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O projeto comemora o centenário de Eduardo Sued, um expoente da arte contemporânea brasileira. Uma exposição que celebra seu impacto na arte e sua influência nas transformações artísticas do Brasil ao longo do último século através de obras emblemáticas, acervo documental e tecnologia imersiva.
Não se aplica.
Objetivo Geral: A exposição tem o objetivo de celebrar e aprofundar a compreensão do legado de Eduardo Sued, um dos mais influentes artistas contemporâneos do Brasil, em seu centenário. O projeto visa promover uma retrospectiva abrangente da trajetória artística de Sued, destacando sua contribuição inovadora para a arte brasileira e sua relevância no cenário internacional. Ao reunir uma seleção significativa de suas obras e explorar sua abordagem distintiva da cor e da abstração geométrica, o projeto busca não apenas homenagear a trajetória de Sued, mas também refletir sobre as profundas transformações que a arte brasileira experimentou ao longo do último século.Prevista para entrar em cartaz em São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ, a exposição tem curadoria de Vanda Klabin, Ronaldo Brito e Paulo Sérgio Duarte. O recorte curatorial contará com obras originais emblemáticas de Eduardo Sued, acervo documental em suportes físicos e audiovisuais, também uma instalação imersiva com tecnologia e trilha sonora original. Através da exposição nas duas cidades e da publicação em catálogo, o projeto se propõe a expor a obra de Sued dentro do panorama artístico nacional e internacional, destacando sua influência e seu papel como um dos grandes coloristas da arte contemporânea. Em última análise, a iniciativa pretende reafirmar a importância de Sued como uma figura central na arte brasileira, promovendo um diálogo sobre sua visão artística e a continuidade de seu impacto na arte e na cultura. Objetivos Específicos: A execução do objetivo geral do projeto se dará a partir dos objetivos específicos descritos a seguir: 1. Realizar uma exposição ampla e aprofundada, em São Paulo/SP e no Rio de Janeiro/RJ, para celebrar o centenário do artista contemporâneo Eduardo Sued;2. Editar catálogo bilíngue (português / inglês) para registro, documentação e difusão da exposição reunindo texto (s) crítico (s), imagens dos trabalhos, e biografia do artista em formato impresso e digital.
Nos últimos cem anos, o Brasil passou por transformações marcantes que refletiram nas artes visuais do país, evoluindo de uma nação agrária para uma potência econômica global e de uma ex-capital imperial para uma metrópole moderna no Cerrado. Durante esse período de rápidas mudanças políticas e sociais, a arte brasileira também se reinventou, transitando de movimentos modernistas e concretistas até a arte contemporânea reconhecida internacionalmente. Dentro desse contexto histórico, Eduardo Sued emergiu como uma das figuras mais importantes e duradouras da cena artística brasileira. Nascido em 10 de junho de 1925 no Rio de Janeiro, Sued construiu uma carreira notável que se estende por várias décadas, começando com sua formação inicial em engenharia e passando por uma intensa educação artística na França e no Brasil. Sued desenvolveu um estilo próprio que combinou a abstração geométrica com uma abordagem inovadora da cor, sendo amplamente reconhecido como um dos maiores coloristas do Brasil. Sua carreira inclui uma vasta gama de experiências, desde o trabalho em ateliers renomados e exposições individuais em importantes galerias e museus, até a participação em prestigiados eventos internacionais de arte, como a Bienal de Veneza e a Bienal de São Paulo. Sued também contribuiu para a formação de novas gerações de artistas como professor em instituições renomadas, incluindo a Fundação Armando Álvares Penteado e o Museu de Arte Moderna do Rio. A abordagem de Sued à arte é marcada por uma profunda relação com a cor e uma metodologia que ele descreve como "ouvir as cores". Suas obras exploram as potencialidades da cor e do espaço, muitas vezes criando composições vibrantes e tridimensionais que desafiam e ampliam os limites da pintura tradicional. A crítica e curadora Vanda Klabin destaca que Sued não trabalha apenas com os olhos, mas também com os ouvidos, ouvindo as exigências de suas telas como um compositor escuta a música. Às vésperas de seu centenário, Eduardo Sued continua sua prática artística, refletindo sobre o passado e o presente da arte brasileira. Este projeto não apenas celebra o centenário de Sued, mas também traça um panorama das transformações da arte no Brasil durante um século, situando a obra de Sued como uma interseção entre tradição e inovação, e como uma parte vital da história da arte nacional e internacional. O projeto se enquadra nos seguintes do Artigo 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no no Artigo 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
1. As passagens, hospedagens e alimentação são destinadas às equipes que efetivamente estarão envolvidas com o projeto. 2.O proponente informa que no momento é possível informar que a rubrica que já sabe que irá se remunerar é a de "Diretor Geral" (etapa pré-produção) e "Diretor de Produção" (etapas pré-produção e produção/execução). 3.O proponente informa ainda que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, já antecipa que os eventuais novos profissionais serguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto.
Catálogo com capa dura, papel especial, prova de cores, edição de imagens.
Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais. Os espaços expositivos são amplamente acessíveis, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores, telefones e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. De acordo com os termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 e o disposto no Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, o proponente se compromete a respeitar as normas de segurança indispensáveis a todos os visitantes e, em especial, aos portadores de deficiência. Vale ressaltar ainda que os projetos expográficos adotarão e respeitarão todos as normas vigentes. Segue abaixo as medidas que serão adotadas: Produto Exposição: I) Deficiência visual Exposição: textos e legendas em braile e áudio guias.II) Deficiência auditiva Exposição: haverão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que o deficiente auditivo se contemple com a exposição.III) Deficiência cognitiva Exposição: terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que o deficiente cognitivo se contemple com a exposição. Produto Catálogo:I) Deficiência visual Catálogo: O catálogo será disponibilizado na internet, em redes sociais por exemplo. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. II) Deficiência auditiva Catálogo: Não haverá impactos para deficientes auditivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o catálogo.III) Deficiência cognitiva Catálogo: da mesma forma que para os demais, sem impacto, uma vez que poderão ler o catálogo.
Os ingressos da exposição serão distribuídos gratuitamente e acessíveis a toda população.Para garantir o acesso ao produto gerado pela população de baixa renda, será feita a divulgação, por meio de convites impressos, nas escolas, ONGs e projetos sociais do entorno dos espaços culturais onde ela será realizada. EXPOSIÇÃO: Considerando a distribuição gratuita dos ingressos para acesso à exposição para população em geral, o proponente cumpre as disposições prevista no art. 29 da IN nº 11/2024, respeitando o "I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;" CATALOGO: O proponente cumpre as disposições previstas no art. 29 da IN nº11/2024 com a doação de até 10% (dez por cento) dos catálogos físicos produzidos, respeitando o "II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo". Como democratização de acesso, o projeto prevê também, de acordo com a IN nº 11/2024, Art. 30: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;
Direção Geral e Direção de Produção | Baluarte CulturaA Baluarte é uma empresa que trabalha por um mundo com mais equidade. Através de parcerias multissetoriais e práticas sustentáveis alinhadas à Agenda 2030, criamos soluções customizadas de impacto social. Somos realizadoras de programas e projetos de cultura e educação e uma consultoria para empresas, institutos e projetos. Em 19 anos de atuação, já realizamos mais de 100 projetos que beneficiaram mais de três milhões de pessoas em todo o Brasil. Empresa B Certificada desde 2015, a Baluarte também é signatária do Pacto Global e foi uma das vencedoras do Prêmio Movimento Salário Digno em 2024. Curadora | Vanda KlabinVanda Klabin é cientista social, historiadora e curadora de artes plásticas baseada no Rio de Janeiro, possui formação em Ciências Políticas e Sociais, História da Arte e Educação Artística pela PUC-Rio, onde também fez pós-graduação em História da Arte e Arquitetura. Atuou como Coordenadora Adjunta e editora da revista “Gávea”. Em 1996, tornou-se diretora do Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, organizando exposições de renomados artistas brasileiros e internacionais. Realizou diversas curadorias ao longo de sua carreira e participou de projetos de revitalização e preservação de acervos culturais, incluindo a recuperação das esculturas do Parque da Catacumba e a coordenação do projeto de preservação do acervo de Antonio Carlos Jobim. Curador | Ronaldo BritoRonaldo Brito nasceu no Rio de Janeiro em 1949. É crítico de arte, curador de exposições de arte, poeta, contista e professor universitário. Publicou Quarta do singular (poesia); Neoconcretismo, Sérgio Camargo, Iberê Camargo, Oswaldo Goeldi, Amilcar de Castro, Experiência crítica, entre outros. Curador | Paulo Sergio DuartePaulo Sergio Duarte é crítico, professor de história da arte e curador com vasta experiência em instituições de educação e cultura. Até março de 2020, foi pesquisador no Centro de Estudos Sociais Aplicados da Universidade Candido Mendes e dirigiu o Centro Cultural Candido Mendes. Atuou em vários cargos públicos, incluindo a criação do Núcleo de Arte Contemporânea na UFPb, o programa Espaço Arte Brasileira Contemporânea na Funarte, e a direção do Instituto Nacional de Artes Plásticas da Funarte. Também foi Assessor-Chefe do Rioarte, Chefe de Gabinete e Subsecretário de Educação do Estado do Rio de Janeiro, além de membro do grupo de implantação da UENF. É autor de diversos livros e textos sobre arte moderna e contemporânea e curador de exposições. Produtora Executiva | Angela Magdalena Formada em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Angela Magdalena trabalha na área de produção cultural desde 1992. Em 1995, muda-se para São Paulo onde dedica-se a área de produção. Ali, participa, dentre outras exposições de artistas nacionais e internacionais, da produção de quatro Bienais do Mercosul, das mostras de Artes Indígenas e Arqueologia do Brasil 500 anos. Em 2006, funda a MadaiArt, empresa especializada no desenvolvimento e na produção de exposições e projetos culturais e que tem em seu currículo mostras de artistas como Marina Abramović, Patricia Piccinini, Erwin Wurm, Ai Weiwei e Anish Kapoor, além da implementação do Museu da Natureza no Piauí, Museu da Cidade de Manaus, em Manaus e o Museu do Café, em Santos. Designer | Sula DanowskiComeçou sua carreira em 1980 na Fundação Nacional de Arte – Funarte, onde foi responsável por grande uma variedade de produtos gráficos: livros, catálogos, cartazes, partituras, capas de disco, brochuras, coleções de arte etc. Especializou-se em projetos gráficos na área editorial em artes plásticas, notadamente no campo da produção contemporânea. Fez sua formação universitária na Esdi / Uerj (Escola Superior de Desenho Industrial), Rio de Janeiro.
PROJETO ARQUIVADO.