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O projeto engloba a realização, desde a pré-produção até a finalização, de um curta-metragem de ficção de aproximadamente 15 minutos de duração, a ser produzido nas cidades de Belo Horizonte/MG, Viçosa/MG e São Miguel do Anta/MG. Sinopse: Seu Jô é um libanês idoso que vive há anos em Viçosa. Ele leva uma vida tranquila cuidando de seu sítio, plantando verduras e café. Um dia, surge uma visita inesperada, a Ceifadora, que veio buscá-lo. No entanto, há uma questão burocrática: seu Jô nunca quis abrir mão da sua nacionalidade Libanesa, o que gera um problema de jurisdição para ela. Além da realização da obra, prevemos a produção de legendagem descritiva, audiodescrição e janela de LIBRAS, como medida de acessibilidade. Também serão organizadas 03 exibições do curta-metragem finalizado em escolas públicas nas cidades de São Miguel do Anta (MG) e Viçosa (MG), como democratização do acesso, e 01 oficina de realização cinematográfica na cidade de São Miguel do Anta (MG) ou Viçosa (MG), como contrapartida social.
Curta-metragem, ficção, 15 minutos de duração. Seu Jô é um libanês idoso que vive há anos em Viçosa. Ele leva uma vida tranquila cuidando de seu sítio, plantando verduras e café. Um dia, surge uma visita inesperada, a Ceifadora, que veio buscá-lo. No entanto, há uma questão burocrática: seu Jô nunca quis abrir mão da sua nacionalidade Libanesa, o que gera um problema de jurisdição para ela.
Temos como objetivo principal: - Realizar, desde a pré-produção até a finalização, um curta-metragem de ficção de aproximadamente 15 minutos de duração, a ser produzido nas cidades de Belo Horizonte/MG, Viçosa/MG e São Miguel do Anta/MG. Temos como objetivos secundários: - Finalizar o filme em DCP e H.264; - Organizar um total de 03 exibições do curta-metragem finalizado em escolas públicas nas cidades de São Miguel do Anta (MG) e Viçosa (MG), como democratização do acesso; - Organizar 01 oficina de realização cinematográfica na cidade de São Miguel do Anta (MG) ou Viçosa (MG), como contrapartida social; - Incluir, na cópia final do filme, legendagem descritiva, audiodescrição e janela de LIBRAS, como medidas de acessibilidade.
A história da migração libanesa para o Brasil é antiga, desde 1880 até os dias de hoje, a comunidade libanesa no Brasil hoje é maior que a população de seu próprio país. Minas Gerais sempre foi um dos seus destinos finais da vindo ao Brasil. A história de Seu Jô, inspirada na vida de Joseph Kalil El Khoury, reflete em muitos lares ao redor do país, nos quais há pessoas que migraram para cá sem deixarem de lado o orgulho e sentimento de pertencimento a suas terras natais. Partindo dessa herança, El Khoury, aos treze anos, se mudou para o estado e cria as suas raízes no interior, em Viçosaee São Miguel do Anta. Esse feito foi homenageado pela cidade com uma placa na Praça do Rosário, na cidade de Viçosa (MG), prestando uma homenagem aos imigrantes libaneses mais velhos ainda em vida. Para não cortar laços com o Líbano, Seu Jô nunca mudou sua nacionalidade, ou seja, no seu documento até hoje se encontra libanês - o que sempre gerou inúmeros problemas burocráticos, de deslocamento e imigração. O roteiro surgiu a partir dessas histórias contadas por Joseph, e essas vivências ajudaram sua neta, a roterista Fernanda Kalil, a retratar essa fábula a partir de uma relação afetiva construindo um aspecto intimista e pessoal para a obra. Contar essa história é uma forma de contemplar e representar imigrantes libaneses e árabes que vieram para o Brasil e que mantiveram o desejo de se manter ligados às suas origens. Além disso, muitos destes imigrantes se dedicaram às plantações de café, por ser um forte mercado na região. O filme exalta essa grande presença da agricultura, ao mesmo tempo que conecta lugares tão distantes: essa fruta, que é um marco da cultura árabe, é também um marco da cultura mineira, unindo assim, diferentes lugares do mundo. Utilizando elementos fantasiosos e de fabulação como metáfora para um desejo humano e universal em compreender a vida e a morte, através de um senhor de idade que vibra e aproveita cada momento dos dias e que ainda está disposto a iniciar novas relações afetivas, pretendemos criar um conto de fadas interiorano protagonizado por uma pessoa com forte poder de identificação. Seu Jô fez ou faz parte de qualquer família mineira. Tendo em vista os argumento acima descritos, assim como a grande amplitude de atividades oferecidas pelo projeto, a presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações.
O curta-metragem será finalizado em mídia DCP e em formato digital H.264 Full HD.
CURTA-METRAGEM Acessibilidade física: Não se aplica, pois o projeto é de produção de um filme em curta-metragem. Acessibilidade de conteúdo: Após o filme finalizado, deficientes auditivos podem acompanhar o filme através da legendagem descritiva e janela de LIBRAS. Item orçamentário: Legendagem descritiva Item orçamentário: Intérprete de LIBRAS. Após o filme finalizado, deficientes visuais podem acompanhar o filme através da audiodescrição. Item orçamentário: Narrador de audiodescrição. Reforçamos que o curta-metragem a ser produzido com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura contará com as 03 medidas de acessibilidade: janela de LIBRAS, legendagem descritiva e audiodescrição.
Serão realizadas 03 exibições da obra acompanhada de um debate com parte da equipe do filme, em escolas públicas das cidades de Viçosa (MG) e/ou São Miguel do Anta (MG), cidades onde serão realizadas as filmagens, com o intuito de democratização de acesso.
Partisane Filmes - Empresa proponente, produção A PARTISANE FILMES foi fundada em 2018 pelas produtoras Analu Bambirra e Fernanda Kalil, a fotógrafa Lorena Cardoso e a diretora/roteirista Fernanda Estevam. A produtora realizou os curtas-metragens “O dia em que Helena matou o presidente”, que recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival Sercine, e “O cérebro é uma zona erógena”, estreia no Festival FENDA. A Partisane desenvolve o longa-metragem "O peso do que não se pode ver", que fez parte do 13o Brasil Cinemundi e do Encuentros BioBioCine. Também realiza a Mostra de Cinema Árabe Feminino, atualmente em sua quarta edição. Analu Bambirra - Produção Executiva Analu Bambirra é formada em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário UNA em Belo Horizonte/MG (2015). Sócia da Partisane Filmes desde 2018, foi assistente de produção na Anavilhana de 2014 a 2021, e consultora de projetos na mesma empresa de 2021 a 2022. Atualmente, Analu trabalha no acompanhamento de projetos da Ocean Films. Dentre os projetos que colaborou, destacam-se os longas-metragens “A cidade onde envelheço” (Marília Rocha), “Canção ao Longe” (Clarissa Campolina), “Os Ossos da Saudade” (Marcos Pimentel), “Kevin” (Joana Oliveira), “Breve História do Planeta Verde” (Santiago Loza), “Amazônia, a Nova Minamata?” (Jorge Bodanzky), “No Céu da Pátria Nesse Instante” (Sandra Kogut) e “Praia Formosa” (Julia De Simone). Dentro da Partisane Filmes, como produtora, desenvolve o longa-metragem “O peso do que não se pode ver” (Fernanda Estevam), participante do Brasil Cinemundi e do Encuentros BioBioCine, e o longa-metragem “Sirene”. É produtora executiva da obra “Minha África Imaginária” (Tatiana Carvalho Costa, em pós-produção), projeto participante da sessão DocBrasil Meetings do Brasil Cinemundi. Como produtora executiva, também realizou os curtas-metragens “Antes da Primavera, metade de mim” (Francisco Barbosa), “O dia em que Helena matou o presidente” (Fernanda Estevam), e realiza o curta-metragem “Como uma oração” (Fernanda Estevam, Lorena Cardoso, em pré-produção) e o média-metragem “Ni Una, Ni Uno” (Ariny Bianchi, em pós-produção). Analu é idealizadora, curadora e produtora da “Mostra de Cinema Árabe Feminino”, que atualmente se encontra em sua quarta edição. Fernanda Kalil - Roteirista e Diretora de Produção Fernanda Kalil é graduada em Cinema e Audiovisual no Centro Universitário Una, em Belo Horizonte (MG). Fernanda produziu e montou o curta-metragem “Antes da Primavera, metade de mim” (ficção, Francisco Barbosa, 2015), que foi exibido na 2ª Virada Cultural de Belo Horizonte dentro do Festival de Inverno, na II Mostra de Cinema LGBT de Viçosa, no 2º Lumiar Festival Interamericano de Cinema Universitário, na Mostra Sesc de Cinema e também na mostra permanente Traga o seu Filme. Fernanda também foi montadora e diretora de produção do curta "O dia em que Helena Matou o Presidente" (ficção, Fernanda Estevam, 2021), o filme foi selecionado para mais de 10 festivais como, 25ª Mostra de Cinema de Tiradentes e 16º CineBH - Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte. Fernanda foi estagiária da Produtora Dígito Zero – produtora experimental no Centro Universitário Una - sob supervisão de Tatiana Costa e Daniel Veloso. Foi contratada pela empresa por quatro anos, como técnica de laboratório. Foi assistente de produção no filme “Dia de Reis” (Marcos Pimentel, 2018), veiculado pela Globo Minas. Fernanda foi diretora de produção de dois curta-metragens documental “Jardineiros da Floresta” (Barbara Cal, 2012) exibido no Mata Atlântica EcoFestival e no Greenmotions Film Festival (Alemanha), e no curta “O Resto” (Pedro Ribeiro, 2022), exibido em festivais como 20º DocLisboa, 31º Cine Ceará entre outros festivais nacionais e internacionais. Fernanda também foi assistente de produção da “Mostra de Cinema Árabe Feminino”, realizada dos dias 7 a 25 de Março de 2019, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro. Atualmente, é Diretora de Produtora da obra “Minha África Imaginária” (Tatiana Carvalho Costa, em pós-produção). Fernanda Estevam - Diretora Fernanda Estevam é doutoranda em Artes, linha de pesquisa Cinema, na Escola de Belas Artes da UFMG, Mestre em Ciências Sociais e especialista em Roteiro para Cinema e Televisão, ambos pela PUC Minas, graduada em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário Una. Dirigiu o curta universitário “O Alienista” (2013) - que foi selecionado para compor o catálogo do Festival Internacional de Televisão (RJ). Dirigiu e montou o documentário “A cidade que vive em mim”, premiado no festival II MoveMundo (2014) na categoria Melhor Documentário, e exibido na Mostra CineBH (2017). Produziu e montou, em parceria com Lorena Cardoso, como projeto de conclusão de curso, o documentário “O sonho quando ginga”, que foi exibido no festival Favera (2016). Em 2021, atuou na 2ª Mostra de Cinema Árabe Feminino fazendo pesquisa de curadoria, editorial e revisão do catálogo. No mesmo ano roteirizou e dirigiu o curta de ficção “O dia em que Helena matou o presidente”, produzido através do fomento da Lei Aldir Blanc, que foi exibido em festivais nacionais e internacionais, sendo eles: 10ª Festival Sercine, no qual ganhou o prêmio de melhor atriz, 25ª Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival Mulheres no Volante, IX Recifest, TOHorror Fantastic Film Fest, Festival Guarnicê de Cinema, 16ª CineBH, 5ª Mostra de Cinema de Fama e IV Mostra Clandestina. Em 2022 participou do 13º Brasil CineMundi, na categoria Foco Minas, com o projeto de longa-metragem “O peso do que não se pode ver”, do qual é roteirista. Lorena Cardoso - Diretora de Fotografia Lorena Cardoso formou em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário Una em Belo Horizonte - MG. Lorena dirigiu, fotografou e produziu junto com Fernanda Estevam o curta documentário “O Sonho Quando Ginga”, como projeto de conclusão de curso. Exibido no Festival Favera e no na Mostra Ocupa a Praça. No mesmo ano atuou como GMA (gestora de mídias audiovisuais) na série Mostra Tua Cara (2015) de Silvia Godinho e em seguida no longa Luna de Cris Azzi, (2016), selecionado para o 51º Festival de Brasília de Cinema Brasileiro, 20° Festival do Rio e premiado como melhor longa no Panorama Internacional Coisa de Cinema. Atuou como video assist na série Sou Amor (2017) também de Cris Azzi e André Amparo, que foi exibida no canal Rede Minas. Foi segunda assistente também na série Veredas do Brasil (2017) de Silvia Godinho e Cris Maure. Atuou como TID (técnico de imagem digital) no longa de Helvécio Ratton, O Lodo (2019). Em 2020 mudou começou a atuar em Sao Paulo como GMA, trabalhando na série Noturnos, exibida pela Globoplay, no longa Papai é Pop estrelado por Paolla Oliveira e Lázaro Ramos, na série da HBO, Vale dos Esquecidos ,Cangaço Novo (2013) da Amazon Prime, e nas séries da Netflix Cidade Invisível (2023) e DNA do Crime que se encontra em fase de finalização. Dirigiu a fotografia do curta Peixe (2018) selecionado para 40 festivais em 8 países, como a 22ª Mostra de Cinema de Tiradentes, o 4º MOV Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco e KQFF - Korea Queer Film Festival. Ganhador do prêmio Menção Honrosa no 6º Lumiar Festival Interamericano de Cinema Universitário e de 3 prêmios no 2º Transforma - Festival de CineDiversidade de SC, sendo melhor filme, melhor direção, e melhor atriz. Fotografou também o curta O Dia em que Helena Matou o Presidente, de Fernanda Estevam. O filme foi selecionado para o 10° Festival Sercine, na 25ª Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival Mulheres no Volante (JF), o IX Recifest, TOHorror Fantastic Fil Festa, para o Festival Guarnicê de Cinema, 16° CineBH, 5ª Mostra de Cinema de Fama, IV Mostra Clandestina, VICINE - Festival de Cinema de Viçosa e RVK Feminist Film Festival, 16º Festival de Taguatinga de Cinema, entre outros. E em 2023 fotografou o curta Jardim Tropical de Breno Alvarenga e Luiza Garcia, o qual se encontra em fase de finalização.
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