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PRONAC 246783Projeto suspensoMecenato

ARENA FEMINISTA - GIRA RS

TERREIRA DA TRIBO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 695,8 mil
Aprovado
R$ 695,8 mil
Captado
R$ 100,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

14.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (15)
Bagé Rio Grande do SulCamaquã Rio Grande do SulCanoas Rio Grande do SulCarazinho Rio Grande do SulCaxias do Sul Rio Grande do SulGravataí Rio Grande do SulIjuí Rio Grande do SulLajeado Rio Grande do SulPasso Fundo

Resumo

O projeto ARENA FEMINISTA - GIRA RS prevê um circuito do grupo teatral Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz pelo Rio Grande do Sul, com apresentações dos espetáculos M.E.D.E.I.A e Manifesto de Uma Mulher de Teatro, realização da oficina Vivência com a Tribo e encontro Questões de Gênero no Teatro Contemporâneo. Todas as atividades serão gratuitas e abertas.

Sinopse

Os dois espetáculos teatrais que fazem do circuito, nos quais a mulher é a figura central, foram criados durante o difícil período da pandemia do Covid-19. Constituem um olhar sobre as discussões de gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz. O projeto Arena Feminista também tem o objetivo de apresentar a um maior público o teatro investigativo da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, fundado na pesquisa dramatúrgica, musical, plástica, no estudo da história e da cultura, na experimentação dos recursos teatrais a partir do trabalho autoral do ator/atriz, e contribuir com a democratização da cultura e o livre acesso aos bens culturais. Sinopse M.E.D.E.I.A O espetáculo, solo da atuadora Tânia Farias, estreado em 2022, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz retoma a personagem protagonista do seu espetáculo "Medeia Vozes". A encenação traz para cena uma versão antiga e pouco conhecida do mito, trazendo uma mulher que não cometeu nenhum dos crimes de que Eurípides a acusa. Por mais de dois mil anos, Medeia, uma das mais poderosas mulheres da mitologia grega, é acusada de várias atrocidades, tais como o fratricídio, o infanticídio e o envenenamento de Glauce, e é esta imagem que foi imposta à consciência ocidental que a Tribo vem negar. O mito é questionado e reelaborado de maneira original, para analisar o fundamento das ordens de poder e como estas se mantêm ou se destroem. Medeia é uma mulher que está na fronteira entre dois sistemas de valor, corporizados respectivamente pela sua terra natal e pela terra para a qual foge. Ambas as sociedades, Corinto e Cólquida, apresentam na sua história um sacrifício humano fundamental, que serviu para a estabilização do poder patriarcal. Medeia é uma mulher que enxerga seu tempo e sua sociedade como são. As forças que estão no poder manifestam-se contra ela, chegando mesmo à perseguição e banimento, ela é um bode expiatório numa sociedade de vítimas. "M.E.D.E.I.A" realizou temporada na Terreira da Tribo, em Porto Alegre, participou do Festival Internacional Tanto Mar em Portugal (2023) e do Festival Internacional Porto Alegre Em Cena (2022). Sinopse Manifesto de Uma Mulher de Teatro A obra parte da personagem Ofélia, de um dos textos mais contundentes da dramaturgia contemporânea, "Hamlet Machine" de Heiner Müller, marcante na trajetória da atriz Tânia Farias. A obra traz ao centro da arena a vociferação contra a engrenagem de violências às quais mulheres são continuamente submetidas. Jogar luz sobre mulheres, evocá-las, contar suas histórias é a motivação central dessa performance. As mulheres que cruzam o caminho da atriz compõem o texto manifesto que abraça a performance de Tânia Farias. Vozes como a de Violeta Parra, Gioconda Belli e da própria atriz, que ousa contar detalhadamente sua história pessoal de violência sofrida e intercruzar com outra real, a de Magó, bailarina barbaramente violentada e assassinada em 2020, ao qual a atriz presta homenagem. Um ato político contra a violência de gênero, uma nova etapa de construção da reflexão dessa mulher de teatro num momento tão trágico, de autorização de todo tipo de barbárie contra mulheres, negros, lgbtqia+ e tudo o que o conservadorismo dessa elite atrasada considera uma ameaça ao seu projeto de morte, de não corpo e de não felicidade. "Manifesto de Uma Mulher de Teatro" realizou temporada na Terreira da Tribo e na Sala Carlos Carvalho da Casa de Cultura Mário Quintana em Porto Alegre e participou do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto - SP (2022), Entrevero - Festival Internacional de Santa Maria - RS (2022) e FILTE - Festival Internacional de Salvador - BA (2022). Sobre o seminário O seminário irá debater sobre questões de gênero no teatro brasileiro contemporâneo avaliará o papel da mulher dentro do teatro brasileiro, tanto na criação como na produção, principalmente a partir das experiências locais.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar o circuito ARENA FEMINISTA - GIRA RS do grupo teatral Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz em 14 cidades do Estado do Rio Grande do Sul. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto ESPETA´CULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar 1 apresentação de cada espetáculo - "M.E.D.E.I.A" e "Manifesto de Uma Mulher de Teatro" - em cada cidade do circuito, seguidas de bate-papo sobre o processo criativo, totalizando 28 apresentações teatrais. 2) Produto SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA: Realizar em cada cidade 1 encontro sobre "Questões de Gênero no Teatro Contemporâneo" com artistas mulheres convidadas, totalizando 14 encontros. 3) Produto CURSO/OFICINA/ESTA´GIO: Realizar em cada cidade do circuito 1 oficina "Vivência com a Tribo" (30 vagas, 4 horas/aula) com profissionais do grupo, totalizando 14 oficinas.

Justificativa

a) Motivos para realização e utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais: A solicitação de apoio ao projeto ARENA FEMINISTA - GIRA RS junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar patrocínio na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. O projeto propiciará ao púbico gaúcho, por meio de atividades gratuitas, um espaço de reflexão e debate sobre a produção de teatro de grupo e sobre questões sociais e políticas. Através de suas ações, irá valorizar e difundir as manifestações culturais brasileiras, ampliando as opções de lazer e cultura do público em geral das cidades que fazem parte do circuito. Realizará também um importante intercâmbio cultural entre artistas de diferentes cidades do Rio Grande do Sul. b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais:por meio de atividades gratuitas, o projeto prevê o livre acesso a diversas atividades culturais (apresentações teatrais, oficinas e encontros temáticos). II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: por meio dos espetáculos teatrais, o grupo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz dá continuidade à pesquisa de revitalização da linguagem teatral e contribui para difundir uma pesquisa autoral, levada III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: o projeto constitui um olhar sobre as discussões de gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de pesquisa e criação teatral do grupo e da atriz Tânia Farias. c) O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística: por meio de apresentações teatrais, oficina e seminário, o projeto estimulará o interesse pela cultura, propiciando o desenvolvimento crítico da sociedade, valorizando e difundindo as manifestações culturais brasileiras e contribuindo, também, para uma melhoria na distribuição de bens culturais.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO DA OFICINA VIVÊNCIA COM A TRIBOA oficina Vivência com a Tribo (30 vagas), em um encontro de quatro horas/aula, coordenado pelos profissionais do grupo (Marta Haas) aborda os princípios básicos do teatro político e popular que o grupo realiza. A proposta de trabalho teatral seguirá os fundamentos principais da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, que visa a formação de atores-cidadãos com a necessária qualificação para estar a serviço da construção de uma sociedade justa e solidária. OBJETIVO GERALAbrir espaço para sensibilização e experiência do fazer teatral, apostando no teatro como instrumento de indagação e conhecimento de si mesmo e do mundo, assim como veículo de formação, informação e transformação social. OBJETIVOS ESPECÍFICOSa) Promover condições favoráveis ao desenvolvimento da criatividade espontânea e expressiva, crítica e ressignificante do corpo, a partir da organização de uma vivência teatral de grupo.b) Investir nos elementos e recursos plásticos e musicais que auxiliam a criação poética da cena, utilizando os princípios básicos do teatro popular e de rua a partir de jogos dramáticos, expressão corporal e improvisação.c) Investigar o movimento, o gesto, a atividade mimética do ato físico no jogo dramático, proporcionando experimentação de linguagens para o desenvolvimento de personagens, situações, fábulas.d) Intensificar a dinâmica teatral do corpo, através de exercícios de desinibição, sensibilização, musicalidade, expressividade e coordenação rítmica, aliados a jogos de inter-relacionamento dramáticoe) Ativar padrões não-cotidianos de comunicação a partir de signos teatrais específicos, com ênfase na pesquisa de sons e movimentos expressivos, próprios para a estilização de ações, gestos, cantos e danças.f) Reforçar a visão crítica das questões pertinentes à contracenação dramática, desde a valorização consequente do material cênico, da disposição do espaço e do tempo, da disponibilidade do corpo, da intencionalidade do gesto, etc.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: atividades realizadas em espaço térreo que possui rampas e banheiros adaptados. Item na planilha orçamentária: Locação de sala de espetáculo. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: roteiro dos espetáculos em Braile, monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs visuais. Item na planilha orçamentária: Impressão, Monitores. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. Item na planilha orçamentária: Intérprete de Libras. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs intelectuais. Item na planilha orçamentária: Monitores. PRODUTO: OFICINA MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: atividades realizadas em espaço térreo que possui rampas e banheiros adaptados. Item na planilha orçamentária: Locação de sala de espetáculo (no produto principal espetáculo). MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs visuais. Item na planilha orçamentária: Monitores (no produto principal espetáculo). MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. Item na planilha orçamentária: Intérprete de Libras. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs intelectuais. Item na planilha orçamentária: Monitores (no produto principal espetáculo). PRODUTO: SEMINÁRIO MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: atividades realizadas em espaço térreo que possui rampas e banheiros adaptados. Item na planilha orçamentária: Locação de sala de espetáculo (no produto principal espetáculo). MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs visuais. Item na planilha orçamentária: Monitores (no produto principal espetáculo). MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. Item na planilha orçamentária: Intérprete de Libras. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs intelectuais. Item na planilha orçamentária: Monitores (no produto principal espetáculo).

Democratização do acesso

Como medida de DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO, conforme critérios do art. 27 da IN nº 01/2023 do MinC, serão adotadas as seguintes medidas: 100% de distribuição gratuita, ultrapassando o mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo exigido no inciso II. Para tornar o projeto MAIS AMPLO E DEMOCRÁTICO, alcançando público de distintas camadas sociais, conforme critérios do art. 28 da IN nº IN nº 01/2023 do MinC, serão adotadas as medidas a seguir: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

Grupo: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz Empresa que representa legalmente o grupo: Terreira da Tribo Produções Artísticas Coordenação Geral e administrativa do projeto: Paulo Flores (diretor sócio e representante legal da Terreira da Tribo Produções Artísticas) Produção Executiva: Marta Haas Atuação: Tânia Farias Concepção e direção: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (Tânia Farias) Debatedoras: Tânia Farias e Marta Haas Oficineira: Marta Haas Operação de luz, sonoplastia e vídeo: Eugênio Barboza Técnico e operador de som: Roberto Corbo Assessoria de imprensa: Bebê Baumgartem Obs.: o projeto não envolve a contratação de artistas da música. Breve currículo do grupo A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desenvolve pesquisa de linguagem em Teatro de Rua e na vertente intitulada Teatro de Vivência (encenação itinerante onde público e atores estão inseridos em um mesmo ambiente cenográfico). Realiza os Projetos Escola de Teatro Popular (com oficinas gratuitas de iniciação, formação de atores e pesquisa de linguagens); Caminho para um Teatro Popular (circuito de apresentações de Teatro de Rua em praças, bairros e vilas populares da cidade); Teatro Como Instrumento de Discussão Social (Oficinas Populares em bairros populares de Porto Alegre); Mostra Ói Nóis Aqui Traveiz – Jogos de Aprendizagem (mostra do processo pedagógico das oficinas); Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem (com grupos nacionais e latino-americanos); Seminários e ciclos de debate sobre teatro (encontros com atores, diretores, pesquisadores e professores para debater questões da cena contemporânea). Lançou em 2004 o selo Ói Nóis Na Memória que já publicou cinco livros e três DVDs. Edita semestralmente a CAVALO LOUCO – Revista de Teatro, já em seu décimo sétimo número, que é distribuída nacionalmente a escolas de arte, universidades, bibliotecas públicas, pesquisadores, críticos e grupos de teatro. Premiações: Prêmio Ordem do Mérito Cultural 2015, principal prêmio da cultura brasileira. Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Direção (para a direção coletiva do Ói Nóis Aqui Traveiz), Produção, Atriz, Trilha Sonora, Iluminação, Figurino e Cenário por MEDEIA VOZES (2013), além do Prêmio Júri Popular. Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Produção, Trilha Sonora, Figurino e Atriz por O AMARGO SANTO DA PURIFICAÇÃO (2010). A Tribo foi indicação para o Prêmio Multicultural do Estadão / SP (2005) e recebeu Prêmio Shell de Teatro (SP) pela Música e Pesquisa e Criação Coletiva de KASSANDRA IN PROCESS (2008). Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Produção, Trilha Sonora e Atriz Coadjuvante por KASSANDRA IN PROCESS (2003). Prêmio Braskem de Melhor Espetáculo A MISSÃO (2007). Prêmio Qorpo Santo da Câmara de Vereadores de Porto Alegre (2003). Prêmio A Luta pela Terra do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (1998 e 2000). Prêmio Açorianos de Destaque do Teatro Gaúcho (1998). Prêmio de Melhor Espetáculo e Atriz no Festival Nacional Isnard Azevedo em Florianópolis/SC por INDEPENDÊNCIA OU MORTE! (1995). Prêmio Quero-Quero pelo conjunto de sua obra (1996). Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Produção, Cenário e Ator Coadjuvante por DR FAUSTO (1994). Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Direção (para a direção coletiva do Ói Nóis Aqui Traveiz), Cenografia, Figurino e Ator Coadjuvante por ANTÍGONA - RITOS DE PAIXÃO E MORTE (1990). Prêmios Açorianos de Melhor Espetáculo, Cenografia e Produção por OSTAL (1987). Breve currículo de alguns integrantes da ficha técnica Paulo Flores - É ator, encenador, professor e pesquisador. Fundou a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz em 1978, a Terreira da Tribo – Centro de Experimentação e Pesquisa Cênica em 1984 e a Escola de Teatro Popular em 2000. Graduou-se como Bacharel em Direção Teatral pela UFRGS em 1979. Atuando em teatro desde 1974, par7cipou como ator e diretor teatral em vários espetáculos premiados. No Ói Nóis encenou mais de 40 espetáculos. Tânia Farias - É atriz, encenadora, professora, pesquisadora e produtora teatral. Atuadora da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desde 1994, na qual encenou diversos espetáculos premiados. Coordena a produção dos projetos do Ói Nóis Aqui Traveiz. Publica semestralmente a Cavalo Louco Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Recebeu o Prêmio Açorianos por sua atuação em O Amargo Santo da Purificação (2009) e Medeia Vozes (2013). Eugênio Barboza - Ator, encenador, pesquisador e professor de teatro na Tribo de Atuadores desde 2006. Bacharelando em História da Arte pela UFRGS. Como ator e encenador participou de diversas criações coletivas da Tribo. Coordena a digitalização do acervo filmográfico do Grupo Ói Nóis Aqui Traveiz e o Núcleo de Pesquisas Audiovisuais da Tribo. Ministra a oficina popular de teatro no bairro Humaitá. Roberto Corbo - Ator, técnico de som, pesquisador teatral, oficineiro e músico autodidata. É atuador da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desde 2007. Cursou a Oficina Para Formação de Atores da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo (2009/10). Como ator e encenador participou de diversas criações coletivas da Tribo. Ministra a oficina popular de teatro no bairro Restinga. Marta Haas - Atriz, encenadora, oficineira, pesquisadora e produtora teatral. É atuadora do Ói Nóis Aqui Traveiz desde 2001. É doutora e mestra em Educação. Desde 2007 ministra oficinas na Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo. Como atriz e encenadora participou de diversas criações coletivas do Ói Nóis. Realiza a assistência de produção de diversos projetos do grupo desde 2013.

Providência

Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.

Rio Grande do Sul
Porto Alegre Rio Grande do Sul
Rio Grande Rio Grande do Sul
Santa Maria Rio Grande do Sul
Santa Rosa Rio Grande do Sul
Santana do Livramento Rio Grande do Sul
Santo Ângelo Rio Grande do Sul