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PRONAC 246453Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Cine Kurumin - Festival Internacional de Cinema Indígena

Thaís Brito da Silva
Solicitado
R$ 316,1 mil
Aprovado
R$ 316,1 mil
Captado
R$ 120,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

38.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa de Patrocínios Banco do Nordeste - CULTURAL 2023/2024
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2024-06-20
Término
2027-08-22
Locais de realização (3)
Porto Seguro BahiaSalvador BahiaUtinga Bahia

Resumo

O Cine Kurumin _ Festival de Cinema Indígena é um festival dedicado exclusivamente à exibição de produções audiovisuais de povos indígenas. O projeto propõe a realização da 9a edição do Festival na cidade de Salvador e nas aldeias dos povos Payayá, na cidade de Utinga; e Pataxó, Porto Seguro, na Bahia, durante 11 dias. O Festival contempla a realização de uma Mostra Competitiva de Curtas, Longas e Médias Metragens; e duas Mostras Paralelas com programação diversificada de filmes indígenas. O Festival contará ainda com uma programação de debates e atividades didáticas e interativas.

Sinopse

A 9a edição do Cine Kurumin – Festival Internacional de Cinema Indígena acontecerá em três diferentes pontos de exibição. Inicialmente será realizada a etapa de Salvador, prevista para a Sala de Exibição Pública Walter da Silveira, localizada na Biblioteca Pública da Bahia. Depois, segue para duas aldeias indígenas no interior do estado - Payaya, localizada em Utinga e Pataxó, localizada em Porto Seguro. O Festival contempla a realização de uma Mostra Competitiva de Curtas, Longas e Médias Metragens com temática indígena, premiando o melhor filme em cada categoria. Além da Mostra Competitiva, o projeto propõe a realização de duas Mostras Paralelas com programação diversificada de filmes indígenas. O Festival contará ainda com uma programação de debates e atividades didáticas e interativas. O conjunto de filmes da Mostra Competitiva de Curtas e Longas-Metragens será selecionado a partir de uma convocatória pública para envio de filmes do Brasil e outros países. A equipe responsável pela seleção das obras, será composta por cinco curadores indígenas, com experiências em produção, crítica e outras aproximações com o cinema e as artes indígenas.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a 9a edição do Festival Cine kurumin de modo a apoiar processos criativos dos povos indígenas ao promover a circulação das produções audiovisuais realizadas por esses povos, em espaços interétnicos e interculturais, formando público para o cinema indígena através da exibição de filmes, seguido de debates entre os realizadores e o público do festival. Objetivos Especificos Realizar uma Mostra Competitiva Oficial de Curtas e Longas-Metragens, com 20 filmes selecionados a partir de chamada pública e escolhidos por curadores indígenas, a serem exibidos na cidade de Salvador e nas aldeias dos povos Payayá, na cidade de Utinga; e Pataxó, Porto Seguro, na Bahia; Realizar a 3 Mostras Paralelas - "Minérios são lascas de céu", "Awe - Mostra Olhares do Nordeste Indígena" e "Katahirine _ Constelação Audiovisual das Mulheres" na cidade de Salvador e nas aldeias dos povos Payayá, na cidade de Utinga; e Pataxó, Porto Seguro, na Bahia; Realizar 6 debates e atividades didáticas e interativas para promover formação de público para o cinema indígena e aproximar o público dos cineastas e da realidade dos povos indígenas contemporâneos de modo a promover o fortalecimento da diversidade cultural brasileira e a reinvenção do olhar sobre os povos originários

Justificativa

O cinema indígena é uma das expressões do cinema brasileiro que tem crescido e adquirido reconhecimento e visibilidade do público. A imagem dos povos indígenas expressa, por meio de seus filmes, uma visão própria, que passa a ser acessada por um público cada vez maior. A relevância de uma janela para a produção audiovisual indígena tem relação com a potência ancestral dessas imagens em suas expressões da diversidade artística, cultural, política e multiétnica. No Brasil, onde há uma grande diversidade de povos indígenas e muitas produções audiovisuais desses povos, o Cine Kurumin é um dos primeiros festivais dedicados exclusivamente à exibição e formação de público para o cinema indígena. O festival é relevante por sua contribuição com a diversidade e a pluralidade étnica e cultural, com a democratização do acesso ao audiovisual e pelo ineditismo que representa na proposta curatorial de filmes indígenas. O Cine Kurumin é, portanto, uma importante janela para as imagens nativas, que são vistas por um público diverso através do festival, que também possibilita o contato com os cineastas indígenas, provocando debates sobre os filmes e as questões indígenas contemporâneas. Esse encontro intercultural cria espaços de diálogo em que é possível conhecer a realidade atual dos mais de 200 povos indígenas que vivem no país, somando cerca de 350 mil pessoas, falantes de mais de 150 línguas diferentes. E essa diversidade, pouco conhecida, encontra uma importante expressão no audiovisual. Nesse contexto, o apoio de políticas públicas de fomento cultural, entre as quais a Lei de Incentivo à Cultura, se mostra como estratégia imprescindível para a fruição de bens culturais, ampliação do acesso à cultura, diversificação do conteúdo audiovisual exibido em mostras e festivais e fortalecimento da cadeia audiovisual dos povos tradicionais. É fundamental notar que ter a região Nordeste como sede do Festival Cine Kurumin representa um alto valor simbólico e cultural, uma vez que os primeiros povos que enfrentaram e resistiram à colonização são do Nordeste e muitos deles continuam a viver aqui, tanto no sertão, como é o caso dos Payayá, como no litoral, como os Pataxó, que irão receber o Cine Kurumin em sua nona edição. O festival se apoia nos princípios de autodeterminação e autonomia dos povos indígenas, ética e diálogo intercultural, além de respeitar os direitos autorais coletivos e propriedade intelectual indígena. Sua realização está de acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91 nos incisos I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País do artigo primeiro, e com os objetivos II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, do artigo terceiro da Lei 8313. O Cine Kurumin possibilitará formação de plateia e o compartilhamento de saberes e culturas em processos interétnicos e interculturais durante sua programação, favorecendo a composição de novos olhares que identifiquem a diversidade e a atualidade dos povos originários. É importante destacar que a trajetória do Cine Kurumin - Festival de Internacional de Cinema Indígena e a sua permanência no cenário audiovisual desde 2011 (assista nosso vídeo de 10 anos https://vimeo.com/manage/videos/528377483), tem relação direta com o apoio de políticas públicas que foram fundamentais também para o florescimento do cinema indígena enquanto uma das principais expressões contemporâneas do cinema brasileiro. O Festival lida, ainda, com realidades próprias das comunidades indígenas e prioriza a presença dos realizadores indígenas como forma de reconhecimento e valorização de quem faz o cinema indigena acontecer. As trocas simbólicas e inter etnicas entre público e criadores assumem um valor cultural imensurável e constituem-se como pilar fundamental da identidade do Festival. O Cine Kurumin contribui, assim, para que outros imaginários e referenciais de conceitos, valores e visões de mundo sejam formados acerca dos indígenas. Esta reorientação conceitual será decisiva para a superação do preconceito e construção de um novo referencial interétnico, balizados pela história dos povos originários contada pelos próprios protagonistas da história.

Estratégia de execução

O projeto Cine Kurumin - Festival de Cinema Indígena - foi aprovado pelo EDITAL DA SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS PARA PATROCÍNIO PELO BANCO DO NORDESTE 2023/2024 - SEGMENTO CULTURAL.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

As medidas de acessibilidade previstas deverão contemplar todos os produtos / atividades que serão realizadas durante a 9a edição do Festival. Contemplará as exibições, debates e atividades didáticas e interativas previstas nos produtos cadastrados na proposta Festival/Mostra - Audiovisual 1. Recursos de acessibilidade arquitetônica disponíveis nos locais de exibição •rotas acessíveis; •piso tátil; •rampas; •corrimãos e guarda-corpos; •banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência; •vagas de estacionamento para pessoas com deficiência; •assentos para pessoas obesas; •iluminação adequada; •recursos que permitem o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosas e pessoas com deficiência 2. Recursos de acessibilidade comunicacional para exibição •Audiodescrição; Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE em todas as sessões de exibição do Festival; •Intérprete de LIBRAS em debates e atividades formativas •sistema de sinalização ou comunicação tátil; •legendas acessíveis nas redes sociais; •linguagem simples; •site acessível. 3. Recursos de acessibilidade atitudinal •capacitação das equipes atuantes nos projetos culturais no que tange à acessibilidade cultural; •outras medidas que visem a eliminação de atitudes capacitistas. Festival/Mostra 1. Recursos de acessibilidade arquitetônica disponíveis nos locais de exibição •rotas acessíveis; •piso tátil; •rampas; •corrimãos e guarda-corpos; •banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência; •vagas de estacionamento para pessoas com deficiência; •assentos para pessoas obesas; •iluminação adequada; •recursos que permitem o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosas e pessoas com deficiência 2. Recursos de acessibilidade comunicacional para exibição •Audiodescrição; Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE em todas as sessões de exibição do Festival; •Intérprete de LIBRAS em debates e atividades formativas •sistema de sinalização ou comunicação tátil; •legendas acessíveis nas redes sociais; •linguagem simples; •site acessível. 3. Recursos de acessibilidade atitudinal •capacitação das equipes atuantes nos projetos culturais no que tange à acessibilidade cultural; •outras medidas que visem a eliminação de atitudes capacitistas. Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual 1. Recursos de acessibilidade arquitetônica disponíveis nos locais de debates e atividades formativas •rotas acessíveis; •piso tátil; •rampas; •corrimãos e guarda-corpos; •banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência; •vagas de estacionamento para pessoas com deficiência; •assentos para pessoas obesas; •iluminação adequada; •recursos que permitem o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosas e pessoas com deficiência 2. Recursos de acessibilidade comunicacional •Intérprete de LIBRAS em debates e atividades formativas •sistema de sinalização ou comunicação tátil; •legendas acessíveis nas redes sociais; •linguagem simples; •site acessível. 3. Recursos de acessibilidade atitudinal •capacitação das equipes atuantes nos projetos culturais no que tange à acessibilidade cultural; •outras medidas que visem a eliminação de atitudes capacitistas.

Democratização do acesso

As sessões serão realizadas de forma gratuita, com livre acesso ao público, sem cobrança de ingressos; Será realizada reserva de ingressos para articulação com escolas da rede pública de ensino; Realização de sessões específicas para alunos da rede pública de ensino, com presença e debate com os realizadores; Realização de sessões em articulação com as escolas indígenas dos territórios participantes; Em complemento, o proponente prevê a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso, de acordo com o art. 30 da IN MINC nº 11/2024: Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil

Ficha técnica

THAÍS BRITO DA SILVA Coordenação Geral e Idealização* * A proponente ocupará a função de Coordenadora Geral do Festival e será remunerada com recursos do projeto, pela função que desempenhará. Thaís Brito é jornalista e produtora cultural, com doutorado em Antropologia Social pela Universidade Federal da Bahia. Atua como pesquisadora no campo do cinema, comunicação e cultura digital entre comunidades indígenas através da Rede Espalha a Semente. Como curadora, colaborou com a Mostra Ameríndia: Percursos do Cinema Indígena no Brasil (Lisboa/Portugal), curadora da Mostra Amotara - Olhares das Mulheres Indígenas, Mostra de Cinema Indígena da Aldeia Multiétnica e do acervo audiovisual da Anaí (Associação Nacional de Ação Indigenista). Foi Júri do Festival Panorama Int. Coisa de Cinema e do Prêmio TAL - Television America Latina. SOSÍGENES DO AMARAL Jr. (JABORANDY TUPINAMBÁ) Coordenação e Idealização Jaborandy atua com produção cultural, realizando projetos que envolvem diversas linguagens artísticas e culturais como cinema, literatura, rádio e culturas digitais. Participou de projetos como Tupi Vivo, Occa Digital, Anciões Tupinambá em Contos e Encontros, Projeto Tekoa Digital, RISADA – Rede Indígena Solidaria de Arte e de Artesanato, – Livro “Somos Patrimônio” – Coleção Índio na Visão dos Índios. Coordenação Regional Sul Bahia do Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia - MUPOIBA. ANA CARVALHO Coordenação de programação Artista, documentarista e produtora cultural. Há mais de 20 anos trabalha junto a povos indígenas e comunidades tradicionais na criação compartilhada nos campos do cinema, patrimônio imaterial, artes visuais e agroecologia. Desde 2007 é colaboradora do Vídeo nas Aldeias, integrando os conselhos Gestor e Diretor e atuando na elaboração, coordenação e gestão de projetos, redação e edição de publicações e oficinas de audiovisual, realizando filmes e livros. Atua, também como curadora, programadora e produtora cultural em mostras e festivais de cinema e artes visuais, destacando-se o Forumdoc.bh – festival do filme documentário e etnográfico de Belo Horizonte, Cine Kurumin – Festival de Cinema Indígena, Mostra Ameríndia: Percursos do Cinema Indígena no Brasil, DocLisboa, e MIRA – Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas. É co-coordenadora da Chã – coletiva da terra, de atuação na área da cultura e saberes populares e de comunidades tradicionais em Pernambuco. SÉRGIO EDUARDO DE CASTRO OLIVEIRA MELO Coordenação de Produção Sergio Melo é Jornalista e Produtor Cultural. Possui vasta experiência nas diversas áreas da produção cultural e significativo envolvimento com o fortalecimento e divulgação da cultura dos povos tradicionais, em especial, das comunidades indígenas. Idealizou e gerenciou projetos socioculturais que envolvem tecnologia, comunicação e comunidades tradicionais, tendo sido premiado pelo Ministério da Cultura, FUNARTE e outros organismos de fomento cultural. Dentro dos projetos que desenvolve, destacam-se aqueles voltados para comunidades tradicionais, tendo atuado na formação de comunicadores populares indígenas, na criação de rádios livres em aldeias e com projetos de produção e exibição de filmes. RENATA LOURENÇO DOS SANTOS Produção Professora na Universidade do Estado da Bahia- UNEB, Campus Seabra, desde 2018. Doutoranda no Programa de Pós Graduação em Crítica Cultural, na Universidade do Estado da Bahia - UNEB. Mestra em Letras: Cultura, Educação e Linguagens pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB. Pós Graduada em Artes Visuais: Cultura e Criação pelo SENAC. Graduada em Jornalismo pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB. Graduada em Letras (Centro Universitário Internacional- UNINTER) Além de lecionar, pesquisa e atua com comunicação em comunidades tradicionais do Brasil, especialmente no nordeste. Comunidades ribeirinhas, aldeias indígenas, territórios quilombolas. EDILENE PAYAYÁ Produção Graduada em Economia com pós-graduação em Educação Ambiental. Trabalhou na Empresa Baiana de Água e Saneamento - Embasa por quase 30 anos, onde pode contribuir sensibilizando os usuários para o uso racional da água. Há quase três décadas vem contribuindo com à construção e fortalecimento do Movimento Associativo Indígena Payayá - MAIP que tem como principal foco o reflorestamento e a preservação da natureza. Teve uma importante participação na conquista do Território Payayá. Participou de diversas palestras em escolas e lives sobre a autoafirmação como liderança indígena Payayá e a importância da valorização dos seres e a relação entre si. Foi coordenadora geral do MAIP e hoje é Secretária Geral. Participou de dois cursos da Escola Livre Audiovisual - ELA, projeto de extensão realizado pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, no campus de Seabra, quando escreveu roteiros e dirigiu dois curtas-metragens: “A conquista do Território” e “Ore Payayá-Somos Payayá”. MARCLEY PATAXÓ Produção Aldeia Pataxó Comunicador e Diretor da TV Pataxó e Mupoiba. Estudante do Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades da Universidade Federal do Sul da Bahia. Liderança do Pataxó e Ativista dos povos indígenas YACUNÃ TUXÁ Identidade Visual Ativista e artista visual indígena, da etnia Tuxá, de Rodelas, na Bahia. Graduanda em Letras na Universidade Federal da Bahia, a artista também atua como uma das lideranças em defesa da causa indígena LGBTQIA+. Suas obras, de linguagem contemporânea, se constroem em geral a partir de ferramentas digitais. SAMELA SATERÉ MAWÉ, ISABEL SANTANA, GRACI GUARANI Júri Sâmela Sateré Mawé é ativista ambiental representando o braço brasileiro do movimento “Fridays for Future“ (@fridaysforfuturebrasil), criado pela sueca Greta Thunberg. Estudante de Biologia na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), é também jovem comunicadora na Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), da ANMIGA – Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade, além de integrar a Associação de Mulheres Indígenas Sateré Mawé (Amism) e o Movimento de Estudantes Indígenas do Amazonas (Meiam). Isabel Santana Atriz e multiartista, que dentro do universo artístico e cultural atua também como produtora e comunicadora independente. Co-fundadora e administradora do Visibilidade Indígena (VI), portal de conteúdo dedicado à cultura, cinema, música e arte indígena contemporânea dos povos indígenas do Brasil e do mundo. Atualmente trabalha na ONG internacional "If Not Us, Then Who?" como administradora do Programa de Mentoria para Cineastas Emergentes, que conta com a presença de 26 cineastas indígenas de diversas regiões do Sul Global. Coordenou as mídias sociais do YBY Festival da Música Indígena, o primeiro festival de música indígena contemporânea do Brasil, trabalhando também na produção do evento. Graci Guarani Produtora Cultural, Diretora e roteirista e curadora, nascida e crescida na aldeia Jaguapiru, pertence aos povos Guarani e Kaiowá de MS, atualmente reside no T.I Pankararu-PE Em seu currículo assina a direção, roteiro e fotografia em mais de 8 obras audiovisuais, Dentre eles se destaca na direção e fotografia no longa documental premiado internacionalmente “ My Blood is Red”(Needs Must Film). Foi autora no especial da rede Globo “Falas da Terra”. Integra o time de direção na segunda temporada da série “Cidade Invisível” (NETFLIX).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.