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Realização da sétima edição da FLIPEI - Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, no ano de 2025 na cidade de Paraty. A programação -aclamada pelo público e visando a continuidade de suas edições - ocupa o intervalo de cinco dias e prevê a realização de atividadesmultidisciplinares. A saber: Mesas de debate sobre temas transversais ao mercado editorial, a prática comunitária do livro e a literatura nacionale internacional; Intervenções artístico-culturais, como shows, discotecagens, peças de teatro, slams, performances e saraus; Feira de livros (commais de 40 editoras independentes de todo o país e algumas internacionais), com descontos exclusivos para estimular o consumo, circulação epromoção do livro e da leitura; Zona Piratinhas é uma programação educativa para crianças, jovens e suas famílias, que comporta diferentessuportes voltados para o público infanto-juvenil; Disseminação impressa por Jornal e Livro e online pelos canais de YouTube e redes sociais.
20 Mesas de Debate:As mesas de debate na FLIPEI são fundamentais para a discussão de temas transversais ao mercado editorial e à economia criativa. Com apresença de dois a três convidados em cada atividade, além de uma mediadora, esses encontros promovem reflexões profundas eenriquecedoras. A seguir, detalhamos o formato e os objetivos dessas mesas:Formato:Número de Mesas: São realizadas 20 mesas de debate ao longo do evento.Composição: Cada mesa abriga convidadas e uma mediadora, totalizando entre 80 e 100 pessoas envolvidas.Duração: As mesas têm uma duração média de 90 minutos cada.Convidados Anteriores: Entre os convidados que já participaram das edições anteriores estão nomes como Silvia Federici, KL Jay, Don L, SilvioLuis de Almeida, Anielle Franco, Sonia Guajajara, Crimethinc, Don L, Bnegão, Mark Bray, entre outros.10 Ações Artístico-Culturais:As ações artístico-culturais da FLIPEI são momentos de fruição cultural que complementam as discussões e reflexões promovidas durante oevento. Com uma variedade de formatos e durações, essas atividades proporcionam ao público experiências enriquecedoras e diversificadas. Vejamais detalhes sobre essas ações:Formato:Tipos de Atividades: São realizados shows, peças teatrais, slams, intervenções artísticas e saraus.Variedade de Formatos: As ações artístico-culturais podem variar de formato, adaptando-se às características de cada obra convidada pelaequipe de programação.Duração: As atividades têm duração variada, podendo ser de 30 a 120 minutos, dependendo da natureza de cada apresentação.Feira de Livros:A Feira de Livros da FLIPEI é um espaço dedicado à promoção da leitura e ao estímulo ao consumo de livros, especialmente de editorasindependentes. Com descontos exclusivos e uma ampla variedade de títulos, a feira é um ponto de encontro para leitores e amantes daliteratura. Veja mais detalhes sobre essa atividade:Formato:Participação das Editoras: Mais de 100 editoras independentes de todo o Brasil participam da feira, oferecendo descontos exclusivos para osvisitantes.Acesso Livre: A Feira de Livros acontece em espaço público e com acesso livre, permitindo que qualquer pessoa possa participar e conhecer asobras disponíveis.Consolidação da Rede: A FLIPEI consolida uma rede de editoras independentes, promovendo a circulação e a promoção do livro e da leitura emconsonância com as metas dos Planos Federais de Incentivo à Leitura e ao Livro.Jornal da FLIPEI:O Jornal da FLIPEI é uma publicação periódica que visa promover a divulgação dos eventos, conteúdos e reflexões gerados durante o festival.Com distribuição gratuita, o jornal é uma ferramenta essencial para ampliar o alcance das discussões e atividades desenvolvidas no âmbito daFLIPEI.Conteúdo:Artigos dos Convidados: O jornal apresenta artigos escritos pelos convidados das mesas de debate, aprofundando os temas discutidos eproporcionando uma extensão das reflexões apresentadas durante o evento.Sinopses dos Livros Lançados: Além disso, são incluídas sinopses das obras lançadas durante a FLIPEI, permitindo aos leitores conhecerem asnovidades literárias apresentadas no festival.Obra Literária:A Obra Literária da FLIPEI é uma publicação especial, curada a cada edição em ressonância com os autores e autoras homenageados pelo festival.Trata-se de uma iniciativa que visa celebrar a produção literária nacional e internacional, destacando obras que dialogam com os temas epropósitos do evento.Características:Curadoria Especializada: A seleção das obras é realizada por uma equipe especializada, levando em consideração a relevância dos autoreshomenageados, bem como a qualidade e a pertinência dos textos escolhidos.Variedade de Gêneros e Estilos: A Obra Literária pode abranger diferentes gêneros literários, como romance, poesia, conto, ensaio, entre outros,proporcionando ao público uma experiência diversificada de leitura.Edição Especial e Exclusiva: Cada obra é lançada em uma edição especial e exclusiva, com acabamento cuidadoso e design que valoriza a estéticae a qualidade do conteúdo.Zona Piratinhas:A realização da Zona Piratinhas é uma atividade essencial do Festival FLIPEI, ocorrendo de forma presencial e descentralizada para atuardiretamente nas comunidades da cidade de Paraty. Essa iniciativa capilariza a ação cultural pela cidade, promovendo práticas de arte-educaçãovoltadas para a cultura como fomentadora de cidadania.Descrição:A Zona Piratinhas da FLIPEI consiste em atividades de arte-educação especialmente projetadas para envolver as crianças e jovens dascomunidades locais. Através de oficinas, contações de histórias, atividades lúdicas e interativas, busca-se estimular a criatividade, o pensamentocrítico e o senso de pertencimento cultural.Formato: As atividades da Zona Piratinhas são realizadas em diversos locais da cidade de Paraty, levando a cultura e a educação para perto das crianças ejovens em suas próprias comunidades. A programação é diversificada e adaptada às diferentes faixas etárias, garantindo uma experiênciaenriquecedora para todos os participantes.A Zona Piratinhas da FLIPEI é uma iniciativa dedicada a promover a cultura, a educação e a cidadania entre as crianças e jovens de Paraty,contribuindo para a formação de cidadãos críticos, criativos e engajados em sua comunidade.Disseminação Online:A disseminação online dos eventos da FLIPEI ocorre por meio de seus canais oficiais no YouTube e nas redes sociais, visando ampliar o alcance e oimpacto das atividades realizadas durante o festival.Formatos de Disseminação:Transmissões ao Vivo: As mesas de debate, ações artístico-culturais e outras atividades são transmitidas ao vivo pelos canais de YouTube e pelasredes sociais da FLIPEI, permitindo que o público acompanhe os eventos em tempo real, independentemente de sua localização geográfica.Vídeos Gravados: Além das transmissões ao vivo, parte dos eventos é gravada e disponibilizada posteriormente nos canais online da FLIPEI,possibilitando que as pessoas assistam às atividades mesmo após o término do festival.
O projeto FLIPEI - 2025 tem como objetivo realizar a já tradicional Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, em sua sétima edição, eagora buscando uma estrutura mais adequada para dar conta da ampliação de alcance e demandas de participação do público ao longo dos anos(desde 2018).A FLIPEI - Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (https://flipei.abraceumacausa.com.br/), realizada pela editora Autonomia Literáriae Rafael Limongelli, desde 2018, promove incentivo à leitura, atividades culturais, educação popular e estímulo à mercados e economiasalternativas em pontos estratégicos do Brasil.Projeto iniciado em 2018, realizou cinco edições (2018, 2019, 2021, 2022 e 2023) com tremendo sucesso de público, financiando-se a partir dainiciativa privada e do público presente nas diferentes edições. Nestes anos tivemos amplo destaque na imprensa nacional(https://FLIPEI.net.br/nas-midias/).Na edição de 2021, a FLIPEI foi contemplada com o Proac Lab Festivais e realizou, de forma inédita e totalmente digital, debates, palestras,shows, slams, cursos e feira do livro online com mais de 100 editoras independentes - alcançando diretamente 130 mil pessoas através de suasações (bit.ly/FLIPEI21_report).Como prática sociocultural, cultivou nos últimos anos aproximações e conexões com diversas manifestações culturais do Sudeste, envolvendo:a cultura urbana de poesia periférica, com os slams e saraus;a cultura contemporânea em torno das tecnologias e suas práticas de potencialização da democracia participativa, com diversos coletivos demídia alternativa e mídia popular;a cultura caiçara, estimulando a pesquisa e divulgação dos cirandeiros da região de Paraty e Costa Verde (RJ);a cultura quilombola, através de agenciamentos com o Quilombo do Campinho (RJ) e o movimento do Quilombo Saracura (SP);a cultura indigena contemporânea, através de convidadas como Cristina Takua, Carlos Papá, Ailton Krenak, David Kopenawa, Kaká Wera e do Slamda Retomada (realizado por jovens originários de aldeias da região de Paraty);a cultura dos cancioneiros populares, com a participação de Ava Rocha, Don L, Chico César, Anelis Assumpção, entre outras artistas;a cultura audiovisual independente, com exibições de filmes de pequenas produtoras e diretoras independentes.Todas essas manifestações culturais se relacionam com o mercado literário brasileiro: as editoras independentes de todo o país têm feito aliançascom esses grupos para impulsionar e registrar suas narrativas. O livro como território de encontro social, que gera emprego, renda e novosprodutos para diferentes nichos sociais. Desejamos expandir o leque de atuação para fortalecer as redes de produção cultural do país, acionandorede local e global sobre a cultura.A FLIPEI acredita que o livro é um objeto transrelacional, conectado com o campo social através de múltiplos nexos. O livro, para além daautoria, se embaralha com práticas comunitárias do passado e do presente, além de condensar ideias e espíritos do tempo de povos e grupos.Neste sentido, o livro é um suporte que agrega múltiplas linguagens: performance, teatro, música, gastronomia, pensamento, teorias, práticas,memórias, etc.A FLIPEI é um festival transdisciplinar que converge diversos suportes de atividades culturais, sendo as seguintes:20 mesas de debate sobre temas transversais ao mercado editorial e à economia criativa, com dois a três convidados em cada atividade,conforme realizado nas edições anteriores, que já contou com nomes como Silvia Federici, KL Jay, Silvio Luis de Almeida, Anielle Franco, SoniaGuajajara, Crimethinc, Don L, Bnegão, Mark Bray, Jones Manoel, Juliane Furno, Guilherme Boulos, Zé Celso, Ailton Krenak, Sidarta Ribeiro,Djamila Ribeiro, Conceição Evaristo, Ava Rocha, Julieta Paredes, Cidinha da Silva, Cristine Takua, Ana Prestes, Chavoso da USP, Juliana Borges,Valério Arcary, Nastassja Martin, Rodrigo Nunes, Jamil Chade, Hannah Limulja, Mariana Félix, Ediane Maria, Patricia Campos Mello, Kristin Ross,Raquel Rolnik, Preta Ferreira, Isabel Loureiro, Rita Von Hunty, Padre Júlio Lancellotti.10 ações artístico-culturais, como shows, peças, slams, intervenções e saraus. Já participaram de edições anteriores DJ KLJay (Racionais MCs),BNegão, Don L, Mondiá Carimbó, Calixtoloop, Chico César, Slam da Gulhermina, Baião de Spoken, José Celso Martinez Correa, Ava Rocha, NegroLéo, Maria Beraldo, São Yantó, Jonnata Doll, Leoni, Cabaré Feminista, Ciranda Caiçara de Paraty, Slam da Retomada;01 feira de livros (presencial) das mais de 100 editoras independentes que têm continuamente participado da FLIPEI, com descontos exclusivospara estimular o consumo, circulação e promoção do livro e da leitura (consoante às metas dos Planos Federais de Incentivo a Leitura e ao Livro).realização da Zona Piratinhas que acontece de forma presencial e descentralizada, atuando diretamente nas comunidades da cidade de Paraty,capilarizando a ação cultural pela cidade. A Zona Piratinhas da FLIPEI são práticas de arte-educação voltadas para a cultura como fomentadorade cidadania.publicação do Jornal da FLIPEI, com distribuição gratuita, artigos dos convidados e sinopses dos livros lançados durante o evento;publicação de uma Obra Literária, curada a cada edição, em ressonância com as autoras e autores homenageados;disseminação online de parte dos eventos pelos canais de YouTube e redes sociais (descrito com detalhes no item referente);
Ao contrário de grandes monopólios editoriais (mega-livrarias; grandes editoras; investimentos robustos), a FLIPEI se organiza em torno deeditoras pequenas e independentes, consolidando redes de apoio mútuo, fazendo circular recursos, atividades, eventos e publicações entre si e opúblico interessado. Promove palestras, debates, lançamentos, cursos, e principalmente, movimenta a economia do livro.Com espaço de realização nômade, em diversos centros urbanos e rurais, a FLIPEI tem suas raízes em São Paulo e em Paraty, simultaneamente. Éum espaço aberto ao público e de fomento à cultura democrática, gerando valor simbólico, trabalho e renda, bem como proporcionando laços defortalecimento da cultural regional, capacitando público para a formação de ativos econômicos na área.Em seus primeiros anos, a FLIPEI foi produzida como casa parceira da FLIP em Paraty, sendo realizada em um barco atracado no rio Perequê-açu.Ao longo dos anos têm desenvolvido outras atividades em sua sede no bairro do Bixiga, em São Paulo, em parceria com a Rizoma Livros e o Ateliêdo Bixiga. Na capital paulista, a FLIPEI e a Rizoma são expoentes do que há de mais popular no estímulo à leitura, oferecendo shows, eventos,lançamentos e debates pelas ruas da cidade de São Paulo.A FLIPEI acredita que o livro é um território de encontro entre povos e instituições sociais. Um espaço de construção da democracia, tomando o tema pelas mãos: o livro, a participação e a cidadania.A FLIPEI desenvolve uma tecnologia social na promoção do livro e da leitura através de atividades culturais. Possui um saber-fazer de feirasliterárias através de um novo formato, mais jovem e acolhedor as diversidades. O diferencial da FLIPEI em relação às outras feiras literárias énítido: a programação é construída a partir do olhar das camadas populares e minorias sociais. Cria-se uma tecnologia social que assenta práticasde participação e capilarização do fazer cultural para os povos mais distantes das instituições. Uma democracia que possa aprimorar seusinstrumentos de escuta popular é construída para expandir sua efetividade e integração de pessoas afastadas pelo sistema.A FLIPEI tem se tornado um importante foco de promoção das publicações independentes em âmbito nacional. Isso se deve a dois aspectos que secomplementam: o impacto direto na economia do livro independente e a diversidade de setores sociais contemplados pelas atividades. Oimpacto econômico se dá pela própria movimentação de ativos das editoras independentes, com pontos de venda de bens literários impressos naFeira de Livros (online e presencial). Em parceria com mais de 100 editoras independentes, o objetivo é expandir esta circulação e o comércio delivros, oferecendo, além do objeto mercadológico com desconto, as iniciativas acima explicitadas de promoção, debate, ensino e capacitação,apostando no consumo para além do produto. Este princípio estimula a conectividade entre o comércio de bens culturais, o livro em si, e aquiloque a eles são inerentes e próprios: o conhecimento. Soma-se a isso o fato de, sendo realizado com subsídio da Lei Rouanet, o eventoproporcionará a circulação de ativos de bem de consumo básico sustentável, adicionando à empreitada literária uma de conscientização doacesso aos espaços culturais e seus bens.Em 2021, o festival online alcançou mais de 53 mil acessos às páginas de vendas das editoras participantes através do nosso site e de nossoscanais de transmissão ao vivo, isso sem contar os acessos diretos aos sites das editoras participantes. A programação cultural ultrapassou a marcade 100 mil visualizações. Até hoje este número não para de crescer, registrando mais de 500 mil pessoas alcançadas pelo conteúdo produzido.Para conferir o relatório, acesse (bit.ly/FLIPEI21_report).O projeto faz circular a economia das editoras independentes promovendo aumento considerável das mesmas durante a realização do evento,conforme pesquisa de satisfação, 89% das editoras independentes tiveram um aumento considerável das vendas durante os dias da Feira do Livro.Expandindo a abrangência e capilaridade desses bens culturais na sociedade, aquecendo economicamente o setor.Essa capilarização das editoras é significativa não só pela economia, mas pelo conteúdo: são coletivos das minorias sociais que estão publicando.Desde movimentos urbanos culturais como os Slams aos debates raciais, aos debates de gênero, aos debates sobre alimentação, aos debatessobre sustentabilidade, etc. As editoras independentes cumprem um papel fundamental na consolidação e promoção de pensamentos e práticasminoritários.
Mesas de Debate:Descrição: Mesas de discussão com a presença de convidados e mediadores, abordando temas relevantes ao mercado editorial e à economiacriativa.Formato: Cada mesa é composta por quatro convidados e uma mediadora, promovendo reflexões profundas sobre questões culturais e sociais.Objetivos: Promover o pensamento crítico, ampliar o acesso democrático ao debate e disponibilizar as discussões em plataformas de streaming.Ações Artístico-Culturais:Descrição: Diversas atividades culturais, como shows, peças teatrais, slams, intervenções artísticas e saraus, proporcionando experiênciasenriquecedoras aos participantes.Formato: Variedade de formatos e durações, adaptando-se às características de cada obra e apresentação.Objetivos: Promover a cultura, valorizar a diversidade artística e ampliar o alcance das produções culturais.Zona Piratinhas:Descrição: Atividades de arte-educação voltadas para crianças e jovens das comunidades locais, promovendo a cultura como fomentadora decidadania.Formato: Realização presencial e descentralizada, com oficinas, contações de histórias e atividades lúdicas em diversas áreas da cidade deParaty.Objetivos: Estimular a criatividade, o pensamento crítico e o senso de pertencimento cultural entre as crianças e jovens, além de promovervalores como inclusão, respeito e solidariedade.Feira de Livros:Descrição: Espaço dedicado à promoção da leitura e ao estímulo ao consumo de livros, com a participação de mais de 100 editoras independentesde todo o Brasil.Formato: Acesso livre ao público, com descontos exclusivos oferecidos pelas editoras participantes.Objetivos: Estimular o consumo de livros, promover a literatura independente e fomentar a circulação do conhecimento.Jornal da FLIPEI:Descrição: Publicação periódica que divulga os eventos, conteúdos e reflexões gerados durante o festival, incluindo artigos dos convidados esinopses dos livros lançados.Conteúdo: Artigos aprofundados, sinopses de obras e informações sobre o evento.Objetivos: Ampliar o acesso à informação, fomentar o debate e a reflexão sobre temas literários e culturais.Obra Literária:Descrição: Publicação especial curada a cada edição, destacando obras de autores homenageados pelo festival e promovendo a literaturanacional e internacional.Características: Curadoria especializada, variedade de gêneros e estilos literários, edição especial e exclusiva.Objetivos: Promover a literatura, homenagear autores e autoras e valorizar suas contribuições para a cultura literária.Disseminação Online: Descrição: Transmissão ao vivo e vídeos gravados das mesas de debate, ações artístico-culturais, Zona Piratinhas e outras atividades,disponibilizados nos canais online da FLIPEI.Formatos de Disseminação: Transmissões ao vivo e vídeos gravados.Objetivos: Ampliar o alcance dos eventos da FLIPEI, promover a participação remota e facilitar o acesso aos conteúdos do festival.
A FLIPEI - Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, em sua sétima edição a ser realizada em 2025 na cidade de Paraty, coloca em práticasua visão inclusiva e acessível, abordando tanto a acessibilidade física quanto a de conteúdo de maneira abrangente e detalhada.No que diz respeito à acessibilidade física, a equipe de arquitetura e urbanismo da FLIPEI, composta por Leo Ceolin, renomado pensador daeconomia circular, e Guto, experiente arquiteto e marceneiro popular, tem desenvolvido projetos que priorizam a criação de um espaçoverdadeiramente inclusivo. Optando por estruturas leves e permeáveis, o evento busca construir territórios de convivência onde o público sesinta não apenas acolhido, mas também incentivado a interagir e participar ativamente.Com o apoio da Lei Rouanet e de parceiros institucionais, a FLIPEI implementará as seguintes medidas para garantir a acessibilidade física:- Criação de espaços acolhedores e adaptados para crianças e suas famílias, com áreas de recreação e entretenimento adequadas às necessidadesdos pequenos;- Estabelecimento de áreas de primeiros cuidados e atendimentos à saúde coletiva, com profissionais capacitados para prestar assistência básicae orientação em casos de emergência;- Implementação de espaços de conscientização e redução de danos em relação à violência contra mulheres e ao uso de drogas, promovendodebates e ações educativas para sensibilizar o público e combater essas questões sociais;- Disponibilização de espaços dedicados ao cuidado de bebês, equipados com trocadores, áreas de amamentação e locais para descanso e soneca;- Expansão da oferta de banheiros públicos acessíveis a todos os públicos, incluindo instalações adaptadas para pessoas com mobilidade reduzidae outras necessidades específicas;- Ampliação da sinalização com informações importantes;- Contratação e formação de agentes de público e acessibilidade para auxiliar o público durante o evento, capacitando profissionais locais paraoferecer suporte e orientação aos participantes, especialmente aqueles com necessidades especiais;Além disso, em relação ao acesso à programação, a FLIPEI implementará as seguintes medidas para garantir a acessibilidade de conteúdo:- Contratação de equipe especializada para tradução em Libras de pelo menos 50% das mesas de debates realizadas ao vivo, permitindo quepessoas surdas ou com deficiência auditiva participem ativamente das discussões e atividades propostas;- Contratação de equipe responsável pela legendagem de 100% da programação da FLIPEI publicada em forma de vídeo nos canais decomunicação do projeto, como YouTube e Instagram, garantindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva tenham acesso integral aoconteúdo produzido;- Incorporação de legenda descritiva e libras na estratégia de comunicação do evento como um todo, incluindo materiais promocionais, folhetosinformativos e divulgação online, garantindo que todas as informações sobre a FLIPEI sejam acessíveis a pessoas com deficiência visual ouauditiva.Essas ações refletem o compromisso da FLIPEI em promover um ambiente verdadeiramente inclusivo e acessível, onde a diversidade sejavalorizada e todos os participantes possam desfrutar plenamente das atividades oferecidas, sem quaisquer barreiras físicas ou de comunicação.
link de referência: https://docs.google.com/document/d/17yy_3bjkTBWaiebflCbVND6waOw6OpVNaCVGAmeVM-Q/edit?usp=sharingDesde sua fundação, a FLIPEI tem se dedicado à democratização do acesso à cultura e à informação, implementando uma série de iniciativas quevisam promover a inclusão e a diversidade em Paraty.Entre essas ações, destacam-se:- Estabelecimento de um relacionamento contínuo com a comunidade do Corisquinho e seus trabalhadores, onde buscamos compreender suasnecessidades e integrá-los às atividades do evento.- Apoio ao time de futebol do bairro do Corisquinho, promovendo o esporte como ferramenta de inclusão e integração social, incentivando aparticipação da juventude local em atividades esportivas.- Fortalecimento da mão de obra para trabalhos de cenotecnia, oferecendo oportunidades de capacitação e emprego para os moradores locais,contribuindo assim para o desenvolvimento econômico e social da região.- Parceria com o Fórum de Comunidades Tradicionais, com o objetivo de dar voz e visibilidade às lideranças sociais locais, promovendo oreconhecimento e a valorização das tradições e culturas locais.- Presença constante da comunidade paratiense nas mesas de debates ao longo dos anos, promovendo o diálogo e o intercâmbio de ideias entrediferentes segmentos da sociedade, com debates abertos e inclusivos sobre temas relevantes para a comunidade.- Intercâmbio cultural entre artistas renomados e grupos locais, como o encontro entre o grupo de rap Realidade Negra e o fundador do RacionaisMC's, KL Jay, no Quilombo do Campinho, promovendo assim a troca de experiências e conhecimentos entre artistas de diferentes origens eestilos.- Co-curadoria de parte da programação, garantindo a representatividade e diversidade de temas abordados no evento, com uma programaçãoque contempla diferentes expressões culturais e artísticas, refletindo a diversidade da sociedade brasileira.- Implementação de práticas de LIXO ZERO durante a espacialização do evento, promovendo a conscientização ambiental e a sustentabilidade,com ações de reciclagem e reutilização de materiais, buscando minimizar o impacto ambiental do evento.- Valorização da cultura local, através do convite a artistas da região para realizar shows e intercâmbios com artistas renomados, promovendoassim a valorização e difusão da cultura local para um público mais amplo.- O decolonialismo e a ancestralidade como propósitos fundamentais, impulsionando uma postura crítica e reflexiva sobre as epistemologiasestabelecidas, buscando construir espaços acolhedores para identidades afirmativas contra o racismo, o colonialismo, a branquitude e aLGBTfobia.- Recebimento de artistas da cultura popular e debatedores dos povos originários, como forma de contemplar os grupos sociais minoritários eabordar temas urgentes da sociedade brasileira relativos à raça, ao gênero e às etnias, promovendo uma reflexão aberta e direta sobre osdesafios e riquezas da diversidade nacional.- Convite a mais pessoas negras, mulheres e LGBTQIAP+ para integrar a equipe, visando expandir a rede de colaboradores e promover umarepresentatividade cada vez mais ampla e autêntica.Olhando para o futuro, a FLIPEI pretende expandir ainda mais suas ações de democratização do acesso, incluindo:- Ampliação do programa de relacionamento com a comunidade local, buscando envolver um número maior de moradores e ouvir suas demandase sugestões para tornar o evento ainda mais inclusivo e acessível. - Fortalecimento das parcerias com escolas municipais de Paraty, promovendo atividades educativas e culturais que atinjam um público maisamplo, incentivando o interesse pela leitura e pela cultura desde a infância.- Expansão do programa de intercâmbio cultural, facilitando o acesso de grupos locais a artistas e projetos de renome nacional e internacional,promovendo assim a troca de experiências e conhecimentos entre diferentes comunidades e culturas.- Implementação de iniciativas de acessibilidade e inclusão, como a disponibilização de recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência ea promoção de atividades que valorizem a diversidade e a inclusão social, garantindo assim que o evento seja acessível a todos os públicos.
Direção Geral Cauê Ameni & Rafael LimongelliRafael Limongelli é tecnólogo em Artes Cênicas pelo INDAC (2005-2008), bacharel em Ciências Sociais pela PUCSP (2009-2013), mestre emEducação pela UNIFESP (2015-2017) e doutor em Educação pela UNICAMP (2019-2023).Cauê Seignemartin Ameni é editor e sócio fundador da Autonomia Literária e proponente deste projeto. Formado em Ciência Sociais na PUC-SP,teve um sebo-livraria dentro da Universidade durante 5 anos. Enquanto isso, trabalhava paralelamente na revista digital, e antigo ponto decultura e mídia livre, Outras Palavras.Direção de Produção Zé RenatoZé Renato Artista-produtor, Mestre em Comunicação e Semiótica (2007) e Graduado em Comunicação das Artes do Corpo (2004), ambos pela PUC-SP. Atua profissionalmente como produtor há mais de 20 anos. Em 2012 fundou a Cais Produção CulturalDireção de Programação Wander WilsonWander Wilson é Doutor em Ciê ncias Sociais (á rea de concentraç ã o em Antropologia) pela PUC-SP. Trabalha como acolhedor e redutor de danos noPrograma de Orientaç ã o e Atendimento ao Dependente (PROAD – UNIFESP), onde també m atua na formaç ã o de estagiá rios e ministrasemestralmente o curso livre Antropologia Histó rica das Drogas.Coordenação livraria Manoela BeloniManuela Beloni é editora e sócio-fundadora da Autonomia Literária. Formada em Ciência Sociais pela Pontifícia Universidade Católica, começou aatuar no mercado editorial ainda na universidade. De 2011 a 2014 foi proprietária e gerente da livraria Acervo Antropofágico, e em 2015 abre aAutonomia Literária.Coordenação audiovisual Filipe CamposFilipe Campos Borges, 36 anos, favelado, cria da Vila da Paz, contagem-MG. Atualmente reside em Paraty/RJ, formado em produção audiovisual. Realiza pós-graduação em Gestão de Territórios e Saberes - UFF.Coordenação comunicação Simone Paz e José ArthurSimone Paz é redatora e publicitária chileno-brasileira, apaixonada pelo Carnaval. Fez Ciências Econômicas na PUC-SP (2013-2017), mas écomunicadora desde 2015, tendo passagem como redatora e tradutora no Outras Palavras (2016-2021), produtora no Teatro Oficina (2018), socialmedia na FLIPEI (de 2020 até agora)José Arthur é bailarino, coreógrafo e copywriter. É diretor do grupo de dança contemporânea Rolê Tanz, de São Paulo, performer da companhiaCarolina Bianchi Y Cara de Cavalo (NL/SP) e educomunicador para Flipei, Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, de Paraty-RJ.Coordenação de Bar Lucas PereiraLucas Pereira, é natural da Zona Leste de São Paulo e atua há anos como articulador e produtor cultural em eventos e programações de música,literatura e cinema. É fundador do Sol y Sombra, bar, casa de festas e espaço de cultura e integração latino-americana com duas unidades nobairro do Bixiga, em São Paulo.Coordenação técnica Jo RiosJo Rios é performer, diretore de fotografia e iluminadore, nascide no Rio de Janeiro. Sua pesquisa como artista é interdisciplinar e busca aconstrução de espaços instalativos e imersivos, através da experimentação com luz, espaço e corpo cênico.Coordenação Design Cibeli MenezesCibeli Menezes, paulistana radicada em Paraty há 9 anos, é formada em Design Digital e UX Design. Com quase dez anos de experiência em designe marketing, atuou em agências de web design e marketing em São Paulo.Coordenação de Espacialização Leo CeolinLeo Ceolin transita entre as artes visuais, a cenografia e o design. Criou El Ciclo, uma empresa que também funciona como um laboratóriodedicado à economia circular. Como artista investiga as relações entre matéria e memória, concentrando seus esforços no estudo dos impactosdo consumo dos recursos da Terra. Coordenador agentes locais Renato LúcioRenato Lúcio. Natural de Paraty-Rj. Casado com a Gizele Oliveira de Sousa e com uma filha de 5 anos chamada Maria Flor Oliveira da Silva. Viveu30 anos em SP, e voltou pra Paraty em 2018, fazendo um trabalho social no esporte do bairro, ajudando assim, moradores com dificuldadefinanceira e problemas e saúde..Captação Recursos Mayara CabeleiraBacharel e mestre em Ciências Sociais pela PUC-SP com experiência em filantropia estratégica e investimento social privado, desenvolvendorelacionamento entre empresas e projetos sociais por meio de programas de voluntariado, campanhas de doação e de destinação de IRPF via Leisde Incentivo.Programadora Editorial Maria BorinMaria Borin é formada em Ciências Sociais, com especialização em Sociologia do Lazer pela PUC-SP e MBA na área editorial pelo InstitutoSingularidades. Atua no mundo dos livros desde 2004 com passagens pela Livraria Cultura, Editora CosacNaify, Grupo GEN, Editora Perspectiva,Panaceia Clube de Livros e Livraria Online Dois Pontos.Produtores de Campo Zayn Zamba, Babi Grace e Pri AzevedoPriscila Azevedo é caiçara de Paraty, mulher, mãe e preta. Já atuou em diversas instituições culturais do território de Paraty e atualmentetrabalha no Fórum de Comunidades Tradicionais / Fiocruz - OTSS – Observatório de territórios sustentáveis e saudáveis da BocainaBabi Grace é agitadora cultural e produtora. Moradora de Paraty desde 2016, atua na cena cultural da cidade, tendo produzido exposições, feirascriativas, festivais e festas. Atualmente faz parte da produção da FLIPEI, da festa GROOVA.me e do espaço Goiá Paraty!Zayn Zamba é multi-instrumentista, produtor, DJ e professor de música, Zayin Zamba é natural do Vale do Paraíba, interior de São Paulo.Interessado em manifestações populares e periféricas de música brasileira e afro-diaspórica, busca construir perspectivas e relações contracolônias dentro dos espaços artísticos e de vivência que ocupa.Assistente livraria Mika Souza e Yala AraujoMika Souza, moradora da zona sul de São Paulo, estudante de letras e livreira há 8 anos. Atualmente trabalha na editora Autonomia literária,livraria Rizoma e participa da organização da livraria da Flipei (Festa literária pirata das editoras independentes).Yala Araújo é livreira, há 10 anos vem acumulando experiências no mercado dos livros, se envolvendo com a curadoria nas áreas de poesia, ficçãoe não ficção. Passando pelos temas de gênero, sexualidade, mas mais voltado para os escritos de autorias trans e travestis publicadas poreditoras grandes, menores e de auto publicações independentes.Zona Piratinhas Coletivo KindeziColetivo Kindezi realiza Afro-educação na Infância é um projeto localizado em Paraty e afro-afetivo de encontro, encanto e acolhimento paracrianças, com foco na difusão da cultura negra brasileira e africana.Assistente comunicação Maruscka GrassanoMaruscka Grassano é graduada em Jornalismo; pós-graduada em MBA em Marketing e Negócios pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Atuacomo Estrategista de Marketing e Conteúdo e junto a profissionais autônomos, empresas e projetos em geral.Design redes digital Felipe FogaçaFelipe Fogaça, formado em Design Gráfico e Comunicação Visual na Universidade Paulista de Sorocaba/SP. Com mais de 10 anos de experiência nomercado do Design Gráfico, já atuou em diversas agências voltadas para o digital, desde 2019 atua no segmento de Design político tendocolaborado para diversas projetosIdentidade Visual Rodrigo CorrêaRodrigo Corrêa é historiador de formação, designer e editor de profissão. Fundador da sobinfluencia edições e do projeto dedicado a investigar asrelações entre música e política, Balanço e Fúria. Desde 2019 trabalha desenvolvendo projetos gráficos para editoras.Cenotécnico Guto SalomãoGustavo Salomão, 37 anos, formado em Arquiteto e Urbanista pela Belas Artes de SP, pós graduado em Restauração de Arquitetura pelo CTTA,Marceneiro desde os 7 anos, além de Serralheiro, Designer e Cenógrafo. Atua na área de Arquitetura e designer desde 2007.Assessoria jurídica Alex Peguinelli TrevizoAlex Peguinelli Trevizo é sócio-fundador e editor na sobinfluencia edições. Formado em Letras-UNESP, com licenciatura em Língua e LiteraturaPortuguesa e Língua e Literatura Alemã. Graduou-se em Direito, na UNIMEP.
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