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PRONAC 246725Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Mostra Fantástica de Arte e Saúde Mental

PACOVA CONSULTORIA CRIATIVA E PROJETOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 551,3 mil
Aprovado
R$ 551,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-04-01
Término
2025-11-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Este projeto consiste na realização da 1ª edição da Mostra Fantástica de Arte e Saúde Mental, a ser realizada na cidade do Rio de Janeiro. Durante o evento, serão realizadas apresentações de manifestações artístico-culturais engajadas na desconstrução de estigmas relacionados ao adoecimento psíquico e à neurodiversidade, bem como na promoção do cuidado em saúde mental. Em paralelo à Mostra, serão realizadas oficinas artísticos-culturais em centros de convivência e cultura da Rede de Atenção Psicossocial da cidade do Rio de Janeiro, mesas de debate, feira de economia criativa e uma exposição de artes visuais.

Sinopse

FESTIVAL OU FESTA POPULAR: apresentações de produtos artístico-culturais desenvolvidos em projetos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da cidade do Rio de Janeiro. Em paralelo, será realizada uma feira com a participação de expositores vinculados a projetos de geração de renda e economia criativa desenvolvidos pela/para a RAPS da cidade do Rio de Janeiro; CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: oficinas artístico-culturais realizadas em centros de convivência e cultura integrantes da RAPS do Rio de Janeiro, para capacitação e aprimoramento das ações artístico-culturais promovidas nestes espaços; SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA: mesas de debate sobre o tema arte e saúde mental, com a participação de usuários e profissionais dos serviços de saúde mental, artistas e pesquisadores; EXPOSIÇÃO DE ARTES: exposição de artes visuais com obras produzidas por usuários da RAPS do Rio de Janeiro.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: A Mostra Fantástica de Arte e Saúde Mental pretende reunir e dar visibilidade a projetos artístico-culturais que promovem cuidado em saúde mental, especialmente aqueles que buscam oferecer suporte e garantir a inclusão psicossocial a pessoas em sofrimento psíquico e neurodivergentes ou levar estes temas ao debate público através da arte. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) Promover a programação da Mostra Fantástica de Arte e Saúde Mental; 2) Promover a inclusão psicossocial de pessoas em sofrimento psíquico e neurodivergentes por meio da arte e da cultura; 3) Garantir a acessibilidade de pessoas em sofrimento psíquico e neurodivergentes às manifestações artístico-culturais; 4) Combater estigmas e preconceitos relacionados às pessoas em sofrimento psíquico e neurodivergentes; 5) realizar mapeamento na cidade do Rio de Janeiro dos projetos artísticos-culturais desenvolvidos pela/para pessoas em sofrimento psíquico e neurodivergentes; 6) Realizar 10 (dez) apresentações de produtos artístico-culturais desenvolvidos em projetos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da cidade do Rio de Janeiro; 7) Realizar 4 (quatro) oficinas artístico-culturais, com duração de 3 (três) meses, em 4 (quatro) centros de convivência e cultura integrantes da RAPS do Rio de Janeiro, para capacitação e aprimoramento das ações artístico-culturais promovidas nestes espaços; 8) Realizar 4 (quatro) mesas de debate sobre o tema arte e saúde mental, com a participação de usuários e profissionais dos serviços de saúde mental, artistas e pesquisadores; 9) Realizar uma feira, em 2 (dois) dias, com a participação de expositores vinculados a projetos de geração de renda e economia criativa desenvolvidos pela/para a RAPS da cidade do Rio de Janeiro; 10) Realizar exposição de artes visuais, com duração de 3 (três) meses, com obras produzidas por usuários da RAPS do Rio de Janeiro.

Justificativa

Há anos, temos nos especializado na realização de projetos artístico-culturais voltados ao cuidado em saúde mental, trabalhando em conjunto com o Museu Bispo do Rosario e o Museu de Imagens do Inconsciente, dois importantes equipamentos de cultura vinculados à Secretaria Municipal de Saúde da cidade do Rio de Janeiro. Agora, buscamos realizar, de forma independente, a Mostra Fantástica de Arte e Saúde Mental, um espaço de diálogo, troca e protagonismo que reúne usuários e profissionais da rede de saúde mental, artistas e pesquisadores. A história do Rio de Janeiro é atravessada por inúmeros acontecimentos e personagens que relacionam arte e loucura. Já na década de 1940, a psiquiatra Nise da Silveira ousou dizer "não" às técnicas violentas utilizadas no tratamento da loucura pela psiquiatria tradicional, como o eletrochoque e a lobotomia, por exemplo, e defendeu a arte como ferramenta para o tratamento das doenças mentais. Esta experiência de transformação do manicômio e de superação do estigma da doença mental tendo a arte como aliada inspirou a criação de muitos outros projetos culturais na área da saúde mental, mais tarde orientados pelo movimento da Reforma Psiquiátrica. No final da década de 1970, este movimento passou a reivindicar não só o fim dos manicômios, mas também o deslocamento do lugar social da loucura, especialmente por meio de sua dimensão sociocultural. Esta dimensão tem sido fundamental por articular ações que visam transformar a concepção da loucura no imaginário social, alterando também a relação da sociedade com a neurodiversidade. Estas ações se materializam em projetos de economia criativa, oficinas artísticas, blocos carnavalescos, ateliês, museus etc. Neste contexto, já faz tempo que o Rio de Janeiro tem sido um polo de desenvolvimento de importantes projetos artístico-culturais surgidos no contexto da saúde mental, exemplos para todo o país, entre eles: Museu Bispo do Rosario, Atelier Gaia, Arte & Horta, Museu de Imagens do Inconsciente, Bloco Loucura Suburbana, Espaço Travessia, Grupo Musical Harmonia Enlouquece, Rádio Revolução, Bloco Tá Pirando Pirado Pirou, Bloco Zona Mental, Núcleo de Intervenção Cultural do Instituto Philippe Pinel, Centro de Convivência e Cultura da Zona Oeste, Centro de Convivência e Cultura Trilhos do Engenho, Centro de Convivência e Cultura do IPUB, Centro de Convivência e Cultura da Pedra Branca, entre muitos outros. Fugindo de estigmas e diagnósticos, este projeto busca promover um encontro entre artistas e fazedores de cultura que circulam nestes e outros espaços da cidade, criando estratégias de multiplicação de redes de cuidado em saúde mental por meio da arte e da cultura, como forma de potencializar e dar maior visibilidade a estas iniciativas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

1) FESTIVAL OU FESTA POPULAR (Classificação Livre): 10 (dez) apresentações de produtos artístico-culturais, com duração mínima de 15 (quinze) minutos e máxima de 30 (trinta) minutos, desenvolvidos em projetos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da cidade do Rio de Janeiro. Em paralelo, será realizada uma feira com a participação de 20 (vinte) expositores vinculados a projetos de geração de renda e economia criativa desenvolvidos pela/para a RAPS da cidade do Rio de Janeiro; 2) CURSO/OFICINA/ESTÁGIO (Classificação Livre): 4 (quatro) oficinas artístico-culturais, com duração de 3 (três) meses e carga horária de 6 (seis) horas semanais, em 4 (quatro) centros de convivência e cultura integrantes da RAPS do Rio de Janeiro, para capacitação e aprimoramento das ações artístico-culturais promovidas nestes espaços; 3) SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA (Classificação Livre): 4 (quatro) mesas de debate sobre o tema arte e saúde mental, com duração de 1 (uma) hora e meia cada, com a participação de usuários e profissionais dos serviços de saúde mental, artistas e pesquisadores; 4) EXPOSIÇÃO DE ARTES (Classificação Livre): Realização de exposição de artes visuais, com duração de 3 (três) meses, com obras produzidas por 15 usuários da RAPS do Rio de Janeiro e outros artistas neurodivergentes.

Acessibilidade

Todas as ações realizadas durante a Mostra Fantástica de Arte e Saúde Mental levam em consideração o atendimento adequado a pessoas com deficiência. Por isso, em todos os produtos a serem realizados pela Mostra serão utilizados consultores para a supervisão da correta utilização dos meios de acessibilidade (Itens da planilha orçamentária: 01, 08, 46, 64). Como medidas de acessibilidade para a realização do projeto, serão investidos os seguintes recursos: 1. PRODUTO PRINCIPAL - FESTIVAL OU FESTA POPULAR: 1.1. Acessibilidade para pessoas com deficiência física: Espaços de realização das ações em área plana e com rampas de acesso; Banheiros adaptados (Item da planilha orçamentária: 17); Assentos reservados para obesos, idosos e pessoas com baixa locomoção (Item da planilha orçamentária: 25). 1.2. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: A Mostra contará com intérpretes de libras no palco durante todo o evento (Item da planilha orçamentária: 23). 1.3. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Site com funções de acessibilidade para pessoas com baixa visão (Item da planilha orçamentária: 13); todo o material de divulgação da exposição nas redes sociais será acompanhado de descrição do conteúdo e da hashtag #pratodosverem (Item da planilha orçamentária: 36). 1.4. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: O projeto possui ações desenvolvidas para/com usuários da rede de atenção psicossocial, o que inclui pessoas com histórico de situação de sofrimento psíquico, deficiências mentais, intelectuais e pessoas neuroatípicas. O projeto prevê ainda a contratação de pessoas neuroatípicas para as ações do projeto (Itens da planilha orçamentária: 10, 15, 24); Capacitação da equipe para promover acessibilidade atitudinal (Item da planilha orçamentária: 08) 2. PRODUTO SECUNDÁRIO - SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA: 2.1. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: As palestras contarão com intérpretes de libras no palco (Item da planilha orçamentária: 03). 2.2. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: As oficinas serão realizadas preferencialmente para usuários da rede de atenção psicossocial da cidade do Rio de Janeiro, o que inclui a contratação de pessoas com histórico de situação de sofrimento psíquico, deficiências mentais, intelectuais e pessoas neuroatípicas (Item da Planilha Orçamentária: 04); Capacitação da equipe para promover acessibilidade atitudinal (Item da planilha orçamentária: 01). 3. PRODUTO SECUNDÁRIO - EXPOSIÇÃO DE ARTES: 3.1. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Audiodescrição dos trabalhos expostos nas galerias (Item da planilha orçamentária: 50). 3.2. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Legendas explicativas para facilitar a autonomia de visitantes surdos e com baixa audição (Item da planilha orçamentária: 61); Monitor/educador com conhecimento em Libras para atendimento ao público com deficiência auditiva (Item da planilha orçamentária: 55). 3.3. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: A exposição contará com obras produzidas por usuários da rede de atenção psicossocial da cidade do Rio de Janeiro, o que inclui pessoas com histórico de situação de sofrimento psíquico, deficiências mentais, intelectuais e pessoas neuroatípicas (Item da Planilha Orçamentária: 48); Capacitação da equipe de mediadores para promover acessibilidade atitudinal (Itens da planilha orçamentária: 46). 4. PRODUTO SECUNDÁRIO - CURSO / OFICINA / ESTÁGIO: 4.1. Acessibilidade para pessoas com deficiência física: Espaços de realização das ações em área plana e com rampas de acesso. 4.2. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: As oficinas serão realizadas preferencialmente para usuários da rede de atenção psicossocial da cidade do Rio de Janeiro, o que inclui pessoas com histórico de situação de sofrimento psíquico, deficiências mentais, intelectuais e pessoas neuroatípicas (Itens da Planilha Orçamentária: 65 e 66); Capacitação da equipe para promover acessibilidade atitudinal (Itens da planilha orçamentária: 64).

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto serão gratuitas. As ações do projeto serão realizados em espaços públicos, com fácil acesso a transportes públicos. As apresentações e palestras serão disponibilizadas ao público, de forma gratuita, no site e no perfil de plataforma de vídeo do projeto.

Ficha técnica

JOÃO HENRIQUE QUEIROZ (DIRETOR DE PRODUÇÃO) é graduado em Produção Cultural (IFRJ) e Psicologia (UERJ), e doutor em Psicologia Social também pela UERJ. Com larga experiência na realização de exposições, atuou na área de consultoria e pesquisa da exposição educativa itinerante do Museu de Imagens do Inconsciente (2024), no Rio de Janeiro - RJ; Produção executiva na exposição "Até Onde Marca" (2024), da artista Mariana Katona, no Centro Cultural dos Correios Rio de Janeiro; Produção na exposição "Ebó de Conduta" (2023), da artista Ayra Aziza, no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro; Coordenação de Produção da exposição coletiva “Pequenas Cosmogonias” (2023), no Museu Bispo do Rosario, no Rio de Janeiro - RJ; Coordenação de Produção da exposição coletiva “Stella do Patrocínio” (2022), no Museu Bispo do Rosario, no Rio de Janeiro - RJ; Coordenação de Produção e Pesquisa na exposição coletiva “Arte Ponto Vital” (2021), no Museu Bispo do Rosario, no Rio de Janeiro - RJ; Produção na exposição coletiva "Quilombo do Rosario" (2018), no Museu Bispo do Rosario, no Rio de Janeiro -RJ. Vem desenvolvendo ainda projetos em outras linguagens no campo das artes e da cultura. Atualmente, atua na área de pesquisa do Catálogo Raisonné das obras do artista Arthur Bispo do Rosario, projeto do Museu Bispo do Rosario. Em 2022-2023, atuou na coordenação do projeto educativo “Eu Vim Contar Uma História” e do projeto de criação de murais artísticos “Se Essa Rua Fosse de Bispo do Rosario”, realizados também no Museu Bispo do Rosario, no Rio de Janeiro - RJ. Entre 2020 e 2021, coordenou o projeto de restauração da obra Grande Veleiro, do artista Arthur Bispo do Rosario. É um dos organizadores do livro "Imaginário em Exposição, Manicômios em Desconstrução" (2021), Ed. Mosaico. É Diretor da Pacová Consultoria Criativa e Projetos Culturais e presidente da Bispo do Rosario Associação Cultural. BERNARDO FERREIRA (DIREÇÃO ARTÍSTICA) é usuário e membro do Conselho Gestar no CAPS Neusa Santos Sousa, em Senador Camará, Rio de Janeiro. Ativista Antimanicomial, faz parte do Movimento Nacional dos Usuários da Luta Antimanicomial - MONULA e da Frente Ampliada em Defesa da Saúde Mental. Idealizador do projeto Centro de Convivência Virtual, realizado durante a pandemia de Covid-19 com financiamento da Fiocruz. Atua como articulador psicossocial e educador popular no Museu Bispo do Rosario. FLAVIA CORPAS (CURADORIA) é psicanalista e curadora de artes visuais. Atua como clínica, pesquisadora e docente, dedicando-se ao campos da psicanálise, saúde mental, artes e acessibilidade cultural para pessoas com deficiência. Doutora em Psicologia Clínica pela PUC/RJ (2010/2014), Mestre em Saúde Mental pelo Curso de Pós-Graduação em Psiquiatria, Psicanálise e Saúde Mental da UFRJ (2004/206). Especialista em Psicanálise e Saúde Mental pela UERJ (2001). Graduada em Psicologia pela UERJ (1994/1999). Formada em Dança Contemporânea pelo Centro de Estudo do Movimento Espaço Novo (1995). Atualmente é pesquisadora de Pós-Doutorado junto ao Programa de Ciência da Literatura da UFRJ e professora nos cursos livres do Museu de Arte Moderna de São Paulo, onde leciona no curso Arte e Psicanálise. Docente Colaboradora do Curso de Especialização em Acessibilidade Cultural da Universidade Federal do Rio de Janeiro (a partir de 2010). Psicanalista convidada do Ateliê Espaço Terapêutico (2013). Coordenadora da Escola Livre de Artes Visuais do Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea (2005/2008), da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. Parecerista do Ministério da Cultura nas áreas de Artes Visuais, Audiovisual e Transversalidade da Cultura/Cultura e Saúde e Cultura e Acessibilidade (2011/2012). Psicanalista e documentarista convidada para o projeto Arte, Cultura e Acessibilidade do Curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro em parceria com o Ministério da Cultura. Curadora e Coordenadora do projeto Cartografias da Criação, dedicado ao mapeamento da produção artística de pessoas em sofrimento psíquico. Curadora da Livre Galeria, espaço para a articulação entre psicanálise, arte contemporânea e arte bruta. Atualmente, é coordenadora editorial do Catálogo Raisonné das obras do artista Arthur Bispo do Rosario, projeto do Museu Bispo do Rosario, no Rio de Janeiro. CLAUDIA REVOREDO (DESIGNER) é designer e especialista em comunicação, com experiência no desenvolvimento de comunicação visual e digital na área da arte e cultura. Possui experiência em design, gestão de mídias sociais, recepção de parceiros e relacionamento com patrocinadores, bem como no desenvolvimento de identidade visual. Atuou como Coordenadora de Comunicação no Museu Bispo do Rosario entre 2020 e 2023. Recentemente, atuou em diversos projetos de exposição, entre eles: "Até Onde Marca" (2024), da artista Mariana Katona, no Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro - RJ; “Nosso Sagrado” (2024), no Museu da República, Rio de Janeiro - RJ; "Ebó de Conduta" (2023), da artista Ayra Aziza, no Centro Cultural dos Correios, Rio de Janeiro - RJ; "Pequenas Cosmogonias: Como brotar mundos" (2023), no Museu Bispo do Rosario, Rio de Janeiro - RJ; "Corpo Popular" (2023), do artista Leandro Vieira, no Paço Imperial, Rio de Janeiro - RJ; "Galeria de Arte Subúrbio" (2023), no Parque de Madureira, Rio de Janeiro - RJ; “Stella do Patrocínio: Me Mostrar Que Não Sou Sozinha. Que Tem Outras Iguais, Semelhantes a Mim e Diferentes” (2022), no Museu Bispo do Rosario, Rio de Janeiro - RJ; “Arte ponto Vital” (2021), no Museu Bispo do Rosario, Rio de Janeiro - RJ.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.