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PRONAC 246837Apresentou prestação de contasMecenato

Exposição Temporária Museu do Jardim Botânico

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO E GESTAO - IDG
Solicitado
R$ 778,6 mil
Aprovado
R$ 778,6 mil
Captado
R$ 500,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
10456016000167SHELL BRASIL PETROLEO LTDA1900-01-01R$ 500,0 mil

Eficiência de captação

64.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-10-01
Término

Resumo

O presente projeto prevê a realização de exposição temporária no Museu do Jardim Botânico. Compreende a produção e a manutenção da exposição e visitas educativas (mediadas) para a mesma.

Sinopse

A exposição propõe uma experiência artística e educativa pelos ciclos de desmatamento e restauração da Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos e ameaçados do mundo. Ao longo da exposição, os visitantes serão levados a compreender a importância de rompermos os ciclos de perdas e promovermos os ciclos de ganhos, destacando não apenas os desafios enfrentados, mas também as soluções e iniciativas promissoras para um futuro mais sustentável. Observação: Em documentos anexados consta proposta museográfica da exposição com descrição mais detalhada da mesma.

Objetivos

Objetivos Gerais: O projeto tem por objetivo a realização de uma exposição temporária no Museu do Jardim Botânico, tendo como tema a Mata Atlântica, na sala de exposições temporária do 1º andar, com 143m², além de visitas educativas (mediadas) à exposição do Museu, situado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro _ RJ. A exposição terá patrocínio da Shell Brasil, empresa patrocinadora do Jardim Botânico e do Museu do Jardim Botânico. Objetivos específicos: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES Realizar 01 exposição artístico-cultural com duração de 06 meses que promova junto ao público o conhecimento sobre a importância da Mata Atlântica para a diversidade biológica global e para a qualidade de vida das populações locais, dentro e fora da floresta.Como parte da missão de um museu de ciências, sensibilizar os visitantes, por meio de ações culturais, sobre os principais desafios de conservação enfrentados pela Mata Atlântica, incluindo desmatamento, fragmentação de habitats e perda de espécies. Promover a valorização, conhecimento tradicional e a cultura dos povos originários, caiçaras, caipiras, ribeirinhos e comunidades quilombolas que vivem em equilíbrio com a Mata Atlântica Inspirar, por meio da cultura e da arte, ações individuais e coletivas em prol da conservação e restauração dos ecossistemas presentes no bioma Mata Atlântica. - Realizar visitas educativas (mediadas) na exposição temporária. PRODUTO CATÁLOGO - Confecção de 01 catálogo relacionado com o tema da exposição temporária.

Justificativa

O Museu do Jardim Botânico foi inaugurado em 08 de março de 2024 e é uma instituição que pertence ao Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico (JBRJ), autarquia pública federal do Ministério do Meio Ambiente e um dos principais centros de pesquisa botânica da América Latina, pioneiro no Brasil. A sua abertura é fruto de uma parceria entre o JBRJ com a Shell Brasil, firmada em 2022. O IDG - Instituto de Desenvolvimento e Gestão, proponente deste projeto, é a instituição social privada e sem fins lucrativos responsável pela implementação e gestão do Museu, mediante contrato firmado com a Shell Brasil em 2022, com a anuência do JBRJ. Em pouco mais de três meses de abertura, o Museu recebeu mais de 20 mil visitantes, sendo 2.500 estudantes de escolas públicas e privadas participantes de visitas educativas. A entrada ao museu e todas as suas atividades é gratuita. O projeto cultural da exposição temporária terá patrocínio da Shell Brasil, que é patrocinadora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e do Museu do Jardim Botânico. Essa sólida parceria viabilizou toda a implantação do Museu, incluindo obras de restauro do edifício histórico e a implantação da exposição de longa duração. Agora, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a parceria é ampliada para a viabilizar uma nova exposição temporária para o Museu e suas ações educativas. Instalado em um casarão do início do século XX, de aproximadamente 1.500m2, o novo museu apresenta o fascinante mundo da botânica em uma exposição de longa duração que une arte, ciência e tecnologia, com destaque às coleções e pesquisas desenvolvidas pelo JBRJ em seus mais de duzentos anos de história. A exposição de longa duração apresenta oito instalações multimídias que representam as diferentes áreas de atuação científica do JBRJ, suas coleções botânicas e o trabalho de pesquisa e conservação da flora brasileira. As instalações apresentam os conteúdos científicos de modo lúdico e artístico, acessível a diferentes públicos. Além da exposição de longa duração, o Museu conta com uma sala de leitura _ com um acervo de livros sobre botânica e exibição de obras raras da Biblioteca Barbosa Rodrigues do JBRJ em formato digital _ e dois espaços para exibições de média e curta duração. O Museu possui equipe dedicada para ações regulares. Compreendemos que para além de sua função tradicional de reunir, preservar e exibir bens culturais, os museus desempenham um papel crucial na sociedade, tanto social quanto educacionalmente. Museus são espaços culturais acessíveis ao público e por meio das exposições que os museus estabelecem um meio de comunicação entre suas coleções e os visitantes, permitindo a interação e a absorção do conhecimento. A partir desse conceito surge o Museu do Jardim Botânico, tendo como uma de suas missões combater a impercepção botânica e promover a valorização e conservação da flora brasileira. Com isso, surge também a necessidade de incentivar o olhar do público do Museu para um dos maiores tesouros nacionais, a Mata Atlântica. Lar de 72% dos brasileiros, concentra 80% do PIB nacional, e historicamente foi o centro dos principais ciclos econômicos do país, como a exploração comercial do pau-brasil, cana-de-açúcar e café, e hoje enfrenta os desafios causados pela industrialização e o crescimento urbano. Em 1988 a Constituição Federal reconheceu a Mata Atlântica como um Patrimônio Nacional, mas apenas em 2006 foi aprovada a Lei da Mata Atlântica, importante aliada no processo de conservação do bioma. A exposição temporária ocupará a sala de exposições temporárias do primeiro pavimento, com aproximadamente 150m², além de instalações na área externa do Museu. Propõe uma experiência visual e educativa pelos ciclos de desmatamento e restauração da Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos e ameaçados do mundo. Ao longo da exposição, os visitantes serão convidados a compreender a importância de rompermos o ciclo de perdas e promovermos o ciclo de ganhos, destacando não apenas os desafios enfrentados, mas também as soluções e iniciativas promissoras para um futuro mais sustentável. O Museu atua com uma estratégia multidisciplinar voltada para acessibilidade global, diversificando diálogos com o objetivo de diminuir a exclusão a equipamentos culturais de públicos em vulnerabilidade social. Para todos os ambientes, os elementos museográficos são projetados para oferecer um espaço acolhedor e acessível a todos os públicos. O processo de contratação de equipe e fornecedores visa dar prioridade à inclusão de pessoas negras, indígenas e LGBT+, assim como nos processos criativos e curatoriais. Por meio de ações educativas, o museu é visto como porta de entrada e catalisador de oportunidades para o Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro desenvolver novos diálogos, incluir novos públicos e se destacar como difusor de conhecimento sobre os temas da flora e da biodiversidade, dirigindo-se a públicos mais jovens e diversos, com pouco ou nenhum conhecimento prévio sobre a temática. A produção da exposição temporária será laboratório para aprendizagem e formação de novos curadores, pesquisadores e produtores. Além dos aspectos educativos, o Museu visa potencializar a produção cultural já existente nos Biomas Nacionais, rica e diversificada, nos territórios periféricos no país. O projeto atende ao Artigo 1º da Lei 8.313/91 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto atende ao Artigo 3º da Lei 8.313/91 nos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Estratégia de execução

SOBRE A CURADORIA DA EXPOSIÇÃO: Informamos que a curadoria da exposição será formada por uma comissão interdisciplinar que contará com representantes das equipes do Museu do Jardim Botânico, do Instituto de Desenvolvimento e Gestão, do conselho curatorial do Jardim Botânico e profissionais convidados. SOBRE RELATÓRIO DAS OBRAS QUE SERÃO EXPOSTAS: As obras a serem expostas serão definidas posteriormente, na fase de pré-produção da exposição.

Especificação técnica

PRODUTO CATÁLOGO Segue uma previsão inicial do formato do catálogo que será produzido para o projeto. Ressaltamos que este formato poderá sofrer alterações em decorrência das estratégias definidas durante a execução do projeto. Catálogo, cartilha ou livreto que explore conceitos e conteúdos da exposição. Formato 230x280mm, com miolo em 4x1 cores Tinta Escala em Couche Fosco 170g; e capa 4 cores em Couche Fosco 210g.

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade física: O Museu do Jardim Botânico atende às obrigações de acessibilidade arquitetônica, com elevador, piso podotátil, mapa tátil por andar, banheiros acessíveis, fraldários e acesso a cadeirantes. A acessibilidade plena na circulação horizontal e vertical é viabilizada em todos os andares do edifício. Sendo incluído nesse projeto a atualização e manutenção do piso podotátil na exposição temporária. Rubrica na planilha: Desenvolvimento/Material de Multisensorialidade Acessibilidade visual: O Museu do Jardim Botânico oferece ao público objetos táteis e WebApp com os conteúdos expositivos em português, inglês, espanhol e audiodescrição. Sendo incluídas nesse projeto a produção e manutenção da acessibilidade para exposição temporária. Rubrica na planilha: Desenvolvimento/Material de Multisensorialidade Acessibilidade auditiva: O Museu do Jardim Botânico disponibiliza tradução em libras através do WebApp de acessibilidade. Sendo incluído neste projeto a produção de vídeos com a tradução em libras e atualização do WebApp na exposição temporária, além de intérpretes de libras para visitas educativas (mediadas). Rubrica na planilha: Desenvolvimento/Material de Multisensorialidade Acessibilidade intelectual: A exposição permanente do Museu do Jardim Botânico possui linguagem acessível e assim também será a exposição temporária. Além disso, o Museu oferece um horário de atendimento exclusivo para visitas de pessoas com deficiência intelectual e/ou mental nas exposições, com ajustes nas exposições para adaptação do espaço. Sendo incluído neste projeto a realização da atividade citada na exposição temporária. Rubrica na planilha: Desenvolvimento/Material de Multisensorialidade PRODUTO CATÁLOGO: Acessibilidade física: Não se aplica. Acessibilidade visual: Será disponibilizada versão em audiolivro do catálogo. Rubrica na planilha: Audiodescrição. Acessibilidade auditiva: Não se aplica. Acessibilidade intelectual: Os textos do catálogo irão possuir linguagem simples para facilitar o acesso ao seu conteúdo por pessoas com deficiência intelectual. Rubrica na planilha: Não se aplica. Trabalho realizado pela equipe do Museu

Democratização do acesso

O acesso ao Museu do Jardim Botânico, bem como à sua programação educativa, é gratuito para todos os públicos em todos os dias e horários de funcionamento. O atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024 será realizado através dos seguintes incisos: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. PRODUTO CATÁLOGO I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento).

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral, sendo remunerado por esta rubrica, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. O proponente se compromete a cumprir fielmente o disposto no Art.14 da Instrução Normativa 11/2024 (IN vigente). Tal situação poderá ser comprovada na fase de prestação de contas. Proponente: Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG) O Instituto de Desenvolvimento e Gestão – IDG é uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover a melhoria e modernização da gestão de centros culturais. Criado por um conjunto de arquitetos, engenheiros e técnicos do Recife, um renomado grupo de gestores e técnicos está à frente de sua administração visando criar e consolidar um processo de desenvolvimento de projetos e gestão de espaços e equipamentos culturais públicos e privados. Este grupo foi responsável pelo desenvolvimento e gestão de iniciativas como o Museu da Língua Portuguesa, o Catavento Cultural e Educacional, e o Museu do Futebol, todos em São Paulo, além de inúmeros outros projetos na área de gestão cultural e educacional, incluindo os realizados pela Fundação Vale e pela Fundação Roberto Marinho, como a Casa de Paraty, Museu de Arte do Rio de Janeiro - MAR, Museu do Encontro Porto Seguro e Memorial do Rio Grande do Sul, entre outros. O IDG conta ainda com uma equipe especializada e multidisciplinar formada por um conselho gestor, bem como por equipes técnicas de profissionais com experiência em gestão de equipamentos culturais, constituídas para o atendimento de cada contrato de gestão assumido pelo Instituto. Atualmente o IDG tem contratos com a Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro para a gestão do Museu do Amanhã; com a Prefeitura Municipal do Recife para a gestão do Paço do Frevo; com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo para a gestão do Museu das Favelas e com a SHELL em parceria com o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro para a gestão do Museu do Jardim Botânico. Direção do Museu do Jardim Botânico: Daniela Alfonsi Doutora em Antropologia Social pela USP (2018), possui 15 anos de atuação na gestão cultural e de museus. É Diretora do Instituto de Desenvolvimento e Gestão – IDG responsável pelo projeto do Museu do Jardim Botânico. Atuou, pelo IDG, na Direção do Museu das Favelas de abril de 2022 a dezembro de 2023. Atuou também na Direção Técnica e de Conteúdo do Museu do Futebol (SP) de 2014 a 2020, e como Coordenadora Executiva de Projetos pela Expomus de 2020 a 2022. Coordenação Técnica do Museu do Jardim Botânico: Grazielle Giacomo Especialista em Gestão de Museus e Inovação pela ABGC (2024), educadora museal e bióloga, possui 19 anos de atuação com Educação em Museus de Ciências. Em 2022 fez parte da equipe de Desenvolvimento Científico do Museu do Amanhã, e entre 2017 e 2021 trabalhou na área de Sustentabilidade do Grupo Cataratas (AquaRio e BioParque do Rio). Coordenação de Gestão do Museu do Jardim Botânico: Rodrigo Guardatti Advogado, com especialização em Gestão Estratégica e Econômica pela FGV-Rio, possui 20 anos de atuação nas áreas de meio ambiente, cultura e ciência, tendo atuado como Chefe de Gabinete do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do RJ de 2008 a 2013, como Coordenador de Gestão do Instituto de Matemática Pura e Aplicada de 2013 a 2017, e como Diretor da editora Epifania, de 2018 a 2020. Coordenação Comunicação Museu do Jardim Botânico: Roberta Campos Jornalista graduada pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso - FACHA. Atua há doze anos na área de Comunicação, com foco em Comunicação Institucional para projetos culturais, sociais e educativos. Foi Assessora de Comunicação do MAR - Museu de Arte do Rio; Líder de Comunicação do programa Shell Iniciativa Jovem; e Coordenadora de Comunicação do Instituto Inclusartiz. Produtor do Museu do Jardim Botânico: Sandro Rosa Mestre pelo Programa de Pós-graduação em Cultura e Territorialidades, na UFF, e Produtor Cultural graduado pelo IFRJ. Possui experiência em gestão e produção de equipamentos culturais; articulação de parcerias estratégicas institucionais; realização de projetos culturais; e desenvolvimento de programas de fomento cultural público e privado, voltados para criação, pesquisa e capacitação profissional. Supervisora de Educação do Museu do Jardim Botânico: Talita Souza Museologia graduada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), com especialização em conservação e restauro em obras de arte em papel. Experiência em pesquisa e capacitação de agentes culturais; inventário e catalogação de coleções, gestão de acervo museológico; elaboração e desenvolvimento de programas voltados para educação patrimonial em museus e estratégias de diálogos e parcerias com instituições educacionais.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-09-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro