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PRONAC 246603Apresentou prestação de contasMecenato

Cine Congo

JOSE DIONES NUNES DOS SANTOS
Solicitado
R$ 74,1 mil
Aprovado
R$ 64,8 mil
Captado
R$ 72,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa de Patrocínios Banco do Nordeste - CULTURAL 2023/2024
Ano
24

Localização e período

UF principal
PB
Município
Congo
Início
2024-08-10
Término
2025-12-30
Locais de realização (1)
Congo Paraíba

Resumo

Realização do 13° Cine Congo - Festival Audiovisual da Paraíba, com durção de 05 dias. O evento conta com exibição de filmes de forma gratuita em praça pública, que não circulam nas grandes mídias nacionais, bem como realização de oficinas de audiovisual, um fórum de audiovisual e uma roda de conversa.

Sinopse

Os filmes serão exibidos com classificação livre para todos os públicos. As oficinas destinadas para os alulnos, regularmente, matriculados no Ensino Fundamental II e Ensino Médios das Escolas Públicas da Cidade do Congo.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar em praça pública a 13ª edição do Festival de Cinema do Congo, onde iremos oferecer oficinas, debates e sessões gratuitas para a população congoense e cidades circunvizinhas, divulgando a cidade do Congo como polo turístico e cultural em desenvolvimento na região do Cariri paraibano. Desenvolvento e articulando assim, a cadeia produtiva local voltada para o audiovisual, fomentando e estimulando a economia local. A meta geral é atingir durante os 05 (cinco) dias de eventos um total de 2.000 (duas mil) pessoas, entre crianças, jovens e adultos. OBJETIVOS ESPECíFICOS * Exibição durante 05 (cinco) dias de filmes curtas-metragens, ao ar livre em Praça Pública; * Realização de 03 (três) oficinas de formação, sendo as seguintes: - IMAGENS EM MOVIMENTO: Carga-horaria: 24h; Público-Alvo: alunos das escolas públicas regularmente matriculados no Ensino Fundamental II, Total de 20 alunos. - FAZENDO FILMES CURTÍSSIMOS: Carga-horária: 24h; Público-Alvo: alunos das escolas públicas regularmente matriculados no Ensino Médio, Total de 20 alunos. - REGISTRO AUDIOVISUAL DO FESTIVAL: Formação de jovens para o registro fílmico do festival com celulares. Público-Alvo: alunos das escolas públicas regularmente matriculados no Ensino Médio, Total de 20 alunos. * Realização do FÓRUM DOS FESTIVAIS E MOSTRAS DE CINEMA DA PARAÍBA; com carga-horária de 8h de duração. * Realização da Roda de Conversa: "O MOVIMENTO NEGRO NO BRASIL: NOVOS E VELHOS DESAFIOS"

Justificativa

A proposta do Cine Congo enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Pois nos últimos onze anos, o Congo vem vivenciando ações contínuas ligadas ao cinema em ambientes educativos, tanto em escolas públicas quanto em instituições de proteção às crianças e adolescentes. O momento ápice de celebração da sétima arte na cidade e de todo o trabalho realizado nesses ambientes educativos, se consolida na realização anual do CineCongo, festival de cinema que desde 2009 vem transformando a realidade local, socializando democraticamente o produto audiovisual a toda população congolense. O município do Congo está situado no Cariri Paraibano, localizado na Região Geográfica de Sumé e nunca possuiu uma única sala de cinema. O primeiro contato com o cinema nessa municipalidade ocorreu no ano de 2003, não com o processo de exibição de filmes comerciais ou coisa parecida, e sim com a produção amadora do curta-metragem ?Joaquim Pecherada? (Fic., 22 min.), realizado por Arnaldo Farias, professor da Rede Pública Estadual de Ensino, contando com a ajuda de seus estudantes, parentes e amigos. Durante seis dias, realizadores de pequenos municípios de toda a Paraíba e de outros Estados do Brasil convergem para o Festival. Durante o evento, população do Congo tem acesso às oficinas de formação e reciclagem, palestras, passeios ecológicos, entre outros, além de um panorama atual do cinema nacional brasileiro. O CineCongo é mais uma ação no caminho da consolidação de iniciativas anteriores para a democratização e a descentralização do acesso aos bens culturais. Ações fundamentais para a garantia da fixação do homem (principalmente jovens da cidade) na região, e para a construção de um futuro efetivo ao desenvolvimento do semiárido nordestino, e a cultura como instrumento para esse fim. Finalidades do Art. 3° atingidas com a proposta: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Pois serão alcançadas através da programação do festival que recebe filmes diversos, com a exbição gratuita dos filmes e oferta de diferentes oficinas também gratuitas. É notório que o festival CineCongo tem transformado a realidade do lugar. Há um engajamento de todos os setores ligados aos comerciantes locais, artesãos, pousadas, restaurantes, escolas, além de parcerias construídas com prefeituras de municípios circunvizinhos que se deslocam com seus grupos culturais para realizarem dentro do festival suas apresentações. Durante a realização do festival, a economia e o turismo de aventura e experiência sofre um aquecimento importante dentro do município. Durante a realização do evento, as pousadas apresentam um aumento de até 60% no seu faturamento, supermercados 30%, restaurantes e lanchonetes 70%, além de pequenos comerciantes, feiras livre, lojas e artesanatos apresentam um aquecimento de 80% nas suas vendas. Ao longo de todo o ano, são desenvolvidas na cidade várias atividades orientadas para as artes (fotografia, dança, teatro, música). No tocante à área cinematográfica, são realizados pelas próprias escolas públicas e instituições culturais e sociais, festivais de cinema feitos por alunos, utilizando o aparelho celular. Tudo isso é congregado ao festival CineCongo, ápice das artes na cidade, tendo como foco central, o cinema. Importante destacar que o CineCongo nunca foi realizado com recursos de editais. Sua realização se deu, até o presente momento, pelo esforço, dedicação, voluntariado e guerrilha de vários jovens da cidade que participam da Associação Cultural do Congo. Esse grupo criou várias estratégias de apoio e parcerias com várias instituições para a realização do festival, tais como: Programa de Artesanato da Paraíba; FUNESC; UEPB; UFCG; UNICAP ? PE, pousadas e restaurantes; Prefeituras; Associações Culturais da região, etc). Mesmo com todos esses parceiros, ainda carece de um grande investimento que dê suporte para sua realização e projeção nacional, como uma das principais janelas de exibição e difusão que ainda (re) existem no interior da Paraíba há tantos anos. Um fato curioso é que em todos esses anos de existência do festival, nunca se conseguiu alugar cadeiras para acomodar o grande público de mais de 400 pessoas que comparecem todas as noites. As poucas cadeiras adquiridas para o ?cinemão de rua?, vem de algumas escolas, igrejas e da própria comunidade que trazem de suas casas (cadeiras, tamboretes e bancos). Reafirmando o que já fora apresentado, precisamos de investimentos em nossa identidade visual com placas de sinalização entre outros.

Especificação técnica

O Cine Congo desenvolve um trabalho com os jovens da cidade através do voluntariado para experenciar as etapas de produção do Festival.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços públicos utilizados para a realização das mostras de filmes (Praças Públicas), possuem acessibilidade física como rampas e ruas planas, facilitando o acesso de cadeirantes locais e de cidades circunvizinhas, que participam todas as noites do festival. As escolas onde haverão as oficinas possuem banheiros e ambientes adaptados para acessibilidade físicade pessoas com deficiência e dificuldade de locomoção. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Cinquenta por cento dos filmes que já foram e serão exibidos pelo festival CineCongo, possuem Linguagem Brasileira de Sinais (Libras).. O Festival terá uma sessão com filmes com as medidas de acessibilidade: legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE), janelas de Libras e audiodescrição. a sinalização da classificação indicativa dos filmes também serão realizadas pelos alunos da Escola Bilíngue do Cariri, referência no ensino de Libras na região. Haverá uma sessão especial de filmes com acessbilidade - audiodescrição, legendagem descritiva e libras - em escola pública do município de Congo. “A pessoa proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações, e a IN 11/23, artigos 27 e/ou 28”.

Democratização do acesso

O Festival será realizado, gratuitamente, com sessões de classificação LIVRE para todos os públicos, ao ar livre, em Praça Pública e no Complexo da Barriguda. As Oficinas de Formação, Roda de Conversa e atividades culturais são ações realizadas de forma gratuita em Escolas Públicas da cidade do Congo.

Ficha técnica

JOSÉ DIONES NUENS DOS SANTOS (PROPONENTE E DIRETOR GERAL DO FESTIVAL) Natural do município de Congo/PB; Formado em Pedagogia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB); Pós-graduado em Psicopedagogia e Supervisão Escolar pela Universidade Cândido Mendes/ RJ; Licenciado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG); é Professor da Educação Básica do município de Camalaú/PB; É presidente da Associação Cultural do Congo e Diretor do Festival de Cinema CineCongo há onze anos; Coordena o Projeto eDOCação ofertando oficinas de produção audiovisual para crianças e adolescentes em ambientes educativos. E membro do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas. Gestão Educacional e Participação Cidadã (PPGEPaC), Projeto Cenestésico, UFPB. Mestrando em Ensino de Sociologia pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). LEO TABOSA (CURADOR) Formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo e História (Universidade Católica de Pernambuco - Unicap). É Especialista em História Regional do Brasil: Nordeste (Unicap), Pós-graduado em Produção Cultural e Gerenciamento de Evento (Faculdade Senac) e Pós-graduando em Estudos Cinematográficos pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). É idealizador do Cine Jardim - Festival de Cinema de Belo Jardim (Belo Jardim - Pernambuco), Mostra Curta Vazantes: Cinema em Comunidade (Vazantes ? Ceará) e curador do Cine Congo - Festival do Audiovisual da Paraíba (Congo - Paraíba). É sócio diretor da Pontilhado Cinematográfico e Produções Culturais e Artísticas LTDA e, também, exerce a função de Gestor Cultural da Universidade Católica de Pernambuco. Franciel Sales de Souza (ASSISTENTE DE PRODUÇÃO) Formado em Estatística e Matemática pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Sócio fundador da Associação Cultural do Congo, onde trabalha na produção local com teatro e produção audiovisual. É voluntário da Casa da Cultura Mira Ramos. Compõe a equipe do CineCongo desde 2009. Ana Lúcia César Lins Silva (ASSISTENTE DE PRODUÇÃO) Formação Técnica em Farmácia, pelo Complexo Educacional do Cariri (CEC), Monteiro/PB. Participa da Associação Cultural do Congo, onde trabalha na produção local com teatro e produção audiovisual. Cineasta local, realizou o curta-metragem Filha (Fic. 3?). É voluntária da Casa da Cultural Mira Ramos. Compõe a equipe do CineCongo desde 2013. Gabriel Francisco Farias da Silva (ASSISTENTE DE PRODUÇÃO) Trabalha como costureiro. Participa da Associação Cultural do Congo, onde trabalha na produção local com teatro e produção audiovisual. É voluntário da Casa da Cultural Mira Ramos. Compõe a equipe do CineCongo desde 2015. Mikael Araújo de Barros (ASSISTENTE DE PRODUÇÃO) Trabalha como costureiro. Participa da Associação Cultural do Congo, onde trabalha na produção local com teatro e produção audiovisual. É voluntário da Casa da Cultural Mira Ramos. Compõe a equipe do CineCongo desde 2015. Carlos André de Lima (ASSISTENTE DE PRODUÇÃO) Cursando (ADS) Analista e Desenvolvedor de Sistemas, pelo Instituto Federal de Ciência e Tecnologia (IFPB/ Campus de Monteiro/PB). Trabalha como Técnico em instalação e Manutenção de Internet (CPnet). Participa da Associação Cultural do Congo, onde trabalha na produção local com teatro e produção audiovisual. É voluntário da Casa da Cultural Mira Ramos. Compõe a equipe do CineCongo desde 2015.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.