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PRONAC 246804Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Canto da Rua: De que Rua estamos falando?

JUNIA KELLY GARRIDO
Solicitado
R$ 656,0 mil
Aprovado
R$ 656,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-02-03
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O objeto central do projeto Canto da Rua é trabalhar com formação, registros e preservação do acervo,onde opúblico alvo são pessoas em situação de rua em Belo Horizonte. Nesta proposta o objetivo é oferecer oficinas focadas no convivio social, gastronomia, fotografia e graffiti, ao mesmpo tempo teremos um trabalho de pesquisa etnográfica, registro em vídeo e fotos, para produzir um videoarte da população em situação de rua. Ou seja, o objeto do projeto é a realização de oficinas artísticas e a criação, gravação e edição de um video arte.

Sinopse

No caso do video arte, ainda iremos ter a etapa de pesquisa para desenvolvimento do roteiro e posteriormente a sinope, mas o fio condutor é as experiências afetivas provocadas neste caminho da população em situação de rua. A pergunta que poderá nortear é "Que Rua é essa? Um olhar sobre a desigualdade social.

Objetivos

Objetivo geral: Criar uma programação de ações culturais que auxiliem na retomada da identidade cidadã de pessoas em situação de rua, entre elas oficinas e a produção de um videoarte. Objetivos específicos: 1. Realizar um trabalho de seis meses, as oficinas de gastronomia também tem o objetivo de alimentar aqueles que estiverem na oficina, ao mesmo tempo que são fotografados e aprendem este oficio. 2. Realizar a oficina de graffiti em espaços onde a população em situação de rua está, in loco, proporcionando momentos de interação e lazer. 3. Produzir o videoarte a partir dos registros destes momentos, gerando um produto audiovisual que nos permita apresentar o trabalho desenvolvido e captar novos apoiadores. 4. Estudar roteiros de deslocamento da população em situação de rua, atendendo lugares como Pedreira Prado Lopes, Praça da rodoviária, Andradas da rodoviária até a Barbacena, na serra próximo ao hospital Evangélico, entre outros lugares. Apresentação do contexto da proposta: Lutar pela igualdade sempre que as diferenças nos discriminem, lutar pelas diferenças sempre que a igualdade nos descaracterize. Boaventura de Souza Santos A cultura, em seu conceito antropológico, é capaz de revelar o modo de vida ou maneira como vive cada sociedade, percebida nos costumes, nas crenças, valores, em como constroem seus símbolos e signos e partilham coletivamente, gerando ali uma noção de pertencimento. A arte por sua vez, é parte disso, é a expressão da manifestação cultural, materializada em dança, música, teatro, cinema, artes visuais, entre outras. A questão de fundo é que sem a arte a vida ficaria dura demais, as questões objetivas precisam ser intercaladas com momentos de abstração, de não pensar em nada ou pensar em tudo, mas sem que se furte ao que nos humaniza, a capacidade do ser humano de criar. Assim, podemos repetir que a arte existe porque a vida só não basta (Nietsche), porque nela preservamos nossa identidade individual e coletiva, por isso Boaventura Santos diz "lutar pelas diferenças sempre que a igualdade nos descaracterize", porque a beleza recai na alteridade. O projeto "Canto da Rua" é uma proposta norteada por este poder que a arte consegue ter sobre as pessoas e sobre uma sociedade, alterando a dinâmica da vida social, inspirando sonhos e corrigindo trajetórias sociais. O "Canto da Rua" tem um público muito especial, pessoas em situação de rua ou moradores de rua, entendendo a diferença, o primeiro grupo se refere às pessoas que estão nas ruas por algum rompimento de laço, seja afetivo ou econômico, e transitam na cidade, por vezes ocupam abrigos, prédios abandonados, o segundo grupo são pessoas com complicações mais recorrentes, em situação de extrema pobreza ou violência, e que precisam de uma ação de intervenção direta das políticas públicas. Na justiticativa iremos avançar neste conceito que ao longo dos anos acabou sendo mais excludente, ao gerar espaço para julgamentos de valor moral. Sobre nosso público alvo: existem projetos artísticos sociais que trabalham em áreas de vulnerabilidade social, crianças, jovens, idosos, mas ainda assim são pessoas que possuem moradias, com toda precariedade ( diga-se de passagem), mas fazem pelo menos uma refeição ao dia, podem ir à escola. O nosso projeto trabalha para devolver o mínimo de dignidade, não existe um território, porque são pessoas em situação de rua, e por estar nesta condição, eles migram, se deslocam pelo território, sabemos que existem pessoas completamente excluídas socialmente. Dentro deste contexto social, o Canto da Rua, nos leva para um lugar um pouco mais leve, faz parar e pensar que a Rua pode nos dar poesia, música, personagens, ludicidade, novas experiências sensoriais e relacionais, ser então, também, capaz de alterar ou vislumbrar alterar realidades sociais individuais distintas. Um fato importante e que auxilia no direcionamento e pensamento criativo sobre projetos para este recorte populacional, é que as instituições que se dedicam a este trabalho possuem muita coisa sobre as ações desenvolvidas neste campo, é a memória sendo preservada, em fotos, vídeos, documentos oficiais, reportagens etc. Este acervo constitui em uma memória relevante para a trajetória de lutas e conquistas nas últimas décadas, fruto do envolvimento de várias organizações sociais e públicas, que se somará ao novo registro de campo para ser usado para a edição do videoarte. O objeto central do projeto Canto da Rua é trabalhar com formação, registros e preservação do acervo, para que alcançar pessoas em situação de rua, mas ao mesmo tempo gerar subsidios que auxiliem no campo das políticas públicas. Nesta proposta o objetivo é oferecer oficinas focadas no convivio social, gastronomia, fotografia e graffiti, ao mesmpo tempo teremos um trabalho de pesquisa etnográfica, registro em vídeo e fotos, para produzir um videoarte da população em situação de rua. Resumidamente: 1. A produção itinerante de oficinas que estão no campo da arte e podem ser usadas no campo da economia criativa e de subsistência, ensinar a usar o mínimo como ferramenta de sustento próprio, além de ressignificar a imagem de si, autoestima, saúde, novos espaços de sociabilidade.2. Pesquisa etnográfica: é um registro videográfico documental do caminho percorrido por pessoas em situação de rua, o processo de atendimento e reconstrução das identidades sociais, o objetivo é ter material consistente para criar videoarte, videodoc e ampliar a rede de apoio através de novos projetos. 3. Preservação e restauração do acervo: que consiste em organizar arquivos, catalogar, ter onde acondicionar, digitalizar, assim, poderemos usar este material no processo de pesquisa dos registros audiovisuais, que é um material que o projeto CANTO DA RUA tem atraves de várias instituições sociais. Sobre as oficinas: 1. Oficinas de gastronomia: que podem ser várias, desde o mais simples preparo de hortaliças ao preparo do pão, uso e aproveitamento dos alimentos. É um espaço para aprender a cuidar de si e do outro, cozinhar, entre outras coisas, é cuidar do outro. 2. Oficina de fotografia: esta tem uma experiência diferente, se fotografar, fotografar os outros ou outras coisas exige parar, observar, olhar pra si, é a oportunidade que aquela pessoa em situação de rua pode distanciar de si para entender que o desejo é uma outra imagem. 3.Oficina de Graffiti: estimula a criatividade, o raciocínio cognitivo, coordenação motora grossa e fina e permite que o sujeito use esta competência para trabalhar como cartazista, com pintura de faixas, pintura mural artística. Sobre o videoarte: 1.Contratação de uma equipe profissional de audiovisual e fotografia para criar o conceito do videoarte.2. Contratação de um antropologo que faça um trabalho de campo junto da equipe, cumprindo a itinerância, para documentar, analisar os dados, e relatar a dimensão cultural e social do projeto. 3.Será um trabalho que além de trazer a dinâmica de trabalho, a importância da arte para o resgate do público alvo, fotos, rostos, emoções, ele também será um produto importante para palestras, encontros, participação em congressos e festivais de cenas curtas.

Justificativa

Justificativa Cultural: A Rua, não é um espaço concebido como moradia, como lugar onde o individuo dorme, acorda, faz suas refeições, logo, existe anormalidade social quando olhamos e observamos tantas pessoas em situação de rua, crianças, jovens, adultos e até idosos. Assim, no imaginário social, as representações da "rua" estabelecem fronteiras simbólicas que delimitam práticas aceitáveis neste espaço. Da Matta explorou as dimensões simbólicas deste par em oposição, analisando como são construídas as regras informais e implícitas do que é próprio de cada espaço: Por tudo isso, não se pode misturar o espaço da rua com o da casa sem criar alguma forma de grave confusão ou até mesmo conflito. Sabemos e aprendemos muito cedo que certas coisas só podem ser feitas em casa e, mesmo assim, dentro de alguns dos seus espaços (Da Matta, 1997, p. 50).O importante a observar nestas ponderações de Roberto Da Matta é que ao determinar o publico e o privado, a casa e a rua, também surgiu a ideia de que na rua vivem os bandidos, os meliantes, estigmatizando toda uma população que não escolheu estar na rua, mas que para o imaginário popular se convencionou como se fosse uma escolha. As "pessoas em situação de rua", se configuram numa categoria social complexa e em construção pela sociologia, cujo lugar na cotidianidade transita entre o visível e o invisível. O uso do termo "pessoa em situação de rua" busca superar as limitações de termos como "morador de rua", que os situa como um grupo fixado numa condição específica, caracterizada por um conjunto de carências. Enfatiza-se assim "a situacionalidade da experiência nas ruas", "definindo-os a partir de uma concepção do habitar a rua como uma forma de vida possível" (Schuch e Gehlen, 2012, p. 17), sem essencializar essa condição e dando visibilidade às múltiplas formas de entrar, ficar, estar, usar, reivindicar e, também, sair da rua.Quando pensa-se num projeto para este recorte populacional, arrisca-se dizer que a primeira pergunta que talvez venha na cabeça do parecerista ou do membro de uma comissão de análise é "Por que e pra quê gastar o recurso da cultura com este projeto?", não por maldade, mas porque a estrutura social externa ao individuo é imperativa ao dizer que estas pessoas estão nesta condição porque querem, porque não fizeram o certo, porque não buscaram ser outra coisa qualquer. O artista não se realiza exclusivamente com um público que está dentro do teatro, de banho tomado, ele se realiza quando a sua arte cria um canal de comunicação e se torna importante, seja quem estiver do outro lado desta linha. O projeto Canto da Rua é este olhar para que pessoas em situação de Rua não se sintam oprimidas no canto escuro da rua, mas a partir desta experiência na Rua encontrem seu canto, sua voz, seu espaço, retomem sua dignidade, este é um dever das políticas públicas e de todo conjunto de instituições sociais. Assim, entendemos que a proposta se justifica em duas pontas, ao dar ao artista a posibilidade de desenvolver sua obra, seu fazer artístico, ao mesmo tempo em que a arte cumpre um papel socializador e transformador, corrigindo trajetórias sociais corrompidas pela desigualdade social. O projeto será realizado em parceria com instituições que trabalham com o público em situação de rua. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Informaçãoes importantes: Um projeto com este público alvo exige alguns cuidados que os demais não precisam e que faz parte deste contexto de inclusão social, de dar dignidade e novas perspectivas, o Betinho falava muito sobre como é importante dar o que comer, matar a fome, ninguém consegue dar conta das responsabilidades do dia se estiver com fome. Sendo assim: 1. O participante ele chega na casa, levado pela equipe do projeto, toma um banho, faz sua refeição e só depois participa da oficina. 2. Cada participante receberá dois uniformes, quando chegar na casa, vai receber um kit higiene pro seu banho e vestir o uniforme, ao sair da casa deixa o uniforme para ser lavado. 3. Faremos o acompanhamento dele no espaço das oficinas, mas também no seu lugar de moradia na rua, traçando um caminho e um perfil social de cada participante. Este material será usado na produção do videoarte. 4. O professor também tem um perfil profissional diferenciado, exige dele um comportamento emocional e pessoal que protege o participante e a si mesmo. 5. Atendimento da assistente social quinzenalmente, para que se for necessário alguma intervenção externa, essa seja providenciada.

Especificação técnica

videoarte: será editado e gravado em 4K.

Acessibilidade

Oficinas ( produto principa) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as oficinas irão acontecer em espaços com rampa para cadeirantes, banheiros adaptados e apoio de corrimão ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras em todas as oficinas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audio descrição no inicio de cada oficina. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: para atender pessoas com autismo, sindrome de down, entre outras, a prefeitura em parceria com o projeto, irá disponibilizar sem custo, profissionais formados em educação especial, protetores de ouvido, oculos para minimizar o excesso de luz. Caso a prefeitura não cumpra com este acordo, o proponente fará com recursos próprios. Video ( produto secundário) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras , legenda descritiva ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audio descrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: para atender pessoas com autismo, sindrome de down, entre outras, teremos um link com uma cartilha adaptada, com linguagem mais simples.

Democratização do acesso

O projeto tem todas as suas atividades gratuitas, a participação nas oficinas será mediante busca ativa da equipe de campo, que tem experiência em lidar com população em situação de rua. Teremos espaço para : pessoas negras, LGBTQIA+, mães solo, PCDs Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

Júnia Kelly Garrido ( proponente, diretora de fotografia no video arte, irá ministrar a oficina de fotografia) Formação acadêmica: Comunicação Social, habilitação em Relações Públicas Curso de Fotografia Básica - Magda Santiago Curso de Iluminação de Estúdio - Estúdio Retrato 3, Rodrigo Dai Curso de Iluminação de Estúdio - Plug 3, André Castro Experiência profissional: Dentre todos os trabalhos realizados, destacam-se: ► Cursos de fotografia - Palestra nas faculdades Universo e Puc Minas, Curso optativo Colégio Coleguium, Workshop de fotografia Colégio Batista Mineiro, Workshop de Fotografia básica digital, Oficina de Fotografia Fiscais Prefeitura de BH, Projeto BH Mais Feliz Prefeitura de BH, dentre outros. ► Grupo Bandeirantes de Comunicação – Planejamento de produção fotográfica incluindo montagem e acompanhamento de gravação de programas nos estúdios da para a TV Bandeirantes e Rádio BandNews FM, eventos com transmissão ao vivo, entre eles, Eleições desde 2008. ► Agência Futura Press – Colaboradora em Minas Gerais fornecendo material fotográfico de pautas e arquivos fotográficos desde 2015/2023. ► Exposição fotográfica individual “Identidade”, planejamento, montagem, execução e desmontagem em 2021/2022. ► Revista Caras - Correspondente dos editoriais Minas Gerais, realizando o planejamento, pré-produção e produção. 2008/2018. ► Meero – Startup com sede na França, fotografia de gastronomia. 2016/2020. ► Revista Encontro – Planejamento e execução das produções fotográficas dos editoriais das revistas Encontro, Encontro Rural e revistas especiais. 2004/2014. ► Jornal Hoje em Dia - Caderno Eu Acredito (3º. Setor) Editora de fotografia, repórter fotográfico e tratamento de imagens. – 2003/2005 ► Revista T&B Magazine – Empresa Tracbel (representante Volvo)Planejamento de matérias, fotógrafa, edição, tratamento de imagens e revisão. 2005/2007 ► Assessorias de Imprensa em BH, SP e RJ. Algumas empresas: Vale, Rede Globo Minas, Coca-Cola, Vivo, Amil, BMS, Petrobras, Instituto C&A, Hospital Biocor. ► PLUG 3 Imagem e Comunicação – Produção fotografia publicitária, corporativa e política de 2004/2010. ► Jornal O Tempo/Revista Star – Planejamento e produção fotográfica das capas e eventos de 2002/2005. ► Still de cinema – Produção, planejamento e execução fotográfica- Quando fui morto em cuba, direção de Breno Milagres - Perdidos Em Abey Roude, direção de Dênis Azevedo- Uma Estranha Sensação de Déjà Vú, direção de Ramon Navarro Graziela Aparecida da Cruz ( gestão financeira) Formação acadêmica Doutorado em Cinema na Escola de Belas Artes na Universidade Federal de Minas Gerais (2022 – em andamento)Mestrado em Cinema na Escola de Belas Artes na Universidade Federal de Minas Gerais – 2010.Pós-Graduação em Comunicação e Gestão Empresarial pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2001.Pós-Graduação em Informação e Comunicação pela Pontifícia Universidade Católica do Chile, Santiago, 1990.Comunicação Social, habilitação Jornalismo, pela UFMG, 1987. Experiência profissional Professora de Teoria da Comunicação Social e Introdução ao Cinema na Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) – de 2007 até a presente data. Assessora de Comunicação da Associação Pastoral Nacional do Povo da Rua (2024) Gerente de Comunicação do Colégio Loyola – 2022 a 2024 Coordenadora de Comunicação Corporativa da Sociedade Inteligência e Coração (mantenedora dos Colégios Santo Agostinho de Belo Horizonte, Nova Lima e Contagem) – 2009 a 2016. Diretora Artística da TV Horizonte, de dezembro de 2004 a setembro de 2006; Produtora e apresentadora do programa “Sala de Cinema”, ao lado do prof. José Tavares de barros, exibido na TV Horizonte e na SESC TV, entre 2003 e 2007 Editora Geral do semanário "Jornal de Opinião", de 1992 a 2006; Assessora de Comunicação da Arquidiocese de BH, de 1990 a 2006; Coordenadora da equipe de criação do site www.musicademinas.com.br. Responsável pela pesquisa, redação e revisão do conteúdo do site, construído com benefícios da Lei Estadual de Incentivo à Cultura; Assessora de comunicação (voluntária) no Fórum Estadual da Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida (MG), de 1993 a 1997. Maria Cristina Bove Rolleti ( Coordenação de produção e pedagógica das oficinas) – Gestão do Festival “Lixo e Cidadania”, realizado em diferentes pontos de BH: Serraria Souza Pinto, Centro Mineiro de Resíduos Sólidos, Casa do Conde e Asmare (De 2001 a 2011) – Organização do Bloco de Carnaval da Asmare, abrindo o Carnaval de Rua de BH (2002 a 2005) – Coordenação da Feijoada Cultural da Pop Rua, realizada no Canto da Rua – agosto de 2023 – Mobilização da Pop Rua para a Oficina de Pintura Mural, voltada a pessoas em situação de rua, promovida pelo SESC Minas – maio de 2024 – Coordenação de ações culturais junto à população em situação de rua e catadores de materiais recicláveis (de 1990 a 2023) – Gestão do espaço Reciclo Cultural Asmare (2001 a 2015) Sobre seu trabalho: Desenvolve um trabalho muito interessante com a população de rua e os catadores de materiais recicláveis. Os catadores eram os sujeitos que perderam tudo, mas que transformam o que a sociedade descarta num instrumento de preservação da própria vida. Foi aí que eu me aproximei da realidade tanto dos moradores de rua, quanto dos catadores de Belo Horizonte. Nós percebemos que o lixo e as pessoas eram tratados da mesma forma. O que nós conseguimos fazer pelos catadores foi mostrar a importância do trabalho deles. Primeiro, eles resgatarem a auto-estima, depois a cidadania, e os seus direitos foram negociados com a Prefeitura. Depois de dois anos de intervenção, conseguimos organizar um núcleo de catadores, na região central de Belo Horizonte. Em maio de 1990, depois de uma série de mobilizações, nós fundamos a Asmare – Associação dos Catadores de Papel e Papelão e Material Reaproveitável de Belo Horizonte. Regina Moura ( NoTom Produções Artísticas) , Direção de produção. Regina Moura, mulher, mãe de duas jovens, a Maria Clara de 20 anos e a Ana Carolina de 25 anos, pisciana, sensível e comprometida com este papel revolucionário que a arte cumpre, é produtora, socióloga, mestre em Ciências Sociais pela PUC MINAS, pesquisadora no campo das políticas públicas para cultura. Iniciou-se profissionalmente na área cultural em 2001, a priori como professora de dança e dois anos depois já como produtora, integrou a equipe da Cia Seráquê Cultural que coordenava a área de dança do projeto BH Cidadania e Arena da Cultura, ambos ligados à Secretaria Municipal de Cultura. Registrada no SATED/MG como diretora de produção DRT 6605. Sua trajetória foi marcada por artistas e grupos reconhecidos na cena cultural, Mimulus Cia de Dança da saudosa Baby Mesquita, Grupo de Dança Primeiro Ato da Diretora Suely Machado, onde ficou por onze anos, o músico Lula Ribeiro, Marcos Catarina, Cia Café com Dança, a artista plástica Ana Bouissou, o cineasta César Rafael, entre outros. Criou a NoTom Produções Artísticas no início da pandemia, o isolamento a fez criar cursos de produção, agenciar artistas das mais diversas áreas, construir planejamentos estratégicos de carreira. A arte a levou para grandes festivais nacionais e internacionais, produções de palco e rua, espetáculos de grande complexidade e equipes numerosas. Não existe um grande teatro no Brasil que ela não tenha produzido, além de festivais na Espanha, Argentina, Uruguai, Paraguai.Atualmente como diretora da NoTom Produções, focada em elaboração de projetos e agenciando vários artistas das mais diversas áreas, ousa o primeiro projeto próprio ReConexão Africanidades 2024 na cidade de Congonhas, um espaço de visibilidade para a cultura negra, que coloca em voga uma reflexão que desconstrói narrativas excludentes eressignifica a Semana da Consciência Negra, saindo deste lugar de um evento pontual,para ser vista como atitude cotidiana de defesa da vida, reparação histórica e mergulho na nossa ancestralidade afrodescendente. Em andamento estão os projetos FLITI (Feira Literária de Tiradentes), é consultora dos projetos Jovens da Vila, Fanfarra Popular nos olhos dágua, Dançar e Sonhar da Wanda Bambirra, Mãos que fazem , projeto de música instrumental em São Joaquim de Bicas

Providência

PROJETO ARQUIVADO.