresma", o Carnaval de Inverno surgiu no último final de semana do mês de julho. Como pretexto, foi recriado no encerramento dos jogos de férias para levantar fundos para uma escola de samba (música instrumental e/ou regional). Neste período, praticamente não existiam eventos similares ao carnaval ou oferta de shows no calendário festivo do brasileiro como ocorrem atualmente (Rock in Rio, Lollapalooza, por exemplo), por este motivo, o Carnaval de Inverno tornou-se "uma grande referência sem concorrência para o folião por ser o único de seu tempo". Não por acaso, ficou bastante conhecido no país atraindo pessoas de várias partes de Minas e do Brasil.

Justificativa

Manter vivo, na cidade histórica mineira, o carnaval na estação de inverno através de um festival, cuja tradição, é vista como um "patrimônio cultural" associado às histórias dos antigos carnavais, suas interpretações, subjetividades e ressignificações criadas ao longo do tempo. O Carnaval de Inverno faz parte do imaginário popular e da memória de muitas pessoas. Podendo ser considerado ainda, um patrimônio cultural imaterial vinculado a origem, história e trajetória dos antigos carnavais em Minas Gerais e no Brasil. São exemplos similares: o Carnaval a Cavalo de Bonfim (datado de 1840); o Maracatu Rural (inserido nas comemorações carnavalescas no século XIX), entre outros. Para além da realização do evento em si, sua manutenção colabora para a preservação de uma tradição, a do carnaval temporão, visto como legado ou testemunho de uma época conforme a seguir: "O carnaval também viveu seus momentos de tensão, em especial, durante o controle das diversões públicas, comportamentais, imorais e subversivas na Era Vargas e, mais tarde, aquelas contrárias a ordem ideológica do regime militar (1964-1985). Foi neste período, década de 70, que surgiu o Carnaval de Inverno como 1º carnaval temporão ou fora de época do Brasil apontando para um movimento de liberdade, naturalidade, espontaneidade." A saber, carnaval temporão (de inverno) difere de outras manifestações carnavalescas como a micareta. Micareta provem da expressão francesa "mi-carême" que significa meio da quaresma. Deste modo e conforme etimologia da própria palavra, as micaretas ocorrem no período pós-carnaval (da quaresma) como um prolongamento ou extensão do carnaval tradicional, realizadas pelos foliões não conformados com seu término. Neste sentido, o carnaval de inverno não pode ser comparado a uma micareta. Entre outras justificativas, o Carnaval de Inverno pode contribuir para facilitar a todos "o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; priorizar o produto cultural originário do País".

Estratégia de execução

OUTRAS INFORMAÇÕES: PARTE 1 Sugere-se, para efeito de enquadramento, que a proposta seja enquadrada no Art. 18, visto que: I) embora o Carnaval de Inverno não seja formalmente registrado é considerado por muitos como um patrimônio cultural; II) a programação proposta para o evento, embora atualizado para o tempo presente, dialoga com a história e cultura local, formadoras de identidade; III) conforme § 3º, letra c, do Art. 18 da Lei N°8313/91, essa proposta também contemplará a música instrumental e/ou regional, visto a participação de blocos culturais e tradicionais da cidade histórica de Minas, puxados por bateria, indispensáveis a realização do evento; IV) o alicerce da proposta é a música, sendo que, todas as atividades estão direta ou indiretamente relacionadas ao motivador musical (ambiência, entretenimento, formação, patrimônio cultural, etc.), espraiado nos diferentes tipos produtos que compõem a proposta, suas intefaces/transversalidade. OUTRAS INFORMAÇÕES: PARTE 2 Memória de cálculo, afim de “contribuir” com o enquadramento no Art. 18, conforme sugerido. Resumo da proposta (percentual aproximado): I) Atividades relacionadas a música instrumental Art. 18: total 14 atividades · 01 Ensaio aberto bateria blocos; 01 ensaio aberto corpo de baile/dançarinos; 01 cortejo/desfile cultural (cênico e musical); 02 Intervenções teatrais durante o festival; 03 desfiles de blocos caricatos, tradicionais e/ou típicos (acompanhado por bateria); 02 apresentações corpo de baile durante desfile blocos; 01 roda de samba; 01 oficina de tambor: percussão e ritmos; 01 encontro de tambores; 01 palestra e 02 mesas redondas. II) Atividades relacionadas a música cantada Art. 26: total 11 atividades · 08 apresentações músicas cantadas; 01 evento gastronômico cozinha mineira/patrimônio/receitas típicas; 02 apresentações DJ/música eletrônica. III) Memória de cálculo: valores aproximados. · Total de atividades Art. 18 = 14 atividades. · Total de horas previstas: 16h30min. Percentual nº de atividades = 56%. Percentual nº de horas: 62,3%. · Total de atividades Art. 26 = 11 atividades. · Total de horas previstas: 10 horas. Percentual nº de atividades = 44%. Percentual nº de horas: 37,7%. * Observação: a praça de alimentação, embora associada a cozinha mineira/patrimônio, não foi contabilizada em horas visto a necessidade natural de alimentação dos participantes, em diferentes momentos do evento, durante a execução do projeto. OUTRAS INFORMAÇÕES: PARTE 3 Sobre o carnaval: vocação e tradição transversal 1) Sobre o Carnaval de Inverno na cidade de Caeté: o carnaval é uma festa antiga e universal. No vasto território brasileiro assimilou e incorporou vários aspectos associados às culturais locais e regionais, criando feições próprias que ajudaram a recriar e diversificar o próprio carnaval. São exemplos o Maracatu Rural em Pernambuco; o Carnaval a Cavalo em Bonfim, Minas Gerais; e o Carnaval de Inverno, caracterizado como uma reprise reinventada do carnaval oficial de fevereiro na estação de inverno. Originalmente, o carnaval de inverno é resultante de um processo histórico de implantação de um complexo industrial metalúrgico, criação de vilas operárias segmentadas e modelo sociocultural vivenciado. Nas imediações do núcleo histórico de Caeté/MG, nasceu um novo núcleo (complexo industrial), pensado e criado com infraestrutura completa (de minicidade), bastante moderno para sua época. Protagonista de uma história própria, embora herdeira do antigo gosto pela cultura carnavalesca, foi idealizado neste cenário/local a criação de um carnaval em julho – o Carnaval de Inverno – concomitante ao encerramento do torneio e/ou jogos de férias da escola técnica. Isso ocorreu na década de 70. O pretexto teria sido arrecadação de fundos para uma escola de samba. A partir daí, o carnaval realizado na estação de inverno cresceu, virou referência como 1º carnaval temporão do país e passou a atrair milhares de pessoas de várias regiões como “única opção de agenda” (sazonal) para o folião em sua época. Sem uma administração formal, passou de mão em mão, sendo interrompido diversas vezes. No entanto, ficou bastante conhecido de leste a oeste e de norte a sul do país, permanecendo vivo na lembrança das pessoas. 2) Sobre o carnaval na região metropolitana de Belo Horizonte: a cidade edificada aos pés da serra do curral, antigamente chamada de Curral Del-Rey, servia como ponto de parada, entrada e saída do gado vindo da região do vale. Nos primórdios, a riqueza era outra – ruidosas festas barrocas patrocinadas pelo ouro das minas. Mais tarde, em 1987, com a transferência da capital da capitania, foi criada neste local a cidade de Belo Horizonte: uma cidade pensada, planejada e moderna para a época. Para sua construção, foram recrutados muitos trabalhadores vindos de várias regiões. São desta data, as primeiras memórias do carnaval na capital mineira. Mais tarde, os bailes, batalhas de confetes, desfile dos blocos caricatos e surgimento das escolas de samba. No entanto, o carnaval de Belo Horizonte também foi um carnaval de passagem pela rodoviária, na estrada ou aeroporto para muitos, em especial, para aquelas pessoas que procuravam destinos mais atrativos. Em 2015, o carnaval belorizontino floresceu, criou raízes e produziu sementes próprias, a ponto de se tornar o “2º destino mais atrativo” do país, segundo pesquisas. O resultado obtido foi o aumento de foliões (aproximadamente 4 milhões na última edição) crescimento da economia, ocupação dos hotéis, faturamento dos bares e restaurantes, oferta e oportunidade de trabalho. OUTRAS INFORMAÇÕES: PARTE 4 * A saber, em 05 de julho de 2023, durante a reunião do Conselho Estadual de Patrimônio Cultural (Conep) ocorrida em Belo Horizonte, a cozinha mineira foi declarada patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais. Link < https://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/cozinha-mineira-e-patrimonio-cultural-imaterial-de-minas-gerais >. * A saber: conforme Súmula nº 32 publicada no Diário Oficial da União em 28 de março de 2024, a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura entende como música regional: I - os gêneros musicais associados a bens de natureza imaterial registrados como Patrimônio Cultural, nas esferas federal, estadual, distrital ou municipal; II - as manifestações musicais produzidas, que reflitam as tradições, os modos de vida, as múltiplas realidades e as características de determinada região, de uma comunidade ou por ela recebida e interpretada, resultando na criação de produtos culturais, respeitando as características daquela região e sua tradição.

Especificação técnica

Especificações técnicas do material gráfico: · Folder até A3 - Folder formato 20 cm Altura x 27 cm largura, 01 dobra, 4/4 cores, papel couchê fosco, gramatura 120g a 150g, necessário para informar a programação e mapa do evento e medidas de acessibilidade conforme Art.27 da Instrução Normativa Nº 11/2024. Quantidade: 2000 unidades. · Filipeta - Filipeta formato 10 cm x 20cm, 4/4 cores, papel couchê fosco, gramatura 120g a 150g, necessário para informa de forma resumida e direta a programação do evento. Quantidade: 3000 unidades.

Acessibilidade

Acessibilidade física: no local do festival será disponibilizada, durante os dias de realização, equipe de apoio (monitores e/ou facilitadores capacitados) para auxiliar deficientes físicos, pessoas com limitações e seus acompanhantes com a devida atenção e respeito. Também será destinada uma área exclusiva para que possam participar do evento com segurança e conforto. O acesso a essa área será feito conforme estudo prévio ou projeto de acessibilidade arquitetônica. A praça de eventos ou sítio será dotado de banheiros químicos adaptados e outras infraestruturas. Acessibilidade conteúdo: pretende-se montar uma tenda na adjacência da praça de evento para que seja oferecida programação inclusiva para o público com algum tipo de deficiência física. Neste local, será disponibilizada por meio de mediação, parte do conteúdo do festival para maior democratização de conteúdo. Para isso, serão contratados: mediadores educativos; profissional de libras para atendimento de surdo-mudo; profissional denominado ledor para acompanhar e ler para os cegos. Observação: as respectivas rubricas para contratação desses profissionais estão indicadas na planilha do projeto. Outras medidas de acessibilidade poderão ser adotadas ao longo do projeto. Em atenção ao Art.27 da Instrução Normativa Nº 11/2024, §2º “O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade”.

Democratização do acesso

O festival ocorrerá em uma praça de evento aberta, não coberta, em espaço físico preparado e adaptado para essa finalidade. O local fica na área central do município, em via de fácil locomoção e amplo acesso. O acesso a programação, entrada no local de realização do festival e participação ocorreram de forma gratuita, sem restrição de público. Público previsto: de até 10 mil pessoas. Para maior democratização do acesso, adotaremos a media "ensaio aberto" conforme as seguintes medidas contidas no Artigo 30 da IN 11/2024, a saber: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Serão, a princípio, oferecidos pelo menos 02 ensaios abertos: de bateria e corpo de baile.

Ficha técnica

Charles Eládio Nazareth Faria - Equipe técnica do projeto Formação técnica em Conservação e Restauração de Bens Culturais; Engenharia de Produção; e especialista em Gerenciamento de Projetos. Foi eleito para Conselheiro Estadual de Políticas Culturais no CONSEC-MG; participou do Prêmio Internacional Reina Sofia (Madri/Espanha), no qual, obteve 1º lugar unânime em 11 países. Foi selecionado em dezembro de 2022, por meio de edital estadual, para coordenar áreas do 1º Circuito FAOP Itinerante em 12 municípios mineiros, também em Ouro Preto e 10 distritos a fim de realizar cursos de “Introdução à Conservação e Preservação de Bens Culturais”. Em novembro de 2021, assumiu o cargo de Gerente de Promoção da Fazenda da Boa Esperança no Município de Belo Vale/MG, a fim de coordenar as atividades a serem realizadas na fazenda histórica tombada pelo IPHAN e IEPHA-MG. Atuou desde 2017 como diretor de departamento na Prefeitura Municipal de Caeté, sendo promovido a função de coordenador técnico em 2018 e a condição de Secretário Substituto de Turismo, Cultura e Patrimônio em julho de 2021. Possui experiência em elaboração de plano de governo para as áreas de desenvolvimento associadas ao turismo, cultura e patrimônio, elaboração de projetos, relacionamento com comunidades e organização de reuniões de conselhos, gestão e fiscalização de obras, processos administrativos. Atuou como responsável pela administração “in loco” do Museu Casa João Pinheiro e Israel Pinheiro de Caeté/MG instalado em um imóvel histórico do séc. XVIII denominado Solar do Tinoco; responsável pela sua coordenação técnica e área de 118 hectares de mata atlântica que o compõe a chácara no período de janeiro de 2010 a janeiro de 2015. Vitral consultoria e Projetos Culturais – Apoio administrativo e de prestação de contas Empresa que atua nas áreas de planejamento, elaboração, gestão, produção e prestação de contas de projetos culturais e artísticos. Possui atuação no mercado cultural, principalmente nas áreas de música, artes cênicas, artes visuais, patrimônio e gestão cultural/ formação e experiência em diversos mecanismos de incentivo à cultura: Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, Fundo Nacional de Cultura, Fundo Estadual de Cultura, Pontos de Cultura, FIA, dentre outros editais e convênios. Alguns clientes: APPA – Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes (dentre os projetos está o Continuidade da Requalificação e Revitalização do Centro de Memória da AngloGold Ashanti) ; Ja.Ca – Centro de Arte e Tecnologia; Prefeitura Municipal de Caeté / Fundação Casa de Cultura de Caeté (Projeto de Criação do Museus dos Emboabas; Restauração do Antigo Prédio da Estação ferroviária de Caeté); Sesc em Minas; artista plástico e ceramista Máximo Soalheiro; Festa do Café-Com-Biscoito de São Tiago; Lira Cultura; Dupla Promoções e Eventos; Concentus Musicum de Belo Horizonte; Festival de Música Barroca de Alcântara, Maranhão; Duo instrumental Guanduo, formado pelos violonistas Eduardo Pinheiro e Juliano Camara; Grupos de samba Zé da Guiomar, Obá Camafeu e Trem dos Onze, de Belo Horizonte; Músico e compositor Maurício Ribeiro, de Belo Horizonte; Quik Cia de Dança, de Nova Lima; Plataforma Gastronômica Fartura - Comidas do Brasil. Promotora de Eventos– interesse de cooperar Giro Eventos – É uma empresa que atua há 5 anos no Brasil, atendendo desde eventos simples, aos mais complexos, desenvolvendo estratégias criativas, soluções customizadas de acordo com as necessidades de cada cliente e seu respectivo seguimento. Através de ações integradas, criamos uma experiência única e exclusiva. Elevando conceitos, potencializando ideias e ampliando positivamente a percepção da usa marca no universo mercadológico do mercado corporativo. Serviços/área de atuação: I – Produção de eventos: Planejamento, divulgação, execução e gerenciamento de eventos de todos os tamanhos; II – Projeto cenográfico em 3D: Projetamos sua festa ou evento com software 3D para melhor planejamento e visualização nos mínimos detalhes, otimizando recursos e tempo. Ao final de cada projeto, dimensionamos exatamente o valor do seu investimento; III – Infraestrutura própria; IV – Operação de bar e serviços; V – Captação de patrocínio; VI – Marketing digital; VII – Brand experience. Link: < https://www.giroeventos.com/ >. Fabrício Mendes – interesse de cooperar Fabricio Mendes, fotógrafo e videomaker com formação em Marketing pela UNA. Dentro da Fotografia e do Audiovisual, por serem áreas que se complementam, atuou em diversos projetos e funções realizando: retratos, fotografia de produtos e da gastronomia; ensaios fotográficos; eventos corporativos e projetos culturais; diretor de fotografia, diretor de cena, edição, roteirista e cinegrafista. Além disso, no campo do Marketing trabalhou como gestor de Marketing, atendimento e criação publicitária. Entre os principais trabalhos realizados estão: Documentário de 20 Anos do SENGE-MG - Sindicato dos Engenheiros de MG; produção de diversos vídeos para o CEFAR Palácio das Artes de 2007 a 2013; Vídeo Institucional para o Ballet Jovem Palácio das Artes; Documentário do espetáculo Pedro e o Lobo para o Palácio das Artes/FCS; registros em vídeo e making of de espetáculos de dança para Estúdio de Dança Ballet e Classe Passo a Passo; Institucional do Projeto Cineminha Palácio das Artes/FCS; Direção de Fotografia nos filmes curta metragens “Olhos Verdes” e “Dourado”; Oficina de Fotografia – Funarte realizada em Caeté/MG; cenário em vídeo 3D e 2D para os espetáculos Alice no País das Maravilhas, Mágico de Oz e Fundo do Mar para o Stúdio de Dança Passo a Passo. Expressão Escola de Dança – interesse de cooperar A Expressão Escola de Dança foi fundada no dia 03 de agosto de 2010 com o intuito de levar arte e cultura às crianças, jovens e adultos, promovendo a dança como complemento na educação através de um trabalho realizado com responsabilidade, dedicação e amor à arte. A escola conta com 93 alunas e oferece aulas de ballet, jazz e dança livre, com turmas a partir de 3 anos. A escola participa de mostras de dança e festivais competitivos em diversas cidades como Bambuí, Vespasiano, Belo Horizonte, Pedro Leopoldo, Araxá, Curvelo e Matozinhos. E já conquistou mais de 60 premiações, representando a nossa cidade através da dança. Pá de Mineiro – interesse de cooperar Ana Luiza Monteiro Santos Silva atua desde 2014 como assistente de coordenação de projetos literários e auxiliar de produção de projetos culturais. Em 2021, criou a Pá de Mineiro – A arte do nosso jeito, uai! – inscrita no CNPJ 42.540.202/0001-76, para prestar serviços de organização de feiras, congressos, exposições, festas. Também realiza produção, circulação e apresentação de várias peças teatrais: espetáculo “Fofoqueira” e “Os Mendigos” durante a 21ª Semana de Museus; espetáculo “Retalhina a Boneca Bondosa” durante a Festa Literária de Caeté; auto de natal “Nascimento do Menino Jesus” durante a inauguração de um dos maiores presépios da América Latina; espetáculo “Zoim e Ceará” na sede do município Caeté e distritos; espetáculo “Batata Podre” no Ginásio Poliesportivo e Recanto Monsenhor Domingos; Animação Infantil e Arte de divulgação; Repescagem do Trabalho nas empresas AngloGold Ashanti e July Quartzo; também participou de gravação de matéria para o Jornal Nacional. Parcerias realizadas: prefeitura, Museu Regional/IBRAM, empresa AngloGold Ashanti, empresa July Quartzo entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO. Solicitação reativada para possibilitar o tratamento de uma captação equivocada.