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PRONAC 246351Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Aventura Literária: Narrativas Negras

ADRIANO PEREIRA BASILO DE OLIVEIRA
Solicitado
R$ 274,0 mil
Aprovado
R$ 274,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Açoes de incentivo à leitura
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-11-01
Término
2025-10-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto "Aventura Literária: Narrativas Negras" visa promover o hábito da leitura e a valorização da cultura afro-brasileira entre alunos do ensino fundamental II das escolas públicas do Rio de Janeiro. Através da seleção, formação e desenvolvimento de cinco meninas negras como mediadoras de leitura, o projeto busca fomentar uma educação antirracista e empoderar jovens líderes. As atividades incluem oficinas de capacitação, sessões de mediação de leitura, e a utilização da "Maleta Narrativas Negras" como ferramenta pedagógica. Serão atendidos 200 adolescentes, com idades entre 14 e 17 anos, em 10 escolas públicas, promovendo o letramento racial e cultural.

Sinopse

Autores Brasileiros"Omo-Oba: Histórias de Princesas" - Kiusam de Oliveira Uma coletânea de contos inspirados nas princesas das mitologias africanas, promovendo a valorização da cultura afro-brasileira."Omo-Oba: Histórias de Príncipes" - Kiusam de Oliveira Complemento ao livro anterior, este aborda as histórias dos príncipes das mitologias africanas, proporcionando um rico conteúdo cultural."O Black Power de Akin" - Kiusam de Oliveira História de um menino negro que aprende sobre a valorização de sua identidade e a importância de suas raízes."Um Defeito de Cor" - Ana Maria Gonçalves Romance histórico que narra a vida de uma mulher africana escravizada e sua luta pela liberdade e dignidade."Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada" - Carolina Maria de Jesus Diário real de uma mulher negra e pobre que retrata a vida nas favelas de São Paulo na década de 1950."Olhos d'água" - Conceição Evaristo Coletânea de contos que aborda a vida e os desafios de mulheres negras no Brasil."Ponciá Vicêncio" - Conceição Evaristo Romance que narra a vida de Ponciá, uma mulher negra que busca sua identidade e a reconexão com suas raízes."Insubmissas Lágrimas de Mulheres" - Conceição Evaristo Histórias de mulheres negras que enfrentam e superam adversidades, trazendo à tona suas vozes e suas lutas."Escravidão" - Laurentino Gomes Série de livros que aborda a história da escravidão no Brasil e suas consequências.Autores da América Latina"Changó, el gran putas" - Manuel Zapata Olivella (Colômbia) Um épico que aborda a história e a cultura afrodescendente na América Latina, através de uma narrativa rica e poética."Los Negros y la cultura negra en Colombia" - Manuel Zapata Olivella (Colômbia) Livro que explora a contribuição e a presença da cultura negra na Colômbia."Quien amará a los deos de Maíz?" - Tomás Borge (Nicarágua) Romance que retrata a vida e as lutas dos povos afrodescendentes na Nicarágua."Me llamo Rigoberta Menchú y así me nació la conciencia" - Rigoberta Menchú (Guatemala) Autobiografia da ativista indígena guatemalteca, que aborda também a relação e as lutas dos povos afrodescendentes na América Latina.Antologias e Coletâneas"Contos Africanos dos Países de Língua Portuguesa" - Organizadora: Ana Mafalda Leite Coletânea de contos que traz histórias de diferentes países africanos de língua portuguesa, com forte presença de elementos culturais afrodescendentes."Afro-Latinos: An Anthology of Black Literature from the Americas" - Vários Autores Antologia que reúne textos de diversos autores afro-latinos, proporcionando uma visão abrangente da experiência negra na América Latina.

Objetivos

Objetivos: Objetivo Geral Contribuir para a promoção da leitura e a valorização da cultura afro-brasileira entre adolescentes, fomentando uma educação antirracista nas escolas públicas do Rio de Janeiro. Objetivos Específicos: 1. Selecionar e capacitar cinco meninas negras para atuarem como mediadoras de leitura e multiplicadoras do projeto como bolsitas; 2. Realizar oficinas de capacitação e treinamento em técnicas de mediação de leitura e práticas antirracistas. 3. Organizar e conduzir sessões de mediação de leitura em 10 escolas públicas, atendendo 200 adolescentes. 4. Montar e utilizar a "Maleta Narrativas Negras" como ferramenta pedagógica durante as sessões de leitura. 5. Realizar evento final de sensibilização com todos parceiros e alunos de escolas de forma gratuita e com autor renomado e negro.

Justificativa

O desenvolvimento literário de alunos em escolas públicas desempenha um papel crucial na promoção da cultura afro-brasileira, especialmente quando mediado por leituras de autores negros da América Latina e do Brasil. Esta iniciativa não só enriquece o repertório cultural dos estudantes, mas também contribui significativamente para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. A leitura é uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças. Estudos mostram que a leitura regular melhora a capacidade de compreensão, a criatividade e o desempenho acadêmico geral dos alunos. De acordo com a Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil (2019), apenas 52% da população brasileira é considerada leitora, e a maioria dos leitores está concentrada nas regiões Sul e Sudeste, evidenciando uma necessidade urgente de incentivo à leitura em outras regiões e entre diferentes grupos sociais. Integrar a cultura afro-brasileira no currículo escolar é essencial para reconhecer e valorizar a contribuição dos afrodescendentes na formação da identidade nacional. A inclusão de autores negros no acervo literário escolar oferece aos alunos uma visão mais ampla e diversificada do mundo, refletindo suas próprias experiências e histórias. Essa prática não apenas promove a representatividade, mas também fortalece a autoestima e o senso de pertencimento dos alunos negros.Segundo o IBGE, aproximadamente 54% da população brasileira se identifica como preta ou parda. No entanto, a representatividade desses grupos na literatura e no sistema educacional ainda é insuficiente. Um estudo da Fundação Itaú Social revela que apenas 2,5% dos livros paradidáticos utilizados nas escolas brasileiras são escritos por autores negros. Essa disparidade destaca a importância de iniciativas que busquem equilibrar essa representação, proporcionando aos estudantes um acesso igualitário a diferentes perspectivas culturais. A exposição a obras de autores negros e à cultura afro-brasileira através da leitura tem um impacto profundo no desenvolvimento das crianças. Estudos indicam que crianças que têm acesso a uma variedade de narrativas culturais desenvolvem maior empatia, melhor compreensão das diferenças e uma visão mais crítica do mundo. Além disso, a leitura de obras de autores negros pode ajudar a combater estereótipos raciais e promover uma imagem positiva das comunidade negra. A inclusão de literatura afro-brasileira nas escolas é um passo essencial para a promoção de uma cultura antirracista. Ao familiarizar os alunos com as histórias, lutas e conquistas do povo negro, o projeto contribui para a desconstrução de preconceitos e a construção de uma sociedade mais inclusiva. A mediação da leitura com autores negros é uma estratégia eficaz para educar os jovens sobre a importância da igualdade racial e o respeito às diferenças.

Estratégia de execução

Legislação sobre Cultura Afro-Brasileira nas Escolas A Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana no currículo oficial da rede de ensino. Esta legislação representa um avanço significativo na valorização e reconhecimento das contribuições dos africanos e afro-brasileiros na formação da sociedade brasileira. Principais pontos da Lei 10.639/2003: Obrigatoriedade do Ensino: A inclusão de conteúdos que tratam da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando suas contribuições nas áreas sociais, econômicas e políticas pertinentes à História do Brasil.Currículo Escolar: A lei determina que esses conteúdos sejam inseridos no currículo oficial da Educação Básica, abrangendo desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.Formação de Professores: A implementação da lei implica também na necessidade de formação adequada dos professores, para que possam abordar os conteúdos de maneira eficaz e significativa.Cultura e Sofrimento da População Negra como Violência Simbólica A violência simbólica é um conceito desenvolvido pelo sociólogo Pierre Bourdieu, que se refere às formas sutis e quase invisíveis de coerção e dominação que se manifestam através das normas culturais, valores e práticas cotidianas. Para a população negra, essa forma de violência se manifesta de várias maneiras na sociedade, contribuindo para o sofrimento psicológico e social. Manifestações de Violência Simbólica: Estereótipos e Representações Negativas: A mídia e outras formas de representação cultural frequentemente perpetuam estereótipos negativos sobre a população negra. Esses estereótipos podem afetar a autoestima e a identidade das pessoas negras, levando ao sentimento de inferioridade e exclusão social.Exclusão e Invisibilidade: A ausência de referências positivas e representações da cultura afro-brasileira em espaços educativos e culturais contribui para a invisibilidade e marginalização da população negra. Essa falta de reconhecimento e valorização cultural reforça a ideia de que a cultura negra é menos importante ou irrelevante.Microagressões: Pequenos atos diários de discriminação e preconceito, muitas vezes inconscientes, podem se acumular e causar um impacto significativo no bem-estar psicológico das pessoas negras. Essas microagressões incluem comentários desrespeitosos, questionamentos sobre competências e comportamentos excludentes.Segregação Educacional e Econômica: A segregação nas oportunidades educacionais e no mercado de trabalho perpetua desigualdades estruturais, limitando o acesso da população negra a recursos e oportunidades de ascensão social. Isso reforça ciclos de pobreza e marginalização.Cultura Escolar: A ausência de uma abordagem inclusiva e antirracista no currículo escolar pode contribuir para a perpetuação de preconceitos e discriminações. A falta de professores capacitados para tratar de questões raciais e a não implementação de leis como a 10.639/2003 também representam formas de violência simbólica.Impactos no Sofrimento da População Negra: Saúde Mental: O constante enfrentamento do racismo e da discriminação pode levar a problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e estresse pós-traumático.Autoestima e Identidade: A desvalorização constante da identidade e da cultura negra pode resultar em baixa autoestima e crises de identidade, afetando o desenvolvimento pessoal e social.Desigualdades Sociais: A perpetuação das desigualdades através da violência simbólica reforça as barreiras que impedem a população negra de alcançar a equidade e a justiça social.O combate à violência simbólica requer um compromisso coletivo com a educação antirracista, a valorização da diversidade cultural e a implementação da eficácia de políticas públicas que promovam a inclusão e a equidade. Isso inclui uma aplicação rigorosa de legislações como a Lei 10.639/2003, a capacitação de educadores e a promoção de uma cultura de respeito e a valorização das contribuições afro-brasileiras em todos os âmbitos da sociedade.

Especificação técnica

Projeto Pedagógico de Formação: Aventura Literária: Narrativas Negras Metodologia: O projeto será desenvolvido em três fases principais, cada uma com atividades específicas para garantir uma implementação eficaz e impactante. Fase 1: Formação de Base - "Raízes do Saber" Nesta fase, será formada uma base de meninas negras para atuar como mediadoras de leitura. Fase 2: Preparação para Campo - "Preparando a Jornada" Aqui, as mediadoras se preparam para suas atividades em campo. Fase 3: Aplicação Prática - "Espalhando Saberes" A fase final envolve a execução das atividades nas escolas e a promoção do evento final. Objetivo Geral: Formar meninas negras como mediadoras de leitura, promovendo a valorização da cultura afro-brasileira e a construção de uma educação antirracista, através da mediação de leitura nas escolas públicas do Rio de Janeiro. Objetivos Específicos da Trilha Formativa: a) Capacitar os participantes em diversidade e práticas antirracistas. b) Desenvolver habilidades de mediação de leitura e liderança. c) Proporcionar conhecimentos sobre a literatura afro-brasileira e latino-americana. d) Preparar os participantes para a aplicação prática da mediação de leitura nas escolas. e) Orientar a montagem e o uso da "Maleta Narrativas Negras" como ferramenta pedagógica. Estrutura da Trilha Formativa Fase 1: Formação de Base - "Raízes do Saber" (Meses 1-4) Objetivos: Capacitar meninas negras como mediadoras de leitura. Promover a valorização da identidade e da cultura afro-brasileira. Desenvolver habilidades de liderança e mediação de leitura. Atividades: a) Seleção de Participantes: - Divulgação do projeto nas escolas participantes. - Seleção de até cinco meninas negras de cada escola, com idade entre 14 e 17 anos. b) Capacitação em Diversidade e Antirracismo (Mês 2): - Oficinas sobre a história e cultura afro-brasileira. - Discussões sobre diversidade, inclusão e práticas antirracistas. c) Desenvolvimento de Técnicas de Mediação de Leitura (Mês 3): - Treinamento prático em técnicas de mediação de leitura. - Sessões de simulação e prática supervisionada. d) Oficinas de Empoderamento e Liderança (Mês 4): - Atividades focadas em desenvolver autoestima e habilidades de liderança. - Dinâmicas de grupo e palestras de renovação com líderes comunitários. Fase 2: Preparação para Campo - "Preparando a Jornada" (Mesas 5-6) Objetivos: 1. Planejar e organizar a execução das atividades de mediação de leitura. 2. Preparar o acervo literário e os materiais didáticos necessários. Atividades: a) Planejamento Logístico (Mês 5): - Definição de cronograma e logística para visitas às escolas. - Coordenação de transporte e materiais necessários para as atividades. b) Seleção e Organização do Acervo Literário (Mês 5): - Aquisição de livros de autores negros da América Latina e do Brasil. - Criação da "Maleta Narrativas Negras" com os livros e materiais didáticos. c) Treinamento no Manuseio da Maleta Narrativas Negras (Mês 6): - Sessões de treinamento sobre como utilizar a "Maleta Narrativas Negras". - Prática de organização e apresentação de livros durante as mediações. Fase 3: Aplicação Prática - "Espalhando Saberes" (Meses 7-10) Objetivos: Implementar sessões de mediação de leitura nas escolas participantes. Promover uma cultura afro-brasileira e uma educação antirracista. Atividades: a) Execução das Sessões de Mediação de Leitura (Mesas 7-10): - Realização de visitas regulares às escolas participantes. - Mediação de leitura e discussão interativa com os alunos. Evento Final de Encerramento (Mesas 7-10): - Organização e realização do evento final; - Transmissão ao vivo de eventos e atividades especiais pela internet. - Gravação e disponibilização online das atividades para acesso posterior. Pós-Produção – “Avaliação e Compartilhamento” (Meses 11-12) Objetivos: - Avaliar o impacto do projeto e coletar feedback. - Documentar e compartilhar os resultados do projeto.

Acessibilidade

Acessibilidade FísicaPara garantir a acessibilidade física no projeto "Aventura Literária: Narrativas Negras", todas as atividades serão realizadas em locais que ofereçam facilidades de locomoção para todos os participantes. Os espaços selecionados contarão com: Rampas de Acesso: Todas as áreas utilizadas pelo projeto terão rampas de acesso para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Banheiros Adaptados: Serão disponibilizados banheiros acessíveis, equipados com barras de apoio e espaço adequado para a movimentação de cadeiras de rodas.Guias Táteis: Sempre que possível, os locais contarão com guias táteis para auxiliar na locomoção de pessoas com deficiência visual. Acessibilidade de ConteúdoPara assegurar que o conteúdo do projeto seja acessível a todos os alunos, serão implementadas as seguintes medidas: Interpretação em Libras: Durante todas as atividades e sessões de mediação de leitura, haverá intérpretes de Libras para atender os alunos com deficiência auditiva.Material em Braille: Os livros e materiais de apoio utilizados nas atividades de mediação de leitura incluirão versões em Braille para atender alunos com deficiência visual.Audiodescrição: Serão disponibilizadas versões audiodescritivas das obras literárias, permitindo que alunos cegos ou com baixa visão possam acompanhar as leituras.Legenda Descritiva: Vídeos e materiais audiovisuais utilizados durante o projeto terão legendas descritivas para garantir a compreensão por parte dos alunos com deficiência auditiva.Visita Sensorial: Será organizada uma visita sensorial para que alunos com deficiência visual possam explorar o ambiente e os materiais através do toque e outros sentidos, facilitando a compreensão e interação com o conteúdo do projeto.

Democratização do acesso

O projeto "Aventura Literária: Narrativas Negras" está comprometido com a democratização do acesso à cultura e à literatura, oferecendo todas as atividades de forma gratuita para alunos e alunos de escolas públicas do Rio de Janeiro. Essa abordagem garante que todos os estudantes possam participar, independentemente de sua condição financeira. Para garantir a ampliação do acesso ao projeto, serão realizadas as seguintes medidas: Participação de Até Dez Escolas Públicas: As atividades serão promovidas em até dez escolas públicas, ampliando significativamente o alcance e beneficiando um maior número de alunos. Evento final com Transmissão pela Internet: Algumas atividades e eventos do projeto, como palestras com autores negros e sessões de leitura especiais, serão transmitidas ao vivo pela internet. Isso permitirá que alunos que não possam estar presentes fisicamente ainda possam participar e se beneficiarem do conteúdo do projeto. Gravações Disponíveis Online: As informações específicas ao vivo e outras atividades serão disponibilizadas e disponibilizadas online em uma plataforma acessível, para que alunos, pais e educadores possam acessar o material a qualquer momento.

Ficha técnica

Nome: Adriano Pereira Basilo de OliveiraFunção: Gestor Geral Formação Acadêmica: Graduação: Serviço SocialMestrado: Política SocialDoutorado: Serviço SocialTrajetória Profissional: Adriano Pereira Basilo de Oliveira possui uma sólida experiência na área de projetos culturais, especialmente aqueles voltados para a promoção da cultura afro-brasileira e a inclusão social. Nos últimos cinco anos, Adriano desenvolveu e coordenou diversos projetos culturais na cidade de São Paulo, com destaque para os seguintes: Ponto de Leitura Jovens Mediadores de Leitura: Descrição: Projeto voltado para a formação de jovens como mediadores de leitura, incentivando o hábito da leitura e a disseminação de obras literárias entre a juventude.Impacto: Beneficiou centenas de jovens, promovendo a inclusão social e o desenvolvimento cultural através da leitura.Projeto Cultural com Foco em Artes Negras: Descrição: Iniciativa que aborda as religiões de matrizes africanas, suas jornadas e experiências, com foco na valorização da cultura negra.Atividades: Oficinas, seminários e apresentações culturais em universidades e espaços comunitários.Objetivo: Promover o conhecimento e a valorização das tradições culturais afro-brasileiras, combatendo o preconceito e a discriminação.Projetos Culturais Desenvolvidos pelo CIEDS e Projeto Guri: CIEDS: Adriano coordenou projetos que visavam a inclusão social através da cultura, utilizando a arte como ferramenta de transformação social. Sob sua gestão, o CIEDS implementou programas que integravam jovens em atividades artísticas e culturais, fortalecendo suas identidades e habilidades.Projeto Guri: Adriano também esteve à frente de iniciativas no Projeto Guri, onde promoveu a educação musical como um meio de inclusão social. Seu trabalho focou em oferecer oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade, utilizando a música para desenvolver competências sociais e emocionais.Paixão pela Cultura: Adriano é apaixonado pela cultura e seu desenvolvimento no país. Sua trajetória é marcada por um compromisso contínuo com a promoção da diversidade cultural, a inclusão social e a valorização das tradições afro-brasileiras. Seu trabalho busca sempre criar espaços onde a cultura possa ser um agente transformador na vida das pessoas. Márcia Campos Eurico Coordenação de Formação Cultural Márcia Eurico é uma reconhecida autora e pesquisadora na área de relações étnico-raciais e luta antirracista, com um extenso portfólio de experiência na escrita de livros e artigos sobre racismo. É Mestre e Doutora em Serviço Social pela PUC/SP e atua como Professora no Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da mesma instituição. Além disso, é Professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Políticas Sociais da UNIFESP Baixada Santista e está realizando um estágio de Pós-Doutorado voluntário no Programa de Pós-Graduação em Direito da PUC Rio. Como assistente social no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), Márcia também é autora do livro "Racismo na Infância" e de uma NOTA TÉCNICA sobre o trabalho de assistentes sociais e a coleta do quesito Raça/Cor/Etnia. Ela publicou diversos artigos acadêmicos focados nas relações étnico-raciais e no cuidado na infância e adolescência. Márcia é Pesquisadora Integrante do Programa de Estudos e Debates dos Povos Africanos e Afro-americanos (PROAFRO UERJ) e associada da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN) e da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) . Márcia Eurico tem uma rica trajetória docente, tendo sido Professora Substituta no Curso de Graduação em Serviço Social da PUC/SP (2018) e Professora convidada no Curso de Relações Internacionais da PUC/SP em 2018 para ministrar a disciplina de relações étnico-raciais. Entre 2014 e 2020, lecionou nos cursos de Graduação e Pós-Graduação em Serviço Social na Faculdade Paulista de Serviço Social (FAPSS/SP) e coordenou o Núcleo de Pesquisa em Relações Étnico-Raciais e Serviço Social Carolina Maria de Jesus (2016-2020 ). Ela também foi professora instrutora no Curso de Serviço Social da Universidade Guarulhos (2006-2013) e atuou como Assistente Social no SAE DST/AIDS Fidelis Ribeiro da PMSP (2009-2012). Destaca-se ainda sua participação como Conselheira na gestão "Nossas histórias vêm de longe, pra que o amanhã não seja só um ontem" (05/2023 a 11/2023) e como Coordenadora do GTP Serviço Social, Relações de Exploração e Opressão de Gênero, Feminismos, Raça/Etnia e Sexualidades da ABEPSS, com ênfase de raça/etnia no biênio 2021-2022. Em 2021, foi vencedora do X Prêmio Dr. Benedicto Galvão na categoria personalidade de destaque com a publicação do livro "Racismo na Infância", promovido pela Comissão de Igualdade Racial da OAB de São Paulo. Márcia foi autora convidada para palestrar na 5ª Bienal Internacional do Livro de Brasília (Bilb) em 2022 e na 10ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, onde lançou seu livro "Racismo na Infância". Além disso, coordenou os Projetos de Prevenção em Pares (Elas por Elas, Plantão Jovem, Redução de Danos, HSH e Tudo de Bom) do Programa Municipal de DST/Aids da cidade de São Paulo no SAE Fidélis Ribeiro (2009-2012) e a Unidade Básica de Saúde Ermelino Matarazzo (2007-2009). Também foi Conselheira Gestora de Saúde na Unidade Básica de Saúde Ermelino Matarazzo e Conselheira Titular do Conselho Municipal da Igualdade Racial (COMPIR) de Guarulhos/SP (2010/2011). Aladia Araujo Coordenadora de Acervo Aladia Araujo é uma profissional multifacetada com uma trajetória sólida nas áreas de produção cultural e serviço social. Formada em Produção Cultural pelo Sesc e graduada em Serviço Social pela Universidade do Grande Rio (Unigranrio), Aladia combina expertise administrativa com uma profunda dedicação ao desenvolvimento social e cultural. Aos 14 anos, iniciou sua carreira profissional como Jovem Aprendiz na Procuradoria Geral do Estado, adquirindo experiência em áreas administrativas. Posteriormente, trabalhou na área de qualidade na L'Oréal Brasil, onde desenvolveu habilidades essenciais no controle de qualidade e processos organizacionais. Seu interesse em Serviço Social levou a atuar como estagiária no CEASA-RJ, onde ocorreram até outubro de 2019, contribuindo significativamente para a comunidade atendida. Em busca de novas experiências e crescimento pessoal, Aladia participou de um intercâmbio voluntário pela AIESEC na Patagônia Argentina. Durante esse período, atuou em uma ONG dedicada à educação infantil, além de explorar o mercado de trabalho internacional e estabelecer conexões com startups inovadoras. De volta ao Brasil, Aladia empreendeu na cultura da moda têxtil, promovendo a cultura afro-brasileira. Sua paixão pela cultura levou a trabalhar na Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, onde foi promotora e difusora do livro e da leitura. Atualmente, ela exerce a função de gerente de livro e leitura na Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro, onde continua a promover a cultura e a educação através da literatura.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.