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PRONAC 246670Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES INSTITUTO DE ARTE CAZUMBÁ 2025

INSTITUTO DE ARTE CAZUMBA
Solicitado
R$ 775,6 mil
Aprovado
R$ 775,0 mil
Captado
R$ 500,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil

Eficiência de captação

64.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
24

Localização e período

UF principal
MA
Município
São Luís
Início
2025-01-01
Término

Resumo

O Plano Anual Cazumbá 2025 pretende viabilizar a produção de espetáculos do Instituto de Arte Cazumbá, no primeiro e segundo semestre de 2025,quando comemorará 52 anos de existência. O Instituto de Arte Cazumbá tem por principal objetivo estudar e perpetuar as tradições culturais maranheses: Bumba Meu Boi, Quadrilha, Pajelança, Bambaê, Pela Porco, Dança do Caroço, Baile de São Gonçalo, Tambor de Mina, Tambor de Crioula, Dança do Baralho. Em 2025 serão apresentados 2 espetáculos no Teatro Cazumbá em São Luís: A ÓPERA BOI, e BOGI BUÁ, todas as ações culturais do projeto seráo realizadas de maneira gratuita.

Sinopse

SINOPSE DOS ESPETÁCULOS: ESPETÁCULO A ÓPERA BOI :É a adaptação do Bumba-Meu-Boi do Maranhão para o palco. O enredo é o mais antigo entre os pesquisados: A estória de um homem, Chico, que procura um boi para satisfazer sua mulher, Catirina que, grávida, está com desejo de comer língua. Não achando um para comprar, ele decide furtar. Preso, devolve o boi que está muito doente. As curandeiras salvam o boi e a festa acontece. Ópera Boi possui concepção, texto e repertório assinados pelo diretor, Américo Azevedo, quando ainda na universidade em 1973, reúne um grupo de jovens que buscavam fazer um teatro comprometido com as coisas do Maranhão. Essa busca o aproximou do folclore, e este a partir de então é utilizado como principal matéria prima na construção do espetáculo teatral. ESPETÁCULO BOGI BUÁ: Colagem de danças típicas maranhenses. Umas ainda muito vivas como Tambor de Crioula e Tambor de Mina. A primeira pagã, a segunda religiosa. Outras desaparecidas como Dança do Baralho, Dança do Caroço, Bambaê e Pajelança. E duas em processo de desaparecimento: Pela Porco e Baile de São Gonçalo. No espetáculo são apresentadas na seguinte ordem: pajelança, bambaê, pela porco, dança do caroço, baile de São Gonçalo, tambor de Mina, tambor de crioula e dança do baralho. Será inserido o tempo de duração e a classificação indicativa do espetáculo na divulgação. PALESTRA APÓS APRESENTAÇÃO DOS ESPETÁCULOS: O objetivo principal das palestras após apresentação dos espetáculos é estimular o interesse pelas artes cênicas e a formação de novas plateias, estimulando a conscientização para a importância da arte e da cultura maranhense por intermédio das artes cênicas, música e da dança ampliando o universo de conhecimento dos participantes e fortalecendo sua autoestima coletiva diante da sociedade.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS O objetivo geral desse projeto é a execução do Plano Anual de Atividades do INSTITUTO DE ARTE CAZUMBÁ 2025, a ser desenvolvido pelo INSTITUTO DE ARTE CAZUMBÁ, antiga Companhia Cazumbá de Teatro e Dança, durante o ano de 2025, de forma inteiramente gratuita para o público. Além de toda a produção espetáculos, o projeto inclui itens de produção do Instituto de Arte Cazumbá. E ainda, de acordo com o Art. 3º do Decreto 11.453, de 23 de março de 2023, este projeto pretende: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Parágrafo único. A implementação dos mecanismos de fomento cultural garantirá a liberdade para a expressão artística, intelectual, cultural e religiosa, respeitada a laicidade do Estado. OBJETIVOS ESPECIFICOS Para perpeturar os 52 anos do Instituto de Arte Cazumbá serão montados 2 espetáculos, no Teatro Cazumbá, em São Luís - MA: "Ópera Boi" e "Bogi Buá". O espetáculo Ópera Boi terá 3 meses de pre produção entre criação, ensaios e montagem e 2 meses de temporada. O espetáculo Bogi Buá terá 3 meses de pre produção entre criação, ensaios e montagem e 2 mêses de temporada. Os espetáculos são preparados e ensaiados simultaneamente. A autoria dos textos e músicas é de Américo Azevedo Neto, fundador do Instituto e também Diretor Geral e Artístico. O elenco de teatro e dança é fixo, composto de 22 ATORES/DANÇARINOS preparados no próprio instituto, 15 músicos e 1 cantor, totalizando 38 artistas formados pelo próprio Instituto. Além do elenco o instituto conta com os serviços abaixo: 01 Diretor Geral 01 Assistente de Direção 01 Assistente de Administração 01 Produtor 01 Assistente de Palco 01 iluminador 01 sonoplasta 01 Contra regra 01 Auxiliar de contra regra 02 Assistente de Produtor Executivo Serão 16 apresentações do ÓPERA BOI e 16 apresentações do BOGI BUÁ, distribuídos pelos 2 meses em dias alternados. O objetivo principal das apresentações dos espetáculos é estimular o interesse pelas artes cênicas e a formação de novas plateias, estimulando a conscientização para a importância da arte e da cultura maranhense por intermédio das artes cênicas, música e da dança ampliando o universo de conhecimento dos participantes e fortalecendo sua autoestima coletiva diante da sociedade. Em atendimento do Art. 30 da IN serão realizadas 16 palestras no Teatro Cazumbá, após as apresentações dos espetáculos. As palestras terão como tema o folclore e a cultura maranhense. Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I- doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); II- oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; III- disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV- garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI- realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VII- realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação; VIII- estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; IX- outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC; ou X- oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.

Justificativa

A presente proposta enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo plurarismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira e IX - priorizar o produto cultural originário do país. O projeto tem por finalidade, dentre os incisos do Art. 3º da lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991: II - fomento a produção cultural e artística mediante: c) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O Plano Anual de Atividades do Instituto de Arte Cazumbá 2025 também atende plenamente às exigências do Decreto 11.453, de 23/03/2023 - Art. 54 § 2º; bem como à IN n.01 de 10 de abril de 2023 Art. 6º, conforme atesta seu Estatuto Social anexo. O Instituto Cazumbá é Cessionário do Teatro Cazumbá - Termo de Cessão da Secretaria Estadual de Educação anexo. A cultura da região nordeste do Brasil é uma das mais sólidas bases de nossa nacionalidade. Fruto do mais rico e complexo processo de miscigenação, mistura a imensa riqueza herdada de africanos, índios e europeus e materializa-se nas manifestações artísticas que, sem perder a identidade com suas raízes, se reproduz continuamente em inúmeras e autênticas expressões da cultura brasileira. O Instituto Cazumbá, com seus 52 anos de existência, é um exemplo vivo do poder invencível da criatividade, e de que valores autênticos associados a um trabalho consistente se renovam continuamente, tornando-se imunes à passagem do tempo. O grupo nasceu da ação de jovens que, ainda na universidade, em 1973, buscavam uma forma de teatro e dança que com características próprias, conseguisse, mantendo-se particular, ser universal. Essa busca acabou por aproximar, ainda na década de 70, o fundador do grupo, Américo Azevedo Neto, ao folclore. Desse modo, ele tornou esse elemento a matéria prima do trabalho da companhia. Esse trabalho não consiste na simples repetição das manifestações folclóricas, mas na releitura delas e na tentativa de realizar, com absoluto comprometimento cultural, o que foi imaginado, mas não realizado, quando do surgimento do fato folclórico. O Instituto faz um apurado trabalho de pesquisa, levantando e fixando os valores culturais do Maranhão, reunindo o maior volume possível de informações e tornando-se fonte de pesquisa e estudos da cultura maranhense. Através do trabalho do grupo danças populares encontradas no Maranhão, como o Tambor de Mina - Versão maranhense da religião afro-brasileira -, Baile de São Gonçalo - Dança de cunho religioso, pretensamente solene, era feita apenas como pagamento de promessa ou pedido de graça - e Tambor de Crioula - Dança de absoluta origem negra, dançada pelos escravos que, na segunda metade do século XIX a utilizavam tanto como diversão como exercício de luta -, e outras socialmente extintas como Pajelança - Religião indígena brasileira anterior ao descobrimento -, Pela-porco - Dança branca, muito comum na aristocracia rural maranhense ao final do século XIX -, Bambaê - Uma festa rural sem um ritmo próprio e único -, Baralho - Dança carnavalesca com ritmo próprio extremamente contagiante, mas que, apesar disso, sucumbiu diante do samba surgido em fins da segunda década do século XIX - e Caroço - Dança da região praiana - são trabalhadas. Assim, reproduzindo danças e festas maranhenses, o Instituto se notabilizou por se apresentar em universidades, com apresentações sempre seguidas de debates entre seu diretor e a plateia. Há 52 anos "na estrada", o Cazumbá profissionalizou-se há 25 anos e, tenta, num país onde cultura ainda é subproduto, manter-se com dignidade, fazendo, dessa manutenção, o seu mais difícil e árduo espetáculo; mais difícil ainda por ser de um Estado Nordestino _ o Maranhão, um dos mais pobres do país. Os artistas da antes Companhia Cazumbá de Teatro e Dança, hoje INSTITUTO DE ARTE CAZUMBÁ, não têm nenhuma formação acadêmica, nem são oriundos de nenhuma escola de teatro. São jovens maranhenses comuns, que, na busca de trabalho, se deparam com essa possibilidade. Assim selecionamos nossos artistas: pessoas jovens com sonhos. O Instituto lhes oferece toda a formação. Para a maioria é a primeira vez que participam de um projeto cultural. Por este motivo, torna-se de vital importancia o apoio da Lei de Incentivo à Cultura para realização deste projeto que possibilitará a continuidade da formação destes jovens atores. O Instituto de Arte Cazumbá é uma das poucas e ainda raras companhias de teatro e dançam no Brasil, mais especificamente no nordeste, ao qual seus funcionários trabalham de segunda a sexta em horário comercial, vivendo apenas de arte, sem precisar de um segundo emprego para seu sustento e todo esse trabalho é criteriosamente fiscalizado, dirigido e acompanhado pela direção do Instituto que atribuem ainda premiações técnicas pelo desenvolvimento pessoal de cada bailarino (a). O Instituto de Arte Cazumbá, excetuando Manaus, Porto Alegre e Palmas, já se apresentou em todas as capitais brasileiras e nas principais cidades do país, sempre nos melhores teatros e nas mais conceituadas casas de espetáculo. Na Europa, salientamos a Bienal de Dança de Lyon, França, quando, como convidados, foram feitos três espetáculos que funcionaram como abertura da Bienal, onde, no desenrolar do festival, se apresentaram, do Brasil, grupos da categoria de O Corpo, de Belo Horizonte e o Ballet Stagium, de São Paulo, além dos shows de Antônio Nóbrega e Carlinhos de Jesus. No Brasil, além das inúmeras temporadas nos melhores teatros do país e de apresentações em quase todas as universidades do sul e sudeste brasileiro, destacamos as três semanas no Teatro do Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo e as 3 luxuosas apresentações no palco montado no interior do Shareton Hotel do Rio de Janeiro. ESPETÁCULOS JÁ MONTADOS: - CAZUMBÁ, A ÓPERA BOI - Estreado em agosto de 1973 é a adaptação do Bumba-meu-boi do Maranhão para o palco. - BOGI BUÁ - Sequência de 8 danças maranhenses: Pajelança, Bambaê, Pela Porco, Dança do Caroço, Baile de São Gonçalo, Tambor de Mina, Tambor de Crioula e Dança do Baralho. Estreou em junho de 1978. - A QUADRILHA ou PAU NA CASA DE SINOCA - Estreado em junho de 2008, conta a estória de um casal que busca fazer uma quadrilha junina e, durante os ensaios, descobre que sua filha que, por sinal, tem dois namorados, está grávida. - BONJOUR, CURUMIM - Um espetáculo sobre São Luis: sua origem, seu continuar, suas mazelas, seus primores. Saudosista, reclama dos descasos e principalmente da despreocupação quanto ao aspecto ecológico. Estreado em novembro de 2016. - EM NOME DO FILHO - Única tragédia do Instituto, é montada a partir da lenda do bumba meu boi. Estreou em junho 2018. - O PRESENTE DE MARIA - Espetáculo que envolve Papai Noel, seus operários, Anjos da Guarda e alguns bichos - é a estória de um casal buscando satisfazer o desejo da filha - Maria - que, como presente de Natal, quer a Solidariedade. Estreou em dezembro de 2018 As 02 montagens previstas para 2025 farão uso dessa linguagem tão peculiar da cultura do Maranhão:A ÓPERA BOI e BOGI BUÁ.

Estratégia de execução

Conforme documentos anexados ao projeto a Cia. Cazumbá de Teatro e Dança teve sua razão social alterada para INSTITUTO DE ARTE CAZUMBÁ - Ata, Estatutos e CNPJ com a alteração anexados.

Especificação técnica

Os espetáculos ÓPERA BOI e BOGI BUÁ têm duração próxima de 1h e 30 minutos cada, sem intervalo. Em ambos os espetáculos participam todo o elenco do Instituto, bem como todos os musicos e cantos. Serão 03 meses de preparação, criações, ensaios e montagem de cada espetáculo e 02 meses de temporada, com apresentações alternadas.

Acessibilidade

Declaramos para os devidos fins que o Instituto de Arte Cazumbá atende a todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009 que exige intervenções que objetivem priorizar e/ou facilitar o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. O Teatro Cazumbá igualmente atende a todas as exigencias legais. Para cada espetáculo será contratado um profissional para tradução em LIBRAS das pessoas que tiverem necessidades especiais. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade física: O teatro Cazumbá atende a todas as exigencias idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais nas apresentações teatrais.Acessibilidade para deficientes visuais: Será disponibilizado programa em braille para deficientes visuaisAcessibilidade para deficientes auditivos: Todos os deficientes visuais terão atentendimento em LIBRAS durante as apresentações. Acessibilidade para autistas: Durante todos os espetáculos teremos a presença de uma psicóloga a disposição para atendimento quando necessário. PALESTRAS: haverá tradução em libras. O Teatro Cazumbá fica no andar térreo e tem total acessibilidade a deficientes e idosos, além de ser localizado no Centro Histórico de São Luís que possui sinalizações, rampas de acesso desde o estacionamento até a entrada do Teatro, bem como placas para leitura em braile.

Democratização do acesso

Em atendimento ao Art. 31 da Instrução Normativa, para os efeitos desta Seção, considera-se: I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Os artistas da Instituto de Arte Cazumbá são oriundos das classes sociais de baixa renda, sendo este, na maioria dos casos, seu primeiro acesso à cultura, além de sua maioria ser composta por pessoas negras, mulheres, lgbtqiapn+, quilombolas e indígenas. TODAS AS APRESENTAÇÕES SERÃO GRATUITAS NÃO HAVENDO RECEITAS PROVENIENTES DO PROJETO.

Ficha técnica

O proponente será remunerado pela coordenação do projeto e a direção de produção, além de ser responsável por todo processo decisório do projeto. FICHA TÉCNICA: AMÉRICO AZEVEDO NETO - DIRETOR GERAL, DIRETOR MUSICAL E COREÓGRAFO. Teatrólogo, folclorista, poeta, romancista e cronista, é membro da Academia Maranhense de Letras onde ocupa a cadeira 19, membro da Academia Ludovicense de Letras, onde ocupa a cadeira 29. Já exerceu as seguintes funções: Secretário de Turismo da Prefeitura de São Luís, Diretor da Comissão de Turismo Integrado do Nordeste, Assessor de Relações Públicas do Banco do Estado do Maranhão, Assessor para Assuntos Culturais da Presidência do Banco acima citado, Membro do Conselho Estadual de Cultura, Diretor do Departamento de Cultura da Prefeitura de São Luís, Presidente do Conselho Estadual da Cultura, Secretário de Estado da Cultura, Fundador e Diretor da Cia Cazumbá em 1973. Criou, redigiu os textos, compôs as músicas e dirigiu: O Auto do Bamba Meu Boi, Bogi Buá, A Quadrilha e Vai ter brigadeiro? Obras publicadas: É possível que ainda seja azul (Crônicas); O Bumba meu boi no Maranhão (Estudo folclórico); Infelizmente Amém (Poesia) Festa, fogos, fogueira e fé (Ensaio folclórico), História Realmente Geral, 1,2,3, Cazumbá – O Livro, Lidiodato, Amor e Teatro, Três Cantos.. Por publicar: Pretérito Imperfeito e Só o Rei Permanece Gordo TONIA BUNA - ASSISTENTE DE DIREÇÃO E CANTORA (Antônia Maria Buna Cruz). Ingresso na Companhia: abril de 1974. Atriz, dançarina e cantora. Experiência nacional e internacional. Curso de teatro e dança na própria companhia. Prêmio Imprensa de São Luis. Menção honrosa no Festival de Olímpia (SP). CINTIA PESSOA – RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Cíntia Cristine Pessoa Bezerra, atriz DRT 422-MA formada pelo Centro de Artes Cênicas do Maranhão-CACEM, licenciada em Teatro pela Universidade Federal Maranhão-UFMA, especialista em Gestão e Assessoria de Imprensa pelo Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Maranhão-UFMA, executiva de projetos e lei de incentivo à cultura e Relações Institucionais do Instituto de Arte Cazumbá. ELENCO: IASMIN MIRANDA DA SILVA , PALOMA BIANCA MORAES MORAES, JOCIETE AZEVEDO CORREA, MAYARA SABRINA CARVALHO DIAS, LARA ENGUELS C. CORREA, TAINARA DOS SANTOS RIBEIRO, EDIANE KALESIA DOS SANTOS COSTA,ELIAKIM VICTOR LOPES SALES, EWDSON HENRIQUE VIANA DE ABREU, DURVAL ANTONIO DA SILVA NETO, EDUARDO DOS SANTOS SANTOS, LUIS FELIPE CARVALHO DE SÁ, ALLYSON BRUNO LIMA DOS SANTOS, EDUARDO GABRIEL BRAGA SOUZA, WALTER GOMES SANTOS JÚNIOR, JHONATAN DA LUZ FONSECA, JOÃO FELIPE PEREIRA, THIAGO COÊLHO REIS, JOEMILIO FERREIRA JUNIOR. ORQUESTRA: JOÃO VITOR SILVA SOARES, JOÃO VITOR DA SILVA MONTEIRO, HELTON JOSÉ ALVES BORGES, FELIPE ADDY CARVALHO PEREIRA, WALISSON GUSMÃO PEREIRA, LUCAS PEREIRA CORREA, FABIO HENRIQUE LIMA SILVA, THALYSSON NICOLAS VIEGAS DOS SANTOS, PAULO ROBERTO DOS SANTOS, GLAYDSON SILVA PINTO, RAFAEL FERREIRA PINHEIRO, ROGERIO DOS SANTOS GUAYANAZ JUNIOR, ALEX BEZERRA FONSECA. SERVIÇO/PRODUÇÃO: SÂMARA RANNYELLE MENDES DOS SANTOS, MARIA JOSIANE SILVA SOUSA, DYWILLIS FERREIRA QUADROS, EDNA ALMEIDA DOS SANTOS, LEANDRO RIBEIRO DA SILVA, CAMILA DE JESUS FONSECA PEREIRA, MARCO AURÉLIO SENA FIESCA, GEISA DE JESUS CRUZ RAMOS, JOSÉ RIBAMAR FIESCA.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-06-30
Locais de realização (1)
São Luís Maranhão