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PRONAC 246480Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Mamáfrica - Ancestralidades africanas no Brasil e em Cuba

INSTITUTO ALVORADA BRASIL DE ARTE, CULTURA, COMUNICACAO E CIDADANIA - INSTITUTO ALVORADA BRASIL
Solicitado
R$ 909,6 mil
Aprovado
R$ 879,9 mil
Captado
R$ 309,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
04527335000113EMPRESA GESTORA DE ATIVOS S.A. - EMGEA1900-01-01R$ 159,0 mil
44837524000107AUTORIDADE PORTUARIA DE SANTOS S.A.1900-01-01R$ 150,0 mil

Eficiência de captação

35.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
24

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-11-01
Término

Resumo

Realização da Mostra de artes plásticas sob o título Mamáfrica: Ancestralidades Africanas no Brasil e em Cuba - um continente de saberes; A mostra será realizada no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília e no Edifício André Rebouças no Rio de Janeiro ou similares. A mostra será realizada a partir de uma seleção de 80 a 100 artistas, visando à difusão e valorização da Arte Naïf produzida no Brasil e em Cuba, buscando homenagear a herança cultural negra vinda dos escravizados nos dois países.

Sinopse

· Exposição de obras de Arte Naïf com grupos de artistas brasileiros e cubanos com temática “MAMÁFRICA – Ancestralidades Africanas no Brasil e Cuba”; · Seminário técnico CONTEMPORANEIDADES na Arte Naif –integrando Universidades do Brasil e Cuba · Apresentação do filme “CUBAJAZZ”, Produção Instituto Alvorada Brasil e direção de Max Alvin e Mauro di Deus · Apresentação do filme “VAI PARA CUBA, COMUNISTA” · Show Musical do Brasil e CUBA. (Grupos a definir) · Seminário – “CUBA E BRASIL - NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E SOLIDÁRIOS“: (alimentos, produtos da agricultura familiar – MST-CONTAG-UNICOPAS, bebidas, fármacos, biocombustíveis e energias verdes, alimentação animal, transportes, locomoção e tecnologias

Objetivos

Objetivo Geral Realizar exposição de artes plásticas com a programação em galeria de espaços culturais de renome no Distrito Federal e no Rio de Janeiro por 45 dias cada. Objetivos Específicos -Cativar o público com temáticas de ancestralidades africanas e influência no Brasil e Cuba por meio de artes plásticas de artistas considerados primitivistas, com movimentação em torno de 10.000 (mil) pessoas em cada praça. -Formar público para a Arte Naïf e outras influências artísticas a partir do continente africano. -Realizar o intercâmbio artístico Brasil-Cuba, com reflexos para outros países da América Latina proporcionando seleção artística de um coletivo mínimo de 60 (sessenta) artistas

Justificativa

O projeto Mama Africa esta fundamentado nos seguintes artigos e incisos da lei 8313/91: Art. 1° incisos - I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Tais alinhamentos predispõem a importância de concepções como o Projeto se apresenta, não somente pela interseccionalidade, mas também devido ao valor da temática de valorização da mulher e do homem negro e coletivos de artistas, em seu reconhecimento de sua produção para o mundo e para mulheres e homens negros. A arte é uma forma de dialogar com a sociedade e tem capacidade de mobilizar indivíduos para potencializar a história de vida de cada um. O intercâmbio cultural Brasil-Cuba também aponta para um mercado que cada vez mais se mobiliza. O Mercado na América Latina hoje produz gera um potencial artístico sem precedente. Em 2020, segundo o portal The Art Market, a venda de arte e objeto de antiguidades gerou, em médio e grande porte, 50 bilhões de dólares. Segundo o mesmo portal, as vendas de arte online geraram no mesmo ano 12,4 bilhões de dólares. Sendo mercado consumidor desses valores sendo majoritariamente em países com excedentes de mercado, fazem com que a criação de público qualificado e a formação artística um trampolim de dupla-valência para iniciativas como essa: cria um mercado consumidor potencial, cria artistas com potenciais de aquecer mercados locais e globais, além de dar ao mecenato e ao poder público um reconhecimento nessas duas ações. A exposição será possível a partir do apoio do Mecenato, via Lei de Incentivo à Cultura, amplia as possibilidades de intervenções artísticas e outras atividades culturais, propiciando recursos financeiros indispensáveis para execução desse projeto. Com esse apoio, o projeto atingirá seus objetivos e permitirá estratégias para ações permanentes. A realização desta exposião com o apoio do Mecenato, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, amplia as possibilidades de realização do evento, proporcionando recursos financeiros e estratégias de marca que são fundamentais para o seu sucesso. Isso permitirá que o projeto atinja um público mais amplo e cumpra plenamente seus objetivos de preservação e celebração do patrimônio cultural brasileiro.

Estratégia de execução

Ancestralidades Africanas no Brasil e Cuba A miscigenação racial e as artes são apenas dois fatores de aproximação entre Brasil e Cuba – e ambos estão relacionados com a invasão do continente americano pelos europeus e à escravização dos negros africanos trazidos à força para o chamado “Novo Mundo”. Questões envolvendo a imigração forçada de pessoas pretas para Brasil e Cuba, muitas delas voltadas, respectivamente, para plantações de produtos como cana-de-açúcar, café e algodão, entre outros produtos, não podem ser reduzidas a divisões binárias e maniqueístas entre uma elite branca e negros excluídos. Existem, porém, o que é inegável: lutas, desafios, tensões e conflitos que resultam em um conjunto de opressões, resistências e sobrevivências que se deram e se dão tanto no plano físico, como no enfrentamento da viagem do continente africano para as Américas em condições insalubres, como no social, que inclui o reposicionamento dessas pessoas após o fim da escravidão. Se a influência negra está presente nas mais diversas esferas da cultura dos países americanos, seja no idioma, na cultura ou na comida, ela se posiciona dentro de um diálogo entre as lendas, ritos, saberes e sabores que provêm de religiosidades, cosmogonias, concepções de espaço e de tempo transladadas da África para Brasil e Cuba. Outro ponto essencial é que se torna um equívoco entender o negro africano, brasileiro ou cubano como um ser singular. Existe uma pluralidade de origens, assim como pontos em comum no que diz respeito a opressões e marginalização perante as quais resistência foi exercida por lastros ancestrais, rituais simbólicos e diversas crenças. Os apagamentos históricos levaram batalhas, vitórias, heróis e heroínas ao esquecimento; e narrativas foram distorcidas no mencionado contexto de repressão em que desvalorizar o passado no presente era (e ainda é) uma forma de impedir a construção de um futuro de orgulho e liberdade.A política, o estudo e a arte são locais em que as histórias silenciadas ganham novas vozes, muitas delas empenhadas em desnudar, por obras plásticas, musicais, cinematográficas ou literárias, os males do racismo e a sua onipresença nos diálogos entre a África Negra, as Américas e a Europa a partir do século XV. A violência não foi somente contra os africanos trazidos para o Brasil ou para Cuba, mas também se deu, em escala igualmente violenta, contra os povos indígenas, que enfrentaram – e convivem na sociedade contemporânea – com opressões, processos escravocratas, assassinatos e genocídios, em ações em que os recursos naturais e humanos foram progressivamente usurpados pelos colonizadores. Ao serem levados da África e introduzidos nas Américas, houve imposição de novas línguas, da religião cristã e de uma organização social fundamentada em padrões brancos e europeus. Houve diversas resistências e também luta, junta aos brancos pelas independências nacionais, com slogans que uniam as nações americanas, cada qual em seu contexto, contra o colonizador. Após o sucesso dos movimentos de independência, no entanto, essa igualdade racial e social de discursos nacionalistas logo se desfez; e as desigualdades de cor e classe social, já existentes, voltaram a se manifestar, talvez até com maior contundência. 17 O fato é que o racismo e o preconceito prosseguem no Brasil e em Cuba. Não se trata apenas de uma questão de cor de pele, mas envolve, por exemplo, atos violentos, nos dois países, contra praticantes de religiões de matriz africana e a representação política reduzida de negros em cargos políticos de alto escalão. Houve, sem dúvida, nas duas nações, avanços significativos de políticas públicas nas áreas da saúde e educação, mas o tema não pode ser silenciado e se manifesta nas artes de várias maneiras. A observação de um conjunto de obras visuais, nesse sentido, constitui uma declaração contra quaisquer tipos de racismo, sexismo, homofobia, xenofobia e opressão. A diáspora negra causada pela colonização escravista trouxe, portanto, consequências negativas e de grandes proporções. Milhões de pessoas foram literalmente arrancados de seus territórios, famílias, coletividades e tradições em um processo de explorações, invisibilidades e apagamentos. Mesmo assim, atitudes resilientes permitiram a permanência de um legado que encontra na arte uma de suas mais significativas expressões. As obras reunidas nesta exposição, assim como a leitura de escritores e teóricos como Lima Barreto, Jorge Amado, Lélia Gonzalez, Sueli Carneiro e Abdias do Nascimento, entre outros, são ações nesse sentido. As obras visuais de artistas naifs trazem essas discussões de diversas formas, apontando que o legado da cultura africana, tanto no Brasil como em Cuba, se dá pelas mais diversas manifestações culturais e religiosas, construindo sociedades diversas em suas mais diferentes manifestações, sempre em uma perspectiva inclusiva em que o diálogo entre as diferenças é que torna esses e a outros países com características semelhantes plenos de possibilidades de desenvolvimento. Oscar D'Ambrosio Pós-Doutor e Doutor em Educação, Arte e História da Cultura, Mestre em Artes Visuais, jornalista, crítico de arte e curador

Especificação técnica

Dia 1 Acontece o Seminário aborda os caminhos de manifestações culturais de matriz popular nos dois países com suas respectivas abrangências regionais e internacionais. O projeto, com Conselho Curatorial formado por Juliana Candido, Odécio Visintin Rossafa Garcia, Oscar D’Ambrosio e Shirlene Pérola Negra, buscar abrir horizontes de discussão dentro de uma perspectiva que valorize o naif e o coloque em pé de igualdade com outras manifestações visuais, em uma relação democrática horizontalizada. Dia 2 10 hs – Visita guiada com educativo, imprensa e gestores. 15 hs- Abertura da Galeria para artistas, público, imprensa e convidados especiais. 16 hs – Cerimonia de abertura com show musical -Entrelatinos , Osni Ribeiro e Steve Neghão Encerramento : 17h30 horas. Dia 3 Seminário Artístico e cultural - “CONTEMPORANEIDADES NA ARTE NAIF NO BRASIL E EM CUBA” 10h00 às 11h30 - ARTE NAÏF OU PRIMITIVISTAS MODERNOS? Mediação: Shirlene Pérola Negra / Odécio Visintin Rossafa Garcia - Brasil Debatedores: Andréia de Alcântara (Brasil) é Historiadora, Arte Educadora, Artista Plástica. É mestra em História da Arte (2018) pela Universidade Federal de São Paulo, Escola de Filosofia, letras e ciências Humanas – UNIFESP Oscar D’Ambrósio (Brasil), Pós-Doutor e Doutor em Educação, Arte e História da Cultura, Mestre em Artes Visuais, jornalista, Crítico de arte e Curador. 11h30 às 13h00 - MERCADO DE ARTES NO MUNDO, NOVOS CAMINHOS, NOVAS FERRAMENTAS E NOVOS FORMATOS – COMO FAZER ? Mediação: Oscar D’Ambrosio – Brasil Debatedores: Luise Weiss - Gravadora, pintora, fotógrafa, professora. Graduada em artes plásticas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP; Odécio Visintin Rossafa Garcia – Agrônomo e ambientalista – Colecionador de arte, idealizador da exposição MAMÁFRICA ANCESTRALIDADES AFRICANAS NO BRASIL E CUBA - Criador do projeto Barthô Naif em Brasília .DF; FABRÍCIO REINER- Mestre em Filosofia com especialização em Culturas e Identidades Brasileiras e Bacharel em História, ambos pela Universidade de São Paulo. 14h00 às 15h00 – visita guiada na exposição 15h15 às 17h00 - ARTE E POLÍTICA – FERRAMENTA DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL NA REALIDADE DO POVO PRETO NO BRASIL E CUBA Mediação: Juliana Candido Debatedores: Mirian Celeste Martins- Pesquisadora, artista e docente do Programa de Pós-graduação em Educação, Arte e História da Cultura e do Curso de Pedagogia na Universidade Presbiteriana Mackenzie; Júlio Tavares – é poeta e escritor. É autor dos livros "Outros outubros virão... Revoluções Proletárias" e "Arte na encruzilhada dos tempos: Ricardo Amadasi”. 17h15 - EXIBIÇÃO DE FILME – Documentário VAI PRÁ CUBA, COMUNISTA! Direção de Homero Flávio Produção de Odécio Rossafa Participações Especiais : Frei Betto, Guilherme Boulos, Arieh,Professor Gallina. Encerramento : 18h00. Realizada pelo Instituto Alvorada Brasil e Barthô Naïf, com patrocínio da CAIXA e Governo Federal, a exposição tem curadoria de Oscar D'Ambrósio, Odécio Visintin Rossafa Garcia, Juliana Candido e Shirlene Pérola Negra, que selecionaram cuidadosamente as obras para oferecer uma experiência artística única aos visitantes. Os artistas selecionados garantem representatividade da diversidade de gênero, sexualidade, LGBTQIA+ e religiosa, incluindo matrizes africanas.

Acessibilidade

Todas atividades serão realizadas no em espaços que permitam implementação de características locais de acessibilidade arquitetônica. Todo o projeto apresentará acessibilidade comunicacional através da inserção de elementos descritivos tanto para pessoas com deficiência auditiva, quanto deficiência visual. A exposição conterá monitores com orientação sobre acessibilidade atitudinal. A descrição de cada peça terá transcrição em Braille e QR CODE com a audiodescrição. Haverá, ao início do projeto, treinamento da equipe no sentido de promoção de acessibilidade atitudinal.

Democratização do acesso

De acordo com o art. 47 da IN nº 23/2025 MinC, será(ão) adotada(s) no projeto:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto paradistribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46,inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);O projeto terá 50% dos produtos resultantes do projeto (Catálogos e materiaiseducativos) distribuídos com caráter social, através de doações para instituiçõesculturais e educativo através da doação de material educativo para escolas públicas.III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, dasexposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produtoprincipal, acompanhado com libras e audiodescrição;O projeto gerará um vídeo institucional da exposição, de até 8 minutos,, com asferramentas de acessibilidade (libras e audiodescrição)V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaiosabertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;O projeto conta com extensa programação cultural e todos os eventos são gratuitose de livre acesso pela população.VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seuseducadores;O projeto conta com o treinamento de monitores especializados para atender jovense crianças, além de ter como público alvo, crianças, adolescentes, jovens eestudantes no geral.

Ficha técnica

FRANCISCO JOSÉ DE ALMEIDA – Coordenação Geral @institutoalvoradabrasil ATUAÇÃO PROFISSIONAL Terceiro Setor Atual presidente do Instituto Alvorada Brasil, atuando há mais de duas décadas nas áreas de Comunicação Estratégica, Publicidade, Relacionamento e Coordenação de projetos culturais. Diretor geral das edições 49ª, 50ª, 51ª e 52ª do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Coordenador do projeto Cultura e Cidadania de música, artes cênicas e oficinas de formação profissional voltadas para jovens e coordenador e palestrante do projeto Usina de Projetos Culturais voltado para a formação de gestores nos seguimentos de cultura e economia criativa através de oficinas empreendedoras realizadas em várias Regiões Administrativas do Distrito Federal. Setor Privado Profissionalmente atuando nas áreas de comunicação estratégica e publicidade e relacionamento há mais de vinte e cinco anos em empresas de comunicação, nas áreas de mídia impressa, radiofônica, mídia digital e cursos de formação de jovens estudantes e empreendedores com foco em ferramentas contemporâneas de comunicação e formação de jovens comunicadores popular. Profissional de rádio e produtor de programas radiofônicos em diversas emissoras e, em especial nas emissoras populares do interior do Brasil, coordenando programas como “O que o Sebrae pode fazer por você” dedicado aos nove estados do Norte do Brasil, uma iniciativa do Sebrae Nacional para desenvolver as atividades econômicas de pequenos empreendedores. Programa a Voz da Contag voltado para jovens agricultores ligados à agricultura familiar em parceria com a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura. Programa de rádio em parceria com o UNICEF – Brasil sobre programas e projetos de proteção contra a violência infantil. ODÉCIO VISINTIN ROSSAFA GARCIA – Idealizador, realizador e Direção Artística @barthonaif @odecio.garcia92 Engenheiro Agrônomo por formação, Criador e idealizador do projeto Barthô Naif - BRASÍLIA, espaço de arte naif e gastronomia do cerrado, situado nas margens do Rio São Bartolomeu, com atuação no turismo de bases comunitárias e de relevância social. Atua em Consultoria, Planejamento, Comunicação, Mobilização e Organização Social para o Desenvolvimento Econômico e o Desenvolvimento Sustentável Local e Regional, executando com ênfase na economia criativa e nas atividades de cunho solidário e geração de trabalho e renda. Curador - atuando em Curadorias em mais de 20 mostras de artes individuais e coletivas, realizou duas mostra nas unidades da CAIXA CULTURAL de Salvador e São Paulo em 2023/2024, também fez no SESC SP – Unidade do Bom Retiro com mostra Caipirismo- Horizontes da Paulistânia, com exposição dos pintores paulistas José Antonio da Silva e Jocelino Soares, agregado a mostra, eventos de música de viola, danças folclóricas, gastronomia, cinema e produtos da agricultura familiar caipira do interior de São Paulo. Realizador e Curador da exposição Tercília dos Santos: A herança Negra na cultura Brasileira – CIC Fundação Catarinense de Cultura – maio de 2022 em Florianópolis. Realização em 2023/2024 da mostra MAMAFRICA- ANCESTRALIDADES AFRICANAS NO BRASIL E EM CUBA presente na CAIXA CULTURAL de Salvador e São Paulo. CLODOALDO TURCATO - CODO Escritor, dramaturgo, contador, jornalista e artista plástico. Escreve desde os oito anos de idade, porém aos 40 anos iniciou a edição de seus escritos. Possui 7 romances, 6 livros de contos, 5 de poesias, 2 de teatro, 2 roteiros para longa metragem, inúmeros artigos em jornais e revistas. Escreveu para diversos sites sobre arte, além de jornais e revistas. OSCAR D’AMBROSIO - Jornalista e Curador www.oscardambrosio.com.br, @oscardambrosioinsta Graduação em Jornalismo pela ECA-USP (1986) e em Letras (Português/Inglês) pela Faculdade de Letras e Educação da Universidade Presbiteriana Mackenzie (1986), especialização em Literatura Dramática pela ECA-USP (1989), mestrado em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp (2004) e doutorado (2013) e pós-doutorado (2020) no Programa de Educação, Arte e História da Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Co-curador, em 2023, do projeto MamÁfrica, na CAIXA Cultural Salvador, SA, e São Paulo, SP; e curador premiado com o PROAC Itinerância em Bragança Paulista, SP, e Penápolis, SP, pelo projeto Ocê Ano, inicialmente apresentado em Socorro, SP. Curador, em 2022, do Projeto M.U.S.A – Movimento do Universo das Artes, em São Paulo, SP, da coletiva Pan Techné, no Espaço Cultural Correios, em Niterói, RJ, e no Museu Nacional dos Correios, em Brasília, DF, da exposição itinerante Papéis da Liberdade, da Associação Brasileira de Aquarela e Arte sobre Papel, em Joinville, SC, Gramado, RS, São Vicente, SP, Sertãozinho, SP, Botucatu, SP, Embu das Artes, SP, Catanduva, SP e Penápolis, SP; da Exposição Artistas 2022 da Cia Carte Cultura: artista homenageado Gustavo Rosa, em São Paulo, SP; e “De 22 a 22”, na Pinacoteca Municipal de Santos, SP; e co-curador da exposição Arte de Viajar, em São Paulo, SP, Cravinhos, SP e Ribeirão Preto, SP; e dos artistas Eliége Ribeiro e Hécules Firmino, no Ateliê Colibri, em São Paulo, SP; e de exposições de Ju Barros, em Guaratinguetá, SP; de Bernardo Medeiros e Marcos Nadaleto, em Paraty, RJ; e de Celso Jamelo, em São Paulo, SP. Jurado, em 2022, do 80º Salão Livre da Associação Paulista de Belas Artes, Concurso Metaverso da Casa Brasil Liechtenstein, Salão Municipal de Artes Plásticas de Guaratinguetá, SP, da Exposição Universo Cerâmico, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo; e da Exposição Virtual Ceramistas do Brasil. Curador convidado para Leitura de Portifólios na Casa Tato 3 e na Galeria Plexi, SP, 2021, ano em que realizou curadorias individuais de Sanagê Cardoso, no Museu de Arte Brasileira, em Brasília, DF. Tem experiência na área de Comunicação, curadoria e autor de textos para catálogos e apresentações de diversos artistas plásticos contemporâneos. Foi Diretor de Redação da Revista Unesp Ciência de maio de 2016 a maio de 2018. Foi responsável pelo programa diário de rádio Perfil, transmitido pela Rádio Unesp FM de janeiro de 2009 até maio de 2018, realizando nesse período 3000 entrevistas. Atua principalmente nos seguintes temas: arte contemporânea, biografia de artistas plásticos brasileiros contemporâneos e arte naif. JULIANA CANDIDO - MUSEÓLOGA @juhizo Juliana Carolina Ferreira Candido, 32 anos, é museóloga, produtora cultural e musicista multi-instrumentista. Natural de Belo Horizonte - MG, é formada em museologia pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Inicia suas produções nas artes visuais fazendo a produção executiva da artista Tercília dos Santos em 2021. Produz a identidade visual e marca do curso de Museologia em 2020, desenvolve também diversos catálogos e materiais educativos. Co-curadora das exposições “Brasil só quem viveu sabe”, 2022, no MARque UFSC, da exposição “Tercilia dos Santos: a Herança Negra na Cultura Brasileira, no CIC - Florianópolis, “Mamáfrica: Ancestralidades Africanas no Brasil e Cuba”, na Caixa Cultural Salvador 2022 e Caixa Cultural São Paulo em 2023. Hoje é produtora da Barthô Naif e comanda o setor de museologia do instituto. SHIRLENE PÉROLA NEGRA – Coordenadora de Inclusão e acessibilidade @shirleneperolanegra Profissional com capacidade de comunicação e bons conhecimentos em educação. Capaz de auxiliar na rotina diária e oferecer um serviço de qualidade, buscando soluções aos problemas apresentados. Profissional com formação em economia doméstica e professora de libras e conhecimento em Educação. Perfil dinâmico e proativo, com foco no aprendizado constante e no trabalho em equipe, a fim de contribuir com o alcance das metas. Bordadeira desde a infância possui quadros em algumas exposições no Brasil. Sócia e proprietária da Fazenda Barthô onde atua com promoção de eventos. Bibliotecária, com perícia em arquivo e organização de livros e documentos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-08-30
Locais de realização (2)
Brasília Distrito FederalRio de Janeiro Rio de Janeiro