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A preservação do acervo cultural, através de pesquisa, digitalização e realização de visitas guiadas aos locais históricos e residências de personalidades que contribuíram para o mundo do samba, dentro do complexo da Mangueira. E um encontro com palestras, a fim de divulgar a importância da preservação do acervo cultural da Mangueira.
Dar continuidade ao desenvolvimento de um Museu socialmente responsável - amparado em um conjunto distinto de valores que dão forma a sua prática e perspectivas. Com base nestes valores, o MUCEU quer ser uma exposição inclusiva, e buscar representar toda a sociedade em suas coleções, displays e atividades, com ações em três campos: (1) a salvaguarda da memória do samba, preservação e perpetuação de sua história para as gerações presentes e futuras; (2) divulgação, promoção e fortalecimento dos detentores desses saberes, através de eventos pautados no processo de patrimonialização do samba; e (3) desenvolvimento de processos educativos voltados para empreendedorismo, conhecimento e conscientização de nossa história, raízes e formação cultural.
Objetivo Geral: Valorização do patrimônio cultural imaterial nacional, como formas de expressão, incentivando acesso da população à fruição e produção de bens culturais, bem como fomentar atividades culturais que promovam desenvolvimento humano e social, contribuindo ainda, para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal. Objetivo específico: Preservar valores, símbolos e identidades que dizem respeito ao samba; (1) tratamento técnico de documentação de fontes históricas do samba; Tratamento técnico do acervo compreendendo catalogação, descrição, acondicionamento de registros de história oral das principais personalidades do samba, resumo biográfico, pesquisa, digitalização e realização de visitas guiadas aos locais históricos e residências de personalidades que contribuíram para o mundo do samba, dentro do complexo da Mangueira. Contribuir para o reconhecimento do que é ser brasileiro através da difusão, promoção e multiplicação do legado e da história do samba; Desenvolver públicos existentes e potenciais da comunidade onde receberá o MUCEU; Criar rede de pessoas e comunidades interessadas na memória social do samba. (2) difusão da história do samba por meio de: realização de encontro (1); publicação periódica em rede social. (3) realização de atividades de educação patrimonial e inclusão social; Despertar o espírito empreendedor das pessoas envolvidas na salvaguarda do samba, incentivando-as a gerar mudanças significativas na comunidade onde reside e atua.
Uma organização museológica de ponta que trate do tema da cultura de matriz africana é elementar para a consolidação de um país inclusivo, que compreende e valoriza seus traços culturais mais profundos e dá a eles caráter e potencial transformador, para ser vivido e absorvido por toda a sociedade. Assim, salvaguardar nosso patrimônio cultural e imaterial é uma missão primordial de responsabilidade social. O samba é nosso passaporte para o mundo. Através dele somos mundialmente reconhecidos. Ele é nossa matriz cultural e está nas raízes de nossa identidade. É um dos testemunhos da África que habita em nós, brasileiros. Assim, dar voz e vez aos detentores de nossa principal referência cultural, que secularmente foram silenciados de nossa história oficial, é de suma importância. Preservar nossa memória, salvaguardar nosso patrimônio, difundir e transmitir esse legado que vem de longe é uma tarefa de enorme responsabilidade com a história do país. A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se dá pelo enquadramento em todos os incisos do Art.1 da Lei 8363/91, uma vez que o presente projeto busca aproximar o samba, reconhecido patrimônio cultural imaterial do país, do público em geral, promovendo a difusão da cultura brasileira para seu povo, preservando os bens e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Cumpre destacar que, por se tratar de um projeto de salvaguarda e preservação de patrimônio, a ação se enquadra no inciso II na alínea "c", III do Art.3 da presente lei. Na alínea "d", a premissa de proteção a uma das principais tradições populares nacionais, o samba, é contemplada. A proposta se encaixa ainda no inciso IV, tendo em vista sua ação de difusão dos conhecimentos e saberes do samba para diversos públicos, através de atividades educativas.
Encontro / Palestra: Acessibilidade física: rampas de acesso, cartazes orientarão sobre como o portador de necessidades especiais deverão proceder para ter acesso as condições de acessibilidade conferidas a eles. Acessibilidade para deficientes visuais: disponibilização de locução gravada com descrição do ambiente, sinopse da apresentação, etc. Acessibilidade para deficientes auditivos- disponibilização de intérprete de Libras. Preservação de Acervo Cultural: Acessibilidade física: rampas de acesso, cartazes que orientarão sobre como os portadores de necessidades especiais deverão proceder para ter acesso às condições de acessibilidade conferidas a eles. Acessibilidade para deficientes visuais: disponibilização de locução gravada com descrição do ambiente, e sinopse da apresentação, etc. Acessibilidade para deficientes auditivos- disponibilização de intérprete de Libras.
O produto gerador : Encontro / Palestra. Serão adotadas as seguintes medidas de democratização: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista nesta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações;
Coordenação geral: Guanayra tem a sua formação acadêmica em TI, nasceu no Morro da Mangueira e é descendente da lendária benzedeira Tia Fé (Benedita de Oliveira), fundadora do Rancho Pérolas do Egito, em 1910. Esta era avó do tio da nova presidente, Darque Dias Moreira, Seu Sinhozinho, que dirigiu a verde e rosa entre Mangueira 1974 e 1976.A família de Guanayra vive e respira Mangueira. Seu bisavô, Julio Dias Moreira, foi o segundo presidente da Estação Primeira, de 1935 a 1937 e também seu primeiro ensaiador. A escola ensaiava na casa onde nasceu, no Buraco Quente, nº 30, Morro da Mangueira.Filha da baluarte e presidente da Velha Guarda da Mangueira, Emergenilda Dias Moreira, a Dona Gilda, e de Roberto Firmino, presidente da escola de 1992 a 1995, Guanayra era vice-presidente da escola, na última gestão, e dirigia a Ala da Comunidade, a mesma que criou em outubro de 1992. Coordenação de projetos: Moacyr Barreto Empresário Cultural desenvolveu diversos projetos como a Carnavalia, a maior feira de Carnaval do Mundo, chegou à Mangueira em 1976, desfilando na ala Última Chance. Passou pela Ala dos Boêmios e depois entrou no Conselho Fiscal da gestão do Elmo dos Santos e seguiu com Alvinho. Ficou distante em 2007, retornando para puxar a escola em 2009 no Carnaval com a Chininha. Se afastou em 2010, mas retornou em 2014. Era o vice-presidente de Projetos Especiais da agremiação. Design: Ismael Lito - Pós Graduação em Animação Digital pela UVA. Graduado em Desenho Industrial pela Puc-RJ. Mais de 20 anos de experiencia em Design, Animação e 3D Foi Diretor de Arte na área de novas mídias da GLOBOSAT por 8 anos, diretor artística da série da TV Suiça "Les Explorateurs de la Planète", "Tainá", Diretor do curta de animação “Paleolito” vencedor de 15 prêmios e indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Produtor executivo: Armando Lito Bacharel em Administração da Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro. Administra a PAN desde junho de 1997 possui grande experiência no mercado cultural com conhecimento das leis, portarias e instruções normativas do Ministério da Cultura e dos Esportes, Secretarias de Cultura do Estado e Município que regem as leis de incentivo fiscal, relacionamento com patrocinadores e todos os profissionais envolvidos direta ou indiretamente na produção dos 150 projetos sócio – culturais e esportivos ligados a empresa. Como Gerente de Administração atua em projetos como o Espaço Tom Jobim, riocenacontemporanea, Artcena, Rio International Cello Encounter, Centro Interativo de Circo e Circo Rudá. Museóloga: Mariana Varzea, graduada em museologia, com mestrado em história Social da Cultura pela PUC Rio e doutora em Museologia, pela UHLT – Lisboa.Há 30 anos atua em organizações públicas e privadas da área da cultura, desenvolvendo inúmeros projetos e iniciativas de impacto social e cultural. Como superintendente de Museus da Secretaria de Estado de Cultura foi responsável pelas políticas para a área museológica, que envolveram atividades de preservação, documentação, pesquisa, gestão, comunicação, expografia, financiamento e fomento da rede fluminense de museus.Esteve à frente de importantes projetos expositivos e editoriais emprestado seu olhar atento e criativo tanto para o desenvolvimento dos conceitos curatoriais dessas iniciativas, como para a reflexão de sua sustentabilidade e gestão – temas que tem sido objeto de trabalhos, estudos e cursos que ela ministra.Atua, ativamente e voluntariamente, em entidades como o Conselho Internacional de Museu, no Brasil (ICOM-BR) e a Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC).Trabalha em colaboração com diversos parceiros, a partir de sua empresa Inspirações Ilimitadas (2016) – uma consultoria especializada em identificar e desenvolver inovação para museus e iniciativas culturais, por onde desenvolveu planos museológicos para museus, o programa HiperMuseus(www.hipermuseus.com) , voltado à capacitação em cultura digital para museus; o site gloria.art.br, com foco em patrimônio cultural e cidade. Pelas redes sociais da Inspirações Ilimitadas, Mariana Varzea realiza os Encontros Inspirados, espaço digital de reflexão sobre museus e patrimônio cultural. Museóloga: Emanuelle Rosa, Mestranda em Sociologia e Antropologia (PPGSA) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Graduada em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2020). Com experiência nas áreas de documentação, educativo, exposições e pesquisas nas áreas de relações étnico raciais, patrimônio cultural e museologia social, além de possuir trabalhos audiovisuais, desenvolvidos no campo de direção e criação de roteiros. Componente do corpo técnico do Centro Teatro do Oprimido. Atualmente, faz parte da equipe de trabalho do Acervo Nosso Sagrado no Museu da República. Pesquisador: George Abreu, graduado em Museologia pela pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), estudante de teatro pela Faculdade Cesgranrio, performer, pesquisador e curador. Faz parte da equipe do núcleo de exposições no Museu Histórico Nacional há seis anos, com experiência nas áreas de documentação museológica, educação museal, exposições e pesquisas ligadas ao patrimônio cultural. Foi curador das exposições “Rio-1922”, “10 Objetos: outras histórias” e “Îandé: Aqui estávamos, aqui estamos”. Responsável pelo projeto expográfico da exposição "ECHOES - Brasil Decolonial: outras histórias" no Museu Histórico Nacional em parceria com a UNIRIO e a Universidade de Coimbra em Portugal e organizador do livreto das exposições "Rio-1922/10 Objetos: Outras Histórias". Produziu por dois anos o “Sarau dos Outros” em Niterói-RJ e foi guia cultural no Festival do Rio de 2014.
PROJETO ARQUIVADO.