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O projeto "Circuito Teatral Cena Amazônica" trás como proposta a utilização da linguagem do teatro para promover a defesa da floresta amazônica, através de uma mostra rotativa de três espetáculos com temáticas amazônicas, que circulará em um caminhão palco por 50 bairros da cidade de Belém, no ano de realização da COP 2025. O projeto busca difundir a riqueza cultural e a biodiversidade da Amazônia, com a apresentação de espetáculos que abordem a cultura dos povos indígenas. Ele visa sensibilizar sobre as ameaças à Amazônia e enfatizar os desafios socioambientais que a floresta enfrenta, como o desmatamento, a exploração ilegal de recursos naturais e os impactos das mudanças climáticas onde o público é convidado a se engajar em ações concretas de proteção ambiental, seja por meio do ativismo, do consumo consciente ou do apoio a organizações que atuam na defesa da floresta.
O projeto “circuito teatral cena Amazônica” terá apresentações de três peças teatrais que trará como reflexão sobre a conservação do território na floresta Amazônica. A construção estética no espaço aberto diante “caminhão palco” para dimensão poética cênica nos bairros de Belém do Pará.Como expressão artística que transcende as paredes tradicionais das salas de espetáculos, ganhando vida em espaço abertos. Os espetáculos apresentados serão:Peri: O indiozinho amazônico: Um espetáculo indígena onde através do texto procuramos mostrar para o público como é um processo de transformação e preparação de uma criança par se tornar um grande guerreiro da tribo.Mostramos os costumes que a tribo indígena tem, suas rezas, crenças, comportamento, o tratamento de uma mãe para com a filha, mostrando como é uma vida de mulher, suas obrigações e direitos, isto em uma tribo indígena.Nosso cenário é uma floresta, baseado nas tribos de Tucuruí e breu branco, procuramos usar as cores que ele tem como Nosso figurino tivemos o cuidado devido ser um espetáculo infantil e não expor um corpo para isso usamos um macacão da cor da pele, pintado com os traços marajoaras (uma referência as tribos do Marajó), com cocar, cordões e adereços usados sempre no corpo dos índios. A maquiagem resguardamos as cores usadas na tribo tendo como referência a idade, sexo e função.A sonoplastia é feita ao vivo através dos batuques de tambor, efeitos de apitos e maracas indígenas, para darmos o som da floresta.Mulher de Sangue verde: Conta a história de quatro mulheres que traz consigo suas vivências e seus processos sobre o decolonialismo na Amazônia, as mulheres apresentam suas personas a ribeirinha, a mãe preta, a ativista “militante e feminista” e a indígena elas trazem reflexões sobre o seu lugar de fala potencializado cada uma em seu cenário poético. O espetáculo funcionará da seguinte maneira essas mulheres estarão em círculo cantando e dançando falando de suas vivenciais, o cenário é uma floresta, o figurino vestidos com diversas simbologias de lixos, a maquiagem serão cores frias para compor cada protagonismo dessas mulheres a sonoplastia será instrumentalizada através de equipamentos sonoros.
Objetivo Geral: Promover a conscientização e a mobilização social para a defesa da Amazônia através de uma mostra rotativa de três espetáculos teatrais com temáticas amazônicas, disseminando conhecimento, valores socioambientais e inspirando ações em prol da preservação do bioma. 2. Objetivos Específicos: Difundir a riqueza cultural e a biodiversidade da Amazônia:. Apresentar espetáculos que abordem a cultura dos povos indígenas, a fauna e flora únicas da região, . Enfatizar a importância da floresta para o equilíbrio ambiental do planeta.. Conscientizar sobre as ameaças ambientais à Amazônia na contemporaneidade . Evidenciar os desafios socioambientais que a floresta enfrenta, como o desmatamento, a exploração ilegal de recursos naturais e os impactos das mudanças climáticas.. Difundir as produções teatrais paraenses com temáticas ambientais.. Possibilitar acessibilidade gratuita à três espetáculos teatrais paraenses.
A Amazônia, o maior bioma florestal tropical do mundo, enfrenta graves ameaças que colocam em risco sua rica biodiversidade, os serviços ecossistêmicos essenciais que fornece e o próprio futuro do planeta. O desmatamento desenfreado, a exploração ilegal de recursos naturais, as mudanças climáticas e outros fatores pressionam a floresta a um ritmo alarmante, exigindo medidas urgentes para sua proteção. A valorização da cultura dos povos originários da Amazônia está intimamente ligada à floresta e possui um papel fundamental na sua preservação Ao conscientizar sobre os impactos das nossas escolhas de consumo na Amazônia, podemos inspirar a adoção de hábitos mais sustentáveis que contribuam para a proteção da floresta. A mobilização social é fundamental para pressionar governos e empresas a adotarem políticas públicas e práticas mais responsáveis que garantam a preservação da Amazônia. Acreditamos que, por meio da arte e da cultura, podemos construir uma sociedade mais engajada e consciente da importância de defender a Amazônia para o bem do planeta e das futuras gerações. Nesse contexto, a arte se apresenta como um dispositivo poderoso para conscientizar, mobilizar e inspirar a sociedade na defesa da Amazônia. O teatro, em particular, possui a capacidade de conectar com o público de forma emotiva e reflexiva, promovendo a compreensão de questões complexas e incentivando a busca por soluções criativas e transformadoras. O projeto "Circuito Teatral Cena Amazônica" se propõe a ser um espaço de resistência, inspiração e ação transformadora para a floresta viva. Ao apresentar espetáculos teatrais com temáticas amazônicas, busca contribuir para combater a desinformação e propõe a reflexão crítica e efetiva em prol da Amazônia.
Nossa proposta de um caminhão palco, para circular em 50 bairros de belém, primeiro é porque nos bairros não temos espaços apropriados para apresentação de teatro, pois as associações sempre tem muitas atividades e para fecharmos uma agenda de apresentações isto em nossa pesquisa não dará certo. Segundo, pois queremos levar a COP 30, para os bairros de belém, onde todos tem que assumir seu papel de protagonista na lute pelo meio ambiente, questões climática, então é uma maneira de pararmos o caminhão palco em uma praça ou em uma rua (que não prejudique o trânsito) e apresentarmos tres espetáculos, sendo um infantil e dois adultos sobre o tema e fazermos nossa parte em defeder o nosso planeta.
O circuito será realizado no ano 2025, ano da COP25, na cidade de Belém do Pará.. O circuito percorrerá 50 bairros de Belém, utilizando um caminhão-palco, devido à falta de espaços específicos para apresentações nos locais selecionadas.. Praças e espaços alternativos serão usados para a apresentação dos espetáculos.. Os espetáculos serão baseados em temáticas amazônicas.. O projeto será desenvolvido por um elenco de doze atores, com apresentação de três espetáculos com duração de 30 min cada.. Espetáculo gratuito para um público de todas as idades.. Haverá arrendamento de um caminhão palco.. Haverá contratação de equipamento de luz, som e cenotecnia.. Haverá contratação de 02 interpretes de libras.. Haverá contratação de 3 diretores.. Haverá contratação de um iluminador.. Haverá contratação de um sonoplasta.. Haverá contratação de dois maquiadores.. Haverá contratação de uma camareira.. Haverá contratação de dois contra-regra.
O projeto " Circuito Teatral Cena Amazônica" se compromete a garantir a acessibilidade física e comunicacional para todos os públicos, de acordo com os princípios da inclusão e da diversidade. Medidas para Acessibilidade Física: Espaços físicos: Nosso projeto será sempre em praças, a escolha dos locais de apresentação dos espetáculos considerará a acessibilidade física, incluindo rampas de acesso e sinalização adequada. Os espetáculos serão realizados em locais abertos ou ao ar livre, garantindo amplo espaço de circulação e evitando barreiras físicas.Comunicação:Todos os materiais de divulgação do projeto, como cartazes, folders e website, serão acessíveis, utilizando linguagem clara, alto contraste e recursos visuais adequados.A sinalização nos locais de apresentação será feita em libras e em português, e contará com recursos táteis para pessoas com deficiência visual.Haverá tradução para libras para os espetáculos e eventos do projeto, garantindo a acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva.Atendimento:Uma equipe treinada estará disponível para auxiliar pessoas com deficiência em suas necessidades, desde a chegada ao local até o término do evento.Os canais de comunicação do projeto serão acessíveis, incluindo um email e um número de telefone com atendimento via libras.
O projeto " Circuito Teatral Cena Amazônica" busca democratizar o acesso à cultura e à informação sobre a Amazônia, promovendo a participação de públicos diversos, com diferentes origens, realidades socioeconômicas e experiências culturais. Medidas para Democratização do Acesso: Devido as apresentações serem nas praças, área aberta, já é gratuito. Circulação em Comunidades: O projeto pretende circular com seus espetáculos em comunidades periféricas da cidade de Belém, onde será sede da COP 30, como forma de divulgação do evento mundial que estárá acontecendo em Belém, levando a arte e a cultura para locais com menor acesso à programação cultural.Parcerias: Serão firmadas parcerias com escolas, universidades, ONGs e outras instituições para ampliar o alcance do projeto e garantir a participação de públicos diversos.Divulgação nas Mídias Sociais: O projeto terá forte presença nas mídias sociais, com conteúdo acessível e linguagem popular, para alcançar um público amplo e diverso.Valorização da Diversidade: O projeto valorizará a diversidade cultural e social, promovendo a participação de artistas e grupos de diferentes origens e realidades.Com essas medidas, o projeto " Circuito Teatral Cena Amazônica" pretende garantir que a mensagem de defesa da floresta amazônica chegue a todos os públicos, promovendo a inclusão, a democratização do acesso à cultura e a construção de uma sociedade mais engajada na preservação do meio ambiente.
Fernando Rassy = Produtor e Diretor DRT-0516/AlPós Graduado no Ensino da Arte Diretor do Teatro Waldemar Henrique nos anos de 1991,1992 e 1993. Instrutor de Teatro do SESC- nos anos de 1995 à 1998. Coordenador Geral do Projeto 12 horas de Cultura. Instrutor de Teatro do Instituto de Arte do Pará. Premiado como Melhor Diretor do Estado no ano de 1995. Premiado como melhor Ator e diretor no Festival Brasileiro de Teatro no ano de 1996. Jurado de Carnaval de Belém, nos anos de 1993,1995 1996,1998,2002,2008,2009,2013, 2015, 2016, 2017, 2018, 2021 e 2022. Jurado de Quadrilha da Fumbel e Centur diversos municípios nos anos de 1993 até 2023. Presidente da Federação Estadual de Teatro. Coordenador Geral da Campanha Vá ao Teatro. Coord. da Executiva do Fórum Estadual de Cultura. Coordenador do Projeto Teatro 24 Horas no Ar Primeira , Segunda , Terceira e Quarta Edição. Preparador de Elenco da Novela Amor Eterno Amor da Rede Globo e Produtor local executivo. Ano 2013 Diretor do filme longa O CABOCLO CARIMBÓ e O COLETIVO. Preparador de elenco de Figuração da Novela A Força do Querer = ano 2017. Jurado do concurso Nacional de quadrilha ano 1999, 2002, 2016. Jurado de Festivais de Teatro ano 1995 até 2024. Instrutor de Oficina de Evolução e Marcador de Quadrilha Junina da Fumbel, Centur. Jurado do carnaval e de quadrilhas em diversos concurso, 2017, 2018 , 2019 ,2021, 2022, 2023 e 2024. Chagas Franco = Diretor Formado em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Pará Formado na Escola de Teatro da Universidade Federal do Pará Espetáculos: 1.1 A Menina e o Vento/ Ano: 1994 Autoria: Maria Clara Machado 1.2 Farsas Tabarinicas/ Ano: 1994 a 1995 Autoria: Mondor 1.3 Viúva, Porém Honesta/ Ano: 1996 Autoria: Nelson Rodrigues 1.4 Asmodeus/Ano: 1997 Autoria: Paulo Gil 1.5 Histórias de Adolescentes/Ano: 1999 Autoria: Chagas Franco 1.6 Fragmentos Psicodélicos, A Vingança da Gorda./2021 Autoria Chagas Franco 1.7 No Tempo de Todos Nós/ Ano: 2001 a 2003 Autoria Chagas Franco e Val D’Laurent 1.8 Cortejo Teatral/ Ano: 2002 a 2003 Autoria: Chagas Franco 1.9 Ócio: Dez Formas de Amar / Ano: 2002 Autoria: Chagas Franco 2.0 Ritual Indígena / Ano: 2003 Autoria: Chagas Franco 2.1 A Cantora Careca / Ano: 2003 a 2007 Autoria: Eugene Ionesco Adaptação: Antônio Abujamra 2.2 Amanajés / ano: 2020 até 2024 2.3 A Caixa Misteriosa/ 2024 Locais de Apresentação: 1.0 Rodon (Interior do Pará) 1.1 Colégio Santo Antônio 1.2 Solar da Beira (Ver-o-Peso) 1.3 Anfiteatro ( Praça da República) 1.4 Colégio Gel 1.5 Stúdio em Ação (Dia Internacional do Teatro) 1.6 SEST/SENAT 1.7 Teatro Vila Velha (Salvador- Bahia) 1.8 Teatro Margaria Schivasappa ( Festival Paraense de teatro/ Prêmio Amazônia Celular de Teatro) 1.9 Club Nassau de Capanema (I mostra de Teatro do Nordeste do Pará 2.0 Salão Paroquial de Mojú (IV mostra de Mojú) 2.1 Teatro Waldemar Henrique 2.2 Teatro da Paz ( 24 horas de Teatro) Atividades: 1- Jurado de Festival de teatro 2- Jurado de Carnaval 3- Jurado de Quadrilha Junina 4- Figurinista 5- Cenógrafo 6- Oficineiro oficial do Estado do Pará 7- Oficineiro oficial da Federação de Teatro Jonilson Lino Rodrigues = Diretor CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI, UNIFAVENI, Brasil Título: A quadrilha junina como manifestação cultural e religiosa no estado do Pará Orientador: Ana Paula Rodrigues 2021 - 2022 Especialização em TEOLOGIA E CULTURA. CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI, UNIFAVENI, Brasil Título: A quadrilha junina como manifestação cultural e religiosa no estado do Pará 2021 - 2022 Especialização em EDUCAÇÃO ESPECIAL E ENSINO RELIGIOSO. Faculdade da Região Serrana, FARESE, Brasil 2020 - 2021 Especialização em ARTE NA EDUCAÇÃO: DANÇA, MÚSICA E TEATRO. Faculdade da Região Serrana, FARESE, Brasil Ator, encenador, quadrilheiro, palhaço, performer. Atualmente, é professor contratado pela Secretaria Municipal de Educação de Belém, ministrando a disciplina de Artes para o Ensino Fundamental I e para o EJAI- Educação de Jovens, Adultos e Idosos. Já atuou como professor de Artes, para o Ensino Fundamental II e Ensino Médio, na Escola Madre Zarife Sales (Belém/PA). Em nível de especialização concluiu os cursos: Arte na Educação: Dança, Música e Teatro pela Faculdade da Região Serrana (FARESE); Teologia e Cultura pelo Centro Universitário Faveni; Gestão Escolar (Administração, Supervisão, Orientação e Inspeção) pelo Centro Universitário Faveni; e, Educação Especial e Ensino Religioso pela FARESE. Possui Licenciatura Plena em Teatro pela Universidade Federal do Pará . Foi coordenador geral do Centro Acadêmico de Licenciatura Plena em Teatro (CALT), nos anos de 2016 a 2017. Participou de projetos de pesquisa (Clown Nosso de Cada Dia) e projetos de extensão (Núcleo Pedagógico Artístico e Auto do Círio) da Universidade Federal do Pará. Há mais de duas décadas é integrante da Companhia Teatral Bom Intento (CTBI), no município de Bujaru (PA), pela qual participou das montagens: Espelho da Noite, O Carro dos Milagres, Paixão de Cristo. A CTBI foi homenageada como Grupo de Teatro Destaque 2011, no XXVIII Baile dos Artistas (2012). Além disso, a companhia já participou de diversas mostras e festivais, em variados municípios do estado. Em Belém, o grupo se apresentou nos espaços: Teatro Waldemar Henrique, Teatro Universitário Cláudio Barradas, Teatro Margarida Schivasappa e Theatro da Paz. Já fez parte dos grupos: Quadrilha Encanto Paraense e Grupo O Canto do Guará. Em 2021 foi contemplado no Edital Multilinguagens, na categoria de Teatro, pela Lei Aldir Blanc Pará (SECULT/PA); e, em 2023, foi contemplado pelo PrêmioFCP de Incentivo à Arte e à Cultura 2023, na categoria de Teatro, com o Projeto CIRCOENCIENTE VAI ÀS ESCOLAS! palhaçaria e saberes ecológicos. 2021 Graduação em Letras - Libras. Universidade Federal Rural da Amazônia, UFRA, Belem, Brasil 2019 Graduação em Pedagogia. Universidade Paulista, UNIP, Sao Paulo, Brasil Título: PRINCESAS, BRUXAS E AVENTURAS: A MAGIA DA LITERATURA INFANTIL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO 1° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I Orientador: Mireili Lúcia de Sant’Anna 2015 - 2021 Graduação em Teatro. Universidade Federal do Pará, UFPA, Belem, Brasil
PROJETO ARQUIVADO.