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A presente proposta prevê a realização de uma exposição do artista Antônio Paim Vieira, pintor, ilustrador, ceramista,decorador, cenógrafo, gravador e professor brasileiro, de grande importância na história arte e cultura brasileira. O projeto prevê também a publicação de um catálogo.
Objetivo Geral: A presente proposta prevê a realização de uma exposição do artista brasileiro Antônio Paim Vieira. A mostra pretende trazer a público pela primeira vez um panorama da produção artística de Paim ao longo de seus 93 anos de vida dedicados a arte, assim como revelar novas informações do período do modernismo contribuindo para como ferramenta potencializadora de educação e conhecimento. Objetivo Específico: - Realizar uma exposição do artista Antônio Paim Vieira, em instituição cultural a ser definida, pelo período de 2 meses na cidade de São Paulo; - Realizar visitas mediadas pelos monitores capacitados mediante agendamento.
A presente proposta propõe trazer à público pela primeira vez numa exposição inédita, a expressiva produção do artista Antônio Paim Vieira (1895-1988). Paim, cujo pseudônimo era conhecido, era paulistano, artista plástico, ilustrador, ceramista, muralista, gravador e professor; e dedicou sua vida à arte. Considerado um dos precursores do design gráfico nacional, sua participação ativa no período do modernismo brasileiro deixou uma relevante contribuição para o contexto da arte brasileira atual, como sua produção gráfica moderna de cunho brasileiro. Seu acervo composto de desenhos, esboços, pinturas, cerâmicas, ilustrações, periódicos originais assim como o acervo documental, fotográfico e bibliográfico de grande valor histórico, como correspondências com seus colegas do modernismo, revelam informações inéditas que contribuem para a construção da história da arte brasileira. Para realizar uma exposição de artes visuais de grande importância como a proposta e com acesso integralmente gratuito, o principal mecanismo de incentivo à cultura se faz primordial para viabilização do projeto, atuando diretamente no resgate e preservação da identidade cultural brasileira e na difusão e democratização de acesso à experiência cultural. No que se refere ao enquadramento do projeto nos artigos 1° e 3°, indicamos abaixo os incisos relacionados: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar ecanalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com a realização deste projeto atingiremos os objetivos da alínea c do Inciso II, do artigo 3º da Lei 8.313/91, a saber: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
PROJETO EXPOGRÁFICO A exposição tem como fio condutor os diversos estilos e técnicas aplicadas pelo artista ao longo de sua produção, num recorte de 100 obras, com ênfase na produção gráfica, nas pinturas em aquarelas, estudo para cenografia das peças de teatro do período do modernismo e cerâmica. Documentação iconográfica, também compõe a mostra. Uma cronologia recupera datas e locais de sua vida e será traçada destacando momentos relevantes de sua trajetória, atrelada ao entorno sociocultural, artístico e suas relações interpessoais. Através de narrativas intercalando textos, imagens e audiovisual, repletas de densidade e emoção, essa linha do tempo ganha as paredes do espaço expositivo e complementam a exposição. A exibição em vídeos com depoimentos de pessoas que conviveram com o artista e conhecem sua obra e seu universo particular, serão exibidos em telas e complementam a exposição Uma equipe de monitoria treinada ficará à disposição do público, em horários pré-estabelecidos com a instituição que receberá a exposição. Documento Projeto Expográfico anexado
PRODUTO EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as atividades da exposição O Brasil de PAIM serão desenvolvidas em local adaptado para o acesso de pessoas com deficiência, rampas, banheiros adaptados etc. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição dos textos e de algumas obras da exposição - rubrica: Audioguia ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Videos com conteúdos legendados - rubrica: Interprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitoria especializada para o atendimento de pessoas com deficiência intelectual - rubrica: monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: o catálogo não paresenta restrições para pessoas com deficiência cognitiva
Democratização de acesso O acesso à exposição será integralmente gratuito. Ampliação de acesso em relação ao artigo 30 da IN 11/2024, indicamos abaixo as ações que serão realizadas: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
Coordenação Geral, Produção Executiva e Direção de Produção. C.P. Battistoni Design Cultural ME (Nome Fantasia: AMARELLO Design de Experiência Cultural). Desde 2016, a Amarello, produz, planeja e cria projetos culturais com foco em democratizar a arte e torna-la acessível ao grande público ao oferecer conteúdo criativo e cultural em diversos formatos, como: artes visuais, música, teatro, audiovisual, rodada de talks, oficinas entre outros, assim como projetos especiais feito sob demanda, viabilizados por meio de leis de incentivo. Articula as frentes necessárias (artistas, curadores, coletivos, órgãos públicos) para o melhor desempenho e alcance dos projetos, tendo realizados projetos por meio de programas de fomento como Proac Editais, entre outros. Projetos realizados: Mostra Museu: Arte na Quarentena - 1 edição (idealização e produção) // Mostra Museu (Circulação) A Mostra itinerou para cidades de Santos e Campinas // A Magia de Miró (produção executiva e coordenação geral) – exposição pela Caixa Cultural que itinerou 10 cidades em todo Brasil // Slow Arte (Idealização e curadoria) : Edições: Lina Bo Bardi (MCB), O Sal da Terra (Minhocão – Virada Cultural), Miró,(Praça da Sé) e Tapajós(Amazônia) // rural.scapes (produção executiva): primeira laboratório em residência artística em ambiente rural produtivo no Brasil que recebe artistas do mundo todo e expões seus trabalhos no MAC – Museu de Arte Contemporânea // Dia dos Refugiados para ACNUR (ONU) idealização em parceria com SESC e produção // Semana da Mobilidade para WRI Cidades Sustentáveis (produção) // Exposição Tape Project (curadoria e produção) : exposição do artista Daniel Moreno // entre outros. CURADORIA: Denise Mattar - Foi curadora do Museu da Casa Brasileira, SP de 1985 a 1987, do Museu de Arte Moderna de São Paulo, de 1987 a 1989 e do Museu de Arte Moderna RJ, de 1990 a 1997. Como curadora independente realizou mostras retrospectivas de artistas como Di Cavalcanti, Flávio de Carvalho (Prêmio APCA), Ismael Nery (Prêmios APCA e ABCA), Pancetti, Anita Malfatti, Samson Flexor (Prêmio APCA), Portinari, Alfredo Volpi, Guignard, Yutaka Toyota (Prêmio APCA). Mostras Recentes: 2022 O Gênesis segundo Eva, Museu de Arte Sacra de São Paulo, Armorial 50 Centro Cultural Banco do Brasil, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Magliani, Fundação Iberê, RS, Sandra Mazzini, Farol Santander, São Paulo, Tereza Costa Rêgo, Galeria Marco Zero, Recife, Modernismo Expandido, Museu Nacional, Brasília. 2023 Ianelli – 100 anos, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Armorial 50, Museu de Arte Popular da Paraíba, Campina Grande, PB, Elke Hering, Instituto Collaço Paulo, Florianópolis, SC, Elas, Fundação Edson Queiroz, Fortaleza, CE, Fachinetti, Danielian Galeria de Arte, XXII Unifor Plástica, Fundação Edson Queiroz, Fortaleza, CE, A Máquina do Tempo – Museu da Fotografia, Fortaleza, CE, Armorial 50, Museu do Estado de Pernambuco, Recife, PE, Di Cavalcanti, 125 anos, Farol Santander, SP, Yutaka Toyota, Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife, PE. 2024 Pancetti, Farol Santander, SP. ARTISTA Antônio Paim Vieira desenvolveu um amplo e representativo trabalho artístico, abrangendo diferentes formas de expressão como: pintura, cerâmica, ilustração, gravura - sendo um dos pioneiros a trabalhar com xilogravura em São Paulo. Cenógrafo (responsável por toda cenografia das peças de seu amigo-irmão Procópio Ferreira) e docente, tendo lecionado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, na FAU-USP e participado junto a Pedro Cardim para a Fundação da Escola de Belas Artes de São Paulo, onde atuou por mais de 40 anos lecionando o ofício nas diversas linguagens e História da Arte. Paim buscou uma "estética brasileira" em seus trabalhos e deixou um patrimônio artístico de valor histórico irrevogável por sua plástica nacionalista visionária. Seu trabalho deixou um legado de inegável relevância dedicado a arte e a valorização da cultura brasileira, a qual evidenciou e privilegiou em toda sua obra, retratando por exemplo, a flora, a fauna e o povo brasileiro, tempos antes de movimentos que trouxeram esta temática a tona. Realizou diversas exposições ao longo de sua vida participando de mostras no MASP e outros Centros Culturais. Entre as exposições individuais pôde exibir sua versatilidade artística nos diferentes campos, entre eles, na “Exposição de Cerâmica Brasileira” com as cerâmicas que vieram ao conhecimento público em 1928, com 300 pratos e que itinerou para o Rio de Janeiro em 1938 com mais de 700 peças; no Teatro Municipal, em SP 1947 quando expôs uma série em pintura intitulada “Virgens e Madonas”, ocasião em que foi pioneiro a retratar as virgens com feições caboclas, inspirado nos traços das brasileiras. Ainda em 1983, acontece “Paim e Menotti”, onde juntos, exibem o trabalho de ambos. As últimas delas foram realizadas em 1988, logo após seu falecimento, um recorte de sua obra como um todo trazendo luz às diversas linguagens trabalhadas pelo artista, no Centro Cultural São Paulo e já em 1994, na Pinacoteca, expõe a série em “Carnaval”, em aquarela – “...técnica a qual dominava magistralmente e onde encontramos seu traço mais sinuoso e elegante, colorido variado e intenso.”, segundo Ruth Tarasantchi. Hoje, seus trabalhos compõe diversos acervos, como MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Museu Nacional da Quinta da Bia Vista, MAC – Museu de Arte Contemporânea, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.