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PRONAC 246701Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Entre a Cruz e os Canibais na Vila de São Paulo de Piratininga

DAMIGO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 698,9 mil
Aprovado
R$ 698,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-15
Término
2025-08-15
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Montagem e apresentações de uma comédia teatral e musical sobre a vinda do governador-geral do Brasil para a pequena Vila de São Paulo de Piratininga em 1599. Última fronteira da civilização europeia nestes lados do globo no final do século 16 e única aglomeração de humanos europeus fora da costa, isolada pela íngreme Serra do Mar. Seus cerca de 300 moradores, inclusive, não desgostavam desse isolamento, que permitia certa liberdade em relação às leis portuguesas. Mas a notícia da chegada do nobre português vira tudo de cabeça pra baixo! E assim, como num susto, esta que viria a ser a maior cidade das Américas tem seu primeiro ímpeto de progresso econômico às custas da escravização indígena, num casamento entre civilização e barbárie que daria as cartas do jogo a partir de então. O projeto prevê, além de ensaios e 24 apresentações, ação formativa (palestras com historiador) e acessibilidade em todas as ações propostas.

Sinopse

1) Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Peça teatral que retrata um episódio histórico das origens da cidade de São Paulo: a vinda do Governador-Geral do Brasil em 1599. Partindo de documentos como as atas da Câmara dos Vereadores e os relatos dos Jesuítas, o autor constrói uma comédia musical que convida o público a conhecer melhor os primeiros habitantes desta pequena vila que se tornou a maior cidade do Brasil. O espetáculo conta com 4 atores e 2 músicos em cena.Duração: 90 minutosClassificação etária: 14 anos 2) Produto: Contrapartida Social (Palestras) As palestras previstas no projeto devem ocorrer após o ensaio aberto e uma sessão gratuita do espetáculo, com público previsto de 300 pessoas cada, totalizando 600 pessoas contempladas por esta ação. Com duração de 1 hora, num primeiro momento o historiador irá aprofundar aspectos do processo histórico da cidade de São Paulo, relacionando-os aos conteúdos abordados na obra teatral, durante 30 minutos. Nos 30 minutos seguintes, abre-se espaço para perguntas do público presente. Nestas sessões, será feita uma divulgação especialmente direcionada a professores e estudantes de ensino médio, sem detrimento da participação de público espontâneo.

Objetivos

Objetivos gerais: 1) Produzir um espetáculo teatral que trata das origens da cidade de São Paulo, mostrando seus primeiros habitantes e relacionando aspectos que forjam a nossa identidade até hoje; 2) Apresentar um trabalho artístico de qualidade, com uma equipe de profissionais amplamente reconhecida no cenário teatral paulistano e brasileiro, unindo diversão e reflexão, em um espetáculo de grande impacto visual, música ao vivo e ótimas atuações;3) Garantir o máximo de acesso à população da cidade, com cotas de ingressos gratuitos e a preços populares, além de ações de acessibilidade para pessoas com deficiência;4) Fomentar a formação de público, com ações voltadas a estudantes e professores. Objetivos específicos: 1) Investigar, através do teatro, a história da cidade de São Paulo, tomando como ponto de partida o seu primeiro impulso de desenvolvimento com a visita do governador-geral do Brasil em 1599;2) Coletar, através desta investigação, conteúdos interessantes e relevantes sobre a história da cidade e compartilhar esses conteúdos com a população no canais digitais do projeto;3) Promover a arte e a cultura como ferramentas para formar cidadãos conscientes e capazes de refletir sobre a cidade em que vivem;4) Democratizar o acesso aos bens culturais, com cotas de ingressos gratuitos e a preços populares e ações de acessibilidade a PCDs;5) Fomentar um debate, principalmente junto aos jovens beneficiários do projeto, sobre como os modos de ver a si mesmo são historicamente forjados, para que se possa pensar criticamente sobre a realidade e, assim, transformá-la.

Justificativa

O projeto dá continuidade a uma pesquisa que intersecciona teatro e história do Brasil. Marcos Damigo, autor e diretor, escreveu seu primeiro texto com essa temática em 1997, chamado "Cabra", sobre a Guerra de Canudos, que ganhou o prêmio Nascente USP/Editora Abril e foi dirigido por Georgette Fadel. Seus últimos trabalhos nessa área, "Babilônia Tropical" e "Leopoldina, Independência e Morte", que rodaram o país com patrocínio do Banco do Brasil, atestam o enorme interesse do público por espetáculos que joguem luz a eventos de nossa própria história.O teatro, ao mobilizar sentidos, afetos e razão, consegue operar no modo como nossos imaginários são constituídos coletivamente. "Entre a Cruz e os Canibais" trabalha para desconstruir a ideia dos primeiros colonizadores como heróis fortes e destemidos, originando a imagem de uma São Paulo que seria considerada "a locomotiva do Brasil". O chamado "mito Bandeirante", forjado principalmente ao longo da primeira metade do século vinte, pavimentou o caminho que fundamenta um paradigma de desenvolvimento predatório e desenfreado que não condiz mais com os tempos atuais. Uma das tarefas deste teatro de gênero histórico é ressoar essas novas compreensões, que muitas vezes ficam restritas ao ambiente acadêmico, para um público mais amplo.A opção por uma comédia popular que se aproxima da farsa, com músicas compostas originalmente para a obra, busca um diálogo com um público bastante amplo, ao mesmo tempo em que atualiza o gênero de teatro histórico para espelhar as condições estruturais que sustentam práticas de extermínio e acumulação, atreladas à lógica que se funda com o bandeirantismo.O apoio de um mecanismo de patrocínio às artes é fundamental para que um projeto como esse possa ser realizado a preços populares e com gratuidade, alcançando um público amplo, inclusive de estudantes, e exercendo, assim, o importante papel de formador de público e de melhores cidadãos. A história da colonização consta da grade curricular do ensino médio e esta obra pode ser uma ferramenta importante para auxiliar os professores a abordar o conteúdo de forma divertida e instigante para os estudantes.Deste modo, a proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Os objetivos alcançados com a proposta, de acordo com o artigo Art. 3° da Lei 8313/91, referem-se aos seguintes incisos e alíneas:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

1) Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Temporada: 24 apresentações em teatro a definir com no mínimo 300 lugares, com cotas de: 40% dos ingressos com valores integrais (R$80,00 a inteira), 30% dos ingressos a preços populares (R$40,00 a inteira), 10% do ingressos distribuídos gratuitamente a estudantes e professores da rede pública de ensino, 10% dos ingressos para patrocinadores e 10% dos ingressos para divulgação do espetáculo. Uma sessãp da temporada será gratuita com palestra do historiador ao final. O público previsto total para esta ação é de 7.200 pessoas. O programa do espetáculo conterá 12 páginas, tamanho A5 (148x210mm), em cores, distribuído de forma impressa e disponibilizado em formato digital (em PDF e em áudio, para cegos), com tiragem de 7.200 exemplares. Na sua confecção, serão levados em consideração o contexto do estudo de história para o ensino médio, de forma a elaborar um material com linguagem condizente ao público alvo desta ação. Também é importante que se dedique um espaço para que indígenas que vivem na cidade de São Paulo possam compartilhar suas próprias impressões e vivências acerca do processo histórico de formação da cidade. 2) Produto: Contrapartida Social (Palestras) A ideia é que o historiador faça uma breve introdução ao tema, ressaltando alguns de seus aspectos principais, para então abrir uma interlocução leve e descontraída com o público presente, de modo que eles se sintam à vontade de expressar suas percepções sobre a obra e também fazer perguntas sobre o processo e os temas abordados. Para estas palestras, podem ser utilizados recursos audiovisuais em projeção, como imagens da cidade de São Paulo em diferentes épocas, de personagens e eventos relevantes. O público total previsto para esta ação é de 600 pessoas (duas palestras para 300 pessoas cada).

Acessibilidade

1) Produto: Espetáculo de Artes Cênicas - Acessibilidade física: todo o projeto será totalmente acessível, com acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, garantindo o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, inclusive com banheiros adaptados e atendimento especializado; - ⁠Acessibilidade para deficientes visuais: 2 sessões do espetáculo com audiodescrição; versão do programa em áudio, disponível virtualmente, com a descrição das ações do espetáculo e textos do programa; e visita sensorial no palco antes da apresentação para conhecer os personagens e o espaço; - ⁠Acessibilidade para deficientes auditivos: as apresentações contarão com intérprete em Libras; - ⁠Acessibilidade para deficientes intelectuais: caso alguém do público se apresente solicitando auxílio em razão de qualquer tipo de espectros ou doenças que gerem limitações para apreensão dos conteúdos oferecidos, o projeto disponibilizará um profissional especialmente preparado para apoio, de forma que também estes participantes possam acompanhar integralmente as atividades previstas pelo projeto. 2) Produto: Contrapartida Social (Palestras) - Acessibilidade física: todo o projeto será totalmente acessível, com acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, garantindo o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, inclusive com banheiros adaptados e atendimento especializado; - Acessibilidade para deficientes visuais: 1 palestra com audiodescrição; versão do programa em áudio, disponível virtualmente, com a descrição das ações do espetáculo e textos do programa; - Acessibilidade para deficientes auditivos: as 2 palestras contarão com tradução em Libras; - Acessibilidade para deficientes intelectuais: caso alguém do público se apresente solicitando auxílio em razão de qualquer tipo de espectros ou doenças que gerem limitações para apreensão dos conteúdos oferecidos, o projeto disponibilizará um profissional especialmente preparado para apoio para que também estes participantes possam acompanhar integralmente as atividades previstas pelo projeto. GARANTIMOS O ATENDIMENTO À PNE EM 100% DAS ATIVIDADES PLANEJADAS PARA O PROJETO.

Democratização do acesso

1) Realização de temporada de 24 apresentações em teatro a ser definido com no mínimo 300 lugares, com cota de 30% dos ingressos a preços populares (R$40,00 a inteira), além da distribuição de 10% dos ingressos de forma gratuita a professores e estudantes da rede pública de ensino; 2) Uma das sessões do espetáculo, seguida de palestra com historiador, será completamente gratuita e ficada prioritariamente em professores e estudantes da rede pública do ensino médio; 3) Realização de 1 ensaio aberto, gratuito, prioritariamente para estudantes e professores da rede pública de ensino, com bate-papo ao final com equipe e historiador convidado; 4) Realização de 2 palestras: 1 após o ensaio aberto e outra após uma sessão gratuita do espetáculo, com historiador e equipe de criação da obra, para um público previsto total de 600 pessoas.

Ficha técnica

Marcos Damigo - dramaturgo e diretor geral da obra, responsável pela gestão do projeto como um todo, incluindo processos decisórios e financeiro-administrativo.Estudou na Escola de Arte Dramática – ECA/USP, de 1995 a 1998. É ator, diretor e autor teatral com 30 anos de carreira. Seu trabalho mais recente como ator foi como protagonista na peça "O Pai", de Strindberg, direção de Regina Galdino, que estreou em 2022. Idealizou, escreveu e dirigiu "Babilônia Tropical - A Nostalgia do Açúcar", que estreou no CCBB Belo Horizonte, em maio de 2023 e realizou temporadas nos CCBBs de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Entre seus trabalhos mais recentes, também idealizou, escreveu e dirigiu "Leopoldina, Independência e Morte", que estreou no CCBB São Paulo em 2018 e circulou pelas cidades de Belo Horizonte (2019) e Rio de Janeiro (2020), além de mais duas temporadas no CCBB São Paulo, em 2019 e 2022.José Rubens Chachá - elenco (Juiz)Conhecido por sua extensa e diversificada carreira nas áreas de teatro, televisão e cinema, participou ativamente do antológico grupo Ornitorrinco, dirigido por Cacá Rosset, que viajou para vários países do mundo. Atuou em diversas produções teatrais,com destaque para os recentes "Palhaços", de Timochenco Wehbi, e "Frida y Diego". Em sua carreira na televisão participou de diversas séries e novelas e no cinema atuou em “Carla”, “Lua Cheia”, “Bom Dia, Eternidade” e “Tudo Bem no Natal Que Vem”.Fábio Espósito - elenco (Vereador)Formado na Escola de Arte Dramática-ECA/USP, já participou de inúmeros espetáculos, com destaque para "Quidam", do Cirque du Soleil, em 2010. Recebeu os prêmios FEMSA em 2019 como melhor ator coadjuvante por "Os Médicos e os Monstros", o prêmio da CPT em 2008 de melhor elenco em "A Noite dos Palhaços Mudos", além do APCA e FEMSA como melhor ator em 2012 por "O menino que mordeu Picasso".Giovani Tozi - elenco (Procurador)Ator, produtor, diretor, artista plástico, doutorando e mestre em Artes da Cena pela Unicamp. Foi artista residente no Performing Arts Forum, na França. Foi bailarino profissional, e recebeu os prêmios de melhor coreógrafo e melhor espetáculo no Curta Dança Nacional, por "Corpo Estranho". Indicado ao prêmio Bibi Ferreira pela atuação em "Gaslight - Uma Relação Tóxica", direção de Jô Soares; e "Terremotos", com direção de Marco Antônio Pâmio. Foi dirigido por diversos diretores e diretoras, como Neyde Veneziano, Cyril Desclês, Sandra Corveloni, Marcello Airoldi, Otávio Martins e Cibele Forjaz. Recebeu o prêmio Coca-Cola por sua atuação em "O Colecionador de Crepúsculos", de Vladimir Capella.Thiago Claro França - elenco (Governador-Geral)Ator formado pela Escola de Arte Dramática-ECA/USP, é membro da Cia. do Tijolo e componente de espetáculo da Cia. do Latão. Educador e músico licenciado em Música pelo Centro Universitário Santanna. Iniciou sua carreira em 2007 trabalhando e participando de festivais nacionais e internacionais como Cena Brasil Internacional (ocorrido no Rio de Janeiro em junho de 2013) e Festival de Teatro Comunitário Entepola (Chile). Com o grupo Teatro Ventoforte, participou da edição 2013 do Palco Giratório do Sesc Nacional. Em 2015, participou da itinerância patrocinada pelos Correios por 7 estados e 13 cidades com a Cia. do Tijolo.Marichilene Artisevskis - figurinos e visagismoFormada pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo e Modelagem no Senac, trabalhou como figurinista na TV Cultura de 1979 até 1990. No cinema, entre outros filmes que realizou, ganhou o prêmio de melhor figurino pelo longa “De Passagem” (2002) direção de Ricardo Elias. Em teatro realizou vários espetáculos, com destaque para os recentes: “Chroma Key” (2022) direção de Eliana Monteiro; “Anjo de Pedra” direção de Nelson Baskerville (2023); “O Pai” (2022) direção de Regina Galdino; “FoxFinder” (2022) direção de Wallyson Mota; “O Dilema do Médico” (2023) direção de Clara Carvalho; “Mary Stuart” (2022) direção de Nelson Baskerville, pelo qual concorreu ao Prêmio Shell de melhor figurino.Adriano Salhab - direção musicalNatural de Recife, foi membro do Teatro Oficina Uzyna Uzona ao longo de dez anos, na criação de toda saga de "Os Sertões", que lhe inspirou a lançar o disco "O Sol Rodando Vermelho" (contemplado pelo Mapeamento Rumos do Instituto Itaú Cultural em 2011). Dirigiu a música de vários espetáculos teatrais, como “Desejos”, pela Obscênica Cia, “Ladainha para um defunto morto” pelo Grupo Botija e duas produções portuguesas: “A idade que vem” pela Cia. Dona Persona, Portugal e “A pequena história da música”, pelo Teatro Bocage. É diretor musical e músico em cena da peça "Babilônia Tropical", projeto contemplado pelo edital do Centro Cultural Banco do Brasil em 2023, que passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Recife.Ney Bonfante - iluminaçãoIluminador há mais de 40 anos, tem uma extensa experiência com projetos de iluminação, participando em quase 100 espetáculos entre teatro, ópera e shows, ao lado de grandes nomes como Vera Fischer, Bibi Ferreira, Lázaro Ramos, Marco Nanini, Vera Holtz, Renato Borghi, Marília Pêra, Débora Bloch, Fábio Assunção, dentre outros. Ganhou os prêmios: APETESP em 1984 pela iluminação do espetáculo infantil "A Dama e o Vagabundo", PANAMCO em 2000 pela iluminação do espetáculo infantil "Castelo Ratimbum II", Shell Rio de Janeiro em 2000 pela iluminação do espetáculo "A Máquina", direção de João Falcão, prêmio FEMSA de teatro infantil em 2013 pelo espetáculo "Mônica e Cebolinha no Mundo de Romeu e Julieta" e prêmio Bibi Ferreira em 2014 pela iluminação do espetáculo musical "Jesus Cristo Superstar".André Cortez - cenárioFormado em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), já assinou diversos projetos de cenografia, incluindo teatro, exposições, desfiles e eventos. Recebeu três vezes o prêmio Shell de melhor cenógrafo, por "O Pai" (1999) direção de Paulo Autran, ao lado de Daniela Thomas, "A Serpente" (2005), direção de Yara de Novaes, e "Um Bonde Chamado Desejo" (2015), com Maria Luísa Mendonça. Participou da Exposição de Cenografia na Quadrienal de Praga em 2005 e 2007. Realizou, ainda, projetos de exposições, como “Gilberto Freyre – Intérprete do Brasil” (2007), e o “Francês no Brasil em Todos os Sentidos” (2009), ambas no Museu da Língua Portuguesa.Vi Silva - direção de produçãoPessoa trans não-binária com formação em Comunicação Social e habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora, realizou a coordenação de produção do projeto "Rumor da Rua" do coletivo Ópera Urbe, que resultou numa peça teatral com direção de Rogério Tarifa, denominada "Ópera Urbe: Política Cínica", além de assistência de produção para o espetáculo "Leopoldina, Independência e Morte", da produção do experimento visual-sonoro-musical "Ópera Urbe - Política Cínica", da produção do projeto de criação e publicação do livro "Entre a Cruz e os Canibais" com recursos do PROAC dramaturgia 2020; prestou assistência de direção para Cibele Forjaz no projeto "Cia Livre 21 anos - Fim de Mundo e o que Vem Depois"; realizou a produção local e assistência de direção para Marcos Damigo no espetáculo teatral "Babilônia Tropical - A Nostalgia do Açúcar".Paulo Rezzutti - historiadorEscritor e pesquisador de história do Brasil. Formado em Arquitetura e Urbanismo, é membro Titular do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e articulista do site São Paulo Antiga. Publicou diversos livros de história do Brasil pela Editora Leya que são grandes sucessos. Foi consultor histórico do espetáculo "Leopoldina, Independência e Morte", texto de direção de Marcos Damigo, que estreou no CCBB SP em 2018.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.