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O Projeto MEMÓRIA PHOTOGRÁFICA DE URUAÇU GOIÁS _ CIDADE E PESSOAS é um projeto que visa trazer à tona a história, evolução e potencialidade da Cidade de Uruaçu/GO, através de registros históricos e com um rico material de pesquisa dos irmãos Maria Solange C. A. Teixeira e Ítalo Campos, filhos de Cristovam Francisco de Ávila e Selenita Campos de Ávila que foram uns dos fundadores da Cidade de Uruaçu/GO, e com a colaboração de personalidades da região norte do Estado de Goiás.
A historiografia goiana ressente-se ainda da falta de estudos objetivos, totalizantes, que analisem a evolução social e econômica do Estado desde os seus primórdios até a contemporaneidade capitalista. Os primeiros aglomerados urbanos formaram-se em função da exploração minerífera, por volta de 1730. Um século depois, esgotado os veios auríferos, a agropecuária absorvia a mão de obra ativa e, ainda hoje, assenta-se o eixo econômico na atividade agroindustrial. Nossa história não foi ainda narrada adequadamente. É certo que há estudos sérios, de matriz acadêmica, tornados clássicos em nossa literatura histórica, valendo citar, sem exaurir a lista, os títulos: “Sociedade colonial”, de Luís Palacin, de 1981; “Economia e escravidão em Goiás colonial”, de Gilka Vasconcelos, de 1983; “Coronelismo em Goiás”, de Francisco Itami Campos, publicado em 2001; “Goyaz, uma província do sertão”, de Ledonias F. Garcia, “História de uma oligarquia: Os Bulhões”, de Maria Augusta Sant’Anna Moraes”, de 1974, e “Caminhos de Goiás: Da construção da decadência aos limites da modernidade”, de Nasr Fayad Chaul, de 1995. Sem embargo disso, são parcos os estudos em torno das diversidades regionais e das particularidades inerentes aos estágios de desenvolvimento dos municípios. As narrativas iconográficas da evolução cultural do Estado são ainda mais raras. Nesse particular, merece referência o belo trabalho do fotógrafo Hélio de Oliveira, intitulado “Eu vi Goiânia crescer”, em dois volumes, abrangendo, o primeiro, editado em 2008, as décadas de 1950 e 1960, e o segundo, publicado em 2012, o período de 1950 a 1970. Por ele, pode-se visualizar o extraordinário crescimento da nova capital do Estado de Goiás, a partir da década de 1950. Nesse cenário, a publicação desta “Memória Photográfica de Uruaçu – Goiás: Cidade e pessoas”, organizada por Maria Solange C. A. Teixeira e Ítalo Campos cobrindo um período de 60 anos de história, erige-se como uma inestimável contribuição à memória da nossa gente e da nossa terra, suprindo, no que tange ao município, a lacuna de registros fotográficos catalogados. A imagem, como se sabe, é de poderosa expressividade, capaz de alcançar, de imediato, a sensibilidade do espectador. Neste trabalho tem-se um microcosmo do macro constituído pela comunidade, seus grupos sociais, seus hábitos, seus eventos, suas atividades laborais e sua evolução arquitetônica. Traça-se nele, de certa forma, uma linha do tempo, da qual se inferem os aspectos multifacetados da progressão da sociedade uruaçuense, congelada numa interessante sequência de imagens captadas por fotógrafos diversos. Nelas evocam-se o romantismo tardio do século passado, os hábitos e costumes da população, suas obras públicas, seus acontecimentos sociais, suas festas religiosas e os diferentes estilos de construção urbana. É claro que as imagens não tem a qualidade da resolução que se alcança hoje, com as câmeras de alta tecnologia, mas isso torna ainda mais valiosa a documentação e o próprio acervo, testemunho fiel de um tempo que sofreu profundas modificações em sua cultura e em seus artefatos. O poema de Ítalo Campos, perpassando todo o trabalho, como um rio de águas claras e sonoras, é uma homenagem merecida à cidade e sua gente, e injeta a luz da poesia na galeria de fotos históricas. Apresentar este trabalho é tarefa que muito me gratificou, pois ao fazê-lo imergi nas águas da minha infância e adolescência, revendo vultos e fatos já esmaecidos no tempo, mas que estão incorporados à história do município e em minha própria trajetória de vida. Quiçá proporcione aos leitores a emoção de realizar uma viagem ao século passado, a um tempo de simplicidade, de certa ingenuidade até, uma revisitação à história de um povo bom e humilde, mas bravo em sua capacidade de sobrevivência.
OBJETIVO GERAL: O Projeto MEMÓRIA PHOTOGRÁFICA DE URUAÇU GOIÁS _ CIDADE E PESSOAS, tem como objetivo contribuir para a ampliação do acesso da população a historiografia goiana através de estudos objetivos, totalizantes e de acervos fotográficos, textos e material de pesquisa qualificado, levando ao conhecimento da população de sua história e da história de seu estado. OBJETIVO ESPECÍFICO: - Realizar a publicação e edição de 1.000 exemplares do Livro: Memória Photográfica de Uruaçu Goiás _ Cidade e Pessoas, um livro que conta com 64 páginas que conta com o acervo fotográfico e material de pesquisa dos irmãos Maria Solange C. A. Teixeira e Ítalo Campos, filhos de Cristovam Francisco de Ávila e Selenita Campos de Ávila que foram uns dos fundadores da Cidade de Uruaçu/GO; - Divulgar a literatura e a história através da Memória fotográfica de Uruaçu Goiás _ Cidade e Pessoas no Estado de Goiás, no Brasil; - Garantir a diversidade cultural e histórica no Estado de Goiás; - Promover mais um instrumento literário e de pesquisa para os leitores goianos e brasileiros; - Gerar trabalho e renda para gráficos, editores e todos os demais profissionais ligados á confecção gráfica no Estado de Goiás e no Brasil.
A historiografia goiana ressente-se ainda da falta de estudos objetivos, totalizantes, que analisem a evolução social e econômica do Estado desde os seus primórdios até a contemporaneidade capitalista. Os primeiros aglomerados urbanos formaram-se em função da exploração minerífera, por volta de 1730. Um século depois, esgotado os veios auríferos, a agropecuária absorvia a mão de obra ativa e, ainda hoje, assenta-se o eixo econômico na atividade agroindustrial. Nossa história não foi ainda narrada adequadamente. É certo que há estudos sérios, de matriz acadêmica, tornados clássicos em nossa literatura histórica, valendo citar, sem exaurir a lista, os títulos: "Sociedade colonial", de Luís Palacin, de 1981; "Economia e escravidão em Goiás colonial", de Gilka Vasconcelos, de 1983; "Coronelismo em Goiás", de Francisco Itami Campos, publicado em 2001; "Goyaz, uma província do sertão", de Ledonias F. Garcia, "História de uma oligarquia: Os Bulhões", de Maria Augusta Sant’Anna Moraes", de 1974, e "Caminhos de Goiás: Da construção da decadência aos limites da modernidade", de Nasr Fayad Chaul, de 1995. Sem embargo disso, são parcos os estudos em torno das diversidades regionais e das particularidades inerentes aos estágios de desenvolvimento dos municípios. As narrativas iconográficas da evolução cultural do Estado são ainda mais raras. Nesse particular, merece referência o belo trabalho do fotógrafo Hélio de Oliveira, intitulado "Eu vi Goiânia crescer", em dois volumes, abrangendo, o primeiro, editado em 2008, as décadas de 1950 e 1960, e o segundo, publicado em 2012, o período de 1950 a 1970. Por ele, pode-se visualizar o extraordinário crescimento da nova capital do Estado de Goiás, a partir da década de 1950. Nesse cenário, a publicação desta "Memória Photográfica de Uruaçu _ Goiás: Cidade e pessoas", organizada por Maria Solange C. A. Teixeira e Ítalo Campos, erige-se como uma inestimável contribuição à memória da nossa gente e da nossa terra, suprindo, no que tange ao município, a lacuna de registros fotográficos catalogados. A imagem, como se sabe, é de poderosa expressividade, capaz de alcançar, de imediato, a sensibilidade do espectador. Neste trabalho tem-se um microcosmo do macro constituído pela comunidade, seus grupos sociais, seus hábitos, seus eventos, suas atividades laborais e sua evolução arquitetônica. Traça-se nele, de certa forma, uma linha do tempo, da qual se inferem os aspectos multifacetados da progressão da sociedade uruaçuense, congelada numa interessante sequência de imagens captadas por fotógrafos diversos. Nelas evocam-se o romantismo tardio do século passado, os hábitos e costumes da população, suas obras públicas, seus acontecimentos sociais, suas festas religiosas e os diferentes estilos de construção urbana. É claro que as imagens não tem a qualidade da resolução que se alcança hoje, com as câmeras de alta tecnologia, mas isso torna ainda mais valiosa a documentação e o próprio acervo, testemunho fiel de um tempo que sofreu profundas modificações em sua cultura e em seus artefatos. Desta forma, uma imagem vale mil palavras, mas a imagem só não dá conta do fenômeno humano. É preciso palavras para construir uma realidade. Não fosse a linguagem ficaríamos à deriva. Palavras formam, produzem imagens e imagens nos instigam palavras. É nessa perspectiva que propomos este registro de uma cidade que se iniciou com a família FERNANDES em 1910 e de um povo centenário em Goiás. O projeto se enquadra nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8.313/91 de acordo com o descrito abaixo: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. O PROJETO MEMÓRIA PHOTOGRÁFICA DE URUAÇU GOIÁS _ CIDADE E PESSOAS também se enquadrando nos incisos II _ alínea b, inciso III _ alínea d, no inciso IV alínea b e no inciso V alínea b do Art. 3º da Lei 8.313/91 de acordo com o descrito abaixo: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Por esses motivos é que venho apresentar este projeto e solicitar o apoio deste Ministério através da Lei de Incentivo a Cultura "Lei Rouanet".
Uma imagem vale mil palavras, mas a imagem só não dá conta do fenômeno humano. É preciso palavras para construir uma realidade. Não fosse a linguagem ficaríamos à deriva. Palavras formam, produzem imagens e imagens nos instigam palavras. É nessa perspectiva que propomos este registro de uma cidade que se iniciou com a família FERNANDES em 1910 e de um povo centenário em Goiás. Cidade e pessoas muitas vezes se confundem numa fusão amorosa e acolhedora em quase um século e se transforma.
FORMATO DO LIVRO: TAMANHO: 21 x 46 cm; CAPA: 21x46cm, 4x0 cores Tinta Escala em Supremo 250g.; MIOLO: 64 págs., 1 cor Tinta Preta em Off-set 75g.; LOMBADA: 6mm, ISBN e Ficha Catalográfica, Gramp, Dobrado, Plastificação Fosco=1 s, Corte/Vinco, Hot Melt.
No sentido de promover o acesso e a garantia da participação de pessoas idosas, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida será produzido 10% do total do produto cultura, ou seja, 100 cópias do livro em Braile atendendo as necessidades de pessoas com deficiência visual. No local onde será realizado o lançamento do livro buscará realizar todas as adequações mínimas e necessária em suas instalações físicas para viabilizar a participação destes grupos como a instalação de rampas de acesso, barras laterais, banheiros para cadeirantes. Para a acessibilidade de conteúdo será realizado a contratação de um intérprete de libras para oferecer todas comunicação com qualidade e atenção para todas às pessoas com deficiência (auditiva ou de fala). Especificamente para este projeto, buscaremos articulação local com instituições cujo público sejam pessoas surdas e com mobilidade reduzida, no sentido de promover a sua participação plena ao projeto.
O Lançamento do Livro: Memória Photográfica de Uruaçu Goiás – Cidade e Pessoas será realizada nas cidades de Uruaçu/GO; Niquelândia/GO e Goiânia/GO, sendo publicado um total de 1.000 exemplares do livro. Desta forma, como forma de democratizar o acesso a população serão distribuídos 10% dos livros para o Ministério da Cultura para distribuição e composição de Acervo pessoal e de pesquisa; Serão distribuídos um total de 300 exemplares dos livros para Associações Culturais, Bibliotecas e Escolas da região norte do Estado de Goiás para composição de acervo permanente. Sendo assim, serão distribuídos um total de 100 exemplares para Associações Culturais e Bibliotecas da seguinte forma: - 20 livros para a União Brasileira de Escritores - Seção Goiás - UBE/GO; - 20 livros para o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás - IHGG; - 20 livros para Academia Uruaçuense de Letras; - 20 livros para Biblioteca Marieta Telles Machado; - 20 livros para Biblioteca Pública Municipal Áurea Celeste; - 200 exemplares serão distribuídos para Escolas Municipais e Estaduais da região norte do Estado de Goiás. A distribuição dos exemplares será entregue pela escritora pessoalmente em cada entidade; A publicação do Livro: Memória Photográfica de Uruaçu Goiás – Cidade e Pessoas, trará para os leitores goianos e brasileiros mais um instrumento literário, de memórias e de pesquisa com qualidade e acessível para todas as classes sociais, faixas etárias, portadores de deficiência física e motora, independente de religião, cor ou orientação sexual aos bens culturais produzidos no Estado de Goiás.
LIVRO: MEMÓRIA PHOTOGRÁFICA DE URUAÇU GOIÁS – CIDADE E PESSOAS Projeto MARIA SOLANGE CAMPOS DE ÁVILA TEIXEIRA Produção ÍTALO FRANCISCO CAMPOS Produção Executiva e Coordenação Editorial MARCOS VINÍCIUS LINO CHAVEIRO Elaboração e Coordenação de Prestação de Contas CURRICULO DA EQUIPE TÉCNICA MARIA SOLANGE CAMPOS DE ÁVILA TEIXEIRA (Produção) Mª Solange Campos de Ávila Teixeira, é funcionária aposentada da Caixa Federal, bacharel em Ciências Contábeis formada pela UEG, secretária da Academia Uruaçuense de Letras, pesquisadora e colecionadora de fotos. Nascida em 03/03/1961 na cidade de Uruaçu/GO, é filha de Cristovam Francisco de Ávila e Selenita Campos de Ávila e neta do desbravador Gaspar Fernandes Carvalho (Coronel Gaspar) um dos fundadores da Cidade de Uruaçu/GO. No campo das artes atuou como Revisora Literária, editando manuscritos para verificar a precisão e a gramática, colaborando com outros autores para o desenvolvimento e ideias de seus livros. Maria Solange também já atuou na Produção e Organização de diversos lançamentos de livros e campanhas promocionais no seguimento literário. ÍTALO FRANCISCO CAMPOS (Produção Executiva e Coordenação Editorial) Ítalo Campos é psicólogo, especialista em psicologia clínica e psicanalista, analista membro da escola lacaniana de psicanálise de Vitória/ES. Natural de Uruaçu/GO, estudou o primário e o ginásio na cidade natal. Estudou depois em Goiânia/GO e na UFMG em Belo Horizonte/MG. Foi monitor (substituiu temporariamente do professor Darwin) da cadeira de "personalidade" na faculdade FUMEC em Belo Horizonte/MG em 1974. Foi Prof. Assistente da Universidade Federal do Espírito Santo no ano de 1989 e 1990. Coordenou, não oficialmente, o Centro de Psiquiatria Comunitária – CPC para tratamento de psicóticos, em anexo do Adauto Botelho, 1978 a 1980. Coordenador Estadual de Saúde Mental do Espírito Santo de 1983 a 1989, e Coordenador Municipal de Saúde Mental de Vitória/ES de 1989 a 1992. Criou e dirigiu o Centro de Prevenção e Tratamento de Toxicômanos – CPTT em Vitória/ES, Prefeitura Municipal de Vitória/ES de 1992 a 1994. Dirigiu o Centro de Referência em DST/AIDS, da prefeitura de Vitória/ES de 2000 a 2005. Foi psicanalista do TOXCEN, em Vitória/ES, responsável pelo atendimento psicológico de pessoas que tentaram suicídio, 2009 a 2013. Foi assessor de gabinete de Secretários e Subsecretários Estadual de Saúde em diferentes ocasiões. Recebeu o título de cidadão Espírito-santense concedido pela Assembleia Legislativa do Estado e de cidadão Vitoriense concedido pela Câmara de Vereadores de Vitória/ES. Recebeu a comenda Rubem Braga da Assembleia Legislativa do Vitória/ES. Membro das academias Espírito-santense e Uruaçuense de letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo – IHGG/ES. PRINCIPAIS ATIVIDADES REALIZADAS: - Criador do "Varal de Poesia" evento cultural que se realizou por mais de dez anos no Espaço Cultural "Vagão" em Manguinhos (Serra/ES). - Participou do Grupo "O Quinze" que se reuniu, por alguns anos, em diferentes espaços, para a apresentação de poemas, em Vitória/ES. - Participa da vida cultural do Estado do Espírito Santo/ES na colaboração regular na imprensa com a publicação de artigos e resenhas, em especial colabora com o caderno de cultura 'pensar' de um jornal local. - Participou de Coletâneas com: “Interiores”; “Identidade Capixaba”; “Escritos de Vitória”; e outros. - Organizou e participou dos livros: “Drogas em Debate” (1991); “DST/AIDS” – Uma Experiência Capixaba – (2003) e “Vidas Interrompidas” – (2009); “Por que Escrevo” – (2019); “Era Assim nos Tempos da Fafich” – (2019). - Publicou os livros, de literatura infanto-juvenil e de poemas: “Interiores” – (1995); “O Sádio e o Mentecapto” – (1998); “Sabor da Letra” – (1999); “Anil Bucólica{s}” – (2006); “Embaralhando Palavras” – (2011) e “Elegia” – (2012); “O Castelo Encantado do Vovô” – (2015); “Confetes” – (2019); “Esse Ofício de Resistência” – (2021); “Avenida Araguaia, Rio de Memória” – (2021); e livro, ainda sem título a ser publicado em Braile e em Português. MARCOS VINÍCIUS LINO CHAVEIRO (Elaboração e Coordenação de Prestação de Contas) Aos 13 anos de idade comecei a trabalhar como assistente técnico de áudio em igrejas, onde pude participar da sonorização de vários eventos musicais cristão e seculares, aos 15 anos de idade comecei a trabalhar como Roadie das Bandas de Rock “Stryper Cover” “Oliva Sativa” e do Músico Wagner Fernando Gracciano aonde pude ter maior contato com a área da música instrumental, conhecendo vários músicos instrumentistas e vários estúdios. Após essa fase de conhecimento, resolvi me profissionalizar, onde comecei a fazer o curso de áudio profissional na DB TEC CURSO DE SONORIZAÇÃO PROFISSIONAL me formando com louvor na matéria. Atualmente desenvolvo meu trabalho como Produtor Cultural, Produtor Executivo, Sonoplasta e Iluminador em vários projetos culturais de diversos segmentos artísticos.
PROJETO ARQUIVADO.