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PRONAC 246311Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Ovo.lar

27.097.543 VIOLETA PIRES VILAS BOAS
Solicitado
R$ 279,8 mil
Aprovado
R$ 279,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-03-02
Término
2025-07-15
Locais de realização (2)
Salvador BahiaRecife Pernambuco

Resumo

"Ovo.lar" é uma performance de dança, realizada com acessibilidade para pessoa cega incorporada à atuação da artista, a fala sobre os sentimentos pessoaise anecestrais acerca da condição feminina. Ela busca expressar a complexidade de sensações, vivências, restrições, repressões e belezas que nos envolvem, por meio da linguagem sensível e subjetiva da performance de dança.

Sinopse

Ovo.Lar é uma performance, na qual o corpo interage com o objeto escultórico Ovo.Lar, por meio das linguagens da dança, da acrobacia aérea e da linguagem teatral. Ela parte do tema da ovulação, para trazer sensibilidades do universo feminino. A performance não só conecta diferentes formas de expressão, tais como a linguagem teatral e a acrobacia aérea, como também, amplia os sentidos de apreensão da performance de dança – que é habitualmente voltada para o aspecto visual – e explora em seu processo criativo outros sentidos como o sonoro e o tato para transmitir os movimentos. Classificação indicativa: 14 anos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Viabilizar a terceira temporada de apresentações de "Ovo.lar", performance de dança com a artista Violeta Vilas Boas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 12 (doze) performances gratuitas; Prover acessibilidade integral à pessoa surda, serviço de intérprete de Libras em todas as sessões, espaços de regulação para a pessoa autista, e acessibilidade para a pessoa cega incorporada ao espetáculo; atender as cidades de Salvador (BA) e Recife (PE), sendo esta a primeira temporada fora do estado do Rio de Janeiro; Promover uma ação de democratização de transporte gratuito, com lanche, em cada uma das cidades atendidas, beneficiando áreas urbanas periféricas.

Justificativa

Ovo.Lar tem início no ovo, na forma criada por Violeta Vilas Boas, e a partir dela se desdobram investigações, sensações, movimentos e palavras. A partir do tema da ovulação, a performance investiga sobre diversas sensibilidades do universo feminino. Ovo.Lar é, portanto, um diálogo com o próprio corpo e do corpo com esse ovo, trazendo questionamentos e experiências _ próprias e ancestrais _ sobre ser mulher, sobre nosso lar e lugar no mundo. Ela busca expressar a complexidade de sensações, vivências, restrições, repressões e belezas que nos envolvem, por meio da linguagem sensível e subjetiva da performance de dança. Para dar corpo à criação de Ovo.Lar, o projeto teve como livre inspiração a obra de Clarice Lispector, em especial do conto "O ovo e a Galinha". Nas palavras da autora, ele tem uma simbologia secreta, podendo ser lido por múltiplas camadas. Da mesma maneira, Ovo.Lar tem diferentes camadas: é um objeto escultórico e uma performance que une o movimento corporal e a palavra falada, o que a faz transitar entre as artes cênicas, a literatura e as artes visuais _ principalmente, a escultura. Para o processo de criação, iniciado em 2020, foram convidadas a atriz e diretora Patrícia Selonk, a artista, atriz e escritora Moira Braga e a artista e professora da Escola Nacional de Circo _ ENCLO Luciana Belchior. A intenção foi retirar o foco sobre os aspectos visuais e estéticos _ mais desenvolvidos na artista, por também ser designer e arquiteta - e explorar os aspectos mais sensíveis, de consciência corporal e de expressão, tanto pelo movimento quanto pela fala. Na performance, há dois objetos escultóricos Ovo.Lar: um pendurado, no ar, e outro pousado no chão, numa instalação onde os objetos e a performer se relacionam com o espaço ao redor e com o público espontâneo de transeuntes e visitantes. Com uma temporada já realizada em 2023 e outra a se realizar em 2024, o projeto agora busca alternativas de circulação nacional, o que só poderá ser feito com a utilização de mecanismo de incentivo à Cultura. Desse modo, poderá projetar-se de maneira acessível, ocupando centros culturais brasileiros comprometidos com a formação de público para a fruição da arte. Identifica-se aqui o enquadramento do projeto nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também se enquadra nos seguintes objetivos do Artigo 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Espetáculo de artes cênicas - Dança 1 (um) objeto escultórico, denominado "Ovo.lar", que é exposto no período que antecede o espetáculo; 1 (um) um objeto escultórico semelhante, colocado em plataforma acrobática, no qual a artista irá realizar sua performance cênica. Atuação em áreas abertas, ou em áreas fechadas que possuam teto alto; pelo menos 60 (sessenta) cadeiras dispostas à frente da plataforma acrobática; não há restrições específicas para a presença de espectadores em pé, sendo respeitados apenas os limites de atuação, e também a capacidade de público dos espaços culturais em questão. Duração da performance: 40 (quarenta) minutos.

Acessibilidade

Espetáculo de Artes Cênicas - Dança Acessibilidade para a pessoa cega: audiodescrição incorporada ao espetáculo, em todas as suas sessões, e sinalização específica na programação visual; audiodescrição via QR Code nas peças publicitárias impressas (cartazes e filipetas) e no objeto escultórico exposto; disponibilidade de monitores treinados em acessibilidade atitudinal para apoio à pessoa cega ou com baixa visão. Acessibilidade para a pessoa surda ou ensurdecida: presença de intérprete de Libras em todas as sessões do espetáculo, e sinalização específica na programação visual; disponibilidade de monitores treinados em acessibilidade atitudinal e alfabetizados em Libras. Acessibilidade para a pessoa autista: disponibilização de abafadores de ruídos para pessoas com sensibilidade auditiva, sinalizados em programação visual e descritivos de divulgação; disponibilidade de monitores treinados em acessibilidade atitudinal. Acessibilidade física: Atuação em centros culturais adaptados, sem obstáculos físicos graves; visita técnica prévia, com locação de rampas pontuais, em demandas mapeadas; disponibilidade de monitores treinados em acessibilidade atitudinal.

Democratização do acesso

Espetáculo de Artes Cênicas - Dança 1-O espetáculo será realizado de maneira inteiramente gratuita; 2- O projeto irá oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis, no formato de estágio remunerado; 3- Irá investir, em cada uma das cidades, na locação de 1 (um) ônibus em benefício de segmentos, dentro do seguintes critérios: I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; Ou II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.

Ficha técnica

VIOLETA VILAS BOAS: (Proponente, autora e performer): Violeta Vilas Boas é artista, designer, arquiteta e urbanista. É criadora do projeto artístico Ovo.Lar, contemplado com o FOCA 2022-23 e apresentado no antigo Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, e com o Prêmio Respirarte da Funarte 2020, com a vídeo-criação “( Ovo.Lar ) entre parêntesis”. É criadora da performance e do filme Luz; da vídeo-criação Pisando Ovos; da performance Tempo e do projeto artístico Expressando Cidades. É criadora e realizadora da oficina Roteiro de Sensibilização Urbana, do Curso de Fotografia Sensorial – com o fotógrafo Thiago Ripper. Pesquisou sobre ações artísticas em espaços públicos e as relações com o habitante e a cidade, sendo Doutora em Urbanismo pela Universidade IUAV de Veneza/UFRJ (2018), Mestre em Urbanismo pelo PROURB-UFRJ (2013), Arquiteta e Urbanista pela UFF (2008) e técnico em Bailarino Contemporâneo pela Escola Angel Vianna (2020). Trabalhou como arquiteta concursada no Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM (2011-2014). PATRÍCIA SELONK (Colaboradora de Criação) : Patricia Selonk é atriz, diretora teatral e uma das fundadoras da Armazém Cia. De Teatro. Recebeu os prêmios: ABTR, Mambembe e Shell de Melhor Atriz, assim como o prêmio de Melhor Atriz nos Festivais Brasileiros de Cinema de Fortaleza e Gramado. Dirigiu o espetáculo musical “Outras Marias” e o show “Deixa Ela Falar” da cantora Simone Mazzer. Com a Armazém, participou do Festival de Teatro de Edimburgo - Escócia com a “A Marca da Água” e “O Dia em que Sam Morreu” – ambos premiados; e do Festival de Teatro de Avignon - França com “O Dia em que Sam Morreu”, também premiado. Protagonizou o curta “Um Sol Alaranjado”, de Eduardo Valente; e atuou no filme “Ponto Zero”, de José Pedro Goulart, sendo indicada ao Prêmio de Melhor Atriz no Festival Brasileiro de Gramado. Lecionou no Curso Técnico de Bailarino Contemporâneo da Escola Angel Vianna. MOIRA BRAGA (Colaboradora de Criação): Moira Braga é atriz, bailarina, performer, preparadora de elenco, jornalista e consultora de audiodescrição em conteúdos artísticos. É Mestranda profissional em Dança pela UFBA; pós-graduada em Corpo, Educação e Diferenças pela Escola e Faculdade Angel Vianna - EFAV; graduada em comunicação social, habilitação jornalismo, pela Faculdade da Cidade; e Técnico em Recuperação Motora e Terapia através da Dança também pela EFAV . Possui três trabalhos autorais de literatura, teatro, dança e audiovisual: “Ventaneira - A cidade das flautas”, “O que você vê?” e “Entre nuvens”. Foi preparadora do elenco e atriz da novela “Todas as Flores”, da Globoplay. Atuou como bailarina pesquisadora da Pulsar Companhia de Dança. Prestou consultoria de audiodescrição em conteúdo audiovisual e programas de tv na Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto. LUCIANA BELCHIOR (Colaboradora de Criação): Luciana Belchior é artista, professora de acrobacia aérea, Coordenadora da Escola Nacional de Circo - ENCLO, coreógrafa e professora de sapateado (Catsapá). É bailarina profissional formada em jazz, sapateado e dança contemporânea; atriz pela C.A.L.; circense pela ENCLO. É Professora Dança pelo Curso de Licenciatura em Dança da UniverCidade. Foi preparadora de circo da Natalia Dill (Avenida Brasil) e do Rodrigo Lombardi (Circo do Faustão). Com Daniela Piveta ganhou três prêmios em Festivais Nacionais com a performance cômica Pau Dance. Integrou o elenco de diversas companhias de teatro (Andanças, Cia Pop de Teatro Clássico), de dança (Cia Dani Lima, Cia Phi, Orquestra Brasileira de Sapateado, Cia de Sapateado Brasileiro VATÁ e circo (Cabaré Volante, Circo das Artes, Up Leon, Irmãos Brothers, Teatro de Anônimo, Cia PéNoAr, Intrépida Trupe, CircoLu). MARCELO MARTINS SANTIAGO (Produção musical e trilha sonora): É cineasta, fotógrafo, músico, e um dos fundadores da produtora audiovisual Lampejo Filmes. Como diretor de fotografia atuou no longa “A morte Habita à Noite” (melhor fotografia Fest Cine Pedra Azul); e no “Balls Pyramid”. Fotografou os curtas: “Ao final da conversa eles se despedem com um abraço” (melhor fotografia Cinefest Gato Preto); “O vestido de Myriam” (melhor fotografia Festival de Filmes de Faina); “Todos esses dias em que sou estrangeiro” (melhor fotografia 11° Curta Santos); “Quando morremos à noite” (melhor fotografia 16° FAM, 7° Comunicurtas, 10° Curta Santos, 12° Curta-se); “Mar Exílio” (melhor fotografia Primeiro Plano, 15° FBCU, Kodak Film School Brasil). Compôs as trilhas sonoras dos curtas “Não deixe que as cores te ceguem”, “Espaços”, “Civilização Extinta”, “Ignição”, “Bicho Preso”. Compôs, produziu e cantou no disco autoral “Eu vou transformar esse amor num carnaval”. EDUARDO RAMOS (Produtor Executivo): Eduardo Ramos é ator, produtor e mediador cultural. Bacharel em Artes Cênicas - Teoria do Teatro pela UNIRIO. Ator formado pela Escola Estadual de Teatro Martins Pena. É produtor cultural, tendo participado diretamente da viabilização e desenvolvimento de diversos projetos nas áreas de literatura, teatro, música e artes visuais. É curador do festival “Santa História - Encontro de Muitas Palavras”, realizado em agosto de 2023. Foi roteirista e Diretor de Produção do painel de artes visuais “Direto de Bonsucesso - 50 anos do Expresso”, nos muros da estação de trem do bairro. É professor de Produção Cultural, e apoia pequenos produtores com conteúdos gratuitos na página de YouTube Três na Roda Produções Culturais, com quase 5 mil inscritos. Circulou com a roda de leitura “O Beijo Que Vós me Nordestes”, dedicado à literatura da região, em municípios da Baixada Fluminense. CRIS MUÑOZ (Consultora em Acessibilidade): Cris Muñoz é atriz, palhaça, professora, palestrante, consultora de acessibilidade e diretora teatral. É PhD em Artes Cênicas e Neurodiversidade; Doutora, Mestra e Bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO, Pós-graduada em educação e com formação em direitos humanos com ênfase em direitos culturais da pessoa com deficiência pela Secretaria de Desenvolvimento Social de Minas Gerais. Desenvolve pesquisa em arte e inclusão. Recentemente fez a consultoria em acessibilidade para a pessoa autista nas peças “Louise/Os Ursos” (Sesc Rio), “Azul” (CCBB-Rio), e para a segunda edição do Festival “Santa História”. É integrante de Palhaços Sem Fronteiras Brasil, IIAN (Internacional Inclusive Arts Network) e professora do IIP ( Instituto Internacional de Psicanálise). LIZA MACHADO(Figurinista): Liza Machado é multi artista, diretora criativa, figurinista e stylist em projetos culturais, tais como os espetáculos “O Lobo da Estepe” Direção Marco André Nunes, “Sonho de Uma Noite de São João” Direção Paulo Betti, séries audiovisual para Canal Brasil “Meus Dias de Rock” Direção Bernardo Barreto e “Vampiro Carioca #3” de Fausto Fawcett Direção Marcelo Santiago, Figurino e Direção de Arte Longa-metragem “Fernando” Direção Igor Angelkorte, Julia Ariani, Paula Vilela, premiado no Festival Olhar de Cinema 2017; com Aline Besouro assinou figurino do filme “Breves Miragens do Sol” Direção Eryk Rocha, premiado no Festival de Cinema do Rio em 2019, vídeo clipe “Aguapé” de Gu & Geminídeas 2021 Direção João Marcelo Iglesias, stylist e design de exposição para projeto de realidade virtual do Gilberto Gil “Gil Futurível” idealizado por Clélio de Paula, para Bienal de Arte Digital Oi Futuro 2022.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.