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A Banda Juvenil do Coroinha será formada para atender a população de Itaguaí e Mangaratiba por meio da oferta de aprendizagem na área da música e da dança, além de apresentar atrações culturais aos moradores de comunidades que não recebem esta oferta gratuitamente.
Geral: Formar uma Banda com crianças e adolescentes de baixa renda, que possuem entre 10 e 19 anos de idade, estudantes do ensino fundamental e médio de Itaguaí, das comunidades de Coroa Grande, Itimirim, Vila Geny e SOMEL, e também do bairro de Itacuruçá, localizado no município de Mangaratiba, por meio da oferta de oficinas de instrumentos musicais e canto coral, além de um grupo de coreografia rudimentar e realizar seis recitais gratuitos. O projeto iniciará em 01 de Fevereiro de 2025 e terá término em 31 de dezembro de 2025 Específicos: Formar uma Banda com aproximadamente 50 alunos; Formar um grupo de Canto Coral com aproximadamente 35 alunos; Formar um grupo de coreografia com aproximadamente 25 alunos;; Atingir um público de aproximadamente 3000 pessoas; Aprovar aproximadamente 10 alunos em programas de bolsas para estudo de música ou dança. Realizar seis recitais.
O projeto Banda Juvenil do Coroinha irá democratizar o acesso a cultura e possibilitar que as comunidades do das comunidades de Coroa Grande, Itimirim, Vila Geny e SOMEL, e também do bairro de Itacuruçá, localizado no município de Mangaratiba e seus moradores enxerguem novas possibilidades de desenvolvimento social e econômico, tendo em vista que estas comunidades são as mais afastadas do centro das cidades de Itaguaí e Mangaratiba, tornando o acesso ao aprendizado musical e da dança quase nulo. No bairro de Itacuruçá a população vive do turismo nas Ilhas, do transporte marítimo, da pesca e de empregos em empresas distantes do bairro, e a Banda Juvenil do Coroinha atuará no local para apresentar a arte como uma ponte entre a situação atual de cada família e uma vida melhor por meio da educação musical, da dança e dos eventos culturais. Nas comunidades de Itaguaí trabalharemos com crianças e jovens que tem no seu dia a dia a atuação local do tráfico de drogas e de milícias, que por muitas vezes estão em conflito, situação que afasta os serviços públicos de saúde, educação, saneamento e também o da Cultura. Desta maneira a Banda Juvenil do Coroinha será o meio de ampliar a visão dessas comunidades em relação ao desenvolvimento social local por meio da arte. Esta democratização não seria possível sem o auxílio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais.
1. PLANO PEDAGÓGICO / OFICINAS MUSICAIS 1.1 Identificação Objetivo do projeto: Fortalecer a música instrumental tornando as comunidades locais um ambiente de desenvolvimento artístico e cultural, por meio da educação musical gratuita e da prática coletiva de música como instrumento de promoção e desenvolvimento social de crianças, adolescentes e jovens, entre 8 e 19 anos de idade, estudantes do Ensino Fundamental e Médio de Itaguaí - RJ. Responsável: Kelly Câmara e Felipe Cardoso Moreira. Função: Coordenação Pedagógica 1.2. Perfil do beneficiado e resultados esperados: Crianças, adolescentes e jovens entre 8 e 19 anos de idade regularmente matriculadas no Ensino Fundamental e Médio de Itaguaí - RJ. O aluno do projeto deverá estar apto a atuar como um agente da produção musical na comunidade em que estiver inserido, promovendo a consolidação do conhecimento musical e a divulgação artística junto a instituições culturais e a grupos artísticos. Deverá, de modo geral, desenvolver as competências musicais, pedagógicas, intelectuais, sociais e políticas inerentes à formação básica de um instrumentista. O aluno deverá colocar seu conhecimento musical a serviço da construção da autonomia e da cidadania de seu público, bem como fomentar a solidariedade em seu meio de atuação. Deverá reconhecer em suas escolhas musicais a pluralidade cultural da sociedade em que vive e as múltiplas possibilidades de repertório. 1.3 Oficinas musicais Metais (Trompete, Trombone, Euphonium, Trompa e Tuba) Percussão Sinfônica (xilofone e metalofone) Percussão de Marcha (Caixa clara, Bombo, Pratos e tambor tenor) Canto Coral e Grupo de dança. 1.4. Locais de funcionamento e critérios de seleção dos locais: Serão selecionadas Associações de Moradores, Associações Privadas, Instituições Religiosas e Salões de Eventos, cujo os locais tenham pouca ou nenhuma oferta de atividades musicais. 1.5. Turno de oferta Matutino e Vespertino. Oficinas no contraturno e pós-turno escolar. Regime semestral. 1.6. Oficinas ofertadas com carga horária: Metais (Trompete, Trombone, Euphonium, Trompa e Tuba) 3h semanais - 120h anuais, Percussão Sinfônica (xilofone e metalofone) 3h semanais - 120h anuais, Percussão de Marcha (Caixa clara, Bombo, Pratos e tambor tenor) 3h semanais - 120h anuais, Canto Coral 3h semanais - 120h anuais, e Percepção Musical - Todos os alunos participantes devem obrigatoriamente participar das oficinas de Percepção Musical. 1.7. Metodologia Fundamentos da metodologia usada nas oficinas musicais: 1. Favorecer a expressão espontânea do aluno por meio da música, como uma experiência lúdica, ‘jogando’ com os sons, ritmos, pés, mãos e palavras; 2. Proporcionar vivência musical integrada (palavras, canto, movimento, instrumento) e efetiva, sem ‘contaminação’ do adulto, respeitando o mundo da criança e do adolescente; 3. Propiciar a inter-relação dos integrantes na prática musical em grupo, ou seja, tanto no trabalho de criação como no de interpretação e ainda no fator socialização, pois as atividades musicais coletivas favorecem o desenvolvimento da socialização no sentido em que a criança vai desenvolvendo o conceito de grupo, proporcionam uma convivência entre alunos e professores, facilitando a criação de laços de amizade. Além disso, as crianças e jovens demonstram os seus sentimentos, libertam as suas emoções, desenvolvendo um sentimento de segurança e auto realização. Ao expressarem-se musicalmente em atividades que lhes deem prazer, além de lhes proporcionar a oportunidade de as fazer pensar, criar, agir e viver em sociedade, a música é utilizada como multiplicador de educação e cultura; 4. Favorecer a vivência musical que engloba a apreciação musical do próprio fazer do grupo, culminando na autoavaliação e no crescente domínio de habilidades (reproduzir, inventar, interpretar, grafar e ler) com os elementos da linguagem musical. 1.8. Sistemas de avaliação: A avaliação visa especialmente diagnosticar a situação real de aprendizagem do aluno e a sua evolução em relação a indicadores de desempenho definidos pela equipe pedagógica. Os Parâmetros Curriculares Nacionais, documento editado pelo Ministério da Educação salienta que, a verificação de aprendizagem se fará através de processos internos e externos, contínuo e cumulativo. Participam das avaliações todas as pessoas diretamente envolvidas no processo didático, por meio de banca examinadora, devendo os aspectos qualitativos preponderar sobre os quantitativos. O processo avaliativo se estende ainda para a observação de outros indicadores como a participação efetiva ou não do aluno em apresentações, culminância e outros. Dos Instrumentos de Avaliação: - Avaliação formativa - esta avaliação é qualitativa e consiste na avaliação do aluno contínua e sistematicamente e é registrada no diário de classe do instrutor. Pressupõe, além do trabalho realizado na sala de aula, o empenho/desempenho, a assiduidade/ pontualidade, o comportamento e o relacionamento com os colegas e instrutores, a apresentação em palco, o rendimento escolar formal e a realização de uma audição no final de cada semestre perfazendo um total de 100%. Terá um peso de 60% na avaliação. Esta avaliação inclui também a autoavaliação do aluno frente ao que está sendo desenvolvido e do que precisa ser melhorado. Serão considerados os indicadores de comunicação, compromisso, trabalho em equipe e desempenho musical. Além disso, consideramos na avaliação formativa o acompanhamento dos aspectos do rendimento escolar, aferidos através do boletim escolar, a frequência escolar (informações apresentadas pelo responsável legal do aluno), assim como a frequência e assiduidade das atividades do projeto. A avaliação do aluno é registrada no diário de classe do instrutor e feita de forma contínua e sistemática pelo instrutor.
PRODUTO: OFICINAS DE MÚSICA INSTRUMENTAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais de realização das oficinas serão escolhidos sempre cumprindo critérios de acessibilidade: terá que ter rampas, corrimões, banheiros adaptados e assentos para obesos. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. DEFICIENTES AUDITIVOS: Havendo procura, será realizada uma oficina ao mês utilizando instrumentos de percussão para atendimento à deficientes auditivos. O oficineiro de percussão terá auxílio de um intérprete de Libras para o ensino de ritmos por imitação visual. Item da planilha orçamentária: Produção - Intérprete de Libras; Produção - Oficineiro. DEFICIENTES VISUAIS: Serão realizadas oficinas de percussão para o público com deficiência visual. Item da planilha orçamentária: Produção - Oficineiro.
Todos os produtos culturais resultantes do projeto terão acesso gratuito. Em cumprimento aos seguintes incisos do Art. 24 da IN nº 11/2024 abaixo será adotada no projeto: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuita
Diretora Geral: Kelly Câmara será responsável pela direção do projeto e todas as equipes envolvidas. Graduando em Licenciatura em Música, musicista da Banda Municipal de Itaguaí desde 2001, atuou como assistente de produção em diversos projetos, como o MusicaÍta Festival em 2021, Festival de Música Itaguaí 2024 e tem atuação como regende de bandas de música na cidade de Itaguaí. Assessoria Jurídica: Vanda Teixeira Santos Giovanetti (PROPONENTE), será responsável por todas as necessidades jurídicas do projeto. Vanda é advogada, presidente da Associação de Moradores de Coroa Grande e mobilizadora social, atuando na produção de eventos sociais e culturais na cidade de itaguaí. Diretor de Produção: Allan Barbosa de Oliveira será responsável pela direção de produção do projeto e captação de recursos. É músico e produtor cultural com quase duas décadas de experiência e atuação em diversas regiões do Brasil tendo desenvolvido produções como: Festival de Música Itaguaí - 2018, Colônia de Férias Música e Cidadania - 2017 a 2020, Concurso Estadual de Bandas da FFABERJ - 2016, Concurso Nacional de Bandas da CNBF em Guará-SP - 2019 e o MusicaÍta Festival 2021. Foi maestro da Orquestra de Metais e Percussão da COMMIL, projeto de Música da Associação O Aprisco, em Itaguaí - RJ. Coordenador Pedagógico: Felipe Cardoso Moreira, será responsável por coordenar a equipe de oficineiros na aplicação do plano pedagógico, realizando reuniões, treinamentos e atuando na resolução de questões junto aos alunos e seus responsáveis. Músico com atuação em diversas regiões do Brasil tendo participado de produções como: Festival de Música Itaguaí - 2018, Colônia de Férias Música e Cidadania - 2017 a 2020, Concurso Estadual de Bandas da FFABERJ - 2016. Atuou como coordenador do Projeto Bandas nas Escolas da Prefeitura de Itaguaí entre 2013 e 2015, foi assistente pedagógico do Projeto Orquestra Sinfônica Juvenil de Itaguaí em 2021 e atua como regente da Banda Municipal de Itaguaí. Concluinte do curso de Licenciatura em Música do Conservatório Brasileiro de Música e Pós Graduando em Regência de Orquestra pela FACEC.
PROJETO ARQUIVADO.