Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 246522Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Bicharada : A dramaturgia do teatro musical sobre a saga do Tracajá Amazônico

G R POZZETTI
Solicitado
R$ 1,90 mi
Aprovado
R$ 1,90 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
AM
Município
Manaus
Início
2025-02-04
Término
2025-12-31
Locais de realização (5)
Rio Branco AcreManaus AmazonasSalvador BahiaBelém ParáRecife Pernambuco

Resumo

O teatro musical "Bicharada" irá ganhar uma nova roupagem, sua versão audiovisual, compondo uma programação que conta com uma imersão cênico teatral para remontar a obra com artistas locais, fechando com a apresentação artística; e a exibição comentada do curta metragem ficção. No estado do Amazonas, como é terra natal, o projeto terá parceiros importantes, para que alcance aldeias indígenas e comunidades quilombolas em Manaus e algumas cidades do interior do estado. Realizar 4 remontagens a partir da imersão cênico teatral a serem realizadas nestas cidades. Serão 10 exibições do Bicharada por localidade, ou seja, 40 momentos de cine bate papo, que prioritariamente serão realizadas em escolas públicas e centros culturais das periferias.

Sinopse

"Bicharada" é uma dramaturgia para teatro musical escrita em 2020, narra a saga de um tracajá amazônico em busca de sua música, a história põe luz em temas como : as queimadas criminosas na amazônia, a grilagem e o garimpo inlegal, o meio-ambiente, a ancestralidade e a crise climática. Com direção artística e encenação de Guto Martins (InsanaCena - PT), direção de produção de Jackeline Monteiro (Allegriah - Manaus). A dramaturgia teve sua primeira versão apresentada como teatro radiofônico, fruto do projeto "Bicharada na Floresta" que foi contemplada pelo prêmio Feliciano Lana do Estado do Amazonas e viabilizou uma coprodução entre o coletivo Allegriah (Manaus-Brasil), InsanaCena (Lisboa - Portugal) e Arte e Comunidade (Manaus - Brasil). Em seu processo criativo a inspiração inicial do projeto foi a canônica obra musical “Os Saltimbancos” em que um quarteto de animais cantores se unem contra a opressão dos seus patrões, do compositor Chico Buarque de Holanda. O projeto Bicharada contou com atravessamentos e releituras das obras e dos legados do clássico ao contemporâneo de artistas, pensadores, filósofos, escritores e ambientalistas como: Vandana Shiva, Davi Kopenawa, Guimarães Rosa, Platão, Manoel de Barros, Ailton Krenak, Eduardo Galeano, David Attenborough entre outros, para encontrar a medida certa da mensagem que os cinco animais amazônicos vão falar, cantar e escutar.

Objetivos

Objetivo geral: **Garantir recursos para produzir ações artísticas de desdobramento a partir do espetáculo cênico musical "Bicharada"; um curta metragem ficção de 25 minutos; oficinas de formação e criação teatral com foco numa releitura que gere um resultado apresentável cenicamente. Objetivos específicos: **Desenvolvimento de roteiro, produção e exibição de um curta metragem ficção sobre o espetáculo cênico musical Bicharada, formato livre, duração de 25 minutos. **Disponibilizar uma cópia no formato exigido pela Lei Rouanet para o patrocinador e outra para o Ministério da Cultura, com registro de detenção dos direitos autorais. **Circulação com o curta metragem ficção, serão 40 exibições pelos seguintes locais: Manaus (AM), Rio Branco no Acre, Recife (PE), Belém (PA), Salvador (BA). **Realizar em Manaus a sessão comentada do curta metragem nas comunidades: Quilombo Urbano de São Benedito; Parque das tribos; Colônia Antônio Aleixo; Livramento; Prosamim; Centro de Artes Tarumã que atua na comunidade; Allegriah grupo de teatro inserido e atuante na comunidade; compensa; comunidade indígena e fechando a Karapanã, liderada pela indígena e atriz Maria Alice Karapanã. **Realizar um laboratório de imersão sobre o processo criativo do espetáculo "Bicharada" em cinco cidades, Manaus, Rio Branco, Recife, Belém e Salvador, ao final o resultado cênico será apresentado para a comunidade local. O formato prevê a permanência na cidade de segunda a domingo, sendo que no domingo é a apresentação artística. **Disponibilizar 20 vagas para cada laboratório criativo, perfazendo 100 artistas contemplados. **Alcançar um público estimado de mais de seis mil pessoas a considerar todas as ações do projeto. Apresentação: Se as pessoas não tiverem vínculos profundos com sua memória ancestral, com as referências que dão sustentação a uma identidade, vão ficar loucas neste mundo maluco que compartilhamos. Ailton Krenak Quando um turista olha para o estado do Amazonas quer conhecer rios, a fauna e flora, sobre seus povos ele acredita já ter as informações, quando um nativo olha pra seu estado ele vê sua ancestralidade, símbolos e signos que constituem a identidade cultural individual e coletiva, a natureza é a amálgama que liga cada ponto. Então quando falamos do povo amazonense estamos falando de história, memória, costumes e crenças que se preservaram ao longo do tempo mesmo com toda pressão externa, seja política, seja da cultura globalizada. E neste sentido quero usar o xamanismo para situar nosso projeto no espaço, dele vem um olhar antropológico que desloca o olhar para além de uma criação fictícia e enxerga a ancestralidade por trás da natureza das coisas e dos povos originários. O xamanismo na cosmologia indígena da América do Sul é a ligação entre mundo visível/invisível por "[...] um princípio geral de energia que unifica o universo: um conceito nativo de poder xamânico ligado ao sistema de energia global; um princípio de transformação pelo qual espíritos e xamãs podem assumir formas" (CEMIN, 1999, p. 14). A tradição de pintar os rostos, usar máscaras, os sobrenomes escolhidos tem também seus simbolismos, a maneira como os rituais de nascimento e morte são realizados, a relação com a natureza é de respeito, porque dela vem o alimento, a água, os remédios, é uma conexão onde um não vive sem o outro. Por isso trouxemos o xamanismo para dar a conhecer um viés da cultura indígena e afro-brasileira, este modo de vida ritualizado, de uma sabedoria externada através da oralidade, passível de interferências externas, mas com um self, que mesmo sendo um conjunto de sensações, emoções, no campo do subjetivo e imaterial, é imutável, é o que resiste apesar das mudanças geracionais. O Bicharada está neste lugar ritualístico, lúdico, que coordena elementos da cultura para construir uma dramaturgia de falas, sons, movimentos, um teatro musical amalgamado pela leveza e beleza das florestas tropicais da Amazônia, que tem tanto a nos ensinar. E como não podia ser diferente, o nosso xamã é o Tracajá Amazônico, que dito assim ninguém fora do Norte irá saber o que é, mas está mais presente do que imaginamos. O Tracajá é uma espécie parente da tartaruga comum na Amazônia e é visado pelo comércio ilegal porque faz parte do cardápio habitual das populações ribeirinhas. Têm como característica manchas amarelas bem visíveis na cabeça. Mede em torno de 45 cm e pesa em média 8 kg. E por isso o Tracajá narra esta dramaturgia, por ser ele próprio vítima do mercado ilegal na Amazônia, vai caminhando em busca de sua música, mas neste andar joga luz em temas como: as queimadas criminosas na Amazônia, a grilagem e o garimpo ilegal, o meio-ambiente e a crise climática, o genocídio de tribos indígenas como foi com os povos yanomami, tão recente que ainda escutamos o choro das crianças e de seus pais. Esse viver que desqualifica nossos ancestrais e sua memória, invisibilizando e silenciando aqueles que são pilares estruturantes da nossa sociedade. O processo criativo desta obra artística teve como inspiração inicial a canônica obra musical "Os Saltimbancos" em que um quarteto de animais cantores se une contra a opressão dos seus patrões, do compositor Chico Buarque de Holanda. Os laboratórios de criação contaram com atravessamentos e releituras das obras e dos legados do clássico ao contemporâneo de artistas, pensadores, filósofos, escritores e ambientalistas como: Vandana Shiva, Davi Kopenawa, Guimarães Rosa, Platão, Manoel de Barros, Ailton Krenak, Eduardo Galeano, David Attenborough entre outros, para encontrar a medida certa da mensagem que os cinco animais amazônicos vão falar, cantar e escutar. A saga do Tracajá desejando e indo atrás da sua própria canção e vozes de seus ancestrais, foi um desafio, o quelônio sobrevive à destruição da floresta amazônica, encontra a Onça Pintada, o Urubu-Rei, o Bicho-Preguiça e a Anaconda. Mestres encantados conduzem o contador de histórias Griô para uma escuta sensível de si, dos outros animais e da floresta. É um espetáculo encantado e encantador, encantado porque coloca em cena a cultura brasileira do Amazonas com suas lendas, crenças, sem perder a magia dos mistérios, mas destaca os costumes que olham pra floresta como extensão da vida e não como riqueza a ser explorada. Encantador porque o Bicharada se tornou um grito vivo em favor da Amazônia, estreou como teatro musical e agora ganha essa nova roupagem, a versão audiovisual, para que possa ser visto por qualquer pessoa dentro e fora do Brasil, ser instrumento para reforçar o sentimento de pertença, ocupando espaço nas escolas públicas de ensino básico. É cedo que se aprende. Assim, de forma resumida, o objeto central é a produção deste curta metragem ficção de 25 minutos, Bicharada, e sua exibição, ao mesmo tempo a partir das oficinas (processo imerso criativo), a releitura da obra como parte desta dinâmica permitirá ter um resultado final (esquetes/ cenas da obra original) a ser apresentado localmente incorporando o olhar artístico de novos atores e atrizes. O Curta será exibido em escolas e centros culturais, nosso cine bate papo, uma sessão comentada. O objetivo é além de mostrar a história do estado do Amazonas, conscientizar para uma atitude ecologicamente responsável, para hoje e gerações futuras. Manaus é o berço da criação do projeto, portanto, mais de 70% da equipe é composta por manauaras, começando a execução nas comunidades Amazônidas. Esse Rede de realizadores é formada por : Programa Arte e Comunidade inserido na Universidade do Estado do Amazonas quem alinha uma comunicação e a mediação com as seguintes comunidades ; Quilombo Urbano de São Benedito ; Parque das tribos ; Colônia Antônio Aleixo ; Livramento ; Prosamim ; Centro de Artes Tarumã que atua na comunidade; Allegriah grupo de teatro inserido e atuante na comunidade ; Compensa; comunidade indígena e fechando a Karapanã, liderada pela indígena e atriz Maria Alice Karapanã. A programação (oficina, apresentação do teatro musical e a exibição na versão audiovisual) irá circular por: Manaus (AM), Rio Branco no Acre, Recife (PE), Belém (PA), Salvador (BA). O que significa que iremos realizar 4 remontagens a partir da imersão cênico teatral a serem realizadas nestas cidades. Serão 10 exibições do Bicharada por localidade, ou seja, 40 momentos de cine bate papo, que prioritariamente serão realizadas nas comunidades indígenas, quilombolas, escolas públicas e centros culturais das periferias. Sobre o processo imersivo de releitura da obra:Nesta oficina a ideia não é focar somente na atuação cênica, mas nos vários elementos que compõe a estrutura de produção da cena. Assim, preparamos os seguintes workshops: Módulo I: Categorias de entendimento do que é o fazer teatral, que do ponto de vista antropológico é perceber como se dá a etapa de pesquisa do espetáculo, a necessidade de ir a campo, conhecer as realidades sociais e como as pessoas se identificam com o Amazonas e a Amazônia. Modulo II: Iniciação teatral (noções básicas da interpretação, voz, corpo, interação), aqui iremos usar a dinâmica da contação de histórias que é uma área do fazer cultural. Módulo III: fábrica de bonecos em formas animadas (são os títeres), como o espetáculo traz a questão mitológica e simbólica, é importante conseguir enxergar as representações imagéticas da floresta e dos povos originários. Cada participante poderá levar seu boneco ao final dos trabalhos. Módulo IV: Hora de pensar a obra pelo olhar da técnica, como iluminar cenicamente um espetáculo, como a sonoplastia interage com artistas e ajuda a contar a história, trilha sonora, cenografia e figurino, a intenção é dar ao artista a dimensão global da obra. Para tanto, é necessária a aprovação junto aos mecanismos e neste edital, a possibilidade de recriar em duas frentes, para o teatro e para o cinema, utilizando tecnologias avançadas de realidade virtual e multiverso. A criação deste trabalho e agora a sua expansão, é resultado da parceria entre Arte e Comunidade que é um Programa da Universidade do Amazonas, Allegriah, coletivo Manauara que atua principalmente nas periferias e nas comunidades de difícil acesso do estado e o InsanaCena, coletivo que converge artistas de muitas áreas e atua nesta ponte entre Brasil e Portugal. Somos um coletivo de coletivos e a junção destas forças requer condições de trabalho e estrutura condizentes com o proposto, por isso a busca pelo patrocínio da Petrobrás, mas também pela identificação de diretrizes, artísticas, sociais e ambientais, temos muita clareza que este projeto é a cara da Petrobrás e do Brasil.

Justificativa

Justificativa cultural Eu não estou aceitando as coisas que eu não posso mudar, estou mudando as coisas que eu não posso aceitar. Ângela Davis As questões sociais contemporâneas passam sempre pela preservação do planeta, proteção ao meio ambiente e seus recursos naturais, desconstrução das relações sociais direcionadas por estruturas socialmente e culturalmente corrompidas, dar lugar de fala a quem tem lugar de fala, dar visibilidade a quem historicamente foi silenciado ou silenciada, criar condições de equidade dentro de um contexto extremamente desigual, respeitar os desiguais ou seja as diferenças, criando políticas a partir das especificidades e não a partir do que se julga semelhante. A cultura e a arte jogam um papel significante neste xadrez que é a dinâmica da vida social. A cultura porque é por onde expressamos e tecemos nossa visão de mundo e a arte porque é materialização deste olhar que contribui para ressignificar pré-conceitos e humanizar processos civilizatórios, porque de fato estamos sempre em permanente evolução. O espetáculo Bicharada facilmente seria usado dentro do campo das ciências sociais como uma categoria de entendimento porque conecta e coloca em destaque elementos (signos e símbolos) da cultura brasileira dos povos da Amazônia. A beleza da dramaturgia, das 13 canções originais criadas para o espetáculo, uma trilha potente de instrumentos, de tratamento dos efeitos sonoros, a construção dos personagens que são os animais nativos, a representatividade dos griôs, mediadores dos saberes populares, dos costumes e crenças, nos faz ter a convicção de que a obra é uma ode à Amazônia como berço da nossa história e à responsabilidade de proteger florestas, biomas e todos os seres vivos que nela estão. E acima de tudo é uma obra cênica para todas as idades, leve, alegre e envolvente, que agora poderá ser acessada em qualquer lugar do mundo, dando a conhecer a riqueza das nossas terras, da nossa gente por um olhar nosso, sem enviesamentos colonizadores. A rede de realizadores culturais envolvida neste projeto dá a dimensão da cultura imaterial e o peso da representatividade, instituições, coletivos e grupos artísticos sociais constituídos por quilombolas, indígenas, jovens artistas negros e negras, mulheres, pessoas LGBTQIA+, líderes comunitários, ativistas ambientais, juntos para criar um produto que ajude o público a conhecer a cultura amazonense, que se perceba como sujeito de direito e dever de proteger as nossas florestas, que ressignifique a postura individual e coletiva diante da percepção do planeta vivo e haja como multiplicador de uma postura responsável e comprometida com o outro, com os outros, esse outro que é diferente, mas igualmente brasileiro. O projeto trabalha em diversas frentes, na formação, criação, difusão e fruição, alcançando um público local e nacional, potencialmente relevante para o engajamento nas redes sociais e realizado com rigor técnico e qualidade artística. Portanto, merecedor do apoio e aprovação neste edital que é um marco na história da política cultural brasileira. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Deslocamentos: O ponto de origem é sempre Manaus ( Amazonas) A equipe é composta por 30 pessoas ( direção, artistas, produção e equipe técnica). trechos: Manaus x Salvador x Recife x Manaus Manaus x Acre x Belém x Manaus

Especificação técnica

o curta metragem será gravado em 4K e uma cópia será entregue na biblioteca pública e enviado para o SAV da Ancine. Finalizado em resolução 4k de 1920 x 1080 ele terá masterização DCP nesta resolução, criando uma pequena área de Pillar Box na projeção, como o aspecto 1.85:1 também cria ao ser projetado na resolução de 1998 x 1080. Masterização: Máster em WMV, AVI, MPEG-4 ou Quick Time (.mov). O WMV é um codec padrão do WMP/PC é o mais recomendado para uso em cinema.

Acessibilidade

Curta metragem ( produto principal) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: Os espaços a serem utilizados, seja para produção e execução do projeto, seja para exibição do curta metragem , serão espaços com rampas, acessos adaptados para cadeirantes, com banheiros também adaptados. No cinema, espaços próprios para pessoas com obesidade ou limitação motora. Acessibilidade no aspecto auditivo: Tradução em libras, legenda descritiva Acessibilidade no aspecto visual: audiodescrição, placas indicativas em braile, programa impresso em braile. Acessibilidade no aspecto intelectual: protetores auriculares, óculos escuros descartáveis e um profissional especializado em educação especial contratado para a equipe. Montagem de espetáculo teatral ( produto secundário) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: Os espaços a serem utilizados, seja para produção e execução do projeto, seja para exibição do curta metragem , serão espaços com rampas, acessos adaptados para cadeirantes, com banheiros também adaptados. No cinema, espaços próprios para pessoas com obesidade ou limitação motora. Acessibilidade no aspecto auditivo: Tradução em libras, legenda descritiva Acessibilidade no aspecto visual: audiodescrição, placas indicativas em braile, programa impresso em braile. Acessibilidade no aspecto intelectual: protetores auriculares, óculos escuros descartáveis e um profissional especializado em educação especial contratado para a equipe. Oficinas ( produto secundário) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: Os espaços a serem utilizados, seja para produção e execução do projeto, seja para exibição do curta metragem , serão espaços com rampas, acessos adaptados para cadeirantes, com banheiros também adaptados. No cinema, espaços próprios para pessoas com obesidade ou limitação motora. Acessibilidade no aspecto auditivo: Tradução em libras, legenda descritiva Acessibilidade no aspecto visual: audiodescrição, placas indicativas em braile, programa impresso em braile. Acessibilidade no aspecto intelectual: protetores auriculares, óculos escuros descartáveis e um profissional especializado em educação especial contratado para a equipe.

Democratização do acesso

O projeto é feito e executado por pessoas que estão dentro das comunidades quilombolas e aldeias indígenas. E o projeto parte desta premissa de inclusão e ao mesmo tempo de dar voz e visibilidade para o que produzido dentro destes espaços. Na circulação iremos ter bate-papo para falar do processo criativo e com isso vamos convidar projetos sociais e escolas públicas, com exibição do Curta metragem Bicharada. São 5 cidades, 5 escolas atendidas, 250 alunos convidados. Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA BICHARADA Direção Geral: Gislaini PozzettiCoprodução: Programa Arte e Comunidade e Associação Cultural InsanaCenaCoordenação Geral: Amanda AyresGestão de Projeto: Guto Martins DIFUSÃO AUDIOVISUALDifusão: Amanda Ayres, Rafa Monteiro, Mariana Vasconcelos, Du Teixeira, MateusMagalhães, Guto Martins, Rhea Kneifati.Streaming Broadcast : Guilherme CarvalhoProdução : Jackeline MonteiroAssistência de Produção : Márcia MoucaCaptação de Imagem e Fotografia : Pedro Gonçalves OFICINAS FORMATIVASCenografia : Andrea NogueiraIluminação: Lu MayaDramaturgia: Mariana Vasconcelos, Amanda Aguiar Ayres.Música Cênica: Wive Melo, Tarcísio Braga, Stivisson Menezes, Matheus Magalhães.Interpretação: Du Teixeira, Chico Caboclo, Maria Alice Karapanã, Rafaela MonteiroManipulação: Guto Martins, Magnum soares, Aguinaldo SilvaFigurino: Papoula Dessana, SodohiuMediação Cultural: Amanda Ayres, Karen Barbosa, Maria Alice Paulino Karapanã, ChicoCaboclo, Keven FerreiraDireitos Humanos, a floresta como ser: Rhea KneifatiProdução Cultural: Jackeline Monteiro, Gislaine PozettiAssistência de Produção : Márcia Mouca ELENCO DE APOIO MONTAGEMCoordenação Geral: Amanda AyresEncenação: Nonato tavaresDireção teatral ( Voz e Marionetes) : Guto MartinsDireção Musical: Tarcísio BragaCenografia: Andrea NogueiraIluminação : Lu MayaAudiovisual: Pedro GonçalvesDocumentarista : Pedro de FelippisFigurino:Papoula Dessana, SodohiuDireção de produção: Gislani PozzetiProdução Executiva: Jackeline MonteiroAssessoria de Imprensa: Juliana BelotaAssistente de Produção: Márcia Mouca Gislaini Pozzetti ( proponente, gestora financeira, direção de produção) Professora do Curso de Teatro da Universidade do Estado do Amazonas Pesquisadora colaboradora no CNPq do Grupo de Pesquisa Tabihuni: Núcleo de Pesquisa e Experimentações das Teatralidades Contemporâneas e suas Interfaces Pedagógicas. Socorro Papoula Natural de Manaus/AM. Sou mãe de 5 filhos adultos. Atriz, bonequeira, figurinista, aderecista e artesã. Iniciou na área artística, na década de 1970, mas precisamente em 1976. São 48 anos de atividade artística, fazendo parte de vários grupos de teatro do Amazonas: Gruta, Pé na Terra, Pombal, Origem e Cia Vitória Régia. No audiovisual, participou do filme "A Floresta de Jonathas". Foi presidente da Federação de Teatro do Amazonas- FETAM por 3 vezes. Guilherme Carvalho Guilherme Carvalho é presidente da Associação dos Moradores do Jardins Mangueiral - AMOR JM e vice-presidente do Conselho de Transparência e Controle Social do DF (CTCS). Foi integrante do Conselho Distrital de Segurança Pública do DF (CONDISP) e também participou de conselhos nacionais de políticas públicas no âmbito da Cultura. Na área audiovisual, dirigiu e editou filmes como “Bubônica?, ”Embaixo da terra” e foi assistente de direção no documentário: “Contendo Histórias, Revelando Tradições”. Atualmente produz vídeos em realidade Virtual 360º e é idealizador e coordenador do FILMAÊ - festival de cinema produzido por celular. Há mais de 10 anos desenvolve pesquisas e oficinas sobre interação na transmissão de espetáculos pela internet, fruto de Mestrado pela Universidade de Brasília-UnB (2011). Idealizou o Portal de Artes www.MeVer.com.br onde, dentre os espetáculos, festivais e mostras transmitidas ao vivo pela internet, destacam-se o projeto Me Vê no Circo, difundindo 7 grupos (com patrocínio do FAC), os espetáculos Pitomba Online (UnB e SESC FestClown-DF), Mostra Zezito de Circo, Mostra Mestres do Circo, e Pipino Online (México, SESC- Brasília e SESC - Piauí). Recentemente, em parceria com o "Arte e Comunidade", em maio, foi editor ao vivo da criação luso-brasileira "Bicharada", mesclando a linguagem da animação com videoclipes e atmosferas sonoras. Parceria pela qual, também, lançou o documentário "Contando Histórias, Revelando Tradições", com foco na arte educação em telepresença, em que foi assistente de direção. Atualmente é parceiro do curso de Artes Cênicas da Universidade do Estado do Amazonas - UEA onde já dirigiu a produção conjunta entre as disciplinas do último semestre, em telepresença e realizou processo de co-criação na disciplina Laboratório de Encenação. Du Teixeira Hoje residente na cidade de Fundão/ES - Brasil, Du Teixeira é ator, diretor, produtor e preparador de elenco. Com vasta experiência no teatro e cinema. Formado em Artes Cênicas/Bacharel em interpretação pela Universidade Federal de Ouro Preto. Iniciou sua carreira profissional como ator em sua cidade natal, Ouro Preto/MG - Brasil, com peças teatrais, curtas, medias - metragens e programas de rádio entre os anos de 2004 e 2012, destacando espetáculos como: “Amoroscuro”, da CIA InsanaCena; “Verdades de Papel” da CIA 2x2 e “A Rosa H” da CIA Camelot. No audiovisual, o Media metragem; “Mestre Antônio” dir. Romulo Almeida e o Curta Metragem; “O CaraPassa” dir. Necessio Pereira. Na rádio, programa “Interferência” da Radio Real FM. Após receber o título de bacharel em interpretação em 2010, ainda em Minas Gerais, continuou sua pesquisa buscando se aperfeiçoar na área; em meados de 2010 a 2012 esteve presente em diversos cursos e workshops como: “O Ator em cena” com João Eduardo Meireles; “Curso de composição para atores” com Rita Clemente; “Teatro Físico, Vibração E Troca Humana” com Luiz Augusto Martins (Farm in The Cave); “Mímese Corpórea” com Renato Ferracine (CIA LUME); “Técnicas Circenses” com João Batista Pinheiro Neto (Circo Volante). De 2013 a 2021, com passagens pelo Rio de Janeiro, São Paulo e Espirito Santo - Brasil, participou como ator, produtor, preparador de elenco e diretor em vários projetos: "Casa Nova", filme de Luke Hammons; “Connessione Rio”, filme de Marcelo Ribeiro; “Amarração do amor”, Filme de Caroline Fioratti; “Tapas e Beijos”, serie - Tv Globo; “Jornal Sensacionalista”, programa de TV - MultiShow; “Mal Casado”, Filme de Rafael Machado; “Alforia”, Filme de Bruno Rubin; “Cirque Du Soleil”, vídeo institucional do espetáculo - “Ovo”; “A Clínica” vídeo institucional - Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro; “Se Eu Fosse Nelson”, peça da CIA Faran, dir. Delson Antunes; “Bicharada” teatro áudio-fônico da CIA InsanaCena. Nos intervalos entre um projeto e outro, participou de inúmeros cursos profissionais, alguns que se destacam: “IAS - International Acting Studio” com: Walter Lima Jr., Ciça Castello, Patrícia Carvalho, Yoya Wursch e Gilberto Nascimento.; “Preparação De Atores Para O Cinema” com Fátima Toledo; “Técnicas De Improvisação Como Espetáculo” com Alexis Nehemy (CIA IMPROPRIA); “Técnica Haber Philosophy” com Gilberto Nascimento - afiliado ao Studio Marger Haber em Los Angeles; “Workshop Chubbuck Technique” com Maria Psomas. Nonato Tavares Nonato Tavares é um renomado diretor de teatro, ator e cenógrafo brasileiro, conhecido por sua dedicação e contribuições significativas para as artes cênicas. Nascido em Auati-Paraná, município de Fonte Boa, Alto Solimões, Amazonas, ele é um verdadeiro ícone do teatro amazônico. Fundador e diretor da Cia Vitória Régia desde 1982, Nonato Tavares tem sido uma figura central no cenário teatral do Amazonas. Ao longo de sua carreira, ele acumulou uma impressionante lista de trabalhos, atuando como presidente, diretor, ator e cenógrafo em diversas produções. Seus principais trabalhos incluem peças como "Dessana", "A Maravilhosa Estória do Sapo Tarô-Bequê", "A irresistível ascensão do Boto Tucuxi", entre outras. Além de seu trabalho no teatro, Nonato Tavares também se destacou em outras áreas das artes cênicas. Ele atuou como assistente de direção de arte em filmes como "Silvino Santos, o cineasta da selva" e "A revolta dos carnudos", demonstrando sua versatilidade e talento além dos palcos. Ao longo de sua carreira, Nonato Tavares recebeu inúmeros prêmios e reconhecimentos por seu trabalho, incluindo o Prêmio Mambembe, o Prêmio Funarte Myriam Muniz de Circulação e o Troféu MAMBEMBE, entre outros. Além de suas contribuições para o teatro, Nonato Tavares também é conhecido por seu envolvimento em projetos comunitários e educacionais. Ele administrou o Espaço Cultural Casa de Luz em Manaus de 1990 a 1997 e foi presidente da Federação de Teatro do Amazonas de 2003 a 2004. Sua paixão pelo teatro e seu compromisso com sua comunidade o tornaram uma figura respeitada e admirada no cenário cultural do Amazonas. Atualmente, aos 61 anos, Nonato Tavares continua a deixar sua marca no mundo das artes cênicas. Sua dedicação e talento continuam a inspirar gerações de artistas e espectadores, deixando um legado duradouro no teatro amazonense e além. Guto Martins Multiartista brasileiro estabelecido em Portugal, natural de Santa Bárbara – Minas Gerais, com formação enquanto encenador , diretor teatral, diretor de palco, dublador, marionetista, bailarino e ator. Com vasta experiência em teatro de rua, teatro físico, teatro de marionetas e dança contemporânea. Mestre em Encenação Teatral pela Escola Superior de Teatro e Cinema, Lisboa, Portugal. Bacharel em Direção Teatral pela Universidade Federal de Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil. Doutorando em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa especialidade de Etnomusicologia.Técnico em Dança Contemporânea pelo Investiga Dança de Ouro Preto, Minas Gerais. Técnico em Dublagem pela DuBrasil, São Paulo. Marionetista pela Escola de Bonecos de Mariana, Minas Gerais, Brasil. Atua como professor na área de artes cênicas desde 2007, seja em projetos sociais no Brasil, ou professor universitário de teatro na Universidade do Estado do Amazonas, onde entre os anos de 2020 e 2022 foi responsável pelas disciplinas:Expressão Vocal, Sonoplastia e Canto para o Teatro. No ensino formal em Portugal trabalha com primeiro, segundo e terceiro ciclo desde 2023. Atualmente é professor de Interpretação Teatral no curso profissional de Teatro do Agrupamento de Escolas da Bemposta - Portimão. Foi professor de teatro no Agrupamento de escolas das Ferreiras e Artista Pedagogo pelo Plano Nacional das Artes pela Escola Secundária de Albufeira (ESA) 2023 com o projeto "Eu Quero Ser Xapiri". Com uma trajetória profissional que se iniciou em 2010 nas artes cênicas, ele participou em mais de 40 produções nos seguintes países: Brasil, Portugal, República Tcheca, Eslováquia, França, Peru, Rússia, Macedônia, Eslovênia, Holanda e Romênia. Encenou espetáculos na República Tcheca, Brasil e Portugal. Suas colaborações envolveram trabalhos com companhias, como o Estúdio Internacional de Teatro Físico Farm in The Cave em Praga, República Tcheca; a Nome Próprio Companhia de Dança no Porto, Portugal; a Amálgama Companhia de Dança em Lisboa, Portugal; Pigmalião Escultura Que Mexe em Belo Horizonte, Brasil; S.A Marionetas em Sintra, Portugal; Teatro Da Figura em Belo Horizonte, Brasil; Mambembe em Ouro Preto, Brasil; DiNinguém Núcleo de Investigação em Dança em Ouro Preto, Brasil; Chapitô Escola de Circo em Lisboa, Portugal; Museu da Marioneta em Lisboa, Portugal; FAMU - Academia de Filme em Praga, República Tcheca; TVI em Lisboa, Portugal; Palácio Das Artes em Belo Horizonte, Brasil Amanda Ayres É Professora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Atriz e Diretora Teatral. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (PPGAC-UFBA), na linha de Pesquisa: Processos Educacionais em Artes Cênicas. Possui Mestrado (2013) e Especialização (2011) em Educação, pela Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB). É Graduada (2006) em Artes Cênicas pelo Departamento de Artes Cênicas da UnB. Atua principalmente nos seguintes eixos: Teatro, Comunidade, Processos Criativos, Educação e Tecnologias Contemporâneas. Na Universidade do Estado do Amazonas (UEA) coordena o projeto Arte e Comunidade desde 2013 espaço que tem construído redes entre comunidades, instituições, artistas e mestres (as) da cultura popular. O projeto já estabeleceu redes em diferentes territórios como Distrito Federal, Amazonas, Salvador, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Espirito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Lisboa - Portugal. Possui pesquisas e trabalhos artísticos no campo do Teatro e Tecnologias Contemporâneas desde 2008, espaço em que já coordenou e dirigiu uma série de espetáculos e experimentos artístico-pedagógicos de modo a propor a composição de uma linguagem híbrida que agrega: Artes Cênicas, Áudio visual, Teatro Radiofônico, Música e Elementos Visuais do espetáculo Tarcisio Braga Tarcísio Braga é docente do Curso de Música na Universidade do Estado do Amazonas, em Manaus, onde coordena o Laboratório de Percussão e o Grupo de Percussão do Amazonas. Possui graduação em Música - Bacharelado em Instrumento Percussão pela Universidade Federal de Minas Gerais, e Mestrado em Performance em Percussão também pela UFMG. Principais áreas de atuação consistem em performance musical, gravação e ensino incluindo âmbitos diversos como a música de concerto, instrumental brasileira, jazz, rock, ópera e música contemporânea. Baterista, percussionista, compositor e educador; sua atuação diversificada inclui música instrumental brasileira, sinfônica orquestral, jazz, rock, ópera e música nova. Vem se dedicando ao estudo dos sons e as reações sutis do corpo humano. Em seu trabalho solo desenvolve uma relação intuitiva na construção de plataformas musicais improvisadas, livres e orgânicas. Atua produzindo interações musicais em grupo que primam pela criação e improvisação em tempo real, onde a sensibilidade é aguçada para captar o momento e o pensamento musical que se concretiza no instante da ação. O artista concebe seu trabalho como uma forma de manifesto: voltando ao simples, ao singelo. Um tipo de fazer musical implicado na livre improvisação, música como mergulho, como reconexão, acessando camadas sensíveis. Música sobre-vivência! Propõe uma experimentação musical a partir dos atravessamentos do ambiente e dos corpos presentes, rompendo com formas usuais de executar um concerto/apresentação, provocando uma desterritorialização, processo que requer uma outra escuta, transpondo referências musicais-sonoras estruturadas. No trabalho "Música e os ritmos do meu coração" gravou e processou seus próprios batimentos cardíacos criando uma plataforma interativa sonora para tocá-los junto com improvisações no pandeiro brasileiro. Transcreveu os padrões rítmicos do ritual Morcego dos povos Tikmu´un no projeto "O canto dos Maxacali" da Universidade Federal de Minas Gerais. Como compositor, produziu trilhas sonoras originais para teatro. Como baterista, percussionista e pianista participou de 3 edições do programa SESC Instrumental Brasil (artistas Felipe José, Antônio Loureiro e Rafael Macedo). A partir de 2017 em incursões na mata amazônica, nos entornos de Manaus, realiza gravações field recording, dando início a um acervo de sons da floresta, as quais foram a semente embrionária do duo Miri. Rafaela Monteiro Arte-educadora brasileira criada na cidade de Manaus, natural de Tefé — Amazonas, residindo atualmente na capital de São Paulo, com formação completa enquanto atriz e professora pelo curso de Licenciatura em Teatro pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Com experiência em teatro naturalista, teatro performativo, teatro infantil, teatro em telepresença, curta metragem etc. Atua na área das artes cênicas desde o ano de 2018, participando de diversos espetáculos como “Feliz Aniversário”, “Oceanos [In process]’, “22 Lâminas”, “Aquário”, “Roque Severino”, Bicharada e a Saga do Som”, “A Construção do Teatro Amazonas” e o curta “Ultimamente ninguém se vê por aqui”. Além dos projetos educacionais e sociais dentro da comunidade como “Encantados" e "A Escrita criativa como metodologia para criação de histórias" na escola pública de Manaus. Redigiu a crítica sobre o espetáculo “O que se passa dentro de mim” do Grupo Cochicho na Coxia do Rio de Janeiro, publicado pela Revista Experimento/a no ano de 2021. Colaborou em processos que contaram com artistas de outros estados e do exterior, sendo eles de Brasília, Minas Gerais e Portugal, assumindo funções como de assistente de direção, dramaturgista, dubladora e atriz. Mariana Vasconcelos Mariana Vasconcelos inicia seus estudos teatrais no âmbito profissional no Curso técnico em Arte dramática da Fundação Clóvis Salgado (2004-2006), em Belo Horizonte - MG. Foi co-fundadora do grupo Uma Companhia (2007-2015), onde dedicou-se à pesquisa da linguagem improvisacional: Impro - Improvisação como espetáculo, atuando como atriz em diversos festivais e eventos nacionais e internacionais. Entre 2007 e 2012, conclui a licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Desde então começa a trabalhar como Arte-educadora em diferentes projetos de descentralização e inclusão através do ensino do teatro. Nesta mesma altura suscita -lhe maior interesse sobre os estudos do movimento, da dança e da fiscalidade do ator. Em 2014 inicia pesquisa com a palhaçaria e integra a equipe fixa do grupo Uniclown, onde atua como palhaça em hospitais, maternidades e lares de idosos.Muda-se para Portugal em 2016, onde intensifica sua pesquisa sobre o movimento no Centro de estudo do movimento - CEM e no Fórum Dança. Na sequência ingressa no mestrado em Artes Cénicas pela Universidade Nova de Lisboa - FCSH/UNL(2017-2019). Integra o coletivo luso-brasileiro InsanaCena, onde tem atuado como atriz dos seus espetáculos, tendo criado o seu primeiro solo: HAVERÁ. Também é actriz convidada e parceira em projetos pedagógicos junto a Associação Folha de Medronho, em Loulé e integra a equipe de professores dos Projetos artísticos do Conservatório de Música e Artes de Lagos. Matheus Magalhães construtor e artesão do bambu, fundador do ateliê e oficina Bambu Salva, produziu peças e obras orgânicas, para empresas focadas na bio-construção em São Paulo e Minas Gerais, responsável por montagens técnicas a partir de estruturas vegetais , em paralelo é conhecido artisticamente como Uhsaga, enquanto músico, compositor e produtor que traz em sua poesia um apelo à preservação da natureza e denúncia do descaso humano. Sua música varia entre batidas dançantes e críticas profundas, incorporando ritmos de rap, reggae e experimentações inspiradas nas montanhas mineiras, nas paisagens do cerrado, da mata atlântica e na vida selvagem. Nascido em Congonhas/MG (1991), produz desde 2004 no cenário musical. Autodidata, multi-instrumentista e produtor musical e sonoplasta, também ecria arranjos, paisagens sonoras e desenhos de som para peças teatrais. Idealizador do projeto Rootstudio, ele colabora com artistas independentes e se dedicou ao estudo de softwares de edição sonora.Seu percurso inclui parcerias com grupos como Grupodianba, co-fundação da associação U.C.R., e a idealização do projeto Rootstudio. Em 2008, lançou seu primeiro álbum solo, "Da Mata ao Mundo." Matheus também é diretor musical, sonoplasta e produtor de eventos.Seu compromisso com a natureza o levou a co-organizar o Eco Festival em São Thomé das Letras/MG em 2019. Em 2020, dirigiu musicalmente o projeto "Bicharada na Floresta," uma parceria com a InsanaCena, e o diretor teatral Guto Martins como parte da Lei Aldir Blanc. Uhsaga é uma voz engajada que une música e consciência ambiental para enfrentar os desafios do desenvolvimento insustentável. Rhea Kneifati Rhea Kneifati é uma advogada sírio-canadense especializada em direito penal internacional, direitos humanos e direito de refugiados. Antes de iniciar sua carreira jurídica e humanitária, ela estudou artes, literatura e comunicações (mídia), com foco em produção cinematográfica, no Collège Jean-de-Brébeuf em Montreal, no Canadá. Nesse contexto, ela participou de vários projetos teatrais e cinematográficos como atriz, escritora, cineasta, cinegrafista e editora de filmes. Em seguida, ela iniciou uma especialização em história da arte na Universidade de Montreal, com cursos em teatro e cinema. Como advogada, trabalhou para escritórios de advocacia privados no Canadá, bem como para várias instituições internacionais, como o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Síria, Jordânia, Iraque, Romênia, Egito, Trinidad e Tobago), Advogados Sem Fronteiras (Guatemala), a Corte Interamericana de Direitos Humanos (Costa Rica) e o Tribunal Penal Internacional (Países Baixos). Atualmente, ela está baseada em Portugal, trabalhando como assessora jurídica e investigadora em crimes internacionais para diversas ONGs em vários países. Stivisson Menezes Correia Stivisson Menezes Correia, manauara, Pedagogo e Mestrando em Educação em Ciências na Amazônia pela UEA. É presidente da CIRFABAM - Cooperativa de Instrutores e Regentes de Fanfarras e Bandas do Amazonas. Estudou percussão popular no Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro e em projetos de extensão da UEA-ESAT desde 2012. Professor e Músico-Percussionista popular, rudimentar e de bateria na cidade local. Iniciou o contato com a Música/Percussão nos Desbravadores e na Fanfarra da Escola Estadual Presidente Castelo Branco (Fanfênix), em 2009. Músico do espetáculo de teatro “Cabaré Chinelo” com a cia de teatro “Atêlie 23” de grande repercussão na cidade de Manaus (ainda em cartaz) e com temporada realizada no Festival Internacional de Teatro 2023 em Rio Preto - São Paulo. Atuou no grupo instrumental Manacanto em Manaus, Suíça e Áustria de 2018 a 2021 em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Vencedor do Concurso Jovem Instrumentista no Amazonas Green Jazz Festival - 2022 em um projeto duo instrumental de percussão e violão popular junto ao violonista Raphael Moraes. Atua como sonoplasta e músico no grupo de Arte e Cultura “Allegriah”. É Mentor de Bateria e Percussão na Casa Som Amazônia. Foi Instrutor de percussão de Bandas e Fanfarras no projeto “Pra ver a Banda Passar I e II - 2022/2023” pela Federação Amazonense de Bandas e Fanfarras. Colaborador no projeto Cidade do Jazz com a "Mostra de Fanfarras 2023" com apoio da Fundação Rede Amazônica. Chico Caboclo Francisco Pedro Pinto Vieira, nascido no dia 02 de setembro de 1990, no município de Barreirinha, no distrito das Pedras, ao Norte de Parintins, ao leste do Pará. Desde a infância teve contato com o teatro. No início da fase da vida adulta viajou pela Região Norte pesquisando e produzindo experimentações artísticas. Nos últimos 5 anos, tem vivido em Manaus-AM, onde tornou-se acadêmico de Teatro pela universidade UEA, ator pela cia Vitória Régia, e pesquisador por diversos grupos coletivos que trabalham com teatro, saúde, educação e contato com a natureza. Atualmente focado na carreira artística de ator participando de diversos trabalhos. Maria Alice Maria Alice Paulino de Souza é uma mulher indigena, amazonense e liderança do povo Karapanã. Artista e educadora indigena dedicada ao fortalecimento da educação escolar de seu povo e à promoção da cultura e dos direitos dos povos indígenas. Nascida no Brasil, Maria Alice é casada e atualmente reside em Tarumã Açú, Manaus. A Arte Educadora Indigena Maria Alice tem como objetivo contribuir para a área da educação escolar indígena, buscando dar continuidade às conquistas dos povos indígenas e promovendo o conceito de "bem viver" de forma intercultural. Sua jornada acadêmica inclui o curso de Licenciatura em Teatro na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), onde está atualmente vinculada. Além de sua formação acadêmica, Maria Alice participou de uma variedade de cursos e capacitações. Ela obteve competências em informática e cidadania através do SEBRAI/AM e CDI/AM, bem como em informática empresarial e avançada pelo SEBRAE/AM. Sua dedicação à causa indígena é evidente em sua participação na conferência nacional de educação escolar indígena promovida pela SEDUC, assim como em oficinas e seminários relacionados à cultura indígena e políticas públicas para os povos indígenas, bem como ações artísticas e performativas enquadradas neste tema. Maria Alice também possui experiência profissional como professora bilíngue indígena na Secretaria Municipal de Educação (SEMED) e como professora de Arte Educação. Sua ampla experiência e compromisso com a educação e os direitos dos povos indígenas a tornam uma figura inspiradora e influente na comunidade educacional, Maria Alice Paulino de Souza continua a dedicar-se ao avanço da educação intercultural e à valorização da diversidade cultural em sua comunidade e além dela. Magnum Soares Nasceu em 1996, Minas Gerais - Brasil. Em 2012, iniciou-se em Belas Artes com a orientação do Mestre Elias Layon. É formado em Dança pela Escola de Bailados de Mariana. Formado em Teatro de Marionetas pelo mestre argentino Catin Nardi na Companhia Navegante, onde trabalhou em espetáculos e intervenções de rua. Em 2018, concluiu o curso de Dança-Teatro FOR DANCE THEATRE na Companhia Olga Roriz. De 2018 a 2023 foi bailarino na Companhia Nome Próprio no espetáculo Margem do coreógrafo Victor Hugo Pontes. Em 2019 integrou o elenco do espetáculo A Laura quer! e em 2022 do espetáculo Concerto n.º 1 para Laura, de Sílvia Real e Francisco Camacho. É intérprete no projeto Pequenos Poemas do Agora - Lá Fora, de Marina Nabais (2020/23), BRASA de Tiago Cadete (2021) e atualmente integra o elenco da remontagem do espetáculo GUST de Francisco Camacho. Diretor artístico da associação cultural Universo Paralelo. Em cocriação com Adriana Melo criou duas obras de teatro de Marionetas e formas animadas. A Caravela Desconhecida(2020) e Augusto e Benjamin à procura da terra do nunca (2023). A solo criou RAÍZES (2022) um espetáculo de dança documental e autobiográfico que tem como ponto de partida problemáticas envolvendo o extrativismo em Minas Gerais – Brasil. No seu percurso artístico conta com colaborações com outros criadores, como Olga Roriz, Leonor Barata, Marta Jardim, Miguel Linares, Guto Martins e Sara Montalvão. Sioduhi Paulino de Lima Nascido em 1995, do Povo Piratapuya, Alto Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira (AM). Estudante de MBA em Negócios e Estética da Moda pela ECA USP, Fundador e criativo da Sioduhi Studio, Pesquisador e desenvolvedor da tecnologia Maniocolor, corante têxtil à base de casca de mandioca. Através das criações o Sioduhi expressa o orgulho da origem e a resistência originária. E vem estabelecendo uma nova conexão a valores e territorialidades ancestrais – Rio Negro, Amazônia, Pindorama, Tahuantinsuyo e Abya Yala – que refletem o tempo-espaço, o passado, o presente e o futuro, simultaneamente. Participou da 5ª e 6ª edição Brasil Eco Fashion Week e é vencedor do Prêmio Ecoar. Tem como referência o futurismo indígena. Juliana Belota Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam/2001), mestrado em Sociologia, pela Ufam, 2012. Participou como produtora executiva e atriz nos espetáculos: "A Cabanagem”(Grupo Origem)/direção Chico Cardoso; “Mateus-Mateusa”(ARãQuiRi)/direção Nonato Tavares; “As desgraças de uma cria”/(Cia Vitória-Régia),direção Nonato Tavares. Ganhou Prêmio de Montagem da SEC-AM (2004), com o espetáculo "As casas do tempo: uma releitura do Mito Tukano da Criação”/ (Grupo Salamandra)/ direção Sheilly Callefi e Juliana Belota. É coordenadora do programa Arte e Comunidade do Núcleo de Extensão em Artes Cênicas da UEA/FloNA do Purus e integra o programa de extensão Escola Humanizada de Aplicação da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), tendo atuado no evento global “Crianças Vs Aquecimento Global” que envolve as escolas da rede pública da cidade de Manaus, do Brasil e do Mundo. Dirigiu os documentários “Aru: mudanças climáticas, um olhar indígena” (SDS/AM, 2006); “Depois do azul”, sobre o tratamento dos córregos de água limpa, em perímetro urbano na cidade de Manaus (Festival de cinema/SEC, 2002) e Aldeia Brasil, (TV Cultura, 2004). É autora dos artigos “Manaus investiga o destino de recursos públicos utilizados na privatização do sistema de abastecimento de água”, que integra o livro “A privatização da água na cidade de Manaus e os impactos sobre as mulheres”, do Instituto Equit; “O uso do calendário astronômico Desana, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé/AM, que integra o livro Processos de territorialização e identidades sociais (UFSCar/Ufam/Ufac,2012); Dalla pandemia allántidemocrazia, na revista italiana Gli Asini, publicado também na revista colombiana, Mundo Amazônico. Atualmente, é curadora do Eco-Educação Interativa na plataforma do Projeto Photo Amazônica e atua como pesquisadora colaboradora no Laboratório de Manejo de Fauna (LMF/Inpa/ Programa RedeFauna). Organizou diversas publicações, tais como: o Livro de Unidades de Conservação do Estado do Amazonas (SDS/2006), e publicações do ProManejo/Ibama sobre o Manejo Florestal (2008). Atuou como membro do corpo editorial da revista Jirau (ProVárzea/Ibama, 2007). É consultora da Retten Den Regenwald, na área de identificação, planejamento e implementação de projetos de conservação da floresta tropical, em comunidades indígenas, no estado do Amazonas Pedro Gonçalves Artista, produtor cinematográfico e escritor. Graduado em Audiovisual pela Universidade do Estado do Amazonas (2018) e formando em Direito pela Universidade Paulista UNIP. Atua no setor audiovisual desde 2018, com mais de 100 produções realizadas, desde filmes independentes até vídeos institucionais. Foi produtor e montador do videoclipe "Amazonas" (2017) da cantora amazonense Karine Aguiar, diretor do documentário "Contando Histórias, Revelando Tradições" (2021) e diretor de produção do documentário "Camylla Bruno", projeto ganhador do Prêmio Conexões Culturais - Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. Também produziu filmes de ficção como "Desconexo" (2016), "Fio Branco" (2017)e foi produtor de encontros importantes como a live realizada com a escritora Angela Davis e a Universidade do Estado do Amazonas (2020), e com o escritor Boa Ventura de Sousa Santos e a Universidade do Estado do Amazonas (2020). Além disso, foi diretor e produtor de algumas animações lançadas pela TV Lepete (Universidade do Estado do Amazonas), como "Paricatuba é Lugar de Bicho Grande", "Macacada Manauara" e "Dois Sauins". Atualmente, atua como diretor da TV Lepete e produtor cinematográfico independente. Márcia Muca Márcia Muca é especiliasta em Gestão e Produção de Eventos. É Bacharel em Turismo pela Universidade do Estado do Amazonas. Iniciou carreira artística em 2012 no Cerimonial da UEA, onde atuou na organização e planejamento dos eventos científicos e artísticos, atuando como apoio na programação da Mostra de Teatro da UEA de (2013 a 2018), Mostra Plínio Marcos (2015), Os Pastores do Amazonas (2014), bem como no apoio às produções artísticas dos Grupos de Teatro da UEA: TEU, Drummond na Parada, Arbítrio, entre outros. Atuou também como atriz no Espetáculo Teatral "Natal de Todos os Tempos" (2015), e como bailarina no Grupo de Dança Belíssimas do Oriente (Projeto da UEA) de 2014 a 2016. Keven Sobreira Ferreira Possui experiência na área de Arte Educação, Teatro, Cultura Popular e Comunidade. É licenciado em Teatro pela Escola Superiorde Artes e Turismo da Universidade do Estado do Amazonas (2018), é especialista pela especialização em pesquisa nos espaços educativos (2022). Atua profissionalmente nas escolas públicas da Secretarias Municipal de Educação e Secretaria estadual de Educação e Desporto do Estado do Amazonas (2020). A sua trajetória artística é marcada pelo contato entre o aspecto educacional eartístico, tendo produzido muitas criações artísticas no espaço escolar. A sua formação artística se inicia no Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro (2012), tendo participado de várias obras teatrais que experimentaram várias vertentes da linguagem teatral, como:Teatro de Rua, Musical, Dança-Teatro, Teatro Político, Teatro infantil, Commedia dell'arte, dentre outras. Na universidade (2015-2018), enquanto acadêmico de Teatro e pesquisador,desenvolveu projetos que tinham como foco a relação das Artes com as manifestações da Cultura Popular. No âmbito educacional (A Partir de 2020), atua enquanto professor de Artes nas secretarias de educação, sempre propondo criações coletivas em cada linguagem artística: música, dança, teatro,artes visuais. Karen Barbosa Santos Artista preta periférica, puta e feminista. Ela se formou em pedagogia pela Uninorte em 2015 e atualmente está se graduando em licenciatura em teatro. Além disso, é contadora de histórias afro-brasileiras e oficineira de abayomis, utilizando a arte como forma de resistência e comunicação com a comunidade, de 2020 a 2022. Participou de uma residência artística pela Plataforma Ribanceira em 2022 e atuou como performer no exercício de Abaporutação durante as temporadas de 2022 a 2023. Também foi performer em mostras de dança e teatro de 2022 a 2023 na Universidade do Estado do Amazonas (UEA-ESAT) e é pesquisadora no projeto de extensão da UEA sobre Riso e bufonaria: Estudos teóricos e práticos em performance política. Wive Melo Wive Melo, nascida em Salvador em 1973, é uma multiartista de uma família de músicos. Iniciou sua jornada artística desde cedo, explorando diversas formas de expressão através das artes. Nos últimos anos, concentrou sua expressão na música, iniciando seus estudos na área em 2000, através de cursos de extensão na escola de música da UFBA e começando a compor utilizando percussão e canto. Em 2012, deu início ao projeto "O Pulso e a Pele com Wive", oferecendo oficinas de pandeiro em Salvador, São Paulo e Curitiba. A partir de 2013, retornou a Salvador e passou a oferecer oficinas e aulas regulares de pandeiro em praça pública, especialmente direcionadas para mulheres, dando origem ao movimento feminino da "Pandeiroterapia". Esse projeto vem causando transformações significativas na vida de seus alunos, especialmente nas mulheres que buscam aprender a tocar o pandeiro. Além disso, Wive Melo realiza um trabalho independente, oferecendo oficinas em diversos locais, incluindo a Caixa Cultural e o CAPS do Pelourinho. Ela também idealizou vivências de aulas com música ao vivo, permitindo que seus alunos pratiquem com músicos profissionais e participem de eventos como o Festival Coreto Hype. Wive não se limita ao pandeiro, compartilhando seus conhecimentos em outros instrumentos de percussão, como a Moringa Sonora, e estabelecendo parcerias com artesãos para fabricação desses instrumentos. Recentemente, Wive Melo começou a desenvolver um novo projeto dentro d'O Pulso e a Pele: "Wive Melo e As Empandeiradas", uma orquestra feminina de pandeiro composta por suas alunas. Esse projeto visa capacitar as alunas e proporcionar experiências de apresentações ao vivo, onde expressam sua musicalidade através de percussão e canto, com composições autorais de Wive Melo. Lu Maya Lu Maya é Atriz, Diretora e Iluminadora. É Licenciada em Teatro pela Universidade do Estado do Amazonas. Iniciou carreira artística em 2013 no Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, onde atuou nos espetáculos, Concerto de Natal: O GLORIOSO (2013) E GOTAS DE CHICO (2014) pelo Grupo Experimental de Teatro - GET. Atuou também como atriz no Espetáculo Teatral "Senti um Vazio" (2015), "Jogo do Bicho" (2019) projeto contemplado pelo edital de residência do SESC AM 2019, e em "Planos para caso o mundo não acabe" (2022). Seus trabalhos em audiovisual foi em 2016 no curta-metragem "RUPTURA" pela Artrupe Produções e no Curta "Senti Um Vazio" (2020) pelo Grupo Garagem. É diretora e iluminadora dos espetáculos Ainda bem que não tivemos filhos (2019) e MOCINHA (2019). Trabalhou como assistência de direção na proposta Audiovisual "Filho de Maria" (2021) e como Assistência de Produção no espetáculo "Se eu fosse um Rato" (2021). Seu último trabalho foi como assistente de Direção de Eliana Monteiro no espetáculo "Levante" (2022). No final do primeiro semestre de 2023 finalizou o curso de técnico de iluminação pela Escola de Teatro SP. Atualmente é integrante e artista do Grupo Garagem, atuando nas funções de Atuação, Direção e Iluminação. Andréa Nogueira Corrêa Andréa Nogueira Corrêa é uma profissional autônoma com ampla experiência em desenvolvimento de projetos arquitetônicos, elétricos e hidrossanitários. Ela também se destaca na coordenação e acompanhamento de obras na região da Serra da Mantiqueira em Visconde de Mauá desde 2020. Entre suas habilidades estão o planejamento arquitetônico, paisagístico e urbanístico, bem como a articulação comunitária e a gestão integrada. Além disso, Andréa possui uma sólida formação acadêmica, com graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade do Rio dos Sinos - RS em 1997. Ela também possui uma série de qualificações complementares, incluindo cursos em bioconstrução, educação ambiental e sustentabilidade. Ao longo de sua carreira, Andréa tem sido ativa em projetos variados, desde o desenvolvimento de projetos arquitetônicos em comunidades indígenas até sua atuação como professora substituta no curso técnico de Paisagismo do Instituto Federal do Amazonas. Sua vasta experiência inclui ainda o trabalho na Prefeitura Municipal de Manaus, onde contribuiu para o desenvolvimento de projetos arquitetônicos, urbanísticos e patrimônio histórico. Andréa também se envolve em atividades voluntárias, como sua participação na Comissão de Gestão Ambiental do Tribunal de Justiça, demonstrando seu compromisso com a sustentabilidade e práticas ambientais positivas. Jackeline Monteiro Pós-graduada em Docência do Ensino Superior (UCAM) e Produção Cultural, Arte e Entretenimento (UNYLEYA). Graduada em Licenciatura em Teatro (UEA), Licenciatura em Pedagogia Ciências Contábeis (Anhanguera). Técnica em Informática para internet com especialização técnica em Marketing Digital e Comércio Eletrônico (CETAM). Pesquisadora, Produtora Cultural Freelancer, artista educadora e agitadora/produtora cultural do Allegriah Grupo de Arte e Cultura, sendo os principais projetos do grupo: "O dia da Alegria", "Os Contadores de Era Uma vez" (aprovado em edital), "De coisas em treco uma história" (aprovado nos três lote do Fica na rede maninho), “Caminhos de Rio” (aprovado em edital). Foi da comissão de produção do “I Encontro de Hip Hop do Norte” (2020), atuou na equipe de produção do festival cinco minutos em cena (2018 e 2019). Foi assistente de produção no projeto “Contando História Revelando tradições”, produção e coordenadora de mídias no projeto de produção do livro “Olho da Mata”. Assistente de produção no projeto “IMostra Intercultural de Moda Indígena”. Foi atriz no grupo MANACANTO que promove o intercâmbio artístico entre Suíça e Amazonas e foi coordenadora de teatro e literatura no Centro Cultural Larte Manaus (2021). Escritora de poemas com publicações em antologias da editora “Toma aí um poema” e escritora de roteiros teatrais Aguinaldo Roberto da Silva Aguinaldo Roberto da Silva, artista popular de Condado, PE, é mestre, brincador e artista de Cavalo Marinho e Maracatu Rural. Ele colaborou com diversos grupos e instituições culturais, incluindo o Boi Marinho de Recife - PE, o Núcleo Manjarra de São Paulo - SP, o grupo PELEJA de Olinda - PE, e a Cia Mundu Rodá de Teatro Físico e Dança de São Paulo - SP. Aguinaldo ministrou oficinas e apresentações em várias cidades do Brasil, como João Pessoa - PB, Recife - PE, São Paulo - SP, Brasília - DF, e também em países como Alemanha e Bélgica. Além disso, participou de espetáculos como Consagração (2005), Ilha Brasil (2006), e A Barca (2012), dirigidos pela coreógrafa Maria Paula Costa Rego. Em 2019, estreou o espetáculo solo Flor da Cana, com direção de Juliana Pardo e Alicio Amaral da Cia Mundu Rodá (São Paulo - SP) e co-direção de Alan Monteiro do Núcleo Toada (João Pessoa - PB). Aguinaldo também foi brincador no projeto Palco Giratório (2019/2020) e foi contemplado no Edital de Fruição e Criação da Lei Aldir Blanc LAB PE, com apresentações virtuais do solo Flor da Cana em abril de 2021.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.