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PRONAC 246553Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

III Festival América Barroca

ASSOCIACAO LIVRE DE ARTE, EDUCACAO E CULTURA
Solicitado
R$ 938,8 mil
Aprovado
R$ 938,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Uberlândia
Início
2025-07-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (6)
Belo Horizonte Minas GeraisBrumadinho Minas GeraisCaeté Minas GeraisCongonhas Minas GeraisMariana Minas GeraisOuro Preto Minas Gerais

Resumo

A 3ª edição do FamBar, Festival AMÉRICA BARROCA, que se realizará ao longo de 2025 em Belo Horizonte e em algumas cidades históricas de MG. Apresentará ao público mineiro e brasileiro a riquíssima história da música e cultura de Minas Gerais e do Brasil no período colonial e imperial, tendo como foco o Barroco. Fruto da interação de todos os povos presentes no nosso país naquele momento, a saber, o indígena, o africano e o europeu, esse precioso período histórico gerou inúmeras manifestações culturais. Para ilustrar essa exuberância artística, o FamBar ocupará praças e ruas com flashes mobs, teatros, museus e igrejas, com concertos e espetáculos, universidades com palestras e conferências. Assim como nas outras edições, a formação de músicos na interpretação desse repertório também será contemplada, assim como a formação de público com concertos e espetáculos didáticos, que serão apresentados nas comunidades e nos centros culturais dos bairros afastados da região central mineira.

Sinopse

Metas: 1- META 1 ( início de setembro de 2025 ) A semana oficial do Festival América Barroca será a realização de uma semana com apresentações de músicos especializados em música barroca. Durante 6 dias ocorrerão palestras sobre temas abordados por professores e doutores especialistas no barroco musical, como forma de apresentar novas descobertas e estudos recentes sobre o assunto. Também ocorrerão oficinas de instrumentos e música de câmara. 1.1 - Ações Concertos em salas de concertos e teatros e flash mobs em espaços abertos. Palestras e oficinas em locais especificados, com inscrições gratuitas, porém sujeitas a lotação do local. 1.2 - Resultados Esperados Ampliar o público que tem acesso à música barroca mineira e barroca europeia. Levar ao conhecimento de mais pessoas a cultura musical e literária do período barroco, trazendo nossos estudos sob as perspectivas de grandes estudiosos locais e mundiais. Trazer mais conhecimento e aperfeiçoamento para estudantes locais e/ou brasileiros. 1.3 - Público Alvo Os concertos e palestras serão gratuitos e pretendem atingir todas as classes sociais e todas as faixas etárias. Qualquer pessoa que queira, pode participar desses eventos. 2- META 2 ( logo em sequência à semana do festival em setembro 2025 ) Realizar uma mini turnê por 5 cidades históricas de Minas Gerais: Caeté, Brumadinho, Ouro Preto, Mariana e Congonhas, com concertos – palestras gratuitas. Essa pequena turnê faz parte da semana oficial do Festival, sendo um prolongamento da mesma, e visa levar parte dos músicos especializados para se apresentarem nas cidades históricas acima citadas, objetivando formação de público. 2.1 - Ações Concertos em 5 cidades históricas. Nestes concertos, o objetivo é formação de público principalmente no interior de Minas Gerais. Serão concertos explicativos, com falas explicando sobre o repertório escolhido, os instrumentos de época e suas sonoridades distintas. O público também poderá fazer perguntas ao final da apresentação. Serão realizados em centros culturais das prefeituras locais ou de outros parceiros. 2.2 - Resultados Esperados Ampliar o público que tem acesso à música barroca mineira e mundial. Levar ao conhecimento de mais pessoas do interior de Minas Gerais as culturas musical e literária do período barroco mineiro e mundial. 2.3 - Público Alvo Os concertos serão gratuitos e pretendem atingir todas as classes sociais e todas as faixas etárias. 3- META 3 ( outubro de 2025 ) Realizar uma semana de turnê por 5 centros culturais de Belo Horizonte, com concertos/palestras gratuitas. Os centros culturais serão selecionados dentre as regionais fora da região centro-sul da capital mineira. 3.1 - Ações Concertos em 5 centros culturais das periferias de Belo Horizonte. Nestes concertos, o objetivo é formação de público principalmente. Serão concertos explicativos, com falas explicando sobre o repertório escolhido, os instrumentos de época e suas sonoridades distintas. O público também poderá fazer perguntas ao final da apresentação. 3.2 - Resultados Esperados Ampliar o público que tem acesso à música barroca mineira, principalmente entre crianças e adolescentes, despertando o interesse desses grupos para música originária do nosso estado e para os instrumentos barrocos. Levar ao conhecimento de mais pessoas das periferias as culturas musical e literária do período barroco mineiro.

Objetivos

Objetivo geral: Popularizar a música e a cultura mineiras nos séculos XVIII e XIX, mostrando como o conhecimento mais atualizado de ambas, de acordo com descobertas e estudos mais recentes, pode ajudar a compreender melhor nossa mineiridade e trazer mais desenvolvimento à nossa cultura atual. Objetivos específicos: • Apresentar ao público brasileiro e estrangeiro a riqueza da música na história de Minas Gerais e do Brasil; • Mostrar como a interação entre as culturas indígena, africana e europeia gerou ricas formas e estilos muito particulares de se fazer arte que são: o mineiro e o brasileiro; Elucidar, e apresentar como a ópera em Minas Gerais proporcionou à população afrodescendente um espaço privilegiado para mostrar sua competência, inteligência e criatividade, sendo responsável pelo início de um longo processo (não concluído) de empoderamento da mulher. A casa da Ópera de Ouro Preto, foi provavelmente, o primeiro local onde uma mulher subiu num palco como artista e trabalhadora, recebendo salário, na América; • Formação de público para a música e cultura mineiras do período histórico do barroco; • Realizar festivais, cursos, concertos e oficinas que proporcionem o intercâmbio entre músicos e professores de renome em suas atuações, tanto brasileiros quanto estrangeiros, e que promovam o desenvolvimento técnico, cultural e humano de todos os envolvidos nas diversas classes, oficinas, recitais e concertos; • Realizar um intercâmbio cultural baseado no desenvolvimento da cultura, principalmente musical, do período barroco, focando na ampliação da prática da música colonial brasileira; • Realizar 2 semanas de atividades em Belo Horizonte e uma mini turnê por cidades históricas mineiras do Festival América Barroca, sendo uma semana no formato de mini turnê em 5 centros culturais municipais e a semana oficial do festival no mês de setembro, com concertos, oficinas e conferências, com artistas nacionais e internacionais. E a mini turnê com alguns desses artistas especialistas por algumas cidades históricas do estado de Minas Gerais, dentre as quais: Ouro Preto, Mariana, Brumadinho, Congonhas e Caeté.

Justificativa

A lei Rouanet é a única no país que apoia a rica diversidade cultural do Brasil, abrindo espaço para todas as manifestações culturais que constituem a pluralidade dos povos que construíram nossa nação. Duas coisas que mineiro sabe bem: Solfejo e latimDitado popular do século XIX Apesar da riqueza cultural mineira oriunda dos séculos XVIII e XIX, que contribuiu para a formação do modo de ser brasileiro, quase não existem projetos que demonstrem de modo contundente os processos de assimilação, interação e transformação das culturas africanas e europeias na cultura brasileira. Além disso, pode-se dizer que são raros os projetos que descortinam o importante acervo de composições daquele período histórico musical, apesar de existirem alguns arquivos com inúmeras partituras, como por exemplo o arquivo do Museu da Inconfidência. Mais raro é ouvir essa música sendo tocada nos espaços para os quais ela foi composta. Esse projeto trabalhará com a execução dos acervos musicais históricos, se adequando às práticas e aos estudos mais modernos de interpretação barroca, usando instrumentos e técnicas de época e se baseando na retórica e na teoria dos afetos. O Barroco chegou com toda a força em Portugal por causa da imensa riqueza encontrada em Minas Gerais, e suas manifestações foram sentidas na colônia em nosso estado quase que simultaneamente à metrópole. A riqueza encontrada na então Capitania das Minas Gerais, permitiu a D. João V, promover uma profunda atualização cultural em seu país, importando partituras de óperas italianas, assim como cantores, músicos, papel de música e até mesmo velas vindas da Itália. As celebrações dos cem anos da Semana de Arte Moderna de 1922 trouxeram a luz novamente a importância da difusão e valorização do riquíssimo patrimônio histórico de Minas Gerais, para o Brasil e para o mundo. Como os modernistas não tinham conhecimento da imensa tradição musical setecentista mineira, não perceberam que o movimento de antropofagia, tão caro a Oswald de Andrade, já havia começado muito antes, com os mais de 300 compositores e algo em torno de mil músicos ativos na Minas Gerais dos séculos XVIII e XIX. Essa honra coube a outro "estrangeiro", o musicólogo teuto-uruguaio Francisco Curt Lange. Esse brilhante pesquisador teve um insight: intuiu que a rica sociedade colonial de Minas Gerias do Século XVII, que gerou arquitetura e literatura sofisticadas, também deveria ter produzido música de excelente quantidade. Curt Lange não só encontrou uma quantidade muito grande de músicas, como percebeu que a maioria dos compositores eram mestiços, negros e mulatos. Mas, sob os olhos do Século XXI, deixou uma lacuna aberta: a antropofagia cultural destes compositores, que deglutiam a música e a cultura europeias e transformando-as em música e cultura brasileiras! Apesar da importância da música e da cultura barroca em MG, o Festival América Barroca é o único no momento a apresentar ao público mineiro suas maravilhas históricas, sua grande riqueza musical comprovada pelos diversos arquivos como os do Museu da Inconfidência, do Museu da Música de Mariana e dos acervos das diversas orquestras e bandas que juntas tem mais de 50 mil obras musicais. Entretanto, a maior parte música permanece em silêncio, e o Festival América Barroca vem para mostrar essa imensa produção artística, apresentar as relações com a Europa, a África e com os povos originários a partir de concertos, espetáculos, flash mobs criando novas possibilidades artísticas e contribuindo para alavancar o turismo. Com sua característica itinerante pretendemos chamar a atenção para o patrimônio histórico material e imaterial trazendo artistas de vários países, abrindo novos intercâmbios que podem ser portas abertas para a vinda de turistas, artistas e instituições que possam trazer investimentos, incrementando o fluxo e as trocas culturais. Devido ao grande sucesso de público e crítica da 1ª e da 2ª edição do Festival Barroco de Tiradentes, criou-se a semana de festival em Belo Horizonte em 2023. Com o apoio e interesse de vários artistas internacionais e nacionais especialistas no estilo musical, decidimos tornar o Festival América Barroca um evento anual e de referência no Estado de Minas Gerais e levá-lo a outras cidades mineiras, tornando-o itinerante.

Estratégia de execução

Currículos de alguns dos principais integrantes do grupo de desenvolvimento do Festival América Barroca: Robson Bessa É Pós-Doutor junto ao PPGMUS-UFMG, PNPD com bolsa da Capes, e Doutor em Teoria da literatura e literatura comparada pela Fale-UFMG/ Universitá Orientale di Napoli, Mestre em Musicologia pela Esmu-UFMG, e é também especialista em Cravo pela Université de Montréal (Canadá). É um dos maiores especialistas em música barroca de Minas Gerais e do Brasil , e trabalha regularmente como continuísta e solista em importantes festivais como a Semana de Música antiga da UFMG e no Festival de Música Antiga e Colonial de Juiz de Fora, ENFLADU-Uberlândia, se apresentando também com renomados artistas tal qual Martin Vydra (República Tcheca), Elena Kraineva (Rússia-EUA), Philip Hansen (EUA) Spalla dos violoncelos da OFMG, Bojana Pantovic (Sérvia-OFMG), David Castelo (Brasil/Holanda), Patrice Coté, Charlotte Cumberbirch (Canadá), André Cavazzoti, Sérgio Anders, Nichola Viggiano, Oilliam Lanna, António Carrilho (Portugal) e Diego Leveric (Itália). Em 2021 apresentou como diretor artístico, regente, e cravista a Ópera Tolomeo e Alessandro no Grande Teatro do Palácio da Artes com a orquestra Barroca Musica Figurata. E desde 2021 criou e dirige o Festival América Barroca, realizado em parceria com a UFMG e o Conservatório da UFMG. Estudou cravo, órgão de tubos, clavicórdio e fortepiano com Felipe Silvestre, Réjean Poirier na Université de Montréal (Canadá), Olivier Baumont (Paris) e principalmente com Ilton Wjuniski, tendo sido agraciado com bolsas de estudo da Fundação Vitae, Capes, Académie Musicalle de Villecroze ( França), Université de Montréal (Canadá). Rotem Gilbert Rotem Gilbert é natural de Haifa, Israel, e membro fundadora do Ciaramella, conjunto especializado em música dos séculos XV e XVI. É vice-reitora da Divisão de Pesquisa e Estudos Acadêmicos, Presidente Interina de Ensino e Aprendizagem de Música Antiga na Universidade da Califórnia do Sul. Ciaramella já se apresentou nos Estados Unidos, na Bélgica, Alemanha e Israel, e lançou um CD pelo selo Naxos e duas gravações pela Yarlung Records. O seu recente CD: “Dances on Movable Ground” ganhou cinco estrelas pela revista britânica Early Music Today e foi escolhido como: Escolha do Editor, elogiado pela sua “fluidez expressiva e vitalidade rítmica”. Ela foi membro do Piffaro (1996-2007) e já se apresentou com vários conjuntos de música antiga nos Estados Unidos e na Europa. Depois de estudar flauta doce no Mannes College of Music, obteve o diploma de solo na Scuola Civica di Musica de Milão, onde estudou com Pedro Memelsdorff. Ela obteve seu doutorado em prática de performance musical antiga na Case Western Reserve University. Ela ministra cursos de musicologia e música antiga na USC Thornton School of Music. Rotem recebeu o Prêmio Dean's de Excelência em Ensino de 2012 na USC e recebeu conjuntamente (com Adam Gilbert) o Prêmio Thomas Binkley de 2014 da Early Music America por “realização notável em desempenho e bolsa de estudos do diretor de um conjunto de música antiga de uma universidade ou faculdade. ” Rotem Gilbert pode ser ouvida nos selos Archiv, Passacaille, Musica Americana, Dorian, Naxos e Yarlung da Deutsche Grammophon. Barbora Nunes-Cambraia Barbora Cambraia foi indicada ao Thalia Awards 2016 pelo papel-título de Carmen, é única em seu tipo de voz específico e difícil de classificar, chamada Falcon, e é caracterizada por uma cor mezzo-soprano e uma tessitura típica de uma soprano dramática. Em 2024, fará sua estreia no Teatro Nacional de Praga no papel de Amando na ópera "Le Grand Macabre" de Gyorgy Ligeti. Atualmente faz apresentações regulares como cantora em vários pontos da República Tcheca, além de onde até agora ela já excursionou pelo Brasil, Japão, Tailândia, Israel, França, Alemanha, Áustria e Polônia, trabalhando com importantes maestros e orquestras internacionais e tchecas. Ela aparece nos palcos da ópera tcheca e mundial. Em maio de 2023, estreou-se na Margravial Opera House de Bayreuth, onde atuou como Ottavia na ópera "A Coroação de Poppea" de Moteverdi na produção do J.K. Tyl Theatre em Pilsen e onde voltou em maio de 2024 como Annio na ópera "La Clemenza di Tito" de Mozart. Ela tem como crédito várias gravações de CD. Seu rico repertório inclui não apenas papéis operísticos, mas também obras de música, sinfonia, sacra e oratório. Ela também está próxima da música contemporânea e assim testemunha a versatilidade única desta artista. Diego Leveric´ Diego Leveric, artiscamente conhecido como Edicole Grevi, é um músico especializado em alaúdes barrocos e guitarra do século XIX. Nasceu em Rovinj em 1988. Começou a estudar guitarra clássica na Escola Elementar de Música Vladimir Nazor em Rovinj, na classe do professor Domagoj Terzić. Após concluir a escola elementar, matriculou-se e concluiu com sucesso o curso de teoria e guitarra na Escola Secundária de Música Ivan Matetić-Ronjgov em Pula. Durante seus estudos, frequentou diversos cursos de verão e seminários na Croácia e no exterior (Eslovênia e Itália) com renomados professores, como Ante Čagalj, Viktor Vidović, Xhevdet Sahatçi e Carlo Marchione. Seu primeiro CD solo, "Weiss à Rome", recebeu a pontuação máxima de 5 estrelas pela revista Amadeus, um prestigiado periódico de música clássica. Com seu ensemble ArtColAzione e o contratenor Leandro MarzioQe, lançou cantatas inéditas napolitanas pela renomada gravadora Arcana (Outhere). Ele se apresentou em toda a Europa, Argentina, Brasil, China, Chipre, Japão, Itália, França, Lituânia, Hungria, Países Baixos, Alemanha, Sérvia, Suíça e Turquia, dentre outros locais importantes para a música clássica e barroca, como o Conservatório Tchaikovsky de Moscou, a Shanghai Symphony Hall, a Universidade Fudan em Xangai, o Conservatório Antonio Vivaldi de Alessandria, o Sanssouci Festival de Potsdam e VBV em Varazdin. Deu várias aulas de alaúde e participou como especialista em eventos importantes na Universidade de Fudan em Xangai, na Universidade Federal de Uberlândia no Brasil, na Academia de Música de Zagreb, no Gitarfest na Croácia, na Escola Secundária de Rijeka, no Conservatório de Eskişehir, na Universidade Yaşar em Izmir na Turquia, no Conservatório Vivaldi em Alessandria e no Instituto Superior de Estudos Musicais A. Vecchi em Modena. Alexandre Kanji Atual Spalla da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Alexandre Kanji viveu vinte anos na Holanda (1991-2011) onde se formou no Conservatório Real de Haia e na Escola Superior de Música e Dança CODARTS. Tocou de 2003 a 2011 no naipe dos primeiros violinos na Orquestra Filarmônica da Holanda no Concertgebouw de Amsterdam e na ópera de Amsterdam. Alexandre foi condecorado por Sua Majestade Beatrix Rainha da Holanda em 2002 e em novembro de 2016 recebeu a honraria da “Associação Brasileira de Desenvolvimento de Projetos Culturais” (APC) na câmara municipal de São Paulo, por serviços prestados em prol da cultura e à sociedade brasileira. Camila Corrêa A soprano mineira Camila Corrêa graduou-se bacharela em canto erudito pela Universidade Federal de Minas Gerais e atriz pela Artemax. Residiu em Berlim entre 2009 e 2014, onde adquiriu vasto conhecimento na técnica vocal alemã. Durante sua estadia na Alemanha, apresentou recitais de canções (Liederabende) em Berlim e em Dresden e esteve sob as regências de Christoph Hagel e Volker Hedtfeld. Já solou acompanhada pelas orquestras: Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra SESIMINAS, Berliner Symphoniker, Ensemble Callinus, Orchester Berliner Operngruppe, Campos Filarmônica (Campos do Jordão), entre outras. Dentre papéis de óperas já vivenciados nos palcos, destacam-se: Elisa, sob direção musical de Robson Bessa, Papagena, sob a regência de Sílvio Viegas, e também: Despina, Fanny e Gretel (Maria), sob direção musical e regência de André Brant. De obras de concerto, notabilizam-se seus solos em: “Membra Jesu Nostri”, de D. Buxtehude, o “Te Deum”, de M. Charpentier, o “Glória”, de G. Händel, e as “Bachianas n.5”, de Heitor Villa – Lobos, cantados sob a regência de Lincoln Andrade. Integra o ensemble da Cia Mineira de Ópera. É integrante do grupo MUSICA FIGURATA e da Companhia de Ópera Barroca de Minas Gerais, com os quais realiza concertos e óperas dos períodos medieval, barroco e renascentista. Desde 2023, atua como produtora do grupo MUSICA FIGURATA, tendo produzido o I Festival América Barroca em Belo Horizonte em setembro e o Concerto Natalino, em Nova Lima em dezembro. Neste ano de 2024, já realizou a produção executiva do projeto “Cine Memória: a relação do cinema e da música”, uma parceria do Instituto de Estudos do Desenvolvimento Sustentável (IEDS) com a Prefeitura de Nova Lima. Sérgio Canedo Graduação em composição e regência pela ESMU-UFMG, tendo sido seus mestres, respect., C. Guerra-Peixe e o maestro David Machado. Piano: Magadala Costa. Composição: Oiliam Lanna, H. J. Koelreutter, Dante Grela, Eduardo Bértola e reg. coral com Carlos Alberto Pinto Fonseca, etc. Mestrado e doutorado interdisciplinar de música e literatura medievais pela PUC-Minas, sob orientação da Profa. Dra. Ângela Vaz Leão. Objeto: As Cantigas de Santa Maria, de Afonso X, “O Sábio”. Trabalhos, palestras e apresentações musicais em encontros e congressos. Participação em 2009 no livro "Novas leituras, novos caminhos: Cantigas de Santa Maria de Afonso X, o Sábio"; capítulo: "Migrações poéticas nas Cantigas de Santa Maria". No livro “Cantigas de Afonso X a Santa Maria”, de Ângela Vaz Leão, participa com transcrições para notação moderna de seis cantigas, com o artigo “A Música das Cantigas de Santa Maria” e com o CD-encarte com a gravação das cantigas, à frente do Chorus Rosa Rosarum, que dirige. Atuou à frente da Orq. da Escola de Música da UFMG (1982-86/2003-04), Orq. do 22.o Festival de Inverno (1990), do Fest. Internacional de Verão de Poços de Caldas (1992). Regente convidado da Orquestra do SESIMINAS (1994). Regeu a Orq. Sinf. Jovem de Belo Horizonte (1984-87), sendo o titular em sua segunda formação (1990). Apresentação de "Reflexus" e "Diferencias", de João Francisco de Paula Gelape (1961-1989), em concerto em sua homenagem (1990). "Ciclos de Música Contemporânea de Belo Horizonte": realiza estréias mundiais de várias obras, além de peças de Janacék, Hindemith, etc. Regente do Grupo de Câmera da Fundação de Educação Artística de Belo Horizonte, especializado em música de vanguarda. Coordenou o projeto “Sopro da Lagoinha”, integrado à Comissão B.H. 100 anos, promovendo e atuando em concertos; destaque para a “A História do Soldado” e “Octeto”, de Igor Stravinsky, com membros da Orq. Sinfônica de Minas Gerais. Foi regente assistente da Orq. Sinfônica de Minas Gerais [Titular: Aílton Escobar(1987)]. Regente titular da Orq. Sinfônica de Tolima, Orq. del Bachillerato Musical de Tolima e Diretor Artístico do Conservatório de Tolima (Colômbia-1991/92). Em 2004 está à frente de "Obras Contemporâneas para Orquestra", CD reunindo trabalhos de Kedhy, Margutti, Passos, Ribeiro, etc, gravado ao vivo com a Orq. Sinfônica da ESMU_UFMG. Regência de Coro: Minas Tênis Clube, Modern American Institut (M.A.I.), Companhia Vale do Rio Doce, Centro de Formação Artística do Palácio das Artes, Coral Usina Intendente Câmara - USIMINAS -Ipatinga e Coral da UNIMED-BH,Coral dos Correios, ?Vozes de Minas? BH-MG, entre outros. Compositor: Ciclos de Música Contemporânea de Belo Horizonte (também como regente), “Duo para Violões” na VII Bienal de Música Contemporânea Brasileira. Trilhas sonoras: destaque para o vídeo de Helvécio Ratton, “Elixir do Pajé”, prêmio Fotóptica-São Paulo, 1989. Coordenador do Centro de Música Brasileira da ESMU- UEMG, organizando as três primeiras edições do Seminário de Música Brasileira, apresentando-se como palestrante, regente e também com composições próprias, o que prosseguiu nas edições seguintes “Estrela mais Pura”, para coro, “Floral - três pequenas peças para piano”, “Dois movimentos para Contrabaixo”, “Senzala Abandonada” e “Lírio de São José”, para violão. Na Mostra “Eu Gostaria de Ouvir”, conduziu obras como “Cantos para Josefina” (estréia mundial), de Felipe Rossi e “Heliotrópia”, de José Henrique Padovani. Apresentou-se ali suas composições para violão. 2010 - CD “Panorama Musical I”, com obras de compositores da Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Gerais. Alí registrou-se sua obra "Floral - três pequenas peças para piano", com a pianista Júnia Canton. Foi professor da Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Gerais. Atualmente, é professor adjunto na Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Eduardo Fonseca Formado em Regência pela Escola de Música da UFMG 2006; Formado em Latim pela Faculdade de Letras UFMG 2003; Formado em Comunicação Social pela Faculdade Estácio de Sá 1997. É o regente titular do Madrigal Scala (2017 – até o presente momento), apresentando obras como Cantata 142 - “Uns Ist Ein Kind Geboren” de Bach/Kunhlau; “Credo” de Vivaldi e obras do período colonial em conjunto com a Orquestra 415. Professor na Faculdade Estacio de Sá (2007 – até o presente momento) das matérias: Canto Coral, Sarau e Seresta, História da Música, Mitologia Grega, Técnica Vocal; Professor na Universidade de MG, programa Pleno Viver (2009 – até o presente momento) das matérias: Canto Coral e História da Música. Foi regente Titular do Coral Canto da Paz (2000 – 2010), da Igreja Luterana de Belo Horizonte onde apresentou diversas peças importantes para coro como “Missa a três vozes” de William Byrd; “Ehalt uns Herr” de Buxtehude; Cantata 142 “Uns Ist Ein Kind Geboren” de J.S.Bach/Kunhlau; Regente Titular Madrigal Saeculorum (1998 – 2009) apresentando obras como: “As Sete Palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo” de Joseph Haydn; “Missa Brevis em Fa” e “Te Deum” de Mozart; “Salmo Penitencial 129 (De Profundis)” e a “Missa Quinti Toni” de Orlando de Lasso; “Magnificat” de Vivaldi e de Pergolesi; “Membra Jesu Nostri” de Buxtehude; “Matinas do Natal” e “Oficio dos Defuntos” do Pe. José Mauricio Nunes Garcia, entre diversas outras; E co-fundador, Regente, Diretor Emérito Musical e Instrumentista da “Orquestra 415 de Música Antiga” (2013 - 2019) e do grupo “Arandela Música Barroca” (2009 - 2019) – grupos dedicados à pesquisa e performance de Músicas e Compositores dos Séculos XV ao XVIII, sendo os principais trabalhos a Ópera “Venus et Adonis” de John Bull; o espetáculo cênico: Don Quixote de G.P. Telemann; a cantata de Natal “Uns Ist Ein Kind Geboren” de J.S.Bach/Kunhlau; É instrumentista (Viola da Gamba) do grupo Musica Figurata (2023 – até o presente momento); Iniciou os estudos de Viola da Gamba com a Professora Cecília Aprigliano (UnB). Foi aluno do Professor Sérgio Álvares (Belo Horizonte), Ricardo Miranda (Utrecht,Holanda) e atualmente aperfeiçoa-se com o Professor Juan Manuel Quintana (Universidade de Buenos Aires, Argentina); Participa constantemente de importantes festivais de Música: Semana de Música Antiga UFMG, Oficina de Música Antiga de Curitiba, Festival Internacional de Música Colonial Brasileira de Juiz de Fora, etc. Fez diversos cursos e workshops com grandes nomes da música antiga como Nicolau de Figueiredo, Rachel Brown, Lorenzo Ghielmi, Lívia Lanfranchi, David Kjar, Sérgio Álvares e Luis Otávio Santos; Pesquisador da Música Barroca, de performance e interpretação, é constantemente convidado a participar dos grupos musicais: Musica Figurata, Seconda Pratticca, Canto das Iluminuras, Camerata Lusittanna e Academia Velazquiana de Música Antiga; Como Arranjador, escreveu peças para diversos corais em Belo Horizonte, esteve na direção musical do Coral de Flautas Doces – Tocando Pela Vida, ligado a entidade IBML (Instituição Beneficente Martinho Lutero) regendo e escrevendo para o grupo. Escreveu os arranjos para o CD de Música Infantil do Colégio Imaculada Conceição – ainda em fase de produção; Foi Diretor Musical, Arranjador e Coordenador do Quarteto de Flautas Doces Toque de Classe. Diretor Musical e Violonista da peça “A Benção Vinícius” de Jota d’Ângelo – espetáculo teatral sobre a vida e obra do poeta Vinicius de Moraes; Estudou Flauta Doce com Ricado Kanji, David Castelo e Nathalia Chahim; Estudou Violão Erudito com os professores José Lucena Vaz e Fábio Adour; Atualmente trabalha como Gambista, Regente, Flautista Doce e Professor de História da Música e Musicalização.

Especificação técnica

III Festival América Barroca (semana oficial) - 6 oficinas com carga horária total de 15h, cada uma atendendo a 20 alunos- 7 concertos, que atenderão presencialmente uma média de público de 150 pessoas. Porém, como eles serão gravados e disponibilizados no YouTube, teremos uma estimativa de público ouvinte de 2.000 pessoas por concerto.- 3 flash mobs em pontos estratégicos da capital mineira, como: Praça Sete, Mercado Central e Praça da Savassi, atingindo uma média de público de 500 pessoas.- 5 palestras com temas específicos ao estilo barroco, atendendo a uma média de 60 pessoas por palestra. Mini turnê pelas 5 cidades mineiras:- 5 concertos, um em cada cidade, com média de público presencial de 150 pessoas. Porém, como eles serão gravados e disponibilizados no YouTube, teremos uma estimativa de público ouvinte de 2.000 pessoas por concerto. Concertos nos centros culturais/regionais de Belo Horizonte:- 5 concertos, um em cada centro cultural. Teremos uma média de 50 pessoas no local por concerto.

Acessibilidade

Todas as apresentações serão oferecidas gratuitamente ao público e medidas de acessibilidade serão adotadas, como a participação de Intérprete de Libras e a distribuição de folhetos em braile, além dos concertos e oficinas serem realizados em locais com acesso adaptado para os necessitados.

Democratização do acesso

Contemplará municípios do interior mineiro com uma proposta que é mais comum nas capitais - as apresentações de ópera, palestras, flashes mobs, concertos, oficinas, etc, dessa forma preenche uma lacuna quanto a diversificação de propostas culturais no interior. Além disso, a gratuidade dos eventos e as medidas de acessibilidade, como a inserção de Intérprete de Libras e a distribuição de folder em braile, fortalecem a universalização do acesso do projeto a diversos públicos, trazendo benefícios artísticos e sociais para a comunidade local e regional. Todos os espetáculos são construídos a partir do encontro e do desencontro das artes, dos povos, das culturas explicitando como a interação entre africanos, europeus e povos originários criou uma sensibilidade nova e uma forma de expressão que é única: a mineira, que será ilustrada pelas modinhas, óperas e árias, lundus etc. À forma de cantar do europeu se uniu a rítmica africana e a alguns dos conceitos dos povos originários, como vemos na obra de CM da Costa, por exemplo. Além disso, concertos e espetáculos didáticos, que serão apresentados nas comunidades, favelas e nos centros culturais dos bairros afastados do centro da capital - Belo Horizonte, facilitando o acesso à cultura barroca, que será levada aos moradores locais, para a formação de público. Todos os espetáculos serão gratuitos!!10% escolas estaduais; 10% escolas municipais; 10% patrocinador; 10% Prefeitura Municipal; 10% órgãos de assistência social; 10% secretaria de cultura; 5% assessoria de imprensa; 5% portadores de necessidades especiais; 10% operadoras oficiais de turismo;

Ficha técnica

Direção e coordenação: Diretor geral e direção artística: Robson BessaCoordenadora de produção e produtora executiva: Camila CorrêaCoordenador pedagógico: Rafael AugustoAssistente de Produção: Thamyres Delfino Comissão científica: Sérgio Canedo (UFMG)Robson Bessa (Pós-Doutor UFMG)Eduardo Ribeiro (UFMG)Edilson Lima (UFOP) MusicólogoRémi Caucanas (UFMG-FRANÇA)Alfredo Lima (UFPI)Rafael Augusto (UFU) Músicos e Artistas convidados: Adam Gilbert (USC-EUA) Musicólogo, Especialista em Instrumentos antigos de: Palheta Dupla, Gaita de foles, flautas, charamelas, etc; Diretor do Thorton School of Music / University of Southern California. Rotem Gilbert (USC-EUA) Especialista em música medieval e renascentista italiana Instrumentos antigos de Palheta Dupla ,Gaita de foles, flautas, charamelas. Alexandre Kanji Violino Barroco Barbora Nunes-Cambraia (República Tcheca) Canto Maíra Lemos Dança Barroca Antônio Guimarães (UFSJ) Flauta Traverso Isabelle Alves (UFSJ) Violoncelo Eduardo Fonseca (Estácio de Sá) Viola da Gamba Kissya Cruz (Palácio das Artes) Contralto Camila Corrêa (Ex-UFMG) Soprano Robson Bessa (Pós-Doutor UFMG) Organista, cravista – teclados Ricardo Bessa (UFBA) Contrabaixo/Violone Diego Leveric (Itália-Croácia) Teorba/Alaúde Rafael Silva (Uberlândia) Fagote Barroco Maria Eugênia Sacco (Conservatório de Tatuí) cravo Pedro Zanatta (UFMG) cravo Eduardo Ribeiro (UFMG) baixo, cravo Professores das oficinas: Alexandre Kanji Violino BarrocoBarbora Nunes-Cambraia (República Tcheca) Interpretação barroca vocalMaíra Lemos Dança BarrocaMaria Eugênia Sacco Cravo e Música de Câmara barrocaRotem Gilbert Flauta barroca

Providência

PROJETO ARQUIVADO.