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Adinkras são símbolos que representam um sistema de escrita pictográfica criado pelo povo Akan, do Oeste da África, do século XVII, responsáveis por preservar e transmitir valores fundamentais ligados à cultura africana, ainda hoje os símbolos Adinkras estão na cultura afro-brasileira. A mostra é composta por doze curtas-metragens de realizadores da região amazônica, que abordam temas como ancestralidade, feminino, luta e imaginário na confluência África-Amazônica, em sessões nomeadas pelos Adinkras: Sankofa, Ananse, Duaf e Aya. A mostra conta ainda com uma ambientação de tecidos ganeses, distribuição de colares com a marca da mostra, doação de muda de planta e essências da amazônia que perfumaram o local das exibições. Teremos ainda a oficina de assistência de fotografia e o cinema como luta racial, com intuito de formar jovens cineastas para um mercado que movimentou mais de R$ 56,937 bilhões no Brasil, gerando renda e emprego além de salvaguardar a cultura Brasileira.
A mostra de filme conta com a pré-curadoria abaixo Meus santos saúdam teus santos - de Rodrigo Antonio - 14 min - L - Pará - Em uma viagem de regresso à ilha do Marajó, terra de seus avós, Rodrigo conhece a pajé Roxita e recebe a notícia de que têm guias espirituais de herança. Rodrigo vive sua iniciação na pajelança marajoara e registra sua relação com Roxita, que será sua guia num encontro com seus ancestrais. Utopia - Rayane Penha - 15 min - 12 anos - Amapá - A busca de uma filha por histórias vividas pelo pai garimpeiro que faleceu no garimpo. Arquivos sobre esse pai, fotos, vídeos e cartas que ele escrevia para a família relatando a vivência e as dificuldades do garimpo. O documentário procura humanizar homens que dedicam suas vidas a terra, mais do que um registro o filme vem mostrar um relato íntimo e poético sobre a vida desses garimpeiros. Alexandrina - Um Relâmpago - Keila Sankofa - 11 min - Amazônas - Alexandrina - Um relâmpago, faz do cinema de invenção um campo fértil de contestação, que ousa rasgar os registros do perverso e mentiroso passado, onde Alexandrina, mulher preta da Amazônia, que antes fora reduzida a objeto de estudo, esvaziada do seu vasto repertório de conhecimento e logo jogada ao limbo do suposto esquecimento; agora é o presente! A Velhice Ilumina o Vento - Juliana Segóvia - 20 min - 12 anos - Mato Grosso - A Velhice Ilumina o Vento conta a história de Valda, mulher preta, idosa, periférica, trabalhadora doméstica da cidade de Cuiabá. Mulher forte, cuiabana do “pé rachado”, Valda subverte em seu cotidiano o paradigma da velhice estigmatizada. Nome Sujo - Artur Roraimana - 14 min - L - Roraima - Lucas é um jovem adulto que precisa lidar com a responsabilidade de trabalhar para se sustentar. Quando uma câmera que ele queria muito comprar entra em promoção, o jovem inicia uma busca por meios de realizar seu desejo. Minguante - Maurício Moraes - 20 min - 12 anos - Pará - Histórias se cruzam no espaço do bar 'Zodíacos'; entre elas, está Jean. Em dias diferentes, acompanhamos a sua conexão com o bar através das suas relações pessoais. O filme reflete a ligação dos relacionamentos com os lugares em que eles perpassam e transitam. Não quero mais sentir medo - André dos Santos - 12 anos - Pará - A ancestralidade é o fio condutor para um garoto de 15 anos que recebe a difícil missão de reescrever a história do povo preto. Maria - Elen Linth e Riane Nascimento - 19 min - Amazônas - Nascida aos 16, numa cidade ensanguentada por corpos de peito e pau. Zunzunzum do Mar - Lu Peixe e Maré Cheia - 37 min - L - Pará é um média-metragem documental que mostra a relação de mulheres negras do estado do Pará com o mar, construindo uma narrativa cartográfica e poética em forma de diálogo entre diferentes gerações. Novembros - Dheik Praia - 7 min - L - Amazonas - O caminho da cura é distinto para cada pessoa, mas existe algo em comum na busca. MINERAÇÃO EM TERRAS INDÍGENAS - JOESÉR ALVARES DA SILVA (JOESÉR ALVAREZ) - 17 - L - ROndonia - Uma colagem de várias imagens a favor e contra a mineração/garimpo em terras indígenas. As estratégias do governo federal para tentar legitimar sua política genocida contraposta às falas das verdadeiras lideranças indígenas brasileiras que encontram eco nas palavras do Chefe Seatle, enfatizando assim, a luta coletiva pelo território ancestral, sua verdadeira riqueza. *Documentário realizado como requisito de Dissertação Final de Mestrado Interdisciplinar em Direitos Humanos e Promoção da Justiça - UNIR/EMERON. O Nkisse é que nos socorrer! - Weverton Rodrigues - 9 min - L - Pará - Ebó nas encruzilhadas da periferia da Amazônia. Reverenciando quem de fato nos socorre. Ação poética no Pronto Socorro municipal de Belém no Bairro do Guamá.
- Exibição de 12 filmes, nas cidades de São Paulo, São Luiz e Barcarena, cada cidade com 3 dias de exibição;- 3 masterclass sobre a cultura Ganesa e sua ligação com a população afro-amazônica através dos adinkras;- 3 Coquetel com culinária Paraense;- 24 horas de oficina de assistência de fotografia, para 40 pessoas;- 6 horas de oficina sobre cinema de impacto na amazônia, para 40 pessoas;- 3 debate sobre cinema de impacto na amazônia;- A mostra conta com obras que abordam experiências e modos de viver e fazer do povo amazônida, são filmes que falam sobre o emponderamento feminino, resistências de comunidades quilombolas e indígenas, importância de olhar para o passado, tudo isso com a criatividade de cineastas negros da amazônia.3 debate sobre a história do cinema negro na luta contra o racismo na cidade de São Luiz;
A mostra incentivo à formação artística e cultural com 30 horas de formação em audiovisual divididos em assistencia de direção de fotografia e cinema de impacto na amazônia, incentiva 12 cineatas da região norte, com remuneração para licenciamento de filme além de fazer suas obras circulares em diferentes partes do Brasil e como estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, todo o projeto tem entrada gratuita, o público terá ainda acesso a masterclass sobre a cultura Ganesa dos Adinkras e a logida de produção de cinema na região amazônica. A mostra conta com obras que abordam experiências e modos de viver e fazer do povo amazônida, são filmes que falam sobre o emponderamento feminino, resistências de comunidades quilombolas e indígenas, tudo isso com a criatividade de cineastas negros da amazônia. Para a produtora Cine Diáspora, que utiliza do audiovisual para pensar soluções antirracista e elevar a autoestima do povo negro, é uma oportunidade de destacar as narrativas da região. Exibir histórias afro amazônida e falar sobre a cultura africana, auxilia a expandir a visão sobre preservação da Amazônia, mostrando que a região é construída por povos e culturas tradicionais, comunidades quilombolas, pessoas pretas e periféricas que aqui vivem com uma rica cultura que precisa ser preservada para que a floresta continue de pé. A mostra já se transformou em um sucesso por onde passou, atingindo um publico presente de mais de 500 pessoas em edições em Belém, Salvador e Distrito Federal, tendo inclusive apoio do consulado de Gana no Brasil, que enviou representantes para uma das exibições.
Projeto pedagógico da oficinas A produtora Cine Diáspora pensaram a formação audiovisual como forma de empondeiramento da população negra, que ajuda a salvagardar as histórias perdidas e gerar emprego e renda em um mercado crescente e que necessita de novas histórias. Nossas oficinas leva-se em conta o recorte racial como tema transversal. Assistencia de direção de fotografia: Estilos visuais e narrativos na direção de fotografiaCompreenda as possibilidades de composição fotográficaTipos de PlanosTopos de lentesVideo AssistCuidados com equipamentosLuz Natural Geometria da IluminaçãoAs diferenças nas tecnologias de iluminação: incandescente, fluorescente, HMI e LED Cinema na luta racial Oscar Micheaux - Race Pictures - A criação do cinema negro nos estados unidos na decada de 1920;Blaxploitation - Movimento negro no cinema nos estados unidos na decada de 1970;Ousmane Sembène - O Pai do cinema Africano;Adelia Sampaio e Zózimo Bulbol - O cinema negro Brasileiro da decada de 70;Dogma do Cinema com Feijoada - Cinema negro na decada de 90Cinema negro, também é cinema Brasileiro - cineatas negros brasileiros contemporaneo; Masterclass Cultura Ganesa dos Akan e os Adinkras O reino Akan;A cultura Adinkra como forma de exportação da cultura Ganesa;As heranças dos Adrinkras para o Brasil;Sankofa - O adinkra do passado, presente e futuro;Aya - A resistencia em forma de AdinkraDuaf - A importancia do feminino na cultra Akan;Ananse - As histórias do homem aranhaMate-Masie - Troca de sabedoria para aprendizado;
- Todos os filmes das mostra contam com tradução em libras - As masterclass serão traduzidas em libras; - A oficina reserva 10% da vaga para PCD's, que também receberão bolsa para auxiliar na locomoção; - Os locais de exibição escolhidos devem possior acessibilidade no espaço como banheiros, rampas; - será contratado um produtor para acompanhar PCD's durante a mostra;
- Todo evento é gratuito; - 24 horas de oficina de assistência de fotografia, para 20 pessoas; - 6 horas de oficina sobre cinema negro na luta racial, para 40 pessoas; - 3 debate sobre cinema de impacto na amazônia; - 3 debate com realizadores dos filmes; - coquetel gratuito no lançamento da mostra
Coordenação geral/Oficineiro - Rafael F. Nzinga Rafael Ferreira - Conselheiro da APAN (associação dxs profissionais negrxs do audiovisual) e gerente de licenciamento e suporte na streaming TODESPLAY. Mais de 10 anos no audiovisual, trabalhou em cerca de 8 filmes, 7 curtas e 1 longa, premiado na UNESCO com menção honrosa em 2018, foi coordenador também dos festivais, Cinerada, Festival TV Caiçara e Festival Zélia Amador de Deus. Coordenador da motra Adinkra em suas 3 edições. Curadoria/oficineira - Lu Peixe Realizadore audiovisual, pesquisadore e arte-educadore. Mestre em Arte pelo Programa de Pós- Graduação em Arte, pesquisa poéticas de artistas negres na Amazônia. Concluiu o curso Iluminação: Narrativa e Técnica com Alziro Barbosa, ABC, pelo Ateliê Bucareste. Possui formação em cinema na Escola Livre de Cinema de Belo Horizonte e é Bacharel e Licenciade em Artes Visuais pela Universidade Federal do Pará. Coordena o Festival de Cinema Negro Zélia Amador de Deus e a produtora Cine Diáspora. Recebeu o prêmio de Melhor Direção de Fotografia no Festival de Cinema Olhar do Norte, 2022, com o filme Meus Santos Saúdam teus Santos, de Rodrigo Antônio. Recebeu o Prêmio Prêmio Experimentação, Pesquisa e Difusão Artística Vicente Sales, 2021, da Fundação Cultural do Pará, para realização do filme Zunzunzum do Mar (2022), este último licenciado pela plataforma de Streaming Todes Play (2023). Participou do Lab Negras Narrativas 5a edição, realizada pela APAN (2023). Assistente de produção - Mariana Siqueira Graduada em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, com mais de sete anos de experiência como pesquisadora e fotógrafa, dedicada à preservação da cultura paraense. Idealizadora do projeto @culturabelem, que promove divulgação de cultura e lazer em parceria com espaços culturais em Belém. Participei de exposições coletivas e sou atuante no audiovisual, com habilidades em produção, design, marketing, social media, consultoria e também responsável pela produção do Festival de Cinema Negro Zélia Amador de Deus, Mostra Adinkra de Cinema AfroAmazônico, Parque Cine Quebrada e Cine Quilombo Tocantina. Bruna Raiol - Produtora execultiva Mulher negra de terreiro, conhecida também como Raio de Sol uma produtora que tem como propósito a disseminação de conhecimento cultural africano e afro diaspórico tendo mais de 10 anos de trabalho na área. Sua especialidade são com projetos sócio culturais mais também conectar artistas e fazedores de cultura pretos assim como reapropriar recursos destinados a cultura de empresas privadas e do estado para/por aqueles que normalmente não acessam esse tipo de incentivo cultural. Atualmente como vice coordenadora do Instituto Bamburussema de Cultura Afro Amazonica (IBamca) e no Coletivo Pretas Paridas de Amazonia, de mulheres negras afroempreendedoras da regiäao metropolitana de Belém, Coordenação de Base Festival Psica 2023, Produção Local e Logística de transporte para o Diaspora.Black. Delen de Castro - Designer Graduando no curso de Licenciatura em Artes Visuais pela Ufpa. Trabalha com pintura em diversas técnicas: Graffiti, Muralismo, Pintura em Tecido, Pintura com tinta Acrílica, e Arte Digital. Focando quase sempre nas nossas Amazonidades. Capa do filme Zunzunzum do Mar e da série Vivências do Carimbó, diretor do filme em pré-produção "Cotas: Memória e Luta na UFPA", storybord do filme Carrinho de Rolimã, criador de ATA grafica para instituição Fase e Open Socyte;
PROJETO ARQUIVADO.