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Realizar o espetáculo musical Tiros na Broadway, baseado no filme de mesmo título de Woody Allen em 1994. Se passa nos anos 20, quando um autor teatral (John Cusack, na versão cinematográfica) se vê forçado a aceitar no elenco da peça uma jovem sem nenhum talento, pois é namorada do gângster que produz o espetáculo. E como se isto não bastasse, o guarda-costas da jovem resolve interferir o tempo todo no roteiro da peça, provocando situações hilárias. O musical estreou na Broadway em 2014 e foi indicado a 6 prêmios Tony. Com adaptação para o palco do próprio Woody Allen e direção de Susan Stroman. Tiros na Broadway é uma grande homenagem à Era de Ouro da Broadway, repleta de canções inesquecíveis que o público lembra e adora. Com personagens exagerados e cheio de elementos do vaudeville, Tiros na Broadway é uma comédia de erros para uma boa noitede entretenimento.
Tiros na Broadway, baseado no filme Woody Allen em 1994, se passa nos anos 20, quando um autor teatral (John Cusack, no filme original) se vê forçado a aceitar no elenco da peça uma jovem sem nenhum talento, pois é namorada do gângster que produz o espetáculo. E como se isto não bastasse, o guarda-costas da jovem resolve interferir o tempo todo no roteiro da peça, provocando situações hilárias. É uma grande homenagem à Era de Ouro da Broadway, repleta de canções inesquecíveis que o público lembra e adora. Com personagens exagerados e cheio de elementos do vaudeville, Tiros na Broadway é uma comédia de erros para uma boa noite de entretenimento.
OBJETIVO GERAL Esta proposta prevê a produção, montagem e apresentações do espetáculo de teatro musical inédito no Brasil "Tiros na Broadway", do filme homônimo de Woody Allen e posteriormente transformado em musical. A ideia é criar um diálogo do musical que se ambienta nos anos 20 com a realidade brasileira da mesma época: os costumes, as influências do cinema, a receptividade da música de outros países que trouxeram inspirações aos nossos compositores e a construção de uma cultura própria. A identidade nacional fomentada pelos extravagâncias culturais do início do século XX. Pretendemos oferecer ao público experiências únicas e enriquecedoras promovendo a cultura brasileira e mundial e as artes, estimulando a criatividade e a inovação, contribuindo para o desenvolvimento da indústria criativa. Também pretendemos: Contribuir para o desenvolvimento da área das artes cênicas por meio de apresentações de espetáculos de teatro musical; Contribuir para o desenvolvimento humano por meio da reflexão gerada pela ampliação de visão e aquisição de conhecimento; Estimular o contínuo aprimoramento de profissionais bem como a inserção de novos no mercado de artes cênicas. Com a realização deste projeto, almejamos fortalecer a indústria criativa local, promover a valorização da arte e da cultura, e criar um ambiente propício para o crescimento e a difusão da produção teatral em nossa comunidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Produto Espetáculo de Artes Cênicas: Realizar 80 apresentações teatrais do espetáculo de teatro musical brasileiro Muito Prazer, Zezé, durante 5 semanas com 5 apresentações por semana, em teatro de aproximdamente 600 lugares na cidade de São Paulo. Os ingressos custarão entre R$ 360,00 (inteira) e R$ 180,00 (meia entrada) e os ingressos populares R$ 40,00 (meia) e R$ 20,00 (meia entrada), atingindo um público de 48.000 pessoas. 2. Produto Contrapartida Social: Palestra Palestra gratuita para 500 alunos e/ou professores de instituições públicas de ensino, a qual versará sobre o mercado de teatro musical brasileiro e sobre os temas abordados nas encenação/no teatro musical americano.
A escolha da Lei de Incentivo como fonte de financiamento desse projeto garante a ampliação das oportunidades para a realização de projetos culturais, incentivando a profissionalização dos envolvidos e a qualificação de novos profissionais. Além disso, projetos aprovados por meio desse mecanismo tendem a crescer e gerar mais empregos e renda para diversas famílias. A presente proposta se enquadra no Art. 1º da lei Nº 8.313/91 nos incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Os objetivos a serem alcançados, conforme Art. 3° da Lei 8313/91; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O teatro é uma forma de expressão artística que existe há séculos e, ao longo do tempo, tem se adaptado às mudanças sociais e culturais. No entanto, atualmente, as salas de teatro têm resistido a um esvaziamento gradual, em um mundo que valoriza cada vez mais a interatividade através das telas, onde o fazer teatral, perde seu espaço. Mas foi através do Teatro Musical que se vislumbrou uma retomada dos grandes sucessos e das enormes temporadas que antes enchiam as salas de teatro. A partir dos anos 2000, o mercado do teatro musical começou a ganhar destaque e movimentar a economia, especialmente em São Paulo, criando um circuito que se tornou referência não apenas no Brasil, mas também na América Latina. Com o passar do tempo, a cena do teatro musical brasileiro vem contribuindo para formação de uma gama de profissionais habilitados e talentosos que trouxeram novas linguagens e reconfiguraram mais uma vez a produção artística do setor. O teatro musical no Brasil ganhou força expressiva nos últimos 20 anos. Não que antes não houvesse _ tivemos o lendário "Roda Viva", em 1968, "Godspell", em 1972, "Ópera do Malandro", em 1978, só para citar alguns. Mas a normatização do gênero, a profissionalização dos artistas e técnicos envolvidos e a capacidade de atrair grandes públicos e patrocinadores de peso vieram. Como portas que há muito aguardavam por serem abertas, veio na enxurrada uma série de musicais importados que até então só podiam ser vistos na Broadway. É o caso de "Cats", "A Família Addams", "Grease", "Hairspray", entre muitos outros. Mas faltava brasilidade. Em paralelo, foi-se criando uma dramaturgia nacional dedicada a contar e cantar a vida de celebridades do panorama artístico-musical. Casos de Nélson Gonçalves ("Metralha", 1998), Dolores Duran ("Dolores", 1999), Elis Regina (Elis Estrela do Brasil, 2002), Tim Maia ("Tim Maia", 2011), Carmen Miranda (Carmen, a Grande Pequena Notável, 2018 até hoje em cartaz) e mais recentemente, Elza Soares (Elza, 2018) e Ney Matogrosso (Homem com H, 2022/23). Dessa forma, precisamos de espaço para musicais brasileiros e criar ao mesmo tempo contraponto com outras possibilidades de musicais do mundo: americanos, alemães, franceses; precisamos entender a nossa história e ter a possibilidade de inspiração em outras fontes, outras dramaturgias, diversidade de ideias a partir de oportunidades que nascem do entendimento globalizado, num momento onde temos o acesso e a confiança de autores internacionais. Em algum momento da nossa história, precisamos ter as biografias musicais como uma possibilidade e não uma única alternativa. Estamos também em busca dos musicais autorais, aprendendo com ótimos roteiristas, como é o caso de Woody Allen em Tiros na Broadway.
Tiros na Broadway é um espetáculo para ser popular. A comédia musical, tão conhecida dos brasileiros desde as montagens do Teatro de Revista brasileiro e dos filmes da Atlântida, revelam o bom humor que é muito comum deste povo e faz com que se leve ao teatro públicos bem diversos e de várias faixas etárias. Ao mesmo tempo, provoca o público mais jovem ao estudo: a descobrir novas culturas, o funcionamento do próprio teatro através da história a ser contada, o cinema americano e seus grandes diretores. Fomenta a globalização através de uma obra nascida em outro país e abrem os olhos perante as possibilidades que o mundo nos apresenta. Essa montagem traz uma série de benefícios significativos, tanto do ponto de vista econômico quanto cultural. Essa iniciativa não somente enriquece o cenário artístico do país, mas também gera oportunidades de emprego e fomenta uma valiosa troca cultural. Explorar esses aspectos pode ajudar a entender por que essa prática é tão importante. 1. Criação de Empregos: A montagem de um musical é uma grande fonte de emprego para profissionais de diversas áreas. Atores, cantores, dançarinos, diretores, produtores, técnicos de som e luz, cenógrafos, figurinistas, maquiadores, entre outros, encontram oportunidades de trabalho. Isso não apenas fomenta a economia local, como também possibilita o desenvolvimento profissional de talentos brasileiros em diversos aspectos da produção teatral. 2. Desenvolvimento de Habilidades e Formação Profissional:Ao envolver-se na montagem de um musical estrangeiro, profissionais e estudantes de teatro têm a chance de aprender e aprimorar habilidades específicas que são exigidas nesse tipo de produção, como canto, dança, atuação e técnicas de produção de alto nível. Isso eleva o padrão de qualidade das produções nacionais e contribui para a formação de um mercado de trabalho mais qualificado e competitivo. 3. Troca Artística e Influência Cultural:Ao apresentar um musical americano no Brasil, ocorre uma natural transferência de conhecimentos e influências culturais. Isso enriquece o repertório artístico dos envolvidos e do público, permitindo que ambos experimentem e apreciem estéticas e narrativas diferentes das que são comumente produzidas no país. Essa troca cultural amplia horizontes e proporciona novas formas de pensar e criar arte. 4. Aumento da Diversidade de Oferta Cultural:Musicais são conhecidos por seu apelo massivo e capacidade de atrair grandes públicos. Oferecer produções de alto calibre e reconhecimento internacional pode aumentar significativamente a diversidade de opções culturais disponíveis ao público brasileiro, atendendo a gostos variados e incentivando ainda mais o consumo de arte e cultura no país. 5. Promoção do Turismo Cultural:Grandes produções teatrais têm o potencial de atrair turistas, o que pode beneficiar a economia local. Visitantes de outras cidades próximas contribuem não apenas com a bilheteria, mas também com a economia de áreas adjacentes, como hotéis, restaurantes e comércio local. 6. Estímulo à Produção Local:Finalmente, profissionais e produtores locais podem se sentir estimulados a criar obras de maior envergadura e qualidade, impulsionando assim a indústria do teatro musical brasileiro como um todo. Tiros na Broadway não é apenas uma questão de entretenimento; é uma estratégia robusta para impulsionar a indústria cultural, promover o desenvolvimento profissional e fomentar um enriquecimento artístico que beneficia todos os envolvidos.
Espetáculo com 2h45 de duração com intervalo de 15 minutos. 1 ELENCO E PROFISSIONAIS DE APOIO: Serão necessários dois meses para ensaios. Os artistas que comporão o elenco do espetáculo serão selecionados por meio de audições. 20 atores para o elenco e; Fisioterapeuta; Pianistas de Ensaios; Afinador de Pianos; Copista e; Pesquisa Dramaturgia 2 FORMAÇÃO DE ORQUESTRA: 10 músicos para formação de orquestra incluindo o Tecladista Assistente de Regente. 3 CRIAÇÃO / EXECUÇÃO: Diretor; Coreógrafo; Diretor Musical; Diretor de produção; Cenógrafo; Assistentes; Figurinista; Visagista; Produtor de Figurino; Aderecista; Coordenador de elenco; Produtor Executivo; Produtora de casting; Produtor de cenário; Chefe de Maquinistas, Maquinistas; Carregadores; Coordenador de Produção; Coordenador financeiro; Chefe de Palco; Runner; Contra Regras; Camareira/o; Chefe de Perucaria; Perucaria/Maquiador; CENOGRAFIA A cenografia de Tiros na Broadway irá reforçar a ideia de metalinguagem: o palco dentro do palco, os bastidores, coxias, cortinados, a construção de uma peça por um autor que almeja o sucesso. Toda encenação será construída a partir dessa ideia que une as áreas cênicas criando uma imersão da plateia aos bastidores da Broadway. A ambientação se desdobrará por parte do teatro, integrando o público à história. Os ambientes de cada cena serão sugeridos, pequenos sobrepalcos trazem a movelaria necessária para o desenvolvimento da ação: o apartamento de Hellen Synclair, o porto de Nova Iorque e os bares de jazz, tão característicos dos filmes de Woddy Allen. De forma sintética e surpreendente, ressaltamos a história a ser contada, o texto e as músicas do espetáculo, com uma movimentação dinâmica e super teatral que surpreende a plateia a cada cena. Todo acabamento da cenografia remeterá aos anos 20: influências do art decô, que lembram também a influência europeia no Brasil. Luminárias e pontos de luz formando letreiros criam a magia e o ambiente noturno tão necessário à referência que temos dos letreiros da Time Square, em Nova Iorque. FIGURINOS Os figurinos do musical seguirão a tendência de moda dos anos 20 e ao mesmo tempo criarão um diálogo com o nosso tempo. De casacos à botas e chapéus, criamos o ambiente da sociedade Nova Iorquina da época, com bordados, aplicações de tecidos e volumes, tons pastéis e brilhos. Um tom de exagero percorre o espetáculo revelando as camadas dos números musicais: o show. O figurino terá a função de destacar esses momentos contribuindo diretamente para o fortalecimento do conflito: o que realmente acontece durante o tempo que se passa a história, com uma camada de reflete a ilusão das personagens, relacionadas aos sonhos, aos desejos, às dificuldades. Tiros na Broadway é espetacular, cria uma metalinguagem da arte dentro de uma realidade histórica, com a construção de uma peça de teatro dentro do musical. Toda a paleta de cores do figurino seguirá a ideia de construção do show business americano: de cores e tons queimados do primeiro ato aos tons abertos do segundo, revelamos uma trajetória que leva ao drama do final do espetáculo. As impossibilidades humanas e suas tragédias, revelando o absurdo e a comicidade da vida cotidiana. Os números musicais incluem “standards” do jazz do início do século XX, como “The Hot Dog Song”, “She's Funny That Way“, “I m Sitting on Top of the World”, entre muitas outros. Lista completa: • Overture• Tiger Rag• Gee Baby, Ain t I Good to You• Blues My Naughty Sweetie Gives to Me• Tain t a Fit Night Out for Man or Beast• The Hot Dog Song• They Go Wild, Simply Wild, Over Me• Up a Lazy River• I m Sitting on Top of the World• Let s Misbehave• There's a Broken Heart for Every Light on Broadway• (I'll Be Glad When You're Dead) You Rascal You• Here Comes the Hot Tamale Man• 'Tain't Nobody's Biz-ness If I Do• Runnin' Wild• There's a New Day Comin'!• There'll Be Some Changes Made• I Ain't Gonna Play No Second Fiddle• I've Found a New Baby• The Panic is On• She's Funny That Way• Final (Yes, We Have No Bananas)
O espaço onde serão realizadas as apresentações do espetáculo de artes cênicas e a contrapartida social, atenderá a todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art.46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. Bemo como proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003. Medidas de acessibilidade que serão adotadas no projeto: 1. Produto Principal - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS I - Acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampas, corrimãos, banheiros adaptados, poltronas especiais para obesos, espaço dedicado a cadeirantes. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Audiodescrição em Libras através de QRCODE, onde será possivel o acesso do espetáculo em interpretação de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as apresentações, garantindo a inclusão de pessoas surdas e proporcionando uma experiência completa. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Audiodescrição através de QRCODE. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Ofertaremos, de forma gratuita, até 05 (cinco) protetores auriculares especiais (abafador de ruídos) voltado para pessoas com transtorno do espectro autista ou transtorno similar, com intuito de reduzir o impacto do áudio dentro da sala de espetáculo. Os custos estão previstos na planilha orçamentária. - Sempre haverá à disposição um assistente da produção para conduzir o espectador que precisar de atenção especial para se acomodar dentro da sala de espetáculo ou para qualquer outro auxílio a ser prestado ao espectador ou a seu acompanhante. Sem custo específico por se tratar de membro da equipe de produção. 2. Produto Secundário - CONTRAPARTIDA DE FORMAÇÃO DE PLATEIA A produção se compromete a realizar a palestra em local que atenda aos requisitos de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Acessibilidade Física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, etc. Acessibilidade para Deficientes Visuais: não haverá tradução de imagens em palavras, pois será uma palestra oral e gravada. Acessibilidade para Deficientes auditivos: intérprete de libras inserido no produto gravado que será disponibilizado na internet. Acessibilidade para Deficientes intelectuais: Haverá um assistente de produção para acompanhar e orientar o referido público, bem como seus familiares. Para promover a acessibilidade de todos à palestra que será realizada para formação plateia, a mesma gravada em vídeo e disponibilizada com inserção de libras na íntegra e gratuitamente na internet.
Em cumprimento ao art. 29, da IN nº 11, de 30 de Janeiro de 2024, o plano de distribuição dessa proposta prevê medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Este projeto prevê a concentração das cotas dos incisos I, II e III, em sessões exclusivas conforme permite o §1º do art 29 da IN 11/2024. Em atendimento ao inciso V, do art. 30, do art. 32, da IN 11/2024, esta proposta prevê como como complemento da ampliação de acesso a realização de 4 ensaios abertos atendendo um público de 2.400 para população de baixa renda, através de Instituições Beneficentes que atendam idosos, crianças, alunos provenientes de colégios da rede pública, pessoas em situação de vulnerabilidade social, pessoas portadoras de algum tipo de deficiência, população LGBTQUIA+, diversos tipos de ONGs de apoio social, cultural, educacional, Associações de bairros, entre outros tipos de Instituições que tenham interesse. Em cumprimento ao Art. 32, apresenta como ação formativa cultural obrigatória adicional às atividades previstas acima, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária a seguinte contrapartida: Palestra gratuita para 500 alunos e/ou professores de instituições públicas de ensino, a qual versará sobre o mercado de teatro musical brasileiro e sobre os temas abordados nas encenação/no teatro musical americano.
A proponente VICIO ARTE CONTÊMPORANEA LTDA ME (nome fantasia Cia. da Revista ou Da Revista Arte e Entretenimento), representada pelo seu dirigente Cleber Paulo Montanheiro (Kleber Montanheiro), receberá através das rubricas de Coordenador de Projeto, Direção e Cenografia, sendo responsável pela gestão do processo decisório. Idealização, direção e cenografia: Kleber Montanheiro Multiartista com 30 anos de carreira, é diretor cênico, cenógrafo, figurinista, iluminador e artista visual em expografia. Indicado a mais de 25 prêmios (FEMSA, APCA, Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio DID - Destaque Imprensa Digital) em diversas categorias, foi contemplado pela maioria delas. Destacam-se em sua direção espetáculos como Ópera do Malandro, de Chico Buarque de Holanda; Carmen, a Grande Pequena Notável, de Heloísa Seixas e Júlia Romeu; Nossos Ossos, do livro homônimo de Marcelino Freire e Tatuagem, um musical adaptado do filme de Hilton Lacerda, da qual recebeu diversas indicações ao prêmio Bibi Ferreira e venceu o prêmio APCA como melhor diretor. Por Carmen, a Grande Pequena Notável, recebeu o Prêmio São Paulo de melhor figurino. Foi indicado ao prêmio DID - Destaque Imprensa Digital como melhor diretor pelo espetáculo musical Tatuagem. Dirigiu, concebeu, criou cenografia e figurinos do musical da Broadway Cabaret, de John Kander e Fred Ebb, que cumpriu temporada no 033 Rooftop, do Teatro Santander - SP. Dramaturgia: Emilio Boechat e Marilia Toledo Emilio Boechat é autor das comédias “Camila Baker, Lives In Concert” (indicada aos Prêmios APETESP e Shell) e “Eu Era Tudo Pra Ela & Ela Me Deixou” (indicada ao Troféu Mambembe de Melhor Autor). Escreveu os musicais “Ney Matogrosso, Homem com H” (Prêmio DID de Melhor Ator e indicação de Melhor Ator ao APCA); “Uma Noite na Broadway” e “Silvio Santos Vem Aí” (Indicado ao Prêmio Bibi Ferreira e ganhador dos Prêmios DID de Melhor Musical Brasileiro e Melhor Ator Coadjuvante). Em televisão, já passou pela Rede Globo (“Zorra Total” e “Angel Mix”), Bandeirantes (“Floribella” 1 e 2), GNT (“Mulheres Possíveis”), Multishow (“Na Fama, Na Lama” e “A Secretária do Presidente”), Globoplay (“Sessão de Terapia” 4ª temporada) e mais de dez novelas, entre elas “Luz do Sol”, “Bela, a Feia”, “Rebelde 1 e Rebelde 2”, “Pecado Mortal”, “Os Dez Mandamentos” e “Gênesis”. Em 2022, escreveu para a Disney Plus a 2ª temporada da série “O Coro – sucesso aqui vou eu” e a minissérie “O Som e a Sílaba” ambas de Miguel Falabella, com quem escreve atualmente a cinebiografia de Bibi Ferreira. No cinema escreveu ainda os roteiros dos filmes “Barraco de Família” (atualmente na Paramount+); “Os Dez Mandamentos”; “Nada a Perder 1 e 2” (esses três entre as 10 maiores bilheterias do cinema nacional) e “Lascados, o filme”. É autor do livro “Faça-me rir – os segredos da comédia” Marilia Toledo é dramaturga, roteirista de TV e cinema, produtora de cinema e teatro e diretora de teatro. Como dramaturga e produtora soma 15 peças de sua autoria, entre adaptações e originais, para o público adulto e infantil. Ganhou o prêmio Shell, pelo texto de “Amor de Servidão”, o prêmio APCA pelo musical “Amídalas”, o Prêmio Femsa e o Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro pela peça “A Odisseia de Arlequino”e o Prêmio Qualidade Brasil pelo espetáculo “Sonho de Uma Noite de Verão”. Em 2010 publicou sua adaptação de “O Doente Imaginário” para crianças, pela Editora 34, com ilustrações de Laerte. Trabalhou como roteirista da primeira e da segunda temporada de “Sessão de Terapia”, série dirigida por Selton Melo, exibida na GNT. É autora e diretora dos musicais de sucesso "Silvio Santos Vem Aí" e "Ney Matogrosso - Homem com H". Direção Musical - Carlos Bauzys e Daniel Rocha Carlos Bauzys é arranjador e diretor musical de diversos musicais, como Donna Summer, Zorro, Nasce uma Lenda, Funny Girl, Sunset Boulevard, Aparecida, Os Produtores, Peter Pan, o musical da broadway, Cantando na Chuva e Cinderella, entre muitos outros. Foi indicado a diversos prêmios Bibi Ferreira por direção musical e arranjos. Foi arranjador, diretor musical e produtor musical do filme média-metragem “Teatro BR”. Direção de Alonso Barros. Estreou em novembro de 2022. Foi integrante da equipe de coordenação pedagógica do projeto educacional em Teatro musical do SESI, de novembro de 2012 a dezembro de 2015. Dentro desse projeto, desempenhou também a função de Coordenador da área de música do “Curso Técnico de Atuação em Teatro Musical” do SESI-SP, o primeiro curso técnico desse gênero no Brasil. Daniel Rocha é formado em Composição e Regência pela UNESP, trabalhouem montagens de diretores como Miguel Falabella, Wolf Maya, Ulysses Cruz, Hugo Possolo, Carla Candiotto, Yacov Hillel, Débora Dubois, Tania Nardini, João Fonseca, John Stefaniuk e Mariano Detry. Assinou Direção Musical de Grey Gardens, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Canção dos Direitos da Crianças, Rent, Alice No Pais do IêIêIê, Rio Mais Brasil, Hebe - O Musical, Annie, Billy Elliot, Escola do Rock e Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolates. Regeu A Gaiola das Loucas, Xanadu, Alô Dolly e Nuvem de Lágrimas. Atualmente foi diretor musical dos espetáculos Ney Matogrosso - Homem com H e Kafka e a Boneca.
PROJETO ARQUIVADO.