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O projeto "M . A cia de Dança - Memórias em Movimento: Dança e Vivência na Pedreira Prado Lopes" tem como Proposta a realização de aulas de dança para 40 pessoas moradoras da Pedreira Prado Lopes em Belo Horizonte. As ações acontecerão ao longo de 12 meses e preveem aulas e vivências de dança no território a fim de fomentar a integração com a cultura e o desenvolvimento artístico de populações periféricas, além de resgatar e registrar memórias locais. Como proposta de fechamento do projeto, será realizado um espetáculo desenvolvido pelos alunos junto com a equipe do projeto.
Pretende-se promover um intercâmbio de conhecimentos práticos e teóricos na área da dança em ciclos de dois meses, em que serão introduzidos diferentes estilos de dança para os participantes: Danças urbanas: As danças urbanas tiveram origem nos Estados Unidos, no século 20. Artistas de rua desempregados começaram a se apresentar nas ruas, inspirando-se no sapateado dos irlandeses. Eles criaram novos passos de percussão com os pés, que ficaram conhecidos como “tap americano”. O estilo se popularizou entre as décadas de 30 e 60, ganhando o termo “Street Dance” em Los Angeles. Com o tempo, outros estilos surgiram, como o hip hop, locking, popping e freestyle. No Brasil, as danças urbanas se popularizaram na década de 80, impulsionadas por videoclipes de artistas norte-americanos e filmes como “Beat Street” e “Breakdance”. A cultura hip hop também ganhou fama, incluindo dança, música e grafite. Características: As danças urbanas são marcadas pela liberdade na execução dos passos. Os dançarinos têm a capacidade de criar seus próprios movimentos, interpretando a música de maneira pessoal e espontânea. Isso resulta em apresentações cheias de energia, individualidade e estilo. Elas estão intimamente ligadas à cultura e à música urbanas, como o hip hop, funk e house. Além disso, são notáveis por sua abordagem única à coreografia e à improvisação. Principais Estilos: Hip Hop: Originado nas comunidades negras e latinas dos EUA, o hip hop é um estilo diversificado que inclui elementos de dança, música, grafite e rap. É uma das bases das danças urbanas. Locking: Caracterizado por movimentos rápidos e travamentos, o locking tem origem nos anos 70 e é conhecido por sua energia e expressividade. Popping: Baseado em contrações musculares rápidas, o popping cria efeitos visuais impressionantes. É comum combinar popping com locking. Breaking (Breakdance): Surgiu nas festas de rua do Bronx, em Nova York. Inclui movimentos acrobáticos, giros no chão e freezes. Vogue: Inspirado na cena das drag queens, o vogue é elegante e teatral, com poses e movimentos fluidos. Freestyle: Envolve improvisação total, permitindo que os dançarinos expressem sua criatividade livremente Ballet O ballet clássico é uma forma de dança que combina técnica, graça e expressão artística. Aqui estão algumas informações importantes sobre as técnicas do ballet: Posições dos Pés:Existem cinco posições básicas dos pés no ballet clássico, além da sexta posição. Elas são usadas em todos os métodos de ballet e incluem:Primeira Posição: Os pés apontam para fora (en dehors) e apenas os calcanhares se tocam. Idealmente, os pés formam um ângulo de 180 graus.Segunda Posição: Os pés ficam afastados lateralmente, com os calcanhares alinhados.Terceira Posição: Um pé fica à frente do outro, com o calcanhar do pé da frente tocando o arco do pé de trás.Quarta Posição: Um pé fica à frente do outro, com espaço entre eles.Quinta Posição: Os pés ficam cruzados, com o calcanhar de um pé próximo aos dedos do outro.Sexta Posição: Uma variação da quinta posição, com os pés cruzados de forma diferente1.Técnica e Execução:A técnica do ballet clássico envolve alinhamento, rotação externa dos pés (turnout) e movimentos precisos. Alguns aspectos importantes incluem:Alinhamento: Manter cabeça, ombros e quadris verticalmente alinhados.Turnout: Executar movimentos com as pernas rotacionadas para fora, promovendo uma postura elegante e linhas corretas.Port de Bras: Movimento dos braços que complementa a dança.Postura Vertical: O corpo deve estar alongado na posição vertical2.Métodos do Ballet Clássico:Existem vários métodos de ensino do ballet clássico, cada um com suas características:Método Francês (École Française): Foco na elegância e leveza.Método Dinamarquês (Bournonville): Ênfase na musicalidade e saltos.Método Italiano (Cecchetti): Detalhado e preciso.Método Inglês (Royal): Ênfase na expressão e fluidez.Método Russo (Vaganova): Combinação de técnica e emoção.Método Americano (Balanchine): Energético e rápido Dança contemporânea A dança contemporânea é uma forma de expressão artística que se destaca por sua liberdade criativa e diversidade. Aqui estão algumas características e técnicas associadas a ela: Autonomia Criativa:Diferentemente do ballet clássico ou do jazz, a dança contemporânea não se limita a uma técnica específica. Os artistas têm total liberdade para criar seus próprios movimentos, expressando-se conforme suas experiências e desejos.Surgiu na década de 50 nos Estados Unidos como uma forma de protesto contra a cultura clássica. Grupos como Merce Cunningham, Yvone Rainer, Steve Paxton e Pina Bausch buscaram desconstruir os padrões da dança tradicional, dando origem à dança contemporânea1.Características:Experimentação e Inovação: Valoriza a constante busca por novas formas de movimento e expressão.Transmissão de Conceitos: As coreografias propõem ideias e sentimentos, transmitindo conceitos ao público.Improvisação: Os bailarinos criam movimentos espontâneos durante a performance.Investigação Gestual: Exploração de gestos e movimentos relacionados a questões sociais, políticas e culturais.Integração com Outras Linguagens Artísticas: Pode mesclar teatro, música e outras formas de arte.Benefícios:Aulas de dança contemporânea proporcionam consciência corporal, tônus muscular, equilíbrio e ampla mobilidade.Desligam a mente das preocupações diárias, permitindo uma experiência única e libertadora Jazz. O jazz é um estilo de dança que surgiu nos Estados Unidos no início do século XX, e desde então tem encantado plateias ao redor do mundo com sua combinação única de técnica, expressão e improvisação. Com raízes no balé clássico e influências de danças africanas e afro-americanas, o jazz se destaca pela sua energia contagiante e pela liberdade de movimento que proporciona aos dançarinos. As técnicas do jazz estão estruturadas não apenas na Dança Moderna, mas também no Ballet Clássico. Durante aulas de jazz, você encontrará exercícios semelhantes aos do ballet, incluindo aquecimentos de barra e movimentos diagonais. Os dançarinos de jazz são conhecidos por sua agilidade, fluidez e pela combinação de passos rápidos, saltos acrobáticos e movimentos suaves e elegantes. Além disso, a expressão pessoal é fundamental no jazz, permitindo que os artistas contem histórias através de seus movimentos, tornando cada apresentação única e envolvente
O projeto "M . A cia de Dança - Memórias em Movimento: Dança e Vivência na Pedreira Prado Lopes" tem como objetivo levar conhecimentos práticos e teóricos de dança, além de trabalhar memórias e vivências da Pedreira Prado Lopes como objeto cênico, por meio de aulas para crianças, jovens e adultos de comunidades periféricas de Belo Horizonte. Os encontros visam promover uma maior integração com a arte e ampliar a sociabilidade e o repertório cultural desse público, além de democratizar o acesso à cultura, reconhecer novos talentos e proporcionar novos horizontes reflexivos e práticos aos participantes. Dito isso, os objetivos específicos deste projeto são: Objetivos específicos ● Realizar 120 aulas de dança (três vezes por semana), com duas horas de duração cada, ao longo de 10 meses, em quadras e escolas públicas da Pedreira Prado Lopes; ● Contribuir para a formação artística em dança de 40 pessoas, entre 7 e 30 anos, moradoras da comunidade Pedreira Prado Lopes (PPL), em Belo Horizonte; ● Promover espaços de integração e sociabilidade entre os 40 participantes do projeto, fomentando momentos reflexivos e de compartilhamento de subjetividades, experiências e potencialidades vividas por esse público no território; ● Realizar um espetáculo de dança ao final do percurso formativo desenvolvido pelos alunos junto à equipe do projeto, ampliando a visibilidade das criações e promovendo o acesso e a valorização do cenário artístico-cultural local, para pelo menos 100 pessoas da comunidade.
Ocupação mais antiga de Belo Horizonte, a Pedreira Prado Lopes nasceu quase simultaneamente à cidade, sendo seus primeiros moradores os operários que construíram a nova capital. Esses trabalhadores, apesar da importância na construção do município, sujeitos sem território, sem áreas previstas para ocupação, foram levados para a "Zona suburbana, a periferia, ocupada desordenadamente" (artigo: As Tessituras da Memória e a Construção Imaginária do Espaço: História oral e patrimônio na Pedreira Prado Lopes). Desde então, suas memórias já começaram a serem ofuscadas pela capital, criada para as classes média e alta, "não possuindo local para a instalação das pessoas de baixa renda que vinham do interior atrás de condições melhores de vida, seja saúde, emprego, educação, água e luz, ou para os que serviram de mão-de-obra na capital" (Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte _ URBEL, 1997). Por isso e por outros fatores, os espaços periféricos são historicamente descritos negativamente pelos setores hegemônicos da sociedade e pelo Poder Público. A ideia das favelas como alteridade radical, que seria o avesso da condição citadina, ganhou contornos moralistas que compreendem esses espaços como berço da delinquência e violência, incompatíveis com a potência criativa e cidadã. A privação de direitos e a visão estigmatizada que sempre pairaram e ainda pairam sobre as periferias podem representar para as suas populações uma limitação violenta à autonomia, autoestima e identificação com os elementos físicos e simbólicos que constituem os seus territórios. Como consequência, o resgate e registro de vivências e memórias são práticas muitas vezes distantes para as pessoas, em função da dificuldade de apropriação da própria história e da capacidade de se referir a si mesmas enquanto sujeitos que importam e pertencem. Em contrapartida à essa visão estigmatizada, as periferias deram e ainda dão origem a diversas manifestações artísticas e culturais, como o funk, samba, Hip Hop e a dança passinho. Essas criações da favela são formas de uma "recusa combativa" [...]. No passado, Cartola, Zé Kéti, Nelson Sargento e outros compositores cantaram a favela com a voz de quem enxerga a sua realidade "de dentro" dela" (A Favela Como Palco e Personagem e o Desafio da Comunidade-Sujeito, tese de Mariana Henriques Coutinho). Compreende-se a arte, portanto, como ferramenta de expressão e narração das vivências e memórias das populações e territórios periféricos. A dança entra como aliada neste processo "como uma linguagem rítmica e expressiva, um espaço de liberdade, sensibilidade e invenção. O corpo é o instrumento através do qual o homem se comunica e se expressa" (livro Domínio do Movimento, Rudolf Laban). Ao ser compreendido como forma de expressão, o corpo e seu movimento também pode ser produtor de narrativas alternativas àquelas impostas socialmente sobre os corpos periféricos. A dança é vista aqui, portanto, como meio de empoderamento dos corpos invisíveis e dos territórios sem lugar, resgatando suas memórias e representando suas vivências. Tendo como inspiração as experiências do coreógrafo Ivaldo Bertazzo com o ‘Corpo de Baile da Maré’, este projeto se ancora na ideia de levar os alunos e suas vivências para o centro da produção: cria-se um corpo-território; surge um corpo-memória. A partir dessa noção, a realidade local estará presente no cerne das produções, transformando o lugar, suas práticas e memórias em matéria-prima do espetáculo. O cotidiano e espaços da favela serão "espetacularizados" por meio da incorporação de vivências e memórias, tornando os participantes "porta-vozes, em cena, de ricos saberes locais" e, consequentemente, "valorizando a periferia, transformando-a em centro" (Silvia Soter, no livro Cidadãos Dançantes). Esta proposta nasce de experiências pregressas, oportunizadas pelo grupo M.A Cia de Dança, nascido na Pedreira Prado Lopes em 2010, e que, desde então, se propõe a tecer as múltiplas redes de mobilização e conhecimentos transversais entre arte, educação e cidadania. A partir de suas ações, a companhia trabalha para fomentar o reconhecimento e valorização da dança como forma de existência e ação no mundo, percepção, criatividade e ferramenta de mudança social em territórios periféricos. Nos últimos anos, a Companhia recebeu mais de 1000 alunos, entre crianças, jovens e adultos. Dessa forma, a proposição de tomar dança como uma ferramenta de promoção cultural, inclusão social e de elaboração de memórias e vivências da Pedreira Prado Lopes são caminhos fundamentais para construções de narrativas alternativas. Os elementos que compõem a dança, cada um à sua maneira, auxiliam no rompimento das barreiras simbólicas impostas pelo asfalto e conseguem "não só produzir um contra discurso, mas também, de certa maneira, traçar novas fronteiras socioculturais (e espaciais)" (BORELLI e FREIRE FILHO, 2008, p. 207)".
A proposta é realizar 3 aulas de dança por semana, de duas horas de duração cada, com 40 pessoas, totalizando cerca de 120 encontros no período de 10 meses. As aulas serão gratuitas e acontecerão nas quadras das comunidades Vila Senhor dos Passos e Pedreira Prado Lopes, às segundas e quartas-feiras, respectivamente. Propomos ainda a realização de aulas na Escola Estadual Silviano Brandão, também uma vez por semana, com horário e dia a ser definido de acordo com a disponibilidade da instituição.
Contaremos com os sehuintes recursos: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescriçãoACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados e sala sensorial para TEA
Com o intuito de atrair um grande número de pessoas oriundas de diversas regiões da cidade, especialmente de zonas periféricas, a assessoria de imprensa, além de trabalhar a divulgação nos cadernos de jornais de grande circulação, dará enfoque aos jornais e periódicos de bairros, principalmente aqueles com distribuição gratuita. Atendendo ao disposto no artigo 27, inciso I, do Decreto 5.761/06, que pede para tornar os preços de comercialização de obras ou de ingressos mais acessíveis à população em geral”, o projeto oferecerá ingresso gratuito ao público. Iremos transmitir nosso espetáculo em plataformas virtuais ao vivo para atender o público que não consiga ingressos devido à capacidade máxima estabelecida pelo local do teatro ou local a se apresentar. Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;o Caso escolha esse inciso, especifique qual será a ação paralela. Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
O “M . A Cia de Dança - Memórias em Movimento: Dança e Vivência na Pedreira Prado Lopes” é um projeto que tem como proposta fomentar a integração com a cultura e o desenvolvimento artístico de populações periféricas, com foco nas memórias e vivências da Pedreira Prado Lopes, a partir da realização, ao longo de 12 meses, de aulas de dança com 40 pessoas entre 7 e 30 anos, moradoras da comunidade Pedreira Prado Lopes (PPL), em Belo Horizonte. Será realizado pela M.A Cia de Dança, que, desde 2010, atua em regiões periféricas de Belo Horizonte em parceria com instituições da rede pública de ensino e professores independentes. Tendo em vista a diversidade de vivências artístico-culturais desse público, pretende-se promover um intercâmbio de conhecimentos práticos e teóricos na área da dança em ciclos de dois meses, em que serão introduzidos diferentes estilos de dança para os participantes: dança urbana, ballet, dança contemporânea e jazz. Como proposta de fechamento do percurso formativo, será realizado um espetáculo desenvolvido pelos alunos junto com a equipe do projeto, a fim de potencializar a visibilidade da dança em espaços periféricos, produzida por artistas que habitam aquele território, resgatar e registrar memórias locais e democratizar o acesso à cultura às populações da periferia da capital mineira. A proposta é realizar 3 aulas de dança por semana, de duas horas de duração cada, com 40 pessoas, totalizando cerca de 120 encontros no período de 10 meses. As aulas serão gratuitas e acontecerão nas quadras das comunidades Vila Senhor dos Passos e Pedreira Prado Lopes, às segundas e quartas-feiras, respectivamente. Propomos ainda a realização de aulas na Escola Estadual Silviano Brandão, também uma vez por semana, com horário e dia a ser definido de acordo com a disponibilidade da instituição. Em ciclos de dois meses, os participantes serão introduzidos a um estilo de dança diferente, sendo o primeiro focado em danças urbanas, o segundo, em ballet, o terceiro, dança contemporânea e, para fechar o percurso formativo, o quarto e último ciclo será focado em jazz. Ao final de cada ciclo, serão propostas vivências de dança no território, isto é, participação, junto aos professores, de ações e apresentações de dança na Pedreira Prado Lopes. Com isso, espera-se sensibilizar ainda mais os alunos para a riqueza cultural da Pedreira e envolvê-los nas atividades artísticas do território. No fechamento de cada ciclo, haverá um momento de conversa para trocas de experiências e impressões sobre o que foi vivido, além de debates sobre outras temáticas que tangenciam as práticas de expressão corporal nas periferias, como questões sociais, de raça e classe, território e pertencimento, arte e bem-estar. No percurso formativo, os participantes serão apresentados a técnicas codificadas, repertórios repetitivos e laissez-faire de dança, além de temas transversais que atravessam a experiência de populações periféricas e sua relação com a arte e processos criativos. Desde o início das ações, os alunos serão estimulados a conceder, junto à equipe da M.A Cia de Dança, o espetáculo de dança, produto final deste projeto, montado a partir das práticas realizadas nas aulas e nas vivências dos participantes na Pedreira Prado Lopes. As aulas serão ministradas por bailarinos profissionais, integrantes da M.A Cia de Dança, com experiência em ações de formação da Companhia em projetos anteriores. Entende-se que o preparo dos profissionais é de suma importância e complementa a ação educacional, a fim de garantir aos alunos das comunidades condições de apropriação e construção de conhecimento em arte e cultura. O espetáculo de dança, produto final deste projeto, será realizado em um teatro de Belo Horizonte (a definir), como mostra final do trabalho realizado nas aulas. A proposta é trazer a realidade local, o cotidiano dos alunos e as relações vividas no território como cerne da obra: a favela como palco e personagem do espetáculo. Com intuito de valorizar o artista ali criado e gerar mais oportunidades em diversos segmentos, o espetáculo será totalmente gratuito, tendo como público principal os responsáveis e familiares dos alunos participantes, com participação de ao menos 100 pessoas moradoras da comunidade Pedreira Prado Lopes. O espetáculo será registrado em vídeo e disponibilizado nas redes sociais da M.A Cia de Dança e em outras plataformas digitais, a fim de democratizar o acesso ao bem produzido, além de ser mecanismo de memória da Companhia e dos artistas formados pelo projeto “M . A Cia de Dança - Memórias em Movimento: Dança e Vivência na Pedreira Prado Lopes”.
PROJETO ARQUIVADO.