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O Cine.Ema Itinerante - Circulação Nacional de Cinema Ambiental, proposto pela organização do Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo, promoverá mostras itinerantes de cinema ambiental com filmes de curta-metragem reconhecidos e/ou convidados por uma curadoria específica. Defendendo a transversalidade entre cultura, meio-ambiente e sustentabilidade, propõe-se a realização de mostra itinerante em diferentes cidades do Brasil (1 a 2 dias por cidade), bem como atividades de caráter formativo com oficinas em audiovisual (20 h por turma, distribuídas em 5 dias).
Mostra Audiovisual Curta-metragens, de produção nacional, que tenham a duração de até 26 minutos, com classificação indicativa livre, e que tematize em suas histórias e/ou abordagem os elementos socioambientais. Acontecerão nas escolas das cidades do Espírito Santo, sendo Aracruz (1 escola), Cariacica (1 escola), Vila Velha (2 escolas). Em São Luís, durante 2 dias aberta e gratuita ao público em geral, considerando que também serão convidadas escolas do muncípio em questão.\ Oficina Oficina em audiovisual, que articule as temáticas socioambientais, podendo ser em stopmotion e/ou fotografia e/ou vídeo. Turma de até 15 estudantes. Acontecerá nas próprias escolas de Vila Velha-ES escolhidas para receberam a programação.
Objetivo geral O objetivo geral é difundir e democratizar o acesso ao cinema, assim como o despertar do olhar cinematográfico e da consciência ambiental em crianças, jovens e adultos, por meio da expansão das ações do projeto Cine.Ema a partir desta proposta em um recorte itinerante para outros territórios do Espírito Santo e do Brasil. Objetivos específicos Realizar 4 (quatro) mostras itinerantes, distribuídas em até 4 (três) cidades diferentes, com filmes reconhecidos ao longo das edições do Festival Cine.Ema e/ou convidados. Ofertar 2 (duas) turmas de oficina de vídeo e/ou fotografia e/ou trilha e/ou stopmotion e que relacionem o audiovisual às discussões socioambientais;
De forma pioneira no Espírito Santo, há quase uma década o Festival Cine.Ema fez deste olhar que se dedica às pessoas, aos territórios, ao meio que nos cerca e do qual somos parte, o seu compromisso principal. Uma agenda fundamental para os nossos tempos e que tem orientado os compromissos transversais para cultura e sustentabilidade. Por meio da Lei de Incentivo, o Festival tem podido realizar ações de relevância para públicos diversos e dentro de um setor tão fundamental como o de cinema ambiental. O Cine.Ema Itinerante _ já realizado anteriormente em um formato parecido sob o PRONAC 194912 _ nasce e se desdobra deste contato do Festival Cine.Ema com as comunidades e com os seus potenciais talentos para o cinema e para as artes, que expressam a demanda real por iniciativas em cultura e que estejam descentralizadas não só geograficamente como também em termos de públicos e de programação. Com o formato do Cine.Ema Itinerante, aqui apresentado, a proposta é exatamente esta: possibilitar que as ações do Cine.Ema sejam levadas para outros territórios e públicos, mesmo aqueles que estão dentro de grandes centros urbanos mas que enfrentam fortes desigualdades no acesso à cultura e, em especial, ao cinema. É de conhecimento público a redução do número de salas de cinema em todo o Brasil, um cenário que se agrava ainda mais quando falamos de espaços que exibem produções nacionais e, principalmente, de modo gratuito. Os dados da Ancine mostram para o ES uma redução de quase 50%, uma situação que deve se aprofundar em outros territórios fora do eixo Rio x São Paulo. Vale matizar ainda que a despeito desta realidade, as cidades aqui propostas: Aracruz, Cariacica, Vila Velha e São Luís (MA), tem enorme relevância ambiental, cultural e econômica para suas regiões e para o país. Estamos falando de territórios que são banhados por importantes ecossistemas marinhos (Aracruz, Vila Velha e São Luís); que concentram grandes densidades populacionais (Cariacica) e tradições culturais das populações originárias (Aracruz, por exemplo, reúne grandes lideranças indígenas e que também são atuantes no setor audiovisual). O Cine.Ema Itinerante parte deste diagnóstico, e comprova que suas ações estão alinhadas aos princípios da lei que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, Lei Nº 8.313/1991, e se enquadra nos incisos do Art. 1º, que seguem: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Por tudo isso, tem como objetivo os seguintes incisos do Art. 3º da lei supra: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil - pois aos filmes que serão exibidos será destinado um valor pelo direito de exibição da obra cinematográfica; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Com a programação inteiramente gratuita e visando a comunidade escolar, o Cine.Ema Itinerante é, igualmente, uma tela para a diversidade cultural brasileira, e se filia à Lei 13.006/2014 - a lei do cinema nacional nas escolas -, ao levar um conteúdo inteiramente de obras nacionais para estudantes de escolas públicas, contribuindo para a formação de crianças, adolescentes e jovens. Cabe destacar ainda que a Presidência da República sancionou neste mês (julho.24) a Lei 6230/2023 que estabelece que as escolas e instituições de ensino superior precisarão incluir em seus currículos atividades relacionadas às emergências climáticas e discussões socioambentais. A medida é transversal com a qual o Cine.Ema, enquanto iniciativa de difusão do cinema ambiental, está plenamente alinhado fazendo da cultura e do cinema um espaço de aprendizado e de discussão sobre as questões do nosso tempo. Por fim, o projeto fomenta as redes da economia criativa por estimular o campo criativo nos territórios contemplados, e por realizar a contratação de empreendedores da cultura para o fornecimento de uma série de serviços essenciais à realização do projeto.
Obs. 1: Cabe destacar que o produto principal deste projeto é a realização de mostras itinerantes de cinema ambiental. Com isso, o objeto se diferencia das outras iniciativas do Festival Cine.Ema que dão conta de uma Mostra Competitiva a partir de um chamamento e seleção anual e da exibição dos filmes selecionados exclusivamente para aquela edição corrente em diferentes cidades do país. O que se propõe aqui é diferente: é a realização de sessões que virão a exibir conteúdos cinematográficos que já estiveram presentes em outras edições do Festival (no ano corrente e anteriores), que sejam filmes de curta-metragem e que tematizem o ambiental em suas histórias, mantendo a sua relevância e pertinência para os diferentes públicos. Obs. 2: Por ser a sede, situamos em Vitória, na Planilha Orçamentária, alguns custos gerais que se destinam para todas ou para mais de uma das cidades abrangidas pelo projeto. Inserimos esta informação nas justificativas dos itens que se inserem nestes casos. Também concentramos em Vitória, sede, as rubricas de equipe de produção e direção, uma vez que se referem, de acordo com os produtores e com as etapas, aos serviços que serão prestados para a programação que ocorrerá em todas as cidades.
Oficina de vídeo A oficina de vídeo será ofertada para alunos do Ensino Médio que estudam em escolas públicas das regiões onde acontecem as ações presenciais do projeto em tela. Sua realização será de cinco dias, com duração de quatro horas por dia e carga horária total de vinte horas, a turma será composta por até quinze alunos/as. Objetiva possibilitar aos participantes que se aproximem da linguagem cinematográfica de forma dinâmica e divertida. Como um dos objetivos específicos, pretende-se que a turma construa coletivamente um produto audiovisual de curta duração que poderá ser exibido posteriormente para o público da comunidade escolar. Durante os dias de realização da oficina serão apresentadas as etapas para a realização de vídeos, detalhes das fases de pré-produção, produção e pós-produção, o que cada uma representa, seus pontos mais relevantes, os erros mais comuns cometidos e, por fim, a gravação e montagem do vídeo de curta duração. Na prática, os alunos aprendem a realizar seus vídeos com habilidade linguística e estética audiovisual. Oficina de fotografia A oficina de fotografia será ofertada para o mesmo quantitativo e perfil do público "oficina de vídeo", de forma presencial e mesma carga horária. Objetiva possibilitar aproximação à linguagem fotográfica. Especificamente, os participantes construirão registros e relatos imagéticos sobre a sua comunidade; as relações ali desenvolvidas; o patrimônio natural e/ou situações e contextos que despertem o seu interesse. Ao fim, como forma de trabalhar a habilidade da curadoria, pretende-se uma exposição fotográfica. Ao longo das aulas, pretende-se: i) entendimento da fotografia como meio de comunicação, expressão e interpretação; ii) formação e registro da imagem fotográfica; iii) equipamentos fotográficos (câmera, objetivas e acessórios) e como utilizá-los; sobre luz e fotometragem; iv) ajustes das câmeras fotográficas, principalmente dos celulares; v) sobre a composição fotográfica; sobre vi) compreender os princípios básicos de exposição, composição e linguagem fotográfica; desenvolver as habilidades de observação, sensibilidade, percepção, criatividade, objetividade, poder da decisão e interpretação; produzir fotografias; criar narrativas visuais; ser capaz de trabalhar em equipe; e atuar com discernimento ético. Por fim, os alunos produzirão imagens com seus celulares e com a câmera profissional, ao fim selecionarão aquelas para exposição. Oficina de stop motion A oficina de stop motion será ofertada para alunos do 8º ao 9º ano do Ensino Fundamental e/ou das turmas do Ensino Médio que estudam em escolas públicas das regiões onde acontecem as ações presenciais. Sua realização será de cinco dias, com duração de quatro horas por dia e carga horária total de vinte horas, a turma será composta por até quinze alunos/as. Objetiva aproximar os participantes à linguagem e às tecnologias cinematográficas. Construir coletivamente um produto audiovisual de curta duração utilizando a técnica e a linguagem do stop motion. No primeiro dia, introdução sobre o que é o stop motion e apresentação de referências; segundo dia, como construir animação a partir da fotografia, processo de desenhar e apagar, desenho com caixa de luz; no terceiro e quarto dia será realizada a criação de roteiro, do material cenográfico e da captação das imagens; no quinto e último dia, a edição e exibição do produto final. Obs. 1: Os projetos pedagógicos encontram-se no anexo de informações adicionais da presente proposta.
Produto > Mostra 1. Acessibilidade física As mostras itinerantes nas cidades de Aracruz, Cariacica e Vila Velha acontecerão na dependência de escolas públicas ativas e que já contem com as medidas de acessibilidade física de acesso e permanência conforme legislação vigente. As visitas técnicas e as conversas com a equipe escolar, além de darem maior entendimento se há público de estudantes com deficiência e quais são, também confirmarão a necessidade de contratação, e se houve a necessidade estão previstos os itens orçamentários abaixo: Itens da planilha orçamentária: 39 - Banheiro químico PNE > Festival > Producao > Aracruz 52 - Rampa para cadeirante > Festival > Producao > Aracruz 58 - Banheiro químico PNE > Festival > Producao > Cariacica 67 - Rampa para cadeirante > Festival > Producao > Cariacica 73 - Banheiro químico PNE > Festival > Producao > Vila Velha 84 - Rampa para cadeirante > Festival > Producao > Vila Velha Nas mostras em espaços abertos serão destinados 2% dos assentos a pessoas com deficiência, idosos, pessoas com obesidade e mobilidade reduzida. Em São Luís a mostra será realizada em parceria com o Sesc Deodoro, o espaço conta com as medidas de acessibilidade em acordo com a legislação vigente. Serão destinados 2% dos assentos a pessoas com deficiência, idosos, pessoas com obesidade e mobilidade reduzida, conforme legislação vigente. 2. Acessibilidade de conteúdo e comunicacional Em espaços abertos: Ao menos 1 sessão com todas as 3 medidas de acessibilidade comunicacional nos filmes, quais sejam: intérprete de libras; narrador de audiodescrição e legendagem. Todos os filmes contarão com legendagem, em todas as sessões. Em espaços fechados (mostras que acontecerão nas escolas): Em visita técnica, a equipe do projeto se informará sobre os alunos que necessitam de acessibilidade e quais são suas turmas a fim de garantir que as sessões tenham a medida que necessitem. Os filmes, por já terem sido exibidos em edições anteriores do projeto em seu formato de Festival, já contam com as medidas de acessibilidade citadas acima. Deste modo, não haverá necessidade de nova contratação da aplicação de acessibiliade. Na apresentação das sessões, e após a exibição, é realizado um bate-papo com o público. Neste sentido, estão previstas as rubricas de intérprete de libras. Quem efetuar a fala também será orientado para realizar a autodescrição. Itens da planilha orçamentária: 44 - Interprete de libras > Festival > Producao > Aracruz 61 - Interprete de libras > Festival > Producao > Cariacica 78 - Interprete de libras > Festival > Producao > Vila Velha 98 - Interprete de libras > Festival > Producao > São Luís Produto > Oficinas 1. Acessibilidade física As oficinas acontecerão na dependência de escolas públicas ativas e que, por isso, já possuem as medidas de acessibilidade física de acesso e permanência conforme legislação vigente. Será realizada visita técnica para confirmação dos espaços. 2. Acessibilidade comunicacional As oficinas acontecerão nas dependências de escolas públicas ativas durante o horário letivo, e nestes casos estudantes com deficiência por força de lei devem contar com assistência dada pela própria instituição. Junto das visitas técnicas, também será realizada previamente e em parceria com a equipe escolar as inscrições dos participantes por meio do formulário que conterá pergunta específica para que os responsáveis se manifestem se o estudante necessita de algum suporte de acessibilidade e, se sim, qual(is). Item da planilha orçamentária: 10 - Intérprete de Libras > Oficina > Producao > Vila Velha Obs. 1: em todas as falas presenciais será realizada a autodescrição. Obs. 2: a equipe receberá orientações para acolhida e recepção das pessoas que necessitem de alguma acessibilidade especial durante a programação presencial.
O acesso a todas as atividades de programação é inteiramente gratuito, de modo que a presente proposta se enquadra no Art. 27 da IN Nº 11 de 2024, MinC. A gratuidade do acesso a realizações culturais é a principal medida de democratização do acesso. Além disso, contemplar-se-á o seguinte inciso do Art. 30: VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil, com relação ao inciso VII do Art. 28 da presente IN, propomos a realização de uma mostra voltada para o público infanto-juvenil, em pelo menos uma das cidades contempladas pelo projeto.
1) Tania Silva - Dir. de Produção Tania Silva, diretora geral e de produção desde 1985, fundou a Caju Produções em 2001. Produziu projetos em música, audiovisual, artes, com temas ambientais e culturais. Destacam-se Seis e Meia, Prêmio da Música Brasileira, Festival do Rio. Desde 2015, lidera o Festival Cine.Ema e Festival Manhágua. 2) Vinicius Rodrigues - Dir. Administrativa Profissional com mais de 5 anos de experiência em gestão de equipes no setor de tecnologia, formado em Gestão de TI pela Estácio de Sá. Atua na Caju Produções há quase 3 anos, gerenciando demandas administrativas e financeiras, além de buscar inovações e gerenciar processos criativos. 3) Virgínia Casé - Prod. Executiva Tem vasta experiência nacional e internacional. Assistiu a artistas importantes. Produziu espetáculos brasileiros em Portugal por 10 anos. Além disso, coordenou a Expo 98 em Lisboa e o espaço Brasil na França em 2005. Desde 2022, atua no Cine.Ema e do Festival das Águas, e coordenou os camarins de grandes festivais em SP. 4) Ricardo Aiolfi - Coord de Comunicação Jornalista e Me. em Comunicação pela Ufes. Trabalhou na Sec. de Cultura de Vitória. Coordena comunicação de projetos culturais, incluindo os Festivais Cine.Ema e Manhágua desde 2021. 5) Solange Alboreda - Consultora em Audiovisual Dra. em Comunicação e Semiótica (PUC-SP), Me. em engenharia ambiental (Unicamp) e engenheira sanitarista (PUCCampinas). Curadora do Cine.Ema, possui extensa trajetória na área de cinema ambiental. 6) Melina Galante - Coordenação Audiovisual Roteirista e diretora é formada em Cinema e Audiovisual (UFES). Com mais de dez anos de experiência, coordena o audiovisual do Festival Cine.Ema desde 2020. 7) Matheus Moretti - Coord. Projeto Realizador cultural desde 2015, atua em projetos de cultura popular, memória e patrimônio. É historiador; na Caju coordena as oficinas (2021-2024) e se dedica à elaboração de projetos. 8) Júlia Silva - Ass. Produção Com quase 20 anos de experiência na produção de eventos, Júlia atua na assistência de produção e na produção de atividades escolares do Festival Cine.Ema. Trabalhou em diversos projetos como Prêmio da Música Brasileira, Cine-Ema, e outros eventos culturais e promocionais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.