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PRONAC 246667Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Bota pra Ferver 2025

PABLO SERQUEIRA LYRA MARTINS FIGUEIREDO
Solicitado
R$ 100,0 mil
Aprovado
R$ 100,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Desfiles festivos
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2025-07-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O movimento Bota pra Ferver, nasceu no carnaval Rio de Janeiro, por meio do surgimento do bloco de Carnaval Divino Maravilhoso, em 2018. A participação popular reuniu cerca de dez mil foliões durante o primeiro desfile, número que foi crescente no ano seguinte, atingindo 18 mil pessoas no Centro do Rio de Janeiro. O projeto, que adotou o nome do movimento, Bota pra Ferver, contempla três eventos, visa levar a cultura baiana através de seu maior expoente, o carnaval de salvador, para o maior número de pessoas que não podem frequentar as festividades soteropolitanas in loco. Esse evento é representado por um desfile populare, nas ruas da cidade de São Paulo, de forma gratuita, que vai reunir ritmos baianos, artistas, comidas típicas, história, tradições, cores e sabores, respeitando e cultuando a diversidade étnica, racial, de gênero e religiosa, utilizando a história do axé music como fio condutor.

Sinopse

PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: O projeto realizará 1 evento (Cortejo) que é resultantes da pesquisa do idealizador, Pablo Lyra, envolvendo o Documentário: "Axé: Canto de um povo de um lugar". Nesse evento, o projeto será levado para as ruas, em locais diferentes do centro da cidade de São Paulo. Em trio elétrico, o projeto musical Bota pra Ferver vai levar a música baiana para diferentes públicos, que não tem ou nunca tiveram acesso ao Carnaval de Salvador. A história do Axé music será cantada através de um show de 3 horas, que passará pela origem do ritmo com artistas como Olodum, Margareth Menezes, Luiz Caldas, Morais Moreira, ate atingir seu auge com divas como ivete Sangalo, Daniela Mercury e Claudia Leite, até as influencias do Samba duro como: É o Tchan, Harmonia do Samba, Gang do Samba, Terra Samba, chegando aos dias atuais que apresenta artistas como Leo Santana, Parangolé e Ludmilah Anjos. O evento tem classificação etária livre. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: A oficina de percussão estilo olodum, constitui-se de uma importante manifestação cultural baiana, reconhecida pela UNESCO, e que se conecta com a história do axé baiano, assim como relatado no documentário "Axé: Canto de um povo de um lugar". E foram escolhidas, para serem oferecidas como oficina, antes da realização dos cortejos. Não há restrição para a participação nas oficinas, e a classificação etária é livre.

Objetivos

Objetivo geral: Realizar 1 evento (cortejo) na cidade de São paulo, durante o carnaval, com objetivo de difundir e perpetuar a história do axé music, as tradições baianas e todas as manifestações culturais que esta abrangem, em eventos que reunirão sons, sabores e cores, respeitando a diversidade étnica, racial, religiosa e de gênero, dando acessibilidade a diferentes camadas sociais à cultura e ao patrimônico histórico nacional. Dessa forma, oportunizar que o público que não tem condições econômicas, possa experienciar melhor, como é o carnaval de Salvador. Objetivos Específicos: A) Produto APRESENTAÇÃO MÚSICAL: Realizar 1 apresentação (Cortejo), na Cidade de São Paulo, de forma Gratuita; B) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Gerar um Vídeo Conteúdo - (DOC) com registro fotográfico e videográfico sobre o cortejo, que posteriormente será distribuído via Youtube gratuitamente; C) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realizar oficina de Percussão estilo olodum, dando ênfase a uma tradição baiana reconhecida pela UNESCO, que conversa com nosso projeto.

Justificativa

Originário da Bahia e considerado hoje um dos movimentos musicais mais globalizados do mundo, o axé é um ritmo musical que carrega em sua essência boa parte de todo o sincretismo musical e cultural baiano. O Axé Music como conhecemos surgiu na Bahia na década de 1980 durante o Carnaval de Salvador. Ele é uma mistura de vários estilos que possuem origens africanas ou provenientes do próprio estado, podendo ter elementos de ijexá, samba-reggae, frevo, reggae, merengue, forró, samba duro e outros É um consenso que o nome fundador é Luiz Caldas. O artista sempre viveu no meio da música e conciliava o trabalho em serviços gerais com atividade musical. Assim, construiu um ritmo que misturou o reggae com o pop, frevo, samba, ijexá e toques caribenhos, que ficou conhecido como Fricote. O ritmo dançante influenciou outros artistas e foi se desenvolvendo até chegar no axé propriamente dito. Caldas também criou bases de teclado e guitarra elétricas, característica muito forte na axé music. Além disso, a principal vitrine musical dos artistas era o programa Cassino do Chacrinha. Se uma banda aparecesse nele _ e o público gostasse _ era indicador de sucesso. Como descrito no documentário "Axé: Canto do povo de um Lugar", o surgimento do trio elétrico, as inovações nos carros de som, a benção do estúdio WR (local em que os maiores sucessos foram gravados), o sucesso de "Fricote" de Luiz Caldas, o olofote do grupo Olodum, os consecutivos hits de Chiclete com Banana até a estrela Ivete Sangalo são todos descritos com ligações muito fluídas entre si. Ao mesmo tempo, que se dá a clara a relação do axé com o carnaval baiano e o surgimento dos blocos, que é o centro do documentário, também é importante ressaltar o notável acervo de fotos, vídeos, trechos de programas de televisão e entrevistas utilizado na longa. O movimento Bota pra Ferver, nasceu no carnaval Rio de Janeiro, por meio do surgimento do bloco de Carnaval Divino Maravilhoso, em 2018. Através de minuciosa pesquisa, baseada no documentário "Axé: Canto de um povo de um Lugar". Nele a cultura baiana, assim como ritmos típicos eram cultuados e trazidos ao público que comungava o carnaval junto com o desfile. A participação popular reunião cerca de dez mil foliões durante o primeiro desfile, número que foi crescente no ano seguinte, atingindo 18 mil pessoas no Centro do Rio de Janeiro. Durante a pandemia, o projeto ficou adormecido, latente e se utilizou do meio digital para atingir mais pessoas, com uma live que reunião cerca de 3 mil expectadores através do youtube. Em 2023, o projeto renasceu com apoio da prefeitura municipal de São Paulo e tomou as ruas do largo do Arouche durante o primeiro sábado de Carnaval, arrastando mais de cinco mil foliões. A necessidade de adequação do projeto, através de leis de Incentivo, veio a partir das dificuldades que a cultura enfrentava, por conta de gestões anteriores, e o próprio desmantelamento do ministério da cultura, que não mais se perpétua, tornando a captação de patrocínio para projetos pequenos, missão quase que impossível. Com muito esforço e sem leis de incentivos, contamos com o clamor popular e a ajuda de alguns parceiros que visam apoio à diversidade e as festividades populares, para que o evento acontecesse em 2023. A partir dessas mesmas parcerias, despertamos o interesse de novas marcas, interessadas em patrocinar nossa pesquisa, evento e iniciativas de participação coletiva, para as próximas edições do evento. O projeto que contempla um grande evento, visa levar a cultura baiana através de seu maior expoente, o carnaval de salvador, para o maior número de pessoas que não podem frequentar as festividades soteropolitanas in loco. Esses eventos estão divididos e dois desfiles populares, nas ruas da cidade de São Paulo, de forma gratuita, em 1 cortejo que vai reunir ritmos baianos, artistas, comidas típicas, história, tradições, cores e sabores, respeitando e cultuando a diversidade étnica, racial, de gênero e religiosa, utilizando a história do axé music como fio condutor.

Especificação técnica

PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: O projeto, que abrange 01 evento presencial em logradouro público, visa documentar através de registro fotográfico e vídeográfico, todas as etapas do evento, para a posteriori seja criado um mini documentário, sobre a relevância do Bota pra Ferver, como agente cultural em São Paulo, transformando o cenário carnavalesco da cidade. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: A oficina oferecida, será igualmente documentada através de registo fotográfico e videográfico, para compor o minidocumentário, produzido pelo projeto Bota pra ferver.

Acessibilidade

PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: Para o eventos/cortejo que serão realizados em logradouro público, haverá uma área cercada por cordas, para acesso e permanência de pessoas com deficiência Física, intelectual, visual e auditiva, além de pessoas treinadas para lidar e auxiliá-los. E ainda, haverá durante o desfile, um intérprete de libras para auxiliar os deficientes auditivos. Para a locomoção, a prefeitura oferecerá rampas de locomoção e banheiros químicos adaptados. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: A oficina de Percussão estilo olodum, será ministrada por um profissional qualificado a trabalhar com pessoas com deficiências, sejam Físicas, auditivas, visuais ou intelectuais. Quanto a acessibilidade de conteúdo, nossas peças de divulgação terão legendas e autodescrição. Todas as nossas ações são baseadas no ART. 27 da Instrução Normativa MinC nº 11/2024.

Democratização do acesso

PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: Quanto a democratização de acesso, nosso evento terá transmissão simultânea em canais digitais, além da possibilidade da participação de público de forma gratuita em nossos ensaios abertos e no acesso de nossos eventos/cortejos, realizados em logradouro público. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Durante nosso evento/Cortejo, haverá presença de profissional oferecendo oficinas de conteúdos que exaltem a cultura baiana: Pintura corporal olodum e dança estilo afoxé. A oficina, terá transmissão simultânea em canais digitais, além da possibilidade da participação de público de forma gratuita.

Ficha técnica

Pablo Lyra Proponente e Diretor artístico do projeto. CEO da Pop Up Entretenimento, que está realizando esse projeto. Formado em Direção Teatral pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, foi responsável por espetáculos músicais de sucesso como: "Geração 80: Amor e Rock a gente canta", "Noite de Reis - um musical Shakesperiano", Lua de Cristal - O Musical" e "Aconteceu no Blues Motel". Idealizador do movimento "Bota pra Ferver" que nasceu em 2018 com intuito de enaltecer e difundir o axé music com o bloco Divino Maravilhoso, que desfilou no Carnaval do Rio de Janeiro em 2018, 2019 e 2020. Com mais de 20 anos de expertise na área, pianista e cantor, com formação musical no Conservatório Brasileiro de Música. Foi também pesquisador no Centro de Referência do Samba Carioca, conhecido como Centro Cultural Cartola, presidido por Nilcemar Nogueira, neta do cantor Cartola e ex secretária de Cultura do Município do Rio de janeiro. Cosme Motta Diretor musical com vasta experiência na função, já tendo trabalhado com grandes artistas da cena musical como: Sandra de Sá, Iza, Adrianna, Alceu Valença, Jammil, Grupo Revelação, Pique Novo e Regis Danese. Cantor, músico e instrumentista já atua na área há 20 anos, tendo tambem atuado no universo dos musicais com nomes como: Moeller e Botelho, Claudio Figueira e Miguel Falabella. Trabalha técnicas vocais através de metodologias de Jane Celeste e Glorinha Beuttenmüller. Nayana Duarte Cantora e interprete, com formação artística pela Escola Martins Penna e formação musical pelo Conservatório Brasileiro de Música, atua na área musical há mais de 15 anos, ja tendo trabalhado com artistas de renome como: Iza, Sandra de Sá, Roberta Sá, Tereza Cristina, Jammil e Fernanda Abreu. Cantora oficial de um projeto de pagode, que leva o ritmo para opublico da Pedra do Sal no Rio de Janeiro. Pesquisadora de música, faz experiência smusicais durante o projeto intitulado Samba da Alvorada.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.