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Este projeto pleiteia incentivo para a circulação do espetáculo "O Fantasma Autoral", uma comédia metateatral com referência o autor Plínio Marcos, e realização de contrapartidas formativas na área teatral.
Ao se deparar com a falta de verba para fazer sua peça, Miguel (Bemvindo Sequeira), um famoso diretor teatral consegue um patrocinador que se torna o produtor da peça. Porém, Bruno (Alexandre Lino), o produtor e patrocinador, começa a fazer interferências no texto da peça, modificando as cenas para inserir a sua marca na obra. Isso deixa Miguel, que é famoso por montar peçassó de autores mortos e se manter fiel à obra, na iminência de aceitar essas condições e correr o risco de acabar com a sua carreira ou não aceitar e ficar sem montar a peça. Inicialmente, Miguel discorda, mas ao não conseguir nenhum outro patrocínio, ele recua com sua decisão e aceita as condições de Bruno. Apesar disso, Miguel acha que vai driblar o produtor, fazendo com que ele pare de fazer interferências no texto e na montagem, mas não consegue. E em contrapartida, Miguel começa a ser aterrorizado por Plínio Marcos (Pedro Garcia Netto) e seus personagens, que começam a brigar pela fidelidade da obra. Personagens: - Miguel: Um famoso diretor teatral, conhecido por só encenar peças de autores mortos. Seu diretor favorito é Plínio Marcos. Tem mais de vinte anos de carreira como diretor. E mesmo assim está com uma enorme dificuldade de encontrar um patrocinador para a sua peça “Dois Perdidos Numa Noite Suja”. Foi casado várias vezes. Sua única relação duradoura na vida é com o teatro, seu maior esteio.Atualmente, vive uma fase profissional e financeira muito difícil, por isso necessita tanto montar sua peça. É um homem maduro, correto, equilibrado e contido, mas ao conhecer Bruno muda completamente. - Bruno: Um jovem empresário que atravessa um ótimo momento com a sua joalheria a “Artex”, e vê na peça de Miguel uma chance de atrair mais lucros para o seu negócio, patrocinando sua montagem. Trata-se de um rapaz imaturo, ansioso, sagaz que vive pensando em dinheiro. - Administrador: É o administrador do teatro que Miguel está tentando montar sua peça. Sempre apoiou Miguel, mas decidirá negociar com outro diretor. - Plínio Marcos : É o autor Plínio Marcos que ressurge para reclamar com Miguel, ao ver as modificações que ele está fazendo com sua peça. - Vozes: Tonho, Paco, Giro, Dilma e Célia, personagens de Plínio Marcos que voltam para assombrar Miguel. Cenário: Como a peça é metateatral, se passa dentro de um teatro, o próprio ambiente já passa a compor o cenário. Objetos de cena: quatro cadeiras, livros e uma mesa.
OBJETIVO GERAL Este projeto tem como objetivo geral a circulação do espetáculo "O Fantasma Autoral", uma comédia metateatral com referência o autor Plínio Marcos sob o texto de Maria Queiroz Azevedo, direção de Ernesto Piccolo e realização da Maquevedo Produções Artísticas. OBJETIVOS ESPECIFICOS O projeto de circulação pretende realizar temporadas nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) com 16 apresentações, São Paulo (SP) com 12 apresentações e Fortaleza (CE), São Luís (MA) e Recife (PE) sendo 2 apresentações em cada, totalizando 34 apresentações;. Como contrapartida formativa, o projeto oferecerá oficinas de teatro a alunos de escolas públicas no Rio de Janeiro com carga horária de 8 horas.
Este projeto tem relevância por possibilitar a circulação em território nacional do trabalho construído a partir do texto de uma jovem e promissora dramaturga brasileira, Maria Queiroz Azevedo, com reconhecimento da crítica especializada e do público. A ideia da peça surgiu a partir de uma conversa com alguns renomados autores e diretores de teatro ao relatarem a dificuldade, a angústia e o prazer que se tem ao montar ou adaptar uma peça de um autor morto. A autora desenvolveu a dramaturgia ao ingressar no Núcleo de Dramaturgia do SESI- RJ, com alguns dramaturgos que foram orientados por Márcia Zanelatto e Walter Daguerre. A primeira leitura de "O Fantasma Autoral" foi realizada também no SESI- RJ, antes de partir em temporada e conquistar a aclamação popular. O projeto também é relevante por promover a difusão da cultura por diferentes regiões do Brasil e por referenciar um dos maiores nomes do teatro brasileiro, Plínio Marcos, contribuindo para a reflexão e reinterpretação de suas obras. Trata-se de um projeto de artes cênicas, com relevância para pleitear recursos da Lei de acordo especialmente com os incisos I, II, III e IX do Art. 1o da lei 8313/91 (I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País). Esta proposta está contemplada no Art 3o da lei 8313/91 Inciso II a, que estabelece o papel da lei como incentivadora no fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. Por fim, o projeto é marcado pela forte preocupação de contrapartida social, uma vez que são utilizados recursos públicos, sendo assim, esta proposta também se destina a promover acessibilidade e democratização dos resultados à população em geral e oferecer uma contrapartida que consiste na formação artística de alunos e professores da rede pública de ensino no que diz respeito à poética do projeto.
O Projeto visa atender às normas de acessibilidade e para tanto a realização dos espetáculos deverá ocorrer em espaços que atendam às normas e Leis vigentes no país no sentido de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, nos termos da Lei n° 13.146, de 6 de julho 2015 segundo a qual é instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania e ainda conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Neste sentido, é previsto o completo acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida aos espaços expositivos. O projeto também prevê: ESPETÁCULO ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos. DEFICIENTES AUDITIVOS: sessões com tradução de libras; DEFICIENTES VISUAIS: sessões com audiodescrição PRODUTO: OFICINAS DE TEATRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral.
Este projeto prevê a democratização do acesso à produção artística financiada, atendendo aos seguintes incisos do Art. 30 da IN 11-2024 do MinC: Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
Dramaturgia e Direção Administrativa: Maria Queiroz Direção Teatral:Ernesto Piccolo e Iluminação: Aurélio de Simoni Atores: Bemvindo Sequeira, Alexandre Lino, Pedro Garcia Netto Maria Queiroz - Diretora administrativa e dramaturga Roteirista de Cinema, Tv e Teatro desde 2011, residente no Rio de Janeiro, Brasil. Experiências:- Autora e produtora da peça “O fantasma autoral”, uma comédia metateatral (Sesi – RJ/2016. Gênero: Humor.)- Elaboração de sinopse e roteiro para novela – Supervisão de texto: Lauro César Muniz.- Elaboração da série de ficção (sitcom) “Minha vida fora de série”.- Produtora de conteúdo e pesquisadora (Produtora: Cinerama Brasilis. Data: 03/2015)- Roteirista do filme de longa - metragem “Reality- O desafio da Minha Vida”. Ernest Piccolo - Diretor Ernesto Piccolo é um diretor de teatro e ator brasileiro. Seu primeiro trabalho na televisão foi na telenovela Jogo da Vida em 1981; posteriormente, estaria em outras produções da Rede Globo como Eu Prometo, Um Sonho a Mais e Hipertensão. Em 1989, foi à Rede Manchete onde participou das telenovelas: Pantanal, Kananga do Japão e A História de Ana Raio e Zé Trovão, além de estrear em sua primeira minissérie em O Fantasma da Ópera. Sua estreia no cinema foi em Super Xuxa contra Baixo Astral, no fim da década de 1980. No entanto, o personagem Claúdio do filme Como Ser Solteiro, de 1998, foi premiado no Festival de Brasília, na categoria de Melhor Ator. Posteriormente, Ernesto já participou em outras produções na área como Benjamim, Quase Dois Irmãos e Gatão de Meia Idade. Bemvindo Sequeira Atuou em mais de quarenta peças teatrais e, na televisão, ficou famoso por interpretações, como "Bafo de Bode" na novela Tieta, e como "Zebedeu" na novela Mandacaru. Também é lembrado o "Seu Brasilino", personagem da Escolinha do Professor Raimundo. Dirigente de Entidades Profissionais na área dos trabalhadores e de autores, possui curiosamente o Registro Profissional número 01 do Livro 01 às folhas 01, na Delegacia Regional do Trabalho - DRT BA. Ao lado de Lélia Abramo, Vanda Lacerda, e Otávio Augusto, participou da elaboração da Lei 6533, que regulamentou a profissão de Artista e Técnico no Brasil. Criador do moderno Teatro de Rua no Brasil em 1977 em Salvador. Publicou o livro "Humor, Graça e Comédia" pela editora Litteris.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.