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PRONAC 246488Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Edição do livro: VIDROTIL, COR E ARTE

VIA IMPRESSA DESIGN GRAFICO E EDICOES DE ARTE LTDA
Solicitado
R$ 435,0 mil
Aprovado
R$ 435,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-11-13
Término
2025-11-13
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa a edição, publicação, distribuição, palestra gratuita e áudio book do livro VIDROTIL, COR E ARTE. A publicação do livro não é apenas um resgate histórico, mas um tributo a um produto nacional, que extrapolou seu valor comercial moldando a paisagem cultural brasileira. Utilizadas inicialmente como revestimento de fachadas, as pastilhas de vidro passaram, imediatamente, a ser empregadas para a realização de painéis de artistas visuais, e nesse contexto o destaque para a Vidrotil foi imbatível. Ao documentar essa trajetória, a obra em questão visa preservar e celebrar um capítulo essencial da arte e da arquitetura brasileira, oferecendo caminhos preciosos para futuras gerações de artistas, arquitetos e estudiosos interessados na riqueza cultural do Brasil do século XX.

Sinopse

Sinopse da Obra Descrição dos detalhes do tema central que será abordado no livro - O tema central a ser abordado no livro é o uso das pastilhas de vidro, considerado internacionalmente um diferencial da arquitetura modernista brasileira. É um tema pouco estudado sobre o qual não há publicações, embora tenha despertado em anos recentes uma crescente atenção da comunidade acadêmica. Devido às características de nosso país, quente, úmido e chuvoso, os arquitetos brasileiros (ou aqui radicados) optaram pelo uso das pastilhas como uma forma de obter cor sem utilização de tinta. Paralelamente, acolhendo a Síntese das Artes, que propunha uma integração das artes na arquitetura, preconizado notadamente por Le Corbusier, os arquitetos brasileiros também optaram por substituir tapeçarias e afrescos por painéis realizados com pastilhas. A abordagem do livro se desenvolverá, portanto, em dois temas afins e paralelos, a Arquitetura e a Arte, tratando majoritariamente das décadas de 1950, 1960 e 1970, mas estendendo-se até a atualidade. Entre os arquitetos apresentados estarão projetos de Oscar Niemeyer, Lina Bardi, Artacho Jurado, Vilanova Artigas, Rino Levi, Giancarlo Gasperini e Jacques Pillon. Entre os artistas: Portinari, Di Cavalcanti, Tomie Ohtake, Clovis Graciano, Victor Brecheret, Athos Bulcão, Burle-Marx e outros menos famosos como Martinho de Haro (Florianópolis), Zenon Barreto (Fortaleza) e Sante Scaldaferri (Salvador). Apresentação por capítulos do conteúdo do livro; Capítulo 1 - Desafios da arquitetura moderna brasileira - novas técnicas e materiais As décadas de 1950 e 1960 foram um período de ouro para a arquitetura moderna brasileira. No Rio de Janeiro, Oscar Niemeyer, Carlos Leão e Lúcio Costa inovavam com suas propostas, ocorrendo o mesmo em São Paulo, com Vilanova Artigas, Artacho Jurado, Rino Levi, Giancarlo Gasperini, Lina Bardi e Jacques Pillon. Nessa introdução serão apresentadas alguns aspectos que caracterizam a Arquitetura Moderna Brasileira, enfatizando que ela não apenas seguia, mas estava muitas vezes à frente da produção europeia. Uma arquitetura que trazia demandas inéditas para a construção civil gerando o uso de novos materiais e técnicas construtivas. Capítulo 2 - Niemeyer e os azulejos As amplas superfícies decorrentes dos projetos modernistas, revelavam-se por vezes , muito frias, e, não querendo usar tinta, os arquitetos passaram a utilizar a cor de novas formas. Estava em voga a proposta de arquitetos europeus, entre eles Le Corbusier, de criar uma Síntese das Artes, que reunisse arquitetura, escultura, arte e artesanato. Em seus primeiros projetos Niemeyer recorreu aos azulejos procurando recriar em nova clave a tradição portuguesa impregnada em nossa arquitetura colonial. Ele os considerava uma marca de identidade brasileira Exemplos são os azulejos de Portinari, que podem ser vistos na Pampulha e no Ministério da Educação e Saúde, hoje Palácio Capanema. Capítulo 3 - A escola paulista O arquiteto Rino Levi se insurgiu contra o uso dos azulejos pois queria resolver a estética das cidades com uma “alma brasileira”, para a qual considerava importante a Cor. Esse período efervescente da arquitetura brasileira, tem sido alvo recente de publicações e estudos acadêmicos importantes, e neles têm grande destaque o uso das pastilhas como revestimento. Entre os trabalhos já elencados para pesquisa estão a dissertação de mestrado, em Tecnologia da Arquitetura: “O protagonismo das pastilhas na cromaticidade da arquitetura - O caso do bairro Higienópolis em São Paulo”, FAU, 2021, por Camilla Meneses; “Restauro da sede do Instituto de Arquitetos do Brasil”, por Silvio Oksman e Beatriz Vicino. Revista Restauro, Edição, 2016; “Casa de Vidro - Reflexos de uma arquitetura brasileira”, Cristiane Maria Gerhard, Universidade Politécnica da Catalunha - UPC; “São Paulo nas Alturas - A revolução modernista da arquitetura e o mercado imobiliário nos anos 1950 e 1960”, por Raul Juste Lores, Companhia das Letras; “Muralismo em São Paulo na década de 1950:dois painéis de Candido Portinari”, Patrícia M. S. Freitas, Universidade Estadual de Campinas. Capítulo 4 - As pastilhas de vidro Fundada em 1947 a Vidrotil marcou época ao produzir artesanalmente pastilhas de vidro. As tesselas de vidro eram apresentadas ao mercado como um material altamente resistente, com baixa porosidade e de fácil manutenção. Dispensando a pintura necessitava apenas de um jato de água para limpeza e tinha uma grande variedade de cores, tonalidades e formatos disponíveis. Em São Paulo o uso das pastilhas viria a ser empregado por parte das grandes incorporadoras do mercado e também por arquitetos modernos consagrados. Seu uso seria finalmente incorporado por arquitetos, engenheiros e construtoras de todo o país, incluindo Niemeyer e outros autores cariocas, vindo a se tornar um elemento característico da arquitetura nacional. Capítulo 5 - Lina Bardi Lina Bardi utilizou pastilhas no piso da sua Casa de Vidro. Para ela o arquiteto deveria ser capaz de “criar uma atmosfera”, lançando mão de todos os recursos à sua disposição. Nesse sentido, o piso é o elemento que mais contribui para criar uma impressão ao se entrar num ambiente. Para obter o efeito que buscava, a sala de estar foi pavimentada por Lina com pastilhas azul-celeste, que reforçam o reflexo suave da luz e acentuam uma sensação “aérea”, lembrando a primeira impressão que ela teve ao chegar ao Brasil, no Rio, a bordo de um navio, e avistar ao longe o prédio do então Ministério da Educação e Saúde, como um transatlântico ancorado... Capítulo 5 - Os painéis artísticos: Portinari e Di Cavalcanti Utilizadas inicialmente como revestimento de fachadas, as pastilhas de vidro passaram, quase imediatamente, a ser empregadas para a realização de painéis de artistas plásticos, e nesse contexto o destaque para a Vidrotil foi imbatível. A empresa produzia as pastilhas consideradas de melhor qualidade e variedade e dispunha de equipes preparadas para executar os projetos artísticos. A excelência da empresa dispensava os artistas de acompanhar a implantação dos painéis, permitindo a eles uma maior produção. Portinari, por exemplo, pôde por isso ter dois projetos executados ao mesmo tempo em São Paulo, estando no Rio de Janeiro. Um painel abstrato para o Edifício Califórnia, e o painel Bandeirantes, para o Hotel Comodoro (hoje na Sede do Banco Itaú, na Conceição). Outro artista muito solicitado era Di Cavalcanti, que realizou o grande painel para o Teatro Cultura Artística, recentemente restaurado e o painel Imprensa para a então sede do jornal Estado de São Paulo, hoje Hotel Jaraguá. Nesse período o artista realizou projetos por todo o Brasil. Capítulo 6 - A expansão dos painéis artísticos em pastilhas Na década de 1970 o uso artístico das pastilhas se espalhou por todo o país. Uma ampla pesquisa será desenvolvida para trazer à luz painéis, já mapeados, de artistas reconhecidos como Tomie Ohtake, Clovis Graciano, Victor Brecheret, Athos Bulcão e Burle-Marx, mas também de apresentar outros menos conhecidos como Martinho de Haro (Florianópolis), Lorenz Heilmar (Blumenau), Zenon Barreto (Fortaleza), Sante Scaldaferri (Salvador), entre muitos outros. Capítulo 7 - Redescoberta Os anos 1970 são pródigos em exemplos da síntese das arte. A partir dos anos 1980, entretanto, a arquitetura segue por novos caminhos, menos autorais e as pastilhas de vidro passam a ter seu uso determinado majoritariamente por sua praticidade. A Vidrotil encerrou suas atividades em 2017, mas seu legado perdura não apenas nas obras que adornam edifícios públicos e privados pelo Brasil, mas também na memória coletiva daqueles que reconhecem sua importância histórica e estética. Não por acaso o uso das pastilhas têm sido objeto de estudos acadêmicos, numa redescoberta de processos construtivos e estéticos, que visam acentuar a originalidade dessa utilização na arquitetura brasileira e as possibilidades de novos usos na atualidade. A proposta desse capítulo é mapear e analisar essas pesquisas. Explicação acerca da relevância do tema abordado para a área cultural brasileira. A publicação deste livro não é apenas um ato de resgate histórico, mas um tributo a um produto nacional, que extrapolou seu valor comercial moldando a paisagem cultural brasileira. Além de um atestado da originalidade da arquitetura brasileira, o livro trará a público um aspecto pouco lembrado da arte brasileira, que é sua dimensão pública. Pouco documentados a maior parte desses painéis artísticos continua a fazer parte do convívio das pessoas, incorporados à realidade cotidiana, mas esquecidos pelo circuito de arte. Ao documentar essa trajetória, a obra em questão visa preservar e celebrar um capítulo essencial da arte e da arquitetura brasileira, oferecendo insights preciosos para futuras gerações de artistas, arquitetos e estudiosos interessados na riqueza cultural do Brasil do século XX. Currículo – Denise Mattar Foi curadora do Museu da Casa Brasileira, SP de 1985 a 1987, do Museu de Arte Moderna de São Paulo, de 1987 a 1989 e do Museu de Arte Moderna RJ, de 1990 a 1997. Como curadora independente realizou mostras retrospectivas de artistas como Di Cavalcanti, Flávio de Carvalho (Prêmio APCA), Ismael Nery (Prêmios APCA e ABCA), Pancetti, Anita Malfatti, Samson Flexor (Prêmio APCA), Portinari, Alfredo Volpi, Guignard, Yutaka Toyota (Prêmio APCA). Denise Mattar é uma das mais premiadas curadoras do Brasil. Ingressou no mundo das artes muito jovem, trabalhando com personalidades como Franco Terranova, Giuseppe Baccaro e Lina Bo Bardi. Foi diretora técnica do Museu da Casa Brasileira (1985-1987) e do Museu de Arte Moderna, o MAM (1987-1989), ambos em São Paulo. De 1990 a 1997 foi coordenadora de Artes Plásticas do MAM do Rio de Janeiro. Como curadora independente realizou, entre 1997 e 2014, mostras retrospectivas de Di Cavalcanti, Flávio de Carvalho (Prêmio APCA), Ismael Nery (Prêmios APCA e ABCA), Pancetti, Anita Malfatti, Samson Flexor (Prêmio APCA), Frans Krajcberg, Mary Vieira, Aluísio Carvão, Alfredo Volpi, Guignard, entre outros. Realizou também mostras temáticas, como Memórias reveladas (Prêmio ABCA). Op-Art (2015); Viva o povo brasileiro (2016); Cícero Dias (2017); Farnese de Andrade (2019); Yutaka Toyota (Prêmio APCA); Iberê Camargo: o fio de Ariadne (2020) todas acompanhadas de publicações. É autora dos livros: No tempo dos modernistas: Dona Olívia Penteado, a senhora das artes (Edição Faap, 2002); Ismael Nery (Edição Banco Pactual, 2004); O’Brasil: da terra encantada à aldeia global (Edição Faap, 2005); Maria Tomaselli (Tiburi & Chuí, 2009); Norberto Nicola: trama ativa (Edição Pinacoteca e Imprensa Oficial, 2013); Di Cavalcanti: conquistador de lirismos (Capivara Editora, 2016); Glauco Rodrigues (Capivara Editora, 2019); Luiz Hermano (Via Impressa, 2019). O Gênesis segundo Eva, Museu de Arte Sacra de São Paulo 2022, Armorial 50 Centro Cultural Banco do Brasil, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Magliani, Fundação Iberê, RS, Sandra Mazzini, Farol Santander, São Paulo, Tereza Costa Rêgo, Galeria Marco Zero, Recife, Modernismo Expandido, Museu Nacional, Brasília. Ianelli – 100 anos, Museu de Arte Moderna de São Paulo (2023), Armorial 50, Museu de Arte Popular da Paraíba, Campina Grande, PB, Elke Hering, Instituto Collaço Paulo, Florianópolis, SC, Elas, Fundação Edson Queiroz, Fortaleza, CE, Fachinetti, Danielian Galeria de Arte, XXII Unifor Plástica, Fundação Edson Queiroz, Fortaleza, CE, A Máquina do Tempo – Museu da Fotografia, Fortaleza, CE, Armorial 50, Museu do Estado de Pernambuco, Recife, PE, Di Cavalcanti, 125 anos, Farol Santander, SP, Yutaka Toyota, Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife, PE. Pancetti, Farol Santander, SP, 2024. Currículo – Eliane Guglielme Produtora Cultural com extensa experiência em Coordenação de Museus e Gestão de Projetos Sociais. Organização de eventos culturais e produção de exposições, seminários, prêmios, workshops. Experiência Profissional 2014 – 2022: Museu A CASA do Objeto Brasileiro (São Paulo/SP) · Coordenação Geral do Museu: Gerenciamento de todas as operações e iniciativas do museu, incluindo parcerias e obtenção de recursos. Museu de Arte Popular – Cemig (Belo Horizonte/MG) · Curadora e Coordenadora Geral: Parte da equipe de criação do museu, atuando até sua inauguração em 2012. Museu da Casa Brasileira (São Paulo/SP) · Coordenadora de Produção: Organização de exposições, seminários, workshops, palestras e outros eventos culturais. Grupo AG (Brasília, DF) · Produtora: Colaboração em projeto para valorização do artesanato brasileiro, solicitado pelo Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Contemporânea (Brasília, DF) · Consultora: Consultoria na área de design e artesanato brasileiros. Galpão de Design (São Paulo/SP) · Coordenadora Geral e Produtora de Exposições: Coordenação da equipe e responsável pela organização e produção de exposições. Principais Projetos e Parcerias · Parceria com ACNUR e BID: Coordenação geral de projeto com indígenas venezuelanos refugiados no Brasil, em Roraima e Amazonas, conseguindo aportes financeiros significativos do ACNUR Agencia para Refugiados da ONU e do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento. Devido aos resultados positivos, obteve mais recursos do Global Affairs Canadá, BID Lab e Unidade de Migração BID. · Projeto de Geração de Renda com AMBEV: Patrocínio obtido via Lei Rouanet para projeto social de geração de renda, com comunidades de artesãos no interior do Ceará. Exposições Organizadas 1. Museu A CASA, São Paulo/SP:o "Joia Contemporânea Brasileira: Reflexão Anéis" o "Um Olhar Sobre o Acervo: Rendas e Bordados" o "Árvores Adentro: Telas Bordadas" o "A CASA Bordada Virtual" o "Joia Contemporânea Brasil - Finlândia: Polaridades" o "OJIDU – Árvore da Vida: Artesanato Indígena Warao" o "Duas Crônicas" o "Border" o "Ditos pelo Espedito - Espedito Seleiro" o "Estúdio Avelós e Llussá Marcenearia" o "Atelier Marta Meyer: Bordados" o "AMARIA Design e Cooperação" o "A CASA AMA Carnaúba: Artesanato de Palha" o "Reflexões Colares: Joia Contemporânea" o "O PIAUÍ visita A CASA: Artesanato do Piauí" o "ENTRE-LAÇADOS" o "Girando o Acervo V" o "A CASA de Lá e a CASA de CÁ: Moçambique Brasil" o "Moldar Mudar: A Vida Moldada no Barro" o "Música em seus Dedos: Telas Bordadas" o "A CASA Bordada: Bordados dos 26 Estados e do Distrito Federal" o "Flores e Bonecas: Cerâmica do Vale do Jequitinhonha" o "Imagens da Amazônia" o "Uma História de 20 Anos do Museu A CASA" o "JOIAS em FIOS: Formas e Cores" 2. Outros Locais:o "Renda Brasileira" - Sesc Belenzinho, São Paulo/SP o "Ibirá: Flora Fauna Gente" – Pavilhão das Culturas Brasileiras, São Paulo/SP o "Os Jardins da Conceição: Bordadeiras do Jardim Conceição" – Museu A CASA, São Paulo/SP o "Saint-Étienne Cité du Design" – Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo/SP o "Mães de Barriga" – Sesc Pompéia, São Paulo/SP o "300% SPANISH DESIGN" – Sesc Paulista, São Paulo/SP o "Moradias Transitórias" – Sesc Vila Mariana, São Paulo/SP o "Mostra Internacional de Design - Safety Nest" – Sesc Pinheiros, São Paulo/SP o "SPFW" – Bienal de São Paulo, São Paulo/SP o "Do Tamanho do Brasil: Arte Popular Brasileira" – SESC Paulista, São Paulo/SP o "Rendas e Bordados do Baixo São Francisco" – Centro de Arte e Cultura Popular, Aracajú/SE, SESC Taubaté/SP, Museu A CASA, São Paulo/SP o "UMA VIDA: Coleção Janete Costa e Acácio Borsoi" – Museu do Estado de Pernambuco, Recife/PE o "SOMOS: A Criação Popular Brasileira" – Santander Cultural, Porto Alegre/RGS o "Ano do Brasil na França: Arte Popular Brasileira" – Le Carreau du Temple, Paris/França o "Que Chita Bacana" – Sesc Belenzinho, São Paulo/SP, Sesc Campinas, São Paulo/SP

Objetivos

OBJETIVO Objetivo Geral: Produzir uma publicação sobre a importância do Vidrotil no cenário arquitetônico e artístico do Brasil no século XX. A proposta é investigar detalhadamente os diferentes aspectos da utilização das pastilhas vidrotil não somente na arquitetura, mas também, nas artes visuais. Dar ênfase a excelência e versatilidade das pastilhas vidrotil, suas diversas aplicações, através de um extenso levantamento de projetos arquitetônicos com a aplicação delas e, também, os artistas visuais e suas obras com utilização de Vidrotil. Em resumo a produção do livro será através de extensa pesquisa, se aprofundar nas origens das pastilhas de vidro e seu uso diverso, situando-as dentro de seus contextos políticos e culturais. Objetivos Específicos - A publicação terá uma tiragem de 2.000 exemplares, com aproximadamente 200 páginas e aproximadamente 100 fotos coloridas, documentos, desenhos e etc. 1) A publicação Será distribuída de acordo com as normas contidas na Lei de Incentivo à Cultura e também detalhadas no plano de distribuição, sendo: doações/disponibilização de forma gratuita para instituições como: Escolas e Universidades públicas, Bibliotecas e Centros Culturais e Vendas em livrarias. 2) Realizará o lançamento do livro em um espaço cultural que atenda aos requisitos previstos na Lei 13146/21 _ artigo 2º. (Estatuto da Pessoa com deficiência). Com ambiente espaçoso, contendo entradas e saídas bem distribuídas, com rampas e corrimãos que facilitem o deslocamento, contará também com banheiros adaptados para crianças ou pessoas com nanismo, cadeirantes e idosos. 3) Contrapartida Social: Será realizado 03 (três) palestras para aproximadamente 500 pessoas sobre o tema do livro com o autor, proporcionando aos participante uma visão do livro através dos olhos do autor e também desenvolverá acesso a informações do livro, em sites na internet, com a publicação de áudio livro (áudiobook) com duração de 07 minutos, trilha sonoro especifica e apresentação em libra, buscando atender as pessoas com deficiência visual e auditiva.

Justificativa

No contexto cultural e social: A literatura é um veículo poderoso para preservar a memória, a cultura e a identidade de um povo. O vidrotil são produzidos a partir de uma técnica artesanal que envolve o corte manual de vidros coloridos e a sua aplicação em padrões e desenhos variados. Esses mosaicos são valorizados por sua durabilidade, resistência e pela riqueza de detalhes que proporcionam aos projetos decorativos. A história do Vidrotil, tornou-se uma referência no mercado de revestimentos, colaborando com diversos arquitetos e designers. Objetivos do Projeto: O projeto tem como objetivo principal editar e publicar 2.000 exemplares do livro " VIDROTIL, COR E ARTE ", com distribuição gratuita de acordo com os artigos da IN 11/2024 (descritos abaixo). Além disso, visa promover palestras com o autor para 500 pessoas e também a edição do áudiobook para divulgação na internet em geral, dessa forma o conteúdo do livro acolherá e fortalecendo o vínculo entre as comunidades e sua produção cultural. Originalidade e Inovação: Este livro se destaca por sua abordagem inclusiva e ao documentar a trajetória da utilização do Vidrotil , a obra em questão visa preservar e celebrar um capítulo essencial da arte e da arquitetura brasileira, oferecendo caminhos preciosos para futuras gerações de artistas, arquitetos e estudiosos interessados na riqueza cultural do Brasil do século XX. Contribuição para a Democratização do Acesso: Para garantir a democratização do acesso ao livro, será feita a distribuição gratuita de exemplares em áreas de acordo do artigos da IN 11/2024. Viabilidade Técnica e Econômica: A equipe responsável pelo projeto possui vasta experiência na área editorial, com a publicação de diversas obras de relevância nacional. O orçamento foi elaborado de forma detalhada, considerando todas as etapas de produção, impressão e distribuição do livro, garantindo que o projeto será executado dentro dos prazos e recursos disponíveis. Contrapartida Social: Como contrapartida social, o projeto incluirá a realização de 03 palestras para aproximadamente 500 pessoas voltadas para escolas e universidades públicas e também contará com o audiobook com descrição de sinais (libras), para divulgação através da internet em geral. Impacto Esperado: Espera-se que o livro contribua para a preservação e divulgação Vidrotil, servindo como uma referência para educadores, pesquisadores e leitores em geral. A proposta tem como justificativa os artigos da Lei 8313/91, conforme descritos, a seguir: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País e X _ estimular a produção ou a coprodução de jogos eletrônicos brasileiros independentes. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, (...); b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA Tamanha a relevância das pastilhas VIDROTIL para a história da arte e da arquitetura é a razão que qualifica a importância do livro como uma iniciativa que supre a necessidade de conhecer e divulgar a singularidade própria da Vidrotil e que se manifesta de forma contundente na arquitetura e nas artes visuais brasileiras. Com uma narrativa clara, a publicação propõe um mergulho na trajetória da Vidrotil mostrada em detalhes, revelando os aspectos que influenciaram o ambiente artístico nacional. Vale observar que a pesquisa será ampliada para todo o país, criando a oportunidade de trazer à luz obras de artistas conhecidos como Tomie Ohtake, e Clovis Graciano, Victor Brecheret, Athos Bulcão, Burle-Marx, mas também de apresentar outros menos conhecidos como Martinho de Haro (Florianópolis), Lorenz Heilmar (Blumenau), Zenon Barreto (Fortaleza), Sante Scaldaferri (Salvador), entre muitos outros. Para a produção de tal publicação, a utilização de uma Lei de Incentivo à Cultura, dentro das suas prerrogativas, dá o aval para uma produção de qualidade, viabilizando e fomentando a cultura nacional. Só através da Lei de Incentivo à Cultura, como consta do Art. 10, incisos I, II e V, e do Art. 30 inciso II, tópico B (edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes), enseja o acesso ao patrocínio para a valorização e o acesso à cultura e seu desenvolvimento, podermos divulgar e documentar a história de um produto que se tornou um ícone no Brasil.

Estratégia de execução

Todas as informações pertinentes ao projeto, foram abordadas nas descrições anteriores.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÃO DO PRODUTO Tiragem: 2.000 exemplares Formato miolo fechado: 23,5 x 28 cm Formato miolo aberto: 47 x 28 cm Total de páginas: 200 páginas Papel miolo: Eurobulk 150 g Papel capa: Eurobulk 150 g Papel guardas: Color Plus 180 g Impressão miolo: 04 x 04 cores Impressão capa: 04 x 00 cores Impressão guardas: sem impressão Acabamento: cadernos costurados e colados. Capa dura em papelão 15 empastado, laminação fosca na frente total. Shirink

Acessibilidade

Acessibilidade – As medidas de acessibilidade que serão adotadas na publicação do livro e consequentemente cadastrado no plano de distribuição. Nossa proposta de acessibilidade visa a inclusão de pessoas com deficiência visual e auditiva, podendo usufruir do produto cultural, disponibilizando materiais em formato acessível, como interpretação de sinais (libras), audiodescrição (áudiobook), garantir de que o material do livro será disponibilizado em sites, aplicativos e outras plataformas digitais e também vamos assegurar que o espaço onde ocorrerão os eventos de lançamento para pessoas com mobilidade reduzida, incluindo rampas, elevadores e banheiros adaptados, inclusive garantir a reserva de assentos específicos para pessoas com deficiência na apresentação da palestras. A contrapartida social, terá adoção de medidas de acessibilidade que via ampliar o alcance do projeto e promover a democratização do acesso à cultura para todos os segmentos da população. Incluir a acessibilidade nos projetos da Lei Rouanet é, portanto, uma demonstração de compromisso com os direitos humanos e a igualdade de oportunidades, reforçando o papel da cultura como um direito fundamental de todos. Em resumo essas medidas são fundamentais não apenas para cumprir requisitos legais, mas também para garantir que a cultura seja verdadeiramente inclusiva e acessível a todos. Elas permitem que pessoas com deficiência participem plenamente da vida cultural, artística e social, e asseguram que os projetos culturais financiados com recursos públicos sejam equitativos e justos.

Democratização do acesso

O plano de democratização do acesso do projeto visa promover a cultura para alcançar um público diverso, incluindo diferentes faixas etárias, classes sociais, regiões geográficas e grupos étnicos, possibilitará a inclusão, pessoas com deficiência e outros grupos historicamente excluídos do consumo cultural, promover a equidade no acesso, que garantam a participação em atividades culturais não esteja limitada apenas a que pode pagar, mas seja estendida a todos, independentemente de sua condição socioeconômica. Para cumprir o princípio da democratização do acesso, o projeto incentivado pela Lei Rouanet, pretende adotar medidas de acordo com os artigos da IN 11/2024, abaixo descritos. Tem como objetivo a promoção de distribuição gratuita da obra aos beneficiários previamente identificados, como: escolas, universidades e bibliotecas públicas, museus, demais instituições culturais, embaixadas, organizações de imprensa e mídia – que atendam às condições estabelecidas pelo Ministério da Cultura e a contrapartida social, com 03 palestras e um áudiobook com trilha sonora exclusiva e comunicação de sinais (libras) e lançamento do livro em espaços acessíveis. Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. § 4º (...) ou produtos culturais restantes poderão ser comercializados em valores a critério do proponente, desde que o preço médio do ingresso ou produto se limite a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). § 5º O valor total da receita prevista no projeto deve ser igual ou inferior ao Custo Total do Projeto (ANEXO I). § 8º A distribuição gratuita prevista no inciso II do caput, deverá ocorrer, preferencialmente, nos pontos de venda do produto cultural. § 9º Decorridos quatro anos da entrega final ao Ministério da Cultura, as obras audiovisuais resultantes de projetos de preservação de que trata o ANEXO I consideram-se licenciadas, a título não oneroso e não exclusivo, para exibição em: I - plataformas públicas ou mantidas com recursos públicos; e II - estabelecimentos públicos de ensino e cultura. Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); II - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Art. 31. Para os efeitos desta Seção, considera-se: II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Parágrafo único. A distribuição de caráter social ou educativo será realizada por meio de órgão ou entidade representativa do grupo ou comunidade. A democratização do acesso em relação ao projeto visa garantir que os recursos públicos destinados à cultura beneficiem o maior número possível de cidadãos, promovendo a inclusão social e cultural, ajudando a formar novos públicos e a desenvolver o gosto pela cultura em diferentes segmentos da população.

Ficha técnica

Ficha Técnica ATIVIDADES DA INSTITUIÇÃO PROPONENTE E DO DIRIGENTE DA MESMA: O proponente é responsavel pela gestão do processo decisório do projeto e realizará as atividades de: editora; projeto gráfico; produção gráfica, organização e captação. O dirigente é o responsável pela idealização do projeto e o designer da publicação, sendo o principal gestor do projeto e remunerado com recursos do projeto, pelas funções acimas descritas, obedecendos o Art. 14 da IN 11/2024. Editora: Via Impressa Design Gráfico e Edições de Arte Idealização: Christiano Figueredo Pellicciotti Organização: Carlos Magno Bomfim Pesquisa: Eliane Guglielme Projeto editorial: Denise Mattar Coordenação editorial: Eliane Guglielme Texto crítico (autoria): Denise Mattar Projeto gráfico: Via Impressa Design Gráfico Fotografia: Jailton Leal Tratamento de imagem: Jailton Leal Produção gráfica: Via Impressa Design Gráfico Revisão ortográfica e técnica: Ricardo Sampaio Mendes Tradução: Monica Mills Editoração: Robinson Pereira Impressão | Acabamento: Ipsis Gráfica Editora Breve Resumo das AtividadesProponente: Via Impressa Edições de Artes Ltda. Além de proponente é o responsável pela editora; projeto gráfico; produção gráfica, organização e captação e do fechamento dos arquivos digitais do livro. Fotografia: Jailton Leal - responsável pela captação das imagens digitais, documentos, imagens iconográficas e do que se fizer necessário no tocante às imagens que comporão a publicação.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.