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Propomos a criação e lançamento do "Destino Brasil", um programa audiovisual em formato de documentário, disponíbilizado na plataforma de streaming Youtube. O documentariocontará com um apresentador que explorará a cultura local do estado do Amazonas, transmitindo seriedade com o turismo e a arte local, com o objetivo de promover o estilo de vida e as paisagens brasileiras ao público-alvo. O roteiro terá início na cidade de Manaus, capital do estado, e seguirá para o município de Autazes, proporcionando uma imersão e experiência na selva.Os vídeos irão compartilhar conhecimento cultural, incentivando o turismo local e promovendo a reflexão sobre cidadania e sustentabilidade para a preservação do nosso ecossistema. O documentário será de média metragem, com duração de 45 minutos.O projeto será disponibilizado gratuitamente, essaestratégia visa democratizar o acesso ao conteúdo e promover o engajamento dos espectadores com temas sobre a valorização da cultura brasileira.
"Destino Brasil" embarca o espectador em uma expedição fascinante pela Amazônia, com um apresentador como guia, o documentário entrelaça histórias locais, costumes e a cultura da região. Através de entrevistas conhecemos suas tradições, e impulsionando práticas sustentáveis. O documentário é uma celebração da Amazônia, propondo uma reflexão sobre a importância da preservação ambiental e cultural. Assim inspira uma conexão profunda com a natureza e destaca a urgência da conservação. Classificação indicativa livre, "Destino Brasil" não apenas informa e encanta, mas também engaja o público em um diálogo sobre a sustentabilidade e a valorização do patrimônio brasileiro.
O projeto audiovisual "Destino Brasil" tem como principal objetivo atender ao estabelecido pela Lei nº 8.313, de 1991, Art. 1°, que visa captar e canalizar recursos para o setor cultural, valorizando e difundindo as manifestações culturais e promovendo a regionalização da produção cultural com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, conforme o item II do referido artigo. Assim, atende também ao Art. 3° dessa lei, no objetivo II, fomentando a produção cultural e artística por meio de: a) produção de vídeos que visem à preservação do acervo cinematográfico e cultural, bem como de outras obras videofonográficas de caráter cultural. Conforme o Art. 25, item VII, relacionado ao patrimônio cultural no que se refere ao registro histórico, arquitetônico e arqueológico, o projeto será apresentado no formato de documentário. A proposta busca desenvolver um programa audiovisual no gênero documentário, com a prioridade de contribuir ativamente para a promoção de ações voltadas ao desenvolvimento turístico e cultural das cidades por onde passará. O projeto visa difundir a arte de grupos minoritários, cujos direitos fundamentais não são plenamente assegurados. O projeto "Destino Brasil" não apenas estimula produtores e artistas do campo audiovisual, proporcionando-lhes trabalho e renda através de contratações, mas também busca alcançar uma audiência superior a duzentos mil acessos em suas plataformas. Seu objetivo é iniciar um debate público sobre as riquezas naturais, valorizando a identidade do nosso território nacional. A proposta do projeto está alinhada com os critérios da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), ampliando a compreensão da comunidade sobre seus direitos à liberdade, conforme estabelecido na Declaração dos Direitos Humanos, sem distinção de qualquer tipo, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição. A proposta busca discutir temas relevantes para a cultura nacional contemporânea. Dessa forma, os objetivos do projeto estão alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, dialogando diretamente com as seguintes prioridades globais: educação de qualidade, trabalho digno e crescimento econômico, vida na água, ecossistemas terrestres e biodiversidade.
A identidade cultural e as tradições desempenham papéis fundamentais na riqueza social, sendo responsabilidade de todos garantir sua preservação e promover seu conhecimento. A participação popular é crucial para o enriquecimento coletivo por meio das produções culturais e da colaboração na construção social. O reconhecimento histórico é uma âncora na manutenção das memórias latino-americanas, amortecendo os impactos sociais no presente e orientando para um futuro mais seguro. Um povo que conhece e defende sua cultura é intrinsecamente fortalecido em sua sobrevivência, erguendo uma base sólida de identidade coletiva. Para isso, os documentários desempenham um papel crucial nesse processo, ao oferecerem uma plataforma para registrar e compartilhar essas narrativas, ampliando o alcance e a compreensão das experiências culturais e históricas de cada região. A Declaração Universal dos Direitos Humanos estabelece como indivisíveis e interdependentes os direitos básicos à vida, destacando a liberdade de opinião e expressão. Diante disso, todos os seres humanos nascem com o direito inalienável de compartilhar sua cultura, língua, religião, costumes, memórias e lembranças, devendo ser respeitados e protegidos contra qualquer forma de perseguição ou retaliação. No Brasil, a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 215, inserido nos direitos sociais, assegura os direitos culturais como um pilar central para a sobrevivência e desenvolvimento de qualquer sociedade civil. Assim, cabe aos agentes culturais a responsabilidade de exigir a aplicação efetiva do regime de colaboração, incentivando a descentralização e participação nas manifestações artísticas. Isso visa evitar falhas na identidade nacional, prevenindo assimilações para culturas internacionais motivadas por interesses econômicos exploratórios. Nesse contexto, é imperativo promover a democratização na produção de comunicação e nas expressões culturais em todas as suas formas e linguagens. A participação ativa de toda a sociedade, distribuída por todo o território nacional, é essencial para disseminar a produção cultural em todas as regiões. Isso contribui para que as histórias regionais tenham seu espaço na comunicação do país, conforme preconizado nos parágrafos I, II e III do artigo 216 da Constituição. Dessa forma, busca-se incentivar mais indivíduos a divulgar suas formas de expressão, modos de vida e criações artísticas. Esses elementos, citados nos dispositivos constitucionais mencionados, visam fortalecer a valorização da própria cultura e da história do povo brasileiro, promovendo uma sociedade diversificada e resiliente. Ao compreender as estruturas de controle social, político e cultural, deparamo-nos com os verdadeiros significados da atopia e acronia. Como destaca Marilena Chaui "Se não dispomos de recursos que nos permitam analisar a realidade e a veracidade das imagens transmitidas, somos persuadidos de que vemos o mundo quando assistimos à TV." (Simulacro e Poder; Uma análise da Mídia, 2006, p. 50). Essa reflexão aponta para a importância de desenvolver meios e habilidades críticas que permitam à sociedade analisar e compreender a verdade por trás das representações midiáticas. Reconhecer que a mídia dominante por muito tempo negligenciou e distorceu as experiências e narrativas de grupos marginalizados é fundamental. A comunidade LGBTQIAPN+, por exemplo, durante anos enfrentou uma ausência de representatividade significativa, enquanto a estrutura patriarcal monopolizava os espaços midiáticos. Além disso, pessoas pretas foram frequentemente retratadas de maneira distorcida, relegadas a papéis de inferioridade e subempregos, perpetuando estereótipos prejudiciais. Outros grupos, como refugiados, ciganos, povos originários e moradores de comunidades carentes, enfrentaram históricos de invisibilidade e estereotipação pela grande mídia. Suas histórias e vivências foram relegadas aos cantos obscuros do noticiário, enquanto narrativas dominantes eram moldadas pela perspectiva hegemônica. Além disso, o machismo arraigado em muitos programas de televisão e veículos midiáticos reforça a glorificação da figura do colonizador, perpetuando assim desigualdades estruturais e injustiças sociais profundas. Para solução dos problemas citados deve-se buscar alternativas que valorizem a diversidade cultural, proporcionando um espaço para as expressões regionais e evitando a homogeneização imposta pela grande mídia. Isso não apenas preserva a riqueza das identidades locais, mas também fortalece a capacidade crítica dos espectadores diante da influência da mídia na formação de suas percepções sobre o mundo. Diante das transformações atuais tecnológicas e da crescente interconexão global, novas oportunidades surgem para redefinir o panorama da produção documental. Henry Jenkins, destaca que "Artistas populares - trabalhando nas lacunas deixadas pela indústria da mídia - perceberam que podem surfar nessa nova onda do mercado e produzir trabalhos mais ambiciosos e desafiadores" (Cultura da Convergência, 2008, p. 138). Essa citação ressalta a capacidade dos criadores de conteúdo em explorar as possibilidades oferecidas pelas tecnologias emergentes. Com a transmídia, por exemplo, os documentários podem se estender além dos limites tradicionais, incorporando elementos interativos e plataformas digitais para envolver o público de maneira mais profunda e participativa. Essa evolução representa não apenas uma mudança na forma como consumimos informações, mas também uma oportunidade de democratizar a produção e distribuição de conteúdo, permitindo que uma gama mais ampla de vozes sejam ouvidas e representadas. Essa narrativa está intrinsecamente conectada à nossa história em constante evolução, repleta de acontecimentos diversos, experiências e memórias. Os processos identitários se sucedem, impulsionados pelo curso do tempo, desenvolvendo-se de maneiras distintas em diferentes territórios e sob variadas condições. A cada dia, diversos fatores enriquecem a vida da humanidade e sua evolução, destacando-se o aumento populacional no planeta e os avanços tecnológicos que transformaram profundamente o espectro da convivência. Essas transformações ressaltam a necessidade urgente de preservar e documentar o registro histórico para compreendermos nosso passado e orientarmos nosso futuro. O documentário "Destino Brasil" será uma produção de média-metragem, filmada no estado do Amazonas, proporcionando uma experiência imersiva na floresta amazônica. Este projeto visa explorar e documentar a rica tapeçaria cultural e as tradições das comunidades locais, destacando a importância da preservação ambiental e cultural. Ao mergulhar nas profundezas da selva, "Destino Brasil" busca capturar as histórias, os costumes e a sabedoria ancestral dos povos amazônicos, oferecendo ao público uma visão autêntica e reveladora das complexidades e belezas desta região vital para o patrimônio cultural brasileiro e mundial. É obrigatório reconhecer que cada comunidade possui características únicas, e todos os grupos têm o direito inalienável de compartilhar suas narrativas sem sofrer interferência de interesses capitalistas. Alcançar esse objetivo requer o fomento de políticas que garantam a produção e a ampla disseminação desse conteúdo, reafirmando, assim, a participação popular na ação de comunicação social do país. Essa abordagem busca preservar e celebrar a diversidade de comunicação social do país. Essa abordagem busca preservar e celebrar a diversidade de vozes e perspectivas na construção do entendimento coletivo sobre a história e a identidade cultural. Ao promover uma sociedade mais inclusiva e informada, fortalecemos os alicerces para um futuro mais consciente e resiliente.
Duração do documentário: 45 minutos Sob a direção cuidadosa e sensível de nossos cineastas, o roteiro seguirá uma narrativa envolvente que começa na vibrante cidade de Manaus, capital do Amazonas. A jornada prossegue para o município de Autazes, onde o apresentador experimentará a vida na selva, revelando a biodiversidade exuberante e a cultura local. A produção contará com entrevistas detalhadas com moradores e trabalhadores da região, destacando tradições, desafios e práticas sustentáveis. As atividades documentadas incluirão atividades locais, com imagens aéreas profissionais da paisagem, Detalhes Técnicos: Câmeras: Serão utilizadas câmeras de alta definição para capturar a riqueza visual da floresta amazônica, a vida selvagem e as atividades locais.Áudio: Equipamentos de gravação de áudio de alta qualidade garantirão que os sons da natureza e as entrevistas sejam captados com clareza.Iluminação: Será utilizada iluminação natural sempre que possível, complementada por equipamentos portáteis em gravações noturnas e em ambientes de baixa luminosidade.Edição: A edição será realizada com software profissional, assegurando uma narrativa fluida e envolvente, com inserções de gráficos informativos e legendas quando necessário.Trilha Sonora: A trilha sonora incluirá música regional, sons da natureza e composições originais que complementem o ambiente e a temática do documentário.Logística: A equipe de produção contará com especialistas e guias locais para facilitar a exploração segura e respeitosa das áreas filmadas.
O projeto garantirá o cumprimento das medidas de acessibilidade para a integração de pessoas com comorbidade e deficiências, assegurando-lhes acesso em igualdade de condições, conforme estabelecido nos artigos 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. No âmbito comunicacional, considerando o projeto com vídeos que serão disponibilizados em plataformas online, serão adotadas medidas afins de democratizar o conteúdo. O público terá a garantia de um intérprete de LIBRAS na parte inferior direita da tela durante a todo o programa. Ademais, durante as vinhetas, será oferecida audiodescrição. Tais medidas visam atender às necessidades de pessoas com deficiências auditivas e visuais. O material de divulgação e design será concebido com foco na acessibilidade, apresentando informações em tamanho ampliado para atender às necessidades de pessoas com baixa visão, evitando cores excessivas para facilitar a compreensão por parte das pessoas com autismo, e incluindo informações sobre as medidas de acessibilidade do projeto. Tais medidas estão em conformidade com o ART. 27 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024.
Na ação cultural em questão, a distribuição do projeto segue a orientação da Instrução Normativa MinC nº 11, de 30 de janeiro de 2024. A estratégia de democratização do acesso adotada não apenas amplia as oportunidades de participação, mas também promove a diversidade, a inclusão e o respeito à pluralidade da sociedade. No Destino Brasil, os conteúdos em vídeo serão disponibilizados gratuitamente para o público, permitindo acesso a qualquer hora e lugar. I - 100% dos acessos gratuitos fortalecendo os laços com a comunidade e promovendo a inclusão social.
PROPONENTE REALIZARÁ • Elaboração, Direção, e Produção Executiva: Responsável pela supervisão geral da produção e coordenação de todas as atividades relacionadas à produção. Isso inclui o planejamento estratégico, a definição de metas e objetivos, bem como a supervisão do desenvolvimento e implementação de todas as etapas das gravações. O agendamento de reuniões e atividades, a supervisão do orçamento e despesas, além de garantir que todas as partes envolvidas cumpram seus compromissos. • Funções Administrativas: Responsável por todas as atividades administrativas relacionadas a produção. Isso inclui a gestão de documentos, contratos, licenças e autorizações necessárias para a realização do produto audiovisual. Além disso, o proponente será encarregado de cuidar de questões logísticas, como reserva de espaços, aquisição de materiais e equipamentos, e a organização de registros e arquivos relacionados ao documentário. CURRICULO RESUMIDO DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES Direção; Phelipe Moon Luiz Felipe Gomes da Silva, conhecido artisticamente como Phelipe Moon, é um profissional com sólida formação e experiência em Gestão Cultural e Produção Audiovisual. Possui qualificação em Gestão Cultural pelo SENAC (2023) e realizou cursos livres em Artes Cênicas pela Universidade Aberta do Brasil (2017). Atualmente, encontra-se em processo de formação na área de Rádio, TV e Internet pela Universidade Cruzeiro do Sul, com previsão de conclusão para 2024. No exercício de suas atividades profissionais, Phelipe Moon atua de forma autônoma, concentrando-se na produção cultural. Sua expertise abrange a organização e produção de eventos culturais de pequeno, médio e grande porte, nos quais ele desempenha um papel crucial na coordenação de equipes, na gestão de orçamentos e contratos, bem como na direção, produção e edição de conteúdos audiovisuais. Diretora de Fotografia; Marcela Marcela Oliveira é uma profissional reconhecida no campo da fotografia still, com uma formação sólida obtida no Cinema Total INC (Instituto Nacional de Cinema) em 2019 e um workshop em Direção de Fotografia concluído em 2023, sob a orientação de Vitor Alencar. Sua experiência inclui contribuições em diversos projetos audiovisuais, como os curtas-metragens "Alianças" e "Vogais a Mais no Silêncio" em 2019, seguidos por "Som Escuro" e "Século XXI e Você" em 2020. Em 2023, desempenhou papéis fundamentais como Diretora de Fotografia e Operadora de Câmera em videoclipes como "Seu Calor" de Tayla Duarte, "Girassol" na versão de Priscila Alcântara e "KIT CARO" de GUZT. Em 2024, Marcela continua sua atuação destacada em projetos de vídeo making off, incluindo "Eu Não Gosto de Você Ananda, Vitória e Carol", "Melody feat Parangolé", "Infinity Pay e Joelma" e "Brocasito e Jé Santiago". Coordenação de comunicação; Patrícia Assuf Patricia Assuf Nechar é Dra. em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, professora no curso de Rádio, TV e Internet, Jornalismos e Publicidade e propaganda da Universidade Cruzeiro do Sul. É pioneira no Brasil em pesquisas sobre o corpo gordo e o movimento plus size e os processos de criação na comunicação das redes sociais e digitais. É formada em Comunicação Social - Radialismo (Rádio e TV) pela Universidade Metodista de Piracicaba em 2000, especialista em Marketing e Gestão de Atendimento pela Fundação Armando Alvares Penteado em 2002 e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP em 2015. Além disso, é membro ativo do Grupo CCM - Grupo de Pesquisa em Comunicação e Criação nas Mídias, liderado por Lucia Leão e vinculado ao CNPQ desde 2013, e faz parte da REBEL - Rede Brasileira de Estudos Lúdicos e do Grupo de Estudos Transdisciplinares das Corporalidades Gordes no Brasil.
PROJETO ARQUIVADO.